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UNIVERSIDADE

NOME

TÍTULO

CIDADE
2018
NOME

TÍTULO

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à


Universidade xxx como parte dos requisitos
necessários para a obtenção do grau de xxx.

Orientador:

CIDADE

2018
RESUMO

O problema em relação à união homossexual é simplesmente um problema de liberdade:


todos são absolutamente livres para criar uma comunidade de vida com quem quiserem
e ninguém pode legitimamente censurá-lo ou mesmo interferir de alguma forma nesta
decisão. A palavra casamento, por razões sociológicas, legais (como no caso da adoção)
e até mesmo semântica, não é a correta para nomear uniões homossexuais. O interesse
prevalente em qualquer adoção é invariavelmente o do adotado. Qualquer outro tem um
valor secundário e deve ser subordinado. Além disso, correta interpretação dos
regulamentos que juntos regulam adoção no Código Civil, leva à solução de casamentos
formados por pessoas do mesmo sexo não são autorizados dois para trazer para fora a
adoção de uma criança. Qualquer adoção é tão boa quanto se aproximando o surgimento
da procriação natural, com um pai e uma mãe (como todas as outras crianças que são
contemporâneos da criança adotada e seus colegas de classe, jogos e aventuras).
Palavras-chave: Adoção. União homossexual. Adoção homoafetiva. Direito Civil.
ABSTRACT

The problem with respect to homosexual union is simply a problem of freedom: everyone
is absolutely free to create a community of life with whomsoever they want and no one
can legitimately censure him or even interfere in any way with this decision. The word
marriage, for sociological reasons, legal (as in the case of adoption) and even semantic,
is not the right to name homosexual unions. The prevalent interest in any adoption is
invariably that of the adoptee. Any other has a secondary value and must be subordinate.
In addition, correct interpretation of the regulations that together regulate adoption in the
Civil Code, leads to the solution of same-sex marriages are not allowed two to bring out
the adoption of a child. Any adoption is as good as approaching the emergence of natural
procreation, with a father and a mother (like all other children who are contemporaries of
the adopted child and his classmates, games and adventures).
Keywords: Adoption. Homosexual union. Homoaffective adoption. Civil right.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 5
1.1 OBJETIVOS ............................................................................................................... 7
1.1.1 Geral ............................................................................................................. 7
1.1.2 Específicos .............................................................................................................. 7
1.2 METODOLOGIA ......................................................................................................... 7
2 REFERENCIAL TEÓRICO............................................................................................ 8
2.1 O PRESENTE INTERESSE NA ADOÇÃO............................................................... 11
2.2 AS PERSPECTIVAS SOBRE A ADOÇÃO HOMOAFETIVA .................................... 13
3 DESENVOLVIMENTO ................................................................................................ 16
3.1 O DIREITO CONSTITUCIONAL .............................................................................. 16
3.2 ANÁLISES PRÁTICAS SOBRE A ADOÇÃO HOMOAFTIVA ................................... 19
3.3 OS DIREITOS FUNDAMENTAIS ............................................................................. 20
4 CONCLUSÃO ............................................................................................................. 22
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................... 23

1 INTRODUÇÃO
Casais formados por mesmo sexo não só definem um notável precedente para
reconhecimento, mas como também são protagonistas avançando na conquista de ser
tomadas como verdadeiras famílias. Embora se tenha esclarecido alguns conceitos que
eram controversos para tais uniões, não foi claro o suficiente para apenas instar o
Congresso a legislar sobre esta matéria prazo de dois anos, sem estabelecer critérios
válidos sobre o assunto.

A posição que se considera, omitindo uma vez estabelecer um precedente, como


o fez em questões críticas de importância para a sociedade. Baseado nos problemas
constitucionais não são, em princípio, problemas de direito, mas de poder. Conforme
acordado pelo Superior Tribunal de Justiça, a determinação se os casais homossexuais
assumem posse institucional significa considera-los como célula nuclear da sociedade
(AMORIM et al, 2005).

Há vários conceitos de alguns estudiosos que tentam na área do Direito


Constitucional, pois o que se acredita é importante para compreender as nuances que
tocam a realidade social (DIAS, 2010). Entre estes, o avanço ideológico inquestionável
dos direitos e sua consagração como resultado de conflitos que lançam selos
universalmente definidoras.

A família é um conceito de ética, em vez de corpo legal porque os sentimentos de


confluência, emoções, e laços indissolúveis derivam de conceitos importantes que
servem como ponto de partida para a criação de lei e, finalmente, se traduzem em
receitas políticas, fatores de poder como religião e moral afetam esse processo. Agora o
Estado como um agente envolvido, fortalece laços para garantir a segurança e a
estabilidade das relações e administrar e disciplinar toda a entidade complexa família
(BRANDÃO, 2002).

