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Instituto Politécnico de Bragança

Escola Superior de Saúde


PSSI - Gerontologia - 1ºano

 Ana Raquel Coelho Alves


 Diana Filipa Silva Miranda
 Ludovina Maria Marques de Pina Bragança, Maio 2007

Itinerário da Apresentação

• Objectivos
• Família
Definição
Estrutura
Funções
• Cuidados
Cuidador Formal
Cuidador Informal
Famílias Cuidadoras
Aspectos negativos
Aspectos Positivos
Cuidador formal vs cuidador informal
Modelos de Cuidados em Portugal e nalguns países europeus
• Referências Bibliográficas

1
Objectivos

•Descrever
Descrever e caracterizar os tipos de cuidados prestados;
prestados;
•Investigar
Investigar e compreender o apoio prestado pela família nos cuidados ao
idoso, nomeadamente ao idoso com dependência;
dependência;
•Caracterizar
Caracterizar e analisar os modelos e politicas de cuidados em Portugal e
nalguns países europeus;
europeus;
•Avaliar
Avaliar os aspectos negativos e positivos das famílias cuidadoras.
cuidadoras.

A família é o lar que nos acolhe


quando o primeiro pedaço de ar
toca os pulmões, que nos
ampara e faz crescer, que nos
protege e acompanha em todos
os momentos da vida, até mesmo
quando o cabelo já perdeu a cor
de sempre e as rugas traçaram a
pele…
pele…

Ana Alves (2007)

2
Família

Definição
 A família é um grupo de
pessoas ligadas por descendência
(demonstrada ou estipulada) a partir
de um ancestral comum, matrimónio.
matrimónio.

 Representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por


outras pessoas e instituições.
instituições.

 A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros


moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante
as gerações.
gerações.

Estrutura
 A família assume uma estrutura característica.
característica.
Segundo Whaley e Wong (1989) 1989) entende-
entende-se estrutura como “uma
forma de organização ou disposição de um número de componentes que
se inter-
inter-relacionam de maneira específica e recorrente”.
recorrente”.

 O sistema tradicional de família é a estrutura


nuclear ou conjugal, que consiste num homem,
numa mulher e nos seus filhos, biológicos ou
adoptados, habitando num ambiente familiar
comum.
comum.

3
Contudo…
A estrutura familiar tem-
tem-se transformado
com o decorrer do tempo.

Assim, para além do sistema familiar


tradicional, actualmente existem outras
estruturas da família.

“A família como uma unidade íntegra tornou-


tornou-se
mais transitória.
transitória. Esta natureza transitória
resultou em mudanças na estrutura familiar, nas
metas dos seus membros e, em alguns casos, na
razão de ser da família.
família.”

Marcia Stanhope e Jeanette Lancaster (1999)

Família de pais únicos ou


monoparental:

 Variação da estrutura nuclear tradicional devido


a fenómenos sociais, como o divórcio, óbito,
abandono de lar, ilegitimidade ou adopção de
crianças por uma
só pessoa.
pessoa.

4
Família ampliada ou
consanguínea:

 Família nuclear, mais os


parentes directos ou colaterais,
existindo uma extensão das relações entre pais e
filhos para avós, pais e netos.
netos.

Famílias alternativas:

 Famílias comunitárias:
comunitárias:
Ao contrário dos sistemas familiares tradicionais, onde a total
responsabilidade pela criação e educação das crianças se cinge aos
pais e à escola, nestas famílias, o papel dos pais é descentralizado,
sendo as crianças da responsabilidade de todos os membros adultos.
adultos.

 Famílias homossexuais:
homossexuais:
Existe uma ligação conjugal ou
marital entre duas pessoas do
mesmo sexo, que podem incluir
crianças adoptadas ou filhos
biológicos de um ou ambos os parceiros.
parceiros.

5
Funções
 As famílias como agregações sociais, ao longo dos tempos, assumem ou
renunciam funções de protecção e socialização dos seus membros, como
resposta às necessidades da sociedade pertencente.

