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ESPECIFICAÇÃO ET-0000.

00-0000-972-P8L-023
CLIENTE: FOLHA
TODOS 1 de
31
PROGRAMA:
TODOS -
ÁREA:
GERAL -
TÍTULO:
REQUISITO PADRÃO DE INSPEÇÃO DE NP-1
SBS/LSC/IF
FABRICAÇÃO DE VÁLVULAS INDUSTRIAIS IF

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS


0 Emissão Original
A Itens 1 e 5.19
B Itens alterados: 2, 4.1.1, 4.1.1.2, 4.1.2, 4.1.2.1, 4.1.2.2, 4.1.2.3, 4.1.2.4, 4.1.2.5,
4.1.2.6, 4.2.5.3, 4.3.4, 4.3.5.3, 4.4.1, 5.2.1, 5.2.2, 5.2.3, 5.2.4, 5.3.1.b, 5.4, 5.4.1,
5.4.2, 5.4.3, 5.4.3.a, 5.5.3, 5.6, 5.6.1, 5.7.1, 5.7.3.1.b, 5.7.3.2, 5.10.3, 5.11.6,
5.12.3, 5.13, 5.16, 5.16.1, 5.16.1.1, 5.16.1.2, 5.16.1.3, 5.16.2, 5.16.7, 5.18, 5.19, 6,
7, 8, 9.1.10.

Itens incluídos: 4.1.1.2.1, 4.1.1.2.2, 4.1.2.4.1, 4.1.2.4.2, 4.1.2.4.3, 4.1.2.7, 4.1.2.8,


4.2.4.1, 4.2.4.2, 4.2.4.3, 4.3.4.1, 4.3.4.2, 4.3.4.3, 5.5.7, 5.7.4, 5.16.1.3.1, 5.16.1.3.2,
5.16.1.3.3, 5.16.1.3.4, 5.16.1.3.5, 5.16.2.1, 5.16.2.2, 5.16.2.3, 5.16.7.1, 5.16.7.2,
5.16.7.3, 5.19.1, 5.19.2, 5.19.3, 5.19.3.1, 5.19.3.2, 5.19.3.3, 5.19.4, 6.1.1, 6.1.2,
6.1.3, 6.1.4, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.2.5.1, 6.2.5.2, 6.2.6, 7.2, Anexo 1,
Anexo 2, Anexo 3.

Itens excluídos: 4.1.1.2.a, 4.1.1.2.b, 4.1.1.3, 4.1.2.1.a, 4.1.2.1.b, 4.1.2.1.c,


4.1.2.2.1, 4.1.2.2.2, 4.1.2.2.3, 4.2.4.a, 4.2.4.b, 4.2.4.c, 4.2.4.d, 4.2.11, 4.2.12,
4.2.13, 4.3.4.a, 4.3.4.b, 4.3.4.c, 4.3.4.d, 4.3.10, 4.3.11, 4.3.12, 5.12.6, 5.12.6.1,
5.12.6.2, 5.12.6.3, 5.16.1.3.a, 5.16.1.3.b, 5.16.1.3.c, 5.16.1.3.d, 5.16.1.3.e, 6.1.a,
6.1.b, 6.1.c, 6.1.d, 6.2.a, 6.2.b, 6.2.c, 6.2.d, 6.2.e.

REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA 27/06/2017 25/05/2018 31/07/2018
PROJETO IF IF IF
EXECUÇÃO ALMENDRA ALMENDRA ALMENDRA
VERIFICAÇÃO NEROSKY NEROSKY NEROSKY
APROVAÇÃO M. ALEX M. ALEX M. ALEX
AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
FORMULÁRIO PERTENCENTE A PETROBRAS N-381 REV. L.
Nº REV.
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TÍTULO:
NP-1
REQUISITO PADRÃO DE INSPEÇÃO DE
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ÍNDICE
1. OBJETIVO 3
2. REFERÊNCIAS 3
3. DEFINIÇÕES 5
4. PLANEJAMENTO DA INSPEÇÃO 5
5. REQUISITOS PARA DIRETRIZES DA QUALIDADE 10
6. CRITÉRIO DE ABRANDAMENTO 25
7. PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES (PIT) 26
8. MANUSEIO, PRESERVAÇÃO, ARMAZENAGEM, EMBALAGEM E
27
EXPEDIÇÃO
9. DATA BOOK 27
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NP-1
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1. OBJETIVO

Esta Especificação Técnica estabelece os requisitos mínimos de inspeção de


fabricação a serem atendidos no fornecimento de válvulas industriais (com ou sem
atuador) para instalação em unidades industriais e de exploração e produção da
PETROBRAS. Define parâmetros para uma inspeção, realizada por órgão inspetor
ou empresa contratada pelo COMPRADOR, tipo “C”, tipo “B” e tipo “L”, baseada em
inspeção de componentes. Aplica-se aos seguintes tipos de válvulas: globo angular
(VAN), borboleta (VBO), diafragma (VDI), esfera (VES), gaveta (VGA), globo (VGL),
macho (VMA) e retenção (VRE).

Os requisitos aqui estabelecidos são complementares à ET-0000.00-0000-972-P8L-


001 - Requisito Geral de Inspeção de Fabricação. Em caso de conflito, prevalece
este Requisito de Inspeção.

2. REFERÊNCIAS

• ABC da Inspeção de Fabricação


• ET-0000.00-0000-970-PSQ-001 – Qualificação de Procedimentos e
Qualificação e Certificação de Pessoas
• ET-0000.00-0000-972-P8L-001 - Requisito Geral de Inspeção de Fabricação
• PETROBRAS N-12 – Embalagem e Preservação de Válvulas
• PETROBRAS N-13 – Requisitos Técnicos Para Serviços de Pintura
• PETROBRAS N-133 – Soldagem
• PETROBRAS N-1591 – Ligas Metálicas e Metais - Identificação Através de
Testes Pelo Imã e Por Pontos
• PETROBRAS N-1596 – Ensaio Não Destrutivo - Líquido Penetrante
• PETROBRAS N-1597 – Ensaio Não Destrutivo - Visual
• PETROBRAS N-1598 – Ensaio Não Destrutivo - Partículas Magnéticas
• PETROBRAS N-1693 – Diretrizes para Elaboração de Padronização de
Material de Tubulação para Instalações de Refino e Transporte
• PETROBRAS N-1738 – Descontinuidades em Juntas Soldadas, Fundidos,
Forjados e Laminados
• PETROBRAS N-2301 – Elaboração da Documentação Técnica de Soldagem
• PETROBRAS N-2508 – Ligas Metálicas e Metais - Identificação - Padrões
Fotográficos
• ABENDI NA-001 – Qualificação e Certificação de Pessoas em Ensaios Não
Destrutivos
• ABNT NBR 5426 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por
atributos
• ABNT NBR 15523 - Qualificação e certificação de inspetor de controle
dimensional
• ABNT NBR 15827 - Válvulas industriais para instalações de exploração,
produção, refino e transporte de produtos de petróleo - Requisitos de projeto
e ensaio de protótipo
• ABNT NBR 16137 - Ensaios não destrutivos - Identificação de materiais por
teste por pontos, espectrometria por fluorescência de raios X e
espectrometria por emissão óptica
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• ABNT NBR 16278 - Inspeção de fabricação - Qualificação e certificação de


pessoas para o setor de petróleo e gás
• API 6D - Specification for Pipeline and Piping Valves
• ASME B16.34 - Valves Flanged, Threaded and Welding End
• ASME VIII, divisão 1, apêndice 8 – Methods for Liquid Penetrant Examination
(PT)
• ASME IX - Welding, Brazing, and Fusing Qualifications
• ASTM A 262 - Standard Practices for Detecting Susceptibility to Intergranular
Attack in Austenitic Stainless Steels
• ASTM A 985 - Standard Specification for Steel Investment Castings General
Requirements, for Pressure-Containing Parts
• ASTM A 997 - Standard Practice for Investment Castings, Surface
Acceptance Standards, Visual Examination
• ASTM B 117 - Standard Practice for Operating Salt Spray (Fog) Apparatus
• ASTM B 602 - Standard Test Method for Attribute Sampling of Metallic and
Inorganic Coatings
• ASTM B 841 - Standard Specification for Electrodeposited Coatings of Zinc
Nickel Alloy Deposits
• ASTM B 849 - Standard Specification for Pre-Treatments of Iron or Steel for
Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement
• ASTM B 850 - Standard Guide for Post-Coating Treatments of Steel for
Reducing the Risk of Hydrogen Embrittlement
• ASTM D 5894 - Standard Practice for Cyclic Salt Fog/UV Exposure of Painted
Metal (Alternating Exposures in a Fog/Dry Cabinet and a UV/Condensation
Cabinet)
• BS EN 10204 - Metallic products. Types of inspection documents
• EN ISO / IEC 17024 - Conformity assessment - General requirements for
bodies operating certification of persons
• ISO 9712 - Non-destructive testing - Qualification and certification of NDT
personnel
• MSS SP-25 - Standard Marking System for Valves, Fittings, Flanges, and
Unions
• NACE MR0103/ISO 17945 - Petroleum, petrochemical and natural gas
industries - Metallic materials resistant to sulfide stress cracking in corrosive
petroleum refining environments
• NACE MR0175/ISO 15156 - Petroleum and natural gas industries - Materials
for use in H2S-containing environments in oil and gas production
• NR-13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações
• Portaria 179 de 18 de maio de 2010 – INMETRO – Requisitos de Avaliação
da Conformidade para Equipamentos Elétricos e Eletrônicos para Atmosferas
Explosivas

