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SET 1999 NBR 5647-1


Sistemas para adução e distribuição
de água - Tubos e conexões de PVC 6,3
ABNT-Associação
Brasileira de
com junta elástica e com diâmetros
Normas Técnicas nominais até DN 100
Sede:
Rio de Janeiro
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Parte 1: Requisitos gerais
Tel.: PABX (021) 210-3122
Fax: (021) 220-1762/220-6436
Endereço Telegráfico:
NORMATÉCNICA
Origem: Projeto 02:111.02-002:1998
CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil
CE-02:111.02 - Comissão de Estudo de Sistemas de Adução e Distribuição de
Água - Tubos e Conexões de PVC
NBR 5647-1 - Water main and water distribution systems - Poly (vinyl chloride)
PVC 6,3 plastic pipes and fittings with elastic joints and with nominal diameter
until DN 100 - Part 1: General requirements
Descriptors: PVC plastic pipe. Fitting
Copyright © 1999, Esta Norma substitui a NBR 5647:1977
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Válida a partir de 01.11.1999
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave:TubodePVC. Conexão 15 páginas
Todos os direitos reservados

Sumário b) introdução de requisitos de desempenho mais


Prefácio adequados;
1 Objetivo
2 Referências normativas c) introdução da verificação sistemática periódica e
3 Definições permanente dos requisitos da qualidade.
4 Requisitos gerais
5 Requisitos específicos
6 Recebimento Esta Norma está dividida em quatro partes, sob o título
7 Marcação e unidade de compra geral “Sistemas para adução e distribuição de água -
ANEXO Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com
A Requisitos exigidos para os anéis de borracha não diâmetros nominais até DN 100”:
toroidais empregados em tubos de PVC
- Parte 1 - Requisitos gerais
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é - Parte 2 - Requisitos específicos para tubos com
o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasi- pressão nominal PN 1,0 MPa
leiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês
Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Se-
torial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo - Parte 3 - Requisitos específicos para tubos com
(CE), formadas por representantes dos setores envol- pressão nominal PN 0,75 MPa
vidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e
neutros (universidades, laboratórios e outros). - Parte 4 - Requisitos específicos para tubos com
pressão nominal PN 0,60 MPa
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito
dos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os
associados da ABNT e demais interessados. Esta Norma, em conjunto com as NBR 5647-2,
NBR 5647-3 e NBR 5647-4, substitui a NBR 5647:1977.
Esta Norma introduz conceitos modificadores com res-
peito à NBR 5647:1977, no que concerne à: Esta Norma inclui o anexo A, de caráter normativo, idêntico
a) introdução de controle sobre a matéria-prima à NBR 7676:1996, exceto onde explicitamente men-
(composto); cionado.
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2 NBR 5647-1:1999

1 Objetivo NBR 5685:1999 - Tubos e conexões de PVC - Veri-


ficação do desempenho da junta elástica
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e
conexões de PVC 6,3 e respectivas juntas elásticas, a NBR 5687:1999 - Tubos de PVC - Verificação da es-
serem empregados na execução de sistemas de distri- tabilidade dimensional
buição de água, com pressão de serviço de 1,0 MPa,
0,75 MPa e 0,60 MPa, à temperatura de 20°C. Os requi- NBR 6483:1999 - Conexões de PVC - Verificação
sitos específicos para as diversas classes de pressão do comportamento ao achatamento
dos tubos são estabelecidos nas NBR 5647-2, NBR 6565:1982 - Elastômero vulcanizado - Ensaio
NBR 5647-3 e NBR 5647-4. de envelhecimento acelerado em estufa

1.2 Os tubos utilizados em sistemas para adução e dis- NBR 6588:1981 - Anel de borracha do tipo toroidal
tribuição de água devem ser fabricados por processo de para tubulações de PVC rígido para adutoras e rede
extrusão e as conexões devem ser fabricadas por pro- de água - Dimensões e dureza
cesso de injeção, exceção feita às curvas e peças de
transição, que podem ser fabricadas a partir de tubos NBR 7231:1999- Conexões de PVC - Verificação do
extrudados. Os tubos devem ser fabricados com ponta e comportamento ao calor
bolsa para junta elástica dotada de anel de borracha e
as conexões devem ser fabricadas com ponta e bolsa ou NBR 7318:1982 - Elastômero vulcanizado para uso
bolsas dotadas de anel de borracha. em veículos automotores - Determinação da dureza
NBR 7462:1992 - Elastômero vulcanizado - Determi-
1.3 Os tubos, conexões e juntas elásticas devem ser nação da resistência à tração
empregados na condução de água sob pressão para
temperatura até 45°C, sendo que a pressão de serviço NBR 7588:1985 - Anéis de borracha para juntas de
da tubulação deve ser reduzida em função da temperatura tubos de ferro fundido centrifugado - Ensaios
da água conduzida.
NBR 7673:1982 - Anéis de borracha para tubulações
1.4 Os tubos e conexões devem ser fabricados com de PVC rígido para adutoras e redes de água -
composto de poli (cloreto de vinila) PVC 6,3 que assegure Especificação
a obtenção de um produto que satisfaça as exigências NBR 7676:1996 - Anel de borracha para junta elás-
desta Norma, avaliado através de ensaios permanentes
durante a fabricação e ensaios de desempenho, de forma tica e mecânica de tubos e conexões de ferro fundido
a garantir uma vida útil mínima de 50 anos para o sistema. tipos JE, JM e JE2GS - Especificação
NBR 8218:1999 - Conexões de PVC - Verificação
2 Referências normativas da resistência à pressão hidrostática interna
As normas relacionadas a seguir contêm disposições NBR 8219:1999 - Tubos e conexões de PVC - Veri-
que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições ficação do efeito sobre a água
para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor
no momento desta publicação. Como toda norma está NBR 11407:1990 - Elastômero vulcanizado - Deter-
sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam minação das alterações das propriedades físicas,
acordos com base nesta que verifiquem a conveniência por efeito da imersão em líquidos
de se usarem as edições mais recentes das normas ci-
tadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas NBR 14262:1999 - Tubos de PVC - Verificação da
em vigor em um dado momento. resistência ao impacto

