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GESTÃO DO CAPITAL INTELECTUAL DE TI

SOARES, Rivaldo Teixeira 1


GONÇALVES, Marcelo Carneiro 2

RESUMO

No contexto da Knowledge Economy (Economia do Conhecimento), observa-se que


o Capital Intelectual vem assumindo uma participação crescente no que diz respeito
ao ativo organizacional. Dessa forma, o diferencial competitivo não baseia apenas
na capacidade produtiva da organização, mas em seu potencial de inovação. Nisto,
aloca-se tanto o setor de Tecnologia da Informação (TI) quanto a Gestão do
Conhecimento (GC). Destaca-se que as organizações de TI necessitam se inovar
continuamente a fim de que gere uma vantagem competitiva, portanto, considera-se
que o capital intelectual no novo modelo econômico leva uma relação intrínseca com
a estratégia empresarial. O artigo baseia-se em tais premissas para a condução de
um estudo bibliográfico, exploratório e qualitativo, tendo como objetivo geral: analisar
a Gestão do Capital Intelectual e a sua importância no setor de Tecnologia da
Informação. Concluiu-se que o Capital Intelectual está baseado em quatro pontos
Capital Humano, Conhecimento Tácito, Conhecimento Explícito e Conhecimento
Estrutural. Com efeito, destaca-se que a gestão o setor de TI, mas também vale
para outros setores, precisa realizar a combinação desses quatro fatores a fim de
aumentar a performance em seus processos. Entretanto, muitas organizações
desprezam a GC, levando a migração para o trabalho informal e criação de novas
empresas. Portanto, há emergência no fomento de um ambiente propício para um
enfoque maior no funcionário do setor de TI, o que acentuaria a possibilidade de
inovação, agregação de valor para o cliente e, consequentemente aumento nos
lucros da organização.

Palavras-chave: Economia do Conhecimento. Gestão do Capital Intelectual. Gestão


do Conhecimento. Tecnologia da Informação.

1 Graduado em Logística. MBA em Planejamento e Gestão Estratégica. MBA em Controladoria e


Finanças. Aluno do curso de Pós Graduação em Gestão da Tecnologia da Informação, Uninter.
2 Graduado em Engenharia de Produção. Mestre em Engenharia de Produção e Sistemas.

Doutorando em Engenharia de Produção e Sistemas. Especialista em Metodologia do Ensino na