Os documentos aplicáveis ao projeto não se limitam aos listados neste Requisito de


Inspeção. Os demais documentos relacionados no contrato devem ser obedecidos.

Em caso de conflito entre requisitos de documentos contratuais, prevalece o critério


mais rigoroso.
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3. DEFINIÇÕES

As definições adotadas neste documento estão apresentadas no ABC da Inspeção


de Fabricação, ET-0000.00-0000-972-P8L-001 e ABNT NBR 16278.

Na elaboração do Plano de Inspeção e Testes devem ser utilizadas as siglas


definidas no ABC da Inspeção de Fabricação.

3.1 Terminologia

3.1.1 ABC da Inspeção de Fabricação

Instrumento informativo que esclarece a atividade de Inspeção de Fabricação para


os fornecedores e demais órgãos da PETROBRAS em complemento aos
documentos normativos e orientativos.

3.1.2 Folha de Dados - FD

Documento expedido inicialmente pelo COMPRADOR que deve ser reemitido pelo
fabricante para aprovação do COMPRADOR e para utilização do órgão inspetor ou
empresa contratada pelo COMPRADOR.

3.1.3 Pre-inspection Meeting - PIM

Reunião realizada nas dependências do fornecedor, tanto em nível nacional como


internacional, visando esclarecer os eventos contratuais a serem realizados pelo
fornecedor, os itens a serem acompanhados pela fiscalização, bem como os
documentos contratuais a serem gerados.

3.1.4 Lote

Considera-se lote o conjunto de unidades pertencentes à mesma corrida e ao


mesmo set-up de usinagem de produto a ser amostrado para verificar conformidade
com as exigências de aceitação.

4. PLANEJAMENTO DA INSPEÇÃO

4.1 Inspeção do tipo "C"

Para inspeção de acompanhamento de fabricação tipo "C" devem ser realizadas, no


mínimo, as seguintes verificações, aplicáveis aos componentes definidos como
críticos:

4.1.1 Antes da montagem da válvula

4.1.1.1 Análise de 100% dos registros gerados pelo fornecedor em atendimento à


fabricação (visual, dimensional, espessura do corpo e tampa/castelo, teste de
reconhecimento de ligas, ensaios não destrutivos, ensaio de dureza, certificados de
origem de matéria prima dos componentes críticos citados no PIT, documentação
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de soldagem, relatórios de não conformidades), bem como outros registros


aplicáveis em atendimento às normas construtivas.

4.1.1.2 Inspeção dos componentes críticos confrontando-os com os registros


gerados pelo fabricante:

4.1.1.2.1 em 100% do lote: inspeção visual dos componentes críticos citados no PIT,
medição da espessura de parede (corpo, tampa/castelo), dimensional de face a
face, dimensional do círculo de furação, dimensional do canal FJA e das ranhuras,
identificação e rastreabilidade. Para válvulas bipartidas ou tripartidas o dimensional
de face a face deverá ser realizado de acordo com o item 4.1.2.6.

4.1.1.2.2 Verificação por amostragem do lote: dimensional das cotas críticas (exceto
espessura de parede de corpo, tampa/castelo e demais cotas citadas em 4.1.1.2.1)
teste de reconhecimento de ligas e ensaio de dureza.

4.1.2 Após a montagem da válvula

4.1.2.1 Teste hidrostático de integridade do corpo e tampa/castelo com a utilização


dos estojos, parafusos, prisioneiros, porcas e juntas definitivos.

O fornecedor deve apresentar o certificado de pré-teste original de integridade do


corpo e tampa/castelo aprovado por profissional habilitado. No Brasil o profissional
deve ser Engenheiro ou Técnico com CREA. No exterior a habilitação deve ser
equivalente à do Brasil em seu país de origem.

4.1.2.2 Teste de estanqueidade das sedes.

4.1.2.3 Teste pneumático de estanqueidade das sedes para válvulas cujo fluido de
operação seja gás, exceto válvulas de retenção.

4.1.2.4 Verificação, por amostragem, dos seguintes torques, obedecendo a


sequência abaixo:

4.1.2.4.1 aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas da junção corpo-tampa


e corpo-tampa/castelo.

4.1.2.4.2 Aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas do preme gaxeta.

4.1.2.4.3 Acionamento e/ou fechamento.

4.1.2.5 Inspeção visual final.

4.1.2.6 Inspeção dimensional final contemplando, no mínimo, as cotas de


interferência na montagem em campo. Para válvulas do tipo esfera o dimensional
de face a face deve ser verificado nesta etapa.

4.1.2.7 Inspeção de pintura (somente quando especificado padrão PETROBRAS).


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4.1.2.8 Conferência da placa de identificação e análise dos registros gerados nesta


etapa da fabricação.

Nota específica para válvulas com material do corpo e tampa/castelo em ferro


fundido e bronze: a inspeção tipo “C” não é aplicável para este tipo de válvula.
Caso o PC (Pedido de Compras) ou Ordem de Compra indique este tipo de
inspeção, a mesma deverá ser abrandada para inspeção tipo “B”.

4.2 Inspeção do tipo "B"

Para inspeção tipo "B" devem ser realizadas, no mínimo, as seguintes verificações,
aplicáveis aos componentes definidos como críticos:

4.2.1 análise de 100% dos registros gerados pelo fornecedor em atendimento à


fabricação (visual, dimensional, espessura do corpo e tampa/castelo, teste de
reconhecimento de ligas, ensaios não destrutivos, ensaio de dureza, certificados de
origem de matéria prima dos componentes críticos citados no PIT, documentação
de soldagem, relatórios de não conformidades), bem como outros registros
aplicáveis em atendimento às normas construtivas.

4.2.2 Verificação em 100% do lote: inspeção visual dos componentes críticos


citados no PIT e acessíveis com a válvula montada, medição da espessura de
parede (corpo, tampa/castelo), dimensional de face a face, dimensional do círculo
de furação, dimensional do canal FJA e das ranhuras, identificação e
rastreabilidade.

4.2.3 Verificação por amostragem do lote: dimensional das cotas críticas (exceto
espessura de parede de corpo, tampa/castelo e demais cotas citadas em 4.2.2),
teste de reconhecimento de ligas (onde acessível) e ensaio de dureza (onde
aplicável e acessível).

4.2.4 Teste de pressão em 100% do lote, conforme norma contratual e sequência


abaixo:

4.2.4.1 teste hidrostático de integridade do corpo e tampa/castelo com a válvula


montada e com a utilização dos estojos, parafusos, prisioneiros, porcas e juntas
definitivos.

O fornecedor deve apresentar o certificado de pré-teste original de integridade do


corpo e tampa/castelo aprovado por profissional habilitado. No Brasil o profissional
deve ser Engenheiro ou Técnico com CREA. No exterior a habilitação deve ser
equivalente à do Brasil em seu país de origem.

4.2.4.2 Teste de estanqueidade das sedes.

4.2.4.3 Teste pneumático de estanqueidade das sedes para válvulas cujo fluido de
operação seja gás, exceto válvulas de retenção.
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4.2.5 Verificação, por amostragem, dos seguintes torques, obedecendo a sequência


abaixo:

4.2.5.1 aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas da junção corpo-tampa


e corpo-tampa/castelo.

