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Língua grega antiga

A língua grega antiga ou clássica (ἡ Ἑλληνικὴ γλῶζζα, hē Hellēnikḕ gl ss , em grego


antigo) é uma língua indo-europeia extinta, falada na Grécia durante a Antiguidade e
que evoluiu para o grego moderno.

O grego (em contexto geral de sua evolução) foi um importante idioma que contribuiu
para a formação de vários idiomas, como o português por exemplo com a ajuda do
latim..

Índice

1 Idade do bronze, Grécia ática, o dialeto jônico e a invasão dos aqueus

2 Da civilização micênica às invasões dóricas

3 Dialeto jônico ou Grego clássico

3.1 O dialeto da literatura, da filosofia e da história

4 Outros dialetos do período clássico e helenístico

4.1 Quatro fases de evolução do grego arcaico

5 Gramática

5.1 Acento

5.2 Gêneros

6 A língua

6.1 Origens

7 Gramática

7.1 Letras e sons

7.2 Forma das palavras

7.3 Flexão verbal

7.4 Flexão nominal

7.5 Algumas características da língua


7.5.1 Voz média

7.5.2 Modo optativo

7.5.3 Aspecto

7.5.4 Dual

7.5.5 Casos

Idade do bronze, Grécia ática, o dialeto jônico e a invasão dos aqueus

História da

língua grega

(ver também: alfabeto grego)

P46.jpg

Proto-grego

Micênico (c. 1600–1000 a.C.)

Grego antigo (c. 1000–330 a.C.)

Dialetos:

eólico, arcado-cipriota, ático-jônico,

dórico, lócrio, panfílio;

grego homérico.

possivelmente macedônio.

Koiné (c. 330 a.C.–330 d.C.)*

Grego medieval (330–1453)

Grego moderno (a partir de 1453)

Dialetos:

capadócio, cretense, cipriota,

demótico, griko, catarévussa,

ievânico, pôntico, ts cônio ver • edit r


*Datas (começando com o grego antigo) de Wallace, D. B. (1996). Greek Grammar
Beyond the Basics: An Exegetical Syntax of the New Testament. Grand Rapids:
Zondervan. p. 12. ISBN 0310218950

No começo do segundo milênio a.C. registram-se as primeiras ondas de invasores de


língua indo-europeia que chegaram à península grega, ao Peloponeso e às ilhas
adjacentes, fixando-se nessa região. O poeta grego Homero os denomina aqueus
(Ἀταιοί), distinguindo-os dos utóctones pel sgos (Πελαζγοί), sobre os qu is firm o
seguinte: "Em tempos antigos havia duas raças vivendo na Grécia ática: os pelasgos,
que nunca deixaram o lugar original, e os helenos (Ἕλληνες), que emigr r m
frequentemente Que língua falam os pelasgos não posso dizer com certeza. O que se
pode afirmar deles, que ainda sobrevivem, é que sua língua não é o grego. Se isso é
verdade da raça pelásgia, a nação ática deve ter aprendido o grego ao mesmo tempo que
foram helenizados".

Isto é, a língua falada pelos invasores aqueus (achaioi) se fundiu com a dos gregos e a
dos pelasgos (que já habitavam a região), mas que a dos pelasgos foi absorvida em
função deste processo de helenização da língua grega e da língua dos achaioi. Tal
processo de fusão entre uma língua indo-europeia (achaioi) e a local dos gregos deu
origem então ao dialeto jônico. Pesquisas indicam ainda que a língua dos pelasgos não
era de origem indo-europeia, o que se observa nos grupos consonânticos -nth- e -ss-,
que são abundante em topônimos e nomes de plantas, como Korinthos, Zakinthos,
akantha, etc.

