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Universidade Federal do Pará – UFPA

Instituto de Tecnologia – ITEC
Faculdade de Engenharia Mecânica – FEM

Disciplina: Elementos de Máquinas I

4. EIXOS, CHAVETAS E
ACOPLAMENTOS – PARTE 1

Prof. Sérgio Custódio
engsergiocustodio@gmail.com

Belém – PA
2017
SUMÁRIO
1. Introdução;
2. Conexões e concentração de tensões em eixos;
3. Tensões em eixos;
4. Projeto de eixos;
5. Exercício;
6. Revisão e comentários finais;

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1. INTRODUÇÃO
• Eixos de transmissão são usados em praticamente todas as
partes de máquinas rotativas para transmitir movimento de
rotação e torque de uma posição a outra;
• No mínimo, um eixo tipicamente transmite torque de um
dispositivo de comando (motor elétrico ou de combustão
interna) através da máquina;
• Às vezes, os eixos incluem engrenagens, polias ou catracas, que
transmitem o movimento rotativo via engrenagens acoplantes,
correias ou correntes de eixo a eixo;

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1. INTRODUÇÃO
• O eixo pode ser uma parte integral do acionador, como um eixo
de motor ou eixo manivela, ou ele pode ser um eixo livre
conectado a seu vizinho por algum tipo de acoplamento;
• Os eixos são montados em mancais, em uma configuração bi
apoiada (montagem de sela), em balanço ou saliente,
dependendo da configuração da máquina;

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1. INTRODUÇÃO

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1. INTRODUÇÃO
• No caso dos eixos fixos, os elementos (engrenagens com
buchas, polias sobre rolamentos e volantes) é que giram;
• Quando se trata de eixo-árvore giratório, o eixo se movimenta
juntamente com seus elementos ou independentemente deles;
• Os eixos podem ser Maciços, Vazados, Cônicos, Roscados ou
ranhurados;

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2. CONEXÕES E CONCENTRAÇÃO DE
TENSÕES NOS EIXOS
• Às vezes é possível projetar eixos de transmissão úteis que não
têm variações do diâmetro de seção ao longo de seu
comprimento, mas é mais comum que os eixos tenham um
número de degraus ou ressaltos onde o diâmetro mude para
acomodar elementos fixados, como mancais, catracas,
engrenagens, etc.;
• Chavetas, anéis elásticos, anéis de retenção ou pinos
transversais são frequentemente usados para segurar elementos
fixados ao eixo a fim de transmitir o torque requerido ou para
prender a parte axialmente;
• Cada uma dessas mudanças no contorno contribuirão para
alguma concentração de tensões e isso deve ser incluído nos
cálculos das tensões de fadiga para o eixo;
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2. CONEXÕES E CONCENTRAÇÃO DE
TENSÕES NOS EIXOS

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2. CONEXÕES E CONCENTRAÇÃO DE
TENSÕES NOS EIXOS
• Chavetas e pinos podem ser evitados usando-se o atrito para
fixar os elementos;
• Existem muitos projetos de colares de engaste ou fixação
(ajustes sem chaveta*) disponíveis. Eles apertam o diâmetro
externo do eixo com uma alta força de compressão;
• Ajustes por pressão e de encolhimento também são usados para
esse propósito;

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2. CONEXÕES E CONCENTRAÇÃO DE
TENSÕES NOS EIXOS

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3. TENSÕES EM EIXOS
• O caso mais geral de carregamento de eixo é aquele de um
torque variado e um momento fletor variado em combinação;
• Pode haver cargas axiais também se a linha de centro do eixo
for vertical ou se estiver unida à engrenagem helicoidal ou
cremalheira tendo uma componente de força axial;
• A combinação de um momento fletor e um torque em um eixo
em rotação cria tensões multiaxiais;
• Não é necessário avaliar as tensões de um eixo em cada ponto;
uns poucos locais potencialmente críticos serão suficientes;
• Locais críticos estarão usualmente na superfície externa, em
locais onde o momento fletor é grande, em que o torque está
presente, e onde concentrações de tensão existem;
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3. TENSÕES EM EIXOS
• Tensões axiais serão quase sempre pequenas comparadas às
tensões de momento fletor. Elas são em geral também
constantes, assim contribuem pouco à fadiga.
Consequentemente é aceitável desprezar as tensões axiais
induzidas;
• As tensões podem estar presentes em ambas as componentes
média e alternante. Para análise, é simples o suficiente
combinar os diferentes tipos de tensões em tensões alternante e
média de von Mises;

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3. TENSÕES EM EIXOS

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4. PROJETO DE EIXOS
• A fim de minimizar as deflexões, o aço é a escolha lógica para
o material de eixo por causa do seu elevado módulo de
elasticidade, embora o ferro fundido ou nodular seja também
usado algumas vezes, especialmente se as engrenagens e outras
junções forem integralmente fundidas com o eixo;
• O bronze ou o aço inoxidável é usado às vezes para ambientes
marítimos ou corrosivos;
• Em locais onde o eixo se apoia no mancal, girando dentro de
um mancal de deslizamento, a dureza pode tornar-se um
aspecto relevante. Aço endurecido total ou parcialmente pode
ser a melhor escolha de material para o eixo nesses casos;

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4. PROJETO DE EIXOS
• A maior parte dos eixos de máquinas é feita de aço de baixo ou
médio carbono, obtido por laminação a frio ou a quente,
embora aços-liga sejam também usados quando se precisa de
sua alta resistência;
• Os aços laminados a frio são mais usados para eixos de
diâmetros menores (< de 3 in em diâmetro), e os laminados a
quente, para tamanhos maiores;

