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CURSO SUPERIOR DE ENGENHARIA CIVIL

FABRÍCIO GOMES LAMBERTI

DEFINIÇÃO DA CORRELAÇÃO DE ENSAIO DCP E GRAU DE


COMPACTAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO

Caxias do Sul
2018
FABRÍCIO GOMES LABERTI

DEFINIÇÃO DA CORRELAÇÃO DE ENSAIO DCP E GRAU DE


COMPACTAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO

Trabalho apresentado ao Curso de Engenharia


Civil, do Centro Universitário Uniftec como
parte dos requisitos para avaliação da unidade
curricular de TCC I.

Orientador: Prof Me. BRUNO DENARDIN DA ROSA

Caxias do Sul
2018
FABRÍCIO GOMES LAMBERTI

DEFINIÇÃO DA CORRELAÇÃO DE ENSAIO DCP E GRAU DE


COMPACTAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO

Trabalho apresentado ao Curso de Engenharia


Civil, do Centro Universitário Uniftec como
parte dos requisitos para avaliação da unidade
curricular de TCC I.

Aprovado em ___/____/____

BANCA EXAMINADORA

___________________________________________
Professor Orientador: Me. BRUNO DENARDIN DA ROSA

__________________________________________
Professor Avaliador: Esp. ou Me ou Dr. Xxxx Xxxx

__________________________________________
Professor Avaliador: Esp. ou Me ou Dr. Xxxx Xxxx

Caxias do Sul
2018
DEFINIÇÃO DA CORRELAÇÃO DE ENSAIO DCP E GRAU DE
COMPACTAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO

Fabrício Gomes Lamberti


fabriciolamberti.engcivil@gmail.com

Bruno Denardin da Rosa


Endereço de e-mail

Resumo: É uma descrição sumária da totalidade do TCC utilizando-se 150 a 500 palavras, são destacados os
objetivos, o método, os resultados e conclusões mais importantes. Deve ser utilizada fonte 10, espaçamento
simples em um único parágrafo, de forma discursiva afirmativa e não apenas uma lista de tópicos. O verbo
utilizado deve estar na terceira pessoa. A ideia central do texto deve aparecer logo na primeira frase e, sequência
informar a forma da pesquisa.

Palavras-chave: Xxxxx. Xxxxx. Xxxxx. Xxxxx. Xxxxx.


DEFINIÇÃO DA CORRELAÇÃO DE ENSAIO DCP E GRAU DE
COMPACTAÇÃO DE ATERRO RODOVIÁRIO

Fabrício Gomes Lamberti


fabriciolamberti.engcivil@gmail.com

Bruno Denardin da Rosa


Endereço de e-mail

Abstract: It is a summary of the entire TCC using 150 -500 words, objectives, methodology, results and important
findings are highlighted. It should be used font size 10, single spaced in a single paragraph, affirmative discourse
and not just a list of topics. The verb used must be in the third person. The central idea of the text should appear
soon in the first sentence and, after informing the form of research.

Key-words: Xxxxx. Xxxxx xxxxx. Xxxxx. Xxxxx.


LISTA DE ABREVIATURA E SIGLAS

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas


DCP Dynamic Cone Penetrometer
ASTM D-6951 Standard Test Method for Use of the Dynamic Cone
Penetrometer in Shallow Pavement Applications
γs Peso específico seco

γs máx Peso específico seco máximo


h ót Umidade ótima em porcentagem
h Umidade em porcentagem
ɡ Gramas
mm Milímetros

γh Massa específica do solo úmido, em ɡ/cm³

V volume do solo compactado, em cm³


SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO

2 OBJETIVOS E JUSTIFICATIVA (POSSO CRIAR UM CAPÍTULO NOVO OU


CONTEXTUALIZAR OS DOIS JUNTOS)

2.1 OBJETIVO GERAL (O que se pretende alcançar ao término da pesquisa)

2.2OBJETIVO ESPECÍFICO (etapas que devem ser cumpridas para se atingir o objetivo
geral) (verbos no INFINITIVO)

