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CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISA

EM ECONOMIA E GESTÃO
GOVERNAMENTAL
(CEPEGG) – www.cepegg.com.br

Curso Regular de Macroeconomia

Lista 7 – Modelo IS-LM


Prof. Sérgio Ricardo de Brito Gadelha
12/07/2010

Trata-se de coletânea de exercícios sobre modelo IS-LM cobrados nos principais


concursos públicos e no exame nacional da Anpec.
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SUMÁRIO

1. Seção ESAF...........................................................................................................................................................3
2. Seção Cespe-UnB................................................................................................................................................16
3. Seção Outras Bancas Examinadoras...................................................................................................................23
4. Seção ANPEC.....................................................................................................................................................34
Gabarito ..................................................................................................................................................................46

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1. Seção ESAF

01 - (ESAF/AFC-STN/2000) - Considerando o modelo IS/LM, teoricamente, é possível


identificar alguns casos em que a política fiscal ou política monetária são totalmente
ineficazes no que diz respeito aos seus efeitos sobre o produto. Tais casos são conhecidos
como o "caso clássico" e o "caso da armadilha da liquidez". Pode-se então afirmar que:
a) no "caso da armadilha da liquidez", as alterações nas taxas de juros elevam a
eficácia da política monetária sobre o produto
b) o "caso clássico" refere-se à situação em que se observa desemprego com
abundância de liquidez, com taxas de juros e velocidade-renda da moeda muito
baixas
c) no "caso da armadilha da liquidez", observa-se desemprego com aperto de liquidez,
com taxas de juros e velocidade-renda da moeda altas
d) no "caso clássico", o multiplicador keynesiano funciona plenamente, já que não
ocorrem alterações nas taxas de juros
e) no "caso clássico", uma política fiscal pura não tem qualquer efeito sobre o produto;
já no "caso da armadilha da liquidez", uma política monetária pura é inoperante no
que diz respeito aos seus efeitos sobre o produto

02 - (ESAF/AFC-STN/2000) - Considerando o modelo IS/LM sem a existência dos casos


"clássicos" e da "armadilha da liquidez", pode-se afirmar que:
a) a política fiscal é a mais adequada para se estimular o produto, uma vez que tal
política implica reduções nas taxas de juros
b) tanto um aumento das despesas do governo quanto uma expansão da oferta
monetária causam elevações nas taxas de juros
c) um aumento das despesas do governo ou uma redução dos impostos eleva a renda e
reduz as taxas de juros ao passo que uma expansão da oferta monetária eleva a
renda, mas resulta numa elevação das taxas de juros
d) um aumento das despesas do governo combinado com uma contração monetária
resulta necessariamente, no aumento nas taxas de juros
e) alterações nas taxas de juros só são possíveis com alterações na política monetária

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03 - (ESAF/AFRF-2000) - Considerando o modelo IS/LM com os casos denominados de
"clássico" e da "armadilha da liquidez", podemos afirmar que:
a) No "caso clássico", deslocamentos da curva IS só altera o nível do produto uma vez
que a taxa de juros é fixa.
b) Tanto no "caso clássico" quanto no caso da "armadilha da liquidez", elevações dos
gastos públicos causam alterações no produto. A diferença, entre os dois casos, está
apenas na possibilidade ou não de alterações nas taxas de juros.
c) No caso da "armadilha da liquidez", a política fiscal é totalmente inoperante,
ocorrendo o oposto no "caso clássico".
d) Tanto no "caso clássico" quanto no caso da "armadilha da liquidez", o nível do
produto é dado. A diferença está apenas nos efeitos dos deslocamentos da curva IS
sobre as taxas de juros.
e) O "caso clássico" ocorre quando a demanda por moeda é totalmente insensível à
taxa de juros; já o caso da "armadilha da liquidez" ocorre quando a demanda por
moeda é infinitamente elástica em relação à taxa de juros.

04 - (ESAF/AFCE-CE/TCU/2000) - Qual das políticas abaixo não constitui uma política


monetária restritiva.
a) Aumento da taxa de redesconto paga pelo Banco Central.
b) Venda de títulos governamentais pelo Banco Central no mercado de capitais.
c) Aumento dos depósitos compulsórios dos bancos comerciais.
d) Diminuição da taxa de juros dos empréstimos de liquidez efetuados pelo Banco
Central aos bancos comerciais.
e) Diminuição dos limites quantitativos do redesconto que pode ser efetuado junto ao
Banco Central.

05 - (ESAF/Gestor Governamental/2002) - A interferência do governo, via política fiscal


(pôr exemplo, aumento dos gastos públicos), retirando recursos do setor privado e diminuindo
a participação dos investimentos privados, denomina-se:
a) efeito-preço total
b) efeito-renda
c) efeito-deslocamento
d) efeito-substituição
e) efeito-marginal

06 - (ESAF/Gestor Governamental/2002) - No modelo IS-LM para uma economia fechada,


indique as conseqüências de um aumento dos gastos públicos, coeteris paribus, sobre o
deslocamento da curva IS (IS), sobre a renda real (Y) e sobre a taxa real de juros (i).
a) IS – esquerda; Y – redução e i – elevação
b) IS – direita; Y – elevação e i – elevação
c) IS – esquerda; Y – elevação e i – redução
d) IS – direita; Y – redução e i – redução
e) IS – esquerda; Y – elevação e i – elevação

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07 - (ESAF/Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental/2002) - No
modelo IS-LM um aumento dos gastos públicos (política fiscal expansionista) promove um
deslocamento da curva IS e um aumento da oferta de moeda (política monetária
expansionista) promove um deslocamento da curva LM, respectivamente, para:
a) direita e direita
b) esquerda e esquerda
c) direita e esquerda
d) esquerda e direita
e) baixo e cima

08 - (ESAF/ Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental /2002) - Nos


pontos à __________ da curva ________ há um excesso de ___________ por moeda e, nos
pontos à ____________ da mesma há um excesso de ___________ de moeda.
a) direita - LM - demanda - esquerda -oferta
b) direita - IS - demanda - esquerda - oferta
c) esquerda - LM - demanda - direita -oferta
d) esquerda - IS - demanda - direita - oferta
e) direita - LM - oferta - esquerda – demanda

09 - (ESAF/Analista de Planejamento e Orçamento/2002) - Considere o modelo de oferta e


demanda agregada, supondo a curva de oferta agregada positivamente inclinada e a curva de
demanda agregada derivada do modelo IS/LM. É correto afirmar que:
a) um aumento dos gastos do governo eleva o produto, deixando inalterado o nível geral de
preços.
b) uma elevação da oferta monetária só resulta em alterações no nível geral de preços.
c) uma elevação do consumo agregado não causa impactos sobre o nível geral de preços.
d) uma elevação das exportações tende a elevar tanto o produto agregado quanto o nível geral
de preços.
e) uma redução nos impostos não causa alterações no produto agregado.

10 - (ESAF/AFRF – 2002) - Considere o modelo a seguir, também conhecido como modelo


IS/LM para uma pequena economia aberta com livre mobilidade de capital:

Y = C(Y - T) + I(r) + G + NX(e)


M/P = L(r, Y); Lr < 0 e Ly > 0
r = r*

onde: Y = produto; (Y - T) = renda disponível; C = consumo; I = investimento; G = gastos do


governo; NX = exportações líquidas; e = taxa de câmbio; r = taxa de juros; M/P = oferta de
saldos monetários reais; L(r, Y) = demanda de saldos monetários reais; Lr = derivada parcial
da função demanda de saldos monetários reais em relação à taxa de juros; Ly = derivada
parcial da função demanda de saldos monetários reais em relação à renda; r* = taxa de juros
mundial.

Com base neste modelo, é incorreto afirmar que:

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a) o modelo é compatível com a hipótese de perfeita mobilidade de capital.


b) um aumento dos gastos do governo não exerce influência sobre a renda agregada quando as
taxas de câmbio são flutuantes.
c) os efeitos tanto da política monetária quanto fiscal dependem do regime cambial adotado.
d) no modelo a curva LM é positivamente inclinada.
e) uma expansão monetária exerce influência sobre a renda, se a economia trabalha com um
regime de taxas de câmbio fixas.