Aceita-se que em o sentido objetivo da família é uma instituição cujas funções são
resumidas na transmissão da vida e da cultura, no entanto, a estrutura da estratégia
envolve a partir de um ponto de vista sociológico. É porque a família agrupamento em
torno de personagens políticos psicológicas, econômicas, religiosas e éticas. Quando
delinear o termo família e não se referem apenas aos laços biológicos ou sangue, mas
também os laços emocionais, que determinam em grande parte a formação de uma
estrutura social (AZEVEDO, 2011).

A família deve, então, ser considerado como uma instituição típica, extremamente
importante, talvez o mais importante de tudo porque representa essencialmente a base
elementar da organização de toda a sociedade. Compreender o conceito de família como
o foco social complexo que contém em si a natureza social histórica que diz respeito ao
ser humano, neste documento estão sujeitas à luz constitucional a aceitação legal
hipotético de adoção de crianças por casais homossexuais, e mostrar para tomar uma
posição categórica não implica discriminação, por si só, mas para exaltar a prevalência
do direito à autodeterminação dos povos e a importância da adoção com a seriedade que
merece, decisões que levá-lo para uma ou outra extremidade.

1.1 OBJETIVOS

1.1.1 Geral

Analisar as questões que abrangem a adoção homoafetiva no Brasil.

1.1.2 Específicos

 Discorrer sobre as questões jurídicas que circundam a adoção por casais


homossexuais;

 Analisar as questões do Direito Constitucional;

1.2 METODOLOGIA

A partir de Marconi e Lakatos (2011), toda pesquisa geralmente possui duas


características: um objetivo geral que abarca todas as questões que serão investigadas
e completadas e outro mais específico, que abrange os diversos tipos de estudos e de
investigações mais aprofundadas.
Necessariamente, toda pesquisa precisa basear-se em uma teoria, a qual está
necessita de ponto de partida para a investigação com sucesso. Os planos da pesquisa
são diferentes de acordo com sua finalidade e método utilizado para conceituar os
diferentes dados que serão analisados. Para que se tenha credibilidade, é necessário
apoiar-se em fatos já observados e, consequentemente, provados nos resultados da
própria pesquisa. (MARCONI e LAKATOS, 2011).

O método utilizado nesta pesquisa será a pesquisa bibliográfica, buscando


identificar os temas de interesses, como livros, teses, artigos e monografias já realizadas,
também foram utilizados dados primários e oriundos de relatórios gerenciais de
empresas, afim de comprovar quantitativamente os argumentos que constituirão este
trabalho. Os termos utilizados nas bases de pesquisa foram “adoção homoafetiva”,
“direitos constitucionais”, “liberdade de adoção". Neste contexto de pesquisa prévia, foi
definido o problema do trabalho, que se classificou como exploratória, onde se objetivou
proporcionar ao seu final uma base sólida argumentativa conclusiva, uma vez que os
resultados virão pelo próprio delinear da pesquisa.

2 REFERENCIAL TEÓRICO

O problema apresentado pela recepção legal do casamento homossexual, deve


ser considerado, em última instância, como uma questão de liberdade. Parece claro que
a decisão de cada um de constituir uma comunidade de vida com outra pessoa do mesmo
sexo ou de um sexo diferente - constitui um direito inalienável e pessoal que, portanto,
não pode ser afetado. É um direito que evidentemente se enquadra nos fundamentos do
ser humano e que, na esfera legislativa nacional, está claramente enquadrado, cujo texto
proíbe qualquer discriminação motivada, entre outras causas, pelas "preferências" do
indivíduo, entre as quais, obviamente, é o sexual. Logo, é importante salientar que:

[...] proibição de discriminação das pessoas em razão do sexo, seja no plano da


dicotomia homem/mulher (gênero), seja no plano da orientação sexual de cada
qual deles a proibição do preconceito como capítulo do constitucionalismo
fraternal, homenagem ao pluralismo como valor sócio-político-cultural. Liberdade
para dispor da própria sexualidade, inserida na categoria dos direitos
fundamentais do indivíduo, expressão que é da autonomia de vontade. “Direito à
intimidade e à vida privada”. (BRASIL, 2002, p.1)

Nesse sentido, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (de 10 de dezembro


de 1948), da qual o Brasil faz parte, estabelece em seu artigo 16.1 que "homens e
mulheres, a partir da idade de consentimento, têm o direito, sem restrição alguns por
razões de raça, nacionalidade ou religião, para casar e encontrar uma família ... "; embora
o final do texto transcrito refere-se a restrições decorrentes de razões específicas, para
iniciar a disposição referente a "homens e mulheres" e observou que não restringiu o
direito de se casar, que está consagrado no fundo é o mais ampla liberdade para que
eles não ficassem constrangidos em aceitar tais uniões como parte da realidade social,
ao invés disso eles abominavam ser chamados precisamente de casamento. Com isso,
Osvaldo Fernandez afirma que:

O preâmbulo do artigo 5º da Constituição Federal do Brasil, que descreve os


direitos individuais dos cidadãos, estabelece que ‘todos são iguais perante a lei
sem distinção de qualquer natureza’, e garante (também a todos) a inviolabilidade
de determinados direitos, entre eles, o direito à igualdade. Já no âmbito
internacional, o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH),
adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 10 de dezembro de
1948, estabelece que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em
dignidade e direitos” (2011, p. 1).

