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CURSO DE ELETRÔNICA TESTE DE COMPONENTES

ÍNDICE: ELETRÔNICA NA PRÁTICA:

FUSÍVEIS E DISJUNTORES
TESTE DO FUSÍVEL
CAPACITOR ELETROLÍTICO
ELETROLÍTICOS E BOBINAS SMDS
TESTE DO CAPACITOR ELETROLÍTICO SMD
TESTE DO CAPACITOR ELETROLÍTICO COMUM
RESISTORES
VARISTORES
LEITURA DOS RESISTORES
TESTE DOS RESISTORES
RESISTOTOR SMD
RESISTOR VARIÁVEL
REOSTATO
POTENCIOMETRO
TESTE POTENCIOMETRO E TRIMPOT
TRANSISTOR FET
TESTE DO TRANSISTOR FET
TRANSISTOR DE JUNÇÃO
TRANSISTOR SCR
TESTE DO SCR
CIRCUITO INTEGRADO
REGULADORES DE TENSÕES
CIRCUITO INTEGRADO DIGITAL
CMOS
TESTE DO CI
será suficiente para derretê-lo, e desta forma a corrente é
interrompida.
Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares
nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de
distribuição e junto do relógio medidor. Além disso, eles
estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos
eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc.

O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado


em fábrica, consiste de um corpo oco não
condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento
condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de
metal, os terminais, localizados nas extremidades.

Símbolos
fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação
industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na
Europa e que também, estão à venda no mercado

novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua

Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês


utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do
tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho

TESTE DO FUSÍVEL

O uso do multímetro para testar fusível só indica que o


mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a
Amperagem nem a tensão de trabalho.

• Pegue alguns fusíveis para fazer os testes.


• Posicione a chave seletora na escala de X1.
• Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular
o multímetro de maneira que ao encostarmos uma
ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro
desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste
o controle que há no multímetro de maneira que o
ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está
feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o
ajuste.
• Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova
nas extremidades do fusível conforme mostra a figura
abaixo:
• O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o
fusível está bom.

FUSÍVEL
20
1
6 2

1 5
X10K
X1K
6
X10
X1

Símbolos
ASSTP

DICA:

Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca.

CAPACITOR ELETROLÍTICO

É um tipo de capacitor muito importante dentro de um


circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das
armaduras composta de alumínio que entra em contato
com uma substância química ativa e se oxida, criando
assim outra camada isolante que age como dielétrico.
Assim quanto mais fina for a camada isolante
(dielétrico), maior será a capacidade do capacitor,
permitindo com o uso de componentes relativamente
pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os
capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua
armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se
invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a
amadura positiva de carga negativa, o material isolante
(dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor.
Como podemos concluir sobre estes componentes,
foram desenvolvidos para permitir o alcance de
capacitância mais elevado, e resistir à tensão de trabalho e
isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu
ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como
dielétrico; e assim conhecido como capacitor eletrolítico
de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo.
As faixas de capacitância destes componentes são as
seguintes:
• Alumínio: 0,5 Mfd a 10.000 Mfd.
• Tântalo: 0,1 Mfd a 100.000 Mfd.
ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que
representam os capacitores eletrolíticos.

__. + _ +

Estes capacitores são utilizados especificamente em


filtragem de fontes de alimentação, circuitos osciladores
de baixa frequência acoplamento de sinal de baixa
frequência e circuito de tempo (temporizador).

Eletrolíticos e bobinas SMD

As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi


semelhantes a dos transistores e diodos. Existem dois tipos
de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico
(semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi,
parecido com os diodos. Alguns têm as características
indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número
(valor em pF). Ex: A225 = 2.200.000 pF = 2,2 μF x 10 V
(letra "A"). Veja abaixo:
ELETROLÍTICO SMD

BOBINA SMD

Teste do capacitor eletrolítico SMD

1) Posiciona a chave
seletora do multímetro na
escala de X1.

2) Coloque a ponta de
prova vermelha no
positivo do capacitor.

3) Coloque a ponta de
prova preta no negativo.

4) O ponteiro do multímetro
deverá deslocar marcando
um valor ôhmico.

Veja que o ponteiro não se


a aproxima do Zero.
Agora inverta as pontas de
prova.

O multímetro registra uma


resistência maior.

Resistência maior

7. Isto indica que o capacitor está bom.

CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca


até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas
de prova.
CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra
resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas
de prova.

Estes testes também servem para estes


tipos de capacitores.
CAPACITOR POLIÉSTER:

TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS

Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é


necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em
Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na
escala correta. Veja a tabela abaixo e separe alguns
capacitores de valores que correspondem a cada escala.

ESCALA VALORES EM
MICROFARADE
X1 OU X10 330 Mf a 10.000 mF
X 1K 0.05 Mf a 220 mF

Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade


(+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão
de trabalho.
Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a
tensão de trabalho, apenas o valor de capacitância para
posicionarmos a chave seletora na escala correta.
• Pegue um capacitor que seu valore esteja entre
330mF a 10.000mF.
• Posicione a chave seletora na escala X10.
• Coloque as pontas de prova nos terminais do
capacitor e mantenha as pontas de prova do
multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe
que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou
para o ponto de repouso.
• Troque as pontas de prova do multímetro nos
terminais do capacitor, ou seja, inverta os cabos; cabo
preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do
preto. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar
para a posição de repouso. Isto ocorre quando o
capacitor está bom.
RESISTÊNCIA ELÉTRICA

RESISTORES
Resistores elétricos são componentes eletrônicos,
cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente
elétrica através de seu material. A essa oposição é dado o
nome de "Resistência Elétrica".

Unidade Ohm Ω
kilo Ohm kΩ = 10exp3 Ω
Mega Ohm MΩ = 10exp6 Ω

Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis

Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser


alterada (apresentam dois terminais)
Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser
alterada através de um eixo ou curso (Reostato,
Potenciômetro).
Os resistores são identificados através de um código
de cores, onde cada cor e a posição da mesma no corpo
dos resistores representam um valor ou um fator
multiplicativo.
Cor 1° 2° Fator Multiplicativo Tolerância
Preto 0 0 x1 ----
Marrom 1 1 x 10 1%
Vermelho 2 2 x 100 2%
Laranja 3 3 x 1.000 ----
Amarelo 4 4 x 10.000 ----
Verde 5 5 x 100.000 ----
Azul 6 6 x 1.000.000 ----
Violeta 7 7 ---- ----
Cinza 8 8 ---- ----
Branco 9 9 ---- ----
Dourado -- -- x 0,01 5%
Prateado -- -- x 0,1 10%
Sem cor -- -- ---- 20%

Exemplos:

1° Faixa - Vermelho = 2
2° Faixa - Vermelho = 2
3° Faixa - Fator multiplicativo - Marrom = 10 exp1 = 10
4° Faixa - Tolerância - Ouro = 5%

Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5%

1° Faixa - Amarelo = 4
2° Faixa - Violeta = 7
3° Faixa - Fator multiplicativo - Vermelho = 10 exp2 = 100
4° Faixa - Tolerância - Ouro = 5%
Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4,7kΩ

1° Faixa - Vermelho = 2
2° Faixa - Vermelho = 2
3° Faixa - Fator multiplicativo - Amarelo = 10 exp4 = 10000
4° Faixa - Tolerância - Ouro = 5%
Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ

Como determinar se a tolerância em relação ao valor


do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável
Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta
seguir os passos abaixo:

1 - Determine o valor Nominal do resistor a ser medido


através do código de cores (RNom);
2 - Meça o resistor com um Multímetro na escala adequada
para o valor Nominal (RMed);
3 - De posse dos dois valores anotados, utilize a seguinte
fórmula:
E% = [(RNom. - RMed) / RNom]x100 onde:
E% - Erro Percentual
RNom - Resistência Nominal
RMed - Resistência Medida
4 - Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor.
Se o E% calculado estiver dentro da faixa
da tolerância Nominal do resistor, então o resistor encontra-
se dentro da faixa aceitável de erro.
Exemplo: Imagine se desejássemos saber se o resitor
acima de 220k encontra-se aceitável.
1 - RNom = 220k
2 - RMed = 217k
3 - E% = [(RNom. - RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-
217) /220]x100 = 1,4% de Erro
4 - A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%, portanto,
1,4% de Erro é aceitável para este resistor.

Associação de Resistências

Uma forma de se obter uma resistência de um determinado


valor, é se associando resistências, de duas formas: em
série e em paralelo.
Associação em série

Na associação em série, o resultado total (RT) será igual a


soma de todas as resistências empregadas:

Associação em paralelo

Quando associamos resistências em paralelo, o resultado


não será a soma total, mas sim a soma através da seguinte
fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2

Limitador de corrente

Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do


resistor que deve ser conectado em série com um LED. É
um resistor limitador de corrente. Observe a ilustração:

Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10


mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto
está aceso.
Nossa fonte de tensão fornece 9V.
Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1?
A resposta é 9V – 2V = 7V. Lembre-se que a soma das
tensões sobre componentes em série deve ser igual à
tensão da fonte de alimentação.

Agora, com relação a R1, temos duas informações: a


intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a
tensão que ele suporta (7V).
Para calcular sua resistência usamos a fórmula:

R1 = U ¸ I

Substituindo-se U e I por seus valores temos:

R1 = 7V ¸ 0,01A = 700Ω

Resistores Tubulares de Fio:

Estes resistores são


fabricados com elemento
resistivo em fio de NiCr
enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à
fogo. Podem ser fornecidos no tipo fixo, ajustáveis,
não indutivos, com suportes isolados, com
suportes vivos etc. Potências de 10 a 1000W.

Resistores Tubulares de Fita


Ondulada: Estes resistores são
fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre
núcleo de porcelana. Sua principal característica é a
grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa
resistência e alta corrente.

Resistores de Fio
Descoberto: Estes resistores
são fabricados em fio de NiCr
enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de
forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação
garantida entre espiras. Em geral sua resistência
ôhmica é baixa, porém sua corrente é alta.

Resistores de Lâminas
(“Edgewound”): Resistores
de fita de NiCr de grande
seção, enrolados de cutelo
sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a
permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a
grandes vibrações. Podem ser fornecidos na forma
circular ou ovalada.

Resistores de Aterramento: Estes


resistores são utilizados para
aterramento do neutro de
transformadores ou geradores, de forma a limitar o
valor da corrente de curto circuito assimétrica a
valores pré-estabelecidos. .

Podem ser fornecidos com ou sem trafo de


corrente e nos graus de proteção IP 00, IP 23 ou
IP 54, instalação ao tempo ou abrigada.
O elemento resistivo utilizado é aço inox, ferro
fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de
corrente selecionados.

Resistores de Aterramento (Alto


Valor): Estes resistores são
fornecidos com painel de supervisão
detectando a mínima corrente de
curto dando uma indicação pulsante permitindo a
localização inicial das falhas.

Estes resistores geralmente limitam a corrente


entre valores de 2 a 5A em 480V ou
460V.

Resistores para Filtro de Harmônicos:

Estes resistores geralmente fornecidos em


grupos de 3 unidades com diferença máxima
de resistência ôhmica de 3% entre si, podem ser
fabricados para instalação abrigada ou ao tempo.

VARISTORES

Metal Óxido Varistor ou M.O.V.

É um tipo especial de resistor que tem dois valores de


resistência muito diferentes, um valor muito alto em
baixas voltagens (abaixo de uma voltagem
específica), e outro valor baixo de resistência se
submetido a altas voltagens (acima da voltagem
específica do varistor). Ele é usado geralmente para
proteção contra curtos-circuitos em extensões ou
pára-raios usados nos postes de ruas, ou como
"trava" em circuitos eletromotores.

PTC

É um resistor dependente de temperatura com


coeficiente de temperatura positivo. Quando a
temperatura se eleva, a resistência do PTC aumenta.
PTCs são freqüentemente encontrados em
televisores, em série com a bobina desmagnetizadora,
onde são usados para prover uma curta rajada de
corrente na bobina quando o aparelho é ligado.
Uma versão especializada de PTC é o polyswitch
que age como um fusível auto-rearmável.

NTC

Também é um resistor dependente da temperatura,


mas com coeficiente negativo. Quando a temperatura
sobre, sua resistência cai. NTX são freqüentemente
usados em detectores simples de temperaturas, e
instrumentos de medidas.

RESISTORES (LEITURA)
Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais,
precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página.
Este exercício ajudará a decorar a tabela.

Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura


dos resistores.

RESISTORES (LEITURA)

Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais,


precisamos usar a tabela do código de cores da página
anterior. Este exercício ajudará a decorar a tabela.

1ºExemplo:

4 Ouro
2 2

• Nos resistores comuns de 4 anéis coloridos sempre o


4º anel será dourado ou prata.
• No exemplo acima:
1º anel – amarelo = 4.
2º anel – vermelho = 2.
3º anel – vermelho = 2.
• No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a
tabela, simplesmente substituímos o número do
terceiro anel por zeros, então o valor do resistor
acima fica da seguinte forma:
• 4200 ohms.

2º Exemplo:

6 Ouro
5 3
Azul 6 - Verde 5 – Laranja 3.

65000 ohms ou 65K.

3º Exemplo:

3 Ouro (dourado)
0 4

Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4.

300000 ohms ou 300K.

4º Exemplo:

Ouro (dourado)
1
0 0

Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0


10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier
com a preta será ignorado, considerando apenas os dois
primeiros algarismos).

6º Exemplo:

4 Ouro
7 0,1

Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0,1

4,7 ohms ou 4,7R (Quando o terceiro anel vir com a


cor dourada, coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros
algarismos).

Leitura dos resistores de cinco anéis coloridos.

1º Exemplo:

2
4 1% de tolerância
7 2

Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2


47200. 1%
Observe que é no quarto anel que colocamos o número de
Zeros. Siga este exemplo para todos os resistores de cinco
cores.
Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor.
EX. 451 = 450R, o terceiro número você vai substituir por
zeros.
Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3
zeros (000) e assim por diante.