11- (ESAF/Analista de Comércio Exterior/1998) - Uma maneira possível de reduzir a "taxa


natural" de desemprego de uma economia seria
a) aumentar o valor do salário mínimo real
b) praticar uma política monetária expansionista
c) praticar uma política fiscal expansionista
d) aumentar o volume de informações sobre oferta e demanda por trabalhadores
e) aumentar o valor dos benefícios do seguro-desemprego em termos reais

13 - (ESAF/AFC/STN-1997) - Com relação ao modelo IS-LM, todas as afirmativas são


verdadeiras exceto
a) o mercado para outros ativos que não a moeda é suprimido pela lei de Walras
b) aumentos na elasticidade renda da demanda por moeda e reduções na
elasticidade juros (em valor absoluto) tornam a curva LM mais inclinada
c) a quantidade que o produto aumenta no diagrama IS-LM é igual à quantidade
que a curva de demanda agregada muda para a direita ao valor de p assumido
no diagrama IS-LM
d) uma IS negativamente inclinada é a condição necessária requerida para a
estabilidade do modelo
e) o modelo é não dicotômico

14 - (ESAF/Gestor Governamental/2002) - A demanda real de moeda é expressa pôr (M /


P) = 0,3 Y – 40 r, onde Y representa a renda real e r a taxa de juros. A curva IS é dada pôr Y
= 600 – 800 r, a renda real de pleno emprego é 400, enquanto o nível de preços se mantém
igual a 1. Indique o valor da oferta de moeda necessária para o pleno emprego.
a) 80
b) 90
c) 100
d) 110
e) 120

15 - (ESAF/Analista de Comércio Exterior/1998) - Para uma economia fechada, os dados


das contas nacionais são:
Y=5000 (produto agregado)
G=1000 (gastos do governo)
T=1000 (total de impostos)

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C=250+0.75(Y-T) (consumo do setor privado)
I=1000-50r (investimentos, sendo r a taxa de juros)

Para esta economia, a taxa de juros de equilíbrio será dada por:


a) 5%
b) 7.5%
c) 10%
d) 15%
e) 17.5%

17 – (ESAF/AFC/STN-2002) - Com base no modelo IS/LM sem os casos “clássico e o da


armadilha da liquidez”, é incorreto afirmar que:
a) um aumento na oferta de M1 eleva o produto.
b) uma política de crédito expansionista reduz as taxas de juros.
c) um aumento nos recolhimentos compulsórios dos bancos não altera o produto.
d) uma elevação dos investimentos privados eleva as taxas de juros.
e) uma redução nos impostos eleva as taxas de juros.

18 – (ESAF/AFC/STN-2002) - Considere as seguintes funções:


i) Y = Y(r, G, A), onde Y = renda e r = taxa de juros; G = gastos do governo; A = outros
componentes da demanda; .Y/.r < 0 e .Y/.G > 0;
ii) Ms = Md (Y, r); onde Ms = oferta exógena de moeda; Md = demanda por moeda; Y =
renda; e r = taxa de juros; .Md/.Y > 0 e .Md/.r < 0.
A notação .Y significa variação de Y; .G variação de G e assim por diante.
Com base nestas informações e supondo que a economia opera abaixo do pleno emprego, é
correto afirmar que:
a) neste modelo, quanto maiores os gastos do governo, menor será a taxa de juros de
equilíbrio.
b) as duas equações descrevem o modelo de oferta e demanda agregada.
c) neste modelo, a curva LM é horizontal.
d) a curva IS pode ser representada pela equação i) e é negativamente inclinada, ao passo que
a curva LM pode ser representada pela equação ii) e é positivamente inclinada.
e) neste modelo, efeitos de uma política monetária expansionista não têm qualquer efeito
sobre o produto.

19 - (ESAF/AFRF/2002) - Com relação ao modelo IS/LM, é incorreto afirmar que:


a) no chamado caso da “armadilha da liquidez”, em que a LM é horizontal, uma elevação dos
gastos públicos eleva a renda sem afetar a taxa de juros.
b) excluídos os casos “clássico” e da “armadilha da liquidez”, numa economia fechada a
elevação dos gastos públicos eleva a renda. Esta elevação, entretanto, é menor comparada
com o resultado decorrente do modelo keynesiano simplificado, em que os investimentos não
dependem da taxa de juros.
c) no chamado caso “clássico”, em que a LM é vertical, uma elevação dos gastos públicos só
afeta as taxas de juros.
d) se a IS é vertical, a política fiscal não pode ser utilizada para elevação da renda.
e) na curva LM, a demanda por moeda depende da taxa de juros e da renda.

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20- (ESAF/AFPS – 2002) - Considere o seguinte modelo (modelo IS/LM):

Equilíbrio no mercado monetário: M/P = L(Y, r);


∆ L/∆ Y > 0 e ∆ L/∆ r < 0

Equilíbrio no mercado de bens: Y = C(Y) + I + G ;


0 < ∆ C/∆ Y <1,

onde: M = oferta de moeda; P = nível geral de preços; L (Y, r) = função demanda por moeda;
Y = renda; r = taxa de juros; C = consumo agregado; I = investimento agregado (exógeno); G
= gastos do governo; ∆ = símbolo que representa “variação”.

Com base nessas informações, é correto afirmar que:


a) uma política fiscal expansionista reduz as taxas de juros.
b) como forma de elevar o produto, a política monetária é mais eficiente do que a política
fiscal.
c) nem a política fiscal nem a política monetária afetam o produto.
d) nesse modelo, a curva IS é horizontal.
e) a política monetária só afeta as taxas de juros.

21- (ESAF/AFPS – 2002) - Considere o modelo IS/LM. Suponha a LM horizontal. É correto


afirmar que:
a) a situação descrita na questão refere-se ao chamado “caso clássico”.
b) uma elevação das exportações não altera o nível do produto.
c) uma elevação dos gastos públicos eleva tanto as taxas de juros quanto o nível do produto.
d) uma política fiscal expansionista eleva o produto, deixando inalterada a taxa de juros.
e) não é possível elevar o nível do produto a partir da utilização dos instrumentos tradicionais
de política macroeconômica.

22 - (ESAF/AFPS – 2002) - Na construção do modelo IS/LM sem os casos clássico e da


armadilha da liquidez, a demanda por moeda:
a) é sempre maior do que a oferta de moeda, uma vez que o equilíbrio no mercado de bens
resulta num produto que é necessariamente menor do que o de pleno emprego.
b) depende somente da renda: quanto maior a renda, maior a demanda por moeda.
c) é sempre menor do que a oferta de moeda, o que garante que a curva LM seja
positivamente inclinada.
d) depende apenas da taxa de juros: quanto maior a taxa de juros, maior a demanda por
moeda.
e) depende da renda e da taxa de juros: quanto maior a renda maior a demanda por moeda, ao
passo que quanto maior a taxa de juros menor a demanda por moeda.

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23 – (ESAF/Analista do Banco Central do Brasil/2002) - Considere o modelo IS/LM com
as seguintes hipóteses:

• ausência dos casos “clássico” e da “armadilha da liquidez”;


• curva IS dada pelo “modelo keynesiano simplificado” supondo que os investimentos não
dependam da taxa de juros.

Com base nestas informações, é incorreto afirmar que:


a) aumento nos investimentos autônomos eleva o produto.
b) uma elevação nas exportações eleva as taxas de juros.
c) um aumento no consumo autônomo eleva o produto.
d) uma política monetária contracionista reduz o produto.
e) uma política fiscal expansionista eleva as taxas de juros.

27 - (ESAF/Analista de Comércio Exterior/1998) - Suponha uma economia em uma


situação de equilíbrio, a partir da qual ocorre uma expansão na oferta monetária. No curto
prazo, os efeitos sobre o nível de produto e a taxa de juros serão
a) menores quanto mais elástica for a curva de oferta agregada
b) maiores quanto mais elástica for a curva de oferta agregada
c) independentes da inclinação da curva de oferta agregada
d) maiores quanto maior for a variação resultante no nível agregado de preços
e) Independentes de variações no nível agregado de preços

28 - (ESAF/AFC-STN/1996) – Suponha que o Congresso decida aumentar os impostos na


tentativa de equilibrar o orçamento. Essa política tem os seguintes efeitos sobre a economia:
(i) se o Banco Central decide manter a oferta de moeda constante, a renda se reduz e a
taxa de juros sobe;
(ii) se o Banco Central decide manter a taxa de juros constante, a renda cai mais do que
proporcionalmente do que cairia se o Banco Central tivesse mantido a oferta de moeda
constante;
(iii) se o Banco Central decide aumentar a oferta de moeda a fim de manter o nível de
renda, a taxa de juros sofre uma subida acentuada.

a) Somente (ii) é verdadeira;


b) Somente (i) é verdadeira;
c) Somente (iii) é verdadeira;
d) (i), (ii) e (iii) são verdadeiras;
e) (i), (ii) e (iii) são falsas.

38 – (ESAF/Analista do Banco Central/2001) – Com relação ao modelo de oferta e


demanda agregada, é incorreto afirmar que
a) Se os preços e salários são fixos no curto prazo, deslocamentos da demanda agregada
afetam o emprego.
b) Uma redução na oferta monetária só afeta o nível de produto se houver alguma rigidez de
preços e salários.

