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Gestão de Energia e Eficiência

Energética
FORMADORA: Eliane Carvalho
Licenciada em Engenharia de Energias

Praia,2018
Sumário
 A presentação do Programa do Módulo;

 Apresentação das formas de avaliação;

 Introdução oas primeiros conteúdos;


Introdução:
A energia está muito cara. É necessário otimizar a sua gestão de modo
a que as nossas empresas sejam as mais economicamente
competitivas, ambientalmente mais racionais e socialmente mais
equilibradas.
Sendo um bem que está em toda a parte – na luz, no calor, no frio, nas
tecnologias, na cozinha, nos transportes, na comida, no ar que
respiramos, na água que bebemos, entre muito mais – é o poder de
mudar as coisas. É a capacidade de produzir trabalho.
Introdução:
Uma das principais motivações é o equilíbrio da trindade da sustentabilidade, com os
vértices ambiental, económico e social
O objetivo será otimizar o triângulo para que este seja o mais equilátero. Este triângulo
é constituído pelos vértices:
• ambiental, uma vez que o uso da energia é
uma grande fonte de stress ambiental.
• económico, é justificado pelo facto da
energia ser um fator chave para o crescimento
macroeconómico.
• social, dado que a energia é um principal
pré-requisito para as necessidades humanas
básicas.
Introdução:
Segundo relatório Brundtland (1987), a
Sustentabilidade pode ser definida como “a
capacidade de satisfazer as necessidades das
gerações atuais sem comprometer as possibilidades
das gerações futuras.”

Atualmente, o paradigma energético está voltado


para liberalização dos mercados de energia,
descentralização, eficiência energética, adequação
ambiental, qualidade de serviço, gestão da procura
e participação.
Introdução:
A eficiência energética pode ser definida como a redução do consumo de energia
mantendo os mesmos serviços. Esta diretamente relacionada com a utilização racional
de energia. Para identificar e implementar medidas de
oportunidade de racionalização de consumos
(ORC) é necessário:
• Conhecer as opções disponíveis para
intervir;
• Conhecer os seus principais consumidores;
• Conhecer as soluções existentes no
mercado;
• Garantir uma correta implementação;
• Efetuar uma correta fiscalização das
condições de operação e manutenção.
Introdução:
A eficiência energética pode ser definida como a redução do consumo de energia
mantendo os mesmos serviços. Esta diretamente relacionada com a utilização racional de
energia. Para identificar e implementar medidas de oportunidade de racionalização de
consumos (ORC) e necessário:
• Conhecer as opções disponíveis para intervir;
• Conhecer os seus principais consumidores;
•Conhecer as soluções existentes no mercado;
•Garantir uma correta implementação;
•Efetuar uma correta fiscalização das condições de operação e manutenção.
Introdução:
As reduções dos consumos de
energia são conseguidas à custa
essencialmente da:
•Eliminação de consumos
supérfluos;
•Recuperação de energia de perdas;
•Adaptação funcional de
equipamento existente;
•Utilização de equipamento de
rendimento elevado.
Sistema de Iluminação: Introdução
Os sistemas de iluminação integram, além das lâmpadas, variáveis que influenciam todo
o seu rendimento ou eficiência: luminárias, reflectores, ópticas, balastros, arrancadores,
condensadores, cabos, comandos, sensores, controlos, limpezas, resistências dos
contatos, temperatura ambiente, humidade, temperatura de cor, aplicação, local, índice
de restituição cromático, nível de iluminação, encandeamento, qualidade de energia
eléctrica, filtros, difusores, lamelas e outros acessórios e fatores. A optimização de
sistemas de iluminação terá relevância no custo de ciclo de vida dum sistema de
iluminação. A figura seguinte ilustra como a energia tem um custo maioritário no ciclo
de vida de um sistema de iluminação típico.
Tipos de Lâmpadas
Diagrama de custos típico durante a vida útil de um sistema de iluminação
Tipos de Lâmpadas
Tipos de Lâmpadas