E é que tal palavra se refere há séculos à união do casal homem-mulher. Se olhar


para o direito romano, percebe-se que as definições mais conotativas do casamento o
caracterizam como uma união heterossexual (AMORIM et al, 2005). Não poderia ser de
outra forma, porque etimologicamente a palavra casamento está ligada à ideia da mãe
(mater), que por sua vez vem da matrona, o mesmo tema da matriz palavra (útero), sujeito
ao qual é adicionado, a terminação dos substantivos e adjetivos femininos, e o
complemento monium, é entendido como um material de complementação, ou seja,
Matris, et munium são palavras latinas. Parece incongruente que a palavra casamento
seja usada para se referir à união de dois homens, nenhum dos quais obviamente tem
uma matriz. Logo, nota-se que:

[...] é obrigatório o reconhecimento, no Brasil, da união de pessoas do mesmo


sexo, como entidade familiar, desde que atendidos os requisitos exigidos para a
constituição da união estável entre homem e mulher; e que os mesmos direitos e
deveres dos companheiros nas uniões estáveis estendem-se aos companheiros
na união de pessoas do mesmo sexo (BRASIL, 2011, p. 1).

Na verdade, o desacordo poderia ser superado simplesmente mudando o nome


do casamento para algum outro, qualquer que fosse. Mas se há obstinação por grupos
gays em que é precisamente o conceito de casamento, é porque a questão não é
puramente terminológica: por trás dele há uma ampla gama de consequências sobre a
qualidade de cônjuges adquirida por parceiros quando casar e que ocorre nos campos
da Previdência Social, Direito Agrário, Trabalho e outros, inclusive a Família, para fins
diversos, inclusive o que tem a ver com adoção. Desse modo a Resolução 175 de 14 de
maio de 2013, assinada pelo ministro Joaquim Barbosa, resolve:

Art. 1º É vedada às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração


de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre
pessoas de mesmo sexo.
Art. 2º A recusa prevista no artigo 1º implicará a imediata comunicação ao
respectivo juiz corregedor para as providências cabíveis.
Art. 3º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

A segunda questão é que, no caso do Brasil, o assunto parece contaminado por


certas nuances políticas, porque o partido que promoveu e promove os interesses dos
grupos homossexuais, de acordo com a opinião geral, o que acaba objetivo é ganhar o
voto deste setor. É inadmissível que eventuais interesses políticos desloquem os
objetivos sócio legais de uma instituição do Direito.
2.1 O PRESENTE INTERESSE NA ADOÇÃO

Uma questão fundamental para o assunto que preocupa, representa a seguinte


questão: Que interesse deve ser considerado como preponderante para adoção?
Modernamente, parece não haver controvérsia sobre isso e, mas nem sempre foi assim.

Nos tempos antigos, onde a adoção era admitida, o interesse prevalecente quase
que exclusivamente, era o do adotante. Deste modo aconteceu nas culturas clássicas, o
mesmo entre os hindus que entre os gregos e os romanos; a explicação disso é simples:
a figura da adoção pretendia garantir a persistência do culto doméstico aos ancestrais,
os penates. O falecido tinha que ser garantido uma feliz estadia na vida após a morte
(COSTA, 2003).

Portanto, a procriação era indispensável. Era necessário ter filhos, porque só eles
estavam legitimados para realizar a festa fúnebre. Para alcançar este propósito, a religião
costumava recorrer a várias soluções: a impotência masculina era um impedimento ao
casamento e a esterilidade das mulheres causava o divórcio; havia uma obrigação de se
casar e se o marido morresse, o próximo parente, o irmão do falecido, seria responsável
pela fertilização da viúva para que os mortos tivessem filhos. No último caso, houve a
adoção, com a qual alguém poderia tornar seu o filho de outra pessoa (RUFINO, 2003).

Os hindus sentiam profunda preocupação por venerar seus ancestrais. No antigo


Código de Manu (por volta de 1500 a.C.), foi afirmado: quando a natureza não concede
crianças, pode adotá-las para que as cerimônias fúnebres não cessem. E é que o hindu
ficou extremamente angustiado ao concluir um culto familiar. Em suma, pode-se dizer
que a adoção foi dirigida teleologicamente, como último recurso, em benefício do
adotante desprovido de descida, por isso não seria quem iria pós morte deve oferecer o
culto que faria a sua felicidade após a morte. Os interesses dos adotados não contavam
(SCHETTINI FILHO, 2009).