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c) A diferença entre o curto e o longo prazo no modelo é explicada pela rigidez nos preços e
salários.
d) Se os preços e salários são perfeitamente flexíveis, deslocamentos na curva de demanda
agregada tendem a exercer grande influência sobre o produto.

39 - (ESAF/Gestor Governamental/2002) - A demanda real de moeda é expressa pôr (M /


P) = 0,3 Y – 40 r, onde Y representa a renda real e r a taxa de juros. A curva IS é dada pôr Y
= 600 – 800 r, a renda real de pleno emprego é 400, enquanto o nível de preços se mantém
igual a 1. Indique o valor da oferta de moeda necessária para o pleno emprego.
a) 80
b) 90
c) 100
d) 110
e) 120

40 - (ESAF/Analista de Comércio Exterior/1998) - Para uma economia fechada, os dados


das contas nacionais são:

Y=5000 (produto agregado)


G=1000 (gastos do governo)
T=1000 (total de impostos)
C=250+0.75(Y-T) (consumo do setor privado)
I=1000-50r (investimentos, sendo r a taxa de juros)

Para esta economia, a taxa de juros de equilíbrio será dada por:


a) 5%
b) 7.5%
c) 10%
d) 15%

42 – (ESAF/AFRF/2003) - Com relação ao modelo IS/LM, é incorreto afirmar que


a) quanto maior a taxa de juros, menor é a demanda por moeda.
b) na ausência dos casos clássico e da armadilha da liquidez, uma política fiscal expansionista
eleva a taxa de juros.
c) na ausência dos casos clássico e da armadilha da liquidez, uma política fiscal expansionista
eleva a renda.
d) no caso da armadilha da liquidez, uma política fiscal expansionista não aumenta o nível de
renda.
e) quanto maior a renda, maior é a demanda por moeda.

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43 – (ESAF/AFRF/2003) - Considere:

M/P = 0,2.Y - 15.r


Y = 600 - 1.000.r
YP = 500
P=1

onde: M = oferta nominal de moeda; P = nível geral de preços; Y = renda real; Y P = renda real
de pleno emprego; e r = taxa de juros.
Com base nestas informações, pode-se afirmar que o valor da oferta de moeda necessária ao
pleno emprego é de:
a) 80,0
b) 98,5
c) 77,2
d) 55,1
e) 110,

44 - (ESAF/AFRF/2003) - A curva de Demanda Agregada-Inflação (DAI) mostra, para cada


taxa de inflação, o nível do produto de equilíbrio determinado pela análise de renda-demanda.
Um exemplo básico de fator que desloca a curva DAI é a política fiscal. Assinale a opção
incorreta no que diz respeito aos fatores que diminuem a demanda agregada a cada taxa de
inflação, deslocando a curva DAI para a esquerda.
a) Aumento das aquisições do governo.
b) Aumento dos impostos.
c) Diminuição da riqueza.
d) Aumento do pessimismo de empresas ou famílias.
e) Aumento da taxa de juros a cada taxa de inflação.

45 - (ESAF/Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA/2004) - Considere um modelo


de oferta e demanda agregadas supondo as seguintes hipóteses:

• curva de oferta agregada de curto prazo positivamente em decorrência da existência


de rigidez de preços e salários no curto prazo.
• curva de oferta agregada de longo prazo vertical no nível de pleno emprego.
• curva de demanda agregada definida a partir do modelo IS/LM.
• preços e salários flexíveis no longo prazo.

Com base nestas informações, é incorreto afirmar que:

a) na ocorrência de choques de oferta, a autoridade econômica pode-se utilizar de políticas


monetária e fiscal para minimizar os custos do desemprego.
b) o equilíbrio de longo prazo pode ser definido pela interseção entre a curva de demanda
agregada e as curvas de oferta agregada de curto e longo prazo.
c) no longo prazo, a política monetária só altera o nível geral de preços.
d) uma política fiscal expansionista tende a elevar o nível geral de preços no longo prazo.
e) uma política monetária contracionista tende a elevar o nível geral de preços no curto prazo.

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46 - (ESAF/Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA/2004) - Considere o seguinte
modelo com as seguintes equações
(adaptado do livro Macroeconomia, de R. Dornbusch e S. Fischer, 2a. Edição, Ed. McGraw-
Hill):

Y = α.(A - b.i)
i = (1/h).(k.Y - M/P)

onde: Y = produto; A = gastos autônomos; i = taxa de juros; (M/P) = oferta de encaixes reais.

Para que possamos considerar este sistema de equações como o modelo IS/LM, onde a
primeira equação representa o equilíbrio no mercado de bens e a segunda equação o equilíbrio
no mercado monetário:
a) apenas o parâmetro b tem que ser negativo.
b) os parâmetros α, b, h, e k têm que ser todos negativos.
c) apenas os parâmetros α e b têm que ser negativos.
d) apenas os parâmetros h e k têm que ser negativos.
e) os parâmetros α, b, h, e k têm que ser todos positivos.

47 - (ESAF/Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA/2004) - Considerando o modelo


IS/LM, é incorreto afirmar que

a) na ausência dos casos "clássico" e da "armadilha da liquidez", uma política fiscal


contracionista reduz o emprego.
b) no denominado caso "clássico", uma política fiscal contracionista não altera as taxas de
juros.
c) na ausência dos casos "clássico" e da "armadilha da liquidez", uma política fiscal
contracionista reduz as taxas de juros.
d) os impactos da política monetária e fiscal sobre o produto e taxa de juros dependem da
relação entre a demanda por moeda, renda e taxa de juros.
e) se, no modelo, estabelecermos uma relação entre nível geral de preços e produto, podemos
chegar à curva de demanda agregada.

48 - (ESAF/Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA/2004) - Considere as seguintes


informações:

• curva LM: (M/P) = 0,15.Y - 20.r


• curva IS: Y = 800 - 1200.r
• renda real de pleno emprego = 500

Onde: (M/P) = oferta real de moeda; Y = renda real; r = taxa de juros.

Supondo o nível geral de preços P igual a 1, a taxa de juros e o valor da oferta de moeda
necessários para o pleno emprego são, respectivamente,

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a) 0,25 e 70
b) 0,25 e 75
c) 0,30 e 64
d) 0,30 e 75
e) 0,15 e 60

58 – (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2005) - modelo IS/LM sem os


denominados casos clássicos e keynesiano, a demanda por moeda
a) não varia com a renda e com a taxa de juros.
b) não depende da renda.
c) só depende da taxa de juros quando esta taxa produz juros reais negativos.
d) é inversamente proporcional à renda.
e) é inversamente proporcional à taxa de juros.

59 – (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2005) - No modelo IS/LM, é correto


afirmar que
a) no caso keynesiano, a demanda por moeda pode ser expressa de forma semelhante à teoria
quantitativa da moeda.
b) o caso da armadilha da liquidez ocorre quando a taxa de juros é extremamente alta.
c) no caso clássico, a LM é horizontal.
d) o governo pode utilizar a política monetária para anular os efeitos de uma política fiscal
expansionista sobre as taxas de juros.
e) uma política fiscal expansionista aumenta as taxas de juros uma vez que reduz a demanda
por moeda.

60- (ESAF/Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental/MPOG/2005) -


Considere os dois modelos a seguir:
I - modelo keynesiano simplificado
Y=C+I+G
C = C(Y)
II - modelo IS/LM
Y = C(Y) + I(i) + G
Ms = L(Y, i)

Onde Y = produto; I = investimento; G = gastos do governo; i = taxa de juros; Ms = oferta de


moeda; e L(Y, i) = função demanda por moeda. Considerando o nível de preços igual a 1 e
que todas as funções dos dois modelos seguem os pressupostos da denominada “teoria
keynesiana” sem os denominados “casos extremos” do modelo IS/LM, é incorreto afirmar
que:
a) no modelo II, ∆Y/∆ Ms = Ly/(1 - c’), onde Ly é a derivada parcial de L em relação a y.
b) no modelo II, uma política fiscal expansionista eleva o nível do produto; o conseqüente
aumento da renda resulta então numa elevação na demanda por moeda, o que pressiona para
cima a taxa de juros.
c) no modelo II, ∆i/∆Ms < 0.
d) no modelo II, é possível avaliar o denominado efeito “crowding out”.
e) no modelo I, ∆Y/∆G = ∆Y/∆I = 1/(1 - c’).

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96 – (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2008) - Quanto às políticas monetárias e
fiscais, pode-se afirmar que:
a) a ampliação do prazo determinado pelo Banco Central dos pagamentos das assistências
financeiras à liquidez é uma política monetária considerada restritiva.
b) a elevação dos depósitos compulsórios é considerada uma política monetária restritiva.
c) a ampliação da carga tributária é considerada uma política fiscal expansionista.
d) a venda de títulos públicos em poder do Banco Central é uma política monetária
considerada expansionista.
e) a ampliação dos gastos públicos é considerada uma política fiscal restritiva.

