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Recursos do Professor

Português • 9.° ano


(Para)Textos 

Apresentação do Projeto

• Manual
• Guia do Professor nas margens laterais
• Caderno de Preparação para a Prova Final Oferta
• Caderno de Atividades
• Caderno do Professor
• CD Áudio

Recursos Digitais do Professor


• Materiais áudio e vídeo
• Planos de aula e outros materiais editáveis
• PowerPoint® didáticos
CD-ROM
• e-Manual Premium

Oo
Recursos do Professor

1 Manual + Guia do Professor 2 Caderno de Preparação 3 Caderno de Atividades


nas margens laterais para a Prova Final

1 Manual 3 Nas esferas da poesia Estrutura das unidades


Texto poético:* As unidades estruturam-se em
Estrutura do manual • 4 poemas de Fernando Pessoa
• 15 poemas de 10 autores diferentes
subunidades que têm como núcleo
0 Partida… largada… fugida! um texto acompanhado
Estrutura do manual, sugestões obrigatoriamente pelas rubricas de:
de leitura e diagnose 4 Espaço cénico
Texto dramático:* Pré-leitura
1 Comunicadores do século XXI • peça teatral de Gil Vicente: Educação literária/Leitura
Auto da Barca do Inferno
Texto comunicacional:
3
crónica, recensão, editorial, entrevista, * Seleção textual conforme as Metas PRÉ-LEITURA

cartoon, artigo de divulgação científica


1. Ouve o poema “E tudo era possível”, declamado por Elisabete Caramelo.

Curriculares de Português Ensino Básico


1.1. Seleciona o adjetivo que melhor caracteriza o tom da declamação.
a. frenético b. irónico c. melancólico d. eufórico

E tudo Era possívEl

2 Narrativas prodigiosas
Na minha juventude antes de ter saído

PT9EPI © Porto Editora


da casa de meus pais disposto a viajar

Oficinas
eu conhecia já o rebentar do mar
das páginas dos livros que já tinha lido

Chegava o mês de maio era tudo florido

Texto narrativo:*
5

o rolo das manhãs punha-se a circular


e era só ouvir o sonhador falar

• gramática • oralidade
da vida como se ela houvesse acontecido 3. Nas esferas da poesia

• passos de Os Lusíadas de
E tudo se passava numa outra vida educação literária / leitura
10 e havia para as coisas sempre uma saída Guia do Professor

Quando foi isso? Eu próprio não o sei 1.


dizer

• escrita • educação literária


O sujeito poético recorda a sua juventude. EDUCAÇÃO LITERÁRIA / LEITURA
1.1. Caracteriza-o nesse momento da sua vida. 1.1. Na sua juventude, o sujeito poético

Luís de Camões
Só sei que tinha o poder de uma criança tinha um conhecimento baseado na ima­
1.1.1. Explica, por palavras tuas, o significado dos versos 3 e 4. ginação/não experienciado (“antes de ter
entre as coisas e mim havia vizinhança 1.2. Indica a importância que a juventude teve para o sujeito poético, transcre- saído/da casa de meus pais disposto a
viajar”), gostava de ler (“eu conhecia já o
e tudo era possível era só querer vendo, do poema, expressões que fundamentem a tua resposta. rebentar do mar/das páginas dos livros
que já tinha lido”) e era sonhador.
Ruy Belo, Todos os poemas, Assírio & Alvim, 2011
2. A época da juventude é percecionada como uma “outra vida” (v. 9). 1.1.1. Quando era jovem, ainda que não

• narrativas de autores portugueses


tivesse tido oportunidade de contactar
2.1. Em que medida essa “outra vida” difere da vida atual do sujeito poético? com novas realidades e de descobrir
outros destinos e mundos, o sujeito poé­
3. Explica o que o sujeito poético pretende dizer quando afirma que, naquele tico já conhecia aquilo que os livros lhe
mostravam. Através da leitura e da sua
tempo, tinha “o poder duma criança” (v. 12). imaginação, conseguia ter uma visão

Fichas e caixas informativas


abrangente do mundo.

