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Bombas – classificação e descrição

Instalação de Bombeamento Típica

Esquema típico de
instalação de
bombeamento
Exemplo
Instalação de Bombeamento Típica

Curvas ou joelhos (ou cotovelos) Reservatório de


recalque

Registro Linha de recalque

Válvula de retenção

Motor de acionamento
Bomba
Redução excêntrica
Curva longa 90º

Linha de sucção

Reservatório de sucção
(poço, manancial)
Válvula de pé com crivo
Instalação de Bombeamento Típica

Casa das bombas (1): edificações próprias destinadas a abrigar o conjunto


motor-bomba.

Motor de acionamento (M): órgão encarregado do acionamento da bomba,


podendo ser:
- Um motor elétrico;
- Um motor de combustão interna (a gasolina ou diesel);
- Uma turbina hidráulica ou a gás.
Tendência para o uso de motores elétricos:
- A vida mais longa dos motores elétricos;
- A maior segurança e comodidade operacional (os motores elétricos não
provocam poluição local);
- Custo de manutenção mais baixo.
Instalação de Bombeamento Típica

Bomba (B): Órgão encarregado de succionar o fluido, retirando-o do


reservatório de sucção e energizando-o através de seu rotor o que impulsiona-o
para o reservatório de recalque.
Instalação de Bombeamento Típica

Redução excêntrica (RE): Redução que liga o final da tubulação de sucção à


boca de entrada da bomba, de diâmetro, normalmente, menor. Com a
excentricidade visa-se evitar a formação de bolsas de ar, à entrada da bomba.
São dispensáveis em instalações com linhas de sucção de pequeno diâmetro,
acontecendo, normalmente, em instalações com diâmetro de sucção superiores
a 4” (4 polegadas).

Válvula de pé com crivo (VPC): Válvula unidirecional que só permite a


passagem do fluido no sentido ascendente e que, com o desligamento do
motor de acionamento, mantém a bomba escorvada (carcaça da bomba e
tubulação de sucção cheia de fluido).

Função:
- impedir a sucção de partículas sólidas depositadas no fundo do poço;
- Evitar que, com o funcionamento, seja a mesma descoberta, passando a
bomba a aspirar ar.
Instalação de Bombeamento Típica

Válvula de retenção (VR): Válvula também unidirecional instalada à saída da


bomba e antes do registro de recalque. Tem as seguintes funções:
- Impedir que o peso da coluna de recalque seja sustentado pelo corpo da
bomba, pressionando-o e provocando vazamento no mesmo.
- Impedir que, com um defeito na válvula de pé e entrando a tubulação de
recalque por baixo do reservatório superior, haja o refluxo do fluido, fazendo a
bomba funcionar como turbina.
- Possibilitar, através de um dispositivo chamado “by-pass”, a escorva
automática da bomba, evidentemente, após se ter sanado o defeito da válvula
de pé que provocou a perda da escorva.

Registro de recalque (R): Acessório destinado a controlar a vazão


recalcada, através do seu fechamento e abertura. Deve vir logo após a válvula
de retenção e tem tipos diferentes sendo, entretanto, o registro de gaveta o
mais comum.
Bombas

São máquinas geratrizes cuja finalidade é realizar o deslocamento de um


líquido por escoamento.

Transforma o trabalho mecânico que recebe para seu funcionamento em


energia, que é comunicado ao líquido sob as formas de energia de pressão e
cinética.

“Máquinas operatrizes hidráulicas”

Classificação
• Bombas de deslocamento positivo, hidrostáticas ou volumógenas
(volumétricas);
• Turbobombas chamadas também hidrodinâmicas ou rotodinâmicas ou
simplesmente dinâmicas.
Bombas

Classificação
• Bombas de deslocamento positivo, hidrostáticas ou volumógenas
(volumétricas);
• Turbobombas chamadas também hidrodinâmicas ou rotodinâmicas ou
simplesmente dinâmicas.

