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Prof.

Crístofer Hood Marques (FURG)


 São motores de combustão externa rotativos no qual a energia
térmica do vapor é transformada em energia cinética, devido a sua
expansão através dos bocais, e posteriormente em energia
mecânica de rotação, devido à ação do vapor nas pás rotativas;

 É o mais difundido por possibilitar unidades de grande potência


unitária, alta confiabilidade, vida útil e eficiência;

 Mediante a organização de extrações reguláveis na sua seção de


fluxo, pode-se fornecer calor com os parâmetros requeridos pelo
consumo externo;

 O custo desse calor não é alto, pois nos sistemas de cogeração o


vapor, antes de ser fornecido a um consumidor de calor, é
aproveitado para produzir eletricidade.
 Por volta de 150 a.C., Hero de Alexandria propôs a
“aeolipyle”;
 Giovanni de Branca, em 1629, propôs a “roda de
vapor”;
 Em 1831 William Avery propôs uma máquina a vapor
similar a aeolipyle;
 Na década de 1780, Watt construiu a primeira
máquina a vapor que teve aplicação prática;
 O surgimento da 1° turbina a vapor de aplicação é
associado, em 1° lugar, aos engenheiros Carl Gustaf
de Laval (1845-1913), da Suécia, e Charles Parsons
(1854-1931), da Grã-Bretanha...
 De acordo com a finalidade:
o Acionamento elétrico
• Utilizadas para acionar um gerador elétrico de uma
indústria que irá suprir as necessidades da central.
Geralmente operam com velocidade síncrona (1800
ou 3600 rpm) e com potências na faixa de 16 a 1300
MW;
o Acionamento mecânico
• Utilizadas para acionar grandes ventiladores de
tiragem, bombas, compressores e na propulsão de
navios e outros equipamentos;
• Operam entre 900 e 10000 rpm e com potências de
500 kW a 10 MW.
 De acordo com o princípio de funcionamento:

o De ação (impulso)
• A expansão ocorre unicamente nos bocais e o vapor
atravessa as pás do rotor com pressão constante,
atuando sobre elas unicamente em função de sua
velocidade;

o De reação
• A expansão tem início nos bocais mas permanece
acontecendo nas pás do rotor;
o Estágio de ação
• Grupo de bocais distribuidores seguidos de sucessivas
fileiras de pás móveis e fixas, tendo a primeira a função de
converter a energia cinética do vapor em trabalho
mecânico, enquanto que a segunda tem a função de
redirecionar o fluxo;
o Estágio de reação
• Conjunto de fileiras de pás móveis e fixas, tendo a primeira
a função de converter a energia disponível no vapor em
trabalho mecânico e a segunda, além de redirecionar o
fluxo, devido ao seu formato transversal, o espaço entre
elas forma um bocal convergente, o que possibilita
converter parte da energia térmica em energia cinética,
aumentando a velocidade do fluxo para a pá seguinte;
 De acordo com o arranjo dos estágios:

o Turbina de ação simples ou de Laval;

o Turbina Curtis;

o Turbina Rateau;

o Turbina Curtis-Rateau;

o Turbina de Reação ou Parsons;


 Turbina de ação simples ou de Laval

o A expansão do vapor ocorre completamente no bocal,


produzindo um fluxo de alta velocidade para o rotor;
o Como as pás móveis não absorvem toda a energia
cinética, o vapor sai com velocidade relativamente alta,
o que constitui uma perda;
o Possui baixo rendimento, simplicidade de projeto e
construção, o que a torna recomendada para baixas
potências.
 Turbina Curtis

o A fim de evitar a perda por energia cinética na saída,


montam-se 2 ou mais filas de pás móveis intercaladas
por pás fixas que só redirecionam o fluxo;

o Estágio Curtis ou de velocidade escalonada;