NBR 5647-2:1999 - Sistemas para adução e dis- NBR 14264:1999 - Conexões de PVC - Verificação
tribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3 dimensional
com junta elástica e com diâmetros nominais até NM 82:1996 - Tubos e conexões de PVC - Determi-
DN 100 - Parte 2: Requisitos específicos para tubos nação da temperatura de amolecimento “Vicat”
com pressão nominal PN 1,0 MPa
NM 83:1996 - Tubos e conexões de PVC -
NBR 5647-3:1999 - Sistemas para adução e dis- Determinação da densidade
tribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3
com junta elástica e com diâmetros nominais até NM 84:1996 - Tubos e conexões de PVC - Determi-
DN 100 - Parte 3: Requisitos específicos para tubos nação do teor de cinzas
com pressão nominal PN 0,75 MPa
NM 85:1996 - Tubos de PVC - Verificação dimen-
NBR 5647-4:1999 - Sistemas para adução e sional
distribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3 ISO 812:1991 - Rubber, vulcanized - Determination
com junta elástica e com diâmetros nominais até of low temperature brittleness
DN 100 - Parte 4: Requisitos específicos para tubos
com pressão nominal PN 0,60 MPa ISO 3384:1991 - Rubber, vulcanized or
thermoplastic - Determination of stress relaxation in
NBR 5683:1999 - Tubos de PVC - Verificação da compression at ambient and at elevated
resistência à pressão hidrostática interna temperatures
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NBR 5647-1:1999 3

3 Definições 3.11 tensão circunferencial ( σ ): Tensão tangencial pre-


sente ao longo de toda a parede de um tubo, decorrente
Para os efeitos desta Norma aplicam-se as seguintes da aplicação de uma pressão hidrostática interna.
definições:
3.12 tensão circunferencial admissível ( σ ): Máxima
3.1 anel integrado à bolsa: Anel de borracha, não remo-
tensão circunferencial que um tubo de PVC 6,3 pode ser
vível manualmente, já alojado no sulco apropriado,
submetido continuamente, em condições ideais de serviço
quando do fornecimento dos tubos. ο
e na temperatura de 20 32 C , com a garantia de resistir
+

3.2 composto de PVC: Material resultante da incorpo- no mínimo por 50 anos e igual a 6,3 MPa.
ração de aditivos à resina de PVC.
4 Requisitos gerais
3.3 comprimento de montagem (CM): Distância medida
entre a extremidade da bolsa de um tubo até a extremi- 4.1 Composto de PVC 6,3
dade da bolsa de outro tubo de mesmo diâmetro nominal
(DN), quando os dois tubos estão conectados. 4.1.1 O composto de PVC 6,3 deve estar aditivado so-
mente com produtos necess ários à sua transformação e
3.4 diâmetro externo médio ( dem): Relação entre o perí-
à utilização dos tubos e conexões de acordo com esta
metro externo do tubo e o número 3,1416, aproximado Norma.
para o décimo de milímetro mais próximo.
3.5 diâmetro nominal (DN): Simples número que serve 4.1.2 O pigmento deve estar total e adequadamente dis-
como designação para projeto e para classificar, em di- perso no composto a ser empregado na fabricação dos
mensões, os elementos de tubulação (tubos, conexões, tubos e conexões.
anéis de borracha e acessórios) e que corresponde, apro-
ximadamente, ao diâmetro interno dos tubos em mi- 4.1.3 O pigmento e o sistema de aditiva ção devem mini-
límetros. mizar as alterações de cor e das propriedades dos tubos
e conexões durante a sua exposição às intempéries, no
NOTA - O diâmetro nominal D ( N) não deve ser objeto de medição, manuseio e na estocagem em obra.
nem ser utilizado para fins de cálculos.

3.6 espessura de parede ( e): Valor da espessura de pa- 4.1.4 O emprego de material reprocessado é permitido,
desde que gerado pelo pr óprio fabricante, srcinado da
rede, medido em qualquer ponto ao longo da circunfe- fabricação do mesmo tipo de tubo e/ou conex ão e com a
rência do tubo, arredondado para o décimo de milímetro mesma formula çã o do composto dos tubos e/ou
mais próximo. conexões conforme esta Norma. Material reprocessado
ou reciclado, obtido de fontes externas, n ão pode ser
3.7 junta elástica (JE): Junta constituída pela ponta de
empregado na fabricação dos tubos e conex ões.
um tubo e/ou conexão com a bolsa de outro tubo e/ou co-
nexão e anel de vedação alojado em sulco apropriado,
4.1.5 O composto de PVC 6,3 empregado na fabricação
situado na bolsa, montados de forma deslizante.
dos tubos e conex ões deve ser de cor marrom, permi-
3.8 peça de transição: Peça destinada à ligação de uma tindo-se nuanças devidas às naturais diferenças de cor
tubulação à outra tubulação distinta ou a registros, vál- das matérias-primas.
vulas e demais acessórios.
4.1.6 O composto de PVC 6,3 empregado na fabricação
3.9 pressão nominal ( PN): Pressão de dimensionamento dos tubos e/ou conexões deve preservar o padrão de
dos tubos, das conexões e das juntas, conduzindo água potabilidade da água no interior da tubula ção, sem trans-
a 20 32 C, relacionada com a tens ã o circunferencial
+

ο
mitir sabor e odor, e n ão deve provocar turvamento ou
admissível ( σ ), calculada conforme a equa ção abaixo: coloração à água.