TESTES DOS RESISTORES

Pegue 4 resistores:
• 1 resistor com valor menos de 200R.
• 1 resistor com valor entre 200R a 1K.
• 1 resistor com valor entre 1K a 100K.
• 1 resistor com valor entre 100K a 2M.

Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R:


• Posicione a chave do multímetro na escala de X1.
• Faça o ajuste de Zero.
Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do
resistor conforme mostra a figura abaixo. (não tem
polaridade).
20
20R
6

4K7

680K

X10K 6M2
X1K
X10
X1

Símbolos

• O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar


sobre um número ou próximo dele.
• Multiplique a escala X1 pelo número próximo do
ponteiro.
Ex. Escala de X1 (1X20 = 20R).
Verificando o valor do resistor pelo código de cores;
sendo 20 R – vermelho, preto e preto, o ponteiro do
multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do
20 significando que o mesmo está bom.
• Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K.
• Faça o ajuste de Zero.
Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.
• Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor,
veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o
número próximo ao ponteiro. Confira o valor do
resistor pelo código de cores.
• Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K.
• Faça o ajuste de Zero.
• Proceda da mesma maneira dos testes anteriores.
• Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M.
• Faça o ajuste de Zero.
• Repita o mesmo roteiro acima.

DICA:
Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não
desloca.
Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro
marca uma resistência diferente do valor encontrado
através do código de cores.

RESISTOR SMD

Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores


convencionais. São soldados do lado de baixo da placa
pelo lado das trilhas, ocupando muito menos espaço. Tem
o valor marcado no corpo através de 3 números, sendo o
3° algarismo o número de zeros. Ex: 102 significa 1.000 Ω
= 1 K.

Resistor variável

Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que


devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor.
Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio
dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota
(True North Power)

O resistor variável é um resistor cujos valores podem


ser ajustados por um movimento mecânico, por exemplo,
rodando com a mão.

Os resistores variáveis podem ser dos baratos, de


volta simples, ou de múltiplas voltas com um elemento
helicoidal. Alguns têm um display mecânico para contar as
voltas.
Tradicionalmente, resistores variáveis são não
confiáveis, porque o fio ou o metal podem se corroer ou se
desgastar. Alguns resistores variáveis modernos usam
materiais plásticos que não corroem.

Outro método de controle, que não é exatamente um


resistor, mas se comporta como um, envolve um sistema
sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um
pedaço de filme. Desde que o sensor não toque o filme, é
impossível haver desgaste.

Reostato

O reostato está mais para uma resistência variável do


que para um potenciômetro, mas, tem um eixo semelhante
ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou
como simples resistências ajustáveis. Os reostatos são
usados quando o valor da resistência é muito baixo e as
correntes elevadas, os potenciômetros são usados em
baixas correntes e elevados valores de resistência.

Potenciômetro
O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito
usado em circuitos divisores de tensão.
O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva
na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza
assim a resistência entre o cursor e as extremidades do
potenciômetro podem variar, observe a figura e a foto do
potenciômetro na figura abaixo. Note que o valor indicado
no corpo do potenciômetro é igual à soma dos resistores
abaixo do cursor e acima do cursor. Um potenciômetro é
equivalente a dois resistores colocados em série, tendo o
cursor conectado ao centro dos resistores.

A figura a seguir mostras alguns tipos de


potenciômetro e acessórios:
Knob de precisão usado com os potenciômetros de
precisão com giro de mais de uma volta, o dial indica o
número de voltas e Knob convencional.

Potenciômetro convencional observe o potenciômetro


duplo muito usados em amplificadores com dois canais, um
potenciômetro para o controle de volume de cada canal.
TESTE DO POTENCIÔMETRO E TRIMPOT.

• Posicione a chave seletora do multímetro analógico na


escala X1K.
• Coloque uma das pontas de prova do multímetro no
terminal central.
• Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais
central.
• Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do
trimpot.
• Observe que o ponteiro do multímetro desloca
marcando uma variação de resistência ao girar o eixo.
TRANSISTOR FET

FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor,


Transistor de Efeito de Campo, que, como o próprio nome
diz, funciona através do efeito de um campo elétrico na
junção.

HISTÓRIA

Primeira referência: patente feita em 1930, por Julius Edgar


Lilienfeld, um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e
que imigrou para os EUA na década de 20 do século
passado. Sua ideia era controlar a condutividade de um
material, por um campo elétrico transversal; mas o sistema
proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática.
O domínio de semicondutores e da física necessária para a
construção dos FETs só aparece no início dos anos
cinquenta do século passado.

O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao


transistor de junção; mas é o elemento dominante, por suas
características, em sistemas lógicos modernos.
Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical,
desenvolvido pela Bell Labs em 1999, com 50 nm de gate.

Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro


cerca de 1,5 nm)

Atenção:

Evite tocar a porta do FET. Minúsculas faíscas podem


saltar de seu dedo para esse terminal de entrada, o que
danificará interiormente o componente. Um resistor de 1
megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser
danificado por faíscas acidentais em seu terminal de
entrada. O circuito, entretanto, trabalhará perfeitamente,
mesmo na ausência desse resistor de proteção. Do
mesmo modo, não toque a parte metálica do fio de
'antena' (que deve ser um fio encapado).

TESTE DO TRANSISTOR FET

Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico.

• Posicione a chave seletora do multímetro na escala


X10.
• Coloque a ponta de prova vermelha no Gate.
• Coloque a ponta de prova preta no Dreno.
• O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa
resistência.
• Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse, o
ponteiro também irá deslocar.

OBS. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar


até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em
curto).

FET SMD

FET tradicional.
G D S
FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO

Atualmente o fabricante de transistores tem uma


variedade de técnicas e de materiais à sua disposição.
Geometrias especiais para manipulação de grandes
potências ou operação em radiofreqüências têm sido
desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi
ampliada. Além disso, outros processos e difusão,
gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem
permitem que os transistores sejam fabricados com
características especiais para satisfazer a requisitos
particulares.
Os transistores de potência de germânio foram
fabricados durante o início da década de 1950
"aumentando proporcionalmente" os transistores de junção
por liga de pequenos sinais. A área das junções foi
aumentada, e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro
para assegurar uma baixa resistência térmica. Tais
transistores podiam dissipar 10 W, mas apresentaram uma
rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. No
final da década de 1950, o emissor de índio era dopado
com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto
aprimorar o ganho nas altas correntes. Os
aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele
seja usado atualmente com potências de até 30 W.
Os primeiros transistores de potência de silício foram
introduzidos no final de 1950, e usaram as técnicas de
difusão. As regiões da base e do emissor foram
sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício
do tipo n, e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos
contatos de retificação através do emissor. Este tipo de
transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5
A. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os
anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência
difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e
potências de até 150 W. Dois processos de fabricação são
usados para este tipo de transistor de potência, os
processos de difusão simples e de difusão tripla.
O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma
difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha
de base homogênea, formando regiões de emissor e de
coletor fortemente dopadas. O emissor é gravado em mesa
para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base.
Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo
uso de uma base homogênea, a base larga proporciona
boas propriedades de segunda ruptura, e o coletor
fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e
térmica.
Os transistores de potência por difusão tripla são
fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor
num lado de uma bolacha do coletor. A terceira difusão
forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o
outro lado. Este tipo de transistor tem um alto valor de
regime de tensão, muitas vezes capaz de suportar tensões
de 1 KV ou mais.
O processo epitaxial planar permite que outros
aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência.
Em altas densidades de corrente, pode ocorrer contração
de corrente. Esta é a causa da segunda ruptura. A
transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente
do que o centro, de modo que a corrente concentra-se ao
longo da periferia do emissor. É, portanto necessário
projetar estruturas de base-emissor que diferem das
geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de
pequeno sinal, e o aumento proporcional não mais pode
ser feito. Um emissor com uma longa periferia é
necessário. Duas estruturas que têm sido usadas com
sucesso são a estrela e a floco de neve, os nomes servindo
para descrever a forma do emissor. Estas estruturas não
podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a
técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada
de óxido.
Estruturas mais complexas de base-emissor podem
ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a
periferia longa requerida para manipulação de alta potência
com o restrito espaçamento requerido para operação de
alta freqüência. Foram desenvolvidas geometrias para
possibilitar aos transistores de potência operar nas
radiofreqüências. Uma tal geometria é a estrutura
interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos
entre os contatos do emissor. Uma outra é a estrutura
sobreposta onde uns grandes números de tiras separados
do emissor são interligados pela metalização numa região
de base comum. Com efeito, uns grandes números de
transistores de alta freqüência separados são conectados
em paralelo para conduzir uma grande corrente. Os
transistores que usam estas estruturas podem operar nas
radiofreqüências, com potências típicas de 175 W a 75
MHz e 5 W a 4 GHz.
Uma outra estrutura usada em transistores de
potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. Uma
camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor
fortemente dopado, e uma simples difusão usada para
formar o emissor na camada de base epitaxial. A estrutura
resultante é gravada em mesa. Os transistores mexa são
reforçados e têm baixa resistência de coletor.
Os transistores de potência são usualmente encapsulados
em invólucros metálicos possibilitando a montagem num
dissipador de calor. Nos últimos anos, no entanto, tem
havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos.
Isto tem diminuído consideravelmente o custo do
encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho.
Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico
para garantir um bom contato térmico entre o elemento
transistor e um dissipador de calor.
Um transistor de potência usado como transistor de
saída num amplificador geralmente requer um transistor
pré-amplificador para proporcionar potência de entrada
suficiente. Se ambos os transistores forem montados sobre
dissipadores de calor, uma considerável quantidade do
volume do amplificador ser ocupada por esses dois
transistores. Um desenvolvimento recente permite que seja
economizado espaço combinando-se os transistores pré-
amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de
silício num encapsulamento. Esta construção é o transistor
de potência Darlington, que pode ter um ganho de corrente
de até l 000 e saídas de potência de até 150 W.

Figura 8.44 Diagrama de circuito do transistor de potência


Darlington

O diagrama de circuito de um transistor Darlington é


mostrado na Figura 8.44. Os dois transistores e os
resistores de base-emissor são formados numa fração de
pastilha por difusões sucessivas usando o processo de
base epitaxial. Um díodo também pode ser formado através
dos terminais de coletor e de emissor para proteção, se
requerida. Os ganhos de corrente dos dois transistores são
controlados durante a fabricação, de modo que o ganho
global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente
de coletor. Esta linearidade de ganho é combinada com
espaçamentos menores do que ocorreria com transistores
discretos ligados no mesmo circuito. Estas vantagens do
transistor Darlington são combinadas com uma
desvantagem: o alto valor de VCE(sat).
Os transistores para operação em alta freqüência ou
para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos
estreitos entre o emissor, a base e o coletor. Duas
geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a
base de tira ou fita. A estrutura de base em anel é
"reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular
usada para os transistores de baixa frequência. A estrutura
de base em tira, que geralmente é preferida para operação
em freqüências mais altas, é mostrada na Figura 8.45.
Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo
para aumentar a capacidade de transporte de corrente,
formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os
transistores de potência de RF. As capacitâncias internas
do transistor, e as capacitâncias espúrias da montagem e
do invólucro, devem ser mantidas tão baixas quanto
possível para evitar a restrição do limite das freqüências
superiores. Um processo de fabricação epitaxial planar
deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor.
O nível da dopagem é escolhido para se adequar à
freqüência de operação e à tensão.

Figura 8.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta


frequência.

Na estrutura de base em tira, duas dimensões são


críticas para o limite das frequências superiores. Estes são
a largura da tira do emissor (We na Figura 8.45) e a largura
da base Wb. Nos transistores da atualidade que operam
até a região de microondas, a largura do emissor pode ser
tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0,1 Pm.
SCR

SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou


Retificador Controlador de Silício. O SCR é um dispositivo
semicondutor de 4 camadas cuja estrutura, aparência e
símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo.
A (anodo)
A

(Gate) G

C ou K C
(catodo)

ESTRUTURA SÍMBOLO

A estrutura indicada se for decomposta, pode ser


considerada como sendo dois transistores de dopagens
diferentes, NPN e PNP, ligados de forma indicada no
esquema que é mostrado abaixo:

Anado
A

Gate
G
PNP

NPN

Catodo
C

Temos então o que se denomina de uma chave


regenerativa. Levando-se em conta a analogia com os
dois transistores, ficará fácil entender o princípio básico
de funcionamento deste componente.
Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o
cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em
série com o componente uma carga. Nas condições
indicadas nada acontece, pois o componente não conduz
corrente alguma.
Se, no entanto, aplicarmos um pulso positivo de curta
duração à comporta (gate) do SCR, este será polarizado no
sentido de saturar o transistor NPN que então conduz
fortemente a corrente.
Ora, a corrente de coletor do transistor NPN é
justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido
de saturá-lo.
Temos, então, também a condução do transistor PNP
fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo.
Ao mesmo tempo, porém, flui uma corrente pelo
coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a
que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN, ou
seja, ele realimenta o circuito.
Para desligar o circuito é preciso interromper a
corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de
duas maneiras:
a) Desligando a alimentação por um período de
tempo;
b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo.
Veja que ao conduzir a corrente, o SCR comporta-se
como um diodo, pois ela só pode fluir de seu ânodo para o
cátodo. Isso significa que se usarmos o SCR em um
circuito de corrente alternada, ele só conduzira metade do
semiciclo. Dizemos, então, que se trata de um controle de
meia onda.
Correntes intensas da ordem de vários ampères
podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito
fracos.
Para um tipo comum, como os SCRs da série 105
(TIC 106, MCR 106, C106, etc.) bastam aproximadamente
200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode
então conduzir correntes de até 3,2 ampères tipicamente
ou até mais.
Os SCRs podem então ser usados como dispositivos
de controle de potência e até mesmo osciladores por estas
características importantes deste tipo de componente.
Tensão máxima é quando o SCR está desligado, ele
fica praticamente submetido a tensão de alimentação do
circuito. No caso da rede de energia isso significa o valor
de pico. Assim, um SCR para a rede de 110V deve
suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V.
Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando
está ligado, sendo este valor expresso em ampères.
Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do
SCR quando ele estiver polarizado inversamente, ou seja,
o ânodo negativo em relação ao cátodo, pois isso pode
queimá-lo.