 Turbina Rateau

o A expansão é dividida em 2 ou mais fileiras de bocais


(escalonamento de pressões), semelhante a um arranjo
de 2 ou mais turbinas de Laval em série;
o Pode-se obter velocidades mais adequadas nas pás
móveis em termos de resistência dos materiais;
o Podem apresentar maiores dimensões conforme o
número de estágios;
 Turbina Curtis-Rateau

o É a combinação de estágios Curtis (escalonamento de


velocidades) e Rateau (escalonamento de pressões);
o Velocidades ideais nas pás do rotor;
o Maiores rendimentos;
o Permite o uso de materiais mais leves e baratos, exceto
nos primeiros estágios;
o Turbinas mais curtas;
 Turbina de reação ou Parsons

o São de múltiplos estágios;


o A queda de pressão ocorre nas pás fixas e também nas
móveis;
o A queda de pressão em cada fileira de pás é pequena,
resultando em baixas velocidades de vapor em cada
estágio;
 Turbina de reação ou Parsons

o As fileiras de pás tem suas dimensões aumentadas


progressivamente à medida em que o vapor se
expande (aumento do volume específico);

o Como o volume específico do vapor é baixo nos


estágios de alta pressão, há excessiva fuga de vapor
pelas folgas, induzindo a uma queda sensível de
rendimento total da turbina, assim evita-se usar
turbinas de reação como turbinas de alta pressão;
 Turbina Curtis/Parsons

o Utiliza os princípios de ação e reação;

o Adição de um estágio Curtis a uma turbina Parsons,


reduzindo-se a pressão e a temperatura do vapor para
ser utilizado nos estágios de reação;
 Quanto a descarga de vapor:

o Turbina de contrapressão de fluxo direto;

o Turbina de contrapressão com sangria ou extração


controlada;

o Turbina de condensação de fluxo direto;

o Turbina de condensação com extração;

o Turbina de condensação com reaquecimento;


o Turbina de contrapressão de fluxo direto;

• O termo contrapressão indica que o vapor na saída da


turbina está a uma pressão igual ou superior a
atmosférica, condição necessária para atender a
demandas de calor em temperaturas superiores a 100
°C;
• Geralmente menores do que uma unidade de
condensação equivalente e, usualmente, operam com
maiores rotações;
• Instaladas em indústrias em que haja necessidade de
vapor nos processos de fabricação;
o Turbina de contrapressão de fluxo direto;
o Turbina de contrapressão com sangria ou extração
controlada;

• Utilizadas quando o processo exigir vapor em


diferentes níveis de pressão (média e baixa);
• Sangrias são usadas quando o volume de vapor de
extração (média pressão) é menor que o de escape
(baixa pressão);
• Extrações controladas são usadas quando o fluxo de
extração (média pressão) é relativamente alto
quando comparado com o fluxo de vapor de escape
(baixa pressão) e a demanda de vapor de média
pressão está sujeita a flutuações consideráveis;
o Turbina de contrapressão com sangria ou extração
controlada;
o Turbina de condensação de fluxo direto;

• Descarrega o vapor para o condensador a uma


pressão menor que a atmosférica (alto vácuo) afim de
aumentar a eficiência total ;
• Tendem a ser maiores e mais potentes do que as de
contrapressão;
• A eficiência total é inferior ao de uma instalação de
contrapressão, pois uma parte da energia contida no
vapor se perde no condensador;
o Turbina de condensação de fluxo direto;
o Turbina de condensação com extração;

• Empregada quando se necessita mais eletricidade do


que se pode gerar com o calor de processo;
• Compensação das oscilações de consumo de
eletricidade e vapor de processo;
• Quando de extração automática ou regulável,
permitem a retirada de vazões variáveis de vapor sob
pressão constante, em um ou mais pontos de
extração;
• Quando de extração não regulável, não há controle da
pressão do vapor retirado, que varia em função da
carga;
o Turbina de condensação com extração;
o Turbina de condensação com reaquecimento;

