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SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL APLICADA À PRÁTICA DO NUTRICIONISTA

Prof. José Aroldo Filho

goncalvesfilho@nutmed.com.br

LEGISLAÇÃO

auxiliares

no

aumento do

consumo energético ou do

aporte vitamínico-mineral.

Entre eles estão: as bebidas esportivas (com CHO e eletrólitos), os suplementos com alto teor de CHO (como os géis de CHO), os multivitamínicos, vitamínicos, suplementos minerais, refeições líquidas e os suplementos à base de cálcio.

É datada de 13/01/1998 a Portaria nº32 da ANVISA que normaliza o uso e prescrição de suplementos nutricionais, efetiva sua comercialização ou produção, fixa padrões de identidade e qualidade aos itens. Excluem-se desta categoria:

alimentos para fins especiais, alimentos enriquecidos ou alimentos fortificados; - - produtos que contenham hormônios; -
alimentos para fins especiais, alimentos enriquecidos ou
alimentos fortificados;
-
-
produtos que contenham hormônios;
-
bebidas alcoólicas;
Os suplementos dietéticos não promovem aumento de
desempenho. O resultado melhor na performance seria
-
produtos que contenham substâncias medicamentosas
ou aos quais se atribuam indicações terapêuticas;
produtos fitoterápicos isolados ou associados aos quais
se atribuam ação terapêutica.
-
uma consequência da capacidade em atender uma
demanda nutricional. Ou seja, o atleta não ficaria mais
forte ou mais rápido devido ao suplemento, mas
conseguiria manter-se em
exemplo.
atividade
mais
tempo,
por
REGULAMENTAÇÃO
DA
PRESCRIÇÃO
DE
SUPLEMENTOS
O auxiliador ergogênico teria a capacidade de aumentar a
performance, fornecendo substâncias que fisiologicamente
não fariam parte da demanda nutricional.
A Lei 8.234/91, em
seu
artigo 4º.
Diz que uma das
atribuições
do
nutricionista
é
“VII
prescrição
de
Outras classificações surgiram
e
alguns
autores
suplementos nutricionais necessários à complementação
da dieta”.
classificam todos os suplementos como sendo
ergogênicos porque de uma forma ou de outra eles
auxiliam na performance.
Durante muitos anos,
a posição
era que o profissional
poderia prescrever até os valores estipulados pela RDA
INGESTÃO DIÁRIA DE REFERÊNCIA (DRI)
Em 2006, o CFN (Resolução CFN 390/2006) regulamentou
a prescrição dietética de suplementos nutricionais pelo
nutricionista, mas adverte que o profissional deve analisar
com rigor técnico e científico qualquer tipo de prática antes
de adotá-la.
A ingestão diária de referência refere-se a um conjunto de
pelo menos quatro valores de referência de ingestão de
nutrientes:
1.
Necessidade média estimada (EAR, estimated
average requirement);
2.
CONCEITO
Ingestão dietética recomendada (RDA, recommended
dietary allowances);
3.
Ingestão adequada (AI, adequate intake); e
Suplementos são alimentos que servem para contemplar
com estes nutrientes a dieta diária de uma pessoa
saudável, em casos onde sua ingestão a partir da
alimentação, seja insuficiente ou quando a dieta requerer
suplementação.
4.
Limite superior tolerável de ingestão (UL, tolerable
upper intake level).
NECESSIDADE MÉDIA ESTIMADA (EAR)
“Valor da ingestão de nutrientes que estimado para suprir
ASPECTOS FISIOLÓGICOS
as necessidades em 50% dos indivíduos em um grupo por
estágio de vida e sexo”.
Para ser considerado suplemento, os alimentos devem
conter um mínimo de 25%, e no máximo até 100% da
Ingestão Diária Recomendada (IDR) de vitaminas e ou
minerais, na porção diária indicada pelo fabricante, não
podendo substituir os alimentos, nem serem considerados
como dieta exclusiva.
- Assumindo uma distribuição normal, corresponde à
mediana das necessidades.
INGESTÃO DIETÉTICA RECOMENDADA (RDA)
“Nível de ingestão diário de nutrientes suficientes para
Classificam-se como Suplementos:
alcançar a demanda de 97 - 98% dos indivíduos em um
-
Vitaminas isoladas ou associadas entre si;
grupo por estágio de vida e sexo”.
-
Minerais isolados ou associados entre si;
-
Associações de vitaminas com minerais;
- Para cálculo da RDA é fundamental a EAR do nutriente,
-
Produtos fontes naturais de vitaminas e ou minerais.
onde:

Segundo Burke & Read, os suplementos podem ser classificados em duas grandes categorias: os suplementos dietéticos e os auxiliadores ergogênicos.

