Anda di halaman 1dari 3

Três termos da globalização

·0 Globalização: São todos os processos de incorporação dos povos do mundo em uma


única sociedade mundial. As coisas, pessoas e ideias desterritorializam-se, movendo-se
em várias direções.

1. Para um Cientista Político: Globalização se trata de um processo onde os


acontecimentos e decisões locais de um país têm consequências significativas em
indivíduos e sociedades de outros países distantes.

2. Para um Economista: Globalização é a integração da produção e finança e


âmbitos globais. As decisões não estão mais centralizadas no Estado, mas em atores
globais.

3. Para um Sociólogo: Globalização é o processo no qual os povos de todo mundo


são incorporados em uma sociedade mundial.

·1 Globalismo: É a força que induz o desenvolvimento da globalização, são os processos e


as estruturas de dominação e apropriação em escala mundial. Essa força influencia e
configura diversas realidade sociais, e as realidades sociais configuram o globalismo.

As Ciência Sociais, que antes focavam exclusivamente no indivíduo e a realidade


nacional, passa a ter a Sociedade Global também como objeto de estudo. Não como um
objeto internacional, mas propriamente mundial.

·2 Globologia: Ciência que estuda as estruturas e processos de globalização, sejam eles


econômicos, políticos ou culturais.

Metateorias da Globalização

·3 Metateoria Histórica: Desenvolve uma lógica histórica do globalismo, como


processo e estrutura de dominação e apropriação, ou integração e contradição. Seu
enfoque é múltiplo:

4. Integração ou Fragmentação

5. Diversidade e Desigualdade

6. Identidade e alteridade

7. Ruptura e impasse

8. Ciclo e Crise
9. Guerra e revolução

·4 Metateoria sistêmica: É a óptica das teorias Liberais das Relações Internacionais: a


Interdependência das Nações, Integração Regional, Geocononima e Geopolítica. A
teoria sistêmica observa que novos desavios presentes abrem oportunidades para
interpretar o passado com perspectivas atuais. De maneira mais ampla, estes são
seus objetos:

10. Zonas de Influência

11. Blocos de nações

12. Articulação de mercados

13. Hegemonias

14. Espaços Geográficos

15. Divisão transnacional de trabalho e produção.

Globalização e seus conteúdos

·5 Do imperialismo à globalização: Com o crescente processo de acumulação de


capital, coporações multinacionais foram organizadas, minando o limite de
acumulação impostos pelas fronteiras, bem como o caráter exclusivo de acumulação
por parte dos Estados-Nação. Esta é a Globalização Financeira.

A Globalização financeira, unida à reavificação do Estado Mínimo (neoutilitarismo),


gerou um sistema descentralizado e coordenado pelo mercado, dando
credibilidade de que há apenas um mercado econômico e global no mundo, sendo
ele indivisível. Mas observe que este sistema torna as condições do capitalismo
mais voláteis e instáveis.

Ou seja, a Globalização é um sistema onde os Estados não têm controle sobre suas
finanças, e competem para obter favores e assistência do capital privado.
Portanto, não se pode pensar em termos de imperialismo.

A visão Realista e a visão Liberal

·6 Realistas - SHC (Sociologia Histórico-Comparativa): Considerando que os Estados


são distintos e delimitados, estes intelectuais concluem que suas propriedades são
determinadas por acontecimentos nos seus interiores, ou, no máximo, pela
competição entre eles. Buscam criar generalizações sobre as propriedades dos
Estados, extraindo também princípios de variação. Em resumo: seu principal objeto
de análise são os Estados Nacionais, e as características gerais e variáveis entre si.

·7 Liberais - EPSM (Economia Política dos Sistemas-Mundo): Considerando que os


Estados estão ligados por sistemas constituídos de uma única divisão de trabalho,
procuram criar generalizações sobre os componentes desse sistema, e seus
princípios de variações. Em resumo: consideram que os povos se tornaram
interligados numa uindade integrada chamada "sistema mundial moderno".

Dupla Hermenêutica Ontológica

Fundamento: Diferentes problemas necessitam de diferentes unidades/tipos de análise.


Neste sentido, ambas as teses (EPSM e SHC) são justificadas em muitos sentidos, mas estas
teses tamém foram contestadas, dentro e fora das próprias escolas que as formularam.

De fato, os Estados-Nações têm pouco controle sobre o que acontece no sistema financeiro
global, perdendo a capacidade de controlar estoques e fluxos e adotar políticas sociais
efetivas, mas as corporações transnacionais ainda dependentem dos Estados para a
obtenção de monopólio e taxas de lucro elevadas.

Portanto, há duas concordâncias fundamentais: a globalização não é um fenômeno sem


precendentes, a compreensão dos seus significados requer um horizonte temporal
realmente abrangente, além das décadas. As duas visões macrossociológicas (EPSM e SHC)
podem se complementar e juntar forças para dar sentido à atual onda de globalização.

Ou seja, é imprescindível a utilização combinada estas duas visões, o que nos permite
observar:

16. A expansão do nº e a varidade de corporações multinacionais é na verdade uma


novidade nas relações Estado-Capital

17. Necessitando ou não dos Estados como predecessoras, o resultado não intencional
da proliferação de Corporações Multinacionais é o enfraquecimento dos Estados do
Ocidente.

18. Não se pode deduzir que esse enfraquecimento tem sido a força motora das
ofensivas contra os direitos trabalhistas.

19. O fluxo maciço de capitais para os mercados extraterritoriais aconteceu num


contexto de crescente demanda, pelo elevado consumo do Primeiro Mundo, e por
autodeterminação nacional e desenvolvimento no Terceiro Mundo.