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FONOLOGIA LEXICAL ~ MODELOS E PRINCIPIOS - SEUNG-HWA LEB TEL-UNICAMP 4 -INTRODUGAO [No Modelo-Padrfo da Fonologia Gerativa (doravante, FG), estabele- «ido por Chomsky 8 Halle(1968), as regras fonolopicasaplicam-se nasal finds sttane ~ ae estuturas de woperficie da sintaxe constituem as formas ‘higjacentes do componente fonoldgico. Nesse modelo, as regras fonoldgi- UBS usadas para explicar as elagBes morflbgies, nfo distinguindo os SShdicionamestos morfoldgleos dos condicionamentes fonol6picos, ot SS, a FO ao diferencia as rogras alofSnicas das rogras alomorfémicas, tc ura o Estruturaismo Americano, que postula tis nivels de repre Sentaca0 ~ fanétieo, fonémico © morfofenémico. Assim, a FG abandona o fivelintermedirio da teoria anterior e passa a excrever a rogras fonoloa- ‘as com of slmbolos de juntira ou com as fronteiras fonologicas tals Saino pats derivar as regularidades fonéticas. Isso numenta a abstra- Spordas regras¢ das represcntagies fonologicas exirspostas sb pela ordem finear nag estabelecendo dstingdo enre as regras fonéiias universais © a ries morfol6gicas de lingas particulares. Conseqientemente, a intuito Befalante nativo 6 ignorada pelas representagbes fonolégicas; em outras ‘alavras, a FG centaiza s generalizacio e a simplificasdo na deserisSo.€ pa Swlicagio de fenémenoe fonoldgicos, introduzindo a representag30 b- Tis os sons abatraos, torando as representagées fonologicas extrem: mente abstratas, de modo que se distanciam da fculdade inatisticn ina {Ds falante nati. Enfim, a FG descreve formalmente os fendmenos fon Tigicos com as regrs fonolOgicas eas fronteias fonoldgicns, para derivar itevepresentagdes fonticas cortetas; no entanto, nfo reserva um Iwas Par ‘interagio entre n fonologiae « morfologia. "No lofeio da Gramatica Gerativa, 0 Iéxico & considerado apenas ‘como uma listagem dos formatives gramaticas ou um conjunto idiossin= Seinco imprevisivel e nBo-organizado, Com o surgimento dos estucos d& Trivfologia © do Iéxico na Craméticn Gerativa, a partir de Chomsky {(1970).'0 léxico tomou-se um componente importante, Siegel (1974) afir~ 7 chm (97 mau que ex compen ico par nt 60 OSD ‘Seco pe ones me, LETRAS DE HOME, Posto Alegre 31,882, p.129137, Junho 1996 sma que as repr de formato das pulvrs slo constnldas de nivel ds {tes oadecados ~ Hipstese de Nivel Ordenado (LOW, "Level Ordering “Hypothesis” Adan a8 as de LOH, Peseta (1979) firm gue & ‘dade todo processo morfoilgico a enada para 0 componente foro} ico, abrindo, eto, o cai para a Farolgia Lexical (danvant, FL) ‘Nat proximas segs incense or movclos a FL eos principio an ‘2-MODELOS. 2.1--Modelo da FL Cléssica ‘ax pieleas verses da FL, charadas por Kaise & Hargas (199) ie FL Cldssiea,enconra-se uma onganizagio alae eondicicnade 00 ‘ico tasferindo uma parte das rerasfonlovias par oxo — una ‘part do cemponent fonolsaco ictegrou-se a0 comporene morflogica. ‘A concepelo sca defendida pela FL €s seguine: a esiratura do leo ‘cemosn de alpins nei (ou estos, em teres de Mabanaa)crdena- os, qe so oF doles dealgumas regrs fooldgicas, alm dos dori ns agama regres morfolyis. "Nomodelo do FL. lates, cx components a fonolgia eda morfo- opis ntoristaram se, de mode que a eras fonl gies relevant ap. came snd de toda rgra morfolgic,cnando uma forma que ¢ ents "k pora ona regra morolipica. A entada de ead process de formacio de palavas & submetia is vegrasfookigieas dos seus nves dnt do rpc Ixico. Em outraspaivas, eters do eco amie aplcae (lo ofcicadaregras. A itera¢o etre as regras morfolgicas 28 fnolb- [ios deriva as repeesctogoeslxiais dina da representa subiacen- te. As epresetages lexeals so spars grads peo Keico ote it- seridas nas erica sntties, permiiem a coasttuipio de sitagmas ara de regras de inserto lexical. Finalmente os signa da sintxe ‘Festam pelo componente fonolieo plencl par terra realizasio fo Détca Em renumo, aa FL hit epresentagtes’represenago bjacen- te, representa lencalerepresenaeo fone” Neste modelo i dois tipos dint de reps fonogicas: um tipo que