97 – (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2008) - Considerando o modelo IS/LM


sem os denominados casos clássicos e da armadilha da liquidez, é incorreto afirmar que:
a) um aumento das aquisições de bens de capital, por parte dos empresários, eleva a taxa de
juros.
b) uma política monetária expansionista reduz a taxa de juros de equilíbrio.
c) o equilíbrio de curto prazo do modelo IS/LM não precisa ser o de pleno emprego.
d) considerando uma função consumo linear do tipo C = C0 + α.Y, com 0 < α < 1, um
aumento de C0 reduz a taxa de juros.
e) uma política fiscal contracionista reduz a taxa de juros.

98 – (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2008) - Considere o modelo IS/LM e o


de oferta e demanda agregada. Supondo que a curva de oferta agregada de curto prazo é
positivamente inclinada, é correto afirmar que:
a) a partir do equilíbrio de longo prazo, no modelo de oferta e demanda agregada, um
aumento da base monetária eleva a taxa de juros e reduz o nível de atividade econômica no
curto prazo.
b) é possível construir, com o modelo IS/LM, uma teoria para a demanda agregada. A partir
dessa teoria, pode-se avaliar os efeitos, por exemplo, de uma política monetária expansionista
no modelo de oferta e demanda agregadas.
c) no equilíbrio de longo prazo, um aumento da demanda agregada não provoca inflação.
d) a partir do equilíbrio de longo prazo, uma política fiscal expansionista, quando eleva o
nível do produto de curto prazo, não provoca alterações no nível geral de preços.
e) somente a política fiscal pode elevar o produto de equilíbrio de longo prazo sem causar
inflação.

138 - (ESAF/Analista de Planejamento e Orçamento/MPOG/2008) - A política fiscal pode


ser dividida em duas grandes partes: a política tributária e a política de gastos públicos. No
que se refere à política fiscal, assinale a única opção incorreta.
a) Quando o governo aumenta os gastos públicos, diz-se que a política fiscal é expansionista.
b) Os gastos do governo podem ser divididos em dois grandes grupos: despesas correntes e as
de capital.
c) A política fiscal será expansionista ou contracionista dependendo do que o governo está
pretendendo atingir com a política de gastos.
d) O governo também pode atuar sobre o sistema tributário de forma a alterar as despesas do
setor privado (entre bens, entre consumo e investimento, por exemplo) e a incentivar
determinados segmentos produtivos.

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e) As despesas correntes do governo referem-se às despesas que o governo efetua para manter
e aumentar a capacidade de produção de bens e serviços no país (construção de escolas e de
hospitais, por exemplo).

139 - (ESAF/Analista de Planejamento e Orçamento/MPOG/2008) - Com relação à


política monetária, identifique a única opção incorreta.
a) A política monetária apresenta maior eficácia do que a política fiscal quando o objetivo é
uma melhoria na distribuição de renda.
b) Se o objetivo é o controle da inflação, a medida apropriada de política monetária seria
diminuir o estoque monetário da economia, como, por exemplo, o aumento da taxa de
reservas compulsórias (percentual sobre os depósitos que os bancos comerciais devem colocar
à disposição do Banco Central).
c) A política econômica deve ser executada por meio de uma combinação adequada de
instrumentos fiscais e monetários.
d) Uma vantagem, freqüentemente apontada, da política monetária sobre a fiscal é que a
primeira pode ser implementada logo após a sua aprovação, dado que depende apenas de
decisões diretas das autoridades monetárias, enquanto que a implementação de políticas
fiscais depende de votação do Congresso.
e) A política monetária refere-se à atuação do governo sobre a quantidade de moeda e títulos
públicos.

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2. Seção Cespe-UnB

16 – (Cespe-UnB/Consultor do Senado Federal – Economia – Política Econômica – 2002)


1. No Brasil, a indexação das faixas de renda para o imposto de renda de pessoa física
(IRPF), ao reduzir o imposto pago pelos contribuintes, aumenta a demanda pôr bens e
serviços e desloca, assim, a curva IS para a esquerda.
2. A curva LM é ascendente porque, quanto mais elevado for o nível de renda, maior será a
demanda pôr saldos monetários reais, e, portanto, maior será a taxa de juros de equilíbrio.
3. As políticas fiscais e monetárias constituem importante instrumento da ação do governo
para a estabilização econômica. No longo prazo, políticas monetárias expansionistas são
inoperantes porque se traduzem em um nível de preços mais elevado, de forma a garantir
o equilíbrio no mercado monetário.
4. Os monetaristas, assim como os novos clássicos, acreditam que as flutuações econômicas
devem-se à adoção de políticas fiscais e monetárias inapropriadas.
5. Ocorre o efeito deslocamento (crowding out), quando o aumento dos gastos públicos
eleva a renda, desloca a demanda de moeda para a direita, aumenta a taxa de juros e reduz
o investimento.
6. A respeito do modelo IS-LM, os estudos econométricos demonstram que o modelo possui
pouca utilidade, já que na prática ele é incapaz de caracterizar o comportamento
observado das principais variáveis econômicas, constituindo-se apenas em instrumento
útil para fins didáticos.
7. A inclinação da curva IS depende da propensão marginal a poupar, sendo que quanto
maior for essa propensão, menor será a inclinação da referida curva.
8. A elasticidade da demanda de moeda em relação à taxa de juros afeta o grau de eficácia da
política monetária e da política fiscal.
9. A elasticidade do investimento em relação a taxa de juros afeta apenas o grau de eficácia
da política fiscal, mas não tem efeito sobre o grau de eficácia da política fiscal.
10. O financiamento do déficit fiscal apenas mediante venda de títulos do governo torna a
política fiscal menos efetiva no controle da demanda agregada do que se fosse feito
mediante a expansão da oferta de moeda.
11. O multiplicador de gastos é sempre maior em uma economia aberta do que em uma
economia fechada.
12. Com relação ao financiamento dos déficits orçamentários, se uma mudança em G ou T
tem caráter anti-cíclico, é desejável que seja financiada pela emissão de moeda em vez de
títulos públicos, já que esses últimos podem causar o deslocamento – crowding out – do
gasto privado.
13. Com base no efeito Fisher, pode-se afirmar que a taxa real esperada de juros, e a taxa de
crescimento do PIB, não são afetadas pôr uma variação do crescimento da oferta de
moeda.
14. De maneira geral pode-se dizer que a política fiscal tem orientação tipicamente de curto
prazo, amenizando os ciclos no PIB real, enquanto a política monetária tem uma
orientação de longo prazo, no sentido de afetar as taxas de juros reais, que tem grande
influência sobre as taxas de crescimento da economia.
15. Uma redução da taxa de juros real, ao diminuir o custo do capital, desloca a função
investimento para cima e para a direita.

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24 – (Cespe - UnB/Economista Júnior – Petrobrás/2001) – As políticas fiscais e monetárias
constituem um importante instrumento de ação do governo para a estabilização econômica.
Acerca desse assunto, julgue os itens seguintes.
1. Na ausência de orçamento equilibrado, o impacto da tributação e das políticas de
transferências sobre a despesa agregada advém do fato de esses instrumentos fiscais, além
de afetarem a renda disponível, terem efeito, também, sobre as taxas de juros.
2. A imposição de um imposto proporcional sobre a renda constitui um exemplo de
estabilizador automático da economia.
3. Quando a curva de oferta agregada é positivamente inclinada, o efeito multiplicador dos
gastos públicos é reduzido.
4. De acordo com a escola das expectativas racionais, se as políticas monetárias forem
completamente antecipadas pelos agentes econômicos, então, elas não afetarão os níveis
de produção de emprego.
5. A visão keynesiana afirma que uma contração na oferta de moeda engendra uma
diminuição nos gastos públicos, contribuindo, assim, para reduzir a demanda agregada.

26 – (Cespe-UnB/Analista Legislativo/Câmara dos Deputados/2002) – O governo,


mediante o uso apropriado das políticas fiscais e monetárias, influencia significativamente o
desempenho da economia. A respeito desse assunto, julgue os itens subseqüentes.
1. Políticas monetárias expansionistas reduzem a taxa de juros, expandem a renda e,
portanto, deslocam para cima e para a direita a curva de demanda agregada da economia.
2. A possibilidade da existência de inconsistência temporal fortalece os argumentos dos
adeptos das políticas fiscais discricionárias em relação àqueles preconizados pelos
defensores de regras fixas na condução da política econômica.
3. O efeito deslocamento (crowding out) se refere à possibilidade de que uma política fiscal
expansionista contribua para expandir o investimento privado.
4. Uma maneira de diminuir os pagamentos de juros ao exterior, no futuro, seria combinar
uma política fiscal contracionista com uma política monetária expansionista.
5. De acordo com os adeptos da escola das expectativas racionais, no longo prazo, os efeitos
de variações não-antecipadas na política monetária provocam aumentos no nível de preço,
mas não alteram o nível de produção.

