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Por: Alfredo Peña

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GUIÃO DIDÁCTICO PARA A ELABORAÇÃO DE UM


PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

INTRODUÇÃO

O projecto ou plano de uma investigação é um instrumento de trabalho para que o


cientista conduza adequadamente a investigação. Inclui a definição das categorias
teóricas que fundamentam (problema, objecto, objectivo, campo de acção, hipóteses
tarefas ou objectivos específicos), mas também aspectos metodológicos (técnicas de
recolhas de informação, população, amostra, tipo de amostragem, variáveis etc.) e de
gestão próprios da mesma (cronogramas de execução de tarefas de recursos), além da
bibliografia consultada para realização do projecto. Deve ficar em evidência através do
vínculo entre os aspectos teórico e metodológicos da investigação, a relação entre a teoria
e prática.
Por quanto a elaboração de um plano é básico ou fundamental em qualquer investigação.
Ele representa o elemento organizativo e o esquema global de orientação de trabalho,
indicando o que fazer, bem como vários outros aspectos a considerar no monumento de
recolha e do tratamento dos dados. Os resultados, a qualidade da investigação e as suas
possibilidades de responder os objectivos para que foi conduzida dependem grandemente
do plano da investigação. Todos estes aspectos salientam a importância decisiva do plano
da investigação e apontam para necessidade do mesmo aparece devidamente escrito num
projecto de investigação a conduzir.

A presente proposta não pretende esquematizar a actuação do investigador, simplesmente


orientá-lo para uma maior eficiência do processo de investigação que se realiza.

ESTRUTURAÇAO METODOLOGICA DE UM PROJECTO OU PLANO DE


INVESTIGAÇAO

I. SELEÇAO DO TEMA E IDENTIFICAÇAO DO PROBLEMA

Decidir-se por um tema de investigação, estudar e delimitar o possível problema de


investigação, tendo em conta:
• Que se deseja mudar ou conhecer?
• Qual é o contexto objectivo em que se encontra imerso o problema:
• Objectividade do problema: que conhecimento prévio existe sobre o
mesmo? Que evidencias empíricas existem? Quais são os antecedentes
bibliográficos e teóricos?
• Relevância do problema: qual é a importância teórica e prática,
actualidade e novos resultados (teóricos ou práticos) que representa o
problema passado?
• Solubilidade do problema: pode formular uma hipótese como tentativa de
solução?
• Gerador de conhecimentos: a solução o problema contribui a criar
conhecimentos ou cobrir alguma lacuna no conhecimento actual?
• Factibilidade e viabilidade: Dispõe-se de recursos humanos, económicos
e matérias suficientes para realizar a investigação? Se poderão generalizar
os descobertas? Que necessidades serão satisfeitas com os resultados da
investigação? Que prioridade tem a solução do problema seleccionado?

II. ANTECEDENTES DO TEMA

Considerar os resultados, assim como os pressupostos teóricos e metodológicos das


investigações realizadas e vinculadas direitas ou indiretamente com o tema que se estuda
destacando:

• A história do problema.
• Seu lugar no desenvolvimento da ciência.
• As soluções que tem recebido.
• Quais são os aspetos não têm sido resolvidos satisfatoriamente, de forma
que sejam justamente estes que constituem em problema da sua
investigação.

III. JUSTIFICAÇÃO DA INVESTIGAÇAO

Deve incluir os elementos que dêem conta da necessidade, atualidade, importância e


convivência de realizar a investigação.

IV. DESNHO TEÓRICO

4.1 Formulação de problema


O problema formular-se-á em forma de pergunta, a qual se dará a resposta, tendo em
conta:
• Formular o problema em termos de conceitos observáveis, mediáveis, que
expressem uma relação entre variáveis.
• A claridade e precisão dos conceitos que se empreguem, utilizando o sistema
teórico e metodológico da ciência.
• Sua delimitação especial e temporal: em que lugar se efetua o estudo? Em que
momento?
• A população que se investigara.

4.2 Formulação do objecto de investigação: o que se investiga? Ou qual é o núcleo do


problema?
Lembre-se a adequada definição do objecto da investigação permite conduzir
correctamente o processo de investigação científica. Uma definição muito ´´estreita`` De
um objecto conduzirá a omissão do estudo determinados aspectos e relações que
influenciam no problema. Por outro lado, se o objecto é definido de modo muito ´´
amplo`` então a investigação estará considerando desnecessariamente aspectos e ralações
que não se vinculam ao problema.

4.3 Formulação do objectivo geral da investigação: Qual é o resultado a alcançar na


investigação para solucionar problema? Além disso, deverá incluir o fim da investigação,
isto é, o para o que da investigação.
Em dita formulação devera ter-se em conta:
• A claridade e precisão
• A síntese
• A sua possibilidade de comprovar na prática
• Seu vínculo com o tipo de problema que se investiga.

4.4 Formulação do campo de acção da investigação: Em que aspecto do objecto vai


intervir para solucionar o problema e transformar a realidade?