Fluxo pulsante

Fluxo contínuo
Exemplos de bombas de deslocamento positivo (volumógenas)

Bomba helicoidal
Bomba de êmbolo

Bomba de engrenagens Bomba de palhetas


Exemplos de bombas de deslocamento positivo (volumógenas)

Bomba de lóbulos triplos Bomba de pistão duplo circunferencial

Bomba de tubo flexível ou de rolete


Exemplo de bomba de engrenagem
Bombas
Hidrodinâmicas
(Turbobombas)
Convenções para Turbinas e Bombas Hidráulicas

Bomba centrífuga
Segundo a trajetória do fluido no rotor

Máquinas de fluxo radiais:


O escoamento do fluido através do rotor percorre uma trajetória predominantemente
radial (perpendicular ao eixo do rotor).
Ex.: Bombas centrífugas, ventiladores centrífugos e a turbina Francis lenta.

Máquinas de fluxo axiais:


O escoamento do fluido acontece numa direção paralela (axial) ao eixo do rotor.
Ex.: Bombas axiais, ventiladores axiais e a turbinas hidráulicas Hélice e Kaplan.

Máquinas de fluxo diagonais (misto ou semi-axial):


Quando o escoamento não é axial nem radial.
Ex.: Turbina Francis rápida e a turbina hidráulica Dériaz.

Máquinas de fluxo tangenciais:


O jato líquido proveniente do injetor incide tangencialmente sobre o rotor.
Ex.: Turbina hidráulica do tipo Pelton.
Segundo a trajetória do fluido no rotor

Máquinas de fluxo radiais Máquinas de fluxo axiais


Segundo a trajetória do fluido no rotor

Máquinas de fluxo diagonais • Máquinas de fluxo tangenciais


Bomba Radial Centrífuga:
Bomba Radial Centrífuga: Rotor e Caixa Espiral
Bomba Centrífuga
de Simples
Estágio

Bomba Autoaspirante
Bomba Centrífuga Multiestágios
Bombas Centrífugas Especiais
Bomba Centrífuga Autoescorvante
Bomba Centrífuga Inox - FAMAC
Bomba Centrífuga Inox - FAMAC
Bomba Centrífuga Fox BL - FAMAC

Curva: Hman x NPSH


Equação Fundamental das Máquinas de Fluxo

Equação de Euler
Equação fundamental para o estudo das máquinas de fluxo.
a) Turbomáquinas hidráulicas: bombas, ventiladores, turbinas hidráulicas.
b) Turbomáquinas térmicas: turbocompressores, turbinas a vapor, turbinas a
gás.

Turbomáquinas: escoamentos complexos (tridimensional e transitórios).


Fenômenos essenciais podem ser analisados com um modelo simples de
escoamento e triângulos de velocidade.

Teoria Monodimensional (ideal e simplificadora)


1) A bomba será considerada como tendo um número infinito de pás.
2) As pás serão consideradas como sendo infinitamente delgadas, ou seja, sem
espessura.
Planos de Representação de uma Turbomáquina

• Plano ou corte meridional (longitudinal)


• Plano ou corte transversal (normal)
Triângulos de Velocidade
  
w2 V2 ou c2

2 2  
u2 w = velocidade relativa do fluido.
2
Trajetória absoluta
 
da partícula A w1
líquida V = velocidade absoluta do fluido.

1 u = velocidade da pá do rotor.
B  
V1 ou c1
  

r1
1
1 V w  u


u1 u   r  m/s 

r2
 = velocidade angular (constante).

2 n
  rad/s
60
Pá do rotor

 Vt 2  = ângulo de inclinação das pás.


u2 
Vr 2
2 2 wr 2

 
V2 w2
Triângulos de Velocidade
  
Aresta de
MFO saída das pás
w2 V2 ou c2

2 2 
u2
b2 2

w1

1
Aresta de
b1 r2 r2
entrada das pás  
V1 ou c1
1 1
r1 r1


u1

Corte meridional Corte transversal


Máquina de fluxo geradora (“bomba”)


w= velocidade relativa do fluido (vista por um observador solidário às pás).