Da civilização micênica às invasões dóricas

A civilização da Idade do Bronze, conhecida como micênica, existiu de 1500 a.C. a


1100 a.C. e durante esse período a língua foi registrada com a escrita atualmente
chamada de Linear B, que por sua vez estava baseada na escrita Linear A, de uma
língua cretense mais antiga, não indo-europeia. No século XI a.C. a civilização micênica
foi perturbada pelas invasões dóricas na Grécia ocidental, sucedendo-se em seguida à
redistribuição da população e uma dispersão dos dialetos, deixando-se de usar a Linear
B.

Exemplo do Linear B

Dialeto jônico ou Grego clássico


Nos séculos IX e VIII a.C. os poemas homéricos foram escritos em dialeto jônico em
uma nova escrita baseada no alfabeto fenício e com cinco sinais específicos para as
vogais, que seria denominada alfabeto grego. Portanto, a criação de uma norma literária
modelada em dois dos maiores poemas da história, Ilíada e Odisseia, esteve
acompanhada por um dos sistemas de escrita mais eficazes que já existiram.

O dialeto da literatura, da filosofia e da história

O dialeto jônico se mesclou com o ático de Atenas dando lugar a um dos períodos
culturais mais ricos da história grega.Aristóteles escreve no Organon além de uma
crítica a sofística vários conceitos da língua grega como verbos,substantivos e
adjetivos.O grego clássico do século V a.C que Sófocles,Eurípedes e Aristófanes
usaram se distancia muito do grego usado pelos primeiros filósofos,inclusive em beleza
e desenvoltura.

Outros dialetos do período clássico e helenístico

Nos períodos clássico e helenístico surgiram muitos dialetos, além do jônico, atestados
em milhares de inscrições faladas em todo o mundo grego, que além da Grécia incluía a
Ásia Menor, as costas do Mar Adriático, a Itália meridional, a Sicília, o Egito e partes
do Oriente Médio.

Os dialetos mais importantes eram os seguintes:

a) Jônico – dialeto usado por Homero e Hesíodo (utilizam ainda elementos eólicos e
micênicos);

b) Ático – língua do período clássico;

c) Dórico – língua de Esparta e caracterizado por certos arcaísmos, como a retenção da


vogal a longa. Falado no Peloponeso, Corfu, Lesbos, costas de Epiro, Creta, nas ilhas
meridionais e no litoral asiático meridionais desde Halicarnasso;

d) Eólico – língua falada na Tessália e em algumas ilhas, como Lesbos e usada pela
poeta Safo. Uma curiosidade neste dialeto é a presença de /p/ em lugar do /t/ ático, em
palavras como pisyres "quatro" do ático tessares;

e) Língua macedônia antiga - ou língua falada de Macedônios na Macedônia

Quatro fases de evolução do grego arcaico


Em resumo, a forma do grego que atualmente se escreve e se fala é o resultado da
evolução de uma língua em quatro fases:

a) Grego micênico (séculos XIV-XIII a.C.) que se caracteriza pelo uso da escrita Linear
B. Trata-se da forma do grego mais antiga descoberta, sendo a língua usada por
burocratas e para registrar inventários de palácios reais e estabelecimentos comerciais.
Foram encontradas tabuletas de argila em Cnossos e Pilos e inscrições em vasos e jarras
em Tebas, Micenas, Elêusis e outros lugares;

b) Grego arcaico e clássico (séculos VIII-IV a.C.), que começa com a adoção do
alfabeto para a escrita;

c) Koiné. Grego helenístico e bizantino;

d) Grego moderno

Gramática

A gramática grega tem permanecido através dos tempos razoavelmente intacta ainda
que com algumas simplificações. Exceto o caso vocativo, havia no período micênico
cinco casos: a) nominativo; b) acusativo; c) genitivo; d) dativo-locativo; e e)
instrumental. Destes o instrumental desapareceu no período arcaico, sendo sua função
adotada pelo dativo-locativo, que por sua vez também desapareceu no grego bizantino.
Os casos restantes, nominativo, acusativo e genitivo, permaneceram inalterados ainda
que nos dialetos o genitivo tenda a passar ao acusativo.