Teste do SCR.

• Posicione a chave do multímetro na escala X1.


• Faça o ajuste de Zero.
• Coloque a ponta de prova vermelha no catodo.
• Coloque a ponta de prova preta no anodo.
• O ponteiro deverá permanecer em repouso.
• Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e
Catodo, arraste a ponta de prova preta lentamente
sem retira-la do anodo até encostar no Gate,
(chamamos isto de polarizar) neste momento o
ponteiro do multímetro deslocará.
• Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la
do Anodo, observe que o ponteiro do multímetro
permanece estacionado marcando resistência. Isto
indica que o SCR está bom.
ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha
e a preta, não devem ser retiradas dos terminais Anodo e
Catodo, caso contrário não é possível saber se o SCR está
armando (bom).

Catodo
20
Anodo TIC 226

6
Gate

TIC 226

TIC 226

X10K
TIC 226
X1K
X10
X1 C G
A
Símbolos
C A

CIRCUITO INTEGRADO

Na verdade não podemos tratar os Circuitos


Integrados como sendo componentes semicondutores
simples. Estes dispositivos são um conjunto de
componentes ativos e passivos já interligados numa
certa configuração, todos obtidos a partir do material
semicondutor de uma pastilha de silício.
Os dispositivos são fabricados num processo único,
planejados de modo a se obter um circuito completo,
parcial, ou mesmo um conjunto determinado de
componentes com características iguais.
Como o nome sugere, o Circuito Integrado é um
componente formado por transistores comuns, FET’s,
Diodos, Diodos Zener, resistores, etc.
Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos
de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum.
Processo de fabricação

A ideia básica da elaboração de um circuito integrado


é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício), uma
série de componentes interligados entre si, em uma
configuração que permita realizar uma função específica.

Circuitos Integrados Lineares

São Circuitos que normalmente exercem a função de


amplificação e temporização, operando com tensões de
uma determinada faixa de valores.
Os tipos mais comuns desta família são os
amplificadores operacionais e os comparadores de tensão
cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo:

1 14
3
2 13

1
3 12
S
4 11
2
5 10

4
6 9

7 8

Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos


de baixa potência e por isso não podem excitar
diretamente lâmpadas, autofalantes, etc., destinando-se
à amplificação de sinais fracos.
Existem amplificadores operacionais duplos e
quádruplos. Tipos que fazem uso de transistores de efeitos
de campos, como os CA3130, CA3140, TL080, TL 082, TL
084, etc.
Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por
sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo
consumo de corrente.
O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER
e o representante mais conhecido é o 555, cujo diagrama e
pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo:
+ Controle

8 4
7
Desc arga

Lim iar
6 555 3
Saída
Disparo 2
1 5

Terra By-pass

REGULADORES DE TENSÕES.

Uma família muito importante deste tipo de CI é os


que têm por elemento os reguladores de tensões. Existem
diversos tipos, destacando-se os comuns para referência
como o: 723, que é apresentado em invólucro de 14
pinos como mostra a figura ao lado. Temos também os
reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em
seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com
as necessidades do circuito. Um exemplo de regulador de
tensão é o STR 5412, largamente usado em fontes de
alimentação de Televisores:
Reguladores de Tensão na placa mãe.

Circuito Integrado Digital

Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de


características específicas e são projetados para trabalhar
apenas com dois níveis lógicos, ou seja, 0V ou uma
determinada tensão que representa o nível alto.
Os integrantes de uma determinada família possuem
determinadas características que permitem sua ligação uns
com os outros de forma direta. Porém, para liga-lo aos
circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de
interface.
Diversas são as famílias de Circuitos Integrados
Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos,
mas duas são as mais comuns para os montadores e
Técnicos:
A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor
Logic), que é também conhecida por 7400, 7406, 7474,
7490 etc., já que todos os integrados tem sua sigla
começada por 74... o que se segue indica a função a qual
ele ira executar no circuito.
Como são centenas de elementos que formam esta
família, existem manuais especiais que contêm suas
características. O Técnico que trabalha com tais integrados
devem obrigatoriamente possuir tal manual. A segunda
família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos
CMOS, cuja integrante começam em sua maioria com o
numero 40.
Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos
TTL’s, mas suas características elétricas são totalmente
diferentes.
Os integrados da família CMOS podem ser
alimentados com tensões entre 3 e 15V, o que é bem
diferente dos TTL,s que tem tensões fixas.

CMOS

CMOS é uma tecnologia de construção de circuitos


integrados. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for
usado semicondutor do tipo P, isto é, com cargas positivas)
e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N, isto é,
com cargas negativas). Vários tipos de circuitos integrados
são construídos usando esta tecnologia.

PC CMOS é sinônimo da memória de configuração,


pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS.

Na memória de configuração dados sobre a


configuração de hardware do sistema são gravados, tais
como o tipo do disco rígido e a ordem de boot.

A memória de configuração (ou CMOS, como preferir)


é uma memória do tipo RAM, significando que o seu
conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada.
Para que isto não ocorra, ela é alimentada por uma bateria,
que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do
sistema.

O conteúdo da memória de configuração é normalmente


alterado através de um programa chamado setup.
CMOS EPROM

Atualmente a memória de configuração está integrada


no chipset da placa-mãe, em um circuito chamado ponte
sul.

TESTE DO CI

O uso do multímetro para testar o CI (circuito


integrado), é com o objetivo de saber se o mesmo está em
curto. O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou
mesmo com alguma alteração de corrente elétrica, porém
esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo
multímetro, ficando este teste com medidas de tensões e
forma de ondas pelo o osciloscópio.
Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI
na figura a seguir:
1 14
2
3
4

Pino 1 do CI

TESTE DO CI NA PLACA.

1. Posicione a chave seletora na escala de X1


2. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1.
3. Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais
um a um verificando se o ponteiro desloca até ao
zero. Caso isto aconteça é porque o CI está em curto.
4. Proceda com este roteiro com todos os pinos. Depois
você deve colocar a ponta de prova vermelha no
terminal 2 e repetir todo o roteiro.
Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da
tomada.

ATENÇÃO. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca,


não significa que o CI está defeituoso, visto que este
teste é só para saber se o CI está em curto.

CAPACITORES DE CERÂMICA, POLIÉSTER,


PLATE, STYROFLEX

Os capacitores são identificados, simbolicamente


conforme é mostrado abaixo. Independentemente de seus
tipos. Exceção feita aos capacitores variáveis, trimer e
eletrolítico, que possuem símbolo próprio, os quais serão
conhecidos em breve.
Os capacitores de cerâmica são utilizados em
circuitos de alta frequência, até a faixa de UHF, sendo
encontrados na faixa de 1Pf a 470.000 Pf (470 nf) com
tensão de até alguns milhares de Volts.

Os capacitores de poliéster são empregados em


circuito de RF e áudio, para.
Filtragens, sintonia, acoplamento, e desacoplamento
de sinal de áudio e tensão.
Os capacitores Plate são usados em circuitos de
Rádio-freqüência, com o objetivo de acoplar e desacoplar
freqüências.
Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em
circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência).

Simbologia do capacitor poliéster, cerâmica, plate,


styroflex.

Capacitores

Alguns capacitores apresentam uma codificação que


é um tanto estranha, mesmo para os técnicos
experientes, e muito difícil de compreender para o técnico
novato. Observemos o exemplo abaixo:
O valor do capacitor,"B", é de 3300 pF (picofarad = 10-12
F) ou 3,3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0,0033 µF
(microfarad = 10-6 F). No capacitor "A", devemos
acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros
algarismos. O valor do capacitor, que se lê 104, é de
100000 pF ou 100 nF ou 0,1µF.

Capacitores usando letras em seus valores

O desenho acima, mostra capacitores que tem os seus


valores, impressos em nanofarad (nF) = 10-9F. Quando
aparece no capacitor uma letra "n" minúscula, como um
dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3,
significa que este capacitor é de 3,3nF. No exemplo, o "n"
minúsculo é colocado ao meio dos números, apenas para
economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de
seu valor.

Multiplicando-se 3,3 por 10-9 = ( 0,000.000.001 ),


teremos 0,000.000.003.3 F. Para se transformar este
valor em microfarad, devemos dividir por 10-6 = (
0,000.001 ), que será igual a 0,0033µF. Para voltarmos ao
valor em nF, devemos pegar 0,000.000.003.3F e dividir
por 10-9 = ( 0,000.000.001 ), o resultado é 3,3nF ou 3n3F.
Para transformar em picofarad, pegamos
0,000.000.003.3F e dividimos por 10-12, resultando
3300pF. Alguns fabricantes fazem capacitores com
formatos e valores impressos como os apresentados
abaixo. O nosso exemplo, de 3300pF, é o primeiro da fila.

Note nos capacitores seguintes, envolvidos com um


círculo azul, o aparecimento de uma letra maiúscula ao
lado dos números. Esta letra refere-se a tolerância do
capacitor, ou seja, o quanto que o capacitor pode variar
de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C. A
letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5%
de seu valor, a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%. Segue na
tabela abaixo, os códigos de tolerâncias de capacitância.

Até 10pF Código Acima de 10pF


±0,1pF B
±0,25pF C
±0,5pF D
±1,0pF F ±1%
G ±2%
H ±3%
J ±5%
K ±10%
M ±20%
S -50% -20%
+80% -20%
Z ou
+100% -20%
P +100% -0%

Agora, um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC",


que define a variação da capacitância dentro de uma
determinada faixa de temperatura. O "TC" é normalmente
expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). É
usado uma seqüência de letras ou letras e números para
representar os coeficientes. Observe o desenho abaixo.

Os capacitores ao lado são de coeficiente de


temperatura linear e definido, com alta estabilidade de
capacitância e perdas mínimas, sendo recomendados
para aplicação em circuitos ressonantes, filtros,
compensação de temperatura e acoplamento e filtragem
em circuitos de RF.
Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de
temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por
diversos fabricantes de capacitores.

Código Coeficiente de temperatura


NPO -0± 30ppm/°C
N075 -75± 30ppm/°C
N150 -150± 30ppm/°C
N220 -220± 60ppm/°C
N330 -330± 60ppm/°C
N470 -470± 60ppm/°C
N750 -750± 120ppm/°C
N1500 -1500± 250ppm/°C
N2200 -2200± 500ppm/°C
N3300 -3300± 500ppm/°C
N4700 -4700± 1000ppm/°C
N5250 -5250± 1000ppm/°C
P100 +100± 30ppm/°C

Outra forma de representar coeficientes de


temperatura é mostrado abaixo. É usada em capacitores
que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de
volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante
dielétrica sendo recomendados para aplicação em
desacoplamentos, acoplamentos e supressão de
interferências em baixas tensões.
Os coeficientes são também representados exibindo
seqüências de letras e números, como por exemplo: X7R,
Y5F e Z5U. Para um capacitor Z5U, a faixa de operação é
de +10°C que significa "Temperatura Mínima", seguido de
+85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma
variação "Máxima de capacitância", dentro desses limites
de temperatura, que não ultrapassa -56%, +22%.

Veja as três tabelas abaixo para compreender este


exemplo e entender outros coeficientes.

Temperatura Temperatura Variação Máxima


Mínima Máxima de Capacitância
A ±1.0%
B ±1.5%
C ±2.2%
2 +45°C D ±3.3%
X -55°C 4 +65°C E ±4.7%
Y -30°C 5 +85°C F ±7.5%
Z +10°C 6 +105°C P ±10%
7 +125°C R ±15%
S ±22%
T -33%, +22%
U -56%, +22%
V -82%, +22%

Capacitores de Cerâmica Multicamada

Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de


cores

A tabela abaixo, mostra como interpretar o código de


cores dos capacitores abaixo. No capacitor "A", as 3
primeiras cores são, laranja, laranja e laranja,
correspondem a 33000, equivalendo a 33 nF. A cor
branca, logo adiante, é referente a ±10% de tolerância. E
o vermelho, representa a tensão nominal, que é de 250
volts.

1ª 2ª 3ª 4ª 5ª
Algarism Algarism N° de Tolerânci Tensão
o o zeros a
PRETO 0 0 - ± 20% -
MARROM 1 1 0 - -
VERMELH
2 2 00 - 250V
O
LARANJA 3 3 000 - -
AMARELO
4 4 0000 - 400V

0000
VERDE 5 5 - -
0
AZUL 6 6 - - 630V
VIOLETA 7 7 - - -
CINZA 8 8 - - -
BRANCO 9 9 - ± 10% -

Os capacitores SMDs não vem com valores


indicados. Só podemos saber através de um capacímetro.
Veja abaixo:

Capacitores

Para testar estes capacitores na placa devemos usar o


multímetro na escala X10. O ponteiro do multímetro não
deve deslocar até o Zero, isto indica que o mesmo está em
curto defeituoso.

Teste dos capacitores:


(Poliéster – Plate – Styroflex)

• Posicione a chave seletora do multímetro nas escala


X10K.
• Faça o ajuste de Zero.
• ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na
escala de X10K, não podemos segurar com as mãos
os terminais do componente, pois nosso corpo tem
uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá
registrar, confundindo assim o teste do capacitor.
Segure com as mãos apenas um dos terminais do
capacitor.
• PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER.
• Coloque as pontas de provas nos terminais do
capacitor.
• Observe que ao encostar as pontas de prova nos
terminais do capacitor o ponteiro do multímetro
desloca e depois retorna para o estado de repouso.
• Troque as pontas de provas nos terminais do
capacitor, o ponteiro irá deslocar e retornar para o
estado de repouso. Isto indica que o capacitor está
bom.
• OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só
ocorre quando testamos o capacitor Poliéster.
20
10nF
6

100pF

10nF
X10K
X1K
X10
X1

Símbolo

• PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA.


