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ESTATÍSTICA DESCRITIVA
(de acordo com o edital da AFA 2012/2013)

1 Introdução; Conceitos básicos: população e amostra, variável.

Pode-se dizer que Estatística é a atividade humana especializada ou um corpo de técnicas, ou ainda
uma metodologia desenvolvida para a coleta, a classificação, a apresentação, a análise e a
interpretação de dados quantitativos e a utilização desses dados para a tomada de decisões.

A Estatística Descritiva pode ser interpretada como uma função cujo objetivo é a observação de
fenômenos de mesma natureza, a coleta de dados numéricos referentes a esses fenômenos, a
organização e a classificação desses dados observados e a sua apresentação através de gráficos e
tabelas, além do cálculo de coeficientes (estatísticas) que permitem descrever resumidamente os
fenômenos.

População ou Universo Estatístico é o conjunto constituído por todos os indivíduos que apresentem
pelo menos uma característica comum, cujo comportamento interessa analisar (inferir). De maneira
mais informal, podemos dizer que população é o conjunto da totalidade dos indivíduos sobre o qual
se faz uma inferência e congrega todas as observações que sejam relevantes para o estudo de uma ou
mais características dos indivíduos. É importante observar que uma população é estudada em termos
de observações de características nos indivíduos, e não em termos de pessoas ou objetos em si.
Assim, por exemplo, as alturas dos cidadãos do Brasil constitui uma população.

Amostra pode ser definida como um subconjunto, uma parte selecionada da totalidade de
observações abrangidas pela população, através da qual se faz um juízo ou inferência sobre as
características da população.

Quando os dados estatísticos apresentam um caráter qualitativo, tem-se uma estatística de atributo.
Por outro lado, se os dados são expressos através de valores numéricos e possuem caráter
quantitativo, tem-se uma estatística quantitativa ou de variável.

Variável é um atributo mensurável que tipicamente varia entre os indivíduos.

2 Frequência absoluta e relativa; porcentagem; tabelas de frequência.

Para apresentar os conceitos a seguir, vamos considerar um grupo de 10 estudantes com as seguintes
idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 .

Os dados podem ser agrupados considerando o número de repetições de um determinado valor ou de


valores em um intervalo. Essa maneira de apresentar os dados é denominada distribuição de
frequências.

Frequência Absoluta (simples) ( n i ) é o número de repetições de um valor individual ou de uma


classe de valores da variável.

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Exemplo:
Idade ni
13 2
14 4
15 3
16 1

A soma das frequências simples absolutas em uma tabela é chamada frequência total e corresponde
ao número total de observações.

k
 ni  n
i 1

Frequência Absoluta Acumulada ( Ni ) de uma classe ou de um valor individual é a soma da


frequência absoluta simples dessa classe ou valor com as frequências absolutas simples das classes
ou dos valores menores ou anteriores. Observe que a frequência acumulada pode ser “abaixo de” ou
“acima de” dependendo do tipo de informação que se deseja obter. Quando não há referência,
considera-se que a frequência acumulada é “abaixo de”.

Idade ni Ni
13 2 2
14 4 6
15 3 9
16 1 10
TOTAL 10

A frequência absoluta acumulada da última classe é igual ao total de observações.

A Frequência Relativa (simples) ( fi ) é a razão entre a frequência absoluta ( n i ) e o número total de


dados ( n ).

ni
fi 
n

Exemplo:
Idade ni fi
13 2 0,2
14 4 0,4
15 3 0,3
16 1 0,1
TOTAL 10 1

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A frequência relativa sempre pertence ao intervalo  0,1 , ou seja, 0  fi  1 e a soma das frequências
relativas de todos os valores assumidos por uma determinada variável é igual a 1 .

A Frequência Relativa Acumulada  Fi  de uma classe ou valor individual é igual à soma da


frequência relativa simples dessa classe ou valor com as frequências relativas simples das classes ou
valores menores ou anteriores. A frequência relativa acumulada também pode ser obtida pela razão
entre a frequência absoluta acumulada e o total de observações.

