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Monitoria para a Exposição

APÓS RESPONDEREM O QUESTIONÁRIO PRÉ-VISTA.

Sejam benvindos à exposição “Arqueologia e História – Entre as


Antiguidades e a América Pré-Colombiana”.
Aqui vocês terão a possibilidade de ver uma amostra da cultura material de
diversos povos, ou seja, de resquícios de antigas civilizações que não mais
existem. É claro que são réplicas, já que os materiais originais estão em
grandes museus e não podem ser retirados de lá. Desta forma, as réplicas
vêm até vocês!

Vamos começar observando esta linha do tempo, que nos mostra como
viajaremos no tempo para quase 5mil anos atrás até em torno de 300 anos,
antes de nós.
(Aqui, mostrar na linha do tempo quais civilizações iremos explorar).

Transição: A partir deste ponto, chegaremos ao Antigo Egito.


Espaço 1) Bem-vindos ao espaço sobre o Antigo Egito. Aqui, em
exposição, algumas peças de destaque a partir das quais podemos aprender
um pouco sobre sua história e nos admirar com os seus feitos no passado.

1)Vamos começar observando algumas divindades egípcias, conhecendo


suas características e importância. (aqui comentar brevemente, a partir do
que estiver nas fichas, o nome e caraterística principal de cada uma das
divindades expostas). Em destaque, junto às divindades, uma representação
de Bastet, em sua forma felina, sentada e observadora. Como vimos a partir
da miniatura da deusa, em outra forma, ela é uma divindade solar e deusa
da fertilidade, além de protetora das mulheres.

2)Agora vamos observar uma das maiores criações da História da


Humanidade: o complexo de pirâmides da Planície de Gizé, no Antigo
Egito. Aqui vemos uma das 7 maravilhas do mundo Antigo, a única que
sobreviveu: O complexo de pirâmides denominado de Quéops, Quéfren e
Mikerinos, em seus nomes gregos (ou, se preferirem, os nomes egípcios
são os que estão na ficha). Aqui temos 9 pirâmides, sendo as três maiores a
de reis e as 6 menores as de rainhas. Vocês sabem para que serviam as
pirâmides? Elas eram de fato grandes túmulos e serviam para guardar o
corpo dos faraós e ajudar a preservá-los para a eternidade. Sabem por quê?
Eles acreditavam que após morrerem e passarem por um processo de
verificação do que fizeram enquanto vivos, renasceriam, saindo novamente
à luz do dia. Por isso o cuidado em mumificar e preservar seus corpos,
enterrá-los com todo o cuidado e depositarem desde seus pertences até
comida junto de seus corpos.

3)Agora vamos conhecer a rainha Nefertiti, cujo nome significa “a mais


bela”. As mulheres eram muito importantes no Egito Antigo e algumas
chegaram até ao cargo de faraó. (aqui pode complementar informações com
o que estiver na ficha).

4)Agora vamos conhecer o que é uma esfinge! Isso mesmo, esta figura
emblemática aqui, uma outra forma daquela que vimos junto às pirâmides.
Esfinge é uma imagem icônica de um leão estendido com a cabeça de um
falcão ou de uma pessoa, presente tanto na mitologia grega, quanto na
arquitetura egípcia. A esfinge egípcia é uma antiga criatura mística
usualmente tida como um leão estendido — animal com associações
solares sacras — com uma cabeça humana, geralmente a de um faraó.
Também usada para demonstração de poder, assim como as pirâmides no
Egito. Normalmente são vistas como guardiãs.

5)Agora vamos seguir. Vocês sabem como os egípcios antigos guardavam


boa parte dos seus conhecimentos? Eles conheciam a escrita, a qual
conhecemos como escrita hieroglífica (escrita sagrada). Ela pode ser
observada em templos, tumbas e estelas, porém os egípcios conheciam um
outro tipo de material sobre o qual escreviam: o papiro. Alguém já ouviu
falar do papiro? Pois bem, aqui temos um exemplar muito bonito, com uma
bela decoração. O papiro era feito a partir de uma planta abundante às
margens do Nilo, denominada com o mesmo nome (Cyperus papyrus,
nome científico). No papiro que vemos, identificamos o faraó
Tutankhamon e sua esposa Ankhesenamon. Por convenção, os nomes
dos faraós vinham escritos dentro de uma espécie de cartucho, como vemos
ao lado do faraó sentado em seu trono. Esta representação aqui é uma
réplica, com algumas alterações, de uma imagem que está atrás do trono de
Tutankhamon.