V = velocidade absoluta da corrente fluida (vista por um observador estacionário).

u = velocidade da pá do rotor (tangencial).
Equação de Euler para Turbomáquinas

Analisar o escoamento num rotor  equação do momento da quantidade de movimento


  
T eixo    r  V    V  dA regime de escoamento permanente
SC  

Equação vetorial


T eixo = torque aplicado ao sistema considerado;

r = vetor posição de uma partícula de fluido;

V = velocidade de uma partícula de fluido – referencial fixo;
 = massa específica do fluido;
dA = elemento de área da superfície de controle.
Sistema de coordenadas
Equação de Euler para Turbomáquinas

Sistema de coordenadas: eixo z alinhado


com o eixo de rotação da máquina

– (fluxo de massa para dentro do volume de controle)


+ (fluxo de massa para fora do volume de controle)

Equação de Euler para Turbomáquinas


Teixo kˆ  r2Vt2  rV ˆ
1 t1 mk 
Teixo  r2Vt2  rV 
1 t1 m

Q = vazão de fluido que passa pelo rotor [m3/s];


m = vazão mássica [kg/s].
m   AV    Q kg/s
Equação de Euler para Turbomáquinas

Sistema de coordenadas


Teixo  r2Vt2  rV
1 t1 m 
Teixo = torque aplicado ao sistema considerado;
r = vetor posição de uma partícula de fluido;

Vt = componente tangencial (periférica) da velocidade V ;
m = vazão mássica [kg/s].

– (fluxo de massa para dentro do volume de controle)

 
+ (fluxo de massa para fora do volume de controle)
  V w
Vr  wr
  Teixo  0 MFO (bombas, ventiladores, compressores)

Vt

wt
Teixo  0 MFM (turbinas)

u
Triângulo de velocidades genérico
Equação de Euler para Turbomáquinas

Taxa de trabalho realizado sobre um rotor de uma turbomáquina.


Wm  Teixo   r2Vt2  rV
1 t1 m  Potência mecânica ou Potência de eixo

se u    r

Wm  u2Vt2  u1Vt1 m 
Dividindo por mg H th 
Wm 1

 u2Vt2  u1Vt1
mg g

H man H th [m] - Altura teórica (energia teórica específica).
Bombas H th 
H Hth  0  MFO - Máquina de fluxo operatriz “bomba”;
H th = energia cedida por 1 kg de fluido; Hth  0  MFM - Máquina de fluxo motriz “turbina”.

H man = energia absorvida por 1 kg de fluido;


H th - também denominada altura de carga ou
 H = rendimento hidráulico da bomba. simplesmente carga adicionada ao escoamento.
Equação de Euler para Turbomáquinas
  
w2 V2 ou c2

2 2 
u2
b2 2

w1

1
b1 r2 r2
 
V1 ou c1
1 1
r1 r1


u1

Corte Corte 
Q  A Vr
meridional transversal

Máquina de fluxo geradora (bomba)


Máquina de fluxo motora (turbina)

 
  V w
Vr  wr
Vr = está vinculada à vazão da máquina;
  Vt = está ligada a energia específica entre o rotor e o fluido.
 
Vt wt

u
Equação de Euler para Turbomáquinas

Vazão de fluido que passa pelo rotor.

 
  V w
Vr  wr

Q  A Vr 
 
Vt wt

u
Triângulo de velocidades genérico

Q = vazão de fluido que passa pelo rotor, em [m3/s];


A = área de passagem do fluido, em [m2];
Vr = velocidade radial (meridiana), em [m/s].
Equação de Euler para Turbomáquinas

Vazão de fluido que passa pelo rotor.

Q  A Vr

Área de passagem da corrente fluida através dos diversos tipos de rotores.

Q = vazão de fluido que passa pelo rotor, em [m3/s];


A = área de passagem do fluido, em [m2];
Vr = velocidade radial (meridiana), em [m/s].

A   Db Máquinas radiais


A
4
 D 2
e  Di2  Máquinas axiais

 De  Di 
A  b Máquinas diagonais ou de fluxo misto
 2 
Teoria Monodimensional

Assim a teoria monodimensional (que é ideal e simplificadora), admite as


seguintes hipóteses:

 A bomba será considerada como tendo um número infinito de palhetas;


 As palhetas serão consideradas como sendo infinitamente delgadas, ou
seja, sem espessura.

2
2

1
1
Triângulos de Velocidades

A Figura ilustra este escoamento relativo idealizado, no rotor de uma bomba


que tem infinitas aletas de espessura desprezível.