Os suplementos dietéticos são similares aos alimentos em relação aos nutrientes fornecidos, são produtos práticos para ingestão durante atividade e podem servir como

RDA = EAR + 2DP

  • - A RDA é o valor para ser usado para indivíduos e, em razão da grande variação de ingestão, muitas vezes é apropriado para avaliação de ingestão de nutrientes ou planejamento de dietas de grupos populacionais.

INGESTÃO ADEQUADA (AI OU IA)

“Se não houver disponibilidade de evidências para calcular a EAR, logo, não tem-se dados para cálculo de RDA, logo, a IA é usada em substituição”.

Baseia-se na ingestão média de nutrientes observados de forma experimental que parece sustentar o estado nutricional.

A AI supera a RDA em termos de adequação nutricional.

INGESTÃO ADEQUADA (AI OU IA) “Se não houver disponibilidade de evidências para calcular a EAR, logo,
LIMITE SUPERIOR TOLERÁVEL DE INGESTÃO (UL) Onde, “Nível máximo de ingestão de nutrientes que é improvável
LIMITE SUPERIOR TOLERÁVEL DE INGESTÃO (UL)
Onde,
“Nível máximo de ingestão de nutrientes que é improvável
de colocar riscos adversos à saúde de quase todos os
UL = NOAEL ou LOAEL
UF
indivíduos”.
O termo tolerável foi escolhido para evitar implicação de
efeito benéfico.
É
um
teor
que
pode
ser
tolerado
biologicamente.
Normalmente utiliza-se o nível máximo (UL – upper level)
como ponto de corte para suplementos, não podendo
ultrapassar esse ponto, uma vez que a UL é definida como
nível de ingestão onde se tem pelo menos um efeito
adverso significativo.
Refere-se ao valor máximo à ingestão a partir dos
alimentos, alimentos fortificados, água e suplementos.
Entretanto, dada a variabilidade individual,
a
UL
é
Em SUPLEMENTAÇÃO, o nutricionista não deve
ultrapassar a UL.
calculada como sendo uma razão entre a NOAEL (a maior
taxa de ingestão de nutriente sem a observação de efeitos
adversos) ou LOAL (a menor fração que possa causar
algum efeito indesejado) dividida pelos fatores de
incerteza.
O limite superior tolerável de ingestão é determinado
levando-se em consideração:
NOAEL – nível máximo de segurança de ingestão (não
observa-se efeito adverso);
LOAEL – limite de segurança mínimo de ingestão
(observa-se o primeiro efeito adverso); e
UF – fator de incerteza (variação populacional).
Avaliar a necessidade de suplementação será necessária
quando determinado indivíduo apresentar níveis baixos
segundo avaliação sub-clínica ou clínica.
Em suplementação, o nutricionista não deve ultrapassar a
UL de determinado nutriente, frente aos seus efeitos de
toxicidade.
Dessa forma, o profissional deve se atentar ao risco de desenvolvimento de intoxicação ou da possibilidade

Dessa forma, o profissional deve se atentar ao risco de desenvolvimento de intoxicação ou da possibilidade de alteração de função (antioxidante pró-oxidante).

Dessa forma, avalia-se o PSI (ou fator de segurança na população) que denota a chance de se ter efeitos adversos tóxicos, conforme segue:

PSI = UL (MHI + IW) RLV

Onde:

 

-

MHI

média

da maior

ingestão de determinado

nutriente por fonte dietética (percentil 97,5);

-

IW Ingestão potencial de água;

 

-

RLV Valor de referência de determinado nutriente.

Tab. 2: Risco de toxicidade quando se supera a Upper Level.