• Após o 1° estágio de expansão (alta pressão) o vapor


retorna ao gerador de vapor para o reaquecimento
antes de prosseguir para o estágio de pressão
intermediária;

• Podem ser de reaquecimento duplo;


o Turbina de condensação com reaquecimento;
 Quanto a direção do fluxo de vapor:

o Turbina axial
• O escoamento é axial, paralelo ao eixo;
• Maioria das turbinas modernas;

o Turbina radial
• O escoamento é radial: centrífuga ou centrípeta;

o Turbina tangencial
• O escoamento é helicoidal;
 Quanto ao fluxo as turbinas axiais podem ter:

o Fluxo simples;

o Fluxo duplo;

o Fluxo reverso;
o Fluxo simples

• O fluxo escoa na mesma direção desde a entrada até


a saída;
o Fluxo duplo

• O fluxo é admitido no centro do cilindro e dividido em


duas direções axiais opostas;
• Evita o tamanho excessivo das pás nos últimos
estágios;
• Reduz os esforços axiais causados pelo fluxo;
o Fluxo reverso

• Apresentam 2 carcaças, sendo uma interna e outra


externa, onde o fluxo flui em uma direção na carcaça
interna e na direção oposta na carcaça externa;
• Redução dos esforços axiais;
• Resfriamento da carcaça interna pelo próprio vapor
após sua expansão na mesma;
• Permite partidas mais rápidas;
 Quanto a posição dos cilindros em relação ao eixo:

o Tandem-compound
• Cilindros montados em linha (colineares);
• Mesmo eixo;
• Acionamento de um único gerador;

o Cross-compound
• Cilindros montados em paralelo;
• Eixos diferentes;
• Acionamento de mais de um gerador;
 Quanto a posição dos cilindros em relação ao eixo:
 Carcaça (1)
o Geralmente tem corte horizontal;
 Diafragma (2)
o Onde são fixadas as pás fixas;
o É composto por: anel (2.1), pás fixas
(2.2) e corpo do diafragma (2.3);
 Selo (3)
o Serve para diminuir as fugas de vapor
 Eixo (4)
 Discos (5)
o Fixação das pás móveis (rotores
integrais ou aperto forçado a quente)
 Pás Móveis (6)
o Fixadas no disco
 Aro de consolidação (7)
 Turbina de condensação com extração
 Estágio de regulação

• O rotor é constituído de pás de grande altura para a


realização de uma maior queda entálpica, reduzindo a
pressão e temperatura para os demais estágios,
facilitando a sua operação, mas reduzindo a
eficiência.
 Triângulo de velocidades
 Quedas entálpicas (estáticas)
 Coeficiente de reação

h02

h0

o É a relação entre a queda de entalpia estática nas pás


móveis e a queda de entalpia estática no estágio
inteiro;

o Nas turbinas modernas pode ser de zero (estágio de


ação) a 0,5 ou mais.
 Trabalho específico

o 
 variação
Pela da quantidade
 de movimento angular:
   
I  Q1  Q 2  T .t  r1 m1 .c1  r2  m2 .c2
o Como o trabalho útil se realiza no sentido circular, há
conservação de massa e o raio é constante:
T .t  r1.m.c1u  r2 .m.c2u  T  r.m
 .(c1u  c2u )
o Lembrando-se da definição de potência, defini-se o
trabalho útil específico como:
W  T .  .r.m
 .(c1u  c2u )  u.m
 .(c1u  c2u )
w / estágio  u.(c1u  c2u )
 Há uma série de irreversibilidades, presentes nos
estágios, que fazem com que essas máquinas não
funcionem de forma ideal:

o Perdas por bocal;


o Perdas nas pás móveis;
o Perdas com velocidade de saída;
o Perdas por atrito e ventilação;
o Perdas por fugas;
o Perdas por vapor úmido;
o Perdas por bocal