51 - (Cespe-UnB/Analista de Comércio Exterior/2001) – O governo, mediano o uso


apropriado das políticas fiscais e monetárias, influencia significativamente o desempenho da
economia. Acerca desse assunto, julgue os seguintes itens:

1. No longo prazo, o efeito deslocamento (crowding out) pode reduzir o estoque de


capital, comprometendo, assim, a capacidade produtiva da economia.
2. A decisão de manter o orçamento equilibrado elimina a função contracíclica da
política fiscal.
3. O impacto de uma política fiscal expansionista, mensurado pelo multiplicador da
política fiscal, sobre o nível de equilíbrio da renda será tanto maior quanto mais
elástica for a demanda de moeda em relação à renda.
4. Uma expansão monetária conjugada com um aumento das alíquotas do imposto de
renda das pessoas físicas reduz, inequivocamente, o nível de atividade econômica.

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5. Em presença de armadilha da liquidez, a política monetária é ineficaz para aumentar a
renda nacional.
6. Se a poupança nacional relaciona-se positivamente com a taxa de juros, então um
avanço tecnológico que aumente a demanda de investimento conduzirá a um aumento
da taxa de juros de equilíbrio.

52 - (Cespe-UnB/Analista de Comércio Exterior/2001) – O modelo da oferta e da demanda


agregada constitui um instrumento extremamente útil para a análise das flutuações
econômicas de curto prazo assim como para o estudo dos efeitos econômicos das políticas
fiscais e monetárias. Com referência a esse modelo, julgue os itens que se seguem.

1. Se a função consumo for C = 100 = 0,8(Y – T), em que C, Y e T representem,


respectivamente, o consumo, a renda e a tributação, e se o governo aumentar os
impostos e a despesa pública no mesmo montante, então o nível de renda da economia
não será afetado.
2. De acordo com a teoria da preferência pela liquidez, o aumento das taxas de juros
reduz a quantidade de moeda que as pessoas desejam reter.
3. A teoria keynesiana dos salários rígidos explica porque, no longo prazo, a curva de
oferta agregada é vertical.

53 - (Cespe-UnB/Economista Pleno/2004) – Julgue os itens a seguir, como verdadeiros ou


falsos:

1. Em presença da armadilha da liquidez, a taxa de juros é constante porque a


elasticidade da demanda de moeda com respeito a essa variável (taxa de juros) é nula,
eliminando, assim, os impactos econômicos da política monetária.
2. A função de investimento mostra, para cada nível da taxa de juros de mercado, o valor
total do investimento.
3. A curva de demanda agregada é negativamente inclinada porque preços mais elevados
reduzem as taxas de juros reais conduzindo, pois, à contração da produção e dos
investimentos.
4. Políticas monetárias restritivas têm menores impactos sobre o nível de atividade
econômica quando a demanda de moeda é independente da taxa de juros.
5. Os adeptos da teoria keynesiana afirmam que aumentos no estoque monetário podem
conduzir a aumentos da produção e da renda.
6. Se a economia tiver uma curva LM vertical, políticas fiscais expansionistas não
alterarão o nível de atividade econômica e, conseqüentemente, não modificarão a
renda nacional.

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54 – (Cespe-UnB/Técnico Científico – Área Econômica/BASA/2004) - Julgue os itens a
seguir, relativos às políticas fiscais e monetárias, que influenciam significativamente o
desempenho da economia.
1. A melhoria do arcabouço institucional, que garante os contratos e reduz o risco das
transações, por diminuir o custo das empresas, desloca para baixo e para a direita a curva de
oferta agregada da economia, podendo resultar na expansão da produção e da renda.
2. Uma expansão monetária conjugada com o aumento das alíquotas do imposto de renda das
pessoas físicas reduz o nível de atividade econômica.
3. Para determinada economia, maior integração ao mercado internacional de capitais
contribui para fortalecer as instituições financeiras nacionais, conduzindo, assim, ao aumento
da eficácia das políticas monetárias nacionais.
4. Os efeitos da tributação sobre a despesa agregada decorrem do fato de que esses
instrumentos fiscais afetam a renda disponível, deixando, porém, inalteradas as taxas de juros.

55 – (Cespe-UnB/Analista Pleno I – Área Econômica/CNPq/2004) - Julgue os itens a


seguir, como verdadeiro ou falso:
1. De acordo com a abordagem keynesiana, um aumento do estoque monetário conduz à
expansão da demanda agregada porque leva à redução da taxa de juros e, dessa forma,
provoca expansão do investimento planejado.
2. Políticas de restrições de crédito concorrem para reduzir os níveis de consumo e,
portanto, deslocam a curva de demanda agregada para baixo e para a esquerda.

56 – (Cespe-UnB/Economista/FUNCAP/PA/2004) - Julgue o item a seguir, como


verdadeiro ou falso:

Em presença da armadilha da liquidez, a política monetária é ineficaz para aumentar a renda


nacional.

57 - (Cespe-UnB/Economista/SEAD/PRODEPA/2004) – Julgue o item a seguir, como


verdadeiro ou falso:

O Banco Central do Brasil (BACEN) adota uma política monetária de acomodação quando,
no intuito de impedir aumentos da taxa de juros, eleva a oferta monetária em resposta a uma
expansão fiscal.

91 - (Cespe-UnB/Economista/SEAD/PRODEPA/2004)– Julgue o item a seguir, como


verdadeiro ou falso:

A demanda de moeda por motivo de transação relaciona-se positivamente com o nível de


renda e negativamente com a taxa de juros.

99 - (Cespe-UnB/Analista Econômico/IEMA/2007) – Julgue o item a seguir, como


verdadeiro ou falso:

As reduções recentes da taxa de juros implementadas pelo Comitê de Política Monetária


(COPOM) contribuem para aumentar os gastos de investimentos, na economia brasileira.
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100 - (Cespe-UnB/PF Nacional-Escrivão/2004) – Julgue o item a seguir, como verdadeiro
ou falso:

Em razão da existência da armadilha da liquidez, na visão keynesiana, os impactos das


políticas monetárias sobre a taxa de juros e, portanto, sobre os níveis de atividade econômica,
são fortemente acentuados durante os períodos recessivos.

101 - (Cespe-UnB /Analista de Comércio Exterior/MDIC/2008) - Julgue o item a seguir


como verdadeiro ou falso:

No Brasil, quanto mais inelástica for a curva LM e quanto mais acomodatícia for a política
monetária, maior será o impacto expansionista decorrente da ampliação dos programas de
transferência de renda, como o bolsa-família.

102 - (Cespe-Unb/Economista-DFTRANS/2008) - A curva IS (investment saving) mostra as


condições de equilíbrio no mercado de bens e a curva LM (liquidity money) representa o
equilíbrio no mercado de ativos. No que concerne a esses conceitos, julgue os itens seguintes.

(0) Quanto maior for a propensão marginal a consumir, menor será a inclinação da curva IS.
(1) Pontos à direita da curva IS correspondem a situações de excesso de demanda de bens.
(2) Pontos à esquerda e acima da curva LM representam uma situação de excesso de demanda
por moeda.
(3) Implicitamente, a curva LM considera a oferta e a demanda de moeda levando em conta a
lei de Walras do mercado de ativos.
(4) Desconsiderando-se situações extremas, o aumento da oferta de moeda provoca aumento
do investimento e conseqüente aumento da renda da economia.
(5) Na armadilha da liquidez, a curva LM será totalmente horizontal e a política monetária
não terá efeito algum sobre a renda.
(6) O aumento do gasto público faz aumentar a renda e também o investimento privado.

103 – (Cespe-UnB/Economista-UFT/2004) – Julgue o item a seguir, como verdadeiro ou


falso:

Reduções na taxa de redesconto, ao se aumentarem os empréstimos junto ao Banco Central do


Brasil (BACEN), elevam a disponibilidade de crédito, conduzindo, assim, à expansão da
oferta monetária.

104 – (Cespe-UnB/Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA/2008) – Julgue o item a


seguir, como verdadeiro ou falso:
No modelo IS-LM, a magnitude do efeito crowding out de um aumento dos gastos públicos
sobre o investimento privado depende da propensão marginal a consumir sobre a renda
disponível.

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111 - (Cespe-UnB/Técnico Científico – Economia/BASA/2007) - As políticas fiscais e
monetárias influenciam significativamente o desempenho da economia. A respeito desse
assunto, julgue os itens seguintes.