Velocidade relativa da partícula fluida w

movimento relativo da partícula de fluido


aresta de saída

aleta

aresta de entrada



centro de giro do rotor


Triângulos de Velocidades

w2

V2
 r2

w1

r1 u2
V1

u1
Triângulos de Velocidades

W12  V12  2u1V1 cos 1  u12 W22  V22  2u2V2 cos  2  u22
Vt1  V1 cos 1 Vt 2  V2 cos 2
Vr1  W1sen1 Vr 2  W2sen2
Vr1  V1sen1 Vr 2  V2sen 2
Vr1  Vt1 tan 1 Vr 2  Vt 2 tan 2

w1 v2 w2
w1 w2 v2


      

u1 u1 u2 u2

Triângulos de velocidade nas arestas de entrada e saída do rotor


Teoria Monodimensional

H th 
1  2
2g  V
2  V1
2
 U 
2
2  U 1
2
 W1
2
 
W 2
2 
 
1
H th  Vt 2  u2  Vt1  u1 
g
 
  V w
Vr  wr
  H th  H th
 
Vt wt

u
H th : é a quantidade de energia cedida a 1 kg de fluido que atravessa uma bomba ideal;
H th : é a quantidade de energia cedida a 1 kg de fluido que atravessa uma bomba real;
H man : altura manométrica da instalação e desenvolvida pela bomba.
Teoria Monodimensional

A equação assume características mais simples para o caso específico das


bombas com fluxo radial a entrada:

Fluxo radial a entrada  1  90º W12  V12  2u1V1 cos 1  u12


Vt1  V1 cos 1
1  90º  cos 1  0  Vt1  V1  cos1  0
Vr1  W1sen1
Vr1  V1sen1
1 Vr1  Vt1 tan 1
H th  Vt 2  u2
g

w1 v2 w2
w1 w2 v2


      

u1 u1 u2 u2

Triângulos de velocidade nas arestas de entrada e saída do rotor


Teoria Monodimensional

A componente radial Vr 2 pode ser expressa em termos da vazão em volume


que a bomba descarrega:


Teixo  r2Vt2  rV
1 t1 m  Q  A Vr Q  2  r1  b1 Vr1  2  r2  b2 Vr 2

Q
Vr 2 
2  r2  b2 b2

canal do rotor aresta de saída


 
  V w
Vr  wr
  r2

  r1
Vt wt
aresta de entrada

u largura b1

eixo da bomba
Teoria Monodimensional

  Q
  V w Vr 2 
Vr  wr 2  r2  b2
 
 
Vr 2 u2  Vt 2
Vt wt tg 2  cotg 2 

u
u2  Vt 2 Vr 2

Vt 2  u2  Vr 2  cotg  2 
b2

1 u2
H th   u2 Vt 2  H th   u2  Vr 2  cotg  2  canal do rotor aresta de saída
g g
r2

u2  Q  r1
H th   u2   cotg 2 
2  r2  b2
aresta de entrada
g  largura b1

eixo da bomba
Altura Manométrica

pr  pa
H man  H o   H

 pr  pa  patm 

H man  H o  H

Altura Manométrica: é a energia específica que realmente a unidade


de peso de um fluido recebe quando passa pelo rotor de uma bomba.
Altura Manométrica

pr  pa
H man  H o   H

H man  H o  H

H man - altura manométrica, em [m]


H o - desnível geométrico, em [m]
pr - pressão no reservatório de recalque, em kg m2 
pa - pressão no reservatório de sucção, em kg m2 
 
 - peso específico do fluido, em kg m3 
 pr  pa  patm   
H - perda de carga nas tubulações e acessórios, em [m]
Instalação de Bombeamento

pr
3 3

Hr

2 M 2 Ho
y
1 V 1

Ha
pa
0 0

H man  H o  H H man  H o   H a  H r 
Influência do nº Finito de Palhetas - Correção

Coeficiente de Pfleiderer

Hth  Pfl  Hth

 r22
Pfl  1  2  2 2
Z r2  r1

Z : número de palhetas; 8 
Pfl  1  r2  2r1
r2 : raio externo do rotor; 3 Z
r1 : raio interno do rotor;
 : coeficiente tabelado em função de 2, como mostra o gráfico da figura acima.
Influência do nº Finito de Palhetas - Correção

Coeficiente de Pfleiderer

Hth  Pfl  Hth

 r22
Pfl  1  2  2 2
Z r2  r1

Z : número de palhetas; 8 
Pfl  1  r2  2r1
r2 : raio externo do rotor; 3 Z
r1 : raio interno do rotor;
 : coeficiente tabelado em função de 2, como mostra o gráfico da figura acima.
Influência da Espessura das Pás - Correção

v1 é o fator de correção devido à contração provocada pela espessura da palheta.