Educação Superior.
1. INTRODUÇÃO

O avanço tecnológico trouxe modificações para a sociedade e para a


economia mundial, a qual assumiu uma nova conjuntura e proporcionou para as
organizações assumirem um modelo mais dinâmico. Retrata-se que o mercado de
trabalho, tal como ocorreu em todas as esferas sociais, também acabou sendo
modificado a fim de que pudesse se alinhar e adequar com os novos objetivos
organizacionais (CASTELLS, 2007).
Ao observar as transformações no mercado de trabalho, ressalta-se que ao
contrário do que existia no século XX, caracterizado por uma busca de funcionários
e maior produtividade, porém com a conversão da sociedade baseada na tecnologia,
juntamente com advento da globalização trouxe uma nova perspectiva desse
modelo de empregado (MALAVSKI; LIMA; COSTA, 2010). Por meio dessas
alterações na economia e na sociedade, fez com que diversos setores se
readéquem suas estruturas e modelo de gestão (ALVES; AMARAL; RONKOSKI,
2016).
Nesse contexto é que se insere o capital intelectual, base da economia do
conhecimento (SANTOS et al., 2008). Adentrando por essa narrativa é que se
encontra os serviços da Tecnologia da Informação (TI), uma área que depende do
capital intelectual para sua expansão e consolidação no ambiente organizacional. A
globalização trouxe para as organizações maior acirramento competitivo, fazendo
com que elas utilizem de novos artifícios, dentre eles a TI, para o fomento de novas
estratégias e auxílio na tomada de decisões mercantis (ROSSETTI; MORALES,
2007).
Partindo dessa premissa de estudo salienta-se que a economia do
conhecimento é baseada em ativos tangíveis – físicos e mensuráveis – e intangíveis
– capital intelectual. Dessa forma, o valor da organização não se fundamenta
apenas na qualidade do produto ou da agilidade do processo, mas também na
capacidade de gerir os talentos existentes na corporação (CAVALCANTI; GOMES,
2001).
A alta rotatividade de colaboradores no mercado de trabalho é um dos
maiores entraves na economia brasileira, segundo o Departamento Intersindical de
Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE, 2011). Com a crise político-
econômica brasileira ressalta-se que ela é um agravante para o mercado de
trabalho. Como demonstrado por Pereira (2015) e Costa (2015) a mão de obra na
área de TI é escassa, considerando o nível de expertise desses trabalhadores, o que
leva a alta valorização quando se encontra tais indivíduos no mercado de trabalho.
Em suma, tal valorização também acarreta maiores ofertas de trabalho para um
número específico de profissionais, gerando consequentemente maior necessidade
para compensação, atração e consolidação desses indivíduos.
Sob a compreensão dessas perspectivas é possível elencar o seguinte
problema: A gestão do capital intelectual consegue atrair e consolidar os
profissionais da Tecnologia da Informação? E, mais: Qual a importância do capital
intelectual nas organizações contemporâneas e de que maneira isso impacta os
serviços de TI?
A pesquisa se justifica ao estudar a importância da Gestão do Capital
Intelectual nos serviços de Tecnologia da Informação, por causa da evidencia da
temática na economia contemporânea, baseada no conhecimento.
Percebe-se assim que essa temática é de alta relevância para os profissionais
de Tecnologia da Informação, como também para as organizações, uma vez que
atenua a possibilidade de rotatividade e melhor procura de mão de obra.
Na finalidade de promover uma pesquisa mais fidedigna com o tema e a
problemática elenca-se o seguinte objetivo, no qual se fundamentará o estudo,
sendo ele: analisar a Gestão do Capital Intelectual e a sua importância no setor de
Tecnologia da Informação. Para tanto, elenca-se três especificidades para o estudo:
I) Relacionar a economia do conhecimento e o capital intelectual nas organizações
contemporâneas; II) Investigar a gestão do capital intelectual; III) Demonstrar a
relação entre Tecnologia da Informação e a Gestão do Capital Intelectual.
Quanto a metodologia utilizada para o estudo baseia-se nas concepções de
Gil (2007) e Fonseca (2002). Assim, adota-se a abordagem qualitativa com
embasamento no objetivo de estudo exploratório, dando maior compreensão ao
problema em análise e o procedimento bibliográfico, baseando-se em artigos
acadêmicos, dissertações e teses de doutorado.
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2.1. A economia do conhecimento e o capital intelectual