3 REFERÊNCIAL TEÓRICO

3.1 COMPACTAÇÃO
Entende-se por compactação do solo, a energia aplicada por meio mecânico ou manual, que
tem por finalidade a redução do volume de vazios, ou seja, expulsão do ar quando o solo
submetido a compressão. O processo de compactar o solo, difere-se de outro tipo de
densificação, como o adensamento, esse é um processo lento e de expulsão da água presente
nos vazios do solo. (MASSAD, 2010).
Conforme Caputo (1988), Ralph R. Proctor, na década de 1930, constatou que o
aumento do peso específico de um solo estava diretamente relacionado a dois fatores: ao teor
de umidade e a energia de compactação. Assim, essa observação serviu para o início dos estudos
a fim de relacionar qual seria a melhor umidade para se atingir um máximo de compactação a
uma certa energia aplicada, ou seja, atingir uma umidade ótima e um peso específico seco
máximo.
A obtenção de maior massa específica aparente possível de um solo por meio da
aplicação de energia mecânica implica-se obter a maior quantidade de partículas
sólidas por unidade de volume, o que resulta aumentar a resistência desse solo. (DE
SENÇO, 2007).
A compactação tem como objetivo principal conferir a obras civis, como
pavimentação, barragens, aterros rodoviários, entre outras obras de terra, maior
homogeneização e melhoria nas suas propriedades mecânicas de engenharia. Um solo bem
compacto melhora a sua permeabilidade e é fator de segurança e estabilidade na execução dos
projetos. (CAPUTO, 1988).
3.2 ENSAIO DE LABORATÓRIO: ENSAIO DE COMPACTAÇÃO PROCTOR
Proctor padronizou o ensaio em torno de 1930, aonde criou um método para compactar
uma porção de solo variando a porcentagem de umidade, para uma energia aplicada. Esses
parâmetros permitiram criar a curva de compactação ou diagrama de Proctor, a qual a curva
peso específico seco (γs), em função da umidade (h), permitia definir um ponto ótimo de

compactação. Assim era possível obter então um peso específico seco máximo (γs máx) e uma
umidade ótima (h ót). (MASSAD, 2010).

Figura 1 - Curva de compactação

Fonte: (Massad, 2010)


No Brasil o ensaio de Proctor foi padronizado pela ABNT(NBR7.182/86), tendo sua
última atualização em 2016. A norma visa estabelecer parâmetros mínimos a seguir em relação
a aparelhagem para execução, a energia de compactação imposta nos ensaios, os métodos para
a realização e os cálculos e expressões dos resultados.

3.2.1 Execução do ensaio


Basicamente indica-se como métodos alternativos de compactação as seguintes
opções. ABNT(NBR7.182/2016):
 Com reuso de material e secagem prévia até a umidade higroscópica;
 Sem reuso de material e secagem prévia até a umidade higroscópica;
 Com reuso de material, sobre amostras preparadas a 5% da umidade ótima
presumível;
 Sem reuso de material, sobre amostras preparadas a 5% da umidade ótima
presumível;
 Sem reuso de material, sobre amostras preparadas a 3% acima da umidade
ótima presumível.
O ensaio começa ao pegar uma porção do solo seco ao ar (umidade higroscópica) e
adiciona-se água até que o solo fique com cerca de 5% de umidade abaixo da umidade ótima
estimada. A umidade ótima corresponde aproximadamente a linha hiperbólica que apresenta
um grau de saturação entre 80 e 90%. (MASSAD, 2010). Ao adicionar essa quantidade de água
inicial, deve-se homogeneizar o material para distribuir a umidade e desmanchar possível
torrões.
Conforme DAER-RS (2001), “O início do processo de agregação ocorre quando ao
tomarmos uma porção de solo que foi pressionada com a mão é capaz de manter a sua forma
quando a mão abrir”.
Após esta etapa, coloca-se a amostra em um molde cilíndrico padrão até um terço de
sua altura útil, e então inicia-se a compactação do solo com a utilização de soquetes,
submetendo-o a um número de golpes padronizado. Esse processo é repetido mais duas vezes,
totalizando três camadas com altura superior máxima de 10mm de solo compactado em relação
ao cilindro, excesso esse que deve ser removido. ABNT(NBR7.182/2016).
Pesa-se então o conjunto molde e solo e verifica-se a massa úmida do solo compactado,
retira-se do corpo de prova uma amostra do seu interior para a verificação da umidade, e por
fim, com posse desses dois valores, massa úmida do solo compactado e a umidade, é possível
verificar a primeira massa específica aparente seca e lançar o primeiro ponto no diagrama de
Proctor. (MASSAD, 2010).
Para finalizar o ensaio e obter os pontos do diagrama de Proctor, repete-se os processos
citados acima e aumenta-se a umidade gradativamente em cerca de 2% a cada ponto gerado,
até totalizar cinco pontos, dois no ramo seco, um próximo a umidade ótima, preferencialmente
no ramo seco e dois no ramo úmido da curva, assim conclui-se o ensaio.
ABNT(NBR7.182/2016).
Figura 2- Curva de compactação pontos plotados