oe gplica no xo, cus ‘corrsponde 4 ehamadas Regras Lexis; um out tice, ce epics ‘5: na sida da stare, for do lExio © que caresponds bs casas Regras Pis-Lexiais Depois de aplicaczo dis regras poslexials € que a rpecsenlagho fonica se reli As caacesies da fpr eve © ‘5s repr secs podem ser resins ca sepuite man Soe ast oe sen epee gn tc rove eas Metone ) 10 om ‘As reptas lexieis submetem-se & Preservice ‘de Estratura, en terrane een a ete gs a "y) As regraslexieais podem ter exces, endquanso 4555 ss ple nan rob i ora eee ere na i ees wR cat Se an interes me tie ac ae intone akremitietiateneandmnr sone a 122-Modelo de Boal & Rusch (1987) ; even da Cassia er sf conta mosis Hale WASTES cme eo lio nel sc pss Se a Reach (984,198) mote at oar ees ols eal sorcompanes enc oo — SD" St dvi ea po eanpancte west COM aa dope reswavcorpnets UES. teas ue ene compares os coe i ee rg ec tives po oon, Nee Soci og ani care ne Ss el a cana ren cs pene ep Se Fe tor repo dea ates qu wees poe cal an do Pr Condo Cc Eso cer vei ee SL Cl al el Go rmx émecd? orice nna dol mucin qv uta bc fnmveren, cline - —. 2.9 Modelo de Boroweky (1886, 1993) ‘Ness modelo os tne lexis soot rai outen — passa plo componcte fonol6pco« enram no componente nivel 1 de € postive formar noves formas, e depot volam pars ocomponence fnolico.De- pis de complet « morfologs do ave os refed ers pasa pars 1 componente fonoldgio, No nivel 2, existe mn cielo fonakgico anes de trata morologia do nivel 2 ceo da pala. Ese fo implica que hi ‘elo fonldgico sem or procesos morfogics. Depots dese cil, as formas passa pela morflogia do nivel 2 ifermistram-s com a fon0- ogi. Depols ds termina todo oprocesso morfligico do nivel 2a pal ‘ts prosoica — que ¢ 2 sada do nel 2—&Inserida mest fre (Component into), ue ¢, abn, entrada pra fonologa. ‘Osdesagues da eerie Boron poder serresumidos da seguloe te fora: hi cl de palavrs gue transforma oraccal em para ates (4 morfloga do nivel 2; i) his um componente para a fonolgis, que & dominado por prtepio de mov dierent as regras liaise potle- isi) a eras de nvel 2nd se submeter a Preserago da Estrt- ‘que Guna propriade das regrs exis 24— Modelo de FL PROSODICA [Nas pimiras vores a FL, as operasies marly on acess dircto& fonologia del meneia gue das ofeecer os dominios de api> ‘cago deregrasfonol6pias~ os colehets morflésive funciona cam ‘dominio da oplicagto de regrasfoncégias. Exist, no entano,vrios tabathos (Boo) & Roba, 1984, 19R7; Boo) Lieber, 1993; Inkelas, 198, 1993) qu mostra fala de some ete as ests foro ‘age as extras morfoligicas, Segundo Inkeles (1985, 1998), os domi hs das regrasleceale concider com constluints morilgico, n> ‘ini e reps froldgioas nto tn acess dreto para as etuuas mor Tolpis cu para as estuturas sintitiens. Aci, Inkelas (1989, 1993) in. nod s constitutes prosbtis como os dominios da apieazo de re- {gr fonoliieasemorfologicas, motivados independentemente das ex fg nai — man, sa ele nn 8, 1986 He 1. 'A fata da ismarfia entre a estuuras fonolipias © a esituras rmorfligicas € também registra no FB: compestos,cxrametiaiae, oe 24.1 ~Compoctoe (Os eomposts do portaguts mosiam ua eidéea de ita dn iso- smorfia ene a estrutuas mfoligieas e a etruturasfonolgicas ~ 0 a congo &erfoeanene wn alas a osama re te eau pen pan o( 0) ta aa um ‘(guard say xin Eshwe ® ect npn iin lr > ioe 24.2 Extametricaidade (vibitdads) i [Ne dosrilo de repr de acento do poragués (Bil 1992 Lee, 1a) el tein do ilo-verbo do Pornguts do Bai éexamét Miuyis ene elemento enrretico invintel pa f080- Soyer iqano voralttce do o-verb ¢incildo pea formar ¢ ovapaleya, (2) ces esi mine be (ea, (002) ©) alo > tive ‘eta > mato (0s exemplon de (2) most que a vga! tema do no-werbo & cntrainen Em (38), a presenga da vogaltemitica na plaea derived ca que, no proces detivaconsl do PB a voga emis fra» ‘ase junto go recs 2.49 -Paradoxo de Orden J ‘Ne FL eleic, hum yetho problema, chard “paradox de o- de siz de vel 1 nko poem reser os suse de nivel o ® ote ry XK ‘Bij & Liber (1993) mostra que a etruaca origi een: ‘eda esta fonolaic, como em 3