• Mantenha a chave coletora do multímetro na escala
de X10k.
• Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor
Poliéster.
• Se o ponteiro permanecer estático significa que o
capacitor está bom.
• Este mesmo procedimento serve para os capacitores
Plate e Styroflex.

DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do


multímetro desloca até o Zero e lá permanece.
Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do
multímetro desloca em qualquer ponto da escala
permanecendo sem retornar para o estado de repouso.

Pratique em sua aula testando vários capacitores e


escreva quantos capacitores defeituosos foram
encontrados: __________.
DICAS:
Capacitor em curto defeituoso:
Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível.
Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e
branco.
Nos aparelhos de som o som fica baixo.
No Cd player o disco não gira.
Capacitor com fuga:
Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas
escuras nas laterais,
Nos aparelhos de som, o som fica baixo.

TRANSFORMADORES:
Princípio de funcionamento

O funcionamento do transformador é explicado através da


Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM), que
nos diz que quando um circuito é atravessado por uma
corrente variável é produzido um campo magnético, e
quando um circuito é atravessado por um campo magnético
variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito.

O transformador básico é constituído de dois circuitos


independentes, geralmente espiras de fio, sendo o primeiro
circuito chamado de primário e o outro de secundário.

O circuito primário é atravessado por uma corrente


alternada (variável). Aí é gerado um campo magnético, que
pode ou não ser variável, dependendo da forma como varia
a corrente no circuito primário, mas, para que o
transformador funcione, ele tem que ser variável.

O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético


variável gerado no circuito primário, então é produzida no
circuito secundário uma corrente, que tem a mesma forma
da corrente que atravessa o circuito primário, mas com
tensão alterada, para mais ou para menos, de acordo com
um fator de proporcionalidade: a relação no número de
espiras dos circuitos (N1/N2). A tensão no circuito 2
(tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de
entrada) multiplicado pela fração N2/N1, sendo N2 o
número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras
do circuito 1.

Considerando um transformador constituído por um circuito


primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50
espiras, se o circuito primário for atravessado por uma
tensão de 110 Volts, teremos no circuito secundário uma
tensão de 55 Volts, porque a fração N2/N1 vale 0,5
(50/100). Se tivermos, pelo contrário 50 espiras no circuito
primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito
primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts, teremos
no circuito secundário 220 Volts, pois a fração N2/N1 agora
vale 2,0 (100/50).

Num transformador simples não se distinguem os circuitos


primário e secundário. Chama-se primário o circuito que é
atravessado pela corrente de entrada, e secundário aquele
onde é gerada a corrente de saída. Dessa forma, um
mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar
quanto para diminuir a tensão de uma corrente,
dependendo apenas da escolha do circuito primário e
secundário. Se o circuito primário for o que tem menos
espiras, a tensão será aumentada e a corrente diminuída.
Se for o que tem mais espiras, ocorre o contrário: tensão
diminui e corrente aumenta. Isso se toda a potência
aplicada ao primário fosse induzida no secundário, o que
na realidade não acontece porque acontecem perdas de
energia durante o processo.

Se o meio através do qual se dá a transferência do campo


magnético das espiras do primário para o secundário for o
ar, as perdas envolvidas serão elevadas. Para minimizar
estas perdas são utilizados materiais ferrosos
(ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo
magnético. É esta a razão pela qual mesmo um pequeno
transformador doméstico de 12V (como um carregador de
celular) se revela tão pesado.
Mesmo nestes materiais ocorrem perdas, sendo as
principais as perdas por histerese e as correntes de
Foucault. Estas causam uma perda de cerca de 20% na
tensão induzida no secundário. Na verdade a relação
N1/N2 fica em torno de 80%, isto é, um primário de 100
espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário
de 50 espiras. Leia mais sobre as perdas em livros ou
apostilas especializadas.

Simbologia

Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas


elétricos e eletrônicos

Transformador com dois enrolamentos e


núcleo de ferro.
Transformador com três enrolamentos. Os
pontos mostram o início de cada
enrolamento.
Transformador abaixador (step-down) ou
elevador (step-up).

O símbolo mostra qual o enrolamento é


maior (mais espiras) mas não
necessariamente a relação entre eles.
Transformador com blindagem
eletrostática, que protege contra
acoplamento eletrostático entre os
enrolamentos.
TRANSFORMADOR TOROIDAL

A transformação do toroidal representa, como nenhum


outro tipo, o projeto ideal de como deve ser um
transformador. No fato, Faraday projetou e winded o
primeiro transformador em um núcleo toroidal.

Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos


com a placa magnética de perdas muito baixas
e a indução do saturação da descarga que tratou térmica
reserva para alcançar valores do saturação de uniforme
16.000 Gaussian.

No transformador toroidal, o fluxo magnético é


uniformemente concentrado no núcleo e, devido à ausência
de vibrações das ferrragens são eliminados.

Também, enquanto o enrolamento é distribuído por toda a


superfície do núcleo, desaparece praticamente o ruído
causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor.
Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar
as características e os rendimentos do toroidal que
transforma, com respeito aos convencionais
INDUTOR

Um indutor é geralmente construído como uma bobina de


material condutor, por exemplo, fio de cobre. Um núcleo de
material ferromagnético aumenta a indutância
concentrando as linhas de força de campo magnético que
fluem pelo interior das espiras. Indutores podem ser
construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo
processo que é usados em chips de computador. Nesses
casos, normalmente o alumínio é utilizado como material
condutor. Porém, é raro a construção de indutores em CI's;
eles são volumosos em uma pequena escala, e
praticamente restritos, sendo muito mais comum o uso de
um circuito chamado "gyrator", que utiliza um capacitor
comportando-se como se fosse um indutor.
Pequenos indutores usados para freqüências muito
altas são algumas vezes feitos com um fio passando
através de um cilindro de ferrite.
Indutância
Indutância é a característica física de um indutor.

Energia

A energia (medida em joules, no SI) armazenada num


indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para
estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e,
conseqüentemente, o campo magnético. É dada por:

onde I é a corrente que circula pelo indutor.

Em circuitos elétricos

Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. Um


indutor ideal não oferece resistência para corrente direta,
exceto quando a corrente é ligada e desligada, caso em
que faz a mudança de modo mais gradual. Porém, todos os
indutores do mundo real são construídos a partir de
materiais com resistência elétrica finita, que se opõe até
mesmo à corrente direta.

No geral, a relação entre a variação da tensão de acordo


com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e
a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que
passa por ele é descrita pela equação diferencial:

Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um


indutor, uma voltagem alternada senoidal (ou força
eletromotriz, Fem) é induzida. A amplitude da Fem está
relacionada com a amplitude da corrente e com a
freqüência da senóide pela seguinte equação:
onde ω é a freqüência angular da senóide definida em
termos da freqüência f por:

A reatância indutiva é definida por:

onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida


de resistencia), ω é a freqüência angular, f é a freqüência
em Hertz, e L é a indutância.

A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da


impedância.

A impedância complexa de um indutor é dada por:

onde j é a unidade imaginária.

Redes de indutores

Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a


mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais.
Para encontrar a indutância equivalente total (Leq):

A corrente através de indutores em série permanece a


mesma, mas a voltagem de cada indutor pode ser
diferente. A soma das diferenças de potencial é igual à
voltagem total. Para encontrar a indutância total:
Fator Q

O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta


fórmula, onde R é a resistência elétrica interna:

Aplicações

Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em


estrutura, mas são usados para um propósito diferente:
armazenar energia em um campo magnético.

Por sua habilidade de alterar sinais AC, os indutores são


usados extensivamente em circuitos analógicos e
processamento de sinais, incluindo recepções e
transmissões de rádio. Como a reatância indutiva XL muda
com a freqüência, um filtro eletrônico pode usar indutores
em conjunto com capacitores e outros componentes para
filtrar partes específicas da freqüência do espectro.

Dois (ou mais) indutores acoplados formam um


transformador, que é um componente fundamental de
qualquer rede elétrica nacional.

Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte


chaveada de alimentação. O indutor é carregado para uma
fração específica da freqüência de troca do regulador e
descarregado pelo restante do ciclo. Esta relação de
carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a
voltagem de entrada para seu novo nível.

TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS
É uma máquina elétrica usada em corrente alternada.
Transforma o valor da tensão, por exemplo, de 220 Volt
para 24 Volt, ou vice-versa.

Esta capacidade do transformador permitiu a grande


expansão no transporte, distribuição e utilização da energia
elétrica. e, juntamente com o motor de corrente alternada,
mostrou o grande interesse da utilização da corrente
alternada, numa época em que se confrontavam ideias
sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica, se sob a
forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente
alternada.

Os transformadores mais generalizados são o monofásico


e o trifásico.

No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em


torno do qual estão montadas duas bobines, uma para
receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a
tensão (o secundário).

O transformador trifásico funciona de forma similar ao


monofásico, mas tem três bobines no primário e três no
secundário. Nalguns casos, cada bobine do secundário
está dividida em duas.

O transformador tem inúmeras aplicações e


existem transformadores para muitas
potências e tensões, conforme as aplicações.

As aplicações mais importantes são no


transporte e distribuição de energia elétrica,
subindo os valores no início do transporte e diminuindo
estes valores próximos dos utilizadores.

Outras utilizações generalizadas são na maioria das


aparelhagens domésticas e industriais, em que é preciso
alterar o valor da tensão da rede de alimentação para
adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona.

Utilizam-se também noutros casos, como, por exemplo,


para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do
circuito de saída dum amplificador.

TESTE DO TRANSFORMADOR

Usando o multímetro para testar o transformador podemos


localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está
rompido (queimado).
PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V
etc.
SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V
– 6V – etc.
Vamos começar o teste com um transformador de pequena
potência.
Ex. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil,
este tipo de transformador tem uma amperagem baixa:
250mA – 800mA – 500mA.
• Para testar o transformador de baixa potência,
posicione a chave seletora do multímetro na escala
X10.
• Faça o ajuste de Zero.
• Coloque uma das pontas de prova do multímetro em
um dos fios do transformador (ponta do fio
descascada)

TRANSFORMADOR
20
1
6

X10K
X1K 3
X10
X1

Símbolo

ASSTP
Valdisio

Este teste indica o primário do transformador, indicando


resistência alta.

• Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do


transformador conforme mostra a figura abaixo:

20
1
6

X10K
X1K 3
X10
X1

Símbolo

ASSTP
Valdisio

Este teste indica que este lado do transformador é o


secundário, resistência baixa.

O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e


segue o mesmo roteiro acima.
Lembre: Primário do transformador resistência alta.
Secundário do transformador resistência baixa.

DICA:

Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca.

DIODOS

Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos, são


dispositivos formados basicamente por uma junção PN,
podendo ser de germânio ou silício. Seu símbolo é
mostrado abaixo.

Catodo

Anodo

Diodo Retificador

Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é


transformar a corrente alternada em corrente contínua
nas fontes de alimentação.
O tamanho e o formato dependem da corrente e
tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual
farão parte.
No esquema abaixo temos uma aplicação prática do
diodo retificador em dois tipos de fonte.
No primeiro esquema, temos dois diodos retificadores
fazendo uma retificação de onda completa e no segundo
apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de
meia onda.
Na onda completa, os dois semiciclos da tensão alternada
da rede são aproveitados, enquanto que no segundo
esquema é aproveitado apenas um semiciclo.
Quando usamos diodos neste tipo de aplicação
(retificação de tensão), precisamos usar tipos que tenham
uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em
funcionamento, ou seja, o valor de pico da tensão
alternada. Para um transformador de 12V, por exemplo, a
tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o
diodo deve suportar esta tensão.
Classificam-se em função da corrente máxima que
podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam,
quando polarizado no sentido contrario.
Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando
corrente de até 1A (ampère), elevando-se esta capacidade,
à medida que seu número aumenta, como o ASSTP
exemplifica abaixo:
1N4001. tensão máxima inversa 50 V
1N4002. tensão máxima inversa 100V
1N4003. tensão máxima inversa 200V
1N4004. tensão máxima inversa 400V
1N4005. tensão máxima inversa 600V
1N4006. tensão máxima inversa 800V
1N4007. tensão máxima inversa 1000V
É boa prática visando dar maior proteção ao diodo, a
de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima, seja
acima da tensão que normalmente lhe será aplicada.

Diodos de uso geral (bloqueador e sinal)

Estes diodos, normalmente de silício, mas que também


podem ser de germânio em aplicações especiais, se
caracterizam por operarem com correntes relativamente
baixas.

Diodo SCHOTTKY

A passagem de uma região para outra não ocorre


instantaneamente, especialmente quando se quer levar a
corte um diodo que está saturado (de ON para OFF). O
diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse
problema, permitindo uma rápida comutação além de ter
menor voltagem.

Símbolo
Aspecto real dos diodos Schottky

TESTE DOS DIODOS

 Pegue um diodo retificador.


 Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10.
 Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta
de prova preta no ânodo.
 O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima
ao número 10. Inverta as pontas de prova nos terminais
do diodo, o ponteiro não deverá deslocar-se, significando
que o mesmo está em perfeita forma de uso.

OBS: ao inverter as pontas de prova, cabo preto no cátodo


e vermelho no ânodo, se o ponteiro deslocar, significa que
o mesmo está defeituoso.

Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois


sentidos.
Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos
sentidos.
Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso
marcando certa resistência ôhmica.
DIODOS
20

X10K
X1K Símbolos
X10
X1

ASSTP
Valdisio
Estes testes servem para todos os tipos de diodos.

DICAS:

O diodo retificador quando entra em curto (fica


defeituoso)

1. Provoca a queima do fusível, ou seja, você troca o


fusível e ele queima novamente ao liga uma TV,
monitor, computador, som, CD Player, impressora
etc.

Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está


com defeito.

1. Impede o funcionamento do som, deixa as


imagem das TV e monitores em preto e branco e
faz baixa as tensões das fontes chaveadas.

