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EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) FEDERAL DA 25ª

VARA FEDERAL DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE IGUATU/CE

EMBARGOS À AÇÃO MONITÓRIA

DIEGO BEZERRA BRAGA, brasileiro, solteiro, estudante, inscrito no


CPF sob o nº 029.460.373-55, residente e domiciliado na Rua Joaquim
Vieira Nobre, nº 111, Centro, Jucás/CE e MAYARA CRISTINA BEZERRA
BRAGA, brasileira, casada, inscrita no CPF sob o nº 010.501.983-60,
residente e domiciliada na Rua Joaquim Vieira Nobre, nº 111,
Centro, Jucás/CE, por seus advogados e bastantes procuradores que
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esta subscrevem, vêm, respeitosamente, à presença de Vossa


Excelência, opor EMBARGOS À AÇÃO MONITÓRIA, nos termos do artigo
1.102-A e ss. do Código de Processo Civil, em face da CAIXA
ECONÔMICA FEDERAL, já devidamente qualificada nos autos do processo
em epígrafe, pelos fatos e fundamentos jurídicos que a seguir
passam a expor.
I – DOS BENEFÍCIOS DA JUSTIÇA GRATUITA

Requerem os embargantes os benefícios da Justiça Gratuita, vez que


se declaram pobre na forma da lei e não possuem meios suficientes
para proverem as despesas do processo, sem prejudicar a
subsistência e de suas famílias, segundo a previsão do artigo 4º da
Lei nº 1.060/50.

II – PRELIMINARMENTE – CARÊNCIA DA AÇÃO – EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM


RESOLUÇÃO DE MÉRITO

Nos termos do artigo 1.102-A do Código de Processo Civil “a ação


monitória compete a quem pretender, com base em prova escrita sem
eficácia de título executivo, pagamento de soma em dinheiro,
entrega de coisa fungível ou de determinado bem móvel”.

Nesse interim, sobreleva destacar que, em que pese ser possível a


instrução probatória em sede de procedimento monitório, este não
permite extensa produção de prova, sob pena de subverter o
procedimento ordinário que, como é cediço, é a regra a ser adotada.

Ainda consoante a disciplina legal, cabe ao promovente, juntamente


com a peça vestibular, anexar a prova escrita não executiva apta a
supedanear o pedido monitório.
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In casu, a embargada, além de não anexar a prova escrita como


demanda o procedimento, ainda cobra valores que, num olhar
superficial dos autos, estão totalmente dissociados do patamar
realmente devido pelo embargante, sendo necessária perícia contábil
para se chegar ao valor correto.
Com efeito, os documentos colacionados são todos feitos de maneira
unilateral, não havendo em momento algum qualquer sinal de
aquiescência por parte dos embargantes ou outro sinal indicativo.
Como é cediço, “não há como instaurar procedimento monitório com
base em demonstrativo ou extrato unilateral de débito, não se
podendo caracterizar tal documento como prova escrita hábil a tal
procedimento.” (RJTAMG 67/321)

Nas palavras de Humberto Teodoro Júnior "o procedimento monitório


tem por objeto proporcionar um título executivo ao credor de um
crédito que presumivelmente não será discutido, sem necessidade de
debate, à base de uma afirmação unilateral, que permite ao juiz
expedir um mandado de pagamento." (Curso de Direito Processual
Civil, vol. III, n.º 1.475, pág.329, Forense, 2009)

É de clareza solar que a prova escrita dos autos é insuficiente a


demonstrar o inadimplemento da obrigação de pagar a importância
cobrada de modo a formar o título executivo pretendido requerido
pelo procedimento monitório.

Desta feita, sendo imperiosa ampla produção probatória, além da


prova escrita, compete ao autor ajuizar a ação pelo procedimento
ordinário, uma vez que o rito especial monitório restringe-se aos
casos previstos no artigo susomencionado.

Assim sendo, inexistindo os pressupostos de adequação do pedido


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monitório exigidos no art. 1.102a do CPC, é de rigor a expedição do


decreto de carência da ação com o indeferimento da petição inicial.

