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Norma Técnica NTC-04

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE


DISTRIBUIÇÃO

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS - PROF.: ROBERLAM GONÇALVES DE MENDONÇA, DR. ENG. ELÉTRICA
Objetivo
Fazer um rápida e sucinta abordagem de alguns conceitos e tópicos da NTC-
04/rev 03.

Esta norma aborda os aspectos do Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão


Secundária de Distribuição, tão necessária a elaboração de projetos elétricos
prediais.

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Terminologia e Definições
1. Carga Instalada
Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade consumidora.
Expressa em KW.

2. Demanda
Média das potências instantâneas de cada unidade consumidora, solicitadas
durante um período especificado (geralmente 15 minutos) .

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3. Ramal de Ligação ( aéreo ou subterrâneo)
Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação
da rede de distribuição e o ponto de entrega.
4. Ponto de Entrega
Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações
elétricas da unidade consumidora.
5. Ramal de Entrada
Conjunto de condutores e acessórios que interliga o ponto de entrega ao ponto
de proteção e medição ou transformação.

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6. Ramal do Consumidor
Conjunto de condutores e acessórios instalador a partir da medição até a
edificação.

7. Entrada de Serviço
Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados a partir da rede
de distribuição, abrangendo os ramais de ligação e entrada, proteção e
medição.

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Condições Gerais de Fornecimento
Condições para ser atendido a partir da rede secundária:

1. Carga instalada da unidade consumidora tem que ser inferior a 75 kW;


2. Demanda máxima da edificação individual de 66 kVA;
3. Cada fração da edificação, por exemplo, loja, apartamento, escritório, etc,
necessita de medição individualizada.

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Tensões de Fornecimento

 380/220 V – a 2,3 ou 4 condutores;

 440/220 V – monofásica a 2 ou 3 condutores.

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Limites de Fornecimento
O fornecimento será em tensão secundária de distribuição para unidades
consumidoras com carga total instalada igual ou inferior a 75 kW.

Deve-se observar os limites máximos para as potências de motores e máquinas


de solda, estabelecidos na Tabela 1.

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Tipos de Atendimento
 Tipo M
 dois condutores, em 220 V ( F e N);
 dois ou três condutores, em 220/440 V (F e N, ou 2F e N);

 Tipo B
 três condutores (2F e N);

 Tipo T
 quatro condutores (3F e N).

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Categorias de Atendimento
 Monofásico

 M1 – carga instalada até 5 kW;

 M2 – carga instalada entre 5,1 e 9 kW;

 M3 – carga instalada entre 9,1 e 12 kW;

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 Bifásico

 B1 – carga instalada entre 12,1 e 20 kW;

 B2 – carga instalada entre 20,1 e 25 kW;

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 Trifásico

 T1 – carga instalada entre 25,1 e 75 kW, cuja demanda seja ≤ 26 kVA;

 T2 – carga instalada entre 25,1 e 75 kW, cuja demanda seja 26 < D ≤ 39 kVA;

 T3 – carga instalada entre 25,1 e 75 kW, cuja demanda seja 39 < D ≤ 46 kVA;

 T4 – carga instalada entre 25,1 e 75 kW, cuja demanda seja 46 < D ≤ 66 kVA.

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ELÉTRICA
Demanda e Dimensionamento
1. Edificações Individuais e Agrupamento com até Quatro Unidades
Consumidoras

a) Unidades consumidoras tipo M1, M2, M3, B1 e B2 serão dimensionadas pela


Tabela 1;

b) Unidades consumidoras tipo T1, T2, T3 e T4 serão dimensionadas pela Tabela 1,


calculando-se o valor da demanda provável (D);

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Cálculo da Demanda

𝐷 = 𝑎 + 𝑏1 + 𝑏2 + 𝑏3 + 𝑏4 + 𝑏5 +

Sendo:
D = demanda total da edificação em kVA;

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a = iluminação e tomadas de uso
geral, Tabela 2

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b1 = chuveiros elétricos;
b2 = torneiras elétricas;
b3 = máquinas de lavar louça;
b4 = aquecedores de passagem;
b5 = aquecedores de acumulação;
b7 = máquinas de secar roupas;
b8 = fornos micro-ondas;

Tabela 3

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b6 = fornos e fogões elétricos,
Tabela 5

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c = aparelhos de ar condicionado,
Tabela 4

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ELÉTRICA
d = demanda de força (motores, bombas e máquinas de solda), calcular aplicando-
se os seguintes fatores de demanda:

• Edifícios residenciais de uso coletivo:

 Para potência do maior aparelho FD = 0,8;


 Para potência dos demais FD = 0,5.

• Indústrias e outros:

 Adotar fator de demanda compatível com o tipo de atividade, determinado


conforme ciclo de funcionamento dos motores; sendo ainda passível de
aprovação por parte da CELG e de inteira responsabilidade do projetista.

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e = demanda individual das máquinas de solda a transformador; conforme indicado
a seguir:

 100% da potência do maior aparelho, mais


 70% da referente ao segundo maior aparelho, acrescido de
 40% do terceiro maior aparelho, somando a
 30% da referente aos demais aparelhos.

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Obs.: Para demanda de força pode-se,
alternativamente, utilizar as Tabelas 6 e 7.

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ELÉTRICA
Edifícios Residenciais de Uso Coletivo
 O critério a seguir foi baseado na RTD-27 – “Critério para Cálculo de Demanda
em Edifícios Residenciais de Uso Coletivo” do CODI.

Este método aplica-se somente a edifícios residenciais de uso coletivo entre 4 e


300 apartamentos, cada qual com área útil máxima 400 m2.

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 A demanda total da edificação é a soma das demandas do condomínio e dos
apartamentos, devendo o condomínio ser tratado de forma independente.
 A demanda total poderá ser multiplicada pelo fator 1,2 visando suprir
futuros aumentos de carga.

 Para apartamentos com área útil superior a 400 m2, a demanda será:

𝐷 = 0,034939𝑋 0,895075
Onde:
D representa a demanda do apartamento, em kVA;
X corresponde a área útil do apartamento, em m2.

Obs.: A sequência dos cálculo devem seguir utilizando as Tabela 13 e 14.

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ELÉTRICA
 Demanda do Condomínio

 Iluminação: 100% para os primeiros 10kVA e 25% para o excedente;


 Tomadas: 20%;
 Motores: aplicar Tabelas 15 e 16 para cada potência existente na instalação;
 Demais cargas devem ser tratadas individualmente.

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Exemplo

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Resolução

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