Fonte: Puc Goiás


Essa é a representação gráfica dos pontos gerados no ensaio de compactação
Proctor, aonde determina-se então, um ponto máximo de compactação.
A primeira explicação para o formato da curva de Proctor envolve o conceito de
lubrificação. No ramo seco da curva, isto é, abaixo da umidade ótima, à medida que
se adiciona água, as partículas de solo se aproximam diante do efeito lubrificante da
água, no ramo úmido (acima da umidade ótima), a água passa a existir em excesso, o
que provoca um afastamento das partículas de solo e consequente diminuição do seu
peso específico. (MASSAD, 2010)

3.2.2 Características e aparelhos de execução


A norma estabelece dois cilindros e dois soquetes padrão para a realização dos
ensaios, estes recebem o nome de: Ensaio Proctor Normal, Intermediário e Modificado. Para
cada cilindro utilizado (pequeno ou grande), existe uma referência em relação ao tipo de ensaio,
ou seja, qual o soquete a utilizar, energia de compactação e número de camadas para a execução.
Abaixo segue a descrição dos aparelhos e das características referentes a eles.
ABNT(NBR7.182/2016):
 Molde cilíndrico pequeno (cilindro de Proctor), com volume útil de 1000 cm³
± 10cm³.

Figura 3- Molde cilíndrico pequeno

Fonte: ABNT(NBR7.182/2016)
Compreende-se também nesse molde, sua base e um cilindro complementar de mesmo
diâmetro, denominado de “colarinho”.

Figura 4 - Características para o cilindro pequeno

Fonte: ABNT(NBR7.182/2016)
A figura acima refere-se as opções de ensaio com a utilização do cilindro pequeno.
 Molde cilíndrico grande [cilindro de ISC (CBR – California bearing ratio)],
com volume útil do molde de 2085cm³ ± 22cm³.
Figura 5 - Molde cilíndrico grande

Fonte: ABNT (NBR7.182/2016


O molde cilindrico grande compreende a sua base, o cilindro complementar
(colarinho) e um disco espaçador metálico.

Figura 6 - Característica do cilindro grande

Fonte: ABNT (NBR7.182/2016


A ilustração acima faz referência as características possíveis dos ensaios utilizando o
cilindro grande.
Além dos moldes, a padronização dos soquetes para a compactação é caracterizada da
seguinte maneira. ABNT(NBR7.182/2016):
 Soquete pequeno;
Figura 7- Soquete pequeno

Fonte: ABNT(NBR7.182/2016)
O soquete pequeno, consiste em um soquete metálico com massa de (2500 ± 10) ɡ e
um guia de controle de queda com (305 ± 2) mm.
 Soquete grande;
Figura 8 - Soquete grande

Fonte: ABNT(NBR7.182/2016)
O soquete grande compreende em um cilindro metálico com massa de (4.536 ± 10) ɡ
e um guia de controle de queda de (457 ± 2) mm.
3.2.3 Energia de compactação e tipos de solo
Como o γs máx e a h ót não são índices físico dos solos, o efeito da energia de
compactação por unidade de volume usada nos ensaios, afeta diretamente a compactação o solo.
Assim, se o esforço de compactação por unidade de volume se alterar, o diagrama de Proctor
também será alterado. (DAS, 2013).
Esse efeito de energia de compactação aplicada, é válido somente quando o solo se
encontra com a umidade abaixo da h ót, pois maior energia acima da umidade ótima, provoca o
efeito de solo “borrachudo” , que é quando o solo encontra-se em um estado de quase saturação
e a energia aplicada passa a ser transferida para a água, que comporta-se com um material
elástico. (MASSAD, 2010).
A variação da energia de compactação assume importância quando se pretende
construir e pavimentar uma estrada. A pavimentação imediata de um trecho novo
(onde não se conta com a compactação adicional do tráfego) exige sejam os aterros
compactados de forma tal que os recalques não prejudiquem o pavimento. (DE
SENÇO, 2007).