4.2.5.2 Aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas do preme gaxeta.

4.2.5.3 Acionamento e/ou fechamento.

4.2.6 Inspeção visual final.

4.2.7 Inspeção dimensional final contemplando, no mínimo, as cotas de interferência


na montagem em campo. Para válvulas do tipo esfera o dimensional de face a face
deve ser verificado nesta etapa.

4.2.8 Inspeção de pintura (somente quando especificado padrão PETROBRAS).

4.2.9 Conferência da placa de identificação, análise dos registros gerados nesta


etapa da fabricação.

4.2.10 A critério do órgão inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR e


mediante justificativa, poderá ser autorizado, em caráter excepcional, a
desmontagem de uma válvula para avaliação dos internos.

4.3 Inspeção do tipo "C" para válvulas forjadas até 1 ½” (inclusive)

Nas inspeções tipo “C” de válvulas forjadas até 1 ½” (inclusive), todas as válvulas
do lote devem ser apresentadas montadas. Será selecionada uma válvula de cada
lote pelo órgão inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR para ser
desmontada, com a finalidade de se verificar toda a parte interna. Nessa amostra
deve ser efetuada inspeção dimensional das cotas críticas, medição de espessura
de parede, teste de reconhecimento de ligas (onde aplicável) e ensaio de dureza
(onde aplicável) conforme preconizado no Plano de Inspeção e Testes aprovado.
Caso a inspeção não apresente não-conformidades, a válvula e todo o lote
pertinente a essa amostra será considerado aprovado em relação a cotas críticas
internas, reconhecimento de ligas e dureza, não sendo necessário desmontar as
demais válvulas deste lote.

Para todo o restante do lote apresentado montado, devem ser realizadas, no


mínimo, as seguintes verificações:

4.3.1 análise de 100% dos registros gerados pelo fornecedor em atendimento à


fabricação (visual, dimensional, espessura do corpo e tampa/castelo, teste de
reconhecimento de ligas, ensaios não destrutivos, ensaio de dureza, certificados de
origem de matéria prima dos componentes críticos citados no PIT, documentação
de soldagem, relatórios de não conformidades), bem como outros registros
aplicáveis em atendimento às normas construtivas.
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4.3.2 Verificação em 100% do lote: inspeção visual dos componentes críticos


citados no PIT e acessíveis com a válvula montada, medição da espessura de
parede (corpo, tampa/castelo), dimensional de face a face, identificação e
rastreabilidade.

4.3.3 Verificação por amostragem do lote: dimensional das cotas críticas (exceto
espessura de parede de corpo, tampa/castelo e demais cotas citadas em 4.3.2),
teste de reconhecimento de ligas (onde acessível) e ensaio de dureza (onde
aplicável e acessível).

4.3.4 Teste de pressão em 100% do lote, conforme norma contratual e sequência


abaixo:

4.3.4.1 teste hidrostático do corpo e tampa/castelo com a válvula montada e com a


utilização dos estojos, parafusos, prisioneiros, porcas e juntas.

O fornecedor deve apresentar o certificado de pré-teste original de integridade do


corpo e tampa/castelo aprovado por profissional habilitado. No Brasil o profissional
deve ser Engenheiro ou Técnico com CREA. No exterior a habilitação deve ser
equivalente à do Brasil em seu país de origem.

4.3.4.2 Teste de estanqueidade das sedes.

4.3.4.3 Teste pneumático de estanqueidade das sedes para válvulas cujo fluido de
operação seja gás, exceto válvulas de retenção.

4.3.5 Verificação, por amostragem, dos seguintes torques, obedecendo a sequência


abaixo:

4.3.5.1 aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas da junção corpo-tampa


e corpo-tampa/castelo.

4.3.5.2 Aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas do preme gaxeta.

4.3.5.3 Acionamento e/ou fechamento.

4.3.6 Inspeção visual final.

4.3.7 Inspeção dimensional final contemplando, no mínimo, as cotas de interferência


na montagem em campo. Para válvulas do tipo esfera o dimensional de face a face
deve ser verificado nesta etapa.

4.3.8 Inspeção de pintura (somente quando especificado padrão PETROBRAS).

4.3.9 Conferência da placa de identificação, análise dos registros gerados nesta


etapa da fabricação.
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4.4 Inspeção do tipo "L"

Para PC (Pedido de Compras) ou Ordem de Compra cuja inspeção seja do tipo “L”,
o fornecedor nacional ou estrangeiro deve elaborar e enviar um Data-Book com a
válvula ou lote de válvulas contendo, no mínimo, os seguintes itens, a menos que
especificado de outra forma em contrato:

4.4.1 Certificado de Conformidade, identificando todos os produtos, rastreando cada


um deles aos registros das inspeções e testes realizados pelo fabricante durante o
ciclo fabril, mencionando as não conformidade e as ações corretivas adotadas. São
registros de inspeção e testes obrigatórios de serem rastreados para cada
componente crítico através deste Certificado de Conformidade: certificados de
origem de matéria prima dos componentes críticos, inspeção visual dos
componentes críticos, inspeção dimensional das cotas críticas, medição de
espessura do corpo e tampa/castelo, teste de reconhecimento de ligas, ensaios não
destrutivos, ensaio de dureza, documentação de soldagem, relatórios de não
conformidades, testes de pressão hidrostática de corpo, testes de estanqueidade
das sedes, torque de aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas da junção
corpo-tampa e corpo-tampa/castelo, torque de aperto dos estojos, parafusos,
prisioneiros e porcas do preme gaxeta, torque de acionamento, pintura, embalagem,
bem como outros registros aplicáveis em obrigatório atendimento às normas
construtivas.

Este Certificado de Conformidade deve estar aprovado por profissional habilitado.


No Brasil o profissional deve ser Engenheiro ou Técnico com CREA. No exterior a
habilitação deve ser equivalente à do Brasil em seu país de origem.

4.4.2 Adequação à NR-13 (quando aplicável) para vasos de pressão utilizados como
acessório da válvula.

5. REQUISITOS PARA DIRETRIZES DA QUALIDADE

Diretrizes da Qualidade (DQ) são as adequações complementares que devem ser


implementadas no Sistema da Qualidade do fornecedor de modo a atender aos
requisitos contratuais para fornecimento de válvulas industriais.

5.1 Garantia e Controle da Qualidade - Treinamento, Qualificação e Habilitação

O pessoal envolvido nas atividades de Garantia e Controle da Qualidade deve estar


habilitado pelo Sistema de Qualidade do fornecedor mediante um procedimento que
defina treinamento específico, registro dos mesmos, periodicidade de avaliação e
critérios de manutenção da habilitação. Estes registros devem estar disponíveis e
serem apresentados ao órgão inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR
quando solicitados.

5.2 Requisitos para Inspetores Certificados

Este requisito determina a obrigatoriedade de certificação de pessoal. Abaixo estão


descritos os parâmetros mínimos de certificação de profissionais em fornecedores
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e subfornecedores, exigidos pela PETROBRAS no Brasil e no exterior nas seguintes


modalidades:

5.2.1 Certificação para Inspetores de Soldagem Nível I e II

Deve estar de acordo com o item 4.1.1.b da ET-0000.00-0000-970-PSQ-001.

5.2.2 Certificação para Inspetores de END – Ensaios Não Destrutivos

Deve estar de acordo com os itens 4.1.1.a da ET-0000.00-0000-970-PSQ-001.

5.2.3 Certificação para Inspetores de Pintura

Deve estar de acordo com o item 4.1.1.d da ET-0000.00-0000-970-PSQ-001.

5.2.4 Certificação para Inspetores Dimensional

Deve estar de acordo com o item 4.1.1.f da ET-0000.00-0000-970-PSQ-001.

5.2.5 Qualificação para Inspetores de Medição de Espessura por Ultrassom

O pessoal que executa e avalia as atividades de medição de espessura no Brasil


deve ser certificado pela ABENDI/SNQC-END, na modalidade Medição de
Espessura por Ultrassom, conforme norma ABENDI NA-001.

Para o pessoal que executa e avalia as atividades de medição de espessura por


ultrassom no exterior a qualificação e certificação deve ser conforme estabelecido
acima ou por entidades internacionais independentes que atendam aos requisitos
da norma EN ISO / IEC 17024 e que operem em conformidade com a norma ISO
9712, sendo neste caso requerida a aprovação prévia do COMPRADOR.