Dessa forma, o profissional deve se atentar ao risco de desenvolvimento de intoxicação ou da possibilidade
NECESSIDADES TERAPÊUTICAS As necessidades de nutrientes são avaliadas de acordo com a variação da ingestão diária
NECESSIDADES TERAPÊUTICAS As necessidades de nutrientes são avaliadas de acordo com a variação da ingestão diária

NECESSIDADES TERAPÊUTICAS

As necessidades de nutrientes são avaliadas de acordo com a variação da ingestão diária de nutrientes, frente ao risco de deficiência, lembrando que embora exista uma ingestão de referência, há a possibilidade de inadequações frente a esse valor.

Fig. 1: Modelo de Ingestão diária de nutrientes de CUIDADOS DA PRÁTICA DE SUPLEMENTAÇÃO DE NUTRIENTES
Fig.
1: Modelo de Ingestão
diária de
nutrientes
de
CUIDADOS DA PRÁTICA DE SUPLEMENTAÇÃO DE
NUTRIENTES
referência (DRI).
NECESSIDADES TERAPÊUTICAS As necessidades de nutrientes são avaliadas de acordo com a variação da ingestão diária

Em situação em que exista a possibilidade de as reservas do individuo já terem sido depletadas ou em que o individuo já apresente deficiência comprovada de determinado nutriente, é difícil que a alimentação por si só consiga corrigir a deficiência.

O nutricionista deve considerar o diagnóstico global (dados antropométricos, dietéticos, laboratoriais, clínicos, fatores de risco presentes e antecedentes familiares).

Os dados dietéticos devem enfatizar os hábitos atuais e anteriores.

EXAMES DE AVALIAÇÃO BIOFUNCIONAL RISCO CARDÍACO

Têm como objetivo identificar a possibilidade e o potencial risco cardiovascular em pacientes por meio do PERFIL LIPÍDICO.

FATORES DE RISCO:

TG

CT

LDL-C

Apo B

FATORES DE RISCO:  TG  CT  LDL-C  Apo B FATORES DE RISCO INDEPENDENTES

FATORES DE RISCO INDEPENDENTES LpA Homocisteína PCR Fibrinogênio

FATORES PROTETORES HDL-C

Apo A-1

COLESTEROL TOTAL COLESTEROL LDL Fórmula de Friedwald: LDL = Col total – (HDL + TG/5) Essa
COLESTEROL TOTAL
COLESTEROL LDL
Fórmula de Friedwald:
LDL = Col total – (HDL + TG/5)
Essa fórmula não pode ser usada quando os níveis de TG
estão acima de 400 mg/dl.
Classificação
Ótimo
Desejável
Limítrofe
Alto
Muito alto
< 100 mg/dl*
100 - 129 mg/dl
130 – 159 mg/dl
160 - 189 mg/dl
> 190 mg/dl
LDL-PEROXIDADA

Desejável para diabéticos, portadores de DCV e pacientes e alto risco para o desenvolvimento de DCV.

FATORES DE RISCO:  TG  CT  LDL-C  Apo B FATORES DE RISCO INDEPENDENTES

Valores elevados indicam ação indesejável dos radicais livres.

LDL peroxidada é citotóxica e induz à diferenciação e adesão dos monócitos às células endoteliais, sendo associada ao processo de aterosclerose.

FATORES DE RISCO:  TG  CT  LDL-C  Apo B FATORES DE RISCO INDEPENDENTES

HDL COLESTEROL

HDL COLESTEROL Não é recomendada dosagem rotineira para estratificação de risco cardiovascular HOMOCISTEÍNA PLASMÁTICA (HCY) É

Não é recomendada dosagem rotineira para estratificação de risco cardiovascular

HOMOCISTEÍNA PLASMÁTICA (HCY)

É um AA sulfurado não essencial, advém do metabolismo da metionina.

Vários

estudos

sugerem

existir

uma

forte

correlação

Os alimentos contém pouco ou nenhuma homocisteína livre.

inversa

entre

os

níveis

de

HDL-col

e

o

risco

de

aterosclerose

 

Toda homocisteína do corpo humano é derivada da metionina, de proteínas das plantas e animais.