Figura 9 - Energia de compactação dos ensaios

Fonte: MASSAD (2010)


A figura acima cita as energias de compactação para cada tipo de ensaio e suas
características, relacionando a altura de queda, número de golpes e a massa do soquete.
Figura 10 - Diferentes energias para um mesmo solo

Fonte: DAS (2010)

A ilustração acima constata a influência da energia de compactação para um mesmo


solo, com números de golpes diferentes abaixo da linha de umidade ótima, conferindo um
aumento de energia de compactação por unidade de volume, assim como o peso específico seco
máximo.
Segundo DAS (2010), as propriedades de cada solo também afetam em uma melhora
no peso específico seco máximo e no teor de umidade ótimo. Isso por que cada tipo de solo tem
suas propriedades físicas prórpias, como tamanho dos grãos e a distribuição granulométrica.
Figura 11 - Curva de compactação para solos diferentes

Fonte: DAS (2010)


Acima é possível verificar como se comporta o diagrama de Proctor para diferentes
tipos de solo. Em solos argilosos o aumento do peso específico seco é gradual com o aumento
da umidade, já em solos arenosos, observa-se uma pequena tendência a queda do peso
específico seco inicial com o aumento gradual da umidade. (DAS, 2013).
A redução inicial do peso específico seco em função do aumento do teor de umidade
pode ser atribuída ao efeito de tensão capilar. Em teores de umidade menores, a tensão
capilar na água do poro inibe a tendência que as partículas têm de se movimentar e se
organizar de forma mais compacta. (DAS, 2013).

3.2.4 Cálculos
Os cálculos para a obtenção dos valores necessários para a plotagem do gráfico de
compactação de Proctor, tem as seguintes expressões. DNIT-ME129(1994):
 Teor de umidade de cada compactação (h);
𝑃ℎ−𝑃𝑠
ℎ= x100
𝑃𝑠
Onde:
h = teor de umidade em porcentagem;
Ph = massa da amostra úmida;
Ps = massa da amostra seca.

 Massa específica aparente do solo úmido para cada compactação (γh):


𝑃ℎ
𝛾ℎ =
𝑉

Onde:

γh = massa específica do solo úmido, em ɡ/cm³;


Ph = massa da amostra úmida;
V = volume do solo compactado, em cm³ (capacidade do molde).
 Massa específica aparente do solo seco, após cada compactação γs;
100
γs = 𝛾ℎ 𝑥
100 + ℎ

Onde:

γs = massa específica aparente seca, em ɡ/cm³;


γh = massa específica do solo úmido, em ɡ/cm³;
h = teor de umidade do solo compactado.

3.3 COMPACTAÇÃO DE CAMPO


REFERÂNCIA BIBLIOGRÁFICA

CARVALHO, Ronaldo Gonçalves de. Correlações entre os ensaios DCP e CBR para solos
saprolíticos de textura fina. São José dos Campos: ITA, 2005. Dissertação (Mestrado em
Engenharia de Infraestrutura Aeronáutica) – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, 2005.

TORRES, Vanessa Corrêa de Andrade. Ensaio de cone de penetração dinâmica para


controle de compactação de vias urbanas na cidade de Curitiba/PR. Curitiba: UTFPR,
2017. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil) – Universidade
Tecnológica Federal do Paraná, 2017.

BENEVIDES, Larissa Dantas. Avaliação do uso do DCP em areia para controle da


capacidade de carga em fundações diretas e controle de compactação de aterros. Natal:
UFRN, 2012. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil) – Universidade
Federal do Rio Grande do Norte, 2012.

FERNANDES, Ramon. Desenvolvimento da correlação entre os ensaios DCP e CBR


estudo de caso: Pista de testes. Joinville: UFSC, 2015. TCC (Engenharia de Infraestrutura);
Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Joinville, 2015.

http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/2386/material/IV%20-
%20Compacta%C3%A7%C3%A3o%20dos%20Solos.pdf: ACESSO EM 20 DE SETEMBRO
DE 2018