Da mesma forma aconteceu na comunidade pan-helênica. A respeito desse ponto,


o pensamento grego manteve uma simetria próxima com o hindu. Também entre os
helênicos a origem da religião era o culto dos mortos, que trouxera essa prática de
culturas meso-asiáticas, particularmente o indo-europeu ariano. Essa crença, portanto,
também deve refletir-se na necessidade urgente de perpetuar esse culto (RUFINO,
2003).

Quem quer que tenha perpetuado o culto deve necessariamente ser um filho. Mas
não é filho algum; por exemplo, não correspondia aos notos (bastardo, que os latinos
chamavam de espúrio). Era essencial que fosse filho de um casamento religioso. Na
ausência desse descendente, a adoção poderia ser recorrida, onde mais uma vez sua
justificação se baseava no interesse do adotante (COSTA, 2003).

Mudando o cenário, percebe-se que em Roma a adoção também visava beneficiar


o adotante, embora houvesse uma certa evolução que permitisse a adoção por parte de
alguém que já procriara crianças. Originalmente, aparentemente, era um requisito para a
adoção prosseguir, a ausência de crianças, que parece não ser exigida. Essa adoção foi
do interesse do adotante é reiterada em numerosos. Fora dos direitos gregos e romanos,
no Ocidente a adoção foi uma instituição de escassa difusão.

Assim, na Espanha, cuja legislação é um antecedente necessário do colonialismo,


pouquíssimas são as notícias que se tem do estágio pré-romano em termos de adoção,
de modo que não há declarações categóricas sobre isso. Mesmo quando a dominação
romana chegou ao fim, nenhuma fonte dessa época que direta ou indiretamente alude à
adoção é mantida, já que nas inscrições não há indício de sua existência. Na era
visigótica, ela tinha maior relevância, mesmo quando a legislação aragonesa, a mais
genuinamente espanhola, a regulava com características sui generis. No entanto, a
circunstância de que a adoção, raramente praticada, apareceu na península como uma
derivação e de acordo com o esquema do Direito Romano, nos inclina a assumir que o
interesse dos adotados continuou relegado (SCHETTINI FILHO, 2009).

É muito importante referir-se à adoção no direito francês, especificamente por


causa da grande influência que esta lei exerceu sobre a legislação do século XX. Com
efeito, a instituição que nos ocupa, de fato, havia desaparecido há muito tempo, tanto nas
províncias costumeiras como no sul. Foi reintroduzida por decisão da Assembleia
Legislativa que ordenou, em 1792, ser incorporada ao seu plano geral de leis civis. A
Comissão que redigiu o Código não o introduziu em seu Projeto (redação do ano VIII); foi
incluído a pedido do Conselho de Estado, por instigação de Napoleão, que achou que
seria provável proteger os descendentes através da adoção. Afirmou o então Primeiro
Cônsul: "O filho adotivo deve ser como o da carne e dos ossos". Longe estava o texto
legal resultante dessa afirmação, um texto que reduziu esse número a uma mera maneira
de transmitir o sobrenome e a fortuna, muito mais do que uma maneira de criar uma
filiação. Bonaparte, no entanto, teve a firme intenção de adotar, porque é mesmo
conhecido quem foi o escolhido (SCHETTINI FILHO, 2009).

De qualquer forma, deve-se entender que até este momento histórico a adoção
não havia recebido o propósito que agora tem, de ser um instrumento legal para a
proteção dos menores indefesos (ou dos incapacitados, se for o caso) (COSTA, 2003).
O interesse de quem iria ser adotado não contava minimamente. De fato, o propósito
protetor não era evidente na França até depois da Grande Guerra, como era chamada
Primeira Guerra Mundial: Depois da guerra de 1914 a 1918, foi pensado para fazer da
adoção uma instituição de caridade, capaz de fornecer um apoio aos órfãos de guerra. A
Lei de 19 de junho de 1923, transformou a adoção para esse fim. Os resultados desta Lei
foram muito vantajosos: as adoções passaram de cem para mil por ano (BRANDÃO,
2002). No Brasil a lei de número 4.655 do ano de 1965 foi a segunda lei a tratar sobre
adoção, com título de legitimidade adotiva. Assegurava em seu artigo 1º que:

[...] é permitida a legitimação do infante exposto, cujos pais sejam desconhecidos


ou hajam declarado por escrito que pode ser dado, bem como de menor
abandonado propriamente dito até 7 (sete) anos de idade, cujos pais tenham sido
destituídos do pátrio poder; do órgão da mesma idade, não reclamado por
qualquer parente por mais de um ano; e, ainda, do filho natural reconhecido
apenas pela mãe, impossibilitada de prover a sua criação [...]. (BRASIL, 1965,
p.1).