Diodo SCHOTTKY provoca o mesmo sintoma dos


diodos retificadores.
Diodo Zener

Mantém entre seus terminais a tensão constante,


funcionando como um regulador de tensão muito eficiente.
Os diodos Zener são então especificados pela tensão
que mantém em seus terminais, por exemplo: 3, 6, 9, 12,
18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a
corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a
destruição do dispositivo.
Atenção:

PARA TESTAR O DIODO ZENER primeiramente vamos


usar o multímetro na escala X10.

* Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de


prova vermelha no Catodo.
* O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência.
* Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. O
ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel. Isto significa
que o diodo nesta escala está bom.
Agora posicione a chave seletora na escala X10K
* Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de
prova vermelha no catodo.
* O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0).
* Troque as pontas de prova; cabo preto no catodo e
vermelho no anodo. O ponteiro irá deslocar marcando certa
resistência, se o diodo for de tensão abaixo de 12V.

DICA: Diodos Zener com tensões


abaixo de 12V o multím tro deverá
marcar uma certa resistência na
e
inversão das pontas de prova. Isto
varia conforme o valor de tensão de
cada diodo.
NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste
dos diodos, use somente o multímetro analógico para estes
testes.

O diodo Zener quando está alterado (defeituoso)

1. Provoca alteração nas imagens dos monitores e


nas TVs. Nos equipamentos de som, quando o
diodo zener está alterado o som fica baixo ou
mesmo com distorção.
Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado.

CHAVE liga desliga

Tem como função no circuito bloquear ou permitir a


passagem de tensão no momento de seu acionamento,
desligando ou ligando respectivamente a chave.
Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e
corrente suportada, como por exemplo: 220V / 30A, 110V /
25 A, etc.
Em algumas chaves não se encontra o valor impresso,
mas com o seu emprego sabe-se o seu valor. Abaixo
temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo.

TESTE DAS CHAVES.

Pegue algumas chaves para testes


 Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da
escala de X1.
 Pegue uma chave, conforme mostra a ilustração abaixo.
 Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos
terminais enquanto que a outra ponta
 de prova será conectada em um dos outros pólos das
extremidades.
 Acione a chave observando o ponteiro do multímetro. Ao
acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero
indicando a continuidade dos contatos interno da chave.

 Significando que esta seção da chave está boa.


 Caso qualquer uma das seções da chave não houver a
continuidade indicada pelo multímetro, a mesma estará
danificada. Separe as chaves defeituosas.
CHAVE
1
20

6
2

5
X10K
X1K
X10
X1

Símbolo
ASSTP
Valdisio

Medidas de tensões (escalas do multímetro):

ESCALA DE TENSÃO DA CHAVE SELETORA

Para se medir tensões, devemos posicionar a chave


seletora do multímetro para a escala que correspondem às
tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo:

Escala para Escala para


medir tensões medir tensões
contínuas. alternadas.
Como você já sabe, as tensões alternadas são encontradas
na rede elétrica. E dentro dos equipamentos eletrônicos
estas tensões são encontradas antes dos diodos
retificadores.
Nas medidas das tensões alternadas não é necessário
obedecer as polaridades, ou seja, + (positivo) e –
(negativo). A ponta de prova preta e vermelha pode estar
em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não
causará nem um dano ao multímetro.
Atenção. Antes de medir qualquer tensão verifique
cuidadosamente a posição da chave seletora, caso
contrário poderá danificar o multímetro.
Nas medidas das tensões contínuas é necessário
obedecer a polaridade das pontas de prova, caso contrário
poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o
ponteiro do multímetro.

ESCALA DE TENSÃO DO VISOR

A leitura das tensões alternada e contínua será feita


nesta escala com os finais dos números,
250 – 50 – 10.
Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero)
começa no início da escala, enquanto que na leitura de
componentes o 0 (zero) é no final da escala.

Medindo tensão alternada de 110V.

• Posicione a chave seletora na escala de 250ACV.


• Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se
encontra a tensão, o ponteiro do multímetro irá
deslocar um ponto depois do número 100 do visor.

O ponteiro irá deslocar um ponto


Depois do 100.

Chave seletora em 250 AVC


Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número
de final 250, isto porque a chave seletora foi posicionada
em 250 ACV

Medindo uma tensão alternada de 220V

• Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de


250 ACV.
• Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se
encontra a tensão, o ponteiro irá deslocar dois pontos
depois do número 200.

O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200

Chave seletora em 250.


AVC
Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a
escala com o número de final 250.

Medindo uma tensão alternada de 24V

• Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV.


• Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se
encontra a tensão, o ponteiro irá deslocar e estacionar
entre os números 20 e 30.

O ponteiro irá deslocar e estacionar


Entre os números 20 e 30

Chave seletora em 50 ACV

Você observa que ao mudar a chave seletora para posição


de 50 ACV, a leitura deverá ser feita na escala do visor que
no final tem o número 50
• FOTOTRANSISTOR:

O fototransistor é mais um dispositivo que funciona


baseado no fenômeno da fotocondutividade. Ele pode, ao
mesmo tempo, detectar a incidência de luz e fornecer um
ganho dentro de um único componente.
Como o transistor convencional, o fototransistor é uma
combinação de dois diodos de junção, porém, associado ao
efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. Em geral,
possui apenas dois terminais acessíveis, o coletor e o
emissor, sendo a base incluída apenas para eventual
polarização ou controle elétrico.
Como nas outras células fotocondutivas, a incidência
de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na
vizinhança da junção base-coletor.
Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor,
enquanto os elétrons passam do emissor para a base. Isso
provocará um aumento da corrente de base, o que por
conseqüência implicará numa variação da corrente de
coletor beta vezes maior (lembrando que, para Ib sendo a
corrente da base e Ic a do coletor, temos a relação Ic =
beta Ib, onde beta é um valor fornecido pelo fabricante,
variando para cada transistor), sendo essa variação
proporcional à intensidade da luz incidente.
Como a base está normalmente desconectada, a
corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo
luminoso incidente. Assim, na ausência de luz, a corrente
de base será zero e o fototransistor estará cortado,
resultando na tensão do coletor igual à tensão de
polarização Vcc. Quando há luz incidindo, a tensão no
coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente.
O fototransistor possui diversas aplicações, sendo
mais encontrado em aplicações on-off, onde a não
linearidade do transistor não é um problema.
A aplicação mais usual é a de um interruptor.
Enquanto não há luz incidindo no fototransistor, não haverá
uma corrente no emissor, e a tensão de saída será zero,
estando ele em corte. Com a incidência de luz, teremos
uma corrente no emissor, provocando uma tensão igual a
IeRe.
Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra
perfurada, para medição de movimentos lineares, ou junto
à uma engrenagem, para medição angular.
Tais como os transistores bipolares, os
fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura.
Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus
celsius, a corrente Iceo (corrente que circula no
componente enquanto não existe incidência de luz)
dobrará. Para elevadas temperaturas, essa corrente terá
um valor significativo em relação à corrente total.
Entretanto, utilizando dois fototransistores, podemos
compensar esse erro. Para isso, basta uni-los como na
figura, fazendo com que essa corrente Iceo em ambos
possua os mesmos valores, cancelando uma à outra.
Assim, a corrente fornecida pela incidência da luz passará
inteiramente pelo resistor Rl.
Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. A
base do fototransistor é sensível a luz, quando há presença
da mesma o transistor conduz, entretanto quando não há
presença de luminosidade, o transistor fica cortado. Abaixo
foi representado uma situação onde a presença de luz
(LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor
(fototransistor).
Quando um facho de luz é apontado para o receptor,
este conduz, logo a saída estará em nível lógico "0". NO
entanto, quando não há presença de luz, o receptor não
está conduzindo, logo a saída estará em nível lógico "1".
Constituição do Fotodiodo e Aplicações:

O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma


especial, de modo a possibilitar a utilização da luz como
fator determinante no controle da corrente elétrica. Pode
ser aplicado no foco automático de filmadoras, na unidade
ótica do CD Player e em sistema contador de pulso.

Fotodiodo P N

Como nos fotocondutores, detectores de fotodiodos


fazem uso dos portadores fotogerados. Um fotodiodo é
uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando
absorve fótons. Embora os fotodiodos p-n ou p-i- n tenham
como característica de serem rápidos, não apresentam no
entanto ganho. Seja uma junção reversamente polarizada
sob iluminação, fótons são absorvidos por toda parte com
um coeficiente de absorção a.
Sempre quando um fóton é absorvido, um par elétron
lacuna é gerado.
Porém somente quando um campo elétrico está
presente é que podem esses portadores serem
transportados para uma direção particular. Como a junção
p-n pode somente ter um campo elétrico na região de
depleção, é nesta região que é desejável a geração de
pares foto portadores.

Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo)

Nos sistemas de iluminação publica é importante


saber em que altura é que está suficientemente escuro,
para ativar as luzes. Este controle não pode ser efetuado
de forma eficaz utilizando temporizadores, uma vez que em
dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário
ativar o sistema de iluminação por razões de segurança.
Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é
constante, muda todos os dias. Pelas razões apontadas, a
solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza
sensores de luz ambiente também conhecidos como
crepusculares.
O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado
para aplicações de detecção crepuscular. Até agora, muitas
das soluções passavam pela utilização de foto resistências,
células de CdS e fototransistores, contudo a pouca
uniformidade, a não linearidade e o fato de que o Cd é um
elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a
utilização de fotodiodos, cujo principal inconveniente era a
da aplicação de um amplificador de sinal.
Com este novo fotodiodo, com amplificador já
incorporado, permite ultrapassar o inconveniente com
simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade
e linearidade, mantendo sempre um preço competitivo.

APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos)

Os Acopladores Ópticos são componentes muito


simples, porém de grande importância para a eletrônica.
Estes componentes são capazes de isolar com total
segurança dois
circuitos eletrônicos, mantendo uma comunicação ou
controle entre ambos.
O isolamento é garantido porque não há contato
elétrico, somente um sinal luminoso.
O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz
(geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) .
Quando o LED está aceso, o fototransistor responde
entrando em condução. Com o LED apagado o
fototransistor entra em corte. Sabendo que podemos alterar
a luminosidade do LED, obtemos assim diferentes níveis na
saída.
Podemos também controlar o fototransistor através de
sua base, como se fosse um transistor normal.
Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens
sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de
comutação, nenhuma parte mecânica, baixo consumo e
isolamento total.

Veja um circuito usando o foto-transistor:

Foto-transistor SFH 3100 F

A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores


através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1
de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da
Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já
uma das líderes mundiais no desenvolvimento de
semicondutores discretos.
O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon
Technologies, é especialmente desenvolvido para
aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a
1080 nm, sendo a maior parte da faixa infravermelho.
FOTO - TRANSISTORES
RESUMO:

O princípio de funcionamento dos foto- transistores é o


mesmo dos foto- diodos : a incidência de luz ou
infravermelho nas junções, libera portadores de carga,
criando assim uma corrente cuja intensidade depende
também da luz ou radiação incidente.
Se a corrente liberada for de base de um transistor,
teremos como efeito adicional a amplificação pois a
corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do
componente.
Desta forma, os foto-transistores além de serem mais
sensíveis que os fotos diodos podem, pela polarização de
sua base, Ter este fator controlado externamente.
Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor.
Nas aplicações normais, os foto-transistores são usados
com a base livre (NC).
A corrente que circula entre o coletor e o emissor que
depende da luz é então aproveitada para controle do
circuito externo.

Simbologia

TESTE DO FOTO TRANSISTOR

• Pegue um foto transistor.


• Posicione a chave seletora do multímetro na escala de
X1K.
• Coloque as pontas de prova nos terminais do foto
transistor. Aponte o foto transistor para uma luz (luz
solar, lâmpada ou lanterna), verifique se o ponteiro do
multímetro desloca, caso contrário inverta as pontas
de prova.
• Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a
passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor.

RELÉ

O Relé pode ser usado por correntes acima do seu


limite de operação.

Os relés de proteção são utilizados/instalados


tipicamente em painéis de média tensão, painéis de
proteção e controle em SEs (subestações) e etc. As SEs
(subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de
energia.

Um relé é um electroíman solidário com um jogo de


contactos de abertura e/ou fecho.

Este componente permite ligar ou desligar circuitos


quando o valor da corrente que passa na bobina do
electroíman ultrapassa um certo valor crítico. Como a
bobina tem uma determinada resistência podemos pensar
em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em
corrente.

Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo


electroíman, que permite ligar e desligar um circuito em que
o relé esteja inserido.

Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de


corrente não é bem definida como se poderia esperar. O
par de contactos quando actua gera transitoriamente não
um mas uma série de impulsos.

Este fenómeno chamado na literatura inglesa


"bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois
em circuitos com contactos mecânicos origina vários
impulsos quando se espera só um. O resultado pode ser
surpreendente por exemplo em circuitos contadores de
impulsos que contam mais do que o previsto.
Relé Anunciador RCS 11/12

APLICAÇÃO:

O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente


usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para
a supervisão permanente de aparelhos e equipamentos.
Devido às suas pequenas dimensões, vários relés podem
ser agrupados para formar conjuntos, de modo que são
adequados para a montagem em quadros de supervisão,
controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando.

Controle Remoto Infra-vermelho

O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um


canal que pode ser usado também como sensor de um
alarme de passagem. o ponto interessante deste projeto de
alarme, que utiliza um feixe de luz modulado, é a utilização
apenas de transistores. O transmissor consiste num
astável, cuja frequência depende dos capacitores usados
(100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo
trimpot de 1 K.
O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a
potência depende das características deste componente e
do eventual uso de recursos ópticos, como, por exemplo,
uma lente.
O receptor usa um fototransistor comum e três transistores
amplificadores. o último transistor excita um relé que
controla a carga externa. Também é importante no receptor
prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e
para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no
ambiente.
O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes
de luz, mas, nesse caso o circuito de amplificação com
transistores poderia ser substituído por um CI.
O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2, porém qualquer
equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de
bobina, ou menos, pode ser usado. Na figura 1 temos o
transmissor e na figura 2, o receptor.
RELÉ (RESUMO)

O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou


mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina
próxima. São usados para ligar ou desligar circuitos de
potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa.
O relê possui internamente uma bobina acionada por uma
tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave. A
chave é acionada pelo campo magnético da bobina.