2σe 4.2 Tubos


PN =
d em - e
4.2.1 Os tubos devem ser fabricados com composto de
poli (cloreto de vinila) PVC 6,3, que assegure a obtenção
onde:
de um produto que satisfaça às exigências desta Norma,
e é a espessura mínima de parede, em milímetros; avaliado atrav és de ensaios permanentes durante a
fabricação e ensaios de desempenho para garantir uma
dem é o diâmetro externo médio, em milímetros. vida útil mínima de 50 anos para o sistema.

3.10 pressão de serviço ( PS): Máxima press ão (in- 4.2.2 Os tubos devem ser fabricados com ponta e
cluindo as variações dinâmicas) que os tubos, conexões bolsa para junta elástica nos diâmetros nominais DN 50,
e juntas podem suportar em serviço contínuo, conduzindo DN 75 e DN 100, para as press ões nominais de 1,0 MPa,
água numa temperatura de at é 45°C em sistemas de 0,75 MPa e 0,60 MPa, com diâmetros externos médios
distribuição, sendo proporcional à pressão nominal (PN), (dem), espessuras de parede (e) e massa aproximada
através do coeficiente de seguran ça (Cs), conforme a por metro, conforme estabelecido nas NBR 5647-2
equação abaixo: ( PN 1,0 MPa), NBR 5647-3 ( PN 0,75 MPa) ou
NBR 5647-4 (PN 0,60 MPa).
PS = PN x Cs
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4 NBR 5647-1:1999

4.2.3Cada tubo deve ter cor uniforme e ser livre de corpos 4.2.5Os tubos devem ter comprimento de montagem (CM)
estranhos, bolhas, rachaduras ou outros defeitos visuais mínimo para cada DN, conforme indicado na tabela 1 e
que indiquem descontinuidade do material e/ou do figura 1.
processo de extrusão.

4.2.4 Os tubos devem ser fabricados com comprimento 4.2.6 Os tubos devem ser fabricados com ponta e bolsa
total de 6,0 m, com toler ância de + 1% e - 0,5%. para junta elástica. As bolsas devem ter profundidade
mínima de encaixe (Pb), conforme indicado na figura 2 e
NOTA - Dependendo do acordo prévio entre fabricante e usuário, tabela 2.
os tubos podem ser fornecidos com comprimento diferente do
estabelecido acima.

Figura 1 - Comprimento de montagem dos tubos de PVC 6,3

Tabela 1 - Comprimento de montagem mínimo dos tubos de PVC 6,3

Diâmetro nominal Comprimento de montagem m ínimo

DN CM

50 5,88

75 5,85

100 5,83

Tabela 2 - Profundidade mínima da bolsa para untas


j
de tubos de PVC 6,3

Diâmetro nominal Profundidade m ínima da bolsa


DN Pb

mm

50 64,0

75 75,0

100 78,0
Figura 2 - Tubo de PVC 6,3com bolsa para junta elástica
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NBR 5647-1:1999 5

4.3 Conexões 4.4.2 Os anéis de borracha para juntas el ásticas devem


ser fornecidos pelo fabricante dos tubos e/ou das co-
4.3.1 As conexões devem ser fabricadas com composto nex ões, devendo estar inclusos no fornecimento dos
de PVC 6,3 de cor marrom, com bolsas para junta elástica mesmos. A junta elástica deve ser montada segundo as
ou bolsa para junta elástica e ponta para serem acopladas recomendações do fabricante dos tubos e/ou das co-
a tubos de PVC 6,3. nexões e deve ter desempenho conforme estabelecido
em 5.1.3 e 5.2.3.
4.3.2 As conexões do tipo peça de transição devem ser
fabricadas com composto de PVC 6,3 de cor marrom, 4.4.2.1 No caso de a junta el á stica utilizar an éis de
com uma das extremidades em ponta com rosca ou flange borracha do tipo toroidal, estes devem atender aos requi-
e a(s) outra(s) extremidade(s) com bolsa(s) para junta sitos das NBR 6588 e NBR 7673.
elástica para serem acopladas a tubos de PVC 6,3. 4.4.2.2No caso de a junta el ástica utilizar anéis integrados
4.3.3 Cada conexão deve ter cor uniforme e ser livre de
às bolsas, estes devem estar de acordo com os requisitos
corpos estranhos, bolhas, trincas, fendas ou outros de- do anexo A, até a publicação da revisão da NBR 7673.
feitos visuais que indiquem descontinuidade do material
4.4.2.3No caso de a junta elástica utilizar outros tipos de
e/ou do processo de fabrica ção.
anéis removíveis, estes devem atender aos requisitos do
anexo A, até a publicação da revisão da NBR 7673. Neste
4.3.4 As conexões injetadas devem ser fabricadas com
caso, as bolsas dos tubos deverão ser objeto de norma-
as dimensões: espessura mínima de parede da bolsa
lização específica que garanta a intercambialidade entre
( e1), espessura m í nima de parede no corpo ( e 2) e
os diferentes tipos de an éis.
profundidade mínima da bolsa ( Pb), conforme indicado
na figura 3 e tabela 3. 4.5 Condições de utilização

4.3.5As conexões fabricadas por outros processos devem A pressão de serviço (PS) a ser utilizada nos sistemas de
ser feitas a partir de tubos de PVC 6,3 com PN 1,0 MPa. adução e distribuição de água com tubos e conex ões de
PVC 6,3 com junta el ástica deve levar em consideração
4.4 Juntas a temperatura da água conduzida, relacionada com a
press ã o nominal ( PN ), atrav é s do coeficiente de
4.4.1 As bolsas dos tubos e das conex ões devem ser segurança (Cs), de acordo com o indicado no gr áfico da
fabricadas com sulcos apropriados para alojamento do figura 4 e com a equa ção abaixo:
anel de borracha (virola) e as pontas dos tubos e/ou das
conexões devem ser convenientemente chanfradas. PS = PN x Cs