O sistema fonológico do grego antigo difere notavelmente de um período a outro e de


um dialeto a outro. No ático antigo havia sete vogais: i aberta e fechada, e, a, o aberta e
fechada e u, cada uma delas com uma forma longa e curta, exceto a e aberta e a o aberta
que só possuíam a forma longa. Os ditongos originalmente eram ei, ai, oi e eu, au, ou,
mas o ei começou a evoluir até um e longo e fechado e ou até o largo e fechado. Além
disso havia um ditongo ui e normalmente no final das palavras os ditongos -ei, -ai, -oi
com elementos longos primeiro que mais tarde foram reduzidos respectivamente a e
longa, a longa e o longa aberta.

A estrutura consonântica em ático antigo se caracterizava pela riqueza em oclusivas


surdas: p, t, k; aspiradas: ph, th, ch; e sonoras b, d, g. Havia dois sons líquidos l, r e dois
nasais m, n. Não existiam nem y nem w como sons distintivos, podendo a maioria das
consoantes ser dobradas entre vogais. As únicas consoantes permitidas ao final das
palavras eram s, n e r.
Por volta de 200 a.C. e sob a influência dos gramáticos alexandrinos, começa-se a usar
os acentos tonais: alto, baixo e decrescente. A sílaba tônica pode estar em uma das três
últimas sílabas.

Exceto alguns termos monossilábicos ou bissílabos não acentuados de menor


importância, cada palavra era marcada por um acento em uma das vogais. As vogais
curtas se levavam acento, possuíam apenas tom elevado, podendo as largas e os
ditongos levar tom elevado ou tom elevado seguido de decadente (indicado através de
acento circunflexo(^)). Quando uma palavra levava acento na vogal ao final da sílaba
era seguida por outra palavra dentro da mesma frase, o acento anotado era o sinal de
grave (`) para indicar que seu tom era mais baixo que o da vogal da sílaba inicial da
palavra seguinte. Algumas vezes duas palavras que de outra maneira seriam idênticas se
diferenciavam pela natureza ou pela posição do acento: como oîkoi "casas" que é um
nominativo plural e oíkoi "em casa" que é um advérbio de lugar; tómos "um corte" e
tomós "cortando".

Acento

O acento não tem nenhum papel no ritmo da língua, que se baseia, tanto em prosa como
em poesia, na distribuição das sílabas longas e curtas. Para que uma sílaba seja curta
deve terminar numa vogal curta enquanto que as sílabas que terminam em uma vogal
longa ou sílabas fechadas (que acabam em consoantes) são largas.

Gêneros

A língua grega clássica possui três gêneros, masculino, feminino e neutro, e três
números: o dualista foi preservado no ático durante o período clássico. A sobrevivência
do dualista é um arcaísmo, ainda que uma forma viva no período micênico tenda a ser
substituída pelo plural no primeiro milênio a.C.

Como as relações sintáticas se expressam por meio das terminações dos casos, a ordem
da frase é relativamente livre. A possibilidade de orações em infinitivo ou particípio,
com ou sem artigo, como alternativas para toda classe de orações subordinadas permite
a construção de frases grandes e complexas que são, não obstante, totalmente
transparentes na sua estrutura sintática. Isto é um legado da prosa ática sem par para
outras línguas.
A criação do artigo determinado (período pós-micênico e pós-homérico) foi uma
inovação importantíssima. O artigo determinado no masculino é ho, no feminino he e no
neutro to; há declinação nos três números e nos quatro casos; nominativo, acusativo,
genitivo e dativo. A numeração de 1 a 10 em grego clássico é: eis, dyo, treis,
tessares/tettares, pente, heks, hepta, okto, ennea, deka; 11 endeka, 12 dodeka, 13 treis
kai deka, 20 eikosi(n), 21 eis kai ekosi, 30 triakonta, 40 tessarakonta, 100 hekaton.