Como funciona o Relé Mecânico ?


Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através
de Relés, utilizando combinações dos contatos
normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar,
desligar e inverter a polaridade do motor. A eficiência desse
tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos
contatos e na construção mecânica do relé, tornando esse
sistema obsoleto e de alto custo. Por mais qualidade que
houver nos dispositivos, o sistema de contatos mecânicos é
pouco compatível com os sistemas microcontrolados,
devido a alta corrente exigida pelas bobinas, geração de
ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos
mecanismos. Por último, lembramos que a vida útil dos
contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta
corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o
centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização
severa em cada operação de abertura dos contatos.

TESTE DO RELÉ.

• Posicione a chave seletora na escala X10.


• Localize os terminais da bobina. Coloque as pontas de
prova nos terminais da bobina, o ponteiro deverá
deslocar marcando uma certa resistência indicando que
a mesma está boa.

Veja na aula prática no no


curso online como fazer o
teste dos contatos ligando o
rele numa fonte de
alimentação. Anote a dica
ela é muito importante
quando você for fazer
consertos.
LED SMD

Hoje, os LED´s assumem os mais variados formatos e


tamanhos , inclusive os da categoria SMD - surface mount
device , com tamanhos "super reduzidos" ideais para
serem instalados em painéis de produtos como vídeo
cassete , DVD , câmeras de vídeo , maquinas fotográficas ,
etc.

TESTE DO LED SMD

• Posicione a chave seletora do multímetro na escala


X1.
• Coloque as pontas de prova do multímetro nos
terminais do LED SMD.
• Caso o LED não acender troque as pontas de prova
dos terminais do LED. O LED deve acender indicando
que o mesmo está bom.
• Se o LED SMD não acender em nenhuma das
colocações das pontas de prova em seu terminal,
significa que o mesmo está aberto (queimado,
defeituoso).
OBS. O LED tem sua polaridade, ou seja, Positivo e
Negativo, esta é a razão dele acender só em uma das
posições das pontas de prova.

Fazendo a identificação dos nomes dos componentes


(tipo SMD) na placa.

Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes


SMDs.
Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no
endereço deles começa com a letra C.

Este componente é uma bobina, começando com a letra B.


Todo o componente que seu endereço começar com a letra
R é um resistor.

Os transistores começam com a letra Q.


Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI
a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I.

MEDINDO TENSÃO CONTÍNUA DE 110V

• Posicione a chave seletora na escala 250 DCV.


• Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta
de prova vermelha no positivo onde será medida a
tensão de 110 DCV. O ponteiro deverá deslocar e
estacionar um ponto depois do número 100.

O ponteiro deverá
estacionar um ponto depois do 100.

Posicione a chave seletora em


250DCV.Observação importante:
As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração
da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas, a
diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da
escala veja:

MEDINDO TENSÃO CONTÍNUA DE 6V

• Posicione a chave seletora na escala de 10DCV


• Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de
prova vermelha no positivo onde será medida a tensão
de 6 DCV. O ponteiro deverá deslocar e estacionar em
cima do número 6.

O ponteiro deverá estacionar em


cima do número 6.

A chave seletora deverá ficar em


10 DCV
A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o
número 10.

FOTOACOPLADORES

Fotoacoplador, também chamado de acoplador ótico,


optoacoplador ou optoisolador, é um componente
formado basicamente por um LED e um fototransístor
dentro de um CI com a função de transferir uma informação
elétrica entre dois circuitos através de luz, ou seja, sem
contato elétrico entre eles. Abaixo vemos o símbolo e
alguns tipos de fotoacopladores:
Funcionamento - Aplicando uma tensão nos pinos do
LED, este acende e a luz polariza a base do fototransístor
interno. Desta forma, o fototransístor conduz e faz a
corrente circular por outro circuito isolado eletricamente.
Estes componentes são usados como sensores em
alarmes, aparelhos de som, vídeocassetes, eletrônica
industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a
regular as tensões de saída (+B). Existem vários tipos de
fotoacopladores, alguns com dois LEDs e dois
fototransístores (duplo), outros ainda mais complexos,
contendo muitos componentes no interior do CI. Abaixo
vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos:

Teste do fotoacoplador.

• Posicione a chave seletora na escala X10.


• Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador.
• Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto,
conforme você vê na figura abaixo.
• Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um
resistência ôhmica.

Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as


dicas:

FAZENDO A IDENTIFICAÇÃO DOS


COMPONENTES ATRAVÉS DA SIMBOLOGIA NO
ESQUEMA.

Esquema elétrico

Nos esquemas elétricos você encontra apenas as


simbologias interligadas entre si compondo um circuito.
A posição dos componentes no esquema é totalmente
diferente com a do aparelho, porém suas ligações são
iguais.
Com a prática você vai acostumar e entender as
ligações, mas o que você precisar saber com segurança é
identificar e conhecer todos os componentes através da
simbologia, caso contrário terá dificuldade para executar
consertos.
Existem nos esquemas alguns macetes importantes
como: cruzamento de linhas, ligações de linhas, linha +B,
linha –B, linha de sinal, linha de pulso e terra (negativo).
Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico.
A interpretação do esquema é de suma importância
nos consertos, visto que muitas das soluções são
encontradas através da análise de esquema.
Nas etapas do curso você terá aulas práticas de
análise de esquema correspondente ao seu estudo. Por
enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que
é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho.

Veja os componentes e suas simbologias.

Ponte retificadora Circuito Integrado TRANSISTOR


Resistor

Capacitor
eletrolítico

É muito importante você memorizar as simbologias


dos componentes, pois na hora da manutenção é preciso
você identificar a peça no esquema para conferir sua
referência e tensão de trabalho.
Um bom exemplo é quando um resistor está
carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as
cores. Então através do esquema você localiza o resistor e
ver o seu valor.
Transformador de
pulsos

IDENTIFICANDO O PERCURSO DA LINHA +B.

A linha +B no esquema e onde a tensão positiva


percorre no circuito para alimentar os componentes. A
tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca
e modelo de aparelho.
Um exemplo prático é: linha +B de 110V, linha +B de
12V etc. Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V
e a linha +B 103V.

Linha +B de 300V. Esta tensão sai dos catodos dos diodos


e vai até ao transformador de pulso. LINHA + B 103
Linha +B de 103V. Esta tensão sai do transformador de
pulsos, é retificada por um diodo, passando por uma
bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico.

CONSTRUINDO UM CIRCUITO DE
CONTINUIDADE (ÓTIMO PARA TESTAR
TRILHAS).

Teste de continuidade
O teste de continuidade se dá em todos os consertos
nos equipamentos eletrônico. Este teste é feito nas trilhas,
bobinas, jamper, chaves, fusíveis e fios.
Na verdade é comum resolver uma boa parte dos
problemas (defeitos) quando se usa o teste de
continuidade. Com ele podemos encontrar trilha rompida,
fio, fusível, jamper e bobina.
Para fazer o teste de continuidade você pode usar o
multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de
continuidade.
O circuito de continuidade é simples de montar e
muito eficaz no teste, por sinal é de maior confiança.
Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de
continuidade:

Com este simples circuito você


pode até testar diodo no local
com segurança

TESTE DO DIODO RETIFICADOR SMD

• Posicione a chave seletora do multímetro na escala


X1.
• Coloque a ponta de prova vermelha no catodo.
• Coloque a ponta de prova preta no anodo.
• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando
uma resistência ôhmica
• Troque a pontas de prova. Vermelha no anodo e preta
no catodo.
• O ponteiro do multímetro não deverá deslocar,
indicando que o diodo está bom.

Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero,


significa que o diodo está com defeito (em curto).

FAZENDO LIMPEZA NA PLACA

Após substituir componente e finalizando o conserto, é


muito importante você fazer uma boa limpeza na placa.
Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele
acabamento no seu trabalho.
Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova
dental. Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda
placa, esfregando de maneira a tirar toda impureza, ao
secar você vai observar que as soldas que você fez vão
parecer com as da fábrica.
FERRO DE SOLDA
É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os
terminais e fios.
O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de
três elementos:

Ferro de solda simples. Ferro de solda especial

1) Cabo : que permite o manuseio do soldador. Deve ter


boa isolação térmica.
2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica
faz com a mesma se aquece. Com o
tempo, devido aos aquecimentos e resfriamentos
sucessivos, a mesma pode romper. Isso é facilmente
percebido, pois a ponta não irá aquecer. Para sanar esse
problema, basta substituí-la por uma nova.
3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento
térmico para se evitar oxidação. Porem
após certo tempo de uso, uma camada de oxido é formada
na superfície da mesma. Isso pode ser
percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou
fio a ser soldado. Quando isso ocorrer, polir
a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente.
Quando essa camada de oxido for muito
grande a ponta deve ser substituída.
Importante: A resistência interna e os fios de ligação
devem estar bem isolados eletricamente da
ponta metálica do ferro. Pois do contrario, pode-se criar um
contato elétrico entre a ponta e o circuito
impresso, danificando o mesmo ou algum componente.

TIPOS DE SOLDADOR
Existem no mercado 3 tipos de soldador:
1) Tipo reto ou tipo “lápis”.
2) Tipo reto com regulador de temperatura.
3) Tipo revolver.
A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a
potencia que se deseja trabalhar. Existem três
faixas de potencia:
1) Baixa potência: potências menores do que 30 w.
2) Media potência: potência entre 30 60 w.
3) Alta potência: potências maiores de 60 w.
Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de
30 w ou mesmo de 40 w.

ESTAÇÃO DE SOLDA

Estação de solda analógica. Estação de solda


para trabalhos em SMD

Acessórios para um bom trabalho em soldagem:


Absorvedor de fumaça
Ferros de soldar
Alicates
Fitas dessoldadoras
Alinhadores e performadores de C.I.s
Lupas
Panos e dedeiras anti-estáticas
Dispensers
Pinças
Estações de solda e dessolda
Pulseiras anti-estáticas
Sopradores térmicos
Estações de retrabalhos para SMD

TÉCNICAS DE SOLDAGEM

Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam


ser aquecidos à temperatura de fusão da solda. Isso quer
dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve
derreter-se, não somente em contato com o ferro de solda,
mas também em contato com terminais das peças a serem
soldadas.

Seqüência de trabalho

1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os


terminais a serem soldados, inclusive as trilhas (quando se
tratar de solda em circuito impresso).
2) Antes de iniciar a soldagem, derreta um pouco de solda
nos terminais a serem soldados, para facilitar a
transmissão de calor.
3) Durante a soldagem, encoste a ponta do fio de solda nas
peças e não na ponta do ferro.
4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor
(transistores, diodos, circuito integrados, etc.) utilize um
alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo
do componente.
COMPONENTES QUE PODEM SER IDENTIFICADOS
RAPIDAMENTE QUANDO DEFEITUOSOS.

 Capacitor de cerâmica, poliéster eletrolítico, plate e


styroflex.
 Transistores.
 Diodos.
 Resistores.
 Circuitos integrados.
 Transformador e bobina.

FERRAMENTA QUE SERÁ USADA:

 Multímetro analógico.
 Escala para os testes X1 e X10 X1K.

Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas


técnicas.

 Todos.

Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da


tomada para evitar choques elétricos e danos no
multímetro.

Lembrete – não é necessário retirar o componente da

placa para fazer o teste.

1) Capacitor de cerâmica, poliéster, eletrolítico, plate


e styroflex.
Este é um teste para saber se o capacitor está em curto
(defeituoso)
1. Posicione a chave seletora do multímetro na escala
X10.
2. Localize os terminais do capacitor a ser testado por
baixo da placa.
3. Coloque as pontas de prova do multímetro nos
terminais do capacitor, não importa a polaridade dos
cabos, depois inverta as pontas de prova (onde estava
a ponta de prova preta coloque agora a ponta de
prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a
ponta de prova preta).

Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará


até o zero nas duas inversões das pontas de prova.

Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa


quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom),
você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e
retorna um pouco, marcando um certo valor ôhmico, isto
conforme o seu valor. Faça o teste e observe que o
ponteiro retorna mais em uma das inversões.

Se por acaso ao testar os capacitores; cerâmica,


poliéster, plate e styroflex, o ponteiro deslocar e estacionar
em qualquer ponto da escala e começar e retornar é
porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma
trilha do capacitor que está sendo testado. Isto não indica
que o capacitor em teste está com defeito.

Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o


ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o
mesmo está em curto, verifique em primeiro lugar antes de
retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma
bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de
10R. Veja exemplo abaixo:
5R

Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o


resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0)
ohms na escala X10.
RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro
não deverá indicar zero ohms (curto).

2) TRANSISTORES

Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou


aberto.

Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.


Localize os terminais do transistor no outro lado da placa.

Na placa sempre vem indicando o terminal da base, é


claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente
sem numeração, mas também não é problema porque
mostraremos a técnica fácil de você identificar a base.

Vamos começar pelo meio mais fácil, verificando pela


letra B (base) que está impresso ao lado de um dos
terminais do transistor na placa.

 Coloque a ponta de prova preta na base.


 Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois
terminais um a um.
 O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o
número 10 e 5 do visor, isto se o mesmo for NPN. Se
o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre
10 e 5, inverta as pontas de prova, vermelho na base
e o preto nos outros dois terminais um a um. Então o
ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e
5, indicando que o mesmo é PNP.

Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo


é um PNP ou NPN, você vai notar que em alguns casos o
ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as

pontas de prova, ou seja, o ponteiro desloca um pouco, isto


é comum devido outro componente que está ligado à
mesma trilha do transistor.

Muito bem, este é um teste que indica que o transistor está


bom. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para
saber se o mesmo está em curto ou aberto:

transistor em curto.