É interessante notar que, embora a adoção é uma novidade para a legislação


nacional prevista por esta lei e ainda que inclui uma exposição de razões ("Considerando"
lê parte abordando uma visão panorâmica explicando as disposições legais contidas
relativa), há razões ou explicar por que uma figura tão importante é introduzida como é a
da adoção. Sendo assim, é difícil certeza sobre se este último foi adicionado a fim de
beneficiar o adotado ou adotante idônea sem filhos, seu desejo natural de tê-los.

2.2 AS PERSPECTIVAS SOBRE A ADOÇÃO HOMOAFETIVA


A resposta ao assunto levantado deve ser assumida com extrema cautela,
distinguindo claramente duas situações que frequentemente ocorrem. A primeira, onde o
filho biológico de um dos membros do casal homossexual é adotado pelo outro, de modo
que ambos acabam sendo pais do indivíduo: um pelo fato da natureza, o outro por decreto
da lei. E um segundo em que, por permissão legal, uma criança é suscetível de ser
adotada por um casal homossexual, nenhum de seus membros é originalmente
relacionado a ele. Desse modo, é possível observar:

Art. 41. A adoção atribui a condição de filho ao adotado, com os mesmos direitos
e deveres, inclusive sucessórios, desligando-o de qualquer vínculo com pais e
parentes, salvo os impedimentos matrimoniais.
§ 1º Se um dos cônjuges ou concubinas adota o filho do outro, mantêm-se os
vínculos de filiação entre o adotado e o cônjuge ou concubina do adotante e os
respectivos parentes (BRASIL, 1990).

Claro que o casal adotivo deve ser uma união, seja de fato (concubinato) ou direito
(casamento ou algum tipo de união da mente genericamente chamados de "civis"),
reconhecido por lei, de modo que é clara a posição do legislador, no sentido de permitir
que uma criança cresça e viva como criança, com um casal formado por duas pessoas
do mesmo sexo, coabitando maritalmente referem-se à comunidade de vida entre
indivíduos do mesmo sexo. Desse modo, o STJ (Supremo Tribunal de Justiça) alega que:

Com o deferimento da adoção, fica preservado o direito de convívio dos filhos


com a requerente no caso de separação ou falecimento de sua companheira.
Asseguram-se os direitos relativos a alimentos e sucessão, viabilizando-se,
ainda, a inclusão dos adotandos em convênios de saúde da requerente e no
ensino básico e superior, por ela ser professora universitária. A adoção, antes de
mais nada, representa um ato de amor, desprendimento (STJ, 2006).

Sem entrar em detalhes que, certamente, requerem um longo estudo, que está
além do escopo de um trabalh como este, é possível afirmar, com reservas, que é adoção
homossexual legal conduzida por países como Argentina, Bélgica, Canadá, Dinamarca,
Espanha, Israel, Noruega, Holanda, Reino Unido, África do Sul, Suécia, Uruguai e
também em alguns estados da América latina, como no Brasil e em alguns casos com
reservas, porque em alguns desses países a franquia para adoção é aparentemente
clara, mas em outros casos, apenas parece seguir o texto legal, seguindo uma
interpretação questionável, como acontece em alguns estados norte-americanos
(GIRARDI, 2005).

Relações homoafetiva que não necessariamente têm que ser realizadas por
casamentos, no sentido legal da palavra, mas também por outros tipos de uniões, aos
quais são dadas diferentes denominações, mas que em última análise produzem união
homossexual e que gera as pessoas heterossexuais (AMORIM et al, 2005).

É imediatamente notado que no país acima mencionado, a faculdade de adotar


uniões homossexuais reconhecidas ocorre por via de consequência, isto é, considerando
casamentos a eles, com o que se entende estar satisfeito o requisito legal para a
suposição de que a adoção é feita por mais de uma pessoa. Isso porque, se revisar
cuidadosamente o capítulo que regulamenta a adoção, não se encontrará nenhum
preceito que expressamente declare a possibilidade que é o objeto de atenção, isto é,
que os casamentos formados por pessoas do mesmo sexo podem adotar. De qualquer
modo, deve-se destacar que:

Art. 42. Podem adotar os maiores de 18 (dezoito) anos,


independentemente do estado civil. (redação dada pela lei nº 12.010, de
2009)
§1º não podem adotar os ascendentes e os irmãos do adotando.
§2º para adoção conjunta, é indispensável que os adotantes sejam
casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a
estabilidade da família. (redação dada pela lei nº 12.010, de 2009)
vigência.
§3º o adotante há de ser, pelo menos, dezesseis anos mais velho do que
o adotando (BRASIL, 1990).

