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CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE EM CRISE

Informações Gerais:

 agitação psicomotora; ESTUDAR:


 alteração de humor;
 pensamento alterado (lógica alterada – há uma lógica, mas diferente - psicose (leitura diferente da realidade na
do comum: exemplo do branco – passa do assunto roupa branca para mesa crise)/neurose (leitura da realidade fica
branca); mantida na crise)
 não saber – falta de percepção/falta algo, não há recurso para lidar - ler Finegans Wake/Ulisses = James Joyce
com a situação;
 alteação da relação com tempo e espaço;
 Ausência;
 “A vida fugindo de você”;
 crise vivencial/do desenvolvimento -> da adolescência ou da vida (ex: gestante); o acolhimento ocorre na UBS.
Existe, mas é diferente da psiquíca/clínica  não patologizar;
 o comportamento ajuda a perceber a crise, mas não pode ser regra (adepto ao nudismo andar nu, não assusta,
mas o idoso que nunca andou dessa modo, deve chamar a atenção;
 Ênfase na prevenção (controle do comportamento): nem todo paciente com diagnóstico psiquiátrico entrará em
crise;
 Excesso do insuportável;
 Ruptura em que há redistribuição brutal das condições de realidade – leitura diferente do mundo externo: algo
se torna perigoso na lógica dele;
 Ato e palavra se opõem: quanto mais preciso atuar, menos consigo dizer; quanto mais digo, menos preciso atuar;

Abordagem da crise: tratamento


 Sintoma  sim, toma: o sintoma é do outro, está relacionado com o outro, com relações, de modo que, lidar com os
sintomas, não requer eliminação radical dos sintomas - o sintoma pode ser o modo de expressão. Sintoma é singular,
subjetivo. Dessa forma, o cuidado tem maior singularidade;
 Manicomial: impositiva, necessidade de controle/tutela, intervenção imediata para remissão de sintomas, o essencial
é a internação e/ou contenção (química, física, biológica), o medicamento é o único ou principal recurso;

Neurose
 Desejo/escolha  recalque (operação que faço levando o desejo do consciente ao meu incosciente  gera conflito (o
resto do que não é realizado, é o que faz sofrer)  conciliação de coisas que estão no inconsciente (somatização,
sonhos, lapsos);
 Não há satisfacão completa  fantasiamos a realidade ideal (devaneio). A fantasia não é suficiente, retornando ao
conflito  aparecendo sintomas  corpo, atos, dissociação, compulsão;
 Crise do eu com o eu mesmo;

Psicose
 Conflito com o externo;
 O delírio é o remendo na fenda do eu com o mundo externo;
 Nome do pai: regula e interdita o ser, aponta o caminho – inconscientemente a família faz isso ao indivíduo (corta o
cordão);
 Foraclusão: não inclusão da norma na psicose – não há entrada do nome-do-pai;
 Construção de bengalas imaginárias para substituir o nome-do-pai: buraco da ausência de significante  o arranjo
para dar conta da crise;
 Linguagem tomada literalmente;
 Vivências de corpo despedaçado;
 Manejo: dispositivos clínicos: acolher (escutar-convidar o outro a falar), vincular, cuidar (cuidados intensivos:
identificar, decodificar as necessidades, fazendo de acordo com estas, e não com de acordo com as possibilidades)/
Projeto terapêutico singular; psicofármacos; contenção (conduta da equipe, menor tempo possível, requer presença
do profissional ao lado todo o tempo);
 Projeto terapêutico singular: construído por todos os trabalhadores. Envolve compreender a situação do usuário e
família; pactuação de metas viáveis com o usuário; estabelecer responsabilidades; reavaliação