Nesta perspectiva, as funções da família regem-


regem-se por dois objectivos:
● Um de nível interno, como a protecção psicossocial dos membros;
● Outro de nível externo, como a acomodação a uma cultura e sua
transmissão.
transmissão

“A família deve então, responder às mudanças externas e


internas de modo a atender às novas circunstâncias sem,
no entanto, perder a continuidade, proporcionando
sempre um esquema de referência para os seus
membros.”

Minuchin (1990)

6
Duvall e Miller identificaram como funções familiares
as seguintes:

 “geradora de afecto”, entre os


membros da família;
família;

 “proporcionadora de segurança e aceitação pessoal”,


promovendo um desenvolvimento pessoal natural;
natural;

 “proporcionadora de satisfação e sentimento de utilidade”,


através das actividades que satisfazem os membros da
família;
família;

 “asseguradora da continuidade das relações”,


proporcionando relações duradouras entre os
familiares;
familiares;

 “proporcionadora de estabilidade e
socialização”, assegurando a continuidade
da cultura da sociedade correspondente.
correspondente.

 “impositora da autoridade e do sentimento do que é correcto”,


relacionado com a aprendizagem das regras e normas, direitos e
obrigações características das sociedades humanas.
humanas.

 Para além destas funções, Stanhope (1999) 1999) acrescenta ainda uma
função relativa à saúde, na medida, em que a família protege a saúde dos
seus membros, dando apoio e resposta às necessidades básicas em
situações de doença.
doença.

7
O que é um cuidador ????

È um ser humano que é contratado ou


não, para cuidar de outro ser humano
que não tem capacidades para o fazer.
fazer.

Cuidador Formal:
 Recebem compensação financeira pelos seus serviços;
serviços;

 Algumas vezes não a recebem quando actuam na condição


de voluntários de organizações, grupos ou instituições
privadas;
privadas;

 Na sociedade portuguesa ir para uma instituição ou


frequentar um serviço de apoio a idosos é interpretado
como um desinteresse pelo idoso ou então como um
abandono dos seus familiares;
familiares;

8
 Existem vários tipos de cuidados formais
tais como:
como: serviços de apoio domiciliario, o
idoso encontra-
encontra-se na sua residência;
residência;
centros de dia e convivio;
convivio; lares, o idoso
permanece nessa instituiçao de dia e
noite;
noite; e, hospitalizações, é um centro
temporário;
temporário;

 Certos autores consideram que a


institucionalização não é o procedimento
correcto a ter com os idosos pois o
objectivo destas organizações nem sempre
vão de encontro ao que o idoso deseja.
deseja.

Cuidador informal:
informal:

 Elementos da rede social do idoso;


idoso;

 Prestam cuidados regulares,


não remunerados;
remunerados;

 Auxiliam a pessoa que é parte ou totalmente


dependente no auxílio do seu quotidiano, para as
simples ou complexas tarefas.
tarefas.

9
• assumem o papel por mais tempo;
tempo;

 Cuidadores familiares

•a
a sua função não é reconhecida a
nivel legal.
legal.

O processo em Portugal, para se tornar


um cuidador informal:
 Daniela Figueiredo (2004) cit. Le Bris (1994) existem duas vias que
levam a assumir o papel de cuidador familiar:

Processo sub-
sub-reptício Sequência de um incidente inesperado

O processo de perda progressiva de O incidente inesperado pode ter


autonomia do idoso acontece quando uma três origens:
origens: doença ou incidente
pessoa sem se dar conta começa a prestar que acaba por acontecer uma
cuidados, começa a tornar-
tornar-se cuidador, não incapacidade de modo súbito;
súbito; a
tem consciência que sobre ele recairá a viuvez;
viuvez; demissão ou morte da
responsabilidade de tomar conta do idoso pessoa anterior.
anterior.
durante um indeterminado tempo.
tempo.

10
 Existem vários tipos de motivações que podem
levar uma pessoa a tornar-
tornar-se cuidador informal.
informal.
Esta decisão é fortemente influenciada por
tradições, pela história do indivíduo...
indivíduo...

o O dever social;
social;
o O dever moral;
moral;
o Uma motivação intrínseca, a solidariedade
conjugal, filiar ou familiar;
familiar;
o A religião;
religião;
o Os sentimentos de amor ou piedade;
piedade;
o Uma motivação como recompensa material;
material;
o Uma derradeira opção, que é a institucionalização.
institucionalização.