Figura 3 - Principais dimensões das bolsas elásticas

Tabela 3 - Principais dimensões das conexões injetadas de PVC 6,3

Diâmetro n ominal Espessura m ínima Espessura m ínima Profundidade m ínima


de parede da bolsa de parede do corpo de bolsa
DN e1 e2 Pb

mm mm mm

50 4,7 5,4 60,0

75 6,6 7,6 70,0

100 8,6 9,8 75,0


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6 NBR 5647-1:1999

Figura 4 - Gráfico do coeficiente de segurança para correção da pressão


de serviço (PS) em função da temperatura da água

5 Requisitos específicos 5.1.1.3 Densidade

O composto empregado na fabrica çã o dos tubos de


5.1 Tubos de PVC 6,3 PVC 6,3 deve apresentar uma densidade na faixa de
1,40 g/cm3 a 1,55 g/cm 3, medida na temperatura de
ο
5.1.1 Caracterização do composto de PVC 6,3 20 32 C . O valor especificado pelo fabricante do com-
+

posto, em relação ao resultado do ensaio, pode ter va-


5.1.1.1 Efeito sobre a água riação máxima de 0,05 g/cm3.
O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos
O composto empregado na fabrica çã o dos tubos de de tubo de acordo com a NM 83.
PVC 6,3 não deve transmitir à água quantidades de me-
tais acima dos limites estabelecidos a seguir: 5.1.1.4 Teor de cinzas

O composto empregado na fabrica çã o dos tubos de


- na água da primeira extração, quantidade máxima PVC 6,3 deve ter o teor de cinzas de no m áximo 8%.
de chumbo de 1 ppm;
O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos
de tubo de acordo com a NM 84 - M étodo A, na tempera-
- na água da terceira extração, quantidade máxima
tura de (1 050 ± 50) °C.
de chumbo de 0,3 ppm;
5.1.1.5 Resistência à pressão hidrostática interna de longa
- na água da terceira extração, quantidade máxima duração
de estanho de 0,05 ppm;
O composto deve propiciar a fabricação de tubos de
PVC 6,3 que devem resistir às condições e às pressões
- na água das três extrações, quantidades médias hidrost áticas internas decorrentes das tens ões circun-
m á ximas individuais de c á dmio e merc ú rio de ferenciais, conforme indicado na tabela 4, empregando-
0,05 ppm. se a seguinte equação:

O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos 2σe


P =
a partir de tubo de acordo com a NBR 8219. dem - e

NOTA - Este ensaio não tem o objetivo de avaliar a potabilidade onde:


da água para consumo humano, que deve atender a regulamen-
Pé a pressão de ensaio, em megapascals;
tações específicas.
σ é a tensão circunferencial, em megapascals;
5.1.1.2 Temperatura de amolecimento “Vicat”
demé o diâmetro externo médio, em milímetros, es-
pecificado nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou
O composto empregado na fabrica çã o dos tubos de NBR 5647-4;
PVC 6,3 deve ter ponto de amolecimento Vicat maior ou
igual a 79°C. e é a espessura mínima de parede, em milímetros,
especificada nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou
NBR 5647-4.
O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos
de tubo de acordo com a NM 82. O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5683.
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NBR 5647-1:1999 7

5.1.2 Ensaios durante a fabricação 5.1.2.5 Resistência à pressão hidrostática interna de curta
duração
5.1.2.1 Visual
Os corpos-de-prova dos tubos devem resistir às pressões
hidrostáticas internas decorrentes das tens ões circun-
O exame visual deve ser realizado de acordo com 4.2.3 ferenciais aplicadas conforme indicado na tabela 6, em-
e 7.1. pregando-se a seguinte equa ção:

5.1.2.2 Dimensões 2σe


P =
dem - e
Os tubos devem ter diâmetro externo médio (d ) e es-
em
pessura de parede (e) de acordo com os valores espe- onde:
cificados nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou NBR 5647-4,
e profundidade mínima da bolsa (Pb) conforme indicado P é a pressão de ensaio, em megapascals;
na tabela 2.
σ é a tensão circunferencial, em megapascals;
O ensaio deve ser realizado de acordo com a NM 85.
d emé o diâmetro externo m édio, em mil ímetros,
especificado nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou
5.1.2.3 Estabilidade dimensional NBR 5647-4;

Os corpos-de-prova dos tubos, quando submetidos à e é a espessura mínima de parede, em milímetros,


especificada nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou
temperatura de (140 ± 4)°C, em banho termoestabilizado
ou estufa, devem apresentar variação longitudinal menor NBR 5647-4.
ou igual a 5%.
NOTA - No caso de falha do corpo-de-prova no ensaio de 0,1 h
de duração, um novo corpo-de-prova deve ser submetido ao
O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5687. ensaio de 1,0 h.

5.1.2.4 Resistência ao impacto O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5683.
5.1.3 Ensaios de desempenho
Os corpos-de-prova dos tubos devem resistir, na tem-
ο
peratura de 20 32 C , aos impactos de um percussor me-
+

Os ensaios de desempenho dos tubos estão especifi-
tálico com ponta de impacto semi-esf érica de raio de cados nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou NBR 5647-4 e
12,5 mm, estabelecidos na tabela 5, sem apresentar devem ser realizados de acordo com a NBR 5685.
fissuras, trincas ou quebra.
5.1.4 Periodicidade dos ensaios para os tubos de PVC 6,3

Depressões na região do impacto não devem ser consi-


Os ensaios de caracteriza ção da matéria-prima, ensaios
deradas como falhas.
durante a fabricação e ensaios de desempenho dos tubos
de PVC 6,3 devem ser realizados conforme a periodi-
O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 14262. cidade estabelecida na tabela 7.