(0) - Déficits públicos que resultem de um declínio no nível de atividade do setor privado
estão associados com níveis mais elevados de inflação, de taxas de juros e de produção.
(1) A recente expansão do mercado acionário brasileiro, sumariada pelos recordes sucessivos
alcançados pelo IBOVESPA, desloca a curva de oferta agregada da economia brasileira para
cima e para a direita, expandindo a produção e reduzindo os preços.
(2) No longo prazo, políticas monetárias expansionistas são ineficazes porque afetam o nível
de preços, porém, não têm efeito sobre o lado real da economia, já que essas políticas não
alteram o produto potencial da economia.
(3) Contrações monetárias utilizadas para mitigar uma crise inflacionária aumentam as taxas
de juros e, conseqüentemente, reduzem os investimentos, porém, elevam a poupança, porque
deslocam a curva de oferta dos fundos emprestáveis para baixo e para a esquerda.

112 - (Cespe-UnB/Analista Econômico/IEMA/2007) - Acerca da economia monetária,


essencial ao entendimento de questões relevantes da economia, julgue os itens que se seguem.

(0) As vendas de títulos públicos por meio de operações de mercado aberto conduzem à
retração da oferta de moeda e, portanto, concorrem para elevar a taxa de juros.
(1) O aumento do custo de detenção da moeda, por reduzir a quantidade de moeda em poder
do público, eleva os depósitos bancários, permitindo, assim, a expansão do crédito.

116 - (Cespe-UnB/Economista/FSCMP/PA/2004) - Julgue o item a seguir, como verdadeiro


ou falso:

Empréstimos lançados pelo governo para financiar o déficit público podem provocar redução
do investimento privado.

117 - (Cespe-UnB/Economista/FSCMP/PA/2004) - Julgue o item a seguir, como verdadeiro


ou falso:

De acordo com a visão keynesiana, uma expansão do estoque monetário aumenta a demanda
agregada porque as taxas de juros diminuem, o que provoca uma expansão do
investimento planejado.

120 - (Cespe-UnB/Analista Pericial – Economia/MPE-TO/2006) - A teoria


macroeconômica envolve o estudo do comportamento e da mensuração dos grandes
agregados econômicos e aborda temas como inflação, desemprego, desequilíbrios externos e
crescimento econômico. Utilizando os conceitos fundamentais dessa teoria, julgue os itens
subseqüentes como verdadeiro (V) ou falso (F).

(0) Segundo a teoria keynesiana, os gastos de consumo não só dependem da variação da renda
corrente mas também são influenciados pela renda futura esperada.

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(1) No modelo de determinação do produto, a poupança corresponde à distância entre a linha
de 45 graus e a função consumo.
(2) Embora a redução no nível de preços eleve as despesas de consumo e de investimento, não
se pode determinar, a priori, o impacto dessa redução sobre a demanda agregada, porque,
simultaneamente, ocorre diminuição das exportações líquidas.
(3) Em resposta à elevação das alíquotas de impostos de renda, há redução do multiplicador
bem como aumento da inclinação no gráfico da função de consumo keynesiana.

127 - (Cespe-UnB/Economista/UFT/2004) – Julgue o item a seguir, como verdadeiro ou


falso:

Mantendo-se a oferta monetária real constante, quando as elasticidades da demanda de moeda


em relação à renda são elevadas, políticas fiscais expansionistas conduzirão à
redução das taxas de juros.

141 - (Cespe-UnB/Analista Administrativo – Ciências Econômicas/ANS/MS/2005) – As


políticas fiscais e monetárias influenciam, significativamente, o desempenho da economia e
afetam a posição das curvas de oferta e de demanda agregada. Com relação a esse assunto,
julgue os próximos itens.

(1) Constitui um exemplo de política fiscal expansionista a decisão da Receita Federal de


aumentar, por medida provisória, o IR e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
para empresas prestadoras de serviços.

(2) Considerando que, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, de 16/3/2005, pesquisa
feita pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) mostra que o índice
de confiança do consumidor (ICC) alcançou 146,4 pontos em março, um recuo de 0,6% em
relação ao índice de fevereiro, que foi de 147,3 pontos, é correto afirmar que, em uma escala
que varia de 0 a 200, ocorre deslocamento da curva de demanda agregada da economia
paulista para cima e para a direita.

142 - (Cespe-UnB/Economista/MDS/2006) - Julgue o item a seguir, como verdadeiro ou


falso:

A elevação dos depósitos compulsórios sobre os ativos financeiros e a criação de


recolhimentos compulsórios sobre crédito restringem a expansão dos agregados monetários e
creditícios e, portanto, constituem formas de tornar a política monetária contracionista.

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3. Seção Outras Bancas Examinadoras

12 - (Economista/BNDES-2002) No modelo macroeconômico do tipo IS-LM, o impacto de


um aumento do montante do gasto público sobre o produto nominal da economia será
(A) tanto maior quanto menor for a propensão marginal a consumir.
(B) tanto maior quanto maior for a sensibilidade do investimento em relação à taxa de juros.
(C) tanto maior quanto mais inclinada for a curva LM.
(D) tanto menor quanto maior for a propensão marginal a consumir.
(E) totalmente anulado pelo decréscimo dos investimentos se a curva LM for vertical.

25– (Adaptado/1999) -No modelo ISLM para uma economia fechada, um aumento na oferta
monetária desloca a(s) função(ões):
(A) LM para a direita.
(B) LM para a esquerda.
(C) IS para a direita.
(D) IS para a esquerda.
(E) IS e LM para a direita.

29 – (Adaptado/2003) - Considere o modelo IS/LM para uma economia fechada. Ocorrendo


uma elevação exógena no nível de investimentos, os efeitos sobre as curvas IS e LM, a taxa
real de juros e a renda real, respectivamente, serão:

Curva IS Curva LM Taxa Real de Renda Real


Juros
a) Desloca-se para a direita Permanece inalterada aumenta aumenta
b)Desloca-se para a direita Permanece inalterada diminui diminui
c)Desloca-se para a esquerda Permanece inalterada aumenta diminui
d) permanece inalterada Desloca-se para a direita diminui aumenta
e) permanece inalterada Desloca-se para a direita aumenta aumenta

30 – (Adaptado/2003) - Leia com atenção o texto abaixo.


“(...) em pouco mais de três meses, a equipe econômica aumentou a taxa de juros básica da
Economia de 25% ao ano para 26,5% e, depois da última reunião do Comitê de Política
Monetária (Copom), anunciou viés de alta, ou seja, o aviso de que pode voltar a elevar os
juros a qualquer momento. Também subiu a meta de superavit primário de 3,75% para 4,25%
do Produto Interno Bruto (PIB) (...)”. O Globo, RJ, 06 abr. 2003.

No que se refere às políticas públicas implementadas, pode-se caracterizá-las como:

Política Fiscal Política Monetária


(A) neutra Expansionista
(B) restritiva Restritiva
( C ) restritiva Expansionista
(D) expansionista Restritiva
(E) expansionista neutra
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31 – (Adaptado/1999) - No modelo de oferta e demanda agregadas, um aumento no nível de
preços e de produto ocorre quando a curva de demanda agregada desloca-se para a
____________, e a curva de oferta agregada é __________ .
(A) direita - vertical.
(B) direita - horizontal.
(C) direita - positivamente inclinada.
(D) esquerda - horizontal.
(E) esquerda - positivamente inclinada.

32 – (Adaptado/2000) - Segundo o modelo IS-LM para uma economia fechada, quais as


conseqüências de um aumento dos gastos públicos, coeteris paribus, sobre o deslocamento da
curva IS, a taxa real de juros e a renda real?

Deslocamento da curva IS para a direita Taxa real de juros Renda real


(A) direita elevação elevação
(B) direita redução redução
(C ) esquerda redução redução
(D) esquerda redução elevação
(E) esquerda elevação redução

33 – (Adaptado/2000) - Suponha que ocorreu um "choque" exógeno de oferta (uma queda


inesperada da safra agrícola, por exemplo). Para manter o nível de produto inalterado, o
governo adota uma política monetária compensatória. Como resultado ocorre um
deslocamento da curva de
(A) oferta agregada para a direita, com conseqüente redução do nível geral de preços.
(B) oferta agregada para a esquerda, com conseqüente elevação do nível geral de preços.
(C) demanda agregada para a direita, com conseqüente elevação do nível geral de preços.
(D) demanda agregada para a esquerda, com conseqüente redução do nível geral de preços.
(E) demanda agregada para a esquerda, com conseqüente elevação do nível geral de preços.

34 – (Adaptado/2000) - A chamada “síntese neoclássica” tem na sua base o modelo IS/LM.