Protetor > 60 mg/dl

 
 

Determinantes nutricionais

TRIGLICERÍDEOS

 

B12

e folato:

deficiência de ambos pode levar a um

moderado ou grave aumento de Hcy sérica, uma vez que ambos estão envolvidos no seu metabolismo.
moderado ou grave aumento de Hcy sérica, uma vez
que ambos estão envolvidos no seu metabolismo.
 B6: Está fracamente relacionada com alterações dos
níveis de Hcy
 Café: uso exagerado (> 4 xícaras/dia) está relacionado
ao
aumento de Hcy, por mecanismo ainda não
identificado
ÍNDICE DE CASTELLI
 Álcool: consumo de 60 drinques/mês (2 a 3 ao dia) foi
associado a elevação dos níveis de Hcy por reduzir a
ingestão e depletar de vitaminas do complexo B
Alguns autores usaram uma correlação entre o colesterol
sérico, o HDL-col e o LDL-col como uma maneira de
visualizar a influência combinada de importantes fatores de
risco de doença coronariana
Atenção: O fumo também foi identificado como um fator
que eleva Hcy.
Valores de referência
ÍNDICE DE CASTELLI I
(col. total / HDL-col)
Masc – até 5,1
Fem – até 4,4
ÍNDICE DE CASTELLI II
(LDL-col / HDL-col)
Masc- até 3,3
Fem – até 2,9
APOLIPOPROTEÍNA A
VITAMINAS PLASMÁTICAS
Maior componente protéico do colesterol HDL e o agente
responsável pela ativação da lecitina-colesterol-
aciltransferase, que catalisa a esterificação do colesterol.
Permite identificar os níveis plasmáticos das vitaminas
mais comuns.
Essa
esterificação
no
HDL
permite
uma
maior
Deste modo, pode-se identificar o conteúdo sérico e
adequar um protocolo de suplementação.
concentração de
maior remoção do colesterol
hepáticos para o fígado.
livre
dos
tecidos
extra-
O mais importante quando
se avalia
as
funções de
vitaminas e minerais é poder determinar o seu local de

Níveis diminuídos de Apo-

HDL COLESTEROL Não é recomendada dosagem rotineira para estratificação de risco cardiovascular HOMOCISTEÍNA PLASMÁTICA (HCY) É

APOLIPOPROTEÍNA A -

HDL COLESTEROL Não é recomendada dosagem rotineira para estratificação de risco cardiovascular HOMOCISTEÍNA PLASMÁTICA (HCY) É

dosagem.

POTENCIAL OXIDATIVO É uma correlação existente entre a produção e a presença de radicais livres e
POTENCIAL OXIDATIVO É uma correlação existente entre a produção e a presença de radicais livres e

POTENCIAL OXIDATIVO

É uma correlação existente entre a produção e a presença de radicais livres e a capacidade antioxidante.

Quanto

a

maior

presença

de

peróxidos

e

menor

a

concentração de antioxidantes endógenos, maior a predisposição ao estresse oxidativo.

POTENCIAL OXIDATIVO É uma correlação existente entre a produção e a presença de radicais livres e
  • - GLUTATIONA PEROXIDASE - VR:

47 U/g Hb

Soro/Plasma: 31 a

SUPERÓXIDO DISMUTASE VR: Soro/Plasma: 750 a 1.200 U/g de Hb

  • - LDL PEROXIDADA VR: Soro/Plasma: Até 0,5 nmol/mg de apoproteína

ANÁLISE ELEMENTAR DE URINA

É a representação corporal dos minerais na urina.

É importante no acompanhamento de suplementação de longo prazo e da terapia de desintoxicação de metais pesados.

Dosagens de minerais essenciais extremamente altas, comparadas com o mineralograma capilar ou níveis séricos, pode denotar reposição via suplementação.