Os pronomes pessoais são os seguintes:

Singular 1 ego, 2 sy, 3 aitos/aute/auto

Dualista 1 no, 2 spho, 3 auto/auta/auto

Plural 1 hemeis, 2 hymeis, 3 spheis; autoi/autai/auta.

Os pronomes demonstrativos são:

Singular autos/aute:/touto, plural ouoti/autai/tauta "este, estes";

Singular hode/he:de/tode, plural hoide/haide/tade "esse, esses; ekenios/-e:/-o pode-se


usar para "esse, esses".

O interrogativo é tis, ti "quem? Que?"

O pronome relativo é: singular hos, he:, ho; dualista ho: nos três gêneros; plural hoi, hai,
ha. Os adjetivos concordam em gênero, número e caso com seus substantivos.

No grego clássico o verbo possui três vozes: ativa, média e passiva e quatro modos:
indicativo, imperativo, subjuntivo e optativo; o indicativo possui sete tempos: presente,
imperfeito, perfeito, mais-que-perfeito, passado, futuro e futuro perfeito.

Caso se considerem as raízes das palavras, pode se verificar que muitas delas são
préstimos de outras línguas, ainda que a base essencial do vocabulário seja de origem
indo-europeia. Muitos desse préstimos procedem das línguas que falavam os povos que
viviam na Grécia antes da chegada dos protogregos. Muitas palavras já haviam
penetrado no grego no segundo milênio a.C. por haver formas faladas no micênico que
correspondem a nomes de plantas como elaia "oliva" e selinon "ápio", nomes de
animais como lenx "leão" e onos "asno", nomes de objetos como asaminthos
"banheira", depas "vaso" e xiphos "espada" e nomes de materiais como elephas
"marfim" e chrusos "ouro".
Seja qual for a origem de suas raízes verbais e nominais, a língua grega desenvolveu um
vocabulário cheio de significados e de grande alcance. Em todos os períodos a
criatividade léxica do grego sempre foi muito produtiva, gerando um vocabulário
riquíssimo.

Cada forma verbal ou nominal combina uma raiz que carrega o sentido léxico da
palavra e um certo número de marcadores gramaticais que servem para especificar o
significado da palavra completa ou para indicar sua função sintática na frase.

A categoria de gênero, que diferencia o masculino, feminino e neutro, vincula apenas o


substantivo, adjetivo e pronome. A categoria de pessoa (primeira, segunda e terceira) se
restringe ao pronome e ao verbo.

A língua

Origens

O dialeto ático, falado em Atenas entre 500 a.C e 300 a.C e também chamado de Grego
Clássico, deriva do antigo dialeto iônico e foi utilizado por alguns dos mais importantes
autores gregos, dentre eles Tucídides, Eurípides, Platão e Demóstenes. Do ático emergiu
"língu comum" (gr. η κοινή διάλεκηος, D.H.Isoc. 2), f l d dur nte o Período
Helenístico, da qual evoluiu o grego moderno.

Gramática

Letras e sons

O alfabeto grego básico com suas consoantes, vogais e ditongos é o mesmo para todos
os dialetos, uma vez que a tradição que transmitiu os textos gregos da Antiguidade até o
presente unificou a escrita.

Mesmo assim, o dialeto ático tem algumas pequenas particularidades e as mais notáveis
são a frequente troca do -η- iônico pelo -α-, as contrações vocálicas e o acento nas
sílabas finais.

Exemplo: no di leto iônico, temos ζοθίη, "s bedori ", e no di leto ático ζοθία.
Forma das palavras

O grego é uma língua indo-europeia do tipo flexional, i.e., as terminações das palavras
variáveis mudam de acordo com a função sintática.

O significado básico das palavras indo-europeias está contido na raiz, geralmente


modificada por afixos (prefixos, sufixos, etc.) que especificam o sentido da raiz. O
conjunto da raiz e seus afixos é o radical, e o resto da palavra é formada pelas
desinências, que variam conforme a flexão.