O gás inerte e normalmente argon e nitrogênio Gás de argon e vapor de mercúrio


Tipos de Lâmpadas
Lâmpada fluorescente tubular
Tipos de Lâmpadas
Lâmpada fluorescente tubular Lâmpada LED
Tipos de Lâmpadas
Lâmpada de descarga Lâmpada vapor de sódio de alta pressão
Tipos de Lâmpadas
Tipos de Lâmpadas
Tipos de Lâmpadas
Lâmpadas de indução fluorescentes de alta potência
LED
Segundo EEE 2015a, o LED (light emmitting diode, que em português significa: díodo
emissor de luz) é um semicondutor constituído por duas camadas de diferentes materiais.
Ao ser aplicada uma corrente a umas das camadas, esta obriga os electrões a deslocarem-
se para a outra. É este movimento dos electrões que vai fazer com que haja libertação de
energia no espectro da luz visível. O feixe de luz dos LED usados na iluminação não
emite radiação ultravioleta ou infravermelha, sendo estes indicados para ambientes onde
é necessário evitar estas radiações. Como não emitem radiação infravermelha, podem ser
considerados uma fonte de luz fria.
LED
Apesar disso o movimento dos electrões entre camadas vai libertar radiação na forma de
calor. Este facto pode originar uma degradação do fluxo luminoso do LED bem como a
redução da sua vida útil, que por norma rondará as 50.000 h.
Funcionamento interno do LED
Propriedades Luminotécnicas
Luz ou radiação visível

As ondas eletromagnéticas propagam


energia produzida por oscilação de
campos eléctricos e magnéticos e não
necessitam de um meio material de
propagação. A luz é um exemplo de
uma onda eletromagnética.

Comprimentos de onda da radiação solar


Propriedades Luminotécnicas
A luz, ou radiação visível, é a energia em forma de ondas eletromagnéticas capazes de
excitar o sistema humano olho – cérebro, produzindo diretamente uma sensação visual.A
luz visível é apenas uma pequena parte das radiações eletromagnéticas. A figura seguinte
ilustra uma comparação entre vários níveis de radiação. Comparação de vários níveis de
radiação electromagnética
Propriedades Luminotécnicas
A luz compõe-se de radiações eletromagnéticas em forma de ondas, que podem
produzir-se de forma muito variada. Se a causa se deve exclusivamente à temperatura do
corpo radiante, o fenómeno chama-se termorradiação. Nos outros casos, luminescência.
Formas de produção de luz – agentes físicos que intervêm na produção de luz
Fluxo Luminoso
Quantidade total de luz emitida por segundo, por uma fonte de luz e ponderada
relativamente à sensibilidade espectral do olho humano. A unidade do fluxo luminoso é
o lúmen (lm). Símbolo: Ф.
Esquema representativo do fluxo luminoso
Intensidade Luminosa
Representa-se por I. Uma candela (cd) é o valor aproximado da intensidade luminosa IH
emitida horizontalmente por uma vela de cera. A unidade é a candela (cd). Se a fonte
luminosa irradiasse a luz uniformemente em todas as direções, o Fluxo Luminoso se
distribuiria na forma de uma esfera. Tal facto, porém, é quase impossível de acontecer,
razão pela qual é necessário medir o valor dos lúmens emitidos em cada direção. Essa
direcção é representada por vectores, cujo comprimento indica a Intensidade Luminosa.
A intensidade luminosa é o fluxo luminoso irradiado numa determinada direção.
Intensidade Luminosa
Intensidade luminosa na direção horizontal A figura seguinte ilustra dois exemplos de
intensidade luminosa. O farol de mar emite 2
Mcd na direção horizontal e o farol de bicicleta
emite 250 cd na direção representada.
Intensidade Luminosa
Para representar graficamente a intensidade luminosa para comparação entre fontes
luminosas (lâmpadas ou sistema luminária + lâmpada) pode ser utilizado diagrama polar
de intensidade luminosa. Uma informação relevante sobre uma fonte luminosa é o
conhecimento das intensidades luminosas (cd) emitidas nas diferentes direcções do
espaço por essa fonte luminosa. A figura seguinte ilustra um exemplo de um diagrama
polar de uma lâmpada.
Intensidade Luminosa