• conto de autor de país de língua


4. O último verso do poema coincide, em parte, com o seu título. 1.2. A juventude foi uma época de ex­
trema importância para o sujeito poético,
4.1. Na tua opinião, por que motivo ocorre essa repetição? pois nesse tempo não havia limitações
nem barreiras para a realização do que
5. Analisa, formalmente, o poema, tendo em conta a sua estrutura estrófica, desejava e sonhava (vv. 9­10; v. 14).
Guia do Professor
métrica e rimática. 2.1. Nessa “outra vida” havia um mundo

oficial portuguesa intercaladas ao longo do manual,


de possibilidades, “era tudo florido”. O
PRÉ-LEITURA 5.1. Identifica o género literário a que este texto poético pertence. sujeito poético acreditava que, se qui­
sesse, havia solução para tudo. A sua
Materiais áudio e vídeo Ruy de Moura Belo (1933-1978) nasceu em Rio Maior. Fez o curso5.1.1. Poder-se-á
de Direito na Uni- considerar “chave de ouro” a última estrofe do poema? vida atual é caracterizada pela saudade
• Poema “E tudo era possível”, decla-

mado por Elisabete Caramelo, disponível versidade de Lisboa e doutorou-se em Direito Canónico na Universidade de S.Justifica. Tomás de de um tempo que já passou, de um tem­
Consulta a Ficha Informativa n.º 13 p. 200 po de pureza em que, através dos sonhos,
no CD de Recursos. Aquino. Licenciou-se também em Filologia Românica, na Faculdade de Letras, em 1967. Foi

• texto de autor estrangeiro


tudo era possível.

sobre:
• Biografia e poesia de Ruy Belo, ditas por
professor, ensaísta, crítico literário e poeta. Da sua obra poética, destacam-se Aquele Grande 3. O sujeito poético pretende dizer que,
Luís Gaspar, e respetiva transcrição dispo-
Rio Eufrates, Boca Bilingue, Despeço-me da Terra da Alegria. gramática quando se é criança, parece não haver
níveis no CD de Recursos.
limites para aquilo que se pode fazer.
1.1. c.
4.1. Resposta pessoal.
1. Atenta nos seguintes versos:
202 Sugestão de resposta: A repetição da
Verso 3 – “eu conhecia já o rebentar do mar”;

• texto de literatura juvenil


expressão “e tudo era possível” reforça a
ideia de que, quando se é jovem/sonha­
Verso 7 – “e era só ouvir o sonhador falar”;

• conteúdos gramaticais
dor, tudo se pode realizar e não há entra­
Verso 12 – “Só sei que tinha o poder de uma criança”. ves para aquilo que se considera impos­
sível.
1.1. Reescreve-os, no teu caderno, substituindo as expressões sublinhadas por 5. O poema é constituído por duas qua­
pronomes pessoais. dras e dois tercetos. As rimas são interpola­
das e emparelhadas, segundo o esquema
1.1.1. A substituição pronominal obedece a regras. Indica-as, completando rimático ABBA ABBA CCD EED. Os versos

(de acordo com as Metas Curriculares


as frases seguintes, no teu caderno. são dodecassilábicos: Na| mi |nha| ju|ven|
tu|de an|tes| de| ter | sa|í (do).
5.1. Este texto é um soneto.
No verso a. o pronome antecede o verbo por se inserir numa oração 5.1.1. A última estrofe pode ser conside­

10 textos integrais
subordinada. rada “chave de ouro”, na medida em que
apresenta um conteúdo bastante signifi­

e o Dicionário Terminológico)
No verso b. o pronome pode anteceder o verbo se se integrar numa cativo, que contribui para a interpretação
do poema: a infância é uma fase da vida
frase em que o advérbio “já” surja anteposto ao verbo.
poderosa, devido às capacidades de ima­
No verso c. o pronome assume uma forma particular por suceder um ginação, sonho e simplificação da reali­
dade.
verbo no infinitivo.
GRAMÁTICA

“Portugal é um fogo que arde sem se prever”,


PT9EPI © Porto Editora

1.1. Verso 3 – Eu já o conhecia/Eu co­


2. Atenta na localização do pronome na frase seguinte:

• tipos de texto
nhecia­o, já; Verso 7 – E era só ouvi­lo
“Eu próprio não o sei dizer”. falar; Verso 12 – Só sei que o tinha.
1.1.1. a. 12; b. 3; c. 7.
2.1. Por que razão o pronome precede a forma verbal? 2.1. O pronome precede a forma verbal

Ricardo Araújo Pereira


porque a frase em que se insere tem um
Consulta a Ficha Informativa n.º 1 p. 32
advérbio de negação (“não”).