O novo modelo societário, denominado como sociedade do conhecimento e


fundamentada na expertise gera uma economia que atrela essa perspectiva, não se
enraizando apenas em ativos tangíveis, mensuráveis, mas, em intangíveis ao seu
balanço patrimonial (ALVES; AMARAL; RONKOSKI, 2016). Especificamente, no
caso brasileiro, observa-se a Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, a qual
reconhece a existência de ativos intangíveis em organizações (BRASIL, 2007).
A perspectiva da legislação brasileira acorda com entendimento de que a
existência do capital intelectual não se baseia no porte, nicho de mercado ou
nacionalidade das organizações (GOMES; REZENDE, 2015). Embora alegue-se
constantemente essa perspectiva de conhecimento e economia do conhecimento,
deve-se atentar para o conceito. Para tanto, se faz o uso do entendimento filosófico
que leva a divisão em três áreas: teórico, prático e produtivo (SANTOS et al., 2008).
O conhecimento teórico é aquele se pauta em busca individualista, ou seja,
para o próprio entendimento e discernimento do indivíduo. O prático está
relacionado em propor uma ação ou uma visão sobre um determinado problema. Por
sua vez, o produtivo é um tipo de conhecimento que auxilia no fomento de algo ou
na melhoria de alguma coisa já existente (CARMO, 2013).
Em Afonso (2015) ao salientar sobre essas especificidades de modo sutil,
destaca a importância do Ensino Superior para a efetivação e consolidação da
economia do conhecimento. Ou seja, compreende-se que ela está condicionada a
própria ciência e é evolutiva. Assim, nem todas as sociedade e nações estão
baseadas na economia do conhecimento, uma vez que essa ressalva é premissa
imprescindível para a evolução da sociedade e da nação (FAVARO; TUMOLO,
2016).
Nesse sentido, compreende-se que a criação, o desenvolvimento e a
utilização do conhecimento estão pautados em dois campos principais, no Estado e
nas organizações, isto é na indústria. Portanto, o protagonismo da universidade se
dá pela consolidação do conhecimento por aspecto teórico (STRASSBURG et al.,
2014; SOUZA, et al., 2014).
Voltando-se a pesquisa de Strassburg et al. (2014) percebe-se que a
Knowledge Economy se pauta, sobretudo, na substituição do modelo de indústria
baseada no capital para uma intensificação no conhecimento. Essa característica de
conhecimento intensivo gera mudanças também na sociedade já que as
transformações tecnológicas, administrativas e econômicas trazem uma nova
perspectiva sobre o funcionário, propiciando que aprendizado e desenvolvimento se
tornem conceitos intrínsecos e indissolúveis (ROSSETTI; MORALES, 2007).
A linha central da relação entre capital intelectual e economia do
conhecimento está firmada na unificação entre desenvolvimento e inovação. Ou
seja, o diferencial competitivo é enfatizado pelo nível de conhecimento difundido na
organização e a que nível se consegue converte-lo em ativo estratégico
(STRASSBURG et al., 2014; ROSSETTI; MORALES, 2007).
Permeando-se em Stewart (2001, p. 35) encontra-se que o:

Capital intelectual é a soma do conhecimento de todos em uma


organização, o que lhe proporciona vantagens competitivas; é a capacidade
mental coletiva, a capacidade de criar continuamente e proporcionar valor
de qualidade superior.

Por essas perspectivas apresentadas, ressalta-se que a informação assume o


papel de insumo básico e imprescindível para a execução de atividades
organizacionais contemporâneas. Desse modo, a informação atesta a possibilidade
de melhor tomada de decisões e permite que a organização se posicione em seu
nicho de mercado dando valor para a marca ao agregar valor para o cliente (FREIRE
et al., 2012).
Em Beuren (2000, p. 43) cita-se que:

A informação é fundamental no apoio às estratégias e processos de tomada


de decisão, bem como no controle das operações empresariais. Sua
utilização representa uma intervenção no processo de gestão, podendo,
inclusive, provocar uma mudança organizacional, à medida que afeta os
diversos elementos que compõem o sistema de gestão. Esse recurso vital
da organização, quando devidamente estruturado, integra as funções das
várias unidades da empresa, por meio dos diversos sistemas
organizacionais.

Nesse contexto, ressalta-se em Weschter (2007) afirma que tal espiral é


oriunda de indivíduos. Portanto, o conhecimento gera novos ideais e ideias, sendo
um processo evolutivo e contínuo como apresentado na figura elaborada por
Carmago (2005), demonstrada na figura 01.
O’Brien e Marakas (2013) salientam que as organizações difusoras de
conhecimento dividem a exploração desse ativo em dois grupos: conhecimento
tático – caracterizado de “como fazer”, alocado no indivíduo, no trabalhador – e o
conhecimento explícito – existente por meio das informações, dados, armazenadas
em arquivos e afins.
Freire et al. (2012) considera que o conhecimento não é estático, ou seja, sua
ação é mutável alterando-se constantemente fornecendo a organização alternativas
constantes para a melhoria de seus processos e produtos. Por isso, a economia do
conhecimento é essencial para as organizações contemporâneas, uma vez que elas
necessitam encontrar respostas constantes para os desafios que o mercado lhes
apresenta.