Este modelo origina-se da conhecida reinterpretação do pensamento de Keynes por J. Hicks
no seu texto Mr. Keynes and the Classics: a suggested interpretation, publicado
originalmente em 1937. Os elementos centrais na Teoria Geral de Keynes que NÃO aparecem
no Modelo de Hicks são a:
(A) análise centrada no método do equilíbrio parcial e o papel da incerteza na determinação
do volume de investimentos.
(B) análise centrada no método do equilíbrio geral e os rendimentos crescentes de escala.
(C) relação direta entre a taxa de juros e a eficiência marginal do capital e a relação inversa
entre taxa de juros e taxa de lucro.
(D) hipótese de neutralidade da moeda no curto período e a precificação via mark-up.
(E) hipótese de rendimentos crescentes de escala e a determinação da taxa de juros pela
produtividade marginal do capital.

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35 – (Adaptado/2001) - Observe o seguinte gráfico:

Supondo que ele representa uma economia operando no curto prazo com curva de oferta
agregada (SS) positivamente inclinada, o deslocamento da curva de demanda agregada de
DD0 para DD1 é compatível com
(A) uma política fiscal contracionista.
(B) uma política monetária contracionista.
(C) uma política monetária expansionista.
(D) um choque negativo de oferta.
(E) um choque positivo de oferta.

36 – (Adaptado/2001) - Considere o modelo IS.LM para uma economia fechada e observe o


gráfico abaixo, onde r é a taxa real de juros e y, o produto real.

O deslocamento da curva IS de IS0 para IS1 é compatível com uma


(A) venda de títulos públicos por parte do Banco Central.
(B) redução das alíquotas do imposto de renda das pessoas físicas.
(C) redução “autônoma” do investimento privado.
(D) elevação dos impostos sobre a aquisição de bens de consumo.
(E) expansão inesperada da base monetária.

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37 – (Adaptado/2002) - No modelo IS/LM para uma economia fechada, quais são as
conseqüências, sobre a taxa de juros e a renda, respectivamente, da compra de títulos pelo
Banco Central, tudo o mais permanecendo constante?

Taxa de Juros Renda


(A) redução contração
(B) redução expansão
(C) redução contração
(D) elevação expansão
(E) elevação Sem alteração

105 - (Economista/BNDES/2002) - No modelo macroeconômico do tipo IS-LM, o impacto


de um aumento do montante do gasto público sobre o produto nominal da economia será
(A) tanto maior quanto menor for a propensão marginal a consumir.
(B) tanto maior quanto maior for a sensibilidade do investimento em relação à taxa de juros.
(C) tanto maior quanto mais inclinada for a curva LM.
(D) tanto menor quanto maior for a propensão marginal a consumir.
(E) totalmente anulado pelo decréscimo dos investimentos se a curva LM for vertical.

106 - (NCE/UFRJ – Economista/Eletronorte 2006) Considere o modelo IS-LM. Alterações


na política fiscal que reduzam a demanda por bens e serviços:

a) deslocam a curva IS para a direita;


b) deslocam a curva IS para a esquerda;
c) não afetam nenhuma das curvas;
d) afetam apenas a curva LM;
e) tornam a curva IS horizontal.

107 - (Fundação Cesgranrio/Analista Economista/MP/RO/2005) - No modelo IS-LM/OA-


DA, uma política monetária expansionista levará a uma expansão:

a) na demanda agregada.
b) na oferta agregada.
c) nos gastos do governo.
d) no produto e a uma alta da taxa de juros.
e) no produto seguida de uma queda nos preços.

108 - (NCE/UFRJ – Economista/Eletronorte 2006) - De acordo com a teoria


macroeconômica neo-keynesiana, os seguintes elementos determinariam o nível de
investimento autônomo:

a) expectativas (racionais) e nível de poupança;


b) gastos públicos e nível de transferências;
c) nível de consumo agregado e taxação;
d) eficiência marginal do capital e taxa de juros;
e) nível de investimento pregresso e nível de renda.
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109 - (Fundação Cesgranrio/Analista Economista/MP/RO/2005) - O efeito crowding-out
ou efeito deslocamento total decorre da:
a) expansão dos gastos públicos, mantendo-se inalterado o produto.
b) expansão monetária, mantendo-se inalterado o investimento privado.
c) desvalorização da taxa de câmbio, mantendo-se inalterada a oferta de moeda.
d) redução da taxa de juros, mantendo-se inalterados os gastos públicos.
e) redução dos gastos públicos, mantendo-se inalterado o investimento privado.

110 - (Fundação Cesgranrio/Economista/EPE/2006) - A demanda real de moeda de uma


economia se expressa por M/P = 0,4Y – 40r em que Y iguala a renda real e r, a taxa de juros.
A curva IS é dada por Y = 1000 – 350r. Considerando que a renda de equilíbrio desta
economia é igual a 611,11 e que o nível geral de preços é igual a 1, o valor da oferta de moeda
necessária para que se atinja essa renda de equilíbrio é igual a:
(A) 200
(B) 300
(C) 400
(D) 500
(E) 600

113 - (NCE-RJ/Economista/Ministério da Integração Nacional/2005) - Considere a curva


IS do modelo IS-LM. Alterações na política fiscal que:
(A) aumentem a demanda por bens e serviços deslocam a curva IS para a esquerda;
(B) aumentem a demanda por bens e serviços não afetam a curva IS;
(C) aumentem a demanda por bens e serviços deslocam a curva IS para a direita;
(D) reduzem a demanda por bens e serviços deslocam a curva IS para a direita;
(E) reduzem a demanda por bens e serviços alteram a inclinação da curva IS.

114 - (NCE-RJ/Economista/SESPA/PA/2006) - Aceitando-se a teoria quantitativa da moeda


MV = PY, na qual M indica a quantidade de moeda, V, a velocidade renda da moeda, P, o
nível de preços, Y, a renda, e supondo V constante, a curva de LM desenhada com taxa de
juros no eixo das ordenadas e a renda no eixo das abscissas será:
(A) positivamente inclinada;
(B) negativamente inclinada;
(C) horizontal;
(D) vertical;
(E) parte com inclinação positiva e parte com inclinação negativa.

115 - (Fundação Cesgranrio/Economista/MP/RO/2005) - A política fiscal no modelo IS-


LM será tão mais eficaz quanto:
(A) menor a sensibilidade do investimento à taxa de juros, maior o multiplicador e maior a
sensibilidade da demanda de moeda à taxa de juros.
(B) menor o multiplicador, maior a sensibilidade da demanda de moeda à taxa de juros e
maior a sensibilidade do investimento à taxa de juros.
(C) maior o multiplicador, maior a sensibilidade da demanda de moeda à taxa de juros e maior
a sensibilidade do investimento à taxa de juros.
(D) maior o multiplicador, menor a sensibilidade do investimento à taxa de juros e menor a
sensibilidade da demanda de moeda à taxa de juros.

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(E) maior o multiplicador, sendo que a sensibilidade da demanda de moeda e a sensibilidade
do investimento à taxa de juros não interferem na eficácia da política fiscal.

118 - (NCE/Suporte Técnico Nível Único/IDF/2006) – De acordo com o modelo IS-LM,


uma política monetária expansionista:
(A) manteria a curva LM na sua posição;
(B) deslocaria a curva LM para baixo ou à direita;
(C) deslocaria a curva LM para cima ou à direita;
(D) deslocaria a curva LM para cima ou à esquerda;
(E) levaria a movimentos compensatórios nas curvas IS e LM.

119 - (NCE/Suporte Técnico Nível Único/IDF/2006) – De acordo com o modelo IS-LM,


alterações na política fiscal que:
(A) aumentam a demanda por bens e serviços, deslocam a curva IS para a esquerda;
(B) reduzem a demanda por bens e serviços, deslocam a curva IS para a direita;
(C) reduzem a demanda por bens e serviços, mantêm a curva IS sem deslocamento;
(D) aumentam a demanda por bens e serviços, não alteram a curva IS;
(E) aumentam a demanda por bens e serviços, deslocam a curva IS para a direita.

121 - (Vunesp/Consultor Técnico Legislativo – Economia/CMSP/2007) - Constituem


políticas monetárias expansionistas:
(A) aumento na taxa de redesconto e diminuição das reservas compulsórias.
(B) diminuição na taxa de redesconto e compra de títulos no mercado aberto.
(C) diminuição na taxa de redesconto e venda de títulos no mercado aberto.
(D) diminuição dos impostos e aumento das reservas compulsórias.
(E) diminuição dos impostos e diminuição das reservas compulsórias.

Para responder às questões de números 122 e 123, leia a informação. São dados para uma
economia fechada:
C = 100 + 0,75YD
I = 200 – 2r
G = 100
T = 0,2Y
L = 0,2Y – 5r
M = 80

onde C é o consumo agregado, I o investimento agregado, G são os gastos do governo, T os


impostos, L é a demanda de moeda, M a oferta de moeda, r é a taxa de juros (medida em % ao
ano), Y é a renda agregada e YD é a renda agregada disponível.