• A velocidade real na saída do bocal é menor do que a


teórica por causa do atrito;

  coeficient e de velocidad e nos bocais

c1
   0,97    0,98 Bocais de turbinas modernas
c1t
2 2
c1t c1
hb  
2 2
o Perdas nas pás móveis

• A velocidade real na saída da pá é menor do que a


teórica por causa do atrito;

  coeficient e de velocidad e das pás móveis


w2 Nas grades ou coroas de pás
   0,95    0,98
w2t de turbinas modernas

2 2
w2t w2
hp  
2 2
o Perdas por velocidade de saída

• A velocidade do fluxo que deixa a pá constitui perdas


por energia cinética;

2
c2
hvs 
2
o Perdas por atrito e ventilação no disco

• Possuem naturezas diferentes mas dependem dos


mesmos parâmetros;
• As perdas por atrito aparecem durante a rotação do
disco da turbina e são particularmente grandes nos
cilindros de alta pressão (altas massas específicas);
o Perdas por atrito e ventilação no disco

• As perdas por ventilação aparecem nos estágios com


injeção parcial de vapor e são provocadas pelo
deslocamento do vapor em zonas onde não há bocais
e as pás móveis trabalham semelhante a um
ventilador;
o Perdas por atrito e ventilação no disco
o Perdas por atrito e ventilação no disco
o Perdas por fugas

• Fugas do vapor através dos sistemas de vedação nas


interfaces do diafragma com o eixo e no espaçamento
de interface das fitas de recobrimento das pás móveis
com a parte fixa da parede do cilindro;
o Perdas por fugas

• Fugas através dos selos dos diafragmas:


o Perdas por fugas
o Perdas por fugas

• Fugas entre o estator e as fitas das pás móveis:


o Perdas por fugas
o Perdas com vapor úmido

• Comum nos últimos estágios das turbinas de


condensação das CTE e CN;
• As gotas de água possuem movimentos retardados
em relação ao vapor nos bocais, por sua maior
inércia;
o Perdas com vapor úmido

• Parte da fase líquida não só não realiza trabalho útil


como também “freia” as pás móveis;

• As gotas causam uma erosão intensa que diminui a


resistência das pás;
o Perdas com vapor úmido

hu  2.h0 . .1,2.1  x0   0,6.x0  x 


U
Cf
x0  título inicial antes dos bocais do estágio
x  titulo final (isentrópico)
C f  velocidade convencion al

C f  2000.h0
 Considerando as perdas mencionadas que podem
ocorrer em cada estágio:
h0  (hb  hp  hvs  hav  h f  hu )
ri / estágio 
h0
 Caracteriza o grau de perfeição da seção de fluxo da
turbina:

Wi Potência interna útil


ri   
W0 Potência teórica possível
0,83  ri  0,92  para turbinas modernas
 Devido às perdas nos mancais, eixo, vibração,
acoplamento e outras;

We Potência efetiva no eixo


m   
Wi Potência interna útil
0,992  m  0,998  para turbinas modernas
 Caracteriza o grau de perfeição das turbinas
considerando as perdas mecânicas;

We Potência efetiva no eixo


re   
W0 Potência teórica possível

re  ri .m

0,823  re  0,918  para turbinas modernas


 Potencia nominal: é a potência que a turbina pode
produzir de forma prolongada;

 Potência calculada ou econômica: é a potência na


qual se obtém o rendimento máximo (90 a 95% da
potência nominal nas turbinas de média e grande
potência);