Ni
Fi 
n

Exemplo:
Idade ni fi Ni Fi
13 2 0,2 2 0,2
14 4 0,4 6 0,6
15 3 0,3 9 0,9
16 1 0,1 10 1,0
TOTAL 10 1

Dados agrupados em classes

A lista a seguir apresenta as notas de 10 alunos em uma prova: 4, 5 ; 5,1 ; 5, 6 ; 6, 2 ; 6, 4 ; 6, 5 ; 6,8 ;


7, 2 ; 7, 5 ; 8, 2 .

Observe que para a análise desses dados, é conveniente agrupá-los em intervalos de classe. Veja a
tabela a seguir:

Intervalo de notas Frequência  n i 


4, 0 5, 0 1
5, 0 6, 0 2
6, 0 7, 0 4
7, 0 8, 0 2
8, 0 9, 0 1

Observe que a b representa o intervalo fechado à esquerda e aberto à direita  a, b , que é um


intervalo de classe de amplitude b  a . O ponto médio da classe  x i  é a média aritmética entre o
ab
limite inferior e o limite superior da classe, ou seja, x i  . Recomenda-se que os intervalos de
2
classe adotados tenham sempre a mesma amplitude.

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3 Gráficos estatísticos: gráficos de barras, gráficos de linhas (poligonal), gráficos de setores,


histograma.

Gráfico de setores

Se uma variável assume k valores distintos, podemos representar a distribuição de frequências


dividindo o círculo em k setores circulares com ângulos centrais proporcionais às frequências de
cada um dos valores.

Idade

13
14
15
16

Gráfico de barras

O gráfico de barras tem por finalidade comparar grandezas por meio de retângulos de igual altura e
larguras proporcionais às respectivas grandezas.

16

15
Idades

14

13

0 1 2 3 4 5
Frequências

Os gráficos de colunas ou gráfico de barras verticais permitem comparar grandezas por meio de
retângulos de mesma largura e alturas proporcionais às respectivas grandezas.

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4
frequência

0
13 14 15 16
Idades

Gráfico de linhas (poligonal)

Os gráficos em linha são obtidos representando os valores da variável no gráfico e unindo-se esses
pontos por segmentos de retas. Esses gráficos são muito convenientes para representar séries
temporais.

7,00

6,00

5,00

4,00
IPCA-e

3,00

2,00

1,00

0,00
2006 2007 2008 2009 2010 2011
Ano

Histograma

Um histograma é um gráfico de colunas que representa uma distribuição de frequências.

Considere um grupo de 26 alunos com as seguintes idades: 11, 11, 12, 12, 12, 12, 12, 13, 13, 13, 13,
13, 13, 14, 14, 14, 14, 14, 14, 14, 15, 15, 15, 16, 16, 17.

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Vamos construir histogramas correspondentes a esses dados.

Histograma de frequências absolutas


8
7
Frequências absolutas

6
5
4
3
2
1
0
11 12 13 14 15 16 17
Idades

Histograma de frequências relativas


30,00%

25,00%
Frequências relativas

20,00%

15,00%

10,00%

5,00%

0,00%
11 12 13 14 15 16 17
Idades

O polígono de frequências é um gráfico em linhas representativo de uma distribuição de frequências


simples. No caso de dados agrupados em intervalos de classe, os pontos do gráfico são os pontos
médios das bases superiores dos retângulos.

O gráfico em linhas representativo de uma distribuição de frequências acumuladas é chamado


polígono de frequências acumuladas ou ogiva de Galton. No caso de dados agrupados em
intervalos de classe, os pontos do gráfico são os pontos correspondentes aos limites superiores das
classes das bases superiores dos retângulos.

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Histograma de frequências relativas acumuladas


120,00%
Frequências relativas acumuladas

100,00%

80,00%

60,00%

40,00%

20,00%

0,00%
11 12 13 14 15 16 17
Idades

4 Medidas de centralidade: média aritmética, média aritmética ponderada, mediana, moda.

Para apresentar os conceitos a seguir, vamos considerar um grupo de 10 estudantes com as seguintes
idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 .

Média Aritmética e Média Aritmética Ponderada

Seja x uma variável quantitativa e x1, x 2 , x 3 , , x n os valores assumidos por essa variável. A média
aritmética  x  de x é igual à soma de todos os valores assumidos pela variável dividida pelo
n
 xi
x1  x 2   xn
número de valores, ou seja, x  i 1  .
n n

13  13  14  14  14  14  15  15  15  16
Exemplo: x   14,3
10

Se adicionarmos um mesmo valor a cada um dos valores assumidos pela variável, a média aritmética
fica adicionada desse valor.