A jurisprudência, nesse sentido, é digna de decalque:

CONTRATO DE EMPREITADA. AÇÃO MONITÓRIA. PROVA ESCRITA


INSUFICIENTE. AUSÊNCIA DO PRESSUPOSTO DA ADEQUAÇÃO DO
PROCEDIMENTO MONITÓRIO. CARÊNCIA DA AÇÃO. RECONHECIMENTO.
CONVERSÃO DO PROCEDIMENTO MONITÓRIO EM RITO ORDINÁRIO.
ALTERAÇÃO DO PEDIDO INICIAL. PROVIDÊNCIA QUE NÃO PODE SER
DEFERIDA NESTA INSTÂNCIA RECURSAL, SOB PENA DE SUPRESSÃO DE
INSTÂNCIA E DE OFENSA AO DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO. Não
configura prova escrita pressuposto de adequação do
procedimento monitório a notificação extrajudicial enviada à
ré para que ela efetuasse o pagamento, a contra notificação,
o comprovante de transferência bancária do valor devido para
conta de terceiro, as mensagens eletrônicas trocadas entre as
partes e o boletim de ocorrência, pois não demonstram, de
plano, o crédito alegado pelo autor e não permitem desde logo
concluir que a obrigação da ré de pagar o valor contratado
não se extinguiu em razão do depósito por ela efetuado na
conta bancária que lhe foi informada por meio de mensagem
eletrônica supostamente proveniente da empresa do autor.
Necessidade de dilação probatória para averiguar a eventual
ocorrência de fraude e a alegada ineficácia do depósito
bancário efetuado pela ré. Aditamento da petição inicial para
processamento do feito pelo rito ordinário. Providência que
deveria ser requerida na instância inferior. Recurso
parcialmente conhecido e, na parte conhecida, desprovido.
(TJ-SP - APL: 10161574020148260002 SP 1016157-
40.2014.8.26.0002, Relator: Gilberto Leme, Data de
Julgamento: 15/12/2014, 35ª Câmara de Direito Privado, Data
de Publicação: 17/12/2014)

Observa-se que a embargada deixou de juntar à petição inicial os


documentos imprescindíveis à propositura da ação. Assim, não foram
anexadas as planilhas detalhadas do crédito, indicando taxas de
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juros e demais encargos aplicados.

Tais documentos são indispensáveis, pois, na sua falta, torna-se


impossível o regular exercício dos direitos fundamentais à ampla
defesa e ao contraditório (art 5º, inciso LV da Constituição
Federal).
É requisito indispensável à propositura da ação monitória, a
instrução de prova documental desde a petição inicial, uma vez que
o sistema pátrio não adotou o procedimento monitório puro, que
dispensa tal exigência. Havendo assim, com fulcro no artigo 1.102a
do CPC, flagrante carência de ação, como já consagrou o Egrégio
Tribunal de Justiça Fluminense:

AÇÃO MONITÓRIA – CARÊNCIA DE AÇÃO – ART. 1102 – AL – A – CPC


– EMBARGOS INFRINGENTES – ACOLHIMENTO – Embargos
Infringentes. Ação monitória. Carência acionária. Fatura
emitida unilateralmente pelo credor, sem provir do devedor,
ou de quem o represente. Não tendo o nosso sistema jurídico
acolhido o processo monitório puro, mas o documental, como
exsurge da norma do art. 1.102 a do CPC, a prova escrita,
sem eficácia de título executivo, há de emanar do devedor,
ou de quem o represente. Não revestido o documento ofertado
desse requisito, descabe o procedimento monitório intentado.
Carência reconhecida. Acolhimento dos Embargos. (CLG) (TJRJ
– EIAC 333/98 – (Reg. 260.599) – 4º G.C.Cív. – Rel. Des.
Luiz Odilon Bandeira – J. 24.03.1999).