Perfil de um cuidador informal:


 O sexo feminino é o tradicionalmente escolhido para
assumir a tarefa de cuidar, mas cada vez mais se vêem
homens a tornar-
tornar-se cuidadores;
cuidadores;

 Os cônjuges são a principal fonte de


assistência ao idoso dependente;
dependente; a
descendência constitui a segunda
procedência de cuidados;
cuidados; os amigos
e/ou os vizinhos tornam-
tornam-se cuidadores
na ausência de familiares do idoso ou
são uma fonte de ajuda complementar.
complementar.

11
 É possível distinguir o papel de cuidador principal e
cuidador secundário de acordo com o grau de envolvimento
com os cuidados prestados.
prestados.

 Cuidador principal é aquele que assume a total ou parte da


responsabilidade pelos cuidados;
cuidados;

 Os cuidadores secundários são aqueles que prestam


cuidados complementares, são um número reduzido e dão
menos apoio do que o cuidador principal, exemplo deste
tipo de cuidadores são:
são: voluntários, amigos vizinhos, etc.
etc.

Famílias Cuidadoras
Aspectos negativos da prestação de cuidados

 Objectiva - resulta do conjunto entre a


exigência dos cuidados prestados que varia com a
gravidade e comportamento do doente, e as
consequências nas várias áreas da vida do cuidador
(familiar, económica, social, profissional).
profissional).
Sobrecarga
conjunto de problemas
físicos, psicológicos e
socioeconómicos que
advêm da prestação de  Subjectiva - resulta do conjunto das atitudes
cuidados e das respostas emocionais do cuidador
relativamente à tarefa de cuidar, ou seja, problemas
associados à prestação de cuidados

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Saúde física
e mental

Físico
Tarefa repetitiva Esgotamento
Psicológico

 Depressão
Sensação de

 Ansiedade deterioração

 Efeitos Positivos

Permite “escapar” à prestação de cuidados,


tarefa pouco apreciadas, por meio do convívio
Actividade
profissional
 Efeitos Negativos

- Difícil conciliar obrigações inerentes aos


cuidados e à actividade profissional;
profissional;
- O emprego envolve mais tarefas e mais horas
de exigências acumuladas.
acumuladas.

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Impacto da prestação de cuidados ao nível da actividade profissional pode
manifestar-
manifestar-se:
se:

- Alterações no horário de trabalho;


trabalho;
- Necessidade de faltar;
faltar;
- Diminuição do número de horas de trabalho;
trabalho;
- Interrupções;
Interrupções;
- Atrasos;
Atrasos;
- Recusa de promoções;
promoções;
- Sensação de desemprego e desistência da profissão.
profissão.

Desamparo

Tempo livre
e lazer

- Se o idoso se encontrar numa situação de dependência obriga


a que o cuidador tenha muito tempo disponível para
desempenhar cuidados.
cuidados.

- Diminuição do tempo de lazer do cuidador

fragiliza as menos não consegue


relações disponibilidade encontrar
existentes para estabelecer apoio social
relações sociais

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Aspectos positivos da prestação de cuidados

Segundo Nolan, Grant e Keady (1996, 1998), citados por Liliana Sousa
(2004), os aspectos mais frequentes de fontes de satisfação não material são:

- Manutenção da dignidade da pessoa idosa;


- Ver a pessoa que se cuida feliz e bem tratada;
- Ter consciência que se dá o melhor para o bem-
bem-estar do sujeito;
- Encarar a prestação de cuidados como a possibilidade de dar
afecto, e ainda como possibilidade de desenvolvimento e conhecimento de
novas competências;
- Afastar a possibilidade de institucionalização do idoso.

Aspectos mais frequentes de fontes de satisfação material são:

- Vantagens financeiras

 Heranças;
Heranças;

 Quando as necessidades do idoso vão ao encontro


das necessidades do cuidador , como dependência
económica, alojamento e alimentação o idoso governa a
casa.
casa.