 Multímetro na escala X10.


 Coloque qualquer ponta de prova em um dos
terminais do transistor.
 A outra ponta de prova coloque em um dos outros
dois terminais.
 Se o ponteiro deslocar até o zero, significa que o
mesmo está em curto (defeituoso).

Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor


em curto, não se preocupe em saber onde se encontra a
base, coloque as pontas de prova do multímetro, uma em
cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro
desloca até o zero, acontecendo isto o mesmo está em
curto (defeituoso).
transistor aberto.

 Multímetro na escala X10.


 Coloque a ponta de prova preta no terminal da base.
 Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois
terminais um a um. Se o ponteiro do multímetro não
deslocar marcando um valor entre 10 e 5, inverta as
pontas de prova, vermelha na base e a ponta de prova
preta nos outros dois terminais um a um. Se, mesmo
assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5, o
transistor está aberto.
Atenção. Você observar que o ponteiro do multímetro
sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o
mesmo na placa, porém isto não significa que o mesmo
está bom.

Observação: o transistor só indica que está bom quando o


ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10
e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é
conectada nos outros dois terminais um a um marcando o
mesmo valor. Veja a aula prática de teste do transistor no
nosso site.

3) DIODOS

Este é um teste para saber se os diodos estão em


curtos ou abertos.

a) Multímetro na escala de X10.


b) Localize por baixo da placa os terminais do
diodo que será testado.
Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do
diodo e aponta de prova preta no anodo. Na placa
você vai encontrar junto ao diodo a sua
simbologia.
Catodo.

c) O ponteiro do multímetro deverá marcar uma


resistência entre 10 e 5.

d) Inverta as pontas de prova, a ponta de prova


vermelha no anodo e a ponta de prova preta
no catodo. O ponteiro do multímetro não
deverá marcar o mesmo valor, você vai
observar que ao testar alguns diodos no
sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo
vermelho no anodo), o ponteiro desloca
marcando um certo valor ôhmico, isto não
indica que o diodo está com defeito, o valor
da resistência que está marcando é porque o
multímetro está detectando outras peças que
estão ligadas na mesma trilha do diodo.
e) Ao testar o diodo em qualquer sentido e o
ponteiro do multímetro deslocar até o zero,
significa que o mesmo está em curto.

Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo.

4) RESISTORES.

Este é um teste para saber se os resistores estão


alterados ou abertos.

Vamos fazer estes testes por partes. Começaremos com os


resistores que tem o terceiro anel de cor:

Prata, dourado, preto e marrom.


Verificando resistor aberto:

a) Multímetro escala X1.


b) Coloque as pontas de prova nos terminais
do resistor que o terceiro anel vem com uma
destas cores citadas acima (o resistor não
tem polaridade).
c) Se o resistor estiver aberto o ponteiro não
desloca.

verificando resistor alterado:

 Continuando o teste dos resistores na escala X1 com


o terceiro anel de cor prata, dourado, preto e marrom.
 Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor.

Resistor com o terceiro anel de cor, prata ou dourado: O


ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo, caso
contrário o mesmo está alterado.

Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro


deverá estacionar no número da escala do visor que
corresponda o mesmo número do código de cores do
primeiro e segundo anel, ex. vermelho e preto, os dois
primeiros anéis juntos correspondem o número 20, então o
ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do
multímetro. Caso o ponteiro do multímetro estacionar no
número 40, 50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso).
Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do
multímetro deverá estacionar no número da escala do visor
que corresponda o mesmo número do código de cores dos
três anéis do resistor, ex. vermelho, verde e marro, os três
anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro
deverá estacionar entre o número 200 e 300.
Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha, laranja
e amarelo.

Verificando resistor aberto:

Multímetro escala X1K.


Coloque as pontas de prova nos terminais do
resistor que o terceiro anel vem com uma destas
cores citadas acima (o resistor não tem
polaridade).
Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca

Verificando resistor alterado:

 Continuando o teste dos resistores, sendo agora na


escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha,
laranja ou amarelo.
 Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor.

Resistor com o terceiro anel de cor, vermelha: O ponteiro


deverá chegar próximo ao número da escala do visor que
corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor
ex. se o resistor começar com a cor vermelha, que
corresponde o número 2 do código de cores, então o
ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois
na escala do visor do multímetro. Outro exemplo: resistor
com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de
vermelha, o segundo anel não importa, pode ser qualquer
cor. Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao
cinco (5). Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais
distante, o resistor estará alterado.

Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro


deverá chegar próximo ao número da escala do visor que
corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor
ex. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel
marrom (1), o ponteiro

do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala


do visor. Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o
primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co
laranja, o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40
do visor da escala do multímetro. Caso o ponteiro
estacione próximo ao número 50 ou mais acima, significa
que o resistor estará alterado.

Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro


deverá chegar próximo ao número da escala do visor que
corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor
ex. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor
vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo, o ponteiro do
multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no
visor do multímetro.

Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor


verde deverão ser retirados para serem testados.

5) CI.

Este é um teste para saber se o CI está em curto.

Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no


aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito
do CI.
Ex. Falta de cor em um TV ou Monitor, som baixo em
equipamento de som ou TV, falha de leitura em CD etc.,
estes são sintomas característicos de uma alteração no CI,
neste caso o multímetro não detecta, porém há alguns
sintomas que são

provenientes do CI em curto, ex. queima de fusível,


transistor ou resistor aquecendo demasiadamente,
aparelho não funciona etc.
Para identificar o CI em curto (Zero ohm), usaremos o
multímetro na escala X10, siga o roteiro abaixo:

• Desligue o aparelho da tomada.


• Posicione o multímetro na escala X10.
• Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa).
• O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa
como no seu próprio invólucro. Veja exemplo a seguir:

1 14
2
3
4

• Coloque a ponta de prova preta no pino 1.


• Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2
• Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque
agora a ponta de prova vermelha no pino 3.
• Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá
colocando a ponta de prova vermelha em todos os
pinos um a um, verificando se o ponteiro do
multímetro desloca até o zero. Caso o ponteiro
desloque até o zero significa que o CI está em curto
(defeituoso).
• Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2, e
repita o teste com a ponta de prova vermelha em
todos os pinos do CI.
• Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3
com todos os pinos, depois a pino 4 com todos e
assim até o último pino.

• Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do


multímetro registrará alguma resistência enquanto que
outros o ponteiro não desloca permanecendo em
repouso, mas isto não significa que o CI está com
defeito, lembre-se que o objetivo deste teste é saber
se o mesmo está em curto resistência 0 “zero”
(defeituoso).
6) TRANSFORMADOR.

Com este teste saber se o transformador está em curto


ou aberto.

Há nos equipamentos vários tipos de transformadores


como: transformador de força, transformador de pulsos,
transformador DRIVE, transformador indutor etc.
Transformadores de força:

Usando o multímetro para testar o transformador


podemos localizar o primário e secundário e saber se o
mesmo está rompido (queimado).

PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V


etc.

SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V


– 6V – etc.
Vamos começar o teste com um transformador de pequena
potência.
Ex. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil,
este tipo de transformador tem uma amperagem baixa:
250mA – 800mA – 500mA.
• Para testar o transformador de baixa potência,
posicione a chave seletora do multímetro na escala
X10.

• Faça o ajuste de Zero.


• Coloque uma das pontas de prova do multímetro em
um dos fios do transformador que está soldado na
chave ou fusível.
• Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está
saindo do mesmo lado do transformador. O multímetro
deverá registrar uma resistência alta, entre 200R a 1K,
faça este teste com os outros fios. Este é o primário
do transformador. Lembrando que não é preciso
retirar os fios do local.
• Agora teste os fios do outro lado do transformador.
Mantenha o multímetro na escala X10, coloque uma
das pontas de prova em um dos fios que está soldado
na placa, e a outra ponta de prova coloque em
qualquer outro fio que está soldado na mesma placa,
o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). Faça este
mesmo teste com os outros fios que estão soldados
na placa.

Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na


saída, pode ser que um ou mais fios não conduza com os
outros, isto porque são bobinas diferentes, de qualquer
maneira cada fio deverá ter seu par. Se houver algum dos
fios que não conduza com nem um que está soldado na
placa significa que o transformador está aberto
(defeituoso).

O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e


segue o mesmo roteiro acima.
Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca.

Lembre-se: Primário do transformador resistência alta.


Secundário do transformador resistência baixa.

7)BOBINA.

Este teste é para saber se está em curto ou aberta.

Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na


escala X1.

7) Desligue o aparelho da tomada.


8) Localize a bobina do outro lado da placa.
9) Regule o multímetro no Zero, os cabos do multímetro
não deverão está com mal contato.
10) Coloque as pontas de prova nos terminais da
bobina, o ponteiro deverá deslocar marcando
resistência próxima do Zero (0). Caso o ponteiro não
desloque a bobina está com defeito.

8) TRANSISTORES BIPOLARES

O transistor bipolar foi inventado em


1948 para substituir o tubo de vácuo do triode
. É dado forma por três camadas de material
drogado, de uniões pn desse formulário dois
(bipolar) com pnp das configurações ou de
npn. Uma união é conectada à bateria para
permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal, ou
polarization direto), e a outra é conectada a uma bateria no
sentido oposto (polarization inverso). Se a corrente na
união do polarization direto por meio da adição de um sinal
for variada, a corrente da união do polarization inverso do
transistor variará conseqüentemente. O princípio pode ser
usado construir os amplificadores em que um sinal
pequeno aplicado à união do polarization direto causará
uma mudança grande na corrente da união do polarization
inverso.
De todos os semicondutores, certamente os
transistores são os mais importantes pela sua gama de
utilidades.
Os transistores são dispositivos semicondutores
formados por 3 camadas de material semicondutor de
tipos alternados, conforme mostra a figura abaixo:

C C

N P
B P B N
N P
E E

N PN PN P

Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. Em


cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome
de EMISSOR (E), BASE (B) e COLETOR (C).
Representando isso através de símbolos, temos as
duas possibilidades abaixo:
Funcionamento do transistor pode ser analisado
facilmente se tomarmos o tipo NPN
pôr base. Para o PNP bastará inverter as polaridades das
fontes externas, o que equivale a sentidos opostos para as
correntes.
Simbologias dos transistores NPN e PNP

C C

B B

E E
NPN PNP

Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e


duas baterias externas, sendo B1 de tensão baixa e B2
tensão alta.

R1.
R2.

O resistor R1 funciona como polarização de Base e o


R2 como polarização de Coletor.
Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de
modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua
junção polarizada diretamente, isso faz com que surja uma
corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma
proporção.
No entanto, a corrente provocada pela circulação
Base-Emissor é muito maior, indicando amplificação.
Pequenas variações que provocamos na corrente
entre a base e o emissor, farão com que variações maiores
da corrente entre Coletor e Emissor ocorram.
O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua
utilização em muitos tipos de circuitos.

Tipos de Transistores

Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme


a tecnologia usada na sua fabricação, sua finalidade e a
intensidade das correntes com que podem trabalhar.
Uma classificação geral que facilita a compreensão é a
seguinte:

9) TRANSISTORES DE USO GERAL

São transistores que operam com tensões em torno


de 60 ou 80V, correntes de 800 mA a 1 Ampère e
amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. São
usados em circuito de Áudio, Osciladores, etc. A seguir
temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte
e que podem ter invólucros de metal ou plástico.
Estes transistores normalmente são de silício, mas tipos
antigos de germânio ainda podem ser encontrados em
rádios e outros aparelhos.
Existem diversas nomenclaturas para estes
componentes:
Os tipos americanos começam em sua maioria com as
letras 2N, mas existem alguns fabricantes que têm siglas
próprias como a
Texas que usam em alguns deles a sigla TIS, ou a
Motorola que usa MPS ou MPSA.
Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos
de germânio e a sigla BC para os tipos de silício.
No Japão temos 2SC além de outras siglas que
dependem do fabricante.

Os componentes estudados quando defeituosos provocam

estes sintomas:

Aparelho Não Sem som Sem Som Queima Falta cor


funciona imagem baixo de fusível
TV Transistor Transistor Transistor Transistor Transistor Transistor
em curto aberto em curto aberto em curto em curto
SOM Transistor
em curto
Transistor - Transistor Transistor -
em curto em curto em curto
VÍDEO Transistor Transistor
em curto aberto Transistor Transistor Diodo em -
aberto aberto curto
COMPUT. Transistor
em curto - - - Transistor -
em curto
IMPRESS. Transistor
em curto - - - Transistor -
em curto
TELEF. Transistor - - Transistor - -
em curto em curto

LABORATÓRIO – Teste dos Transistores:


(BASE – NPN / PNP)
Teste do transistor NPN com a base no centro:

• Pegue vários transistores de pequena potência:


• Separe todos os transistores NPN que a base é no
terminal central usando o multímetro.
• Posicione o multímetro na escala X10.
• Coloque a ponta de prova preta no terminal central
mantendo-a fixa.
• A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois
terminais um a um, o ponteiro do multímetro deverá
deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica.
• Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é
NPN.
• Separe todos os transistores NPN com a base no
terminal central, veja figura abaixo:

• Nos transistores de pequena potência a base pode ser


encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua
referência e fabricante.

TESTE DO TRANSISTOR NPN COM A BASE NA


DIREITA:

• Coloque a ponta de prova preta no terminal


direito mantendo-a fixa.
• A ponta de prova vermelha coloque nos outros
dois terminais um a um, o ponteiro do
multímetro deverá deslocar-se marcando a
mesma resistência ôhmica.
• Todo transistor que a base conduz com o cabo
preto é NPN.
• Separe todos os transistores NPN com a base
no terminal da direita, veja figura abaixo:

Base

TESTE DO TRANSISTOR PNP COM A BASE NO


CENTRO:

• Pegue vários transistores de pequena potência:


• Separe todos os transistores PNP que a base é
no terminal central usando o multímetro.
• Posicione o multímetro na escala X10.