O entendimento acima esposado é o único coerente com o sistema


jurídico pátrio, que inadmite o procedimento monitório puro.
Afinal, caso fosse aceita simples declaração do autor (embargado)
indicando o suposto débito, bastaria àquele que não possui
documento escrito, elaborá-lo casuisticamente.
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Desta forma, restam violados os arts. 283, 284, parágrafo único, e


295, VI, todos do CPC, impondo-se, consequentemente, a extinção do
feito sem julgamento de mérito, na forma do artigo 267, incisos I e
IV do CPC.

III – DOS FATOS


O primeiro Embargante, na data de 07 de julho de 2009, firmou
contrato de abertura de crédito para financiamento estudantil com a
embargada, popularmente denominado de FIES, tendo como fiadora a
segunda embargante.

Referido empréstimo concedia ao embargante crédito para o


financiamento de sua graduação, em faculdade particular, no curso
de odontologia, uma vez que não dispunha de condição financeira
suficiente ao regular adimplemento das mensalidades cobradas pela
instituição de ensino.

Devidamente graduado e passado o prazo legal da carência para o


início do pagamento do programa de financiamento, o embargante, em
virtude de problemas pessoais, restou impossibilitado do
cumprimento da obrigação, tornando-se inadimplente, grande parte em
virtude do excesso cobrado, razão pela qual a embargada ajuizou a
ação em relevo.

IV – DO DIREITO

IV.1 – DA IRREGULARIDADE DOS EXTRATOS APRESENTADOS

Consoante disciplina do art. 614, II do CPC, a ação monitória da


embargante deveria estar devidamente instruída com o demonstrativo
dos cálculos para que se pudesse corretamente apurar qualquer
irregularidade, o que se tornou inadmissível no presente caso.
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Decerto, os cálculos apresentados deveriam estar descriminados mês


a mês, atendendo o disposto no artigo 614, II, do Código de
Processo Civil, o que não ocorreu nos presentes autos, inexistindo
informações acerca dos valores básicos, do capital inicial no qual
incidiu as taxas de juros, correções e encargos aplicados.
Para efetuar a cobrança de R$ 41.371,36 mediante ação monitória
deveria a proponente apresentar demonstrativo com a evolução
gradativa desta suposta importância devida, principalmente com a
demonstração dos encargos, juros, multas, correções e eventuais
comissões incididas sobre os valores cobrados.

Além do mais, os extratos apresentados, não obstantes estejam


despidos das informações essenciais, demonstram a cobrança abusiva
de juros, bem acima do valores médios de mercado, sendo alvinitente
a abusividade das taxas cobradas.

Nos termos da jurisprudência pátria, comprovada cobrança de juros


remuneratórios em superiores a taxa média de mercado se revela
abusiva e deve ser limitada. (TJ-MG, Relator: Rogério Medeiros,
Data de Julgamento: 25/06/2013, Câmaras Cíveis / 14ª CÂMARA CÍVEL)

Registre-se que a únicas informações prestadas pertinente aos


valores cobrados decorrem de extratos e documentos unilaterais,
cuja origem é duvidosa, em total obscuridade e falta de
transparência contratual.

Assim sendo, resta sobejamente explanada a nulidade da presente


ação monitória, vez que fundada em suposto crédito dotado de
iliquidez, bastante duvidoso, cobrado irregularmente sem a devida
comprovação do valor devido, sendo utilizado juros e taxas
abusivas, indevidas e não pactuadas.
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Ademais, os contratos de abertura de crédito para financiamento


educacional não permitem a capitalização de juros, o famoso juro
sobre juro, haja vista inexistir previsão legal para tanto.

Como é cediço, são estratosféricos os lucros que as instituições


financeiras obtêm no Brasil ao longo das últimas duas décadas. Essa
desmedida lucratividade resulta das tarifas escorchantes e taxas de
juros impagáveis, muitas vezes estipuladas sem a devida anuência da
parte contrária.

Os juros compostos cobrados no contrato ainda que previamente


pactuado são ilegais, configurando anatocismo, sendo esta prática
há muito considerada ilegal e abusiva, sendo rechaçada pela
legislação, assim como pelos tribunais pátrios.