Exemplo: para a raiz grega do- (gr. δο-) temos as formas verbais dí-do-mi (gr. δίδωμι),
"eu dou", dó-so (gr. δόζω), "eu d rei", e o subst ntivo dó-ron (gr. δώρον), "dom" ou
"presente".

As palavras variáveis são os substantivos, adjetivos, pronomes, artigos, numerais e


verbos. A flexão verbal refere-se somente aos verbos, e a flexão nominal às demais
classes de palavras. Aos verbos conjuga-se, e aos nomes declina-se.

Flexão verbal

Conjunto de formas flexionadas de uma palavra. A flexão verbal exprime noções


referentes à ação:

voz: ativa, passiva, média

modo: indicativo, subjuntivo, optativo, imperativo, infinitivo, particípio

aspecto: durativo, pontual, perfectivo

momento temporal: presente, passado, futuro

pessoa do discurso: 1ª, 2ª, 3ª

número: singular, plural, dual

Flexão nominal

A flexão nominal exprime noções referentes à caracterização de seres e coisas:

gênero: masculino, feminino e neutro


número: singular, plural, dual

caso: nominativo, vocativo, acusativo, genitivo, dativo

As partículas são palavras invariáveis de múltiplas funções: advérbios, preposições,


conjunções, interjeições, etc. Algumas partículas exprimem certas nuances da fala que
são intraduzíveis.

Algumas características da língua

Destacam-se, dentre os conceitos estruturais do grego antigo estranhos às línguas


modernas, a voz média, o modo optativo, o aspecto verbal, o dual e os casos.

Voz média

Exprime uma ação que o sujeito pratica particularmente interessado em seu efeito, ou
em seu próprio interesse.

Exemplo: αἱρέω, "eu tomo" (voz tiv ); αἱρέομαι, "eu escolho" (voz médi ), i.e., tomo
de acordo com o meu interesse.

Modo optativo

Exprime, entre outras coisas, uma eventualidade, i.e., uma ação passível de ocorrer no
futuro, ou um lamento.

Exemplo: εἴθε μὴ εἴης δσζηστής, "queir Deus que não sej s infeliz"; εἴθε ἔζη, "ox lá
ele estivesse vivo".

Obs.: o modo optativo é semelhante ao nosso modo subjuntivo.

Aspecto

Os aspectos imperfectivo, aoristo e perfectivo refletem a duração e o grau de


acabamento da ação expressa pelo verbo.
O imperfectivo apresenta a ação como um processo, durante seu desenvolvimento
(aspecto durativo);

Exemplo: ὁρῶ ηὴν οἰκίαν, "eu vejo c sa" (i.e., comecei a ver e ainda estou vendo).

O aoristo exprime uma ação pura e simples (aspecto zero, momentâneo ou pontual);

Exemplo: ἐδούλεσζα, "tornei-me um escravo" (i.e., em um certo momento não


especificado do passado fui reduzido à escravidão).

O perfectivo apresenta o resultado de um processo acabado (aspecto resultativo).

Exemplo: ηέθαπηαι, "ele está enterr do" (i.e., gor já c b r m de enterrá-lo)

Dual

Refere-se a um par de coisas.

Exemplo: ηὼ ὁδώ, "os dois c minhos".

Casos

As desinências apostas ao radical básico indicam, além do gênero e do número do


substantivo, o caso, i.e., a função sintática da palavra nas frases.

Basicamente, o nominativo é o caso do sujeito - representado pelo o "ho"; o acusativo é


o caso do objeto direto - represent do pelo ηον "o"; o d tivo é o c so do objeto indireto -
represent do pelo ηω " o, p r o, pelo" ; o genitivo, semelh nte o pronome possessivo
- represent do pelo ηοσ "do, d ". Acus tivo, d tivo e genitivo podem ser complementos
verbais ou complementos nominais. Além destes, encontra-se na língua clássica grega o
caso vocativo - é semelh nte um ch m mento. Ex.: Κύριε! "ó Senhor!".
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