2.2. Gestão do capital intelectual e Gestão do Conhecimento

O Capital Intelectual não pode ser mensurado de modo quantitativo, sendo


atribuído como um ativo intangível da organização, uma vez que sua “mola mestra”
são os indivíduos (STOECKICHT; SOARES, 2009). Na pesquisa de Carmo (2013)
testifica-se que o conhecimento advindo do capital intelectual é o que transforma a
informação em fator competitivo a favor da organização.
De acordo com Sovienski e Stigar (2008), ressalta-se que os Recursos
Humanos se converterão em Gestão Estratégica de Pessoas, sobretudo por causa
da necessidade de maior dinamismo organizacional exigido pelo mercado.
Por isso, atribui-se a informação e a gestão do conhecimento do capital
intelectual aspectos imprescindíveis para que exista um diferencial competitivo
(SMILAY; BARRETO; LIMA, 2016).
Embora considere-se que o capital intelectual é um ativo intangível, existe,
segundo Alves, Amaral e Ronkoski (2016, p.120) métodos para mensura-lo. Isso
porque:

O cálculo do capital intelectual se inicia a partir da diferença entre o valor de


mercado da companhia e o valor contábil, neste ponto não tem desavenças
entre os especialistas do tema. É a partir destes quesitos que as
complexidades começam a aparecer.
O propósito da Gestão do Conhecimento é agregar valor as informações
existentes na organização, sintetizando-as com o intuito de propiciar o
desenvolvimento de uma ação que gere vantagem competitiva (SANTOS; CAMPOS,
2009).
Partindo da premissa de Goodman e Colier (2007), aponta-se que a Gestão
do Conhecimento está baseada em quatro preceitos básicos que são observados de
modo interligados e integrados ao processo de conhecimento, a saber: a Voz do
Cliente (VOC), Voz dos Empregados (VOE), Voz do Processo (VOP) e Voz do
Negócio (VOB).
Adentrando-se por tais perspectivas cita-se a estrutura da biblioteca
Information Technology Infrastructure Library (ITIL) que representa a efetividade da
Gestão do Conhecimento por meio da elaboração do gráfico Data, Information,
Knowledge e Wisdom (DIKW – Dados, Informações, Conhecimento e Sabedoria),
como apresentado na figura 2.
De acordo com Mazeto e Cavenaghi (2010), existem quatro modos diferentes
para a conversão de um conhecimento para o outro. O primeiro se dá em relacionar
o conhecimento tácito com conhecimento tácito por meio da socialização. Posterior,
observa-se a possibilidade de conversão do conhecimento tácito em explícito, que
se denomina de processo de externalização. O terceiro, é a conversão do
conhecimento explícito em explícito, pelo processo de combinação. Por fim, é a
possibilidade de transformar o conhecimento explícito em tácito, por intermédio de
um processo de internalização.
Para Ribeiro e Laranjeiras (2010) compreende-se que a Gestão do Capital
Intelectual leva a uma nova orientação de vagas na organização.
Segundo o estudo elaborado por Matos e Lopes (2008) o Capital Intelectual
na organização é formado por quatro componentes, a saber: Capital Humano,
Conhecimento Estrutural, Conhecimento Tácito e Conhecimento explícito. Ao atrelar
o Capital Humano com o Conhecimento Explícito se obtém uma equipe, a qual pode
ser denominada como Capital de Equipe. Já o Capital Humano ao ser alinhado com
o Conhecimento Tácito, permite-se haver inovação dentro do ambiente de atuação
da organização, sendo exclusivo do Capital Individual. Na relação entre
Conhecimento Explícito e Conhecimento Estrutural observa-se a existência do
Capital de Processos. Por fim, o Conhecimento Estrutural com o Conhecimento
Tácito gera o Capital de Clientes e a qualidade do produto ou serviço disponibilizado
pela organização (CHAGAS; BUSSE, 2015).
Cita-se em Rossato (2006, p. 10) que:

A Gestão do Conhecimento é um processo estratégico contínuo e dinâmico


que visa gerar o capital intangível da empresa e todos os pontos
estratégicos a ele relacionados a estimular a conversão do conhecimento.
deste modo deve fazer parte da estratégia organizacional e ter sua
implantação garantida e patrocinada pela alta gerência, a quem deve estar
subordinado todo o processo de Gestão do Conhecimento.

Tendo tal premissa, conclui-se que o gerenciamento do conhecimento é


essencial para a organização moderna, uma vez que ela promove a possibilidade de
existir uma contínua mudança. Justifica-se por causa da recuperação dos elementos
tácitos atrelando-os com o conhecimento explícito o que gera, como resultado, valor
agregado e percebido pelo cliente.

