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A responsabilidade do trabalho grupal

Uma das 70 especialidades científicas da Conscienciologia, que se dedica ao estudo das


relações ou princípios de causa e efeito atuantes na evolução da consciência, quando
centrados no grupo evolutivo, é a Grupocarmologia. Inserida nesta especialidade,
encontra-se a amizade que pode ser definida como uma relação afetiva construída por
afinidades que unem duas ou mais consciências.

Por Andréa Nascimento*


Uma das 70 especialidades científicas da Conscienciologia, que se dedica ao estudo das
relações ou princípios de causa e efeito atuantes na evolução da consciência, quando
centrados no grupo evolutivo, é a Grupocarmologia. Inserida nesta especialidade,
encontra-se a amizade que pode ser definida como uma relação afetiva construída por
afinidades que unem duas ou mais consciências.

No grupo evolutivo multidimensional do Intercampi, existe um ciclo de amizades


construído a partir da afinidade às idéias da Conscienciologia. Neste sentido, cada
voluntário, além de ter seu grupo familiar e de amigos em diversos contextos da sua
vida pessoal e profissional, também se une e interage num grupo evolutivo, que tem
como objetivo em comum o desenvolvimento de um trabalho em prol da auto-evolução
e da evolução de outras consciências.

Não mais centrados em si mesmos ou na sua família nuclear, os integrantes do grupo de


evolução analisam, planejam, refletem, estudam e organizam os meios de melhor
assistir as consciências no seu processo evolutivo. A partir daí, os laços conscienciais,
construídos nas várias existências, começam a ser identificados durante a convivência e,
com a constante geração consensual de pensenes (pensamentos, sentimentos e energias),
o que indica um maior grau de responsabilidade na realização das tarefas,
principalmente as relacionadas à evolução consciencial.

Diante disto, os compromissos firmados pelo grupo antes de seus componentes


renascerem nesta vida intrafísica, cada vez mais, tornam-se de responsabilidade grupal ,
o que pode gerar vários problemas se o grupo não trabalhar a tarefa do esclarecimento, a
criticidade, o discernimento, o binômio admiração - discordância, o desenvolvimento da
coragem, de uma auto-estima sadia e de outras atitudes consideradas acolhedoras ,que
podem ser bem - vindas e necessárias no processo de manutenção do mesmo.

Cada consciência pode desenvolver um olhar diferenciado aos grupos do qual faz parte,
procurando respeitar o nível de evolução das consciências que os integram e,
consequentemente, ampliando a percepção quanto ao tipo de relacionamento que se
vivencia em cada um deles, bem como observando a atuação de cada integrante no
grupo, o que já indica o desenvolvimento de seu nível de maturidade consciencial ,
facilitando, desse modo, a sua própria convivência e interação nos grupos de pertença.

Diante disto, as consciências que se integram num grupo evolutivo e doam parte do seu
tempo multidimensional à assistência às consciências em diferentes níveis de evolução
querem mais é aprender a conviver de maneira sadia, facilitar a interação e realização
das atividades programadas no e para o grupo de evolução, de modo a desenvolver uma
assistência cada vez mais ampla à humanidade e à para-humanidade. Neste sentido,
essas consciências parecem indicar, com esse comportamento, um maior entendimento
quanto aos assuntos relacionados à Grupocarmologia, porque essas consciências não
querem mais só beneficiar a si mesmas ou ao seu grupo familiar, querem ampliar os
benefícios às consciências no geral.

Assim, o desenvolvimento de pesquisas sobre as relações ou os princípios de causas e


efeitos que permeiam a evolução em grupo é de fundamental importância para
promover o aprendizado de seus integrantes, através de acertos e erros que emergem nas
mais diversas situações de convivência. Portanto, independentemente dos problemas
que vão sempre existir em todo e qualquer grupo, o importante é aprender a assistir as
consciências intra e extrafísicas, afinizadas ou não, de modo a desenvolver e ampliar os
laços afetivos que caracterizam uma amizade.
*Pedagoga. Pesquisadora e Voluntária do Intercampi
andrea.03@ig.com.br
02/03/2011.
http://www.araraquara.com/opiniao/artigos/2011/03/02/a-responsabilidade-do-trabalho-
grupal.html