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Aulas de Direito das Obrigações I

25/02/2011

artigos 397º e 398º do CC →

credor e devedor → são as duas partes que compõem um negócio jurídico

sujeito activo → é um sujeito que participa na acção de forma activa

sujeito passivo → é um sujeito que participa na acção de forma passiva, ou seja,


não tem um papel activo

direitos potestativos → pode acontecer que a outra parte não cumpra o seu dever,
não se aplicam aos direitos de crédito

artigo 1550º, n.os 1 e 2 do CC →

servidão de passagem →

obrigação → é um direito potestativo, uma condição que é sempre violável, relação


jurídica contratual, não tem direitos genéricos e é fungível

artigo 798º do CC →

artigo 817º do CC →

artigo 342º, n.os 1, 2 e 3 do CC →

ónus jurídico → tem a ver

figura da sujeição → é

figura afim → é

direitos erga hommens →

eficácia externa dos direitos de crédito →

prestação → é

artigo 399º do CC →

artigo 400º do CC →

artigo 401º do CC →
Princípios do direito das obrigações:

1 – Autonomia da vontade →

exemplo:

negócios jurídicos ≠ actos jurídicos simples

artigo 219º do CC →

artigos 280º e 281º do CC →

artigo 805º, n.os 1 e 2 do CC →

mora →

interpelação → é cobrar os empréstimos feitos a outras pessoas

artigo 457º e seguintes do CC →

2 – Tipicidade →

artigo 282º, n.os 1 e 2 do CC →

usura →

3 – Liberdade contratual →

28/02/2011

obrigação → está prevista no artigo 397º do CC, caracteriza-se por dever de obrigar
uma pessoa a fazer o que a mesma não quer

dever genérico → é o dever geral de respeito de não lesar os deveres alheios

sujeição → é o acto passivo do direito passivo, também é o poder de efectuar alteração


na esfera jurídica alheia, caracteriza-se por não permitir a sua alteração

exemplo: servidão em benefício do prédio encravado ou servidão de passagem

ónus → é a necessidade de optar por um determinado comportamento, não é


propriamente um dever …
Princípios do direito das obrigações:

1.ro – Autonomia Privada → é composta por negócios jurídicos unilaterais e bilaterais


nos artigos 456º e 457º do CC, pelas liberdades contratual
e de estipulação, e pelas clausulas supletivas

2.do – Ressarcimento de Danos → é a obrigação de alguém indemnizar os danos


causados, também é a responsabilidade pelos
riscos e pelos sacrifícios dos bens

3.ro – Restituição do Enriquecimento → é prevista nos artigos 473º e 474º do CC

4.to – Boa Fé → é prevista nos artigos 227º, 239º, 334º, 437º e 762º, n.º 2 do CC,
pode ser objectiva ou subjectiva, tutela da confiança, primazia
da materialidade (subjacente), funciona através dos deveres
acessórios de informação, de protecção do interesse da outra
parte e de lealdade

exemplos:

O dever acessório é constituído por:

– Dever de informação;

– Dever de protecção;

exemplo: Telhado

– Lealdade.

5.to – Responsabilidade Patrimonial → é quando uma pessoa responde pelo seu


património e não por ela própria, Lei
das 12 Tábuas, prisão por dívidas, estão
sujeitos à execução todos os bens do
devedor (artigo 601º do CC), só os bens
do devedor, os credores estão em pé de
igualdade, os bens do herdeiro não
podem ser executados, só os bens do
devedor são chamados à execução,
isto está previsto nos artigos 218º e
604º do CC (Regra do concurso de
credores)
Restrições da liberdade de celebração:

– Não se pode obrigar nenhuma das partes a celebrar um contrato.

– Não se pode violar um contrato devido ao seu seguro.

– Não se pode ignorar o pagamento de indemnizações quando não se respeita um


contrato.

Restrições da liberdade de estipulação:

artigo 604º, n.º 2 → Garantias

Conceito e Estrutura da Obrigação:

1.ra – Doutrinas personalistas dividem-se nos domínio sobre o acto do devedor


(Savigny) e direito à prestação (Clássico).

2.da – Doutrinas realistas dividem-se nos direito aos bens do devedor (Brinz e Bekrer)
e valores entre patrimónios (Gaudemut), e nas transmissão de bens (Savatier) e
expectativa mais garantia (Passuioni).