203

“História sem palavras”, M. Judite de Carvalho • obras em estudo


“Invenção das mãos dadas”, A. Baptista-Bastos
“Os Miseráveis, de Victor Hugo”, Filipa Melo Com remissões ao longo do manual Podem também surgir atividades de:
“A consequência dos semáforos”, António e do Caderno de Atividades. Gramática
Lobo Antunes Escrita
“Entusiasmo”, Nuno Mangas Ficha Informativa
Oralidade
10
“A aia”, Eça de Queirós
Intertextualidade
A mitologia greco-latina
n’Os Lusíadas

“A palavra mágica”, Vergílio Ferreira


Trabalho de pesquisa
Uma das características do estilo épico é o recurso à mitologia greco-latina. Assim, Camões socorre-
-se com frequência da mitologia, cruzando os planos da Viagem à Índia e da História de Portugal com
o plano Mitológico. N’Os Lusíadas, a utilização da mitologia clássica faz-se, essencialmente, pela evo-

“Traidor simultâneo”, José Eduardo Agualusa


cação dos deuses do Olimpo, das ninfas e das musas. A mitologia assume várias funções:
contribui para a dinamização e unidade da ação;
enobrece e embeleza a narração;
engrandece os Portugueses (já que as suas qualidades e ações são constantemente comparadas

Auto da Barca do Inferno, Gil Vicente às dos deuses).

Os deuses do Olimpo E outras informações:


Guiões de leitura de obras integrais Biobibliografias de autores
O Fantasma de Canterville, Oscar Wilde Leitura de imagens
O Alienista, Machado de Assis Sugestões de leitura
Meu Pé de Laranja Lima, J. Mauro de Vasconcelos Os deuses do Olimpo são originários da mitologia grega. Séculos mais tarde, os romanos apropria-
ram-se dos deuses gregos, mas deram-lhes outros nomes.
Curiosidades
Cada guião apresenta:
Eis os principais deuses do panteão olímpico, nos seus nomes latinos:
Júpiter: Rei dos deuses, deus das condições meteorológicas, casado com Juno.

No final de cada unidade:


Juno: Rainha dos deuses, deusa do casamento, casada com Júpiter.
Neptuno: Deus dos mares, não gosta que os homens tenham a ousadia de atravessar o seu

• teste de verificação de leitura


Guia do Professor
PT9EPI © Porto Editora

elemento; por vezes convoca o deus Éolo e, juntos, provocam terríveis tempestades no mar.
Marte: Deus da guerra, da violência e da carnificina. No Consílio dos Deuses toma o partido dos PowerPoint® Didáticos
“A mitologia greco-latina n’Os
Portugueses. Lusíadas” disponível no CD de

Fichas de revisão e
Recursos e no e-Manual.

• leitura orientada
139

• atividades de pós-leitura de autoavaliação


Recursos do Professor
4 Caderno do Professor 5 CD Áudio 6 Recursos Digitais do Professor