Diagrama polar fotométrico de intensidade luminosa de uma lâmpada


Intensidade Luminosa
O diagrama polar é representado por várias curvas:
• A curva traçada (a cheio) é chamada a curva fotométrica. A curva fotométrica resulta
da união dos pontos extremos dos vectores que representam os valores das intensidades
luminosas nas diferentes direções do espaço.
• As linhas circulares são chamas curvas isocandela. São circunferências concêntricas
com centro na origem e são o lugar geométrico dos pontos que representam o mesmo
valor da intensidade luminosa.
• As curvas radiais representam as direções da intensidade luminosa.
É usual na representação polar, referir os valores de intensidade luminosa constantes a
um fluxo de 1.000 lúmen (cd/klm).
Luminância ou Nível de Iluminação
É o fluxo luminoso que incide sobre uma superfície. Unidade: lx (lux). Símbolo: E.

Se um fluxo luminoso de 1 lm
incidir numa area de 1 m2, a
iluminancia nessa area e de 1 lx
ou de 1 lm/m2.
Luminância ou Nível de Iluminação
Tabela seguinte ilustra o nível de iluminação recomendado em função do tipo de categoria da tarefa
Luminância ou Nível de Iluminação

O nível de iluminação médio do plano


de trabalho devera condicionar o nível
de iluminação das áreas
imediatamente vizinhas ao plano de
trabalho. A tabela seguinte ilustra
esses limites.
Luminância
Representa-se por L. É a intensidade luminosa que é reflectida de uma superfície. Medida em candela por
metro quadrado (cd/m2). A figura seguinte ilustra um exemplo do significado de luminância.
Quantidade de Luz
Representa-se por Q. É o produto do fluxo luminoso (Ф) pelo tempo (t). É equivalente à
energia luminosa. Medida em lúmen vezes segundo (lm.s). A figura seguinte ilustra um
exemplo do significado de quantidade de luz.

Significado de luminância
Factor de depreciação (Kd)
Relaciona a diminuição de fluxo luminoso com o tempo.

A figura ao lado exemplifica


uma comparação de
depreciação luminosa de dois
tipos de lâmpadas
fluorescentes.
Exemplos:
• Fluorescente normal e
SOX – 0,85
• SON – 0,90
Depreciação luminosa de 2 tipos de lâmpadas fluorescentes
Factor de manutenção (Kd)

Depreciação do fluxo luminoso nas lâmpadas incandescentes


Factor de manutenção (Km)
Relaciona a diminuição de fluxo luminoso com as condições ambientais

Nível de depreciação de fluxo luminoso


Factor de manutenção (Km)
A tabela seguinte ilustra factores de manutenção para iluminação pública
Eficiência Luminosa
É o fluxo luminoso gerado por potência absorvida. Unidade: lm/W (lúmen por watt).
Símbolo: η. Sinónimos: Eficiência energética; Rendimento luminoso.
Eficiência Luminosa
A figura seguinte compara diferentes tipos de tecnologia de lâmpadas em função da
eficiência luminosa.
Eficiência Luminosa
A eficiência luminosa está também relacionada
com a forma como a electricidade é
aproveitada para produzir luz em vez de calor.
Uma das evidências da maior eficiência de
uma lâmpada fluorescente compacta em
comparação com uma lâmpada incandescente
convencional é a diferença de temperatura. A
imagem ao lado ilustra uma fotografia
termográfica do referido.
Eficiência Luminosa

Gráfico comparativo eficiência luminosa por tecnologia


Restituição Cromática ou Índice de
Restituição de Cor (IRC ou Ra)
Indica a capacidade de uma fonte luminosa restituir fielmente as cores de um objeto ou de uma superfície
iluminada. Este índice é expressado com valores compreendidos entre 0 e 100. A massa fidelidade de
restituição de cores de objetos iluminados é 100.