 Potência máxima: é a potência acima da nominal


que a turbina pode produzir por um curto período de
tempo;
 São utilizados 4 métodos de regulagem de potência:

o Sistema de regulagem por estrangulamento da vazão;

o Sistema de regulagem por bocais;

o Sistema de regulagem por by-pass;

o Sistema de regulagem por parâmetros deslizantes;


o Sistema de regulagem por estrangulamento da vazão

• Todo o vapor fornecido à turbina passa através de


uma única válvula de regulagem;
• É simples e seguro;
• Na potência nominal fornece um alto rendimento pois
a válvula de regulagem está totalmente aberta;
• A desvantagem é que em cargas parciais o
estrangulamento do vapor causa perdas irreversíveis;
• É usado em turbinas a vapor mais potentes e
modernas em CTE e CN, pois essas turbinas operam
com carga base na potência nominal.
o Sistema de regulagem por estrangulamento da vazão
o Sistema de regulagem por bocais;

• É o mais difundido nas CTEs;


• O fornecimento de vapor à turbina realiza-se através
de várias válvulas de regulagem;
• As válvulas vão se abrindo sucessivamente, variando
a vazão mássica e, por consequência, a potência.
• Possui alto rendimento em cargas parciais, mas é
relativamente complexo construtivamente e, por isso,
tem menor confiabilidade e um alto custo;
o Sistema de regulagem por bocais;
o Sistema de regulagem por by-pass;

• Utilizado geralmente em turbinas de reação;


• Em baixas cargas o vapor é fornecido apenas pela
válvula de regulagem 1 (VR1) e com o aumento da
carga começa-se a abrir a VR2.
• Em comparação com o por bocais, possui um
rendimento mais alto em baixas cargas (menores de
60% da nominal), no entanto é inferior ao sistema por
bocais em altas cargas (incluindo as cargas
econômica e nominal)
o Sistema de regulagem por by-pass;
o Sistema de regulagem por parâmetros deslizantes;

• Diminui-se a pressão criada pela bomba de


alimentação, consequentemente, diminui-se a pressão
na saída da caldeira e a turbina vai operar a carga
parcial com todas as válvulas de regulagem
completamente abertas;

• Com esse sistema dispensa-se totalmente o


estrangulamento, diminui-se a potência consumida
pela bomba de alimentação e aumenta-se a
mobilidade, mantendo-se constante a temperatura do
vapor antes da turbina em diferentes regimes.
 Termelétrica
 Central Nuclear
 Rendimento térmico

o Um dos principais índices de desempenho de uma


instalação de turbinas;
Wliq. Potência líquida do ciclo
t   
Qent. Fluxo de calor que entra

WT  W B
t   W B  4%WT
Qent.

0,42  t  0,45  para turbinas modernas


 Rendimento interno absoluto da turbina

o Considera o grau de perfeição da turbina e do ciclo;

Wi Potência interna útil da turbina


i   
Qent. Fluxo de calor que entra

i  t .ri
 Rendimento efetivo absoluto

o Considera o grau de perfeição da turbina e do ciclo,


considerando o rendimento mecânico da turbina;

We Potência efetiva no eixo


e   
Qent. Fluxo de calor que entra

Wi . m W0 . ri . m
e   

 t . ri . m
Qent. Qent.
 Rendimento do gerador

Wele Potência elétrica


g   
We Potência efetiva no eixo

 g  0,986 para modernos resfriados a ar

 g  0,990 para modernos resfriados por hidrogênio


(CTE e CN)
 Rendimento elétrico relativo

Wele Potência elétrica


rele  
W0 Potência teórica possível

We . g
 rele 

  re . g   ri . m . g
W 0
 Rendimento elétrico absoluto

Wele Potência elétrica


ele  
Q ent Fluxo de calor que entra

We . g
ele 

 e . g  t . ri . m . g
Q ent
 Resumo de rendimentos absolutos e relativos:
 Consumo específico de calor (heat rate-HR)

o Usado frequentemente para a avaliação do


rendimento econômico da instalação

Q ent
HR 
1


kJ / kWh
ele Wele
 Razão de trabalho reverso (back work ratio - bwr)

o Usado com menor frequencia para a avaliação do


rendimento econômico da instalação, pois não
costuma ser maior do que 4 % para plantas a vapor,
mas é muitas vezes superior para plantas de potência
a gás;