5.3 Requisitos para Inspetores não Certificados

Quando não for exigido Inspetor Certificado no contrato, o profissional deve


apresentar, no mínimo, habilitação conforme abaixo:

Nota: para atendimento em compras não realizadas diretamente pela


PETROBRAS, o inspetor habilitado deve ser acompanhado de um inspetor de
fabricação IF-AT do COMPRADOR.

5.3.1 Inspetor Dimensional

Comprovar disponibilidade de inspetor de controle dimensional habilitado. Não é


obrigatória a certificação por órgão externo ao fabricante, sendo aceito treinamento
desde que atenda ao conteúdo e à carga horária da norma ABNT NBR 15523
conforme segue:

a) escolaridade e experiência profissional: item 7.3 e Tabela 1.


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b) Treinamento: equivalente à modalidade CD-MC (Controle Dimensional –


Mecânica) conforme item 7.2 e anexo B, tabela B.1. Para a tabela B.1 excetuar os
seguintes itens: 5, 10, 16, 18, 19, 28.

c) Acuidade visual: conforme item 7.4.

5.3.2 Inspetor para Medição de Espessura por Ultrassom

Comprovar disponibilidade de inspetor para medição de espessura por ultrassom


habilitado. Não é obrigatória a certificação por órgão externo ao fabricante, sendo
aceito treinamento desde que atenda ao conteúdo e à carga horária da norma
ABENDI NA-001.

5.3.3 Inspetor Visual

Comprovar disponibilidade de inspetor para inspeção visual habilitado. Não é


obrigatória a certificação por órgão externo ao fabricante, sendo aceito treinamento
desde que atenda ao conteúdo e à carga horária das normas PETROBRAS N-1597
e N-1738.

5.3.4 Inspetor para Teste de Reconhecimento de Ligas e Teste pelo Ímã

Comprovar disponibilidade de inspetor para inspeção de teste de reconhecimento


de ligas e teste pelo ímã habilitado. Não é obrigatória a certificação por órgão
externo ao fabricante, sendo aceito treinamento desde que seja evidenciada a
prática no conteúdo das normas N-1591, ABNT NBR 16137 e N-2508.

5.4 Qualificação de Procedimentos

Os itens de equivalência de qualificação de pessoal no exterior para elaboração e


aprovação de procedimentos devem ser conforme a ET-0000.00.0000-970-PSQ-
001.

5.4.1 Procedimentos de END's – Ensaios Não Destrutivos

Devem estar de acordo com o item 4.2.1 e 4.2.2 da ET-0000.00-0000-970-PSQ-


001.

5.4.2 Procedimentos de Soldagem

Devem estar de acordo com o item 4.2.3 da ET-0000.00-0000-970-PSQ-001.

5.4.3 Procedimento de Pintura

Todos os procedimentos para pintura padrão PETROBRAS utilizados pelos


fornecedores e subfornecedores nacionais ou internacionais devem ser aprovados
por profissional certificado conforme segue:
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a) Brasil: devem estar de acordo com o item 4.2.4 da ET-0000.00-0000-970-PSQ-


001.

b) Exterior: inspetor correspondente ao Nível II no Brasil: EN ISO / IEC 17024.

Os procedimentos e o Plano de Inspeção de Pintura aprovados pelo profissional


certificado devem ser apresentados ao órgão inspetor ou empresa contratada pelo
COMPRADOR antes do início da inspeção de pintura.

5.5 Projeto

5.5.1 Componentes Críticos

O projeto deve definir os componentes críticos que façam parte de circuitos


pressurizados. Incluir também como críticos aqueles que interfiram na
operacionalidade, manutenção, segurança e vida útil do produto.

5.5.2 Cotas Críticas

Devem ser controladas as cotas críticas dos componentes definidos no item 5.5.1
incluindo, no mínimo, as cotas padronizadas na norma de construção da válvula e
projeto do fabricante.

5.5.3 Materiais Micro fundidos

Os materiais fornecidos pelo processo de micro fusão devem atender a norma


ASTM A 985. A inspeção visual deve ser conforme a ASTM A 997 nível II, exceto
rugosidade superficial. Esta informação deve estar contida no certificado de material
fornecido pela fundição.

5.5.4 Materiais AISI/SAE X ASTM

Quando especificado em Contrato, o termo de material AISI/SAE deve ser


considerado como TIPO, devendo apresentar certificação conforme ASTM
correspondente, independente do processo de fabricação.

Nota: para materiais submetidos ao tratamento térmico de endurecimento para


obtenção do diferencial de dureza, (Ex. AISI 410), considerar como requisito de
certificado apenas análise química e dureza, uma vez que no tratamento de
endurecimento são alteradas as características mecânicas do material.

5.5.5 NACE International – Standard Material Requirements

Quando especificado em Contrato, o fornecedor deve definir critérios de controle de


dureza, conforme requisitos NACE MR0175/ISO 15156, “Petroleum and natural gas
industries – Material for use in H2S-containing environments in oil and gas
production” (condição upstream) ou requisitos NACE MR0103/ISO 17945 “Materials
resistant to sulfide stress cracking in corrosive petroleum refining environments”
(condição downstream).
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5.5.6 Portaria 179 de 18 de maio de 2010 – INMETRO

Quando definido em Contrato, componentes elétricos para área classificada devem


atender a portaria 179 do INMETRO - Requisitos de Avaliação da Conformidade
para Equipamentos Elétricos e Eletrônicos para Atmosfera Explosivas.

5.5.7 Material dos parafusos da união corpo-tampa e da união corpo-tampa


castelo

O material dos estojos, parafusos e porcas da união corpo-tampa, união corpo-


tampa castelo, união do corpo com a tampa do eixo trunnion das válvulas esfera,
união do corpo diretamente com o eixo trunnion das válvulas esfera quando este for
solidário à sua tampa e união do corpo com a tampa do eixo das válvulas borboleta
deve ser conforme as especificações listadas na Tabela 8 da NBR 15827.

5.6 Soldagem

Os itens de equivalência de qualificação de pessoal do exterior devem ser conforme


a ET-0000.00.0000-970-PSQ-001.

5.6.1 Processo de soldagem

O fornecedor deve apresentar um plano de soldagem a ser aplicado no projeto de


válvulas industriais (revestimento e união soldada), com as especificações
pertinentes, tais como: EPS, RQPS, RQS e operador de soldagem, conforme norma
ASME IX, N-133 e N-2301, com a devida aprovação de um inspetor de soldagem
nível II SNQC (Sistema Nacional de Qualificação e Certificação). Para reparos
advindos de RNC's, além das especificações citadas, deve ser elaborada uma
instrução para execução do reparo que contemple, no mínimo, método de remoção
do defeito, END´s aplicáveis, requisitos da especificação do material, mapeamento
da cavidade e localização do defeito. O plano deve ser apresentado para
conhecimento da inspeção do COMPRADOR. Devem ser emitidos os registros de
acompanhamento para qualquer atividade de solda. O fornecedor deve possuir
reagentes químicos que permitam verificar a detecção de reparos por solda nas
superfícies e disponibilizar para uso da inspeção do COMPRADOR. Pontos para
travamento não previstos em normas construtivas somente serão aceitos se
especificados em contrato e com plano de soldagem específico.

5.6.1.1 Inspeção de Solda

A inspeção da soldagem deve ser efetuada por inspetor de soldagem nível I SNQC
(Sistema Nacional de Qualificação e Certificação) em regime integral, com emissão
de registro de acompanhamento de soldagem elaborados conforme norma
PETROBRAS N-2301. Poderá ser realizada inspeção utilizando profissional
contratado qualificado Nível I / SNQC, desde que o fornecedor comprove que o seu
volume de soldagem não justifique a manutenção do mesmo em regime integral.
Porém, fica estabelecido que deva ser apresentado registro de controle e
acompanhamento das soldagens realizadas emitido pelo profissional contratado.
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5.6.1.2 Material Base e Consumíveis de Soldagem

O fornecedor deve possuir instrução para controle dos consumíveis de soldagem


em conformidade com a norma PETROBRAS N-133 e disponibilizar estufas de
armazenagem, secagem, manutenção e utilização dos consumíveis. Todos os
consumíveis devem ser devidamente rastreáveis ao produto final e desta forma
constar no Data-Book.

Mediante instrução emitida por inspetor de soldagem nível II da respectiva


modalidade, o inspetor de soldagem nível I poderá verificar por comparação entre
certificados da qualidade de material e os requisitos das normas e especificações
técnicas de produto se o material base e o consumível de soldagem é o
especificado.

