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Com. Social Rádio e TV.

– Matutino – Paulista 1

Título: A Descoberta

Pedro mora em uma vila pacata com sua mãe, uma senhora idosa. A rotina de Pedro
consiste em ir à escola, voltar e almoçar com a mãe e logo partir para o trabalho.

Era um dia comum, no caminho para a escola Pedro passa em frente a uma casa
abandonada, quando algo lhe chama atenção, olhando em direção á janela daquela
misteriosa casa pensava ter visto alguém lhe olhando, pensou ser coisa da sua cabeça.
Na volta da escola, passando pelo mesmo caminho teve a mesma sensação, porém desta
vez decidiu se aproxima e observar melhor, parou, olhou e percebeu que o pequeno
portão da casa estava aberto, ele começou a rodear a casa para ver se encontrava algo de
errado, no fundo da casa havia uma porta, não demorou muito para que ele resolvesse
entrar; Entrando na casa logo de início ninguém parecia morar ali, mas não contente foi
xeretando cômodo por cômodo até perceber que havia uma escada que o levava a um
subsolo, rapidamente desceu, lá embaixo havia uma porta, porém estava trancada, ele
resolveu olhar pelo buraco da fechadura e assustado com o que viu, saiu correndo para
sua casa.

Deitado em sua cama, olhando para o teto não conseguia acreditar que se olhos haviam
presenciado algo tão horrível, mas o que ele poderia fazer? Sentia – se naquele
momento tão impotente, temia procurar a polícia e sofrer algum tipo de retaliação, ou
que pudessem se vingar e tentar algo cruel contra sua mãe, Pedro decidiu então fingir
que nada havia acontecido e seguir sua vida.

No dia seguinte àquele incidente, era sábado, não teria aula, mas como de costuma ia
sempre a uma ONG onde trabalhava como voluntário ensinando desenho para as
crianças, em meio à aula, as crianças todas reunidas, animadas com mais um dia onde
aprenderiam e brincariam bastante, quando de repente uma criança se aproxima de
Pedro e começa a lhe fazer algumas perguntas:

- Pedro, por que nós ficamos tristes?

- Por muitos motivos diferentes, Caio!

- E por que não podemos só sorrir e brincar o tempo todo?

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Com. Social Rádio e TV. – Matutino – Paulista 1

- Por que algumas vezes coisas ruins podem acontecer deixando a gente triste, é assim a
vida!

Caio seguiu perguntando sobre a tristeza e a felicidade e aos poucos Pedro começou a
sentir certa tristeza lembrando-se da cena que tinha visto no dia anterior.

Aquela conversa com Caio havia o encorajado e sentia que precisava fazer algo para
mudar a situação que presenciara.

Não pensou duas vezes, correu em direção à casa misteriosa, chegando lá entrou
cautelosamente, foi direto ao subsolo, porém quando estava atravessando um corredor
que dava ao subsolo ouviu um barulho de passos que aumentavam rapidamente, sem
pensar muito voltou e se escondeu debaixo da mesa, presenciou duas pessoas saindo, ao
perceber que o perigo havia passado correu até o subsolo, descendo as escadas, um
tremor tomou conta do seu corpo, sentia- se quase paralisado, mas continuou, a porta
estava trancada, começou a chuta- lá com toda força, várias tentativas até que por fim a
fechadura quebrou e a porta se abriu revelando aquela triste cena, quando finalmente
correu para liberar aquela pequena vítima ouviu novamente barulhos vindo do andar de
cima, pegou o celular no bolso rapidamente ligou para a polícia, antes que conseguisse
falar, um homem alto apareceu e de imediato avançou sobre ele, Pedro deixou o celular
cair no chão, mas o mesmo permaneceu ligado e os dois começaram a rolar pelo chão,
entre socos e ponta pés Pedro se vê sem forças e todo ensanguentado no chão, quando o
homem o atingiu com um último golpe.

Pedro abre os olhos no hospital e a primeira pessoa que vê é sua mãe, com dificuldades
pergunta à sua mãe o que aconteceu, e ela lhe informa que, no momento em que ele
estava desacordado no chão a policia havia invadido a casa, libertado a criança e
prendido o sequestrador em flagrante, mal terminara de falar, uma mulher entra na sala
emocionada agradecendo a Pedro por ter salvado seu filho do sequestrador e ele se
lembra da conversa que teve com Caio e pensa o quão triste não havia sido os dias
daquela mulher sem seu filho e do quanto seu filho teria sofrido, sentia uma satisfação
imensa em ter feito parte daquele resgate ainda que tenha pagado um preço razoável,
mesmo com algumas costelas quebradas, tinha valido a pena.

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