S1  Z S2  Z
v1  1  v2  1 
  d1  sen 1   d 2  sen  2

Q  2  r1  b1 Vr1  2  r2  b2 Vr 2

Q  2  r1  b1 Vr1  v1  2  r2  b2 Vr 2  v2
Rendimentos a Considerar em uma Bomba

Rendimento Hidráulico (h )

Leva em consideração o acabamento superficial interno das paredes do


rotor e da carcaça da bomba.

H man
Hth  Hman  H12 h 
H th

h : rendimento hidráulico da bomba;

H man : energia absorvida por 1 kg de fluido que atravessa a bomba;


H th : energia cedida a cada um dos kg de fluido que atravessam a bomba;

H 1 2 : energia dissipada no interior da bomba (função do seu acabamento superficial interno).


Rendimentos a Considerar em uma Bomba

Rendimento Volumétrico (v )


Existem folgas dimensionais entre o rotor e a carcaça e também ao
distribuidor.
Quando a bomba está operando, uma vazão (q) de recirculação fica girando
nestes espaços.
v : rendimento volumétrico da bomba; v 
Q
Q : vazão recalcada pela bomba; Qq
q : a recirculação e vazamento pelo estojo de gaxetas.

Tipo de bomba Faixa de valores de  v


Bomba de baixa pressão
H man < 15 m 93 % a 98 %
Bomba de média pressão
88 % a 93 %
15 m  Hman  50 m
Bomba de alta pressão
H man > 50 m 83 % a 88 %
Rendimentos a Considerar em uma Bomba

Rendimento Mecânico (m )

Leva em consideração que, da potência necessária ao acionamento da


bomba, apenas uma parte é, efetivamente, empregada para o ato de
bombeamento. Parcela desta potência necessária será utilizada para vencer
as resistências passivas da bomba.

N  N
m 
N
m : o rendimento mecânico da bomba.

N : a potência necessária ao acionamento.


N : potência dissipada em atrito no estojo de gaxetas, nos mancais e/ou rolamentos,
nos anéis de desgaste e pelo atrito entre o rotor e o meio fluido no qual gira.

Rendimento Total ( ou t )   h v m


Potência Necessária ao Acionamento das Bombas

  Q  H man
N  kg  m s

N : potência necessária ao acionamento, em  kgm s 


 : peso específico do fluido, em kg m3 
Q : vazão recalcada, em  m3 s 
 
H man : altura manométrica, em [m]
 : rendimento total, em [%]

Para se ter a potência necessária ao acionamento, em CV, usa-se:

  Q  H man
N cv
75 
Triângulos de Velocidade
  
w2 V2 ou c2

2 2  
u2 w = velocidade relativa do fluido.
2
Trajetória absoluta
 
da partícula A w1
líquida V = velocidade absoluta do fluido.

1 u = velocidade da pá do rotor.
B  
V1 ou c1
  

r1
1
1 V w  u


u1 u   r  m/s 

r2
 = velocidade angular (constante).

2 n
  rad/s
60
Pá do rotor

 Vt 2  = ângulo de inclinação das pás.


u2 
Vr 2
2 2 wr 2

 
V2 w2
Equação de Euler para Turbomáquinas
  
w2 V2 ou c2

2 2 
u2
b2 2

w1

1
b1 r2 r2
 
V1 ou c1
1 1
r1 r1


u1

Corte Corte 
Q  A Vr
meridional transversal

Máquina de fluxo geradora (bomba)


Máquina de fluxo motora (turbina)

 
  V w
Vr  wr
Vr = está vinculada à vazão da máquina;
  Vt = está ligada a energia específica entre o rotor e o fluido.
 
Vt wt

u