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4. PROJETO DE EIXOS
• Algumas regras gerais para o projeto de eixos podem ser
enunciadas como segue:
1. Para minimizar as tensões e deflexões, o comprimento do
eixo deve ser mantido o menor possível e os trechos em
balanço, ser minimizados;
2. Uma viga em balanço terá uma deflexão maior que uma viga
biapoiada para o mesmo comprimento e as mesmas carga e
seção transversal, de modo que se deve usar a viga biapoiada,
a menos que o uso do eixo em balanço seja ditado por
restrições de projeto;
3. Um eixo vazado tem um razão melhor de rigidez/massa
(rigidez específica) e frequências naturais mais altas que
aquelas de um eixo comparavelmente rígido ou sólido, mas
ele será mais caro e terá um diâmetro maior. 16
4. PROJETO DE EIXOS
4. Tente colocar concentradores de tensão longe das regiões de
grandes momentos fletores, se possível, e minimize seu efeito
com grandes raios e aliviadores de tensão;
5. Se a principal preocupação é minimizar a deflexão, talvez o
material mais indicado seja o aço de baixo carbono, porque
sua rigidez é tão alta quanto aquela de aços mais caros, e um
eixo projetado para pequenas deflexões tenderá a ter tensões
baixas;
6. As deflexões nas posições de engrenagens suportadas pelo
eixo não devem exceder cerca de 0,005 in, e a inclinação
relativa entre os eixos da engrenagem deve ser menor que
cerca de 0,03°;

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4. PROJETO DE EIXOS
7. Se forem usados mancais planos (de luva), a deflexão do eixo
ao longo do comprimento do mancal deve ser menor que a
espessura da película de óleo no mancal;
8. Se forem usados mancais de rolamento não autoalinhantes, a
inclinação do eixo nos mancais deve ser mantida menor que
aproximadamente 0,04°;
9. Se estiverem presentes cargas axiais de compressão, elas
deverão ser descarregadas por meio de um único mancal para
cada direção de carga. Não divida as cargas axiais entre
mancais axiais, pois a expansão térmica do eixo pode
sobrecarregar os mancais;
10. A primeira frequência natural do eixo deve ser pelo menos
três vezes a frequência máxima da carga esperada em serviço,
e preferencialmente muito mais; 18
4. PROJETO DE EIXOS
7. Se forem usados mancais planos (de luva), a deflexão do eixo
ao longo do comprimento do mancal deve ser menor que a
espessura da película de óleo no mancal;
8. Se forem usados mancais de rolamento não autoalinhantes, a
inclinação do eixo nos mancais deve ser mantida menor que
aproximadamente 0,04°;
9. Se estiverem presentes cargas axiais de compressão, elas
deverão ser descarregadas por meio de um único mancal para
cada direção de carga. Não divida as cargas axiais entre
mancais axiais, pois a expansão térmica do eixo pode
sobrecarregar os mancais;
10. A primeira frequência natural do eixo deve ser pelo menos
três vezes a frequência máxima da carga esperada em serviço,
e preferencialmente muito mais; 19
4. PROJETO DE EIXOS
• Para propósitos de projeto, no qual o diâmetro do eixo é a
quantidade desejada, requerendo várias interações;
• Tendo em mente o critério de Goodman, o diâmetro pode ser
expresso em formato de equação;

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5. EXERCÍCIO
1. Projete um eixo para suportar os complementos mostrados na Figura
com um coeficiente de segurança de projeto mínimo de 2,5. Ele deve
transmitir 2 hp (valor médio) a 1725 rpm. O torque e o momento no
eixo variam no tempo de modo repetitivo, isto é, suas componentes
alternantes e média são de igual magnitude. Não há cargas axiais
aplicadas. Pressuponha um fator de concentração de tensão de 3,5
para o degrau nos raios em flexão, 2 para o degrau nos raios em
torção e 4 nas chavetas. Use o aço para obter vida infinita. supondo o
raio do entalhe de 0,01 in.

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO
𝑴𝒎𝑪 = 𝑴𝒂𝑪 = 𝟔𝟑, 𝟗 𝒍𝒃. 𝒊𝒏
𝑴𝒎𝑩 = 𝑴𝒂𝑩 = 𝟑𝟐, 𝟖 𝒍𝒃. 𝒊𝒏
𝑴𝒎𝑫 = 𝑴𝒂𝑫 = 𝟗, 𝟏 𝒍𝒃. 𝒊𝒏

𝑻𝒎𝑪 = 𝑻𝒂𝑪 = 𝟕𝟑, 𝟏 𝒍𝒃. 𝒊𝒏
𝑻𝒎𝑩 = 𝑻𝒂𝑩 = 𝟕𝟑, 𝟏 𝒍𝒃. 𝒊𝒏
𝑻𝒎𝑫 = 𝑻𝒂𝑫 = 𝟕𝟑, 𝟏 𝒍𝒃. 𝒊𝒏

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO

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5. EXERCÍCIO

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6. REVISÃO E COMENTÁRIOS FINAIS
1. Introdução;
2. Conexões e concentração de tensões em eixos;
3. Tensões em eixos;
4. Projeto de eixos;
5. Exercício;

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FIM
Prof. Sérgio Custódio
engsergiocustodio@gmail.com

Belém – PA
2017