2.3. Tecnologia da Informação e sua relação com a Gestão do Conhecimento

Baseando-se na bibliografia levantada, compreende-se que a Tecnologia da


Informação e a Gestão do Conhecimento estão, nas organizações contemporâneas,
relacionadas de modo intrínseco para a melhoria dos processos e na consolidação
do conhecimento necessário para a tomada de decisões (MAGALHÃES; DALMAU;
SOUZA, 2014).
Marques e Lazzarini Neto (2001) apontam que o departamento de Tecnologia
da Informação e o de Gestão de Pessoas também se alinharam a partir da revolução
tecnológica contemporânea. Isso porque, a Gestão de Pessoas auxilia no reforço de
investimento em TI, enquanto o TI acentua a assertividade dos gestores no grupo de
colaboração, posicionando a organização de acordo com suas metas e objetivos.
Segundo Lima e Carmona (2011, p. 120), argumenta-se tal justificativa do
seguinte modo:
Ao contrário do senso comum de que o capital intelectual é fruto da
subjetividade e também da forma como cada um enxerga e avalia a
empresa, pode-se afirmar que, na realidade, que esse capital é real e é fruto
de elevados investimentos em capital humano, pesquisas e
desenvolvimento, e constitui, atualmente, o que se pode chamar de “o
núcleo da economia do conhecimento”, uma vez que, como citado
anteriormente, o valor do intangível supera em muito o capital tangível na
maioria das empresas.
O capital intelectual na TI auxilia a organização nas tomadas de decisões
tornando-a mais independente e melhor na gestão de seus processos e serviços,
evidenciando ao cliente uma organização mais eficiente e eficaz com seus produtos.
Dessa forma, a TI oferece ferramentas que podem ser utilizadas para a captura,
compartilhamento e facilitação ao acesso aos conhecimentos explícitos
(MEZGHANI; EXPOSITO; DRIRA, 2016).
Santos e Campos (2009) ao analisarem a gestão do conhecimento nos
serviços de TI, observa que esse departamento faz uso de métricas estabelecidas
pelo ITIL, a fim de trazer uma melhoria contínua para o serviço por meio de um ciclo
de processo denominado de Plan, Do, Check, Act (PDCA – Planejar, Fazer, Checar
e Agir). Esse ciclo, permite se exista um alinhamento estratégico entre os objetivos
organizacionais e a TI, transformando em vantagem competitiva.
Como destacado pela pesquisa, ressalta-se que o capital intelectual é a soma
de todo o conhecimento existente na organização, o qual tem a finalidade de gerar
vantagem competitiva. Devido a TI ser uma peça-chave na Economia do
Conhecimento, é válido ressaltar que seus serviços como implantação de softwares,
elaboração de planos de contingência em informática, suporte as aplicações e
manutenção de infraestruturas também estão apostos como fatores estratégicos
(BORGES, 2011).
Nesse contexto, menciona-se a compreensão de Lima e Carmona (2010) que
ressaltam que as empresas de tecnologia podem ser classificadas como intangível-
intensivas, isto é, seu valor está principalmente fundamentado em seu ativo
intangível. Logo, é de demasiada importância a manutenção e permanência de seu
Capital Intelectual.
Quando um determinado cliente compra um software ele não está comprando
apenas o produto, mas, sim, a inteligência por detrás, ou seja, a lógica de
programação, a qualidade dos testes e o suporte. Percebe-se, portanto, que a
inteligência é o principal ativo das organizações de TI e, também, é ela que define o
valor que a organização terá no mercado.
Alves, Amaral e Ronkoski (2016) afirmam que a relação entre TI e capital
humano e intelectual é constante. Adentrando-se por essa perspectiva, denota-se
que a sociedade contemporânea e as organizações necessitam de uma progressão
constante em busca de soluções para os problemas advindos com a Economia do
Conhecimento. Dessa forma, muitas organizações de TI possuem altos
investimentos em capacitação e necessitam que seus colaboradores possuam
conhecimento tácito.