Tabela 4 - Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração

Temperatura de ensaio Tens ão circunferencial de ensaio Dura ção do ensaio

°C MPa h

12,5 10
60 ± 2
10,0 200

Tabela 5 - Características do impacto

Diâmetro n ominal Massa do percussor Altura da queda Quantidade d e


impactos
DN kg m

50 2,0 2,0 3

75 2,0 2,0 4

100 3,0 2,0 6


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Tabela 6 - Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração

Temperatura de ensaio Tens ão circunferencial de ensaio Dura ção do ensaio

°C MPa h

37,4 0,1

20−32
+
33,4 1,0

Tabela 7 - Periodicidade dos ensaios para os tubos de PVC 6,3

Itens Ensaio Tamanhodaamostra Periodicidade

Efeito sobre a água 3 Anual

Temperaturade 3 Trimestral
amolecimento “Vicat”
Caracterização do
compostodePVC6,3 Densidade 3 Trimestral

Teor
decinzas 3 Trimestral

Pressão hidrostática 3 Anual


interna de longa dura ção

Visual - Contínua

Dimensional 6 A
cada
para
h
2
cada máquina

Ensaios durante Estabilidade dimensional 3 Acada8hpara


a fabricação m cada áquina

Resistênciaaoimpacto 3 Acada8hpara
cada máquina

Pressão hidrostáticainterna 3 Umavezaodiapara


de curta duração m cada áquina

Desempenhodajunta 3 Trimestralpara
elástica cada DN
Ensaios de
desempenho Estanqueidadedajunta 3 Trimestralpara

elástica cada DN
NOTA - A exist ência de um histórico favorável de resultados de ensaios durante a fabricação permite que o
ção de seu programa da qualidade.
fabricante adote o plano de inspe

5.2 Conexões de PVC - na água da terceira extração, quantidade máxima


de estanho de 0,05 ppm;
5.2.1 Caracterização do composto de PVC 6,3

5.2.1.1 Efeito sobre a água - na água das três extrações, quantidades médias
m á ximas individuais de c á dmio e merc ú rio de
O composto empregado na fabrica ção das conexões de
0,05 ppm.
PVC 6,3 n ã o deve transmitir à á gua de extra çã o
quantidades de metais acima dos limites estabelecidos
a seguir: O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos
a partir de conexão injetada, de acordo com a NBR 8219.
- na água da primeira extração, quantidade máxima
de chumbo de 1 ppm;
NOTA - Este ensaio não tem como objetivo avaliar a potabilidade
- na água da terceira extração, quantidade máxima da água para consumo humano, que deve atender a regula-
de chumbo de 0,3 ppm; mentações específicas.
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5.2.1.2 Temperatura de amolecimento “Vicat” 5.2.2.3 Comportamento ao calor

O composto empregado na fabricação das conexões in- As conex ões injetadas, quando submetidas à tempe-
jetadas de PVC 6,3 deve ter ponto de amolecimento ratura de (150 ± 2) °C, durante 30 min em estufa com cir-
“Vicat” maior ou igual a 74 oC. Para conexões moldadas a culação forçada de ar, não devem apresentar, ap ós o
partir de tubo, o ponto de amolecimento “Vicat” deve ser resfriamento, bolhas ou escamas com profundidade su-
maior ou igual a 79 °C. perior a 50% da espessura da parede, assim como fen-
das, rachaduras ou fissuras nas linhas de emenda ou em
O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos outra regi ão que ultrapassem, em qualquer ponto, a
a partir de conexão de acordo com a NM 82. espessura da parede da conex ão, e danos superficiais
nas vizinhanças do ponto de inje ção com profundidade
5.2.1.3 Densidade superior a 50% da espessura da parede.

O composto empregado na fabrica ção das conex ões


injetadas de PVC 6,3 deve apresentar uma densidade O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 7231.
na faixa de 1,38 g/cm3 a 1,45 g/cm3 e de 1,40 g/cm3 a
1,55 g/cm3 para as conexões moldadas a partir de tubo, 5.2.2.4 Achatamento
medidas na temperatura de 20 32 °C. O valor especificado
+

pelo fabricante do composto, em rela ção ao resultado do


As conexões devem resistir a uma deflex ão de 20% do
ensaio, pode ter variação máxima de 0,05 g/cm 3.
maior diâmetro externo na temperatura de 20 32 C sem
ο
+

estilhaçar. Fissuras ou rasgos n ão devem ser conside-


O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos
rados como defeitos.
a partir de conexão de acordo com a NM 83.

5.2.1.4 Teor de cinzas O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 6483.

O composto empregado na fabricação das conexões de 5.2.2.5 Resistência à pressão hidrostática interna de curta
PVC 6,3 deve ter teor de cinzas de no m áximo 3% para duração
conexões injetadas e de no m áximo 8% para conexões
moldadas a partir de tubos. As conexões devem resistir às condições indicadas na
tabela 9.
O ensaio deve ser realizado em corpos-de-prova obtidos
a partir de conexão de acordo com a NM 84 - Método A,
na temperatura de (1 050 ± 50) °C. O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 8218.

5.2.1.5 Resistência à pressão hidrostática interna de longa


5.2.3 Ensaios de desempenho
duração

5.2.3.1 Desempenho da junta elástica


O composto deve propiciar a fabrica ção de conexões de
PVC 6,3 que resistam às condições indicadas na ta-
bela 8. Os corpos-de-prova, quando submetidos às condições
estabelecidas na tabela 10, n ã o devem apresentar
Os corpos-de-prova devem ser constituídos por conexões ruptura ou vazamento.
cujas dimensões obedeçam aos valores especificados
na tabela 3. O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5685.

