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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO – UFOP

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

DEPARTAMENTO DE LETRAS – DELET

LET821 – SOCIOLINGUÍSTICA

DOCENTE – HELCIO CARLOS

DICENTE: FRANCIS SOARES 15.2.330

Fichamento

MOLLICA, Maria C., BRAGA, Maria L. (orgs.). Introdução à sociolinguística: o


tratamento da variação. São Paulo: Contexto, 2003.

"Precisamos de uma hipótese que defina a força de atuação conjunta de


categorias presentes num dado contexto, de modo a reproduzir o efeito global
que se verifica nos dados empíricos. Tendo tal hipótese, poderemos utilizar
métodos computacionais para separar os efeitos individuais"(p.19)

" Em 1969, Willian Labov propôs um modelo aditivo, em que se postulava ft


como a soma dos fatores contextuais. Assim, teríamos:
FT=f0+F1+...+fn. Onde n é o número total de categorias relevantes e f0 é a
média global de aplicação da variante sob estudo" (p.20)

"Esse modelo, que possui um apelo intuitivo muito forte foi abandonado por
causa de problemas de natureza técnica considerados insuperáveis na época.
Com efeito, já que se trata de uma soma de números, não há como garantir
que a soma não cresça acima de 100% ou abaixo de 0%, o que não
corresponde à realidade." (p.20)

"Em 1974, Henrietta Cedergren e David Sankoff propuseram uma interpretação


probabilística que substitui frequências por probabilidades, e apresentaram
como função básica de atuação conjunta de fatores o modelo clássico de efeito
simultâneo de fatores independentes"(p.20)

"pt= p0xp1xp2x...xpn - O modelo multiplicativo de aplicação parecia até menos


satisfatório do que o aditivo, por postular que o efeito conjunto de dois fatores
altamente favoráveis à aplicação de uma regra é menor que o efeito de cada
um deles tomado isoladamente"(p21)

"modelo multiplicativo de não aplicação - (1-pt)=(1-p0)x(1-p1)x(1-p2)x...x(1-pn)


"cada modelo tem uma área em que funciona satisfatóriamente: o modelo
multiplicativo da aplicação é apropriado à co-atuaçao de fatores desfavorece
dores, enquanto o modelo multiplicativo de nao-aplicaçao é apropriada para
fatores favorecedores"(p.21)

"Em 1978, Pascale Rousseau e David Sankoff introduziram um novo


modelo(...). Em princípio, o modelo não tem suporte teórico e é referido por
seus autores como "convenção analítica". Seu valor é que este modelo pode
dar conta, de modo satisfatório, da desejada desvinculação de fatores"(p.22)

"De acordo com a teoria da evolução, quando temos duas alternativas em


competição e uma possui alguma vantagem que torna seu uso futuro mais
provável (...)" (P.22)

“Pt/(1-pt) p0/(1-p0) p1/(1-p1) PN/(1-pn)


Na fórmula acima, pt, como antes, é a probabilidade global de se aplicar
determinada regra variável no contexto em que corriam fator de cada grupo; p0
é a probabilidade input, que corresponde à média geral de aplicação da regra,
ajustada de acordo com o modelo. Em princípio, o input mede a tendência de
presença da variante sob estudo, abstraindo do efeito dos fatores." (p.23)

"A leitura dos pesos relativos calculados de acordo com o modelo logístico
pode ser interpretada como se segue:
- Substituindo o lado direito da fórmula por pr, temos:
Pt/1-pt)= PR"(p.23)

"As suas limitações são as do próprio linguista, a quem cabe a


responsabilidade de descobrir quais são os fatores relevantes, de levantar e
codificar os dados empíricos corretamente, e, sobretudo, de interpretar os
resultados numéricos dentro de uma visão teórica da língua."(p.25)