A tabela seguinte ilustra a qualidade do IRC em função de algumas lâmpadas.


Restituição cromática ou Indice de
Restituição de Cor (IRC ou Ra)
Também conhecida por rendimento de cor, indica a aptidão das fontes de luz de permitirem
visualizar as verdadeiras cores dos objectos iluminados.

Exemplos de distribuição
espectral (lendo da esquerda para
a direita): Iluminante de
referência (IRC=1); Lâmpada de
vapor de mercúrio; Iluminante
D65 – luz média de um dia
normal; Lâmpada incandescente;
Lâmpada fluorescente
Restituição cromática ou índice de
restituição de cor (IRC ou Ra)

Gráfico comparativo da eficiência luminosa por tecnologia e da restituição cromática


Restituição cromática ou índice de
restituição de cor (IRC ou Ra)

IRC de alguns tipos de lâmpadas


Temperatura de cor
Temperatura de um radiador de Planck cuja radiação tem a mesma cromaticidade. Estabelece-se
pela temperatura de cor correlacionada que se obtém por comparação entre uma fonte
incandescente que tenha a mesma “aparência de cor” da fonte luminosa em questão. Unidade: K
(kelvin).
Temperatura de Cor

Exemplos de temperatura de cor em função do tipo de luz


Temperatura de Cor

Temperatura de cor e tonalidade de algumas lâmpadas


Factor de uniformidade de Iluminância
Relação entre o nível de iluminação mínimo e o nível de iluminação médio.

A norma de iluminação recomenda o valor de uniformidade:


• Na zona de trabalho, U0 ≥ 0,7
• Nas zonas imediatamente vizinhas, U0 ≥ 0,5.
• Para determinados locais a norma recomenda um valor específico.
Encandeamento
O encandeamento é uma sensação
desconfortável e que no limite
pode ser limitadora ou mesmo
inibidora da visão, originada por
fontes luminosas ou superfícies
excessivamente brilhantes no
campo de visão das pessoas. Pode
ser direto ou indireto.
Encandeamento
O método Unified Glare Rating (UGR) foi desenvolvido pelo CIE (Commission International de
l’Eclairage), a fim de harmonizar os procedimentos de classificação de encadeamento em todo o
mundo. As pontuações finais UGR tendem a situar-se entre 10 (“sem encandeamento”) e 30
(“encadeamento pronunciado”).
Encandeamento

Classificação do UGR máximo em função do nível de iluminação


Encandeamento
A tabela seguinte ilustra um exemplo de tabela com valores UGR associados ao encadeamento.
Como exemplo, poderemos retirar o valor do UGR para uma instalação com os seguintes dados:
• Índices de reflexão: tecto – 0,5; paredes – 0,5; plano de trabalho – 0,2;
• Altura do espaço: 3 m
• Dimensões do espaço: 6 m x 12 m
Neste exemplo, como o espaço tem dimensões 2H x 4H então os valores de UGR retirados da
tabela
serão:
• UGR transversal às lâmpadas: 14,1;
• UGR longitudinal às lâmpadas: 20,0.
Vida
A vida das lâmpadas pode ser de vários tipos: individual, média e útil. A
comparação do tipo de vida está descrito na tabela seguinte.