Nesse desiderato, pontue-se que a amortização baseada no sistema


"Price" não é constante, porquanto o reajuste da parcela respectiva
dar-se a cada 12 (doze) meses, fazendo com que o saldo devedor seja
corrigido sempre com um grande saldo devedor.

Dessa maneira, é indevida a utilização da tabela "Price" na


atualização monetária dos contratos de financiamento de
crédito educativo, uma vez que, nesse sistema, os juros crescem em
progressão geométrica, de forma exponencial, sobrepondo-se juros
sobre juros, em evidente anatocismo.

A jurisprudência dos Tribunais Pátrios não destoa do entendimento


aqui sufragado:

PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO REGIMENTAL NO


RECURSO ESPECIAL. ENSINO SUPERIOR. CONTRATO DE FINANCIAMENTO
ESTUDANTIL (FIES). CAPITALIZAÇÃO ANUAL DE JUROS.
IMPOSSIBILIDADE. ACÓRDÃO DECIDIDO EM CONFORMIDADE COM A
JURISPRUDÊNCIA DO STJ. TABELA PRICE. ANATOCISMO. SÚMULA 5 e
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7/STJ. 1. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça é


firme no sentido de que, em casos como os que ora se
apresentam, referentes a contratos de crédito educativo, não
se admite a capitalização dos juros diante da ausência de
previsão legal específica para tanto. 2. É assente nesta
Corte que a análise de eventual existência de capitalização
de juros nos cálculos da Tabela Price é questão que refoge da
estreita via do recurso especial e impede o conhecimento do
pleito, por exigir a questão o reexame do conjunto fático-
probatório e de cláusulas contratuais, procedimentos vedados
pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. 3. Agravo regimental não provido.
(STJ, Relator: Ministro BENEDITO GONÇALVES, Data de
Julgamento: 20/02/2014, T1 - PRIMEIRA TURMA)

CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO MONITÓRIA. FIES. TABELA PRICE.


CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. 1. Considerando não se admitir
capitalização de juros sobre juros nos contratos de crédito
educativo, conforme decidido pelo E. STJ no recurso
repetitivo nº 1155684 e, ainda, que na hipótese em tela houve
amortização negativa, conforme se extrai do laudo pericial,
não prospera o apelo da Caixa. 2. Apelação desprovida. (TRF-
2, Relator: Desembargadora Federal EDNA CARVALHO KLEEMANN,
Data de Julgamento: 12/11/2014, SÉTIMA TURMA ESPECIALIZADA)

AÇÃO MONITÓRIA. FIES. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS.


IMPOSSIBILIDADE. I. O Colendo Superior Tribunal de Justiça,
notadamente após o julgamento do REsp 1.155.684/RN, definido
como parâmetro para o julgamento de feitos repetitivos,
previstos na Lei 11.672/2008, firmou-se no sentido da não
admissão da capitalização de juros nos contratos firmados no
âmbito do financiamento educativo, mesmo que expressamente
avençada. II. Apelação da CEF não provida. (TRF-1 - AC:
43647220084013200, Relator: DESEMBARGADOR FEDERAL JIRAIR ARAM
MEGUERIAN, Data de Julgamento: 17/11/2014, SEXTA TURMA, Data
de Publicação: 26/11/2014)

Outrossim, o contrato, em uma de suas cláusulas, estipula a


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aplicação de multa de 2% (dois por cento) e juros “pro ratie die”,


além de estabelecer como encargo ao devedor o valor de 20% (vinte
por cento) sobre o valor da causa para os casos de cobrança
judicial ou extrajudicial, em verdadeira cobrança tríplice, o que
evidentemente não pode ser tolerado, devendo, consequentemente ser
extirpado do contrato e revisto no ato da cobrança judicial.
III.2 – DA NOVA DISCIPLINA LEGAL ACERCA DA TAXA DE JUROS

O contrato firmado entre os embargantes e o banco embargado prevê a


aplicação de juros no percentual de 6,5% (seis vírgula cinco por
cento) ao ano, nos termos do contrato anexado.