Finalmente, pode-se pensar que a vontade expressa na lei por órgãos parlamentares
(cujos membros juntos muitas vezes têm diferenças amargas), não reflete necessariamente
a da comunidade que representam, mas muitas vezes são inclinados sob pressão de
minorias combativo que impõe seu interesse usando vários meios de pressão (GIRARDI,
2005). Além disso, ninguém esconde que, muitas vezes, os legisladores não agem sob a
influência de seu critério particular, mas sujeito às diretrizes configurá-los o partido político a
que pertencem, partido muitas vezes age não guiado por razões altruístas ou coletivas, mas
meramente eleitoral.
3 DESENVOLVIMENTO

3.1 O DIREITO CONSTITUCIONAL


Ordenação organizada pela Constituição 1988, amplamente reconhecido por
aqueles que compõem o Estado brasileiro, corresponde a definir o ponto das questões
levantadas em relação aos que se consideram ser discriminado pela legislatura de
partida, enquanto argumenta que faz Carta não entrar em conflito com a possibilidade de
adotar crianças em um par homossexual, para que a justiça ser igualado contra o tipo
casais heterossexuais, permitiu a este último para exercer esse direito. Com isso, a partir
das afirmações de Menezes (2005), pode-se notar que:

A família é a célula da sociedade. Basta analisarmos a forma como ela é


constituída, para percebermos o quanto o preconceito perde o sentido, numa
demonstração de enorme equívoco social. Uma família não se forma com a
assinatura de um papel perante um juiz de paz ou com a celebração de uma
cerimônia religiosa ou ainda com a realização de uma grande festa social. Uma
família surge de um lindo sentimento chamado afeto. O afeto é que norteia
qualquer relação entre pessoas que se unem e somado a muitos outros atributos
como o respeito, a fidelidade e assistência recíproca é que irá fazer surgir a
família. Então, não é apenas a união entre um homem e uma mulher casados
que terá a faculdade de gerar uma família. A família é a realização plena do amor,
podendo ser constituída pelo casamento, pela união estável, pelas famílias
monoparentais (um pai ou mãe e um filho) e também pelas uniões homoafetivas
(MENEZES, 2005).

De fato, a complexidade do assunto com a Lei Constitucional e para o


desenvolvimento deste trabalho será analisado à luz do desenvolvimento constitucional
interna, dada a atualidade do litígio, sem deixar de ser abordada, pelo menos como uma
referência, conceitos genéricos imbuídos com o desenvolvimento de países como
Alemanha, França e da América Latina, entre outros, de forma prática, casos
internacionais de aceitação ou reprovação (AZEVEDO, 2011).

A Constituição, como um princípio de ordenação do Estado brasileiro, toca em


questões de interesse vital e funcionamento do cotidiano dos povos, por um lado, a
garantia de exercer uma série de direitos, caso contrário, o exercício estruturado de
poder, com essas consagrações que deve claramente atribuir e delimitar (ALMEIDA e
RODRIGUES, 2010).

Esta é a forma como a discussão que coloca tais extremos na disputa ocorre
geralmente em torno de clarificar o exercício das liberdades, contra o gozo da igualdade
como uma garantia de liberdade da discriminação em razão da identidade ou, status
religioso, racial e física, entre outras; campos de tensão cuja existência lógica torna-se
um Estado democrático, que procura preservar o maior número de liberdades, mas
sempre tem que ser limitado a não eliminar a possibilidade de assegurar a igualdade
tanto abstrato como real, de impossível realização se a liberdade não tivesse algum tipo
de contenção.

Denota importante para resolver o caso complexo, à luz do direito constitucional,


porque delineado como anteriormente, a entrada em vigor da Constituição do Brasil, de
1988, marcou o início de um, judicial, nível legislativo política era visionário e social
imprimiu a possibilidade de entronizar o poder ao que não o possuía em nossa história
normativa. Uma constituição que se reflete a força normativa dispersos acima na lei, um
desafio ao poder legislativo, o executivo e, claro, os juízes cujo apoio precioso é
encontrado no corpo que é criado para garantir o cuidado e supremacia da norma
fundamental (DIAS, 2010).

Com efeito, o funcionamento de tal Superior Tribunal de Justiça, seus


pronunciamentos, os efeitos de suas decisões e o frequente impacto social são uma parte
valiosa do direito constitucional. O papel da corporação é inegável, tendo tomado
participação efetiva como intérprete de direito constitucional e o zelo misto, a julgar a
sobrevivência de normas editadas pelo legislador, a compatibilidade ou não, de frente
para a regra fundamental (AZEVEDO, 2011).