MINERALOGRAMA CAPILAR Não é utilizado para DIAGNÓSTICO. É o exame utilizado por médicos em ortomolecular para
MINERALOGRAMA CAPILAR
Não é utilizado para DIAGNÓSTICO.
É o exame utilizado por médicos em ortomolecular para
auxiliar na terapêutica.
Indica principalmente a presença de metais pesados.
ANALISANDO O MINERALOGRAMA CAPILAR:
ANALISANDO O MINERALOGRAMA CAPILAR:
USO TERAPÊUTICO DE VITAMINAS, MINERAIS E COMPOSTOS DE RELEVÂNCIA NUTRICIONAL -Dose: 15 a 35mg. -Niacina no
USO TERAPÊUTICO DE VITAMINAS, MINERAIS E COMPOSTOS DE RELEVÂNCIA NUTRICIONAL -Dose: 15 a 35mg. -Niacina no
USO TERAPÊUTICO DE VITAMINAS, MINERAIS E
COMPOSTOS DE RELEVÂNCIA NUTRICIONAL
-Dose: 15 a 35mg.
-Niacina no flushing (hipocolesterolemiante), na dose de
1g, é apenas de PRESCRIÇÃO MÉDICA.
B5 (ÁCIDO PANTOTÊNICO)
VITAMINA A
-Não é utilizada dentro dos conceitos da medicina e
nutrição ortomolecular.
-É utilizada principalmente na reparação e na manutenção
do tecido epitelial.
-Pode aumentar a imunidade e auxiliar a cicatrizar úlceras.
-Utilizado como antioxidante.
-Doses de 500 a 1500mcg/dia
-Prioriza-se o uso de betacaroteno.
-Conhecido como vitamina antiestresse.
-É importante na formação de anticorpos e hormônios
adrenais.
-Componente essencial da Coenzima A (esta pode ser
reposta diretamente em 10mcg).
-Doses de 15 a 45mg.
B6 (PIRIDOXINA)
BETACAROTENO
-Parece ajudar a neutralizar a multiplicação celular,
capturando ou neutralizando radicais livres.
-Praticamente não provoca os efeitos colaterais da
vitamina A.
-Em pacientes com hipotireoidismo, deve-se evitar o uso.
-Doses de 10 a 100mg/dia.
-Necessária para adequada função de SNC, síntese de
DNA/RNA, melhora a absorção de B12, al´me de melhorar
sistema imune.
-Utilizada na depuração de homocisteína.
-Sua forma ativa é a piridoxal fosfato. Se prescrita na
forma de cloridrato, pode ser usada de 10 a 100mg.
-Doses de 5 a 10mg/dia (piridoxal fosfato).
B9 (ÁCIDO FÓLICO)
B1 (TIAMINA)

-Auxilia na circulação e hematopoiese. -Participa do metabolismo de CHO, produção de ácido clorídrico e digestão. -Aumenta a atividade mental e função cognitiva. -Efeito positivo OREXÍGENO e na aprendizagem. -Entre as ervas que possuem mais tiamina incluem alfafa, camomila e menta. -Dose: 10 a 20mg.

B2 (RIBOFLAVINA)

-Necessário para formação de energia e hematopoiese. -Auxilia na resposta imune e replicação celular. -Utilizado na prevenção e tratamento de anemias macrocíticas por deficiência de folato. -Utilizado na diminuição de homocisteína e na melhora cognitiva (prevenção de demência precoce). -Doses de 400mcg.

B12 (COBALAMINA)

-Necessário para maturação de hemácias. -Útil no tratamento de anemia macrocítica / perniciosa. -Auxilia na longevidade celular e na melhora cognitiva.

-Necessária na eritropoiese e na resposta inflamatória. -Indispensável nos processos de DESINTOXICAÇÃO, bem como no metabolismo de CHO e LIP. -Atua junto á vitamina A na PROTEÇÃO de MUCOSAS. -Facilita a utilização de oxigênio em PELE, CABELO e UNHAS, por isso é utilizada em fórmulas ANTI-AGING. -Doses: 1 a 20mg.

-Indicada para diminuição de homocisteína plasmática. -Doses: 10 a 100mcg.

B3 (NIACINA)

-Necessária para circulação e integridade de pele (ANTI- AGING). -Auxilia no metabolismo e desintoxicação. -Possui atividade hipocolesterolêmica (niacina no flushing ou hexaniacinato de inositol). Niacina comum é tóxica em doses superiores a 1g.