Se multiplicarmos cada um dos valores assumidos pela variável por um mesmo valor, a média
aritmética fica multiplicada por esse valor.

Seja x uma variável quantitativa e x1, x 2 , x 3 ,


, x k os valores assumidos por essa variável, com
frequências absolutas respectivamente iguais a n1 , n 2 , n 3 , , n k . A média aritmética  x  desses

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valores é igual à soma de cada um os valores assumidos pela variável multiplicado pela sua
k
 xi  ni
x1  n1  x 2  n 2   x k  n k
frequência dividida pela soma das frequências, ou seja, x  i1k  .
n1  n 2   n k
 ni
i 1

2 13  4 14  3 15  116


Exemplo: x   14,3
2  4  3 1

ni
Seja f i  k
a frequência relativa de cada um dos valores x i assumidos pela variável x , então sua
 nj
j1
k
média aritmética pode ser escrita como x   x i  fi  x1  f1  x 2  f 2   x k  fk .
i 1

Exemplo: x  0, 2 13  0, 4 14  0,3 15  0,1 16  14,3

Observe que as fórmulas para o cálculo da média aritmética utilizando as frequências absolutas ou
relativas dos valores assumidos pela variável assemelham-se a fórmula da média aritmética
ponderada, sendo as frequências absolutas ou relativas os pesos.

Considere agora que tenhamos um grupo de 10 estudantes com as seguintes idades: 13 , 13 , 14 , 14 ,


14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 43 . A média aritmética dessas idades é x  17 . Isso mostra que a média
aritmética acaba sendo muito influenciada por valores discrepantes (“outliers”).

Mediana

Seja x1  x 2  x 3   x n os valores ordenados assumidos pela variável quantitativa x . A mediana


 Me  é dada por:
 x  n 1  , se n é ímpar
  2 

Me   x  x .
n n 
  2   1
2 
 , se n é par
 2

Dessa forma, a mediana é tal que a quantidade de valores menores ou iguais à mediana é igual à
quantidade de valores maiores ou iguais à mediana.

Comparada à média aritmética, a mediana é uma medida de centralidade menos sensível a valores
discrepantes.

Exemplo: Sejam 10 estudantes com as seguintes idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 . A


x  10   x  10 
   1 x  x 6 14  14
mediana é  2   2 
 5   14 .
1 2 2

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Quando os dados estão agrupados em intervalos de classe, o cálculo da mediana é feito por
n
 Fant
interpolação, de acordo com a seguinte fórmula: Me   2  h , onde é o limite inferior do
f Me
intervalo de classe da mediana, n é o número total de observações, Fant é a frequência acumulada da
classe anterior à da mediana e f Me é a frequência simples da classe da mediana.

Moda

Seja x uma variável e x1, x 2 , x 3 , , x k os valores assumidos por essa variável, com frequências
absolutas respectivamente iguais a n1 , n 2 , n 3 , , n k . A moda  Mo  dos valores é o valor (ou os
valores) de x i correspondente(s) ao max n1, n 2 , n 3 , , n k  .
Assim, a moda de um conjunto é o valor que ocorre mais vezes ou de maior frequência simples
(absoluta ou relativa) numa distribuição de frequências.

Exemplo: Sejam 10 estudantes com as seguintes idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 . A


moda é 14 .

A moda pode não existir ou, existindo, pode não ser única.

Exemplo: 1, 2, 2,3, 4, 4,5 tem modas 2 e 4 (bimodal).

Observe que, diferentemente da média e da mediana, é possível calcular a moda também de variáveis
que não sejam quantitativas.

Quando os dados estão agrupados em intervalos de classe, a classe modal é a classe de maior
f post
frequência. Nesse caso a moda pode ser obtida pela fórmula de King, Mo    h , onde
f ant  f post
é o limite inferior da classe modal, f ant e f post são as frequências das classes anterior e posterior à
classe modal, respectivamente, e h é a amplitude das classes, ou pela fórmula de Czuber,
f Mo  fant
Mo    h , onde f Mo é a frequência da classe modal. Utiliza-se também a
2  f Mo   f ant  f post 
chamada Moda Bruta que é o ponto médio da classe modal.

