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Sees one nce Serene Hitch ea be fpocim pines sa Sears het Sov meteeratnae eden semen an Oe oe ah Sie et acer teat cals SS See te eenaen aes Sateen paces wes naam tee SEAS ej, 28 fev, 1887 Aut bop suit ques ene dogs else 8 oxen 2 Seta, Vo Snsesee prsbe so es Ypres? LEITURA COMPLEMENTAR IA RAZAO & 0 MODELO DAS CIENCIAS FISICAS) No sel XVI ei auteur novo sn: Nio 6 Cae ‘sins cece ela moe Sve» etc sua dx Sins so\pemences Ge Inarsse"eraco pt sec 4 gen andar denobeineto verinde ¢ 1 keris sown se aso tao comets no {ESE nu eMac a pore este, tad" isobar se mad ce toa Sine SI a let tnt etal do se pe, ov ‘Sipe pln os Newton Niort yar mo Dh b rele esha ores formes dey ences Sp e'S"peapens dncnsrne por Newon’ © inde dre a= ‘ele tee pico prn, See many pode Jee 1S Sen ue tiem mr, © cs eps pr Ne EATS SERS IE SE ee ‘Senta alg’ cobeoea prin vee pn de {eo apoon bs esmcor sci ht dade 0 pb ‘Sat tguirdon,Devese par smo mofo dfn, ale ‘Phd petite lac atmgr vf bors exes oe asa i aes SALVIA TRINDADE. ts “Mesias ao eon 0 i A SOCIOLOGIA DE DURKHEIM INTRODUCAO: © QUE F FATO SOCIAL oles por tla ass blz, ‘te Desi fear primer” grandoe wdc | Nae em Ela ot A eas | kr memens soa mms Se | eta ote ioe | Sects, poate a oes ee nee See re ee pe | Neth else fog Bodie, peels cos, son preosupasio foi defi | eae anal eas Mrompridooaeoroméeis | sraty com sles cia TIps de esse | Ta Sha Timumeesunshrsfundaner. | i ror naoeo cone tus ar marardo mids wale | Shc ym eae fit pblndacy138-Durthem | Masel numy ine feat ce Gaea'e eee | SES Smee fconisdnentn ste oF geal © ‘SEulge dvea saber fae soi Encontro © | "nds ili" (tino de Solo eta eins Tete so crcternes que | ah allo, Ee, Durkheim datingue non ates wr | SoqcSeceen Sorte Cu Apimeimidie€wecrmae | Sele" Gos patie Stool je fogs qu cr fns | ort 28 Pas ‘suc wo on nda, evr Sev cfornremse trope da chlo cr qo en, dep ‘totoneny dou vod sean Ea aa ean uae {SUinanuo cou un stem scnes Year some im deter go Siri emir iano en bord 1 rnin ode © res de ero dor nto soins we torn evident pst sae «sor nv eo guano conte et ewer ‘Si saat pedo er opl'cu enim: Laps oo eg ‘eerie ple vein tb ore de, equa v rir 4 inragio ¢ = penalidade subseguente. Espontineas serlam as que ‘ostam como decorénca de ume condsta nso adapta 8 estrus bo propo ov da socledade b qual o individ pertence. Diz Durkheim, exemplifiando este timo tipo de st “Se india, ad me pribe de tenia d sbi pando, tase 2 Rat, tere! Satedoietvel” 3) A educapio desempenhs, segundo Durkhsin, uma importanie tare nesta conformagio dos indvidvos & soledade em que vive, ‘tponto de, spe algum trp, es rerasetarem interalizadss trans Formades em bébitos ‘A segunda carctvitica doe for vcs € que els exstem & stuam sobre ot indvidvorindependeoiemente de sua vortade Ou de ‘iu adeoo consciene, ou sj, eles so exteriors aos individucs. As regrs soci, os cote, a els fexsiem anes do nascent das pice, lo els imposts por mecanismos de coeedo socal, como [neducago, Porno, oft sciis so ao mesmo tempo coeriivs dots de exitncia exterior dr conseéncas individu ‘A terceia caracterlaicnapontada por Durkheim & » genorlidade social todo flo que & era. que se repete em todos os indvidace ‘x, pelo tens, na maori deer. Desse modo, & fates soias mani {tm stress colt ou um ead cum wo