O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 8218.


5.2.3.2 Estanqueidade da junta elástica
5.2.2 Ensaios durante a fabricação
A junta elástica das conexões deve ser estanque, na
temperatura de 20 32 C , quando submetida às condições
ο
5.2.2.1 Visual +

indicadas na tabela 11.


O exame visual deve ser realizado de acordo com 4.3.3 e
7.2.
O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 5685.
5.2.2.2 Dimensões
5.2.4 Periodicidade dos ensaios para as conexões de
As conexões injetadas devem ter espessura mínima de PVC 6,3
parede na bolsa (e1), espessura mínima de parede no
corpo (e2) e profundidade mínima de bolsa (Pb) conforme Os ensaios de caracteriza ção da matéria-prima, ensaios
indicado na tabela 3. durante a fabrica çã o e ensaios de desempenho das
conexões de PVC 6,3 devem ser realizados conforme a
O ensaio deve ser realizado de acordo com a NBR 14264. periodicidade estabelecida na tabela 12.
Cópia não autorizada
10 NBR 5647-1:1999

Tabela 8 - Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração

Temperatura de ensaio Press ão hidrostática de ensaios Dura ção do ensaio


°C MPa h

+ 3
20 − 2 3,2 000
1

Tabela 9 - Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração


das conexões de PVC 6,3

Temperatura de ensaio Press ão hidrostática de ensaio Dura ção do ensaio


°C MPa h

+ 3
20 − 2 4,2 1,0

Tabela 10 - Desempenho da junta elástica

Temperatura de ensaio Press ão hidrostática de ensaio Dura ção do ensaio


°C MPa h

+ 3
20 − 2 1,78 100

Tabela 11 - Estanqueidade da junta elástica

Situa çã o Pressão hidrostática de ensaio Dura ção do ensaio


MPa h

Pressaão hidrostática
interna 1,90 1,0

Vácuo
parcial
interno 0,05
- 0,25
Cópia não autorizada
NBR 5647-1:1999 11

Tabela 12 - Periodicidade dos ensaios para as conexões de PVC 6,3

Itens Ensaio Tamanhodaamostra Periodicidade

Efeito sobre a água 3 Anual

Temperaturade 3 Trimestral
amolecimento “Vicat”
Caracterização do
compostodePVC6,3 Densidade 3 Trimestral

Teor
de
cinzas 3 Trimestral

Pressão hidrostática 3 Semestral


interna de longa dura ção

Visual - Contínua

Dimensional 1 por cavidade por molde In ício da produção,


ou descontinuidade
do processo

Ensaios durante Comportamento ao calor 1 para cada tipo de Acada8 h


a fabricação conexão e DN

Achatamento 1paracadatipode Acada8h


conexão e DN

Pressão hidrostática 3 Semanal


interna de curta duração

Desempenhodajunta 3 Semestral
elástica
Ensaios de
desempenho Estanqueidadedajunta 3 Semestral
elástica

Qualificação das conexões Verificação di mensional Todas as pe ças Trimestral


completa (e spessura de moldadas em 1 ciclo
parede e profundidade de inje ção
de bolsa)

NOTA - A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios durante a fabrica


ção permite que o fabricante
adote o plano de inspeção de seu programa da qualidade.

6 Recebimento 6.2 Verificação dos requisitos da qualidade

6.1 Responsabilidades O fabricante e o comprador devem estabelecer, em co-


mum acordo, a forma como ser á feita a verifica ção dos
requisitos da qualidade dos produtos, se por auditoria ou
6.1.1 Responsabilidade do fabricante dos tubos e/ou
verificação do programa da qualidade, de acordo com
conexões
6.2.1 ou através de inspeção de recebimento conforme
previsto em 6.2.2.
É responsabilidade do fabricante planejar, estabelecer,
implementar e manter atualizado um programa da qua-
6.2.1 Auditoria ou verificação do programa da qualidade
lidade que envolva os fornecedores de compostos de
PVC e de anéis de borracha, capaz de assegurar que os
6.2.1.1O comprador pode utilizar equipe pr ópria ou uma
produtos que fabrica estão de acordo com esta Norma e
entidade neutra de auditoria da qualidade para qualificar
satisfazem às expectativas do comprador.
o fabricante ou para efetuar uma auditoria específica.

6.1.2 Responsabilidade do usuário 6.2.1.2O fabricante deve colocarà disposição do auditor


da qualidade, credenciado pelo comprador, os documen-
É responsabilidade do usu á rio aplicar os produtos tos do seu programa da qualidade, cuja exibi ção foi objeto

segundo as recomendações das normas. de acordo prévio.


