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Na Prática da Palavra

12. Um Alerta Contra a Presunção


(Extraído e adaptado do livro Tiago, de Hernandes Dias Lopes)
Introdução:

Na lição de hoje, seremos ministrados por um rico texto da epístola de Tiago. Há muito o que falar
a partir dele. Decidiu-se focar, entretanto, o tema da presunção. Que o Espírito Santo fale ao seu
coração e toque em sua vida!

Desenvolvimento do ensino:

Texto-base: Tiago 4.13-17 (NVI)

Ouçam agora, vocês que dizem: “Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela
cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro”. Vocês
nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a
neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso,
deveriam dizer: “Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”. Agora,
porém, vocês se vangloriam das suas pretensões. Toda vanglória como essa é
maligna. Pensem nisto, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete
pecado.

1. O que é presunção?

Tiago, nos versículos acima citados, fala sobre os riscos da presunção. Ele nos apresenta um
discurso de uma pessoa presunçosa (v.13). A presunção resulta de um entendimento errado de
nós mesmos e das nossas ambições. Presunção é assegurar a nós mesmos que o tempo está do
nosso lado e à nossa disposição. É fazer os nossos planos como se estivéssemos no total
controle do futuro. É viver como se nossa vida não dependesse de Deus.

A presunção é um sério pecado. Ela envolve tomar em nossas próprias mãos a decisão de
planejar e comandar a vida à parte de Deus. Obviamente, Tiago não está combatendo a questão
do planejamento, mas combatendo o planejamento sem levar Deus em conta. É claro que a vida é
feita de nossas escolhas. Precisamos ter alvos, planos, sonhos, mas não presunção.

1. Você é uma pessoa presunçosa?


2. Você teria uma história de vida para contar em que agiu com presunção? Quais foram os
resultados disso?

2. Quais são os perigos da presunção?

A presunção envolve tomar em nossas próprias mãos o nosso destino (v.16) e, também, uma
declarada desobediência à vontade de Deus (v.17). Quais poderiam ser os resultados disso?
Sofrimento. Sofrimento. Sofrimento. Podemos afirmar que a vida humana está em certo aspecto

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Presunção
sob o controle humano. Precisamos tomar decisões e somos um produto das decisões que
fazemos na vida: quem queremos ser, com quem andamos, com quem nos casamos, o que
fazemos. Por outro lado, a vida humana não está em nosso controle. Nós não conhecemos o
nosso futuro, nem sabemos o que é melhor para nós. Devemos procurar saber quais são os
sonhos de Deus para a nossa vida. A verdade incontroversa é que a vida humana está sob
controle divino. Se Deus quiser iremos, compraremos, ganharemos.

3. Como podemos nos proteger da presunção?

Tiago nos oferece três maneiras:

a. Em primeiro lugar, tendo consciência da nossa ignorância: “Vocês nem sabem o que lhes
acontecerá amanhã!” (v.14).

b. Em segundo lugar, tendo consciência da nossa fragilidade: “Que é a sua vida? Vocês são
como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa” (v.14).

c. Em terceiro lugar, tendo consciência da nossa total dependência de Deus: “Ao invés disso,
deveriam dizer: ‘Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo’” (v.15).

Conclusão e Desafios:

Nesta lição, aprendemos que:

 Presunção é fazer os nossos planos como se estivéssemos no total controle do futuro; é


viver como se nossa vida não dependesse de Deus;
 Da presunção, pode resultar uma vida com muitos sofrimentos;
 Por um lado, temos certo controle sobre nossas vidas, pois temos que, constantemente,
tomar decisões. Por outro lado, entretanto, não conhecemos o futuro e nem sabemos o
que é melhor para nós. Portanto, precisamos buscar e nos submeter à vontade de Deus.

Do ponto três (como nos proteger da presunção?), podemos extrair três desafios de reflexão e
ação contra a presunção:

1. Reconheça que você é ignorante quanto à sua vida e busque o conhecimento e a vontade
de Deus;
2. Reconheça a sua fragilidade e humilhe-se diante de Deus;
3. Reconheça a sua dependência de Deus e submeta-se a Ele.

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