Tal dimensão é a prevalência de uma constituição e seu juiz de proteção que as


decisões estão sendo tomadas para além do argumento tradicional, limitado a um simples
e clara para validar uma declaração disposição legal. Eles são o reconhecimento público
e apreciação, nesses pronunciamentos estender sua declaração, seja através de um
trabalho interpretativo, exortações ao corpo legislativo, ou imposição de questões
regulatórias de frente para o vácuo de lei, com o risco latente de incorrer em uma intrusão
legislativa.

O controle judicial da Constituição é uma contribuição teórica fundamental, que


afirmou que esse controle era essencial para manter a supremacia da Constituição, não
apenas como uma regra processual, mas também como uma regra substantiva
(FERNANDEZ, 2011). No entanto, tal postulado sofreu duas revisões importantes, o
primeiro dos quais foi que ameaçavam a soberania do Parlamento, o segundo, que
danificou o princípio da separação de poderes. Inteligentemente, os argumentos do
esboço defesa propõe que a soberania não reside em um órgão, mas em toda a estrutura
do Estado e a legislação é tão sujeitos à Constituição e as regras administrativas são o
que a legislação. Por outro lado, embora o trabalho de anulação de uma lei considerada
inconstitucional porque faz com que o Superior Tribunal de Justiça um "legislador
negativo", que o poder não tem a criatividade que caracteriza os ditames positivos da lei.

3.2 ANÁLISES PRÁTICAS SOBRE A ADOÇÃO HOMOAFTIVA

No entanto, acredita-se que o juiz que confia na ciência do direito como um que
cumpre sua tarefa prática de forma racional, não deve ser ignorado aquelas ciências
auxiliares para emitir sua decisão. De maneira sucinta, devem-se destacar elementos
psicológicos, sociológicos, morais ou religiosos de plena aceitação no estado social da
lei (DIAS, 2010).

Tais razões torna importante lembrar que os conceitos também ciências afins,
como a psicologia, psiquiatria, antropologia e sociologia devem ser abordadas para inferir
uma decisão séria sobre o assunto. Acredita-se que tais questões não podem ser
dissociadas dos desenvolvimentos legais das instituições da sociedade, porque, apesar
do contexto não é o mesmo que há dez anos, é a Constituição de 1998, a qual revela
uma geral ou da maioria, próprio sentimento de uma cultura, algumas crenças, algumas
necessidades e um momento histórico.

Em relatórios sobre o desenvolvimento infantil em casais do mesmo sexo,


revela-se sobre problemas metodológicos dos estudos, os resultados observados em
crianças criadas por casais do mesmo sexo em comparação com os casais
heterossexuais (DIAS, 2010):

1. problemas psicológicos, como baixa autoestima, stress, insegurança sobre a


sua futura vida e sobre ter filhos, o transtorno de identidade sexual, rejeição do parceiro
do pai com sentimentos homossexuais como uma figura mãe ou o pai e a preferência
de morar com o outro genitor.
2. Os mais comuns são os transtornos do comportamento, como dependência
de drogas, anorexia e bulimia, baixo rendimento escolar, incluindo o mau
comportamento escolar.

3. Aumento da frequência de experiências traumáticas, como separação do


casal ou abuso sexual paterno. A presença de uma orientação sexual homossexual é
8 vezes mais provável que a média.

Como disciplina integradora a ciência pluridimensinal é certa, é um uso


tangencial do que o tema da moralidade, ao adoptar uma decisão sobre o retorno
constitucionalidade decisão raiz para superar períodos, cuja concepção foi realizada
por um grupo particular de interesse (especialmente igreja ou poder eclesiástico). Para
este fim, observa-se a moralidade social, elemento de aceitação frequente e uso
argumentativo pela jurisprudência nacional.

3.3 OS DIREITOS FUNDAMENTAIS

Como afirmado no início do trabalho, a Constituição de 1988 inclui uma mudança


de mente a nível do curso social, política e jurídica e um dos casos que marca o novo
caminho dos regulamentos dadas por e para o povo, e o implica o reconhecimento de
direitos com a categoria de fundamental, tomando como axiomas, liberdade e
igualdade (ALMEIDA e RODRIGUES, 2010). É por isso que o novo rumo implantado
implica, como se adverte ao se reinterpretar alguns conceitos, em outras palavras, os
conceitos conhecidos até agora foram transformados. Desse modo pode-se observar,
segundo Almeida e Rodrigues (2010) que:

Do evidente avanço tecnológico e cientifico que marca a sociedade atual,


decorrem, naturalmente, alterações nas concepções jurídico-sociais vigentes no
sistema. No passo desse avanço tecnológico, cientifico e cultural decorre, por
certo, a eliminação de barreiras arquitetadas pelo sistema jurídico clássico,
abrindo espaço para uma família contemporânea, plural, aberta, de múltiplas
facetas (ALMEIDA e RODRIGUES, 2010).