Guia do Professor
3 Caderno de Atividades 5 CD Áudio
nas margens laterais do manual 18 faixas:
• Exercícios gramaticais (de acordo
• Cenários de resposta dos questionários com as Metas Curriculares e o • Leitura de textos do manual por
• Sugestões de outras atividades Dicionário Terminológico) atores da Companhia de Teatro
• Informações relevantes O Sonho (Lisboa)
• Exercícios-tipo de Prova Final
• Sítios úteis
• Exercícios de escrita orientada
• Remissões para o Caderno de Preparação
• Verbos instrucionais
6 Recursos Digitais
para a Prova Final, Caderno do Professor,
do Professor
Caderno de Atividades, CD Áudio, CD de • Soluções de todos os exercícios
Recursos, e-Manual CD de Recursos
Processos fonológicos
1. Lê, com atenção, o seguinte excerto do Auto da Índia, de Gil Vicente.
Manual pp. 105-106; 304-305
2
• Materiais áudio e vídeo 2 em 1
• Transcrições dos registos áudio
AMA Ah!, ah!, ah!, ah!, ah!, ah!,
Esta era bem graciosa,

Caderno de Preparação
Quem se vê moça e fermosa

2
Esperar pola ira má!
I se vai ele a pescar
Mea légua polo mar?

e vídeo
Isto bem o sabes tu:

para a Prova Final


Quanto mais a Calecu!
Quem há tanto de esperar?
Milhor, Senhor, sê tu comigo
À hora de minha morte,

• Materiais projetáveis
Que eu faça tão peca sorte!
Guarde-me Deus de tal perigo.
O certo é dar a prazer.
Pera que é envelhecer
Esperando polo vento?

A. Informação sobre a Prova Final


Quanto eu por mui nécia sento

• PowerPoint® didáticos
A que o contrairo fizer.
Gil Vicente, Auto da Índia,
Biblioteca Digital, Porto Editora

B. Perguntas-modelo
1.1. Atenta nas palavras retiradas do excerto e, tendo em conta o processo fonológico que sofreram,

• Materiais de apoio editáveis


indica a forma para a qual evoluíram.

Evolução fonética Processo fonológico

a. fermosa assimilação

Os Lusíadas e Auto da Barca do


b. mea ditongação

• Cumprimento das Metas Curriculares


c. pera assimilação
d. polo dissimilação
e. nécia epêntese

Inferno na Prova Final


f. contrairo


metátese

2. Identifica o processo fonológico que se verifica nas palavras seguintes. • Planificação anual e por unidade
PT9CA © Porto Editora

a. driça > adriça d. vigairo > vigário

C. Prova-modelo • Planos de aula


b. lacrima > lágrima e. creo > creio

c. pedra > pedreiro f. lana > lã

(com remissões ao longo do manual) • Grelhas de avaliação


• Testes de avaliação escrita conforme
Prova Final
B Perguntas-modelo – Parte C
4 Caderno do Professor • Testes de compreensão do oral
Os Lusíadas na Prova Final

• Flexão verbal, nominal e adjetival


• Cumprimento das Metas Curriculares
1. Lê a estância 3 do Canto I d’Os Lusíadas.

Cessem do sábio Grego e do Troiano


O texto d’Os Lusíadas segue
As navegações grandes que fizeram; a edição organizada por

• Outros textos
Cale-se de Alexandro e de Trajano Emanuel Paulo Ramos, Porto
Editora, 9.ª ed., 1996.
A fama das vitórias que tiveram;

• Planificação anual e por unidade


5 Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.

• Textos complementares
1.1. Escreve um texto expositivo, com um mínimo de 70 e um máximo de 120 palavras, no
PT9_CPPF © Porto Editora

qual explicites o conteúdo da estância. O teu texto deve incluir uma parte introdutória,

• Planos de aula (modelo)*


uma parte de desenvolvimento e uma parte de conclusão. Organiza a informação da
forma que considerares mais pertinente, tratando os tópicos apresentados a seguir.
Integração da estância na estrutura interna da obra.

• Provas Finais de Português/Exames


Indicação daquele que será o herói exaltado na epopeia camoniana.
Confronto do herói cantado por Camões com o herói das epopeias clássicas.
Explicitação da importância dos últimos quatro versos para a glorificação e mitificação do

• Testes de avaliação conforme


herói em Os Lusíadas.