5. Medidas de dispersão (ou variabilidade): desvio médio; variância; desvio padrão.

Considere uma turma de 10 alunos em todos tiraram nota 5 e outra com a mesma quantidade de
alunos com as seguintes notas: 1, 2,3, 4,5,5, 6, 7,8,9 . Essas duas turmas têm a mesma média
aritmética, a mesma mediana e a mesma moda 5 . As medidas de dispersão permitem diferenciar
dados em situações desse tipo.

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Desvio Médio Absoluto (DMA)

O desvio em relação à média aritmética é a diferença entre cada valor e a média aritmética.

i  x i  x

A soma de todos os desvios em relação à média aritmética é sempre nula.

O desvio médio absoluto (DMA) é a média aritmética dos desvios em módulo.

n n
 i  xi  x
DMA  i 1  i 1
n n

Se os dados forem agrupados em intervalos de classe, então o módulo de cada desvio deve ser
multiplicado pela sua frequência absoluta  n i  .

k k
 i  n i  xi  x  ni
i 1 i 1
DMA  
n n

Exemplo: Sejam 10 estudantes com as seguintes idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 .

Idade ni i i i  n i
13 2 1,3 1, 3 2, 6
14 4 0,3 0, 3 1, 2
15 3 0, 7 0, 7 2,1
16 1 1, 7 1, 7 1, 7

2, 6  1, 2  2,1  1, 7
O desvio médio absoluto é DMA   0, 76 .
2  4  3 1

Variância Populacional

A variância populacional   2  é a média aritmética da soma dos quadrados dos desvios em relação
à média de um conjunto de números.

n n
  xi  x 
2
 i
2
i 1
2   i 1
n n

 n  
2
 x 
1  n 2  i 1 i  
Outra fórmula para o cálculo da variância populacional é  
2
 xi  .
n  i 1 n 

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Se os dados forem agrupados em intervalos de classe, então o quadrado de cada desvio deve ser
multiplicado pela sua frequência absoluta  n i  ou relativa  fi  .

k k
  xi  x   ni
2
 i  n i
2
k
2  i1  i 1    x i  x   fi
2
n n i 1

Se adicionarmos um mesmo valor a cada um dos valores assumidos pela variável, a variância não se
altera.

Se multiplicarmos cada um dos valores assumidos pela variável por um mesmo valor, a variância
fica multiplicada pelo quadrado desse valor.

Se a variância for calculada sobre uma amostra em vez de sobre toda a população, teremos então a
n n
  xi  x 
2
 i
2

chamada variância amostral que é dada por S2  i 1  i 1 ou para dados agrupados por
n 1 n 1
k k
  xi  x   ni
2
 i  n i
2

S2  i 1  i 1 .
n 1 n 1

Exemplo: Sejam 10 estudantes com as seguintes idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 .

Idade ni i  i2
13 2 1,3 1, 69
14 4 0,3 0, 09
15 3 0, 7 0, 49
16 1 1, 7 2,89

2 1, 69  4  0, 09  3  0, 49  1  2,89
A variância populacional é 2   0,81 .
2  4  3 1

Desvio Padrão Populacional

O desvio padrão populacional    é a média quadrática dos desvios em relação à média de um


conjunto de números ou a raiz quadrada da variância.

n n
  xi  x 
2
 i
2
i 1 i 1
 
n n

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 n  
2
n   x i 
1 2  i 1  .
Outra fórmula para o cálculo do desvio padrão populacional é    xi 
n i 1 n 

Se os dados forem agrupados em intervalos de classe, então o quadrado de cada desvio deve ser
multiplicado pela sua frequência absoluta  n i  ou relativa  fi  .

k k
  xi  x   ni
2
 i  n i
2
k
i 1 i 1
   x i  x   fi
2
 
n n i 1

Se adicionarmos um mesmo valor a cada um dos valores assumidos pela variável, o desvio padrão
não se altera.

Se multiplicarmos cada um dos valores assumidos pela variável por um mesmo valor, o desvio
padrão fica multiplicado por esse valor.