[...] para que a empresa obtenha êxito, é necessária uma organização


interna e externa capaz de compreender as suas funções empresariais e
seu planejamento no que diz respeito aos procedimentos de seu negócio
visualizando todos os setores da empresa nos aspectos legais, produtivo,
comercial, finanças, materiais, humanos etc. Depois iniciar o processo de
aquisição e implantação de um sistema de informação gerencial para auxílio
nas suas tomadas de decisões. Caso contrário, ela poderá não obter
sucesso, devido as suas funções não estarem em concordância com o seu
planejamento e suas funções básicas não estarem bem definidas
(PEREIRA et al., 2012, p. 6).

No trabalho apresentado por Ieger e Bridi (2014) encontra-se que a formação


dos profissionais de TI e seu exercício no mercado brasileiro são indivíduos jovens,
em maioria do sexo masculino e que comumente não possuem registro no mercado
informal. Dessa forma, muitos desses profissionais iniciam uma carreira própria por
causa dos motivos, mencionados por Rabêlo Neto, Mazza e Vieira (2013), fazendo
com que se permeiem pelo setor informal. Outra questão é grande parte desses
profissionais possuem escolaridade superior, segundo Ieger e Bridi (2014).
Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação
e Comunicação (BRASSCOM), em um estudo realizado em 2015, evidencia que
muitos profissionais da área de TI tendem a evadir dos cursos de graduação, por
causa da crescente responsabilidade profissional imposta pelas organizações. Outra
percepção é que não há um grande diferencial em portar um diploma de graduação
ou de técnico para as empresas, fazendo com que o conhecimento tácito – a
experiência individual – sobressaia em relação ao conhecimento adquirido.
Destaca-se em Cangiano (2013) que muitas empresas de TI para atender a
demanda do mercado elevam o aumento da carga de trabalho as equipes desses
profissionais. Entretanto, o autor afirma que existe uma crescente escassez de
capital intelectual no setor de TI, o que, segundo ele, acentua o volume de trabalho,
trazendo maior pressão para os funcionários da área. Como consequência, alega-se
uma frustração no ambiente de trabalho, levando tais trabalhadores para o mercado
informal.
Partindo do estudo de Carvalho et al. (2007) ressalta-se que muitas
organizações, mesmos na área de TI, sobretudo as pequenas e médias empresas,
creem que o capital tangível ainda é superior ao intangível. Isso porque, é deveras
dificultoso realizar a mensuração do capital intelectual, mesmo que todos os
processos sejam condicionados a esse fator.
Observa-se em Nascimento (2013) uma consonância com os autores
estudados, ao afirmar que o capital intelectual para deter uma estrutura sólida,
necessita de um ambiente favorável ao seu fomento. Portanto, existem diversos
determinantes que auxiliam na manutenção e satisfação do funcionário de TI,
dando-lhes um local propício a criatividade, base do software.
Alves, Amaral e Ronkoski (2016) e Ieger e Bridi (2014) apontam que a Gestão
do Capital Intelectual no setor de TI é complexa, pois, a qualificação não é o fator
majoritário, mas ele está atrelado a competência do indivíduo. Essa busca
interseccional leva uma busca mais acirrada de indivíduos, gerando de acordo com
Cangiano (2013) uma procura internacional para suprir a demanda no setor de TI.
No que tange a retenção do capital intelectual nas organizações de TI, ou no
setor de TI, é essencial que a empresa faça contínuos investimentos, planos de
carreira, e deter maior enfoque nos objetivos reais do indivíduo. Portanto, a
organização deve oferecer um ambiente propício para a criação de soluções –
softwares – para que haja satisfação das necessidades psicológicas, a fim de que
exista uma relação intrínseca entre o conhecimento tácito e o explícito para logro do
produto ou serviço oferecido pela organização.

