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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS


ENGENHARIA QUÍMICA
ELETROTÉCNICA GERAL

PARTIDA DIRETA DE MOTORES DE INDUÇÃO A CONTATOR

JACQUELINE COSTA DOS SANTOS (201411155)


MARIANA MEIRELES AMARAL (201411324)
PAULO VISCO BITENCOURT BORGES (201210299)

FEVEREIRO DE 2016
ILHÉUS-BAHIA
INTRODUÇÃO

O motor de indução trifásico é o motor de corrente alternada mais comum e de


mais simples e robusta construção. O seu nome deriva do facto de que a corrente no rotor
não provém directamente de uma fonte de alimentação, mas é induzida nele pelo
movimento relativo dos condutores do rotor e do campo girante produzido pelas correntes
no estator.

O motor de indução consiste de duas partes principais:

1. O estator, a parte fixa, que consiste de enrolamentos alojados nas ranhuras


existentes na periferia interna de um núcleo de ferro laminado (carcaça). Os
enrolamentos do estator são alimentados com tensão trifásica, que produz um
campo magnético que gira com velocidade síncrona.
2. O rotor, que é construído em dois tipos: (a) rotor bobinado; e (b) rotor em curto-
circuito, ou gaiola de esquilo (ou simplesmente gaiola). Os núcleos magnéticos de
ambos os tipos são de ferro laminado.

O rotor bobinado consta de um núcleo em tambor, provido de ranhuras onde são


alojados enrolamentos semelhantes ao do estator, e produzindo o mesmo número de
pólos. No motor trifásico estes enrolamentos são geralmente ligados em estrela, e as três
extremidades livres dos enrolamentos são ligadas a três anéis colectores montados no
eixo, permitindo a inserção de resistências variáveis em série em cada fase.

O rotor tipo gaiola consta de um núcleo em tambor, providos de ranhuras, nas


quais são alojados fios ou barras de cobre curto-circuitados nos extremos por anéis.

O princípio de funcionamento do motor de indução é o seguinte: O estator está


ligado à fonte de alimentação CA. O rotor não está ligado eletricamente a nenhuma fonte
de alimentação. Quando o enrolamento do estator é energizado através de uma
alimentação trifásica, cria-se um campo magnético girante. À medida que o campo varre
os condutores do rotor, é induzida uma fem nesses condutores ocasionando o
aparecimento de uma corrente elétrica nos condutores. Os condutores do rotor,
percorridos por corrente elétrica, interagem com o campo magnético girante do estator
para produzir um torque eletromagnético que atua sobre os condutores do rotor fazendo-
o girar.
Entretanto, como o campo do estator gira continuamente, o rotor não consegue se
alinhar com ele. A velocidade do rotor é sempre menor que a velocidade síncrona
(velocidade do campo girante).

De acordo com a Lei de Lenz, qualquer corrente induzida tende a se opor às


variações do campo que a produziu. No caso de um motor de indução, a variação é a
rotação do campo do estator, e a força exercida sobre o rotor pela reação entre o rotor e o
campo do estator é tal que tenta cancelar o movimento contínuo do campo do estator. Esta
é a razão pela qual o rotor acompanha o campo do estator, tão próximo quanto permitam
o seu peso e a carga. O motor de indução tem corrente no rotor por indução, e é semelhante
a um transformador com secundário girante. É impossível para o rotor de um motor de
indução girar com a mesma velocidade do campo magnético girante. Se as velocidades
fossem iguais, não haveria movimento relativo entre eles e, em conseqüência, não haveria
fem induzida no rotor. Sem tensão induzida não há conjugado (torque) agindo sobre o
rotor.

O motor de indução também é conhecido por motor assíncrono, exatamente por


não poder funcionar na velocidade síncrona. A diferença percentual entre as velocidades
do campo girante e do rotor é chamada de deslizamento (S de “slip”, ver Fig. 2-10). O
deslizamento também é comumente chamado de escorregamento. Quanto menor for o
escorregamento, mais se aproximarão as velocidades do rotor e do campo girante
(velocidade síncrona). A velocidade do motor de indução cai, com cargas pesadas.
Realmente, apenas pequenas variações de velocidade são necessárias para produzir as
variações na corrente induzida para atender às alterações normais de carga. A razão disto
é a resistência muito baixa do enrolamento do rotor (barras de cobre). Por este motivo, os
motores de indução são considerados motores de velocidade constante.

Contato de Selo

Basicamente, contato de selo é o nome dado à uma configuração entre contatores


e botões de acionamento que, cria uma memória de acionamento. Todo o conceito se
baseia nesta memória, ou seja, se alguém acionar um contato de selo (apertar um botão
de ativar), o sistema é ligado e, mesmo soltando o botão de acionamento, o sistema
continua ligado (exemplo um motor elétrico). O efeito memória justamente mantém o
sistema ligado (substitui manter o botão acionado) sem adição de componentes
eletrônicos (apenas alguns fios interligados).
1. OBEJTIVOS

 Explanar sobre o princípio de funcionamento do motor de indução trifásico;


 Identificar a finalidade do contato de selo;
 Familiarizar –se com a montagem de circuitos de comando e circuitos de força;
 Identificar os componentes e suas partes de acordo com a simbologia adotada.

2. PARTE EXPERIMENTAL

1.1 MATERIAIS:

 3 fusíveis de 6A (placa P052);


 1 disjuntor – motor (Placa P068);
 1 botão NA (Placa P061);
 1 botão NF (placa P020);
 1 contator tripolar com 1 contato de comando NA acoplado (placa p053);
 1 motor trifásico (placa P003);
 1 lâmpada sinalizadora cor vermelha (placa p067).

1.2 PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DO EXPERIMENTO:

Inicialmente montou-se o circuito elétrico da Figura 1 do roteiro experimental, em


seguida pressionou-se o botão S12 observando o que acontecia.

Montou-se o circuito elétrico da Figura 2 do roteiro experimental, em seguida deu-se


partida no motor utilizando os botões S12, S13 e S14.