Cópia não autorizada
12 NBR 5647-1:1999

6.2.1.3O comprador ou a entidade neutra de auditoria da 6.2.2.3 Caso o comprador não compareça na data esti-
qualidade deve verificar o programa da qualidade do pulada para acompanhar os ensaios de recebimento
fabricante e seus recursos técnicos para a fabricação conforme 6.2.3 e não apresente justificativa para esse
dos produtos de acordo com os requisitos da qualidade fato, o fabricante deve proceder à realização dos ensaios
estabelecidos nesta Norma, manifestando-se formal- previstos nesta Norma e tomar as provid ências para a
mente sobre a sua aprova ção ou rejeição. entrega do produto com o correspondente laudo de
inspeção emitido pelo controle da qualidade da fábrica.
6.2.1.4O comprador ou a entidade neutra de auditoria da
6.2.2.4Nas inspeções realizadas em f ábrica, o fabricante
qualidade deve efetuar auditorias periódicas, que per-
deve colocar à disposição do comprador equipamentos
mitam assegurar que o fabricante cumpre com os proce-
e pessoal especializado para a execução dos ensaios
dimentos estabelecidos em 6.2.1.5 e que os produtos
estão de acordo com esta Norma. de recebimento.
6.2.2.5 Todo fornecimento deve ser dividido pelo fabri-
6.2.1.5O fabricante deve ter uma metodologia documen- cante em lotes de mesmo diâmetro nominal (DN) e cujas
tada, estabelecendo no mínimo a organização e os pro- quantidades estejam de acordo com as tabelas 13 e 14.
cedimentos no que diz respeito a: De cada lote formado devem ser retiradas as amostras,
de forma representativa, sendo a escolha aleat ória e não
intencional.
a) garantia do desempenho dos compostos de poli
(cloreto de vinila) (PVC) empregados na fabricação 6.2.2.6A inspeção de recebimento de lotes com tamanho
dos produtos; inferior a 26 unidades deve ser objeto de acordo prévio
entre fornecedor e comprador.
b) garantia de um processamento adequado do s
compostos; 6.2.3 Ensaios de recebimento

6.2.3.1Os ensaios de recebimento devem ser feitos con-


c) inspeção, recebimento e estocagem de matérias- forme estabelece esta Norma e limitam-se aos lotes de
primas; produto acabado apresentados pelo fabricante.

d) controle de equipame ntos de inspe ção, medição 6.2.3.2De cada lote formado deve ser retirada a amostra,
e ensaios; conforme a tabela 13 para os ensaios n ão destrutivos e
conforme a tabela 14 para os ensaios destrutivos.

e) planejamento da inspe ção e ensaios dos produtos; 6.2.3.3 Os tubos constituintes das amostras devem ser
submetidos aos ensaios não destrutivos: visual conforme
f) disposição final de produtos não-conformes; 4.2.3 e 7.1, e dimensional conforme 4.2.2, 4.2.4, 4.2.5 e
4.2.6; e aos ensaios destrutivos: estabilidade dimensional
conforme 5.1.2.2, resistência ao impacto conforme 5.1.2.3,
g) ações corretivas;
resistência à pressão hidrostática interna de curta dura ção
conforme 5.1.2.4 e estanqueidade da junta elástica con-
h) marcação e rastreabilidade; forme especificado nas NBR 5647-2, NBR 5647-3 ou
NBR 5647-4.
i) armazenamento, manuseio, embalagem e expedi-
6.2.3.4 As conexões constituintes das amostras devem
ção do produto final;
ser submetidas aos ensaios n ão destrutivos: visual con-
forme 4.3.3 e 7.2, e dimensional conforme 4.3.4; e aos
j) registro da qualidade. ensaios destrutivos: comportamento ao calor conforme

5.2.2.2,
pressão achatamento conforme
hidrostática interna 5.2.2.3,
de curta duraresist ência à
ção conforme
6.2.2 Avaliação dos requisitos da qualidade por inspeção
de recebimento 5.2.2.4 e estanqueidade da junta el á stica conforme
5.2.3.2.
6.2.2.1 A inspeção de recebimento do produto acabado 6.2.3.5 Os ensaios não destrutivos devem ser efetuados
deve ser feita em fábrica; entretanto, por acordo pr évio de acordo com o plano de amostragem definido na ta-
entre comprador e fabricante, pode ser realizada em outro bela 13.
local.
6.2.3.6O lote de tubos e/ou conex ões aprovado nos en-
6.2.2.2 O comprador deve ser avisado com uma antece- saios não destrutivos deve ser submetido aos ensaios
dência mínima de 10 dias da data na qual deve ter in ício destrutivos previstos em 6.2.3.3 e/ou 6.2.3.4, conforme
a inspeção de recebimento. plano de amostragem estabelecido na tabela 14.
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NBR 5647-1:1999 13

Tabela 13 - Plano de amostragem para ensaios não destrutivos

Tamanho do lote Tamanho da amostra (un) Primeira a mostragem Segunda a mostragem

(un) Primeira Segunda Aceitação (Ac) Rejei ção (Re) Aceita ção (Ac) Rejei ção (Re)

26 a 90 8 8 0 2 1 2

91 a 150 13 13 0 3 3 4

a151280 20 20 1 4 4 5

281 a 500 32 32 2 5 6 7

501 200
a 1 50 50 3 7 8 9

2011 a2003 80 80 5 9 12 13

201
3 a 000
10 125 125 7 11 18 19

Tabela 14 - Plano de amostragem para ensaios destrutivos

Tamanho do lote Tamanho da amostra (un) Primeira a mostragem Segunda a mostragem

(un) Primeira Segunda Aceitação (Ac) Rejei ção (Re) Aceita ção (Ac) Rejei ção (Re)

26 a 150 3 - 0 1 - -

200
a151
3 8 8 0 2 1 2

2013 a000
10 13 13 0 3 3 4

6.2.4 Aceitação e rejeição 6.2.5 Relatório de resultados da inspeção

6.2.4.1Quando for efetuada inspeção no recebimento dos Para cada lote inspecionado, o relatório de resultados
lotes, a aceitação ou rejeição deve ser conforme 6.2.4.2 da inspeção deve conter no mínimo o seguinte:
a 6.2.4.7, aplicada para cada tipo de ensaio.
a) identificação do produto;
6.2.4.2 Se o número de unidades defeituosas (aquelas
que contêm uma ou mais não-conformidades) na primeira b) código de rastreabilidade do produto;
amostragem for igual ou menor que o primeiro n úmero
de aceitação, o lote deve ser considerado aceito. c) tamanho do lote inspeci onado;