Se o desvio padrão for calculado sobre uma amostra em vez de sobre toda a população, teremos
n n
  xi  x 
2
 i
2
i 1 i 1
então o chamado desvio padrão amostral que é dado por S   ou para dados
n 1 n 1
k k
  xi  x   ni
2
 i  n i
2
i 1 i 1
agrupados por S   .
n 1 n 1

Observe que, comparando-se duas amostras que possuam a mesma média aritmética, aquela de
menor desvio padrão apresentará resultados mais próximos da média do que a outra.

n
A razão entre o desvio padrão amostral e o populacional é chamado fator de correção de
n 1
Bessel.

Se os valores se distribuem de acordo com uma distribuição normal (unimodal, gaussiana, simétrica,
de afunilamento médio) podemos dizer que:
• 68% dos valores encontram-se a uma distância da média inferior a um desvio padrão.
• 95% dos valores encontram-se a uma distância da média inferior a duas vezes o desvio padrão.
• 99,7% dos valores encontram-se a uma distância da média inferior a três vezes o desvio padrão.
Esta informação é conhecida como a regra dos "68-95-99,7".

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Fonte: Wikipédia

Exemplo: Sejam 10 estudantes com as seguintes idades: 13 , 13 , 14 , 14 , 14 , 14 , 15 , 15 , 15 , 16 .

Idade ni i  i2
13 2 1,3 1, 69
14 4 0,3 0, 09
15 3 0, 7 0, 49
16 1 1, 7 2,89

2 1, 69  4  0, 09  3  0, 49  1 2,89
O desvio padrão populacional é    0,81  0,9 .
2  4  3 1

EXERCÍCIOS

QUESTÃO 1
(EEAr 2000) Numa prova de matemática, três classes obtiveram as seguintes médias e desvios:
classe A : x  4,5 e   2,5
classe B : x  4,5 e   3,1
classe C : x  4,5 e   2,8
Se for sorteado um aluno em cada classe, em qual delas é mais provável que a nota desse aluno esteja
entre 3,0 e 6,0 ?
a) Classe A
b) Classe B
c) Classe C
d) Classes B e C

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:

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Como o intervalo 3,0;6,0 é simétrico em relação à média aritmética x  4,5 , a probabilidade do


aluno ter uma nota nesse intervalo é maior na classe que tem mais notas próximas à média, ou seja,
naquela que tem o menor desvio médio, que é a classe A.

QUESTÃO 2
(EEAr 2000) Os resultados da prova de Ciências aplicada a uma turma de um certo colégio estão
apresentados no gráfico. Baseado neste gráfico, podemos afirmar que a porcentagem de alunos dessa
turma com nota inferior a 5, 0 , nessa prova de Ciências, foi de

14

12
número de alunos

10

0
1 2 3 4 5 6 7 8 9
notas

a) 37,5%
b) 42,5%
c) 47,5%
d) 52,5%

RESPOSTA: b

RESOLUÇÃO:
O total de alunos é n  1 3  5  8 12  5  3  2 1  40 .
A porcentagem de alunos com nota inferior a 5, 0 é
N 1  3  5  8 17
F4  4    42,5% .
n 40 40

QUESTÃO 3
(EEAr 2002) A altura de 80 homens de uma comunidade está distribuída de acordo com a tabela. A
porcentagem de homens com altura maior ou igual a 1,80 m é

altura (m) número de homens


1,60 |–– 1,65 04
1,65 |–– 1,70 12
1,70 |–– 1,75 18
1,75 |–– 1,80 26
1,80 |–– 1,85 10

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1,85 |–– 1,90 08


1,90 |–– 1,95 02
Total 80

a) 25%
b) 30%
c) 60%
d) 75%

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
10  8  2 1
  25%
80 4

QUESTÃO 4
(EEAr 2003) Um teste de inteligência, aplicado aos alunos das 4as séries do Ensino Fundamental da
Escola A, apresentou os seguintes resultados:

Pontos n.º de alunos Pontos n.º de alunos


90 |–– 95 40 115 |–– 120 140
95 |–– 100 60 120 |–– 125 120
100 |–– 105 140 125 |–– 130 30
105 |–– 110 160 130 |–– 135 20
110 |–– 115 180 135 |–– 140 10

A freqüência relativa da classe modal é


a) 0,2
b) 0,22
c) 0,25
d) 0,5

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
A classe modal é a 5a classe (110|–– 115). A frequência relativa dessa classe é:
180 180 20
f5     0, 2 .
40  60  140  160  180  140  120  30  20  10 900 100