5.6.2 Procedimento para Reparos por Soldagem

5.6.2.1 Quando o reparo é realizado em fundição, micro fundição e forjaria


qualificadas pelo fornecedor, deverão ser emitidas RNC´s e documentos de
soldagem conforme norma do material, para aprovação do fornecedor. No
certificado de qualidade do material deve constar a rastreabilidade da
documentação do reparo.

5.6.2.2 Quando o reparo é realizado pelo fabricante da válvula, deverão ser emitidas
RNC´s e documentos de soldagem conforme norma do material, descrevendo todas
as disposições e controles aplicáveis, mapeamento de cavidade, ou emissão de um
plano de recuperação quando necessário.

5.6.2.3 Para os itens 5.6.2.1 e 5.6.2.2 deve ser evidenciado que o tratamento
térmico, quando aplicável, foi realizado após os serviços de soldagem e apresentar
o respectivo gráfico.

5.7 Revestimentos

5.7.1 Revestimento em Elemento de Fixação

Quando solicitado em Contrato, os elementos de fixação devem ser revestidos com


Zinco/Níquel conforme norma ASTM B 841, classe 1, tipo B/E, grau 5 a 8 com alívio
de tensões e desidrogenização.

Para unidades operacionais do INDUSTRIAL (área de REFINO) o revestimento por


galvanização ou eletrodeposição de Zinco/Níquel está proibido. Somente será
aceito se especificado em contrato.

5.7.2 Desidrogenização

Os estojos, parafusos, prisioneiros e porcas com revestimento de Zinco/Níquel que


necessitem receber tratamento térmico de desidrogenização devem atender às
normas ASTM B 849 e ASTM B 850. Devem ser fornecidos o gráfico de tratamento
térmico e as demais documentações pertinentes.
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5.7.3 Qualificação de Revestimentos

5.7.3.1 Revestimentos Metálicos

a) Zinco – Níquel Eletrodepositados

Os revestimentos de Zinco/Níquel eletrodepositados devem ser qualificados pelo


fornecedor através de teste de corrosão acelerada conforme norma ASTM D 5894,
para qualificação dos parâmetros de banho. O tempo de exposição deste teste deve
ser de 168 horas em UV, seguido de mais 168 horas em Salt Spray. O critério para
aceitação deve ser que não apresentem mais do que 5% de corrosão vermelha ao
término do mesmo. Este teste deve ser feito no lote piloto de fornecimento, e
repetido a cada 12 (doze) meses em lote de produção. O número de cupons que
devem ser testados será determinado por amostragem, conforme Tabela 3 da
ASTM B 602. Os documentos devem ser apresentados para conhecimento do órgão
inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR.

b) Níquel Químico e Cromo

Para a utilização de revestimento de níquel químico e cromo, o fornecedor deve


qualificar o processo, através de teste de corrosão acelerada conforme norma
ASTM B 117, para qualificação dos parâmetros de banho. O tempo de exposição
destes testes deve ser de, no mínimo, 960 horas em Salt Spray. Este teste será feito
no lote piloto de fornecimento e repetido a cada 12 (doze) meses em lote de
produção. O número de cupons que devem ser testados deve ser determinado por
amostragem, conforme Tabela 3 da ASTM B 602. Os documentos devem ser
apresentados para conhecimento do órgão inspetor ou empresa contratada pelo
COMPRADOR.

5.7.3.2 Revestimentos Não Metálicos

A utilização de revestimento de fluopolímeros deve ser qualificada pelo fornecedor,


através de teste de corrosão acelerada conforme norma ASTM B 117. O tempo
mínimo deve ser de 960 horas com o critério de aceitação das amostras
apresentarem indícios de corrosão vermelha em 5% de sua área. Os documentos
devem ser apresentados para conhecimento do órgão inspetor ou empresa
contratada pelo COMPRADOR.

5.7.4 Revestimento Orgânico

A inspeção do revestimento orgânico deve ser conforme a Especificação Técnica


definida em contrato.

5.8 Anéis e Selos de Vedação não Metálicos

O projeto deve definir o peso do componente resiliente e/ou material composto


(reforçado) com outros elementos (fibra de vidro ou carbono) de forma a viabilizar,
na inspeção de recebimento, a checagem da compactação do componente, além
da verificação da dureza, assim como outros itens previstos em norma.
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5.9 Elastômeros

O projeto da válvula deve especificar um material que atenda, no mínimo, aos


requisitos especificados nas normas de construção, os quais devem ser
comprovados através dos testes de compatibilidade de fluido e de homologação
pelo fabricante do elastômero, bem como os aspectos de armazenagem, controle
de vida útil e inspeção de recebimento, exceto quando especificado em contrato. Os
documentos devem ser apresentados para conhecimento do órgão inspetor ou
empresa contratada pelo COMPRADOR.

5.10 Ensaios Não Destrutivos

5.10.1 Ensaio por Líquido Penetrante

5.10.1.1 O fabricante deve realizar ensaio por líquido penetrante conforme norma
PETROBRAS N-1596 nas partes usinadas externas e internas (onde acessível) dos
corpos e tampas/castelos de válvulas fundidas e micro fundidas. O critério de
aceitação é conforme ASME B16.34.

5.10.1.2 O fabricante deve realizar ensaio por líquido penetrante conforme norma
PETROBRAS N-1596 em toda superfície interna e externa dos corpos e
tampas/castelos de válvulas fundidas e micro fundidas somente quando solicitado
em PC (Pedido de Compras) ou Ordem de Compra. O critério de aceitação é
conforme ASME B16.34.

5.10.1.3 O fabricante deve realizar ensaio de líquido penetrante conforme norma


PETROBRAS N-1596 em biséis para solda, solda de união entre niple e corpo,
áreas de vedação e contra vedação de componentes, com e sem revestimento (ex.
410 e Stellite). O critério de aceitação é conforme ASME VIII, divisão 1 apêndice 8.

5.10.1.4 Quando os anéis sede forem selados por soldagem, o fabricante deverá
realizar ensaio de líquido penetrante. O critério de aceitação será conforme ASME
VIII, divisão 1 apêndice 8.

Nota: este item não se aplica para:

a) válvulas em material bronze e ferro fundido.

b) Componentes internos em material laminados.

c) Componentes internos em material forjados.

5.10.2 Ensaio por Partícula Magnética e Ultrassom

5.10.2.1 Para os materiais fundidos em Cr – Mo (Cromo-Molibdênio) ou Cr – Mo –


V (Cromo-Molibdênio-Vanádio) o fabricante deve realizar e apresentar o certificado
de ensaio de partículas magnéticas conforme norma PETROBRAS N-1598 no
corpo, tampa/castelo e obturador, lado interno e externo. O critério de aceitação é
conforme ASME B16.34.
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5.10.2.2 Para os materiais citados em 5.10.2.1 o fabricante deve realizar ultrassom


nas regiões tensionadas por solidificação e apresentar mapa de localização,
somente quando solicitado em PC (Pedido de Compras) ou Ordem de Compra. O
critério de aceitação é conforme ASME B16.34.

5.10.3 Ensaio para Detectar Suscetibilidade ao Ataque Intergranular em Aços


Inoxidáveis Austeníticos

O fabricante deve realizar o ensaio nos componentes corpo e tampa/castelo e


apresentar o certificado para verificação da suscetibilidade ao ataque intergranular
conforme ASTM A 262 Prática A ou Prática E.

5.10.4 Teste de Reconhecimento de Ligas

O fornecedor deve realizar o teste de reconhecimento de ligas para identificação de


material nas ligas previstas na N-1591 mais os materiais duplex e superduplex.

O fornecedor deve apresentar um “kit” de reagentes químicos, com data de validade


e padrões certificados, que possibilite a execução do teste de reconhecimento de
ligas ou PMI (Positive Material Identification) por meio de fluorescência de raio-X.

Para utilização de equipamentos não previstos acima, o fornecedor deverá


apresentar previamente procedimento para avaliação do COMPRADOR.

5.10.5 Medição de Espessura de Parede

O fornecedor deve possuir procedimento ou instrução de inspeção de medição de


espessura de parede com os respectivos padrões de calibração. O fornecedor deve
possuir aparelho de medição digital sendo que a medição deve ser feita pelo método
ultrassônico e realizada nas regiões de conformação sujeita a redução de espessura
nos corpos, tampas e castelos de válvulas. Para materiais com alto índice de
atenuação sônica será admitida a utilização de outros métodos de medição, desde
que previamente aprovado pelo COMPRADOR. O procedimento do fornecedor
deverá prever quais os materiais são sujeitos ao alto índice de atenuação sônica.