6)Aqui vemos a figura de um hipopótamo, em azul. Os egípcios possuíam


uma relação única com o rio Nilo, com as plantas e animais que habitavam
seu entorno. Vários animais aparecem como sagrados ou transformados em
divindades. No caso do hipopótamo, temos a deusa Taweret. Porém aqui, é
um amuleto/adorno, com a figura do animal, ricamente decorado com
plantas e aves do Nilo, num desenho tracejado em preto.

7)Anteriormente eu disse que os egípcios escreviam bastante, em todos os


lugares. Aí vocês podem me perguntar: se eles escreviam tanto, deixaram
algum livro escrito? Sim e não é a resposta, pois não é no sentido que
entendemos de livro. Vamos ver: aqui temos três exemplos, vou falar um
pouco sobre alguns textos egípcios. Numa primeira linha, temos textos
religiosos (que são a maioria). Aqui vemos uma coletânea de preces do
Oriente Antigo. Entre as várias preces, temos um hino de Akhenaton
(XVIII Dinastia de 1552-1314 ~). Diz o hino:
“Tu apareces perfeito no horizonte do céu,
Disco vivo, que estas na origem da vida.
Quando tu te levantas no horizonte oriental,
Enches todo o país com tuas perfeições.” (p.66)
Isso em homenagem a Aton, o disco solar, que na era de Akhenaton foi
considerada a maior divindade e única para culto.
O livro seguinte é o chamado “Livro dos Mortos” (ou “Livro para sair à
luz do dia”) e contém, por exemplo, inúmeras fórmulas e ações para que o
morto atravesse a escuridão em rumo, novamente, à vida. Vejamos uma
oração, para que não se deixe o coração arrebatar no mundo inferior:
“Salve, ó vós que arrebatais corações! Salve ó vós que roubais e esmagais
corações (...) não empolgueis este coração de Osíris Ani este coração de
Osíris, e não deixeis que más palavras se levantem contra ele...” (p.211-
212).
Com esta parte da exposição, vimos então quão grandes foram as
realizações dos antigos egípcios, numa pequena mostra diante de tão
grande tamanho. Além disso, vimos que havia uma grande preocupação
com a morte e vida após morte, que comprovamos com a sua própria
cultura material.

Transição: A partir deste ponto, chegaremos à Antiga Grécia.

Espaço 2) Bem-vindos ao espaço sobre a Grécia Antiga. Aqui, em


exposição, algumas peças de destaque a partir das quais podemos aprender
um pouco sobre sua história e nos admirar com os seus feitos no passado.

1)Iniciemos por esta maquete, da parte principal da cidade de Atenas,


principal polis da antiguidade grega. VER A FICHA E DESCRIÇÃO DOS
ELEMENTOS DA MAQUETE.

2) Afrodite - É a deusa do amor, da beleza e da sexualidade na antiga


religião grega. Responsável pela perpetuação da vida, prazer e alegria. O
nome da deusa do amor, Afrodite, significa “nascida da espuma” porque se
dizia que ela surgira do mar.
Posseidon - Esta réplica reúne alguns atributos básicos do deus dos mares,
Posseidon. Entre os atributos, o cabelo semi-longo, a barba, o tridente e
golfinho em sua companhia. Posseidon era uma das principais divindades
gregas, junto a Zeus (rei do Olimpo, dos raios e tempestades) e Hades (deus
dos mundos inferiores);