3. ANÁLISE E DISCUSSÃO

O modelo societário baseado na sociedade do conhecimento gera a demanda


de uma nova categoria de atividade laboral expansiva e efetiva, na qual não se
relaciona apenas os ativos tangíveis, mas também intangíveis, conforme retrata a
legislação brasileira (ALVES; AMARAL; RONKOSKI, 2016; BRASIL, 2007). Portanto,
o capital intelectual não está pautado nos moldes de porte ou atividade econômica
da organização, sendo baseado em três grupos: produtivo, teórico e prático
(GOMES; REZENDE, 2015; SANTOS et al., 2008).
Dessa forma, ressalta-se que a economia do conhecimento promove
melhorias contínuas e de impacto direto para atividade organizacional e para a
nação como um todo. Tal ativo gera uma maximização por meio da intersecção de
agentes seja da esfera pública ou da privada (SOUZA et al., 2014). Com isso, os
empreendimentos são observados sob uma nova ótica, isto é, pela intensificação
tecnológica sobre os meios de produção (ROSSETTI; MORALES, 2007;
STRASSBURG, et al., 2014).
Partindo dessa análise, considera-se que a temática se torna indissolúvel
entre pesquisa, desenvolvimento e economia. O emprego, portanto, não se sustenta
apenas no quadro da geração de mera mais valia, mas molda-se para o indivíduo,
ou seja, é o próprio empregado que se torna peça fundamental da organização.
Logo, ressalta-se que o diferencial competitivo e a análise SWOT também estão
intrinsecamente atrelados a capacidade dos indivíduos. Isso porque, são eles que
poderão converter tal ativo em estratégia e, posteriormente em posicionamento de
mercado (SANTOS et al., 2008; ROSSETI; MORALES, 2007; STWART, 2001).
Quando o conhecimento é observado como matéria-prima, surge-se uma
cultura organizacional baseada na informação, o qual será convertido em
conhecimento. Assim, a capacidade de geração de vantagem competitiva no
mercado contemporâneo é mensurada pela potencialidade de lida e conversão de
informação em conhecimento e alinhamento de ambos para o negócio (BEUREN,
2000; FREIRE, et al., 2012).
Na pesquisa, observou-se que o conhecimento, segundo salientado por Freire
et al. (2012) não é estático, portanto, atribui-o como mutável e suscetível a
mudanças de posicionamento adequando a melhor forma de trabalho e
produtividade, também visto por Weschter (2007). Logo, a economia do
conhecimento e as organizações dividem o conhecimento em dois grupos: tático e
explícito. Porém, o efeito “real” se dá apenas por meio da junção de ambos, isto é,
conforme o nível de aderência é que haverá resultados mais ou menos acentuados
para a organização (O’BRIEN; MARKAS, 2013; CAMARGO, 2005).
Como o capital intelectual é um ativo apenas qualitativo (STOECKICHT; SOARES,
2009), ele pode ser modulado, ou seja, é possível geri-lo utilizando ferramentas
específicas. Tal atribuição se dá por meio da Gestão de Pessoas, trazendo um
dinamismo ao ambiente organizacional, sendo um pré-requisito para a economia do
conhecimento. (CARMO, 2013; SOVIENSKI; STIGAR, 2008). Assim, é essencial que
haja um apreço pela qualidade de vida no trabalho, a fim de que se atenue a
rotatividade e haja maior liberdade para a atividade laboral (SMILAY; BARRETO;
LIMA, 2016).
Denota-se, a partir dessa argumentativa, que as atividades e melhores práticas
organizacionais estão atreladas ao modo que a organização gerencial os ativos
estudados (SANTOS; CAMPOS, 2009). Adentrando-se no setor de Tecnologia da
Informação, aponta-se que tal atividade é trabalho intelectual puro, sobretudo para a
criação, teste e manutenção de software. Para tanto, a biblioteca ITIL propõe a
elaboração do gráfico DIKW para auxiliar nessa mensuração, proporcionando uma
visão conjunta entre conhecimento tácito e explícito.
Quando há uma Gestão do Capital Intelectual, há, em consonância, um melhor
direcionamento do candidato na área de trabalho, fazendo com que a adequação
esteja pautada não pela vaga, mas no modo de identificação deste com aquela
(RIBEIRO; LARANJEIRAS, MATOS; LOPES, 2008). Por isso, Chas e Busse (2015),
também salientado em Rossato (2006) declaram que há um aumento de
investimentos para mensurar a Gestão e o Capital Intelectual seja no setor de TI ou
não no Brasil.
Considera-se que a Gestão de Pessoas, conforme salienta Maximiano (2009),
deve prezar, sobretudo, em encontrar, atrair e manter os indivíduos que a
organização precisa para atuar e sobreviver no acirramento do mercado. Por isso, o
objetivo de “reter” indivíduos específicos se dá em manter o capital intelectual na
organização.
O Brasil é o principal produtor de softwares da América Latina, tendo cerca de
60% de participação no mercado. Comumente, concentra-se, não apenas na
América Latina mas em todo o globo, o controle em grandes corporações de
software as quais movimentam cerca de US$ 1 trilhão/ano, abocanhando cerca de
44% do setor (TIGRE; MARQUES, 2009).
No entanto, há uma complexidade de fatores que podem levar a retenção ou
a rotatividade do capital intelectual nas organizações. Voltando-se aos fatores que
influenciam a rotatividade destaca-se, segundo Rabêlo Neto, Mazza e Vieira (2013),
seis razões, dentre elas: a falta de percepção da correlação entre atividade laboral e
salários; falta de oportunidade para o crescimento e desenvolvimento profissional;
falta de atribuição de valor na atividade desempenhada; talentos naturais
inexplorados; baixas expectativas em sua função; pressões e abusos intoleráveis.
Desse modo, a TI, não apenas se beneficia com essa nova perspectiva de
menor rotatividade e melhor alocação de seus colaboradores, mas também eleva a
organização nesse campo. Isso porque, por meio de utilização de alguns softwares
específicos ela pode mensurar o capital intelectual existente na organização,
relacionando o nível de inovação com o capital humano e capital de cliente
(CARBONE et al., 2006).
É possível observar em Jordão, Almeida e Locatelli (2016) que quando a
organização se pauta em uma Gestão de Capital Intelectual sólida, ela consegue
aprouver melhores resultados na sua própria geração de valor. Nisto, eleva-se a
área de TI e seu nível de atrelamento com o negócio. Mesmo que não haja relação
direta entre TI e o empreendimento, ela ainda é essencial para o funcionamento
interno e externo da organização, uma vez que todos os setores estão ligados a ela
de modo direto e indireto.