Tipo de vidas de lâmpadas


Exemplos de Comparação

Eficiência luminosa por tipos de lâmpada


Exemplos de Comparação

Valores característicos exemplo de distintas fontes de luz interior


Exemplos de Comparação

Casquilhos normalizados de lâmpadas Casquilhos normalizados de lâmpadas incandescentes de


fluorescentes lineares descarga
Pesquisar
Tabela de Exemplo de valores recomendados pela norma de iluminação Europeia

Onde: Em é o nível de iluminação médio; UGR é o encandeamento máximo;


U0 é o factor de uniformidade de Iluminância mínimo; Ra e o índice de
restituição cromático mínimo.
Tipos de Iluminação
Tipos de localização
Tipo de Iluminação
Uma das técnicas de economia de energia será a adopção 2C (geral e localizada), mantendo o
nível de iluminação desejado para o plano de trabalho através de iluminação localizada e o nível
de iluminação mais baixo para a iluminação ambiente. Por exemplo, num local com nível de
iluminação recomendado de 1.000 lux e uniformidade de 0,7. Poderá ter iluminação localizada
com 1.000 lux no local da tarefa e iluminação de 700 lux na restante área (áreas vizinhas).
Tipos de Iluminação

Iluminações directa, indirecta e intermédias


Tipos de Iluminação
Como exemplo, a figura seguinte ilustra a adopção de tipos de iluminação exterior.
Propriedades de Luminárias
Fator de Transmissão (𝝉) é o quociente do fluxo luminoso transmitido (Фt) e o fluxo
luminoso incidente (Фi).

1 – Transmissão regular
2 – Transmissão difusa
3 – Transmissão completamente difusa
Exemplos de τ
vidro limpo: 0,9 – 0,92;
vidro prismático: 0,7 – 0,9
Propriedade de Luminária
Factor de reflexão (ρ) é o quociente do fluxo luminoso refletido (Фr) e o fluxo luminoso
incidente (Фi).

1 – Reflexão regular
2 – Reflexão difusa
3 – Reflexão completamente difusa
Exemplos de ρ
Vidro limpo: 0,06 – 0,08;
vidro prismático: 0,05 – 0,2 madeira clara: 0,3 – 0,6
Propriedade de Luminária

Classes de reflexão dos pisos das estradas


Propriedade de Luminária
Factor de absorção (α) é o quociente do fluxo luminoso absorvido (Фa) e o fluxo luminoso
incidente (Фi).

τ+ρ+α=1
Propriedade de Luminária
Mais do que o rendimento da lâmpada, o rendimento do sistema lâmpada + luminária será mais
relevante. É o quociente entre o fluxo luminoso emitido pela armadura e o fluxo luminoso
emitido pela(s) lâmpada(s) que integram a armadura. Aparece muitas vezes sobe a sigla LOR:
Light Output Ratio.
Propriedade de Luminária
Estimativa de numero de luminária
Através do método dos lúmens será possível estimar o número de luminárias a instalar num
determinado local.

Onde N é o número de luminárias, C é o comprimento do local (m), L a largura do local (m), E é o


nível de iluminação (lux), Фa é o fluxo emitido pela armadura (lm), Km é o factor de manutenção,
Kd é o factor de depreciação e Ku é o factor de utilização. O factor de utilização pode ser
calculado através dos índices de reflexão e através do factor de área (Ka).
Propriedade de Luminária
O factor de área pode ser calculado por:

Onde H é a altura entre a luminária e o plano de trabalho (m).


Tendo Ka e os índices de reflexão poderá ser obtido Ku através da tabela seguinte.
Propriedade de Luminária