Ocorre, Nobre Julgador, que, no ano de 2010, entrou em vigor a Lei


nº 12.202/2010, alterando dispositivos da Lei nº 10.260/01 que
disciplina as regras do FIES, estabelecendo como nova taxa de juros
o percentual de 2% (dois por cento) ao ano, alcançando inclusive os
contratos já realizados.

A instituição embargada, talvez intencionalmente, não fez a devida


adequação à nova disciplina legal, aplicando taxa de juros anuais
bem acima do limite estabelecido em lei.

Ora, os extratos anexados pela promovente, ora embargada, e o valor


final supostamente inadimplido levam em conta as taxas anuais
pactuadas em 2009 e estão em valor superior ao definido
posteriormente em lei, consequentemente a cobrança está indevida.

Sendo assim, deve o percentual de juros estipulado no contrato ser


imediatamente reduzido, conforme a nova lei em vigor, sendo revisto
o importe inadimplido desde o início.

III.3 – DA NECESSIDADE DE PERÍCIA CONTÁBIL


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É necessária a realização de perícia contábil para que este MM.


Juiz, juntamente com as peças que instruíram o embargo em apreço,
comprove o excesso cobrado pela embargada.

No mais, o contrato foi redigido de forma ilegível, com o propósito


de lançar confusão, observando de imediato as incorreções, as
cláusulas abusivas, a minúscula letra utilizada, a forma enganosa
dos termos enunciados na suposta avença, tudo empreendido com
propósito escuso.

IV – DOS PEDIDOS

Diante de todo o expendido, REQUER a Vossa Excelência:


a) SEJA ACOLHIDA A PRELIMINAR SUSCITADA DE CARÊNCIA DA
AÇÃO, EXTINGUINDO-SE, POR CONSEGUINTE, O PRESENTE FEITO
SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, COM FULCRO NO ART. 267 DO CPC;

b) A CONCESSÃO AOS EMBARGANTES DOS BENEFÍCIOS DA JUSTIÇA


GRATUITA;

c) SEJAM OS PRESENTES EMBARGOS RECEBIDOS E PROCESSADOS


PELO PROCEDIMENTO ORDINÁRIO INTIMANDO-SE O EMBARGADO
PARA, QUERENDO, IMPUGNÁ-LOS;

d) NO MÉRITO, A TOTAL IMPROCEDÊNCIA DO FEITO EM RELEVO,


ACOLHENDO-SE IN TOTUN OS EMBARGOS OPOSTOS, HAJA VISTA A
INEXISTÊNCIA DE DOCUMENTAÇÃO APTA A SUPEDANEAR UMA AÇÃO
MONITÓRIA;

e) SUBSIDIARIAMENTE, REQUER-SE A DESIGNAÇÃO DE PERÍCIA


CONTÁBIL COMO O FITO DE AFERIR-SE CORRETAMENTE O VALOR
DEVIDO, VEZ QUE A MONTA COBRADA ESTÁ EM DESACORDO COM A
NOVA DISCIPLINA LEGAL NO TOCANTE A APLICAÇÃO DE JUROS
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ANUAIS E AINDA PELA COBRANÇA DE JUROS E TAXAS EM VALORES


ACIMA DA MÉDIA DE MERCADO E NA MODALIDADE COMPOSTA, EM
VERDADEIRO ANATOCISMO;

f) A CONDENAÇÃO DO EMBARGADO EM CUSTAS PROCESSUAIS E


HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS;
Protesta provar o alegado por todos os meios de prova em direito
admitidos e necessários ao julgamento do feito, notadamente a
realização de perícia contábil, juntada de documentos, dentre
outros, tudo desde já requerido.

Dá-se à causa o valor de R$ 41.371,36 (quarenta e um mil, trezentos


setenta e um reais e trinta e seis centavo) para fins de direito.

Nesses termos
pede e espera natural deferimento.

Iguatu/CE, 25 de novembro de 2015.

TÁCIDO CAVALCANTI DANILSON PASSOS


OAB/CE 8.978 JOÃO GERSON DUARTE OAB/CE 20.322
OAB/CE 23.201
ERNANDO COSTA LEANDRO DANTAS
OAB/CE 28.955 OAB/CE 33.463

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