5.10.6 Radiografia

Quando solicitado em norma ou Contrato, o fornecedor deve realizar ensaio


radiográfico nas soldas de topo de união de corpo e flanges de válvulas de
construção não integral.

5.11 Controle de Processo

5.11.1 Inspeção por Amostragem

Onde aplicável a inspeção por amostragem, deve ser adotado o critério conforme
norma ABNT NBR 5426, nível de inspeção II, plano de amostragem “simples”,
inspeção normal e NQA de 2,5%.
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5.11.2 Registros de Inspeção

O fornecedor deve apresentar registros de inspeção visual, dimensional, medição


de espessura de parede, ensaio de dureza, ensaios não destrutivos, teste de
reconhecimento de ligas, torque de aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e
porcas da junção corpo-tampa e corpo-tampa/castelo, torque de aperto dos estojos,
parafusos, prisioneiros e porcas do preme gaxeta, torque de acionamento da
válvula, testes hidrostáticos/pneumáticos, acompanhamento de soldagem e
documentos de soldagem, certificados de calibração de instrumentos, relatórios de
pintura (quando especificado padrão PETROBRAS), bem como outros registros
previstos no Plano de Inspeção e Testes, para todos os componentes considerados
críticos estabelecidos pelo projeto do fabricante.

5.11.3 Controle de Instrumentos de Medição, Tratamento Térmico e Testes

Os instrumentos e os equipamentos necessários às atividades de inspeção,


medição, tratamento térmico e testes devem estar calibrados para a resolução
definida no projeto.

Os padrões usados para a calibração dos instrumentos e equipamentos devem ser


rastreáveis ao INMETRO e/ou a laboratório credenciado à ISO/IEC/INMETRO. Deve
ser apresentado um plano de controle de calibração, juntamente com os respectivos
certificados de calibração.

5.11.4 Canal FJA (Face para Junta de Anel)

O exame dimensional para canais FJA deve ser realizado com instrumento
tridimensional ou instrumento adequado do tipo ball gage. Admite-se a utilização de
calibradores para verificações específicas de diâmetro, ângulo e profundidade
desde que previamente aprovado pelo COMPRADOR. A dureza mínima da face do
flange e a rugosidade das superfícies do canal devem atender a norma
PETROBRAS N-1693.

5.11.5 Padrão de Acabamento e Rugosidade

O fornecedor deve possuir instrumentos adequados para verificação da rugosidade


do acabamento da face de contato de flanges e superfícies usinadas de
componentes de válvulas. Estes instrumentos devem possibilitar a execução do
teste com acompanhamento da inspeção do COMPRADOR.

5.11.6 Tratamento Térmico

Todos os processos de tratamento térmico devem ser realizados através de um


plano de tratamento térmico conforme norma do material aplicado.

O fabricante da válvula deve apresentar para a inspeção do COMPRADOR o gráfico


do tratamento térmico o qual deve citar o plano de tratamento térmico da fundição,
o tipo do tratamento térmico, o ciclo térmico e a rastreabilidade da peça (corrida).
Este gráfico deverá conter aprovação pelo responsável da fundição.
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O plano de tratamento térmico deve conter no mínimo:

a) os requisitos previstos na norma de suporte, especificados pela norma do material


(ex.: ASTM A 703, ASTM A 991 e demais normas relacionadas ao processo).

b) A rastreabilidade dos materiais tratados com os respectivos corpos de prova.

Nota: o relatório de tratamento térmico deve ser acompanhado de gráfico com ciclo
térmico, tempo e temperatura de patamar, taxas de aquecimento/resfriamento e
rastreabilidade da corrida/peça.

5.12 Testes de Pressão

O fornecedor deve possuir o procedimento dos testes de pressão, conforme norma


de projeto e norma construtiva da válvula. Deve contemplar requisitos específicos
para realização do teste, como a água utilizada e sua temperatura, teor de cloretos,
viscosidade do fluido, uso de inibidores de corrosão, filtros e demais itens
pertinentes ao processo. O procedimento deve ser apresentado para análise da
inspeção do COMPRADOR.

O fabricante deve apresentar o laudo de análise da água e um procedimento que


contemple a sua manutenção.

5.12.1 O procedimento de teste de pressão de válvula deve prever que os testes de


vedação sejam realizados de forma a garantir que a cavidade da válvula esteja
totalmente preenchida com fluido de teste e pressurizada. Esta recomendação não
se aplica aos tipos de válvula esfera trunnion duplo bloqueio com alívio interno de
pressão.

5.12.2 Os testes devem ser monitorados com utilização de dois manômetros (02
para baixa pressão e 02 para alta pressão) calibrados conforme API 6D. Deve ser
prevista no procedimento a periodicidade de calibração baseada nos dados de
repetibilidade e frequência de calibração. Nos casos onde o procedimento não
possuir estes parâmetros, deve ser considerado como periodicidade máxima 03
(três) meses.

5.12.3 Para válvulas Fire Tested e válvulas fabricadas com vedação metal x metal
não será permitido o uso de fita ou pasta de politetrafluoretileno - PTFE como
elemento auxiliar para obtenção de vedação das roscas metal x metal (ex.: NPT).
Para válvulas de uso geral admite-se a utilização de fita ou pasta de mesmo material
da sede ou, no mínimo, politetrafluoretileno - PTFE.

5.12.4 Teste de alívio de cavidade: quando aplicável, o teste deve ser efetuado pelo
fabricante com testemunho por amostragem pelo órgão inspetor ou empresa
contratada pelo COMPRADOR, a menos que seja evidenciado o controle do
processo, de forma a garantir a repetibilidade das características especificadas no
projeto homologado.
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5.12.5 Os testes de pressão devem ser de acordo com as normas construtivas. Os


tempos máximos de teste são de até 1,5 vezes o tempo definido pela norma
construtiva, contados a partir da estabilização da pressão.

5.13 Pintura Padrão PETROBRAS

Quando o processo de pintura for contratual, o fornecedor deve apresentar o Plano


de Inspeção de Pintura em atendimento à norma PETROBRAS N-13 aprovado por
Inspetor de Pintura Nível II. O Plano de Inspeção de Pintura, bem como os registros
dos treinamentos dos profissionais envolvidos no processo de pintura, devem ser
apresentados ao COMPRADOR antes do início dos serviços. O registro de inspeção
de pintura deve ser apresentado para os processos contratuais.

O fornecedor deve prever no Plano de Pintura que as superfícies internas das abas
dos flanges da união corpo x tampa e castelo sejam pintadas antes da montagem
final da válvula conforme procedimento de pintura contratual ou, no mínimo, com a
pintura de fundo do esquema de pintura previsto em Contrato. Este procedimento
deve ser utilizado para válvulas de diâmetros maiores que 1 ½” e para válvulas cujos
projetos possuam espaçamento entre as abas dos flanges da união corpo x tampa
e castelo.

Mediante instrução emitida por inspetor de pintura nível II, o inspetor de pintura nível
I poderá verificar por comparação entre certificados de qualidade das tintas e os
requisitos das normas e especificações técnicas, se o material apresentado é o
especificado.

5.14 Controle do Tratamento de Não Conformidades

5.14.1 O fornecedor deve controlar e tratar as Não Conformidades (RNC) da sua


linha industrial, conforme seu procedimento. As RNC´s, já com as disposições
definidas pertinentes aos Pedidos de Compras do COMPRADOR devem ser
apresentadas para conhecimento e análise da inspeção.

5.14.2 As RNC´s que apresentarem disposições com práticas de recuperação não


previstas no projeto, tais como soldagem (onde é aplicável tratamento térmico),
embuchamento, desvios de cotas padronizadas pelas normas construtivas e demais
itens pertinentes ao processo, devem ser submetidas ao órgão inspetor ou empresa
contratada pelo COMPRADOR para conhecimento, inclusive as RNC’s dos
subfornecedores.

5.15 Identificação, Marcação e Rastreabilidade

O fornecedor deve possuir instrução que defina a sistemática de identificação,


marcação e rastreabilidade de componentes de válvulas montadas.