15
Cuidador formal versus cuidador
informal:
informal:
 O tempo dedicado pelos cuidadores formais é inferior à
dos cuidadores informais;
informais;

 Nolan (2001)
2001) citado por Liliana Sousa (2004)
2004) identifica
quatro pontos de vista da perspectiva dos cuidadores
formais em relação aos cuidadores informais:
informais: recurso,
considera o cuidador informal como um elemento que ajuda
o formal;
formal; colegas, ambos têm os mesmos objectivos e tarefas
de cuidar do idoso;
idoso; co-
co-cliente, os cuidadores informais são
tão clientes quanto o idoso;
idoso; parceiros, existe um propósito
comum entre serviços e cuidador informal, que tem de ser
negociado.
negociado.

 Existem três razões para haver um mau ambiente


entre o cuidador familiar e o cuidador formal:
formal:

a) Um profissional estabelece regras muito rigorosas a um


idoso, os seus familiares ficam com pena e incentivam o
idoso a não cumprir tão estritamente essa norma;
norma;
b) Uma familia solicita o apoio de um profissional para prestar
um serviço técnico especifico, o profissional dirige-
dirige-se à
familia incentivando as relações familiares ( por exemplo, a
filha passar mais tempo em casa);
casa);
c) Uma familia tem o apoio de um serviço com o qual não está
contente, não culpa directamente quem o presta, mas, vai
mais além, queixa-
queixa-se e acusa a direcção e a instituição.
instituição.

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Relação da família com a instituição
 Os familiares têm uma relação individual com o idoso
durante a vida toda, por outro lado, os profissionais têm um
maior conhecimento de acordo com os anos de prática de
trabalho.
trabalho. Assim, a família tem uma percepção mais precisa
dos problemas dos idosos e das necessidades destes;
destes;

 As famílias para os profissionais são muito exigentes e


insistentes, remetendo o técnico para o seu idoso, quase
que o obrigam a dar mais atenção ao seu familiar;
familiar;

Modelos de Cuidados em Portugal e


nalguns países europeus
Padrões da politica de cuidados

 Pode considerar-
considerar-se esta politica de cuidados como
um processo de apoio a pessoas dependentes na
área social e da saúde, prestado por entidades
lucrativas ou não lucrativas que organizam os
cuidados, executado por profissionais pagos e/ou
não pago, enquanto voluntários, ou pelo cuidador
familiar e o próprio beneficiário.
beneficiário

17
Este mecanismo engloba as dimensões:
 Social que integra o psicossocial e o serviço social,
remetendo para a satisfação das necessidades básicas
fundamentais, como a alimentação, a higiene pessoal e
implicando um processo de participação,
liberdade e direitos de integração social do individuo na
comunidade;

 Saúde que engloba a enfermagem, a reabilitação e a


medicina e remete para os cuidados de saúde preventivos,
de tratamento, de reabilitação e paliativos, permitindo
integrar diferentes níveis de intervenção enquanto
acções conjuntas que devem ser da responsabilidade
de todos os actores sociais.

 A conceptualização desta politica de cuidados na


actualidade deverá, assim, ser organizada de forma a permitir
articular cuidados formais e informais.
informais.

 Um padrão de politica de cuidados é determinado pela


forma como as dimensões, social e da saúde, implícitas no
conceito de cuidados, interagem entre si.
si.

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Elementos centrais da política de cuidados às pessoas idosas
e dependentes:
dependentes
Políticas de Cuidados
Definição
(Social/Saúde)
Áreas

Actores Estado Mercado Família Sociedade


Civil
Responsáveis

Modos de Formal e Informal, Pago e Não pago


Actuação

Pessoas
Beneficiários Pessoas Doentes Cuidadores
com
Idosas dependentes familiares
deficiência

 Assim, apresentamos vários padrões de politicas


de cuidados de alguns países europeus, com
especial ênfase para Portugal, analisando as
respostas prestadas às necessidades das pessoas
idosas e das famílias.
famílias.

19
Inglaterra e Irlanda
Modelo de Protecção Social Liberal

Cuidados alargados neoliberalistas

 Selectivo (privados/mercado);
 Descentralizados e articulados (saúde e
Social);
 Focam-
Focam-se na autonomia e independência;
 A família não é legalmente responsável
pelos cuidados.
cuidados

Holanda e Luxemburgo
Modelo de Protecção Social
Escandinavo

Cuidados alargados mistos

 Seguro Social (privado/público);


 Descentralizados e articulados (saúde e social);
 Focam-
Focam-se na autonomia e independência;
 A família não é legalmente responsável pelos cuidados.