6.2.4.3Se o número de unidades defeituosas na primeira d) resultados dos ensaios de recebimento;


amostragem for igual ou maior que o primeiro número de
rejeição, o lote deve ser rejeitado. e) resultados dos últimos ensaios de caracterização
e de desempenho apresentados pelo fabricante;
6.2.4.4 Se o número de unidades defeituosas encontrado
na primeira amostragem for maior que o primeiro número f) declaração de que o lote atende ou n ão às especi-
de aceitação e menor que o primeiro número de rejeição, ficações desta Norma.
uma segunda amostragem de tamanho indicado pelo
plano de amostragem deve ser retirada. 7 Marcação e unidade de compra

6.2.4.5 As quantidades de unidades defeituosas encon- 7.1 Tubos


tradas na primeira e na segunda amostragens devem
ser acumuladas. 7.1.1Os tubos devem trazer marcado ao longo de sua ex-
tensão e de forma indel ével no mínimo o seguinte:
6.2.4.6 Se a quantidade acumulada de unidades defei-
tuosas for igual ou menor que o segundo n úmero de a) nome ou marca de identifica ção do fabricante;
aceitação, o lote deve ser aceito.
b) sigla “PVC 6,3”;
6.2.4.7 Se a quantidade acumulada de unidades defei-
tuosas for igual ou maior que o segundo n úmero de re- c) pressão nominal: PN...;
jeição, o lote deve ser rejeitado.
Cópia não autorizada
14 NBR 5647-1:1999

d) diâmetro nominal: DN...; c) diâmetro nominal (DN) nas bolsas das peças com
redu çã o;
e) termo: “ÁGUA”;
d)di âmetro nominal ( DN) e di âmetro nominal de
f) código de rastreabilidade do produto;
rosca ou flange (referência) nas peças de transição;
g) número desta Norma.
e) número desta Norma.
NOTA - O código mencionado em f) passar á a ser obrigatório a
ção desta Norma.
partir de 18 meses a contar da data de publica
NOTAS

7.1.2 A unidade
quantidades de compra
a serem dos devem
solicitadas tubos éresultar
o metroemenas
ú- 1 As peças fabricadas a partir de tubos devem trazer a mar-
meros inteiros de barras. cação do fabricante da conexão.

7.2 Conexões 2 Os fabricantes de conexões fabricadas por injeção que têm


em sua marcação a inscrição “NBR 10531” terão um prazo de
7.2.1As conexões devem trazer marcado em lugar vis ível,
ção desta Norma, para ajustar sua
12 meses, a partir da publica
de forma legível e indelével, no mínimo o seguinte:
marcação de acordo com 7.2.1.

a) nome ou marca de identifica ção do fabricante;


7.2.2 A unidade de compra das conex ões é a própria pe-
b) diâmetro nominal (DN); ça.

/ANEXO A
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NBR 5647-1:1999 15

Anexo A(normativo)
Requisitos exigidos para os anéis de borracha não toroidais empregado
s em tubos de PVC
A.1 Objetivo A.2 Forma e dimensões do anel
Em substituição a 3.1.1 da NBR 7676:1996, os anéis de
Este anexo é id êntico à NBR 7676:1996, exceto os itens borracha devem ter forma, dimens ões e respectivas
abaixo mencionados, adaptando os requisitos espec í- tolerâncias de acordo com o desenho do fabricante de
ficos de tubos e conex ões de ferro fundido para tubos de tubos, de forma a promover uma adequada compress ão
PVC. entre as superfícies externa das pontas e interna das
bolsas para garantir uma perfeita estanqueidade.
Em substituição à seção 1 da NBR 7676:1996, este anexo
fixa as condições exigíveis para anéis de borracha não A.3 Material
toroidais destinados à execução de juntas elásticas para Em substitui çã o a 3.2.4 da NBR 7676:1996, as
tubos de PVC 6,3, utilizados em sistemas para adu ção e características dos materiais devem ser as indicadas na
distribuição de água. tabela A.1.
Tabela A.1 - Características dos materiais (Em substituição à tabela 1 da NBR 7676)

Caracter ísticas Unidade Método Requisito Requisito Requisito


de ensaio Classe 40 Classe 50 Classe 60

Classifica çã o
Dureza
- nominal Shore
A - 40 50 60
Intervalo
- dedureza ShoreA - 36a45 46a55 56a65

Controles obrigatórios
• Tolerância sobre a dureza especificada1) Shore
A NBR
7318 5± 5± 5±

• Tensão de ruptura, mínima MPa NBR


7462 9 9 9
• Alongamento de ruptura, mínimo % NBR
7462 400 375 300
• Deformação permanente à compressão
- 72 h a (23 ± 2)°C, máximo % NBR
7588 12 12 12
- 24 h a (70 ± 2)°C, máximo % NBR
7588 20 20 20
• Envelhecimento ao ar, 7 dias a
(70 ± 2)°C, conforme a NBR 6565
- Variação de dureza, máxima ShoreA NBR7588 5
-a+8 5
-a+8 5
-a+8
- Variação de tensão de ruptura, máxima % NBR
7462 20
- 20
- 20
-
- Variaçãodealongamentoderuptura, % NBR 7462 -30a+10 -30a+10 -30a+10
máxima
• Imersão em água
- Variação de volume após imersão % NBR11407 1
a
+
8- 1
a
+
8- 1
a
+
8-
em água destilada ou deionizada - 7 dias
a (70 ± 2)°C, máximo
• Variação de deflexão à compressão
- 7 dias a (23 ± 2) °C, máximo % ISO
3384 13 14 15

Controles facultativos

• Variação de deflexão à compressão

- 100 dias a (23 ± 2) °C, máximo % ISO


3384 19 20 22

•F ragilidadea baixa temperatura - ISO812 Sem ruptura Sem ruptura Sem ruptura
(-25 °C)
1)
Pode ser reduzida para ± 3 unidades Shore A (ver nota de 3.3.1.1.2 da NBR 7676:1996).