Determinação de Ku (factor de utilização) Ka


Propriedade de Luminária

Diagramas de electrificação de lâmpadas Diagramas de electrificação de lâmpadas de


fluorescentes lineares. Em cima para descarga. Em cima para mercúrio de alta
balastro magnético. Em baixo para pressão. Em baixo para mercúrio com iodetos
balastro electrónico metálicos e para vapor de sódio de alta pressão
Balastros Lampadas e Balastro electromagnético
Aplicação de balastros electrónicos (alimenta
lâmpadas a frequência elevada, >20 kHz), que pode
levar a representar:
• Reduções de consumos na ordem dos 20 a
30%;
• Maior eficiência das lâmpadas;
• Maior tempo de vida útil das lâmpadas;
• Mediante balastros específicos, é possível Balastro, balasto ou reator é um limitador
efectuar “dimming”, com controlo automático ou de corrente utilizado nas lâmpadas
manual, possibilitando um melhor aproveitamento fluorescentes e em outros dispositivos
da luz natural ou de necessidades de conforto elétricos que necessitam limitar a
intensidade da corrente elétrica que os
diferentes; atravessa durante o funcionamento.
Balastros
Arranque imediato das lâmpadas, não
necessitando de arrancadores; Alto factor de potência (cos φ > 0,95), o que
• Ausência de cintilação (efeito significa menores perdas por efeito de Joule
estroboscópico) durante o funcionamento
nas
devido à alta frequência
de operação; redes de distribuição de electricidade;

• Desliga automaticamente a lâmpada • Baixa temperatura de funcionamento;


em caso de anomalia; • Fluxo constante independentemente
• Após correcção de anomalia liga da tensão de alimentação;
automaticamente as lâmpadas (função stand-
by); • Vida útil da lâmpada aumenta ± 50%;
• Baixo campo magnético; • Funcionamento em DC.
Balastros
A tabela seguinte ilustra o
índice de eficiência energética
(IEE) do conjunto balastro /
lâmpadas. Existem
5 classes de eficiência
energética:
• A1, A2, A3 referentes
a balastros electrónicos
• B1 e B2 referentes a
balastros magnéticos de perdas
reduzidas.
Regulação de Fluxo(dimming)
Razões económicas e ambientais:
• Reduzir os custos de energia;
• Aumento da vida útil da lâmpada;
• Redução de custos de manutenção.
Razões de conforto:
• Nível de brilho adaptável;
• Criação de efeitos de iluminação;
• Adaptação mais fácil para o olho humano entre os diferentes níveis de iluminação.
Sistemas centralizados de regulação
automática de fluxo
Existem soluções de regulação de fluxo centralizadas de maneira a se poder reduzir o consumo de
energia, regulando e estabilizando a tensão de alimentação às lâmpadas, sem transformador, não
produzindo harmónicos e factor de potência unitário.

Sistema centralizado de controlo da tensão de alimentação a


um conjunto de equipamentos de iluminação
Sistemas centralizados de regulação
automática de fluxo
Estes sistemas estabilizam a tensão de saída
definida pelo utilizador utilizando a
tecnologia IGBT (Insulated Gate Bipolar
Transistor). A forma de onda da tensão de
saída permanecerá sinusoidal. A tensão
desejada pode ser ajustada no display LCD.
Múltiplas tensões podem ser ajustadas através
de um relógio integrado, das entradas digitais
ou através de uma entrada analógica 0-10V. O
nível de 100% da tensão nominal será
Exemplo de variação do nível de iluminação
necessário no arranque da lâmpada durante com a variação de tensão ao longo de uma noite
um tempo mínimo necessário.
Sistemas centralizados de regulação
automática de fluxo
Após este tempo de arranque, o nível de tensão poderá baixar de modo a ser
possível economizar energia, reduzindo o fluxo luminoso e aumentando o tempo
de vida útil das lâmpadas.

O equipamento poderá absorver flutuações instantâneas da tensão. Protege


também as lâmpadas da utilização intensa e de sobretensões. Os arrancadores
quando configurados reduzem perturbações durante a ligação das lâmpadas.
Sistemas centralizados de regulação
automática de fluxo
Exemplo de comparação de consumos:
Supondo que uma instalação com 60 lâmpadas de vapor de sódio
de alta pressão de 100 W. A energia consumida diariamente sem o
controlador de fluxo seria de:

O consumo de energia seria:

A economia de energia deste exemplo é de – (48 / 78 – 1) = 38%.