W B
bwr 
WT
 Ciclo de Rankine
Q e

WT
W B

Q s
o12 ou 1’2’ = expansão isentrópica
o23 ou 2’3 = rejeição de calor isobárica
o34 = compressão isentrópica
o41 = recebimento de calor isobárico
dEVC  V2   V2 
1Lei   QVC  WVC   m e  h   gz   m s  h   gz 
dt  2 e  2 s
 
Turbina WT  h1  h2 Gerador de vapor Qe  h1  h4
m m
 W B Q s
Bomba WB  h4  h3  v3  p4  p3  Condensador  h2  h3
m m m
 Efeito das pressões sobre o ciclo Rankine
Q e
  Tds  A1bc4 a1  Te s1  s 4 
T 1

m  4

Q s
 A2bc32  Ts s2  s 3   Ts s1  s 4 
a 1
Te
4 m
Q liq m Q e m  Q s m Q s m
Ts
3 2   

 1
Qe m  Qe m  Q e m
c b s
Ts Se Ts  Cte : Te  
  1
Te Se Te  Cte : Ts  
 Comparação dos ciclos Rankine e Carnot
T
Carnot
Rankine
TeCarnot a 1
Te 4 Sendo TeCarnot  Te  Carnot   Rankine

Ts
3 2 Por que não utilizar o ciclo de Carnot???
c b s
o Seria necessário mais combustível, pois os gases sairiam a
mais alta temperatura, cedendo menos calor ao FT;

o Problemas significativos de ordem prática são encontrados no


bombeamento de mistura de fases;
 Perdas e irreversibilidades

is ,T 
WT m
is , B 
W m s
WT m s
B

W B m

Essas são irreversibilidades internas, no


entanto as mais significativas são as
externas ao ciclo de Rankine:

o Combustão e posterior transferência de calor dos gases ao FT;


o Transferência de calor para a água de resfriamento, sendo que a
mesma está sujeita a um aumento de temperatura de apenas alguns
graus (o vapor condensa a temperaturas próximas a ambiente no
condensador), tendo utilidade limitada;
o Perdas de calor e pressão em tubulações e equipamentos...
 Melhora do desempenho
 Superaquecimento e reaquecimento
 S : Te  
 S ou R : x 
 S ou R : possibilita  p sem
danificar a turbina (x min  90 %)
 S ou R :  W m
liq

 Ciclo supercrítico
o Pressão superior a pc da água (22,06 MPa);
o Temperatura de entrada na turbina superior a 600 °C;
o Sem mudança de fase de 6 a 1;
 Melhora do desempenho
 Ciclo regenerativo com aquecedor aberto
 Melhora do desempenho
 Ciclo regenerativo com aquecedor fechado
 Melhora do desempenho
 Ciclo regenerativo com aquecedor fechado
 Melhora do desempenho
 Ciclo regenerativo com aquecedor fechado
 Potência elétrica
FT
T WeleGE
GE GE  WeleGE  mTGEWiT
WeT

WiT WeT W 99,2%  mT  99,8%
 eleGE WeT
 mT  98,6%  GE  99,0%
perdas perdas WiT

FT
FT W WiB
B  ME  
eB
ME 
WeleME 
 WeleME  mB ME
WeleME WeB WiB

WiB 92%  mB  95%
perdas perdas FT  mB 
WeB 90%  ME  97%
 Calor do combustível
GV

FT
Q ec Q ei
Q ei GV  Q ec  m c PCI 84%  GV  90%
Q ec
perdas FT
• LORA, Electo Eduardo Silva; NASCIMENTO, Marco
Antônio Rosa do. Geração Termelétrica:
Planejamento, Projeto e Operação. Rio de Janeiro:
Interciência, 2004.

• MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N..


Princípios de Termodinâmica para a Engenharia.
Rio de Janeiro: LTC, 2009.