3)Moedas Gregas: PRIMEIRA - Moeda Antiga Império Grego,


Tetradracma de Prata de Alexandre III O Grande (Réplica); SEGUNDA -
Tetradracma de Prata Grego de Attica – Athenas (Réplica); TERCEIRA -
Moeda Clássica de Corinthos (Réplica). Uma curiosidade: os gregos
acreditavam que quando uma pessoa morria, para que ela chegasse ao
Hades, seria necessário levar consigo moedas, para pagar o barqueiro
Caronte a travessia do rio Estige, rumo à casa dos mortos.
4)Cílice e Cinzeiros: O cílice, normalmente utilizado para beber vinho era
pouco mais aberto e decorado internamente (com mais detalhes) e
externamente (traços geometrizados). Nesta recriação, vemos cenas
campestres de colheita festiva, com a presença de músicos, com detalhes
que não são de época e, na base da cena, os traços geometrizados. Sobre os
cinzeiros: o primeiro cinzeiro representa a ilha de Rhodes. Rhodes é
famosa desde a Antiguidade por ser o local do Colosso de Rodes, uma das
Sete Maravilhas do Mundo Antigo. O segundo cinzeiro, representa uma
cena campestre de música e alegria. Ambos possuem traços da cerâmica
grega, em pintura e detalhamento.

5)Máscaras de teatro (Trágica e Cômica): As máscaras de teatro faziam


parte da indumentária dos atores do teatro grego e acabou virando símbolo
do teatro, inclusive contemporâneo. Normalmente eram confeccionadas em
folhas, madeira, couro ou argila.

6)Máscara de Dioniso/Bacante: o deus dos ciclos vitais, das festas, do


vinho, da insânia, do teatro, dos ritos religiosos mas, sobretudo, da
intoxicação que funde o bebedor com a deidade. Equivalente ao romano
Baco. Foi o último deus aceito no Olimpo, filho de Zeus e da princesa
Sêmele, também foi o único olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele
uma divindade grega atípica.

7)Cariátide: Uma Cariátide são figuras femininas esculpida servindo como


um suporte de arquitetura tomando o lugar de uma coluna ou um pilar de
sustentação com um entablamento na cabeça. As Cariátides mais famosas
são as que servem de colunas do templo do Erecteion, erigido na Acrópole
de Atenas no século V a.C. Mas foram utilizadas também em outros
templos por toda a Antiguidade, e vêm sendo utilizadas até hoje.Cariátides
em grego significa literalmente "moças de Karyai", uma antiga cidade do
Peloponeso.

8)Busto feminino: No tocante a escultura grega, a representação de deuses


e deusas ou homens importantes era recorrente. Os romanos herdaram esta
forma de representação. Bustos também poderiam ocorrer, como esta
representação, apresentando uma bela e jovem mulher, de onde podemos
compreender um ideal estético, forma de vestimenta e de arrumar os
cabelos.

9)Capacetes: O primeiro, Téspio, apresenta detalhes, como cerdas, ramos


de oliveira e uma serpente. O segundo, Espartano, mais simples, com
cerdas. O terceiro, Ateniense, também com cerdas, ramos de oliveiras e
outros detalhes. Um deles parece ser uma coruja, em menção à deusa da
cidade, Athena, ligada à sabedoria e guerra.

10)Coruja de Athena: Aqui uma representação da coruja, companheira da


deusa grega da Sabedoria, Athena. Na representação a sabedoria se
prolifera na forma de filhotes, uma metáfora à criação e propagação do
conhecimento que, entre os gregos, era algo muito precioso.

Transição: A partir deste ponto, chegaremos aos Povos Andinos.

Espaço 3) Bem-vindos ao espaço sobre os Povos Andinos. Aqui, em


exposição, algumas peças de destaque a partir das quais podemos aprender
um pouco sobre sua história e nos admirar com os seus feitos no passado.

A) Os Povos Andinos antigos habitavam a cordilheira dos Andes,


sobretudo na área de atuais países como o Chile, o Equador, o Peru e a
Bolívia. Grandes e avançadas sociedades surgiram no local, muitas antes
dos Incas, inclusive.

B) Iniciaremos com a Maquete de uma destas culturas, anteriores aos Incas.