Nacionais de Língua Portuguesa


2. Lê a estância 20 do Canto I d’Os Lusíadas.

Quando os Deuses no Olimpo luminoso,


Onde o governo está da humana gente,
C Prova-modelo

Prova Final com soluções


Se ajuntam em consílio glorioso,
Sobre as cousas futuras do Oriente.
5 Pisando o cristalino Céu fermoso,50 pontos GRUPO I
Vem pela Via Láctea juntamente,
Convocados, da parte do Tonante, PARTE A

e-Manual Premium
Pelo neto gentil do velho Atlante.

• Testes de compreensão do oral


Lê o texto seguinte.
2.1. Escreve um texto expositivo, com um mínimo de 70 e um máximo de 120 palavras, no
Cães fiCam Contagiados
qual explicites o conteúdo da estância. O teu texto deve incluir uma parte introdutória,
uma parte de desenvolvimento e uma parte de conclusão. Organiza a informação da
pelo boCejo do dono
forma que considerares mais pertinente, tratando os tópicos apresentados a seguir.

com soluções com recursos digitais em contexto


Indicação do episódio a que pertence a estância.
Abrem a boca, arreganham os dentes e bocejam. Só falta dizer “que sono!”. Para infelici-
PT9_CPPF © Porto Editora

Explicitação do motivo pelo qual as personagens «Se ajuntam em consílio» (verso 3).
dade da equipa de investigação da Universidade do Porto, os cães não falam, por isso nin-
Localização espacial da ação narrada.
guém lhes pode perguntar o que estão a sentir. É que este bocejo acontece depois de os seus
Identificação da entidade que convoca a reunião e do seu mensageiro.
donos bocejarem, o que poderá querer dizer que há um contágio emocional do homem ao
5 seu animal de estimação.

Desenvolvido em estreita relação com


14 Foi isso que descobriram Karine Silva e colegas, num trabalho agora publicado na revista

• Índice de recursos por unidade


Animal Cognition. “Tinha sido efetuado um estudo por investigadores de Londres, que mos-
trou pela primeira vez que o bocejo do homem era contagioso ao cão”, explica Karine Silva,
do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto. “Queríamos tes-
10 tar se o bocejo era mais contagioso quando vinha de alguém que o cão conhecia.” […]

Para isto, a equipa pôs um anúncio à procura de pessoas com cães que quisessem entrar

o manual, consiste na sua versão


nesta experiência. Conseguiu reunir 29 “famílias”. Depois, as investigadoras foram a casa

• Soluções do Caderno de
dessas pessoas e testaram se os cães bocejavam quando ouviam gravações do bocejo do dono,
do bocejo de um desconhecido e do som do bocejo transmitido ao contrário (que serviu como
15 controlo). “Os cães nunca bocejaram perante o som de controlo, mas bocejaram com os boce-

jos humanos e, numa proporção maior, com os dos conhecidos”, relata a cientista. […]

Neurónios para sentir o outro


[…] O contágio emocional é um conceito em psicologia que pressupõe que conseguimos
sentir literalmente o estado emocional de outra pessoa. Ou seja, quando vemos alguém triste,
sentimos essa tristeza. Há cerca de 20 anos, encontraram-se, em macacos, neurónios que Preparação para a Prova Final digital, a partir do qual é possível
aceder a diversos recursos do projeto.
20 permitem este processo (os “neurónios-espelho”). Mais tarde, demonstrou-se que estes neu-
rónios também existem nos seres humanos.
“Os recém-nascidos captam a emoção à volta, tendem a imitar essas emoções e não per-
cebem se é deles ou não”, explica a cientista. Só mais tarde conseguimos perceber que a tris-
teza que estamos a sentir se refere ao outro e não é nossa. As pessoas bocejam mais por

* Planos de aula para todo o manual


25 contágio quanto mais empatia sentem pelos outros, diz ainda o artigo referindo-se a outros

O Professor dispõe ainda do


estudos.

Cães empáticos?
Não se sabe se os neurónios-espelho existem nos cães. “Há inúmeros relatos de cães que

disponíveis no início do ano letivo.


salvam pessoas. Não sabemos se estes comportamentos surgem por acaso, ou se vêm do pen-

e-Manual Premium online.


samento sobre o dono”, indaga Karine Silva. […]

26
Recursos do Professor
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