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As alterações funcionais benignas das mamas (AFBM), anteriormente denominadas

displasia mamária, doença fibrocística, mastalgia cíclica, mastodínia, mastite crônica ou


mazoplasia, representam um conjunto de modificações do tecido mamário, cujo sub As
alterações funcionais benignas das mamas (AFBM), anteriormente denominadas displasia
mamária, doença fibrocística, mastalgia cíclica, mastodínia, mastite crônica ou mazoplasia,
representam um conjunto de modificações do tecido mamário, cujo substrato anatômico básico
seria fibrose do estroma, proliferação epitelial

Benign diseases of breast

Cláudia Maria Santos Aldrighi

Disciplina de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da


Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Waldemir Washington Rezende

Assistente doutor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São


Paulo (HC-FMUSP).

Unitermos: mama, mastites, doenças benignas.

Unterms: breast, mastitis, benign diseases.

Introdução

As alterações funcionais benignas das mamas (AFBM), anteriormente denominadas displasia


mamária, doença fibrocística, mastalgia cíclica, mastodínia, mastite crônica ou mazoplasia,
representam um conjunto de modificações do tecido mamário, cujo substrato anatômico
básico seria fibrose do estroma, proliferação epitelial mínima e múltiplos cistos.

A responsabilidade do médico ou mais especificamente do ginecologista ou do mastologista


seria distinguir alterações benignas das potencialmente malignas, indicando conduta
conservadora ou intervencionista, mediante critérios clínicos e métodos adjuvantes, capazes
de esclarecer e tranquilizar a paciente, familiares e a equipe médica.

Revisões de estudos anatomopatológicos, considerando mastoplastias redutoras em pacientes


assintomáticas, demonstram predomínio absoluto das alterações fibrocísticas e fibroadenoma,
com raros casos de hiperplasia atípica e carcinoma mamário, sugerindo baixo potencial de
malignidade das AFBM.

A incidência das AFBM em tecido proveniente de mastoplastias, na ausência de doença


mamária clínica, foi avaliada por Torres. Nesse estudo, em mais de 60% dos casos existem
evidências de alterações fibrocísticas não proliferativas avaliadas como fibrose estromal,
cistos, inflamação crônica, metaplasia apócrina e alterações fibroadenomatóides.

Em 13% dos casos observam alterações proliferativas tipo hiperplasia epitelial típica, adenose
esclerosante, hiperplasia epitelial atípica e carcinoma ductal in situ, enfatizando a necessidade
do strato anatômico básico seria fibrose do estroma, proliferação epitelial ...