QUESTÃO 5
(EEAr 2004) Na distribuição a seguir, as 6 classes foram justapostas, isto é, o limite superior de uma
classe é o inferior da classe seguinte. Se fi é frequência absoluta, então a frequência acumulada
absoluta da 4.ª classe é

Classes 5 |−− 10 10 |−− 15 15 |−− 20 20|−− 30 25|−− 30 30 |−−


fi 8 12 21 16 6 3

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a) 57
b) 20
c) 41
d) 16

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
F4  f1  f 2  f3  f 4  8  12  21  16  57

QUESTÃO 6
(EEAr 2004) A média de um conjunto de quatro valores é 4, 25 . Se aumentarmos de 5 unidades o
menor desses valores, e diminuirmos de 3 unidades o maior deles, a nova média será
a) 4,75
b) 5,25
c) 5
d) 5,5

RESPOSTA:

RESOLUÇÃO:
x1  x 2  x 3  x 4
Sejam x1  x 2  x 3  x 4 cuja média é  4, 25  x1  x 2  x 3  x 4  17 .
4
 x  5  x 2  x3   x 4  3   x1  x 2  x3  x 4   2  17  2  4, 75 .
A nova média é dada por 1
4 4 4

QUESTÃO 7
(EEAr 2005) A tabela traz as idades, em anos, dos filhos de 5 mães.

Nome da Mãe Ana Márcia Cláudia Lúcia Eloisa


Idade dos filhos 7, 10, 12 11, 15 8, 10, 12 12, 14 9, 12, 15, 16, 18

A idade modal desses 15 filhos é inferior à idade média dos filhos de Eloísa em _______ anos(s).
a) 4
b) 3
c) 2
d) 1

RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
A idade modal é 12 anos.
9  12  15  16  18
A idade média dos filhos de Eloísa é  14 .
5
A idade modal desses 15 filhos é inferior à idade média dos filhos de Eloísa em 14  12  2 anos.

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QUESTÃO 8
(EEAr 2005) Na distribuição dos salários de 800 empregados de uma empresa, o ponto médio da 4.ª
classe é R$ 1400,00. Se as 8 classes dessa distribuição têm a mesma amplitude de R$ 200,00 e são
do tipo [a, b[, então a 6.ª classe não inclui, com certeza, o salário de R$
a) 1900,00
b) 1850,00
c) 1800,00
d) 1750,00

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
Se R$ 1400,00 é o ponto médio da 4.ª classe e ela tem amplitude R$ 200,00, então a 4ª classe é
1300|−−1500.
Portanto, a 5ª classe é 1500|−−1700 e a 6ª classe 1700|−−1900, ou seja, 1700,1900 que não inclui
R$ 1900,00.

QUESTÃO 9
(EEAr 2005) Sejam x1 , x 2 , x 3 , , x 81 os valores ordenados de uma variável X . A mediana desse
conjunto de valores é igual a
a) x 41
b) x 40
x  x 41
c) 40
2
x  x 42
d) 41
2

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
81  1
Como a quantidade de termos é ímpar a ordem da mediana é  41 . Logo, a mediana é x 41 .
2

QUESTÃO 10
(EEAr 2006) Os resultados de uma pesquisa realizada com 20 alunos de uma escola, a respeito da
área da carreira pretendida, estão apresentados na tabela:

Área Frequência Absoluta Frequência Relativa


Humanas 8 M
Biológicas P 0,35
Exatas R S
Total 20 1,00

Os valores de M, P, R e S são, respectivamente:


a) 0,35; 5; 7 e 0,35.

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b) 0,4; 7; 5 e 0,4.
c) 0,4; 7; 5 e 0,25.
d) 0,25; 5; 7 e 0,25.

RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
8
A frequência relativa de humanas é M   0, 4 .
20
P
A frequência relativa da área biológica é  0,35  P  7 .
20
Como o total de alunos é 20 , temos: 8  7  R  20  R  5 .
5
A frequência relativa de exatas é S   0, 25 .
20

QUESTÃO 11
(EEAr 2006) Sendo fi as frequências absolutas, a classe mediana da distribuição é a:

classe [10,20[ [20,30[ [30,40[ [40,50[ [50,60[ [60,70[ [70,80[


fi 25 18 10 05 09 12 15

a) 2ª
b) 3ª
c) 4ª
d) 5ª

RESPOSTA:

RESOLUÇÃO:
O total de observações é n  25 18 10  5  9 12  15  94 .
x 94  x  94 
 1 x 47  x 48
 2 
Como n  94 é par, então a mediana é dada por 
2
, como x 47 e x 48 estão na
2 2
4ª classe, então é essa a classe mediana.