Veja no filme e faça as anotações:

TESTE DO TRANSISTOR PNP COM A BASE NA


DIREITA:

• Coloque a ponta de prova vermelha no terminal


da direita mantendo-a fixa.
• A ponta de prova preta coloque nos outros dois
terminais um a um, o ponteiro do multímetro
deverá deslocar-se marcando a mesma
resistência ôhmica.
• Todo transistor que a base conduz com o cabo
vermelho é PNP.
• Separe todos os transistores PNP com a base
no terminal da direita, veja figura abaixo:

C1233 C723
20

C1233
X10K
X1K
X10
X1

Símbolos

NPN PNP

TESTE DE COLETOR E EMISSOR

Para testarmos o coletor e emissor de um transistor


usaremos a escala de X10K do multímetro, escala mais
sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos
nos terminais do transistor enquanto testa.

• Pegue um transistor NPN.


• Posicione o multímetro na escala X10K.
• Coloque a ponta de prova preta em um dos
terminais do transistor que não seja a base.
• Coloque a ponta de prova vermelha no outro
terminal que não seja a base.
• Verifique se o ponteiro do multímetro desloca, caso
contrário troque as pontas de prova.
• No instante que o ponteiro deslocar, veja qual o
terminal a ponta de prova preta está conectada,
pois este terminal do transistor é o Emissor.

DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um


sentido do teste coletor e emissor.
Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das
pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro
registra resistência ôhmica.

TRANSISTORES SMD

Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais, porém


a posição destes terminais varia de acordo com o código.
Tal código vem marcado no corpo por uma letra, número
ou sequência deles, porém que não corresponde à
indicação do mesmo. Por ex. o transistor BC808 vem com
indicação 5BS no corpo.

Transistores de média potência.

Transistores de média potência são um dos


desenvolvimentos mais importante da física de estado
sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos.
A integração dos transistores tem sido a base de todo o
desenvolvimento da indústria de informática, cada
processador é composto por uma infinidade de transistores
. Existem várias formas de se apresentar um transistor de
junção, procuraremos nesta disciplina, seguir uma
apresentação que realce o comportamento físico dos
portadores no dispositivo e sua forma de utilização, no
cotidiano da eletrônica.

O transistor é um dispositivo ativo, portanto ele é


capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. Pelo
fato de ser um dispositivo ativo, ele necessita de uma fonte
de alimentação. Já vimos que fontes de alimentação são
dispositivos com certa complexidade, sendo mais fácil
alimentar externamente o transistor. Consequentemente, o
transistor apresenta 3 entradas, uma para o sinal de
entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à
alimentação. O nome transistor vem do inglês, sendo
composto por trans(fer+res)istor, ou seja, apresenta
características de um resistência associada com
capacidade de transferir a informação.

O transistor é um sanduíche de duas junções pn,


uma de frente para a outra, formando uma sequência de
junções npn. Estas seções são chamadas de coletor, base
e emissor. A corrente na base controla a passagem de
corrente no coletor, ou seja, em condições ótimas de
operação, a corrente no coletor é proporcional à corrente
na base.

10) REGULADOR DE VOLTAGEM

Os reguladores de tensão de 3 conexões são os


dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de
tensão. Voce pode imaginá-los como um tipo especial de
zener. Estes dispositivos apresentam três conexões
(entrada, saída e terra) e são regulados na fabrica para
uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e
negativa para 79xx). A voltagem é especificada pelo valor
xx, indicando valores que podem variar como pode ser
visto em suas características.
As tensões negativas são reguladas pela família
79xx. Em geral, estes dispositivos apresentam uma
corrente máxima de saída de 1 A, e necessitam de um
capacitor externo de 0.1 mF para evitar instabilidades,
como pode ser observado no esquema abaixo.
ENCAPSULAMENTO DE UM TRANSISTOR -
BD135

Os transistores de média potência bipolares de junção


apresentam três pinos para controle, e dependendo do tipo
de encapsulamento a localização dos contatos é distinta.

Transistores de potência.
Estes são transistores destinados a operação com
corrente elevada e também em alguns casos, tensões
elevadas. Como devem dissipar potências altas,
aquecendo muito, são dotados de invólucros plásticos ou
metálicos que permitem sua montagem num radiador de
calor.

MOSFET

O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide


Semiconductor Field Effect Transistor, ou transistor de
efeito de campo de metal-óxido semicondutor), é, de longe,
o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em
circuitos tanto digitais quanto analógicos.

A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos


primeiros chips, onde as comportas (gates) eram de metal.
Os chips modernos usam comportas de polisilício, mas
ainda são chamados de MOSFETs. Um MOSFET é
composto de um canal de material semicondutor de tipo N
ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET
ou PMOSFET. Geralmente o semicondutor escolhido é o
silício, mas alguns fabricantes, principalmente a IBM,
começaram a usar uma mistura de silício e germânio
(SiGe) nos canais dos MOSFETs. Infelizmente muitos
semicondutores com melhores propriedades elétricas do
que o silício, tais como o arsenieto de gálio, não formam
bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados
para os MOSFETs. O IGFET é um termo relacionado que
significa Insulated-Gate Field Effect Transistor, e é
quase sinônimo de MOSFET, embora ele possa se referir a
um FET com comporta isolada por um isolante não óxido.

O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio


policristalino) colocada sobre o canal, mas separada do
canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante.
Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta
(gate) e fonte (source), o campo elétrico gerado penetra
através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no
canal original abaixo dele. O canal invertido é do mesmo
tipo P ou tipo N, como o da fonte ou do dreno, assim, ele
cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa
passar. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se
modula a condutividade dessa camada e torna possível se
controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte.

Existem também modelos de Amplificador operacional


baseados na tecnologia FET/MOSFET, muito úteis e com
grande utilização na indústria eletrônica

MODOS DE OPERAÇÃO DO MOSFET


A operação de um MOSFET pode ser dividida em três
diferentes modos, dependendo das tensões aplicadas
sobre seus terminais. Para o NMOSFET os modos são:
• Região de Corte: quando Vgs < Vth

onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte


(source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de
condução do dispositivo

O transístor permanece desligado, e não há condução


entre o dreno e a fonte. Enquanto a corrente entre o
dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à
chave estar desligada, há uma fraca corrente
invertida.

• Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth


e Vds < Vgs - Vth onde Vds é a tensão entre dreno e
fonte.

O transístor é ligado, e o canal que é criado permite o


fluxo de corrente entre o dreno e fonte. O MOSFET
opera como um resistor, controlado pela tensão na
comporta. A corrente do dreno para a fonte é ,

• Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs -


Vth

O transístor fica ligado, e um canal que é criado


permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte.
Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na
comporta, uma parte do canal é desligado. A criação
dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). A
corrente de dreno é agora relativamente independente
da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é
controlada somente pela tensão da comporta de tal
forma que ,
Em circuitos digitais, os MOSFETs são usados somente em
modos de corte e de triodo. O modo de saturação é usado
mais em aplicações de circuitos analógicos.

O transistor MOSFET é usado no PC, este tipo de


transistor é usado como regulador de voltagem da placa-
mãe, que tem como objetivo baixar a tensão de
alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na
tensão requerida pelo processador e demais circuitos
conectados à placa-mãe, como memória, chipset, etc.

MOSFET

O MOSFET tipo N- NMOS consiste de um substrato P no


qual se incrustam duas regiões N, com uma camada
metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT
tipo P -PMOS - temos substrato N e duas regiões P),
conforme figura 3-14.
3-15 MOSFET em condução

Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado, pois


há uma descontinuidade entre as duas regiões N. Com
tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato,
preenchendo a área descontínua com outra região N (figura
3-15), o que permite a passagem de corrente da source
para o dreno. Assim, tensão positiva no gate do NMOS
coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no
gate do PMOS).

Observe-se que, ao contrária do JFET, o MOSFET


"normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para
entrar em condução.

3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS

O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de


incremento, cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a)
NMOS (b) PMOS. A nova região formada para condução é
oposta à do substrato (N e P ou P e N)

Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de


depleção entre elas, cujo tamanho dependerá da tensão no
substrato e determinará a condutância no canal. Por esse
motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate
e é feito um eletrodo para sua ligação.
3-17 símbolo do MOSFET de
depleção (a) NMOS (b) PMOS

O MOSFET de depleção é fabricado com a região de


descontinuidade já preenchida, de modo que sem
aplicação de sinal externo há condução. A região de
depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por
aplicação de polarização inversa no gate, tal como no
JFET. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura
3-17, sendo (a) canal N e (b) canal P. A única diferença do
símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando
substrato a dreno e source.

3-18 símbolo simplificado do


MOSFET (a) NMOS (b) PMOS

Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada


na figura 3-18- (a) NMOS (b) PMOS, sendo bastante
usada. Não é feita distinção entre modos de depleção ou
incremento e sobre substrato.
3-19 chaveamento com dois FETs

Uma das configurações mais comuns de MOSFET,


especialmente na fabricação de microprocessadores, é
mostrada na figura 3-19. Temos dois transistores de
depleção, T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1
"load" (carga). Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2
conduz, praticamente aterrando o output (nível 0), o que
por sua vez corta T1. Com input=0 T2 entra em corte, não
havendo sinal no output e no gate de T1, provocando sua
condução (FET de depleção conduz sem sinal externo), e
daí a output= 1. Veja que a fonte de alimentação nunca
está conectada ao terra, tornando o consumo de energia
muito baixo.

TESTE DO MOSFET

• Pegue um MOSFET.
• Posicione a chave seletora na escala X1.
• Coloque a ponta de prova preta no D.
• Coloque a ponta de prova vermelha no S, o ponteiro
do multímetro não deverá deslocar, permanecendo
em repouso.
• Retire a ponta de prova preta do D e coloque a
mesma no G, mantendo a ponta de prova vermelha
fixa no S.
• Agora retorne a ponta de prova preta para o D.
Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca
marcando uma resistência ôhmica.
• Para desarmar o MOSFET, basta curtocircuitar seus
terminais, veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e
a maneira de curtocircuitar seus terminais para
desarma-lo. ATENÇAO: o objetivo de desarmar o
MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável,
ou seja, ao encostar as pontas de prova nos terminais
D e S o ponteiro não deve deslocar, só quando
polarizado pelo G.
Curtucircuitando o
MOSFET para
desarma-lo

G = Gate.
D = Dreno (saída de tensão)
S = Fonte (entrada de tensão)

DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do


multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de
prova nos seus terminais.
MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote
a dica: ...................................................
.............................................
MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro
desloca marcando uma resistência.
SCR

SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou


Retificador Controlador de Silício. O SCR é um dispositivo
semicondutor de 4 camadas cuja estrutura, aparência e
símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo.
A (anodo)
A

(Gate) G

C ou K C
(catodo)

ESTRUTURA SÍMBOLO

A estrutura indicada se for decomposta, pode ser


considerada como sendo dois transistores de dopagens
diferentes, NPN e PNP, ligados de forma indicada no
esquema que é mostrado abaixo:

Anado
A

Gate
G
PNP

NPN

Catodo
C

Temos então o que se denomina de uma chave


regenerativa. Levando-se em conta a analogia com os
dois transistores, ficará fácil entender o princípio básico
de funcionamento deste componente.
Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o
cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em
série com o componente uma carga. Nas condições
indicadas nada acontece, pois o componente não conduz
corrente alguma.
Se, no entanto, aplicarmos um pulso positivo de curta
duração à comporta (gate) do SCR, este será polarizado no
sentido de saturar o transistor NPN que então conduz
fortemente a corrente.
Ora, a corrente de coletor do transistor NPN é
justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido
de saturá-lo.
Temos, então, também a condução do transistor PNP
fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo.
Ao mesmo tempo, porém, flui uma corrente pelo
coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a
que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN, ou
seja, ele realimenta o circuito.
Para desligar o circuito é preciso interromper a
corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de
duas maneiras:
c) Desligando a alimentação por um período de
tempo;
d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo.
Veja que ao conduzir a corrente, o SCR comporta-se
como um diodo, pois ela só pode fluir de seu ânodo para o
cátodo. Isso significa que se usarmos o SCR em um
circuito de corrente alternada, ele só conduzira metade do
semiciclo. Dizemos, então, que se trata de um controle de
meia onda.
Correntes intensas da ordem de vários ampères
podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito
fracos.
Para um tipo comum, como os SCRs da série 105
(TIC 106, MCR 106, C106, etc.) bastam aproximadamente
200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode
então conduzir correntes de até 3,2 ampères tipicamente
ou até mais.
Os SCRs podem então ser usados como dispositivos
de controle de potência e até mesmo osciladores por estas
características importantes deste tipo de componente.
Tensão máxima é quando o SCR está desligado, ele
fica praticamente submetido a tensão de alimentação do
circuito. No caso da rede de energia isso significa o valor
de pico. Assim, um SCR para a rede de 110V deve
suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V.
Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando
está ligado, sendo este valor expresso em ampères.
Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do
SCR quando ele estiver polarizado inversamente, ou seja,
o ânodo negativo em relação ao cátodo, pois isso pode
queimá-lo.

TESTE DO SCR.

• Posicione a chave do multímetro na escala X1.


• Faça o ajuste de Zero.
• Coloque a ponta de prova vermelha no catodo.
• Coloque a ponta de prova preta no anodo.
• O ponteiro deverá permanecer em repouso.
• Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e
Catodo, arraste a ponta de prova preta lentamente
sem retira-la do anodo até encostar no Gate,
(chamamos isto de polarizar) neste momento o
ponteiro do multímetro deslocará.
• Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la
do Anodo, observe que o ponteiro do multímetro
permanece estacionado marcando resistência. Isto
indica que o SCR está bom.

ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha


e a preta, não devem ser retiradas dos terminais Anodo e
Catodo, caso contrário não é possível saber se o SCR está
armando (bom).

Catodo
20
Anodo TIC 226

6
Gate

TIC 226

TIC 226

X10K
TIC 226
X1K
X10
X1 C G
A
Símbolos
C A

Espero de coração que essa Apostila te ajude


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