5.15.1 O fornecedor deve identificar fisicamente e rastrear todos os componentes


críticos definidos pelo projeto, para cada produto, através de listas de rastreabilidade
de componentes e/ou lote de fabricação por produto.
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5.15.2 Cada válvula deve ser identificada com um número de série individual, além
da identificação individual dos componentes definidos como críticos, que possibilite
a efetiva rastreabilidade. A identificação por lote de componente é permitida desde
que esta sistemática permita rastrear todos os componentes críticos por válvula.

5.15.3 As válvulas e seus componentes devem ser identificados conforme norma de


fabricação e MSS SP-25.

5.16 Corpos de Prova para Contraprova: Análise Química e Ensaios Mecânicos

Nota: para válvulas com material do corpo e tampa/castelo em ferro fundido e


bronze este item não é aplicável.

5.16.1 O fabricante deve solicitar ao subfornecedor de fundidos e micro fundidos a


disponibilização de dois corpos de prova por corrida além do corpo de prova utilizado
normalmente para certificação da corrida para corpo e tampa/castelo propiciando,
tanto aos fornecedores de válvula quanto à inspeção do COMPRADOR, a
oportunidade para execução de ensaios químicos e mecânicos conforme norma do
material. Os ensaios com seus respectivos resultados devem ser realizados antes
da inspeção final da válvula e emissão de CLM. Para tal deve ser estabelecida a
seguinte metodologia:

5.16.1.1 devem ser apresentados corpos de prova apensos aos fundidos e micro
fundidos em uma peça por corrida, por material e por fundição dos lotes adquiridos
para os componentes corpo e tampa/castelo.

5.16.1.2 Será selecionado pelo COMPRADOR um (01) corpo de prova por mês para
cada tipo de material por fundição e micro fundição, de forma que sejam testados
pelo menos um (01) corpo de prova de um dos componentes corpo ou
tampa/castelo.

5.16.1.3 Critério para seleção de corpo de prova.

Estão sujeitos à seleção de corpos de prova as válvulas com diâmetro nominal maior
ou igual a 4” cujos corpos e tampa/castelo fundidos ou micro fundidos sejam dos
seguintes materiais e classes:

5.16.1.3.1 aço carbono: classe 600 e superiores.

5.16.1.3.2 Aço liga: classe 300 e superiores.

5.16.1.3.3 Aço inoxidável: classe 300 e superiores.

5.16.1.3.4 Duplex: classe 300 e superiores.

5.16.1.3.5 Superduplex: classe 300 e superiores.

5.16.1.4 A análise química deve ser realizada em todos os materiais previstos no


item 5.16.1.3, exceto para aço carbono.
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5.16.1.5 Os ensaios mecânicos devem ser realizados em todos os materiais


previstos no item 5.16.1.3.

5.16.2 No Brasil os ensaios devem ser realizados por laboratórios credenciados pelo
INMETRO com acompanhamento obrigatório do representante do fabricante da
válvula. No exterior os ensaios devem ser realizados por laboratórios credenciados
segundo os critérios do país de origem com acompanhamento obrigatório do
representante do fabricante da válvula. Pode ser aceita a realização do ensaio em
laboratório do próprio fornecedor sendo que, neste caso, haverá obrigatoriamente o
acompanhamento do órgão inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR.

5.16.2.1 O representante do fabricante que testemunhará os ensaios deve ser uma


empresa de inspeção independente credenciada pela PETROBRAS.

5.16.2.2 A lista de empresas de inspeção independentes credenciadas consta no


site da PETROBRAS (www.petrobras.com.br), Canal do Fornecedor, Condições de
Fornecimento de Material.

5.16.2.3 O fornecedor deverá apresentar ao órgão inspetor ou empresa contratada


pelo COMPRADOR os laudos emitidos pela empresa de inspeção independente em
conformidade com o item 5.18 desta Especificação Técnica.

5.16.3 A critério do fornecedor os corpos de prova poderão ficar ou não


armazenados na fundição e micro fundição, sendo que em qualquer uma das
opções, devem ser sempre identificados de forma a permitir a rastreabilidade aos
lotes fabricados.

5.16.4 Estes corpos de prova devem sempre representar o último estado do


material, ou seja, os tratamentos térmicos subsequentes efetuados ao longo da
fabricação, cabendo ao fabricante a responsabilidade de avaliar a fundição/micro
fundição para garantir este procedimento de manutenção dos corpos de prova.

5.16.5 O prazo mínimo estabelecido para armazenamento dos corpos de prova para
teste é de 12 (doze) meses. Caso uma determinada corrida escolhida já tenha sido
testada por outro fabricante com aceitação do COMPRADOR, os resultados valerão
para todos os demais fornecedores que utilizarem esta corrida.

5.16.6 Critério de aceitação de ensaio de corpo de prova: caso o corpo de prova


ensaiado não apresente os resultados dos ensaios em conformidade com a
respectiva norma do material, todas as peças referentes à corrida ensaiada serão
reprovadas. O fornecedor deverá elaborar um plano de ação em conjunto com a
fundição ou micro fundição para tratativa da ocorrência. O plano de ação deverá ser
apresentado para conhecimento do órgão inspetor ou empresa contratada pelo
COMPRADOR. Uma nova amostra de material de outra corrida deve ser
selecionada para ensaio caso haja rejeição do primeiro corpo de prova.

5.16.7 Para os casos cujos corpos de prova de materiais fundidos e micro fundidos
não foram apresentados apensos, o fornecedor terá as seguintes alternativas as
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quais deverão ser realizadas na presença do órgão inspetor ou empresa contratada


pelo COMPRADOR:

5.16.7.1 realizar ensaio de PMI (Positive Material Identification) e dureza no corpo


de prova e na peça da respectiva corrida.

5.16.7.2 Disponibilizar, para seleção do órgão inspetor ou empresa contratada pelo


COMPRADOR, peça adicional da mesma corrida de vazamento de fundição ou
micro fundição, para usinagem do corpo de prova.

5.16.7.3 Retirar amostra de material do próprio fundido ou micro fundido para


confecção do corpo de prova.

Esta metodologia somente será aceita para os materiais fundidos e micro fundidos
que, comprovadamente, foram fabricados antes da exigência da apresentação de
corpo de prova apenso.

5.17 Arquivamento de Registros da Qualidade

O fornecedor deve arquivar os registros das atividades de Inspeção e Testes


(interno ao seu processo e dos seus subfornecedores) e permitir que os mesmos
sejam rastreáveis durante o tempo de vida útil do produto. O tempo mínimo de
arquivamento dos registros da qualidade deve ser de cinco anos.

5.18 Subfornecedores

A inspeção em subfornecedores é de responsabilidade do fornecedor e deve ser


executada por Inspetor de Fabricação certificado conforme ET-0000.00-0000-972-
P8L-001, inclusive quando houver acompanhamento de inspeção pela
PETROBRAS. O fornecedor deverá apresentar ao órgão inspetor ou empresa
contratada pelo COMPRADOR o laudo (Relatório de Inspeção) original emitido pelo
Inspetor de Fabricação IF-N1-AT ou IF-N2-AT carimbado e assinado pelo
subfornecedor.

5.19 Inspeções em Distribuidores e Revendedores

5.19.1 As inspeções podem ser feitas nas instalações destes fornecedores desde
que estes possuam estrutura fabril para atender aos requisitos técnicos
estabelecidos, bem como possuir autorização expressa do fabricante para a
desmontagem da válvula. A autorização do fabricante deve ter data de emissão
dentro da validade do CRC (Certificado de Registro Cadastral) do fornecedor.

5.19.2 As inspeções devem ser conforme PIT previamente aprovado pelo


COMPRADOR.

5.19.3 Sendo o fornecedor um representante (distribuidor ou revendedor), admite-


se a condição de reteste de integridade do corpo e tampa/castelo previsto em norma
construtiva contratual desde que atendidas a todas as seguintes condições:
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5.19.3.1 o teste de integridade destes componentes críticos tenha sido realizado em


fábrica com a superfície dos mesmos isenta de qualquer tipo de pintura.

5.19.3.2 O teste de integridade destes componentes críticos tenha sido


testemunhado por empresa de inspeção independente credenciada pela
PETROBRAS.

5.19.3.3 A inspeção tenha sido realizada em conformidade com o item 5.19.2 desta
Especificação Técnica.

5.19.4 A lista de empresas de inspeção independentes credenciadas consta no site


da PETROBRAS (www.petrobras.com.br), Canal do Fornecedor, Condições de
Fornecimento de Material.

6. CRITÉRIO DE ABRANDAMENTO

Para abrandamentos de inspeção da família do material de válvulas industriais são


considerados todos os parâmetros a seguir.