BIOTINA vitamina C. - Hipoglicemiantes orais e drogas tipo sulfas podem ter parte de sua efetividade

BIOTINA

vitamina C. - Hipoglicemiantes orais e drogas tipo sulfas podem ter parte de sua efetividade reduzida se ADMINISTRADAS JUNTO a dose de vitamina C.

VITAMINA D

-É uma vitamina lipossolúvel de uso comum na suplementação biofuncional e ortomolecular. -É um tratamento efetivo profilático contra osteopenia e osteoporose. -Aumenta imunidade e é necessária para bom funcionamento tireoidiano. -Estimular exposição ao sol 15min, 3 x semana. -Dose usual 400UI ou de 1 a 5mcg. Não ingerir vitamina D sem cálcio.

VITAMINA E -Principal agente antioxidante lipossolúvel inativador de PERÓXIDOS. -Doses baixas de 80 100UI de vitamina E, profiláticas, podem diminuir a incidência de DCV e possibilidade de IAM em pacientes com HF de DCV. -Profilática nas alterações oculares (retinose pigmentosa e catarata). -Em saúde da mulher é indicada em doença fibrocística de mama e TPM.

-Auxilia no CRESCIMENTO CELULAR. -Quantidades suficientes pode prevenir queda de cabelo e saúde da pele. -Conserva
-Auxilia no CRESCIMENTO CELULAR.
-Quantidades suficientes pode prevenir queda de cabelo e
saúde da pele.
-Conserva tecido neurológico e medula óssea.
-Doses de 50 a 200mcg.
-Dose de 100mcg pode prevenir queda de cabelo em
homens.
COLINA
-Necessária para transmissão adequada dos impulsos
nervosos.
-Auxilia na DESINTOXICAÇÃO HEPÁTICA e na síntese de
colesterol.
-Útil no tratamento de Doença de Parkinson e demência
senil.
-Doses de 300 a 1000mg.
-As doses em suplementação variam de 30 a 1200UI.
-Dose mínima: até 100UI (15 a 100mg).
-Dose máxima: 200UI (200mg) – se o paciente for DM, ter
doença cardíaca reumática e hipertireoidismo, a dose
sempre deve ser inferior a 200mg.
-Doses superiores a 200UI podem se tornar
anticoagulantes.
BIOFLAVONÓIDES
INOSITOL
-É necessário para o crescimento do cabelo.
-Proporciona efeito relaxante muscular.
-Auxilia no controle de colesterol sérico.
-A deficiência pode predispor o indivíduo a aterosclerose e
DCV.
-Doses de 100 a 300mg.
-São potencializadores vitamínicos, com efeito
antioxidante.
-Principais: quercetina, rutina e picnogenol.
-Reduzem dores em pés que irradiam para as pernas e
coluna, melhoram dor, edema e hematomas. Ótimo ação
na circulação periférica.
-Estimula o sistema biliar e reduzem CT e LDL-C.
-DOSE: 500 a 1000mg.
•QUERCETINA: 50 a 200mg
•RUTINA: 50 a 200mg
•PICNOGENOL: 50 a 100mg DOSES ELEVADAS podem
VITAMINA C
causar DIARRÉIA.
BORO

-É um dos principais agentes antioxidantes HIDROSSOLÚVEIS. -Inativa o radical HIDROXILA, único RLO que o organismo não possui antioxidante endógeno. - Dentre outras funções, forma ASCORBATO LEUCOCITÁRIO necessário para FAGOCITOSE, estimula INTERFERON e deste modo é importante na resposta imune. -Na antioxidação, atua de forma sinérgica à vitamina E.

-Necessário para metabolismo ósseo e ação simultânea na homeostase de cálcio, fósforo e magnésio. -Aumenta a função mental e auxilia no estado de alerta. -Auxilia na prevenção de osteoporose e crescimento de massa muscular. -Dose usual de 2 a 3mg (boro quelado).

CÁLCIO

-As doses são muito variáveis:

•PROFILÁTICA: 100 250mg; •SUPLEMENTAR: 250 – 500mg indicada para pacientes idosos, fumantes, DPOC, com estresse oxidativo e obesidade; •ORTOMOLECULAR: 500 – 1000mg pacientes com doenças crônicas como pacientes neurológicos, doença reumática ou DCV. - Doses superiores a 1g NÃO SÃO INDICADAS!