3.ra – Doutrinas mistas dividem-se nas teorias de Scmurd Und Maftung e de Tere
de Gomes da Silva

Novas orientações:

– Organismo (Siber);

– Enquadramento (Hermolz);

– Estrutura e processo;

– Complexidade (Pessoa Jorge).


4/03/2011

artigo 397º do CC →

artigo 398º, n.os 1 e 2 do CC →

artigo 1152º do CC → tem a noção do contrato de trabalho que inclui-se no artigo


398º do CC

A obrigação pode ter como objecto uma conduta.

A prestação tem de ter sempre uma tutela do interesse do criador.

artigo 1154º do CC →

artigo 280º, n.º 1 do CC →

artigo 874º do CC → noção do contrato de compra e venda

artigo 875º do CC → forma do contrato de compra e venda

artigo 401º, n.º 1 do CC articula-se com o artigo 280º, n.º 1 do CC

As prestações podem ser fungíveis e infungíveis.

artigos 2º e 3º da CRP

artigo 767º, n.os 1 (As prestações têm natureza fungível.) e 2 do CC

artigo 768º, n.os 1 e 2 do CC →

dever de prestação → é um contrato obrigacional que estabelece o dever de entrega


da coisa

Há três tipos de prestações que podem resultar dos contratos e são os seguintes:
deveres primários de prestação, deveres secundários de prestação e deveres
acessórios de prestação.

artigo 769º do CC →

artigo 770º do CC →

artigo 771º do CC →

artigo 876º, n.os 1, 2 e 3 do CC →

artigo 877º, n.os 1, 2 e 3 do CC →

artigo 878º do CC →
artigo 879º, alíneas a), b) e c) do CC → efeitos essenciais

artigo 882º, n.os 1, 2 e 3 do CC →

deveres secundários de prestação → são deveres

exemplo: A compra o carro a B e fica combinado que B entrega o carro com o


depósito cheio.

deveres acessórios de prestação → são deveres

artigo 817º do CC → engloba dentro de si mesmo os deveres secundários e acessórios


de prestação

deveres primários de prestação → são

contrato sinalagmático → é um contrato

artigo 428º, n.os 1 e 2 do CC → incumprimento da prestação e contratos bilaterais

artigo 801º, n.º 2 do CC → impossibilidade culposa

artigo 432º, n.os 1 e 2 do CC → resolução do contrato

artigo 433º do CC →

artigo 434º, n.os 1 e 2 do CC →

artigo 435º, n.os 1 e 2 do CC → só pode haver resolução quando as prestações


acessórias não tiverem sido cumpridas

artigo 436º, n.os 1 e 2 do CC →

resolução do contrato = regimes de nulidade e de anulabilidade

Modalidades das obrigações:

artigo 402º do CC → obrigações naturais

obrigações naturais → resultam das obrigações de prestar e o que as caracteriza


é o facto em que o criador não utiliza o dever de justiça

artigo 403º, n.os 1 e 2 do CC → “soluti retentio”

artigo 404º do CC →
11/03/11

14/03/11

18/03/11

21/03/11

25/03/11

Hipótese:

Para a festa do seu aniversário, Lurdes comprou a Eduardo duas centenas de rosas para
decorar o espaço onde ia decorrer a celebração. Ficou combinado que Eduardo
entregaria as flores na residência de Lurdes no dia 20 de Março de 2011. Considera as
seguintes hipóteses:

1 – No dia 20 de Março de 2011, Eduardo transportou as duas centenas de rosas na


sua carrinha para a residência de Lurdes, no caminho teve um despiste automóvel,
tendo as flores ficado completamente destruídas.

2 – Eduardo no momento do corte das flores, escolheu aquelas que lhe pareciam com
menos qualidade para entregar a Lurdes, preservando as melhores para entregar a
outro cliente. Lurdes recusou aceitar/receber as flores invocando má fé do Eduardo
no cumprimento da obrigação. Lurdes alegou ainda que a escolha das mesmas
deveria ser por si efectuada.

R. Segundo os artigos 874º, 875º e seguintes do CC, verifica-se a existência de um


contrato de compra e venda bilateral, em seguida utilizam-se os artigos 405º, 408º,
n.º 2, 879º, alínea a), 539º e seguintes do CC. As duas centenas (200) de rosas têm
natureza de obrigação genérica, segundo os artigos 540º, 227º, n.os 1 e 2, 334º,
762º, n.º 2 do CC, logo verifica-se a aplicação do artigo 542º, n.os 1 e 2 do CC.