6.1 Abrandamento de inspeção tipo “C” para inspeção tipo “B”

6.1.1 Inexistência de COD (Comunicado de Ocorrência de Divergência) técnico nos


últimos 12 meses.

6.1.2 Resultado da última avaliação presencial da PETROBRAS (anteriormente


denominado PGQMSA – Programa de Garantia da Qualidade de Materiais e
Serviços Associados) igual ou superior a 70% (setenta por cento) para a família que
exija avaliação presencial. Caso a família do material não exija avaliação presencial,
este item não é aplicável.

6.1.3 IRVI (Índice de Rejeição de Válvulas Industriais) menor que 1% (um por cento).

6.1.4 Resultado da Adequação do Fornecedor ao Requisito de Inspeção igual ou


superior a 90% (noventa por cento), com avaliação realizada dentro dos últimos 12
meses.

6.2 Abrandamento de inspeção tipo “B” para inspeção tipo “L”

6.2.1 Inexistência de COD (Comunicado de Ocorrência de Divergência) técnico nos


últimos 24 meses.

6.2.2 Resultado da última avaliação presencial da PETROBRAS (anteriormente


denominado PGQMSA – Programa de Garantia da Qualidade de Materiais e
Serviços Associados) superior a 80% (oitenta por cento) para a família que exija
avaliação presencial. Caso a família do material não exija avaliação presencial, este
item não é aplicável.

6.2.3 IRVI (Índice de Rejeição de Válvulas Industriais) menor que 1% (um por cento).
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6.2.4 Resultado da Adequação do Fornecedor ao Requisito de Inspeção igual ou


superior a 97% (noventa e sete por cento) desde que as pendências não pertençam
aos itens 5 e 7 e seus subitens desta Especificação Técnica e que a avaliação tenha
sido realizada dentro dos últimos 12 meses.

6.2.5 ABNT NBR 15827 (última revisão) totalmente implementada com


apresentação de evidências do total atendimento aos itens 6 e 7 e anexos D, E e F
da referida norma. A implementação deverá atender na íntegra ao disposto nas
seguintes portarias do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior:

6.2.5.1 Portaria n.° 272 de 21 de junho de 2011.

6.2.5.2 Portaria n.° 93 de 04 de maio de 2017.

6.2.6 Ao fornecedor que obtiver a liberação de inspeção será aplicado o conceito de


MP (Monitoring Point) conforme ABC da Inspeção de Fabricação e terá o processo
de fabricação monitorado.

7. PLANO DE INSPEÇÃO E TESTES (PIT)

O fornecedor deve elaborar e encaminhar ao órgão inspetor ou empresa contratada


pelo COMPRADOR o PIT padrão para aprovação conforme anexos 1 e 2. O prazo
para o envio é de 15 (quinze) dias corridos da data da assinatura do Pedido de
Compras quando a inspeção contratual for do tipo B ou do tipo C.

O PIT padrão deve indicar os estágios, ao longo de todo o ciclo de produção das
válvulas, onde são realizadas as verificações e inspeções conforme ABC da
Inspeção da Fabricação disponível no site da PETROBRAS. O PIT padrão deve
indicar os tipos de exames, ensaios, testes ou verificações a serem efetuados,
procedimentos e/ou instruções aplicáveis, critérios de aceitação, registros emitidos,
incluindo inspeções realizadas nos subfornecedores.

A reapresentação do PIT somente será necessária, nas seguintes condições:

a) alteração do projeto.

b) Adequação à revisão do Requisito de Inspeção.

c) Adequação a novos requisitos especificados em PC (Pedido de Compras) ou


Ordem de Compra, FD, RM e demais documentos aplicáveis.

d) Revisão das normas construtivas.

O responsável pela inspeção de fabricação definirá, por intermédio do PIT, a


extensão de sua participação no acompanhamento das inspeções e testes a serem
realizados nas instalações fabris do fornecedor ou dos seus subfornecedores. No
caso de aquisições por empresa contratada pelo COMPRADOR a extensão da
participação da mesma deverá estar em conformidade com a documentação
contratual.
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7.1 Procedimentos e Instruções Indicados no PIT

O fornecedor deve possuir e apresentar os procedimentos e instruções de inspeção


de todas as atividades previstas no PIT. Os procedimentos devem conter os
respectivos critérios de aceitação referenciando a norma respectiva. Os mesmos
devem ser apresentados para análise e comentários do órgão inspetor ou empresa
contratada pelo COMPRADOR.

7.2 PIT de Acessórios de Válvulas.

O fornecedor deve possuir um PIT padrão para acessórios, conforme anexo 3,


quando os mesmos estiverem instalados na válvula. Este PIT deve estar aprovado
pelo órgão inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR. São exemplos de
acessórios: válvulas de bloqueio, dreno e vent, válvulas de segurança, válvulas de
alívio, vasos de pressão soldados, reservatórios de gás de alta pressão ou qualquer
outro acessório que requeira inspeção em subfornecedor.

8. MANUSEIO, PRESERVAÇÃO, ARMAZENAGEM, EMBALAGEM E


EXPEDIÇÃO

O fornecedor deve possuir uma sistemática definida para manuseio, preservação,


embalagem e expedição para todos os componentes e equipamentos previstos no
escopo do fornecimento (incluindo atuadores). É mandatário que as válvulas sejam
embaladas conforme norma PETROBRAS N-12 citada no PC (Pedido de Compras)
ou Ordem de Compra. Para o caso de válvulas importadas deve ser adicionado o
VCI (Volatile Corrosion Inhibitor). A instrução deve prever condições de preservação
dos componentes da válvula e suas extremidades durante toda a fabricação,
especialmente após a execução dos testes de vedação, onde devem ser verificadas
a limpeza e secagem das válvulas antes da embalagem.

9. DATA BOOK

O fornecedor nacional ou estrangeiro deve elaborar e enviar o Data Book com o


equipamento contendo, no mínimo, os seguintes itens, a menos que especificado
de outra forma em contrato:

9.1 Certificado de Conformidade informando:

9.1.1 nome do cliente.

9.1.2 Número do Pedido de Compras ou Ordem de Compra.

9.1.3 Descrição de todas as válvulas liberadas e seus respectivos números de série.

9.1.4 Número do TAG, se aplicável.

9.1.5 Tipo de acionamento.

9.1.6 Testes de integridade e de estanqueidade realizados.


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9.1.7 Tempos dos testes.

9.1.8 Valor do torque de aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas da


junção corpo-tampa e corpo-tampa/castelo.

9.1.9 Valor do torque de aperto dos estojos, parafusos, prisioneiros e porcas do


preme gaxeta.

9.1.10 Valor do torque de acionamento e/ou torque de fechamento.

9.1.11 Tabela de rastreabilidade dos materiais contendo todos os componentes


críticos e, no mínimo, as seguintes informações de cada componente: material,
corrida, número do certificado de origem, fornecedor.

9.1.12 Número de todos os relatórios de inspeção (visual, dimensional, testes e


pintura) emitidos pelo fornecedor durante a fabricação.

9.1.13 Número de todos os relatórios de END´s.

9.1.14 Número de todos os relatórios de soldagem, EPS, RQPS, EVS, quando


aplicável.

Todas essas informações devem ser rastreáveis aos registros das inspeções e
testes indicados no PIT aprovado pelo COMPRADOR.

Os Certificados de Conformidade devem ser emitidos conforme BS EN 10204, type


3.2, porém é obrigatório cumprir o disposto nos itens 4.1.1.1, 4.2.1, 4.3.1 e 4.4.1
deste Requisito de Inspeção, no que diz respeito aos certificados de origem de
matéria prima.

Os relatórios dos testes citados em 9.1.6 devem ser emitidos individualmente


atendendo a BS EN 10204 type 3.2.

9.2 Registro das não conformidades durante a fabricação e ações corretivas


adotadas.

9.3 PIT aprovado pelo COMPRADOR incluindo a evidência da aprovação.

9.4 Laudos emitidos pelo órgão inspetor ou empresa contratada pelo COMPRADOR
em todas as etapas da inspeção.

9.5 Adequação à NR-13 (quando aplicável) para vasos de pressão utilizados como
acessório da válvula.
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ANEXO 1

Modelo de PIT padrão para inspeção tipo B.


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ANEXO 2

Modelo de PIT padrão para inspeção tipo C.


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ANEXO 3

Modelo de PIT padrão para acessórios.