grupo, came as A OBJETIVIDADE DO FATO SOCIAL ms ver identificdos ¢ caractrzadot os fetoe social, reo: cupagio de Durkheim digits para a conduta necesra ao cents, Sifim de que seu estudo ven realmente bases cents Durkheim, como pars todos posiivists, no haveria expire clentifin seo pesgusadornio mantivese cela dstnca eneuteldade fom rlagso os face, rsquardando a objtvidade de sun andl. E preciso que o scilogo dene de lad suse prenopBe, ito €, se Vi Fores © sentiments pessoas em relao ao atonesimento a ex est ‘nl, pit le nai tm sein © podem dircee a realdede os fats. Procurando grant Sociologia um mid to eficiete quanto «© desenvolvido polascincas tual, Durkheim sconsethava 0 so:6- Togo a eocerar oe fatos soins como’ colzr, isto, objetoe gue, the sendo exteriors, deveriam ser medido, observador« comparsdcs in 2 ependentemente do que os indvidues pensasem ou decarassem ase fespelto. Tus formulasdes seviam apenas opiices, julzos de valor Individueis que podem servi de indicadores dos fates socas, mas ‘ascaram as leis de organzac socal, cojaraconalidade 96 € aces Hv a0 cents, Pare se apoderar dos fais soclas,o cinta deve identifier, enue scontcimentosgeraiserepelivos,equeles que apresentam ‘arctersensexteriorescomuns. Awin, por exemplo,o conjnto de sos que suscitam na socedade reyoes conceta cawifiadas como "pentlidedes”consituem os ats sca dentifitves como "erime \Vemoe que’ os fendmencs devem ser sempre considradoe em manileringseseoletvn,aistinguindo-se dor neonecimento indo Ou acdenais. A generalidade dstngueo essncal do fort © espe ila a nstureza socioligica dos fendmenos, SOCIEDADE: UM ORGANISMO EM ADAPTACKO ars Durkheim, » Sociologia tnha por finalidade nfo o explic 4 sciedde como encontrar remédlos pra a vida socal. A sociedade, ‘como todo organisa, apreseatara etudes ormais patelégices, ito 6, saudivels¢ doen. Derkheim considers um fo sci come normal quando seen contra geeralizd pela vocedade os quando desempenhe agen fungio importante pare sun adaptayio ou. sua evolu. Asim, Durie arma que o rime, por exemplo, € normal no s6 por cncontrado em qualquer sciedade, em quslguet epoca, com também por representa a inportincs dos ‘valores soclals que eepudiam dtc. ‘nadie condsitar como ilegais e er condensm a penaliades ‘A generlidade de um fio scll, isto é, sun unanimidade, ¢ asrenia de normale oa medida em que representa o consenso 2 als vontade coletive, ou © acordo de um grupo 1 rspeito dé eterminads questi, ° Diz Duskbsims par ter seo eta ssondmico stil dos poror europe, cam ste earacerica stncla de orgelapie, & formal ou m0) fo gue ihe dou ongem. Se star conde to “ue atslmente se epson poss sociedad, € po Sosa sagio normals emptor proto que desoncada es 35 Pertindo, pos, 60 principio de que o objetivo miximo da vida social & promover harmonia da sociedade consigo mesma e_ com 1S demais sociedade, c que esta harmonia € consepuidn através do Conenso socal, « "eaide” do orgaismo socal se confunde com feterlidade dos acontecimentose com a unio destes na preservagio tessa harmonia,detseecordo clativo que se expressa sob a forma de fengbes sovais: Quando um fo pe em isco harmonia, o acordo, ‘O conseneo c, portnto, 1 adaptasdo e evolugdo da sociedad, estamos ‘imme de wot seomtecimento de caster mérbido e de ume sociedad ocate ‘Portanto, normal & aquelefato que no extapota os Himites dos sconteeimenioe mais getait de ums determinada sociedade © que r- fete ox valores ¢ as condutes acctas pela mor pare da populaso. Petolgico € aguele que se encontra fora dos limites permiides pela ‘rem social ¢ pla moral. vigente. Os fatos patolipios, como ss ‘oengas, s80 consideradostrasiérose excepelones [A CONSCIENCIA COLETIVA ‘Toda 4 totiaeocolica de Durkheim pretende demonstiar qv ‘os faton sociis thon oxetnaia prépria Independente daqulio qe ‘ene ¢ faz cade individ em particular. Embor todos posuam suse FConvsitncies Individuals”, sun modos préprios de se comportar © Interpretar« vida, podem-se ota, no interior de qualquer grupo ou tociedade, formas padronizadas de condutae penssmento, Essa cons {atagie est na bate do que Durkheim chamou contciéncia coletiva ‘A defingdo de consignee coletiva aparece pela primeira vex 28 obra Da divisdo do trabalho wocial:tratese do "conjunto das erengas dow sentimentor comune & méala dos membros de uma mesma sosi- fade” que "forma um sistema determinado com vide propia” (p. 342). ‘A conseitciacoletva nfo se hasta na conscifnci dos indviduos singular ou de grupos especficos, mas esté cspalhada por toda = fovledade, Ela sevcerin, eprndo Tiwtheim, © "po pagblco da #o- {odade”, que nfo seria apenas © produto das conscienias individuals thas alge diferente, que se mpora es individuos« perduraria através das grape. ‘A conscléncia coletiva é, em corto sentido, 1 sociedade, ln aparece como repas fortes © fntam o valor aribuldo aoe stor individuals. Bla define o que, numa fociedade, & consideredo “imoral”,"seprovivel” ou “criminoso” MORFOLOGIA SOCIAL: AS Para Durhim, a Sociologia de- vera ter ainds por objetivo com paras as diversas rociedades, Cone: tiufy assim 0 eampo da morfologia classifcagao das Durkheim considerave qu todas ie adie at ss sociedader haviam evoluido | coxfumex, permanscendo em Tore soil mais | sel independent © ut0- re soci mais | Somos om reagne ao “nico segmento onde os indviduos | Staci exe aul eres ‘onto se assemelhavar aos dtomos, isto | todo seu poder de ce apresentavam.justaponton e | sobre os indvdos, lgusis, Des ponto de partda, foi | Solidaiedade orpinca, € postive! uma sie de cambinasées, | sqelstlen ds socidades ‘ee qual onginaraarse outta ox. | abil, onde, ata da ec svar npr. | ee Sedo € no presente, als como cs | torsvan lis ean tion edegendea Durkheim considerava que © t= bulho de classifengdo der scieda- | $8é'0u ans scores des como tudo omeis—deveria | Sim. Nas sone ce Ser efetuado com base am apurada | isi, = concinela co- tbservagio. experimental, Guiado | thse sfrouts Assim, 29 or esse procodimente, Durkheim | uer™ oP dunce ‘stabeleceu a passgem da solida- | pendent, cada quel se Fedade meciniea pare a solidarie | pec nurma.svdade © dade orginica como 0 motor de | fende « desenvoler maior teansformagio de toda e qualquer | ‘overs sou soviedade, emt ft de qu asses vim de eto, precntnd como "lnferiores” ou “auperiores, como 0 cents define 8 fatos norma ¢ anormais em cada soiedade? Para Durkheim a normalidade 6 pode ser entendida em fungio do estégio social da vociedade em ‘vest: “do ponte de vtapuramentebiefsca, 0 que & sormal pra sl vagem nto-o & sempre pare o eliza, eviceverta” (Ar regres Uernctde sokliien B32) 4 35 =