Anda di halaman 1dari 2

Agressividade

A autora (livro as faces da violência) inicia a sua proposta informando que o “ser humano” é
agressivo generalizando isso a toda espécie, e ainda relata que muitos podem questionar sobre as pessoas
que não fazem mal a uma mosca, o que dizer dessas pessoas são ou não agressivas? Neste caso ela fala
que tentar entender a agressividade por esta ótica é apenas pelo comportamento e rotulá-la não agressiva é
desconhecer a natureza dos impulsos.
Segundo a ótica psicanalista a agressividade é constitutiva do ser humano e são impulsos
instintivos, geralmente relacionadas a pensamentos, imaginação ação verbal ou não verbal, ou seja, os
impulsos que podem ser manifestados de forma externa ou interna.
Ainda pela ótica da psicanálise o ser humano durante seu desenvolvimento e interação com o meio
que vive acaba absorvendo e internalizando mecanismos de controle deste a infância, mesmo assim a
sociedade tem meios de controle externos tais como as leis, mas parece que a sociedade de alguma forma
esta falhando em criar condições para canalizar os impulsos destrutivos que manifestados geram a
violência.

Violência
segundo a autora a violência é a expressão dos impulsos ou uso desejado da agressividade seja
voluntário (premeditado ou intencional de forma consciente) ou involuntário (irracional a um objeto
substituto), seja de forma externa contra objetos ou pessoas ou internamente sentimentos ou emoções que
causam problemas internos

Fatores determinantes da violência


a autora deia claro que a agressividade não é o único fator que explica a violência, ele mostra que
existem outros fatores que estimulam a violência de diferentes formas dentro da sociedade, tais como a
competitividade desde o ambiente escolar ate mesmo no trabalho,

Expressões da violência
segundo a autora a violência se expressa de diferentes formas em vários ambientes e em níveis
diferentes da sociedade, seja na família na escola ou na rua independente da classe social.

Aspectos da violência na família, escola e na rua


A autora além de criticar o modelo patriarcal da família onde os filhos e a mulher são figuras
submissas ao homem da família ou pai de família, ela informa que além da violência física ou sexual ha
ainda negligências e abandonos, e violência psicológica.
Já na escola parece existir uma violência mais sutil seja no conteúdo ensinado ou na relação entre
educador e educando, as crianças e jovens são tratados como reprodutores do conteúdo aprendido e não
como seres que estão ali para aprender.
Este trato com as crianças ainda se torna mais grave quando elas são moradores de rua, geralmente
são rotulados como “trombadinhas” pequenos delinquentes ou ladrões.

Diferenças entre transgressor infrator delinquente


a autora deixa claro as diferenças entre transgressor, infrator, e delinquente, pois o transgressor é
todo indivíduo que transgride uma regra ou norma estabelecida dentro de um grupo, já o infrator é todo
indivíduo que transgrediu uma norma ou lei tipificada em código para toda sociedade que não tipicadas
como crime, já o delinquente é o indivíduo que cometeu um ou vários delitos (crimes tipificados). Este
último caso a autora destaca um outro autor (M. Foucault livro: vigiar e punir) onde ele destaca que a
investigação de vida e técnicas científicas descobriram que alguns indivíduos são delinquentes apesar e
independentes do delito cometido, ou seja, antes do delito cometido ele já era “delinquente”.

Como superar a violência em nossa sociedade


Documentário ônibus 174

Fala sobre os bastidores do sequestro de um ônibus no rio de janeiro no dia 12 de junho do ano
2000, onde um jovem chamado Sandro foi o protagonista do sequestro, neste documentário foi destacado
vários erros por partes daqueles que estavam envolvidos direta e indiretamente seja repórteres ou policiais,
uma referência importante é que o próprio Sandro diz que foi participante e sobrevivente de outra tragédia
(o massacre da candelária ocorrido em 23 de junho de 1993 no rio de janeiro), neste evento anterior ele era
uma das crianças que sobreviveu ao evento, mas não foi só isso pois o mesmo quando ainda mais novo viu
a mãe ser morta e foi levado a morar com parentes e logo depois fugiu e foi morar nas ruas onde acabou
indo morar próximo a igreja da candelária.
No documentário algumas vítimas do sequestro relataram que ele não tinha a vontade de matar as
pessoas lá, parecia mais querer chamar a atenção da mídia, e em algum momento ele fala sobre a “tia
Yvone” uma mulher que tinha o trabalho social de cuidar de alguma forma das crianças que moram nas
ruas, inclusive em um episódio da “LIGA” da TV bandeirantes sobre o ônibus 174 tem um trecho
entrevistando a Yvone e a Luana que foi uma das vítimas do seguestro.