20
Dinamarca, Finlândia, Noruega e
Suécia
Modelo de Protecção Social
Escandinavo

Cuidados alargados Universalistas

 Universal (estado);
 Descentralizados e articulados (saúde e
social);
 Focam-
Focam-se na autonomia e independência;
 A família não é legalmente responsável
pelos cuidados.

França e Bélgica

Modelo de Protecção Social


Conservador

Cuidados semi-
semi-alargados públicos

 Sistemas de segurança social descentralizados;


 Focam-
Focam-se na dependência, solidão e isolamento;
 A família é legalmente responsável pelos cuidados.

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Alemanha e Áustria

Modelo de Protecção Social


Conservador

Cuidados selectivos baseados


no seguro social

 Privado/Mercado/Voluntário/Família;
 Descentralizados; focam-
focam-se na dependência;
 A família é legalmente responsável pelos cuidados.

Itália e Espanha
Modelo de Protecção Social
Mediterrâneo

Cuidados restritos mistos

 Público/privado/Mercado/Voluntário/Família;
 Descentralizados; focam-
focam-se na dependência;
 A família é legalmente responsável pelos cuidados;

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Portugal e Grécia

Modelo de Protecção Social


Mediterrâneo

Cuidados deficitários mistos

 Público/privado/voluntário/mercado/Família;
 Centralizados; focam-
focam-se na dependência, solidão e
isolamento;
 A família é legalmente responsável pelos cuidados.
cuidados

Em Portugal,
Portugal a política de
cuidados às pessoas idosas
tem tomado forma nos últimos
cinco anos.
 Estas orientações são centralizadas no
Ministério doTrabalho e da Segurança
Social e no Ministério da Saúde.
Saúde. Os
cuidados são organizados predominantemente
no âmbito do sector não lucrativo.
lucrativo.

 Tem sido efectuado um esforço para a criação de serviços e políticas


activas nesta área, sobretudo na articulação entre a saúde e o social e a
integração dos cuidados continuados e integrados, nas vertentes
preventiva, de reabilitação e, nestes últimos anos, paliativa.
paliativa. Em 2006 foi
criada a rede de cuidados continuados integrados.
integrados.

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 Observa-
Observa-se uma incapacidade de
resposta das estruturas sociais e
comunitárias que leva a que a maioria
das pessoas idosas faça a sua
reabilitação no hospital.
hospital. Assim, a
família, é a principal cuidadora e ,
face à indisponibilidade ou
inexistência desta, muitas pessoas
idosas vivem sós, entregues a si
próprias.
próprias.

"Os velhos
morrem,
porque já
não são
amados”.
Montherlant (1896-
(1896-1973)

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Bibliografia
• http://www.app.com.pt./PDF/artigo_politíca_cuidados.pdf,
http://www.app.com.pt./PDF/artigo_politíca_cuidados.pdf,
consultado em: 6 de Abril de 2007

• http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0873-
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0873-
65292001000200003&script=sci_arttext&tlng=pt,
65292001000200003&script=sci_arttext&tlng=pt, consultado em: 10 de
Abril de 2007

• http://www.portalhomecare.com.br/pagina.php?pagina=21,
http://www.portalhomecare.com.br/pagina.php?pagina=21, consultado
em: 28 de Março de 2007

• Lancaster, Jeanette & Stanhope, Marcia. (1999). Enfermagem Comunitária: Promoção


da saúde de grupos, familias e indivíduos. (1ª ed.). Lisboa: Lusociência.

• Sousa, Liliana et al. (2004). Envelhecer em Familia: Cuidados familiares na velhice. (1ª
ed.). Porto: Ambar.

• São José, J., Wall, K. & Correia, S. V. (2002). Trabalhar e cuidar de um idoso
dependente: problemas e soluções. Instituto de Ciências Sociais, Universidade de
Lisboa.

• Quaresma, M. L. (1996). Cuidados Familiares às Pessoas Muito Idosas. Lisboa:

Direcção-
Direcção-Geral da Acção Social, Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação.

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