QUESTÃO 12
(EEAr 2006) A tabela mostra as idades dos alunos matriculados no Centro de Educação Infantil “X”,
em 2005.

Idade (anos) Número de alunos


2 3
3 3
4 5
5 14
6 25
Total 50

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A média das idades dos alunos dessa escola, em anos, é, aproximadamente:


a) 4,1
b) 4,5
c) 5,1
d) 5,6

RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
2  3  3  3  4  5  5 14  6  25
x  5,1
50

QUESTÃO 13
(EEAr 2007) A tabela a seguir traz o resultado de uma prova de Ciências. Nela, x i são as notas e fi
são as frequências absolutas. Agrupando os dados em 5 classes do tipo  a, b , de amplitude 1, 5 ,
sendo o limite inferior da 1.ª classe a nota 1, 5 , a frequência absoluta da 3.ª classe da nova tabela será
igual a

a) 14
b) 19
c) 24
d) 29

RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
CLASSES fi
1ª classe 1,5 |−− 3,0 5
2ª classe 3,0 |−− 4,5 14
3ª classe 4,5 |−−6,0 24
4ª classe 6,0 |−− 7,5 18
5ª classe 7,5 |−− 9,0 9
Logo, a frequência absoluta da 3ª classe é 24.

QUESTÃO 14
(EEAr 2007) Os dados de uma pesquisa, cujo objetivo era saber o número de filhos, por família,
realizada em uma certa comunidade, estão na tabela:

Nº de filhos 0 1 2 3 4 5
Nº de famílias 2 8 10 14 18 15

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É correto afirmar que o número


a) modal de filhos é maior que o número médio.
b) médio de filhos coincide com o número modal.
c) mediano e o número modal de filhos são iguais.
d) modal, o mediano e o número médio de filhos são iguais.

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
A moda é 4 .
0  2  1  8  2 10  3 14  4 18  5 15 217
A média é x    3, 24 .
2  8  10  14  18  15 67
67  1
A ordem da mediana é  34 e o seu valor é 3 .
2
Logo, o número modal de filhos é maior que o número médio

QUESTÃO 15
(EEAr 2007) Quando o objetivo de uma pesquisa é comparar o comportamento de uma mesma
variável em populações com números diferentes de elementos, a frequência mais conveniente é a
a) total.
b) relativa.
c) absoluta.
d) acumulada.

RESPOSTA: b

RESOLUÇÃO:
A frequência relativa é obtida pela razão entre a frequência absoluta e o número total de elementos.
Portanto, ela permite comparar amostras com quantidades de elementos diferentes.

QUESTÃO 16
(EEAr 2007) Feito um levantamento sobre a altura dos 50 alunos da 5ª série A de um colégio,
chegou-se aos seguintes resultados:

Altura (cm) nº de alunos Altura nº de alunos


150 154 6 162 166 8
154 158 12 166 170 6
158 162 14 170 174 4

Nessas condições, o número de alunos da 5ª A que não atingem 1,58 m de altura, e a porcentagem de
alunos cuja altura é maior ou igual a 1,62 m são, respectivamente,
a) 12 e 12%
b) 12 e 20%
c) 18 e 36 %
d) 18 e 20%

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RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
O números de alunos que não atingem 1,58 m é 6 12  18 .
86 4 18
A porcentagem de alunos cuja altura é maior ou igual a 1, 62 m é   36% .
6  12  14  8  6  4 50

QUESTÃO 17
(EEAr 2008) A revista Época publicou, em janeiro de 2000, os resultados de uma pesquisa por ela
realizada em setembro de 1999. Cada participante indicava o nome de uma personalidade
mundialmente conhecida, do século XX, da qual ele mais se lembrava. O gráfico a seguir traz o
percentual de pessoas que indicaram cada uma dessas personalidades.