A dogmática não é o único lado da ciência do direito, mas um deles. Por isso,
deve-se reconhecer a ciência do direito para realizar a sua tarefa prática como uma
disciplina multidimensional, com o cuidado que merece ser estudado
fundamentalmente, à luz dos direitos da dimensão analítica para libertar a conquista
preciosa da retórica política e dos altos e baixos da luta das concepções do mundo
(DIAS, 2010).

A natureza fundamental de uma lei, muitas vezes visto permeado com uma série
de teses que lhe falava de dois pontos de vista, o material e formal. Os direitos
fundamentais são apenas aqueles que pertencem ao mesmo estado fundamental e,
portanto, são reconhecidas como tal na constituição, materiais de ligação e elementos
estruturais. No entanto, os critérios formais geralmente oferecem mais facilidade para
obter a identificação, disposição que permite a realização desses direitos usufruídos
por categoria (BRANDÃO, 2002).

No entanto, não é possível ignorar os direitos individuais que, por semântica e


estrutura, fazem parte das normas dos direitos fundamentais. No Brasil, o resultado da
doutrina evolucionista, e os instrumentos internacionais de apoio, não é possível aceitar
que o caráter fundamental de um direito é obtido a partir da categorização descrito no
texto da carta. O Superior Tribunal de Justiça Constitucional alta inferir que caráter
impressões identidade manutenção direita com os valores e princípios da forma de
Estado que se identifica correspondente. Por isso, é bom destacar que:

Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao


adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à
alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade,
ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-
los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência,
crueldade e opressão. [...] § 3º - O direito a proteção especial abrangerá os
seguintes aspectos: [...] V - obediência aos princípios de brevidade,
excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em
desenvolvimento, quando da aplicação de qualquer medida privativa da
liberdade; (BRASIL, 1988)

No entanto, a estrutura das regras envolvendo fundamentais, exigiu uma


avaliação do peso ou tributação pode ter um direito contra outro. Assim, se distingue
os princípios das regras, exercício considerados particularmente importantes para
resolver os problemas fundamentais da dogmática dos direitos fundamentais.

Com todos os doutrinadores estudos de lógicas formais e analíticos os gostos de


tem feito sobre o assunto, ele não negligencia um terceiro conceito anteriormente citado,
chamado valor, que, embora pareça a partir do campo axiológico, porque não perdeu o
seu desempenho dentro do sistema de Constituição de um povo, e dentro das discussões
dos tribunais superiores, quando os conflitos sugerem (FERNANDEZ, 2011).

O conceito reconhecido de neoconstitucionalismo, é considerado por alguns como


o mais bem-sucedido modelo adotado pelos vários Estados, impede o surgimento de
regimes totalitários fascistas ou populista, que por sua vez vem das barbaridades
conhecidas em todo o mundo e que gerou uma revolução na tese positivista jurídica e do
Estado de direito (ALMEIDA e RODRIGUES, 2010).

Com novos detalhes, a soberania está sendo localizado em uma fonte diferente
(Parlamento, a nação, o povo, etc.,) e o Brasil não foi imune a tais flutuações, porque,
apesar de todo o século XX, e tradição lei brasileira tinha sido a construção de uma
supremacia constitucional frágil, no entanto insignificante, que só veio a tomar substância
e verdadeiro apoio legislativo na Constituição de 1988, a partir do qual o tempo é um fato
de que a supremacia a letra é um elemento que caracteriza o Estado de Direito no Brasil.

4 CONCLUSÃO
A importância da Constituição não precisa ser justificada. No entanto, sua
recepção está longe de ser esgotada e limitada. Assim, em nosso contexto, foram
apresentados casos problemáticos que devem necessariamente ser analisados à luz da
Constituição e das mudanças iminentes que a sociedade enfrenta. Neste trabalho foi
abordado um desses problemas controversos, isto é, a adoção por pais do mesmo sexo.
Agora, para não incorrer em argumentos dogmáticos, pretende-se conduzir um estudo
dos fundamentos que determinam os prós e contras de tal aspiração; estudo que
necessariamente articulará conceitos que tradicionalmente determinaram o
desenvolvimento físico e mental dos indivíduos, tais como: família, educação,
individualidade, liberdade e igualdade. Essa reflexão mostrou a situação que a sociedade
enfrenta entre as tradições culturais e a defesa de novas liberdades em um contexto
aberto à mudança, mas tem medo de reverter a questão dos direitos do indivíduo. Tratou-
se, portanto, de uma revisão substancial do sentimento constitucional de um povo e de
suas instituições, refinando, assim, o caminho dos preconceitos que podem afetar o
processo decisório que interessa à sociedade.

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