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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

Campus Norte Shopping

PSICCOLOGIA DA CRIATIVIDADE

Teoria Comportamental
Ana Carla de Assis Santos Barbosa
Matrícula: 201407042432

Andressa Souza do Carmo


Matrícula: 201407037072

Brenda Thais Costa do Nascimento


Matrícula: 201407257862

Camila Caroline de Medeiros Gonçalves


Matrícula: 201308234619

Débora Muzy Bezerra da Conceição


Matrícula: 201408017245

Gabrielle Albuquerque
Matrícula: 201407382926

Gerson Guimarães
Matrícula:

Ingrid Correa de Pinho


Matrícula: 201301872423

Janaína Mayara dos Santos


Matrícula: 201407023268

Karen Cristine Narciso Ferreira


Matrícula: 201408017271

Lisley Gabriella Sousa da Cunha


Matrícula: 201407037404

Renata de Souza Brito


Matrícula: 201308069324

Sandra Cyrilo dos Santos


Matrícula: 201409121046
Trabalho Acadêmico apresentado à disciplina de
Pesquisa da Criatividade da Universidade Estácio de
Sá– RJ, Campus Norte Shopping (noturno), como
requisito para obtenção de nota semestral.

Professor orientador: Óseas Jarmouch Brito.

Não há uma definição absoluta sobre o conceito de criatividade nem


um consenso sobre o ponto e que se diferencia da inteligência. Autores como
Mansfield e Busse (1981) ressaltam que o considerado criativo é determinado
pelo momento histórico e sua utilidade/satisfação de um número significável de
pessoas.

Logo no primeiro capítulo do livro é evidenciada que a criação de um


produto criativo não está relacionada somente a “insights” em indivíduos
privilegiados intelectualmente. Pelo contrário, vimos que todo ser humano
apresenta certo grau de habilidades criativas, que podem ser treinadas e
aprimoradas através da prática. Para tal, seriam necessários condições
ambientais favoráveis e domínio de técnicas adequadas. Portanto, a preparação,
disciplina, dedicação, esforço consciente, trabalho prolongado e o conhecimento
amplo em uma área do saber, são vistos como pré-requisitos para
surgimento/desenvolvimento de algo criativo. A motivação e traços da
personalidade também são enfatizados. E vale deixar claro que o que ocorre na
área cognitiva afeta diretamente a personalidade e vice versa.

Os fatores do contexto sociocultural (de fundamental importância) que


contribuem, em maior ou menor grau, para o reconhecimento, desenvolvimento e
a expressão da criatividade.

O processo criativo, de modo geral, pode ser caracterizado das


seguintes observações:

 Não ocorre de maneira sistemática e organizada do começo ao fim. As


etapas não seguem uma forma linear.
 Condições favoráveis à criação, como disponibilidade de tempo e de
recursos devem ser levadas em consideração no processo criativo.
 Motivação intrínseca é um fator importante.
 No decorrer deste processo, observa-se a conjugação de aspectos
cognitivos e afetivos.
 Bagagem de conhecimentos sobre a área investigada é essencial para o
desenvolvimento e para a implementação de novas ideias.
 Estratégias metacognitivas, com monitoramento e avaliação, são utilizadas
em diferentes momentos do processo.

Teoria Comportamental:

A criatividade, do ponto de vista comportamental, é resultado da


formação de associações entre estímulo e resposta, caracterizadas pelo fato de
que os elementos associados não aparecem comumente vinculados (Mednick
Apud Campos e Weber, 1987). De acordo com Skinner (1974), o comportamento
criativo consiste em variações selecionadas pelas consequências reforçadas. São
combinados elementos de seu ambiente que não estavam juntos anteriormente,
ou seja, realizam-se novas combinações. Por exemplo: O compositor gera novas
sequencias harmônicas e melodias, combinam escalas e ritmos por meio de
permutações antigas.

Comportamentos criativos são resultados da história de vida da


pessoa. E, torna-se criativo é uma forma de aprendizagem e ambiente deve ser
propício para tal.

Skinner associa criatividade à aprendizagem, baseando-se no principio


do comportamento operante. Considera que para o indivíduo agir criativamente
precisa aprender a operar em situações específicas sob o controle de
determinadas variáveis e o produto de suas ações será criativo se for
culturamente aceito.

Além da variação comportamental como recurso de interpretação do


comportamento criativo, segundo Barbosa (2003), na obra de Skinner encontram-
se referências ao estudo do comportamento criativo como comportamento de
resolução de problemas. Numa perspectiva comportamental, resolver problemas
pode significar manipular o ambiente de modo a tornar mais provável a emissão
da resposta que soluciona o problema ou ocorrência de combinações de
repertórios previamente aprendidos diante de uma situação nova. Na primeira
perspectiva, a pessoa tem diante de si uma situação-problema cuja solução
depende de uma resposta que ela não consegue identificar qual seja. É possível
que a resposta-solução não tenha sido aprendida ou as variáveis do contexto não
estabeleçam condição para a sua ocorrência ou favoreçam respostas
concorrentes.

Portanto, o arranjo contextual não assume a função de estímulo


discriminativo para a apresentação da resposta de uma classe, capaz de produzir
a solução do problema: "o indivíduo não é capaz de identificar qual a resposta que
produz um determinado reforçador; portanto, identifica o reforço, mas não a
resposta" que poderá produzi-lo.

Por exemplo:

(1) Uma pessoa identifica o reforço (apresentar corretamente o


conhecido para o amigo);

(2) A resposta que produz o reforço faz parte de seu repertório


comportamental (já disse alguma vez aquele nome, "sabe" dizê-lo), mas por
qualquer razão,

(3) Não dispõe prontamente da resposta que produz o reforço.

Para solucionar o problema, é necessária a alteração em algum


aspecto do ambiente com o qual o organismo interage. Resolver problemas é
"mais do que emitir a resposta que lhe constitui a solução; é uma questão de dar
os passos necessários para tornar tal resposta mais provável, via de regra
mudando o ambiente" "a solução de problemas pode ser definida como qualquer
comportamento que, através da manipulação de variáveis, torne mais provável o
aparecimento de uma solução".

Assim, resolver problemas envolve suplementar ou manipular


estímulos discriminativos até que uma resposta particular do repertório do
organismo torne-se mais forte que as demais respostas que também estão sendo
evocadas pelos estímulos presentes na situação-problema. Essas manipulações
terminam quando a contingência original (o problema) é satisfeita, ou seja,
quando a resposta-solução é reforçada.

Diante de um problema, a pessoa ao atuar altera o seu contexto, de


modo que, num determinado momento, poderá produzir um novo arranjo
contextual capaz de aumentar a probabilidade de ocorrência do comportamento
ou comportamentos capazes de solucioná-lo.
Referências:

ALENCAR, Eunice.; Fleith, Denise. Criatividade: Múltiplas perspectivas. 3.ed.


Brasília: Universidade de Brasília, 2003, 2009 (reimpressão).

Murari, Silvia Cristiane; Henklain, Marcelo Henrique. Criatividade em debate:


algumas contribuições da análise do comportamento. 2013. Disponível
em:< http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
389X2013000100002> Acesso em: 29 de Setembro de 2018.