ATENÇÃO:

ANALGÉSICOS,

ÁLCOOL,

ANTIDEPRESSIVOS,

ANTICOAGULANTES,

ANTICONCEPCIONAIS

ORAIS

ASSOCIADOS

A

CORTICÓIDES podem DIMINUIR o conteúdo sérico de

-Necessário dentre outras funções, para integridade de sistema ósseo. -Parece auxiliar no sistema circulatório, crescimento e contração muscular. -Diminui pressão arterial (efeito dependente do paciente).

-DOSES:

•Mulheres grávidas, atletas e com potencial de

osteoporose: 1 a 2g/dia;

•Dose usual para população: 600mg.

ZINCO

-Essencial para função enzimática, imune, antioxidante (ZnCu SOD) e do aparelho reprodutor.

-Tratamento de apoio na acne vulgar. -Sempre deve ser suplementado com COBRE (razão ideal 10 16mg de Zn : 1mg Cu). -Doses superiores a 100mg podem deprimir o sistema imunológico do paciente. As doses não devem ser superiores a 50mg (o ideal é até 40mg/dia). Respeitar a correlação com Cu.

MANGANÊS

-Participa como cofator de metabolismo energético, função imune e função antioxidante (MnSOD). -É fundamental em pacientes com anemia ferropriva e deficientes em tiamina e vitamina E. -Funciona melhor quando suplementado com complexo B. -As doses variam de 1 a 4mg. Doses acima de 5mg podem proporcionar sintomas/Doença de Parkinson.

SELÊNIO

-Inibe a ação oxidativa de peróxidos lipídicos (GSH-Px). -Potencializa a ação da vitamina E. Possui ação quimiopreventiva para alguns tipos de tumores (CA mama). -Auxilia na saúde hepática e cardíaca, além de elasticidade de pele (ANTI-AGING). -Doses de 10 a 100mcg (não ultrapassar 100mcg). Ideal ~

50mcg. SILÍCIO -Necessário para formação adequada de colágeno. -É um dos principais minerais em ANTI-AGING e
50mcg.
SILÍCIO
-Necessário para formação adequada de colágeno.
-É um dos principais minerais em ANTI-AGING e
envelhecimento precoce (pele e cabelo).
-Importante na prevenção de Alzheimer e osteoporose.
-Doses de 5 a 25mcg (utiliza-se em torno de 10mcg de
silício orgânico).
- Pode-se prescrever o exsynutriment 150 mg (Orthosilício
Estabilizado em Colágeno Marinho – mais biodisponível,
fornece cerca de 50mcg de Si).
VANÁDIO
-Participa de processos metabólicos necessários à
formação de energia, atuando como co-fator ou ajudando
a acelerar o metabolismo de CHO e lipídios.
-Parece reduzir a síntese de colesterol endógena.
-Aumenta o transporte e oxidação de glicose em
adipócitos.
-Quando combinado com aminoácidos, melhora a
resistência à insulina.
-Atenção ao risco de toxicidade.
  • - Doses de 10 a 40mcg/dia. - ATENÇÃO: PRESCRIÇÃO

MÉDICA PODE ALCANÇAR 100mcg a 2mg/dia!!!!!! - Vanádio quelato tem melhor absorção que o sulfato de vanádio. - Fontes alimentares: pimenta-do-reino, sementes de endro, frutas e vegetais frescos, grãos integrais e frutos do mar.

METILSUFONILMETANO (MSM)

-É a forma oral do dimetilsulfóxido (DMSO). -Utilizado em doenças reumáticas, terapia antioxidante e anti-envelhecimento. -Alto poder analgésico. -Pode ser utilizado em GEL por via oral a 50%, ou em doses de 500mg duas a três vezes ao dia (MÁXIMO DE

1500mg).

ÁCIDO ALFA-LIPÓICO

-Antioxidante misto (hidro e lipossolúvel). -Possui mesmo potencial antioxidante que o DMSO. -Muito importante na terapia de desintoxicação de metais pesados (Hg, Al, Cd). -Dose: 300 a 1000mg. USUAL CLÍNICA: 50 a 150mg.