É a civilização do Lago Titicaca na Bolívia, com a cidade de Tiwanaku
como centro cerimonial gigante e recebendo peregrinos de toda a parte
andina, inclusive do Chile e da Argentina, para fazerem oferendas nas
pirâmides de Akapana (a maquete menor) e Puma Punku. Tiwanaku
também era um centro agrícola, tecnológico, comercial e de caravanas de
lhamas que integravam todos os povos da América do Sul com costa para o
Oceano Pacífico.

C) Na sequência vem cinco objetos esculturais da cultura de Tiwanaku,


retratando os deuses daquela época como Viracocha, o principal e o Portal
do Sol, além da Maquete de uma Chullpa, torre onde ficavam as múmias
da época.

D) Nesta secção vemos, além de mais uma maquete da Pirâmide de


Akapana, um gorro andino de quatro pontas, um tecido colorido com as
deidades locais e um barco de Totora (palha do lago Titicaca).

E) Finalizando os povos andinos, temos quatro objetos do Peru antigo: o


Lanzon, uma escultura do deus principal de um dos povos mais antigos das
Américas, a cultura Chavín. Também aparece um tecido dos Nazcas (das
“Linhas de Nazca”), um vaso Kero Inca para beber Chicha (“Cerveja de
Milho”) e duas facas Incas de bronze (Tumis) para sacríficos.

Transição: A partir deste ponto, chegamos aos Povos Meso-Americanos.

Espaço 4) Bem-vindos ao espaço sobre os Povos Meso-Americanos.


Aqui, em exposição, algumas peças de destaque a partir das quais podemos
aprender um pouco sobre sua história e nos admirar com os seus feitos no
passado.

A) A Meso-América é a parte do continente americano correspondente ao


México e a América Central da atualidade. Os povos históricos mais
conhecidos da região são os Maias e os Astecas, contudo outras grandes
civilizações existiram na região, antes ou durante a ocupação maia e asteca.

B) Aqui temos a Maquete de Teotihuacán, no centro do México. No seu


auge, no ano de 250 d. C., portanto antes dos Astecas e Maias, a Cidade de
Teotihuacán teve 125 mil habitantes, sendo a maior das Américas e a
sexta do Mundo. O alinhamento das três pirâmides do complexo é o
mesmo que o das Pirâmides de Gizé, sendo que as duas culturas (México e
Egito) cultuavam as três estrelas mais brilhantes da Constelação de Órion
(“As Três Marias”).

C) Na sequência quatro objetos do México, antes dos Astecas. Uma estátua


de um deus Olmeca, a mais antiga cultura da Meso-América, que criou o
calendário da região, um Disco contendo o mesmo, um incensário
Zapoteca e o velho Danzante do Dia dos Mortos.

D) Nesta secção vemos uma placa maia do deus Quetzalcoatl (“Serpente


Emplumada”), a pirâmide do mesmo deus na cidade de Chichén-Itzá, no
sul do México, além de mais dois calendários, um Maia e um Asteca,
derivados dos Olmecas.

E) Agora temos um conjunto de pirâmides produzidas por vários povos do


México e pelos Maias da América Central, com destaque para o templo em
forma de U, o portal de Tulum e a pirâmide na Guatemala, a de Cobán (a
maior, feita em madeira).

F) Para terminar sobre a Meso-América, temos a Maquete de


Tenochtitlcán, a capital dos Astecas, no centro do México. No seu auge,
no ano de 1.350 d. C., ela era uma das maiores, mais organizadas e
avançadas cidades do mundo. Destacava-se no seu centro cerimonial o
Templo Maior, formado por duas pirâmides (uma Vermelha e outra Azul,
respectivamente associadas aos deuses do Sol e da Chuva).

Aqui chegamos ao fim de nossa viagem pelo tempo e espaço, ao fim de


nossa exposição. Esperamos que tenham gostado das peças e das
informações que passamos. Agora convidamos vocês a responderem outro
questionário, sobre o que acharam da visita ao Museu Histórico Itinerante.
MUITO OBRIGADO PELA PRESENÇA DE TODOS!