4.5 Alguns aspectos do marco teórico: quais são os pressupostos e referentes teóricos
da investigação?
Ao constituir o marco teórico da investigação deve considerar os seguintes aspecto:

• Recolha de informação relevante sobre o problema, o objecto e o campo de


acção investigados a partir da revisão da literatura, que permita conhecer o
estado actual dos conhecimentos sobre o tema, assim como os sus
antecedentes.
• Teorias ou enfoques teóricos existentes ou paradigmas teóricos que
assumirá o investigador para fundamentar os seus resultados
Explicar os conceitos, categorias e relações essenciais que serão a base para a formulação
da hipótese ou interrogantes da investigação.

4.6 Formulação da hipótese da investigação: qual é a possível solução do problema?

• Ao formular a hipótese deve ter em conta:


• Seu vínculo com as restantes categorias do desenho teórico, isto é,
com o problema, objecto, objectivo e campo de acção de
investigação.
• Deve expressar uma relação entre variáveis.
• Sua formulação deve ser precisa, clara e fácil de compreender. Quer
dizer os conceitos que integram hipótese devem estar definidos
correctamente, tanto sob o ponto de vista teórico, como em suas
manifestações concretas. A claridade na formulação das hipóteses
constitui uma condição importante para poder submete-la a
comprovação empírica, assim como para poderem comunica-la a
outros investigadores.
• Sua formulação deve ter em conta a sua origem (indutivo ou
dedutivo), a nível de concretização (conceptual, operativa, estatística),
e a relação entre as variáveis (descritiva, explicava).
• Deve estar livre de trivialidade contradições. Deve ser significativa e
conter algum aspeto novo.

4.7 Conceitualização das variáveis: quais são os conceitos chave nesta investigação?
(fatores os quais serão estudados)

• Devem precisar as variáveis dependentes, independentes implicadas na


investigação.
• Conceitualização das vaiáveis dependentes e independentes.

4.8 Operacionalização de variáveis: Que indicadores permitem em cada conceito


diagnosticar seu estado?
V. DESENHO METDOLÓGICO

5.1 Definição de opção metodológica

Em correspondência com o anterior, explicitar a opção metodológica da investigação e


sua correspondente justificação: experimental com manipulação de variável, descritiva-
explicativa baseada na observação e recolha de dados (com enfoque qualitativo
hermenêutico-interpretativo, estudo de caso, narrativo…, quantitativo descritivo-
exploratório ou misto).

No caso de optar pelo enfoque experimental, a justificação deverá fazer explícito, a) a


possibilidade de manipulação das variáveis independentes; b) a possibilidade de medir o
efeito da variável independente sobre a variável dependente, e c) a possibilidade de
determinar a validade interna da situação experimental.

5.2 Determinação da população: Qual é o universo implicado no problema?

5.3 Determinação da amostra. Com que parte desse universo se trabalha?

A partir da população de referência, concretizar a amostra que se considerará na


investigação (características e tamanho), assim com os críticos para sua selecção
(amostragem).

5.4 Tarefas da investigação ou objectivos específicos.


• Formular as actividades que se realizará com vista a cumprir o objectivo da
investigação.
• As tarefas seguiram uma ordem lógica e respeitar suas relações com as restantes
categorias do desenho teórico da investigação.

5.5 Definições dos métodos, técnicas e procedimento a empregarem.

• Métodos a empregar na investigação conforme as tarefas a realizar.


• Técnicas e procedimento de recolha de informação.
• Selecção e/ou desenhos dos instrumentos para a recolha de informação
(inquéritos, guias de observação). Cuidando que este estejam em consonância
com a natureza das actividades a realizar (buscar informação, observar,
experimentar…)
• Técnicas e procedimentos de análise da informação e interpretação dos
resultados.
5.6 Resultados e impactos esperados

Especificar os resultados tanto teórico como práticos que se pretendem obter, assim como
os impactos, quer dizer, as mudanças que se esperam produzir com os resultados
aportados.

5.7 Cronograma
As etapas do anteprojecto ficam expressadas nas seguintes tabela:

E TAPAS ACTIVIDADES CRONOGRA DE


TRABALHO

1. Facto-perceptivel Recolha de informação.


Observações.
Inquéritos
Entrevistas
Tratamento de informação
Análise e interpretação
Elaboração do marco teórico

2. Construção teórica do
objecto

3. Construção da Aplicação de instrumento


hipótese e aplicação a Realização de experimento
pratica
Recolha de informação
Tratamento de informação
Analise e interpretação

Redacção preliminar do
relatório
Revisão e critica
Impressão e
apresentação
Tempo (meses) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
5.8 Orçamentos

Materiais de oficina Básicos Quantidade Custo Total

Tinta, Impressora, Papel

CD` s
Sub Total 2 $
Serviços Gráficos Quantidade Custo Total
Fotocópias
Encadernação
Sub Total 3 $
ORÇAMENTO TOTAL

VI. BIBLIOGRAFIA

VII. ANEXOS (em caso de ser necessários)