Sabendo que participaram dessa pesquisa 60 mil pessoas, Ayrton Senna foi indicado por ______
pessoas.
a) 12 800
b) 15 300
c) 16 900
d) 18 600

RESPOSTA: b

RESOLUÇÃO:
x
 25,5%  x  0, 255  60000  15300
60000

QUESTÃO 18
(EEAr 2008) Seja a distribuição de frequência, onde fi é a frequência simples absoluta:

xi 4 8 10 12 20
fi 9 10 16 30 35

A média dessa distribuição é


a) 10,28
b) 11,17

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c) 13,36
d) 14,15

RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
4  9  8 10  10 16  12  30  20  35 1336
x   13,36
9  10  16  30  35 100

QUESTÃO 19
(EEAr 2008) Segundo a distribuição de frequências, o número de funcionários que ganham a partir
de 4 salários mínimos e menos de 10 é

Número de salários mínimos Número de funcionários


0 |−− 2 95
2 |−− 4 75
4 |−− 6 45
6 |−− 8 35
8 |−− 10 30
10 |−− 12 20

a) 110.
b) 130.
c) 185.
d) 205.

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
O número de funcionários que ganham a partir de 4 salários mínimos e menos de 10 é
45  35  30  110 .

QUESTÃO 20
(EEAr 2009) Na 5ª série A do Colégio X, numa prova de Ciências, 8 alunos obtiveram notas
menores que 4; 15 alunos, notas de 4 a 6; 20 alunos, notas entre 6 e 8; e apenas 2, notas a partir de 8.
A nota modal da 5ª série A, nessa prova de Ciências, foi
a) 8.
b) 7.
c) 6.
d) 5.

RESPOSTA: b

RESOLUÇÃO:
68
A classe modal é  6,8 e, portanto, a moda é  7.
2

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QUESTÃO 21
(EEAr 2010) O gráfico representa a produção de arroz, em milhares de toneladas, em certo país, no
período 1980-1988.

Pelo gráfico, pode-se concluir que, no período 1980-1988, nesse país, a produção média anual de
arroz, em mil toneladas, é, aproximadamente,
a) 64.
b) 60.
c) 58.
d) 52.

RESPOSTA: d

RESOLUÇÃO:
50  30  20  30  60  60  70  80  70 470
x   52
9 9

QUESTÃO 22
(EEAr 2010) Os salários mensais, em reais, dos 24 funcionários de uma empresa são

O salário mensal mediano dessa empresa, em reais, é:


a) 1200
b) 1210
c) 1220
d) 1230

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RESPOSTA: c

RESOLUÇÃO:
x  24   x  24
   1 x12  x13 1210  1230
 2   2 
Como n  24 é par, o salário mediano é    1220 .
2 2 2

QUESTÃO 23
(EEAr 2010) Se as frequências absolutas da 1ª à 6ª classes de uma distribuição são, respectivamente,
5, 13, 20, 30, 24 e 8, então a frequência acumulada da 4ª classe dessa distribuição é:
a) 68
b) 82
c) 28%
d) 20%

RESPOSTA: a

RESOLUÇÃO:
F4  5  13  20  30  68

QUESTÃO 24
(EEAr 2011) Um teste de Matemática foi aplicado em duas turmas distintas de uma escola, a
primeira com 40 alunos e a segunda com 20 . As médias aritméticas das notas da primeira e da
segunda turma forma, respectivamente, 6, 0 e 7, 0 . Assim, a média aritmética das notas dos 60
alunos foi aproximadamente
a) 6,1
b) 6,3
c) 7,2
d) 7,5

RESPOSTA: b

RESOLUÇÃO:
40  6, 0  20  7, 0 380
x   6,3
40  20 60

QUESTÃO 25
(EEAr 2012) Em um supermercado, Ana pesquisou o preço de cinco marcas de molho de tomate e
obteve os seguintes valores, em reais: 2,05; 1,92; 2,16; 1,98 e 2,11. O valor mediano, em reais, é
a) 2,05.
b) 1,92.
c) 1,74.
d) 1,85.

RESPOSTA: a

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RESOLUÇÃO:
Ordenando os valores, temos: 1,92;1,98; 2, 05; 2,11; 2,16 .
5 1
Como n  5 é ímpar, a ordem da mediana é  3 e seu valor é x 3  2, 05 .
2

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