3. CONCLUSÃO

A pesquisa atingiu seus objetivos ao demonstrar a importância da Gestão do


Capital Intelectual no âmbito da Tecnologia da Informação. Denota-se que a
efetividade da relação entre TI e Capital Intelectual está condicionada ao nível de
inovação produzida pelo Capital Humano. Outra questão que se salienta que o
valorativo do Capital Intelectual não é dependente do porte da organização, mas ao
dinamismo de mercado da organização.
Nesse contexto, observa-se que o Capital Intelectual está baseado em quatro
pontos Capital Humano, Conhecimento Tácito, Conhecimento Explícito e
Conhecimento Estrutural. Com isso, a gestão desse capital dentro da área de
Tecnologia da Informação é deveras complexa, principalmente para pequenas e
médias empresas. Porém, é apenas por meio dela que se consegue realizar uma
sustentação nesse nicho de mercado, principalmente na área de desenvolvimento
de projetos de software.
Ressalta-se que no setor de TI, a competitividade e o acirramento por
profissionais passam a ser uma característica global, já que as organizações presam
não apenas pela qualificação teórica do indivíduo, mas também pela competência
técnica. No ambiente de TI o software é a própria aquisição do capital intelectual da
organização, uma vez que ele advém de total abstração. Por isso, o valor da
organização na área de Tecnologia tende a ser superior nos ativos intangíveis do
que nos tangíveis.
Todavia, percebe-se que muitas organizações desprezam ou não valorizam
adequadamente os profissionais em estudo, o que levar ocorrência de aumento de
trabalhadores no mercado informal ou que vão abrir sua própria Startup. Nisto,
observa-se uma emergência do fomento de um ambiente propício para um enfoque
maior no funcionário, buscando atender suas necessidades como indivíduo, a fim de
que exista uma menor rotatividade nesse mercado, acentuando a possibilidade de
inovação, agregação de valor para o cliente e, consequentemente aumento nos
lucros da organização.

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