122 - (Vunesp/Consultor Técnico Legislativo – Economia/CMSP/2007) - Diante do


exposto, pode-se afirmar que a renda de equilíbrio é
(A) 1 800.
(B) 1 400.
(C) 1 200.
(D) 1 000.
(E) 900.

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123 - (Vunesp/Consultor Técnico Legislativo – Economia/CMSP/2007) - Na mesma
economia, a taxa de juros de equilíbrio é
(A) 15%.
(B) 18%.
(C) 19%.
(D) 20%.
(E) 21%.

124 - (FGV/Fiscal de Rendas/SEFAZ-RJ/2008) - Suponha que as seguintes equações


descrevam o comportamento da economia no curto prazo:

C = 0,8(1 – t)Y
t = 0,25
I = 900-50i
G = 800
L = 0,25Y – 62,5i
M/P = 500

Notação: C é o consumo agregado, t é a taxa de imposto sobre a renda, Y é a renda, I é o


investimento privado, i é a taxa de juros, G é o gasto do governo, L representa a demanda por
moeda e M/P é a oferta de moeda. Dessa forma, pode-se afirmar que a renda de equilíbrio
nessa economia será:
(A) 1.500.
(B) 2.000.
(C) 2.500.
(D) 3.500.
(E) 3.000.

125 - (FGV/Economista Júnior/Potigas/2006) - Sobre as políticas fiscal e monetária,


assinale a alternativa incorreta.
(A) O aumento dos meios de pagamento e da base monetária aumenta o nível de renda.
(B) Uma política monetária antiinflacionária diminui o nível de renda e aumenta a taxa de
juros.
(C) Uma política fiscal antiinflacionária diminui a taxa de juros e o nível de renda.
(D) Uma política fiscal expansiva aumenta o nível de renda e reduz a taxa de juros.
(E) O aumento da oferta de moeda diminui a taxa de juros.

126 - (ESAF/Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil/2009) – Considere o modelo


IS/LM sem os casos clássico e da armadilha da liquidez. É incorreto afirmar que:
a) quanto maior a taxa de juros, menor a demanda por moeda.
b) um aumento da base monetária reduz a taxa de juros.
c) uma política fiscal expansionista reduz a demanda por moeda.
d) quanto maior a renda, maior a demanda por moeda.
e) um aumento dos gastos do governo eleva a taxa de juros.

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128 - (ACEP/Economista/Banco do Nordeste/2006) - Em relação à política fiscal, assinale a
alternativa CORRETA.
A) Procura estimular ou desestimular as despesas de consumo e de investimentos por parte
das empresas e das pessoas, influenciando as taxas de juros e a disponibilidade de crédito.
B) Funciona diretamente sobre as rendas, mediante a tributação e os gastos públicos.
C) É uma medida de política fiscal pura, anti-recessiva, materializa-se por meio de redução
dos gastos do governo e/ou aumento da carga tributária com meios de pagamentos constantes.
D) Por política fiscal, entende-se a atuação do Banco Central para definir as condições de
liquidez da economia.
E) Caso a política fiscal assuma a forma de uma redução dos impostos, seu impacto sobre a
demanda se dará pela diminuição da renda disponível dos agentes.

129 - (ACEP/Economista/Banco do Nordeste/2006) - No modelo IS-LM para uma


economia fechada, um aumento dos gastos do governo desloca a(as) função(ões):
A) IS para a direita.
B) IS para a esquerda.
C) IS e LM para a esquerda.
D) LM para a direita.
E) LM para a esquerda.

130 - (Fundação Carlos Chagas/Analista Judiciário – Economia/TRT 4ª. Região/2006) –


Numa economia fechada em que havia desemprego, o Governo praticou uma determinada
política econômica de curto prazo, que resultou numa elevação simultânea do nível de renda e
da taxa de juros da economia. De acordo com o modelo IS-LM para uma economia fechada,
as medidas praticadas pelo governo representaram uma política:
(A) fiscal expansiva
(B) monetária restritiva
(C) fiscal restritiva
(D) monetária expansiva
(E) de apreciação da moeda nacional.

131 - (Fundação Carlos Chagas/Analista Judiciário – Economia/TRT 4ª. Região/2006) –


É medida de política monetária anti-recessiva:

(A) apreciação da moeda nacional


(B) aumento da taxa de redesconto de liquidez
(C) instituição de taxa de câmbio fixa
(D) diminuição da taxa do depósito compulsório
(E) venda de títulos públicos no mercado aberto

132 - (Fundação Cesgranrio/Analista do Banco Central do Brasil/2010) – Entre as várias


ações do Banco Central que resultam numa política monetária expansionista, NÃO se
encontra a
(A) compra de moeda estrangeira no mercado cambial.
(B) compra de títulos federais no mercado aberto.
(C) venda de títulos federais no mercado aberto.

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(D) redução do percentual de recolhimento compulsório dos bancos ao Banco Central.
(E) redução da taxa de juros dos empréstimos de liquidez do Banco Central aos bancos.

133 - (Fundação Cesgranrio/Analista do Banco Central do Brasil/2010) – Considere uma


economia descrita pelas funções a seguir:

Consumo: C = Co + α ( y − T ) , Co > 0, ( 0 < α < 1)

Tributos diretos: T = To + ty , To > 0, ( 0 < t < 1)

Investimento: I = I o + βy − γr , I o > 0, ( 0 < β < 1), γ > 0

Md
Demanda por moeda: = λy −θr , λ > 0, θ > 0
P

Exportações líquidas: NX = my

Gastos do governo: G = G0

A oferta monetária é exógena e fixada em MS, P é o índice geral de preços; r é a taxa de juros;
y é a renda da economia; C0, T0 e I0 são constantes, sendo que todas as letras gregas são
parâmetros dessa economia e t é a alíquota do imposto de renda.

Nesse contexto, analise as proposições abaixo:

I – O locus IS é: [1 + (α + β + m ) ] y + γr = A0

MS
II – O locus LM é: = λy − θr
P

γ λ  γ  S −1
1
III – A demanda agregada é:  +  y −  M P = A , onde A são os gastos autônomos e
kθ  θ 
k é o multiplicador keynesiano que incorpora o efeito da renda sobre o investimento.

É(São) correta(s) a(s) proposição(ões)


(A) I, apenas.
(B) III, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I, II e III.

134 - (Fundação Cesgranrio/Analista do Banco Central do Brasil/2010) – As seguintes


funções descrevem uma economia:
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C =90 +0.9 y d ;
I = 200 −1000 r
Md
= y −10000 r
P
onde :
C =Consumo
I = Investimen to
d
M
= demanda por moeda
P
P =índice geral de preços , mantido cons tan te ;
y = produto
y d = renda disponível

O imposto de renda é proporcional e corresponde a 1/3 da renda. Os gastos do governo são


iguais a 710 e a oferta monetária é de 500. Sob tais circunstâncias, o governo apresenta um
déficit a ser financiado por uma expansão de moeda. Nessas condições, o multiplicador
monetário e a expansão de moeda são, respectivamente,
(A) 0,15 e 200
(B) 0,2 e 150
(C) 0,25 e 120
(D) 0,3 e 100
(E) 0,35 e 85,71

135 - (NCE-RJ/Economista/MT/2006) - O Modelo IS-LM oferece uma teoria geral:


(A) da demanda agregada e explica duas variáveis endógenas, o nível de preços e o nível de
investimento;
(B) da oferta agregada e explica duas variáveis endógenas, o nível de preços e a taxa de
câmbio;
(C) da oferta agregada e explica duas variáveis endógenas, a oferta monetária e a taxa de
juros;
(D) da demanda agregada e explica duas variáveis endógenas, o nível da renda nacional e a
taxa de juros;
(E) da demanda agregada e explica duas variáveis endógenas, a propensão a poupar e a taxa
de juros.

136 - (NCE-RJ/Economista/MT/2006) - De acordo com o modelo IS-LM, uma política


fiscal expansionista:
(A) é inócua;
(B) desloca a curva IS para baixo e para a esquerda, o que provoca uma redução da taxa de
juros e da renda;
(C) desloca a curva IS para a direita, o que provoca um aumento da taxa de juros e da renda;
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(D) desloca a curva IS para a esquerda, o que provoca um aumento da taxa de juros e da
renda;
(E) desloca a curva IS para a direita, o que provoca uma redução da taxa de juros e da renda.

137 - (Fundação Carlos Chagas/Economista/ARCE/2006) – É medida de política


monetária a ser adotada se o Banco Central quiser reduzir a liquidez da economia:

(A) Elevar a taxa de juros das operações de redesconto.


(B) Promover a valorização da taxa de câmbio real.
(C) Efetuar o resgate de títulos públicos no mercado aberto.
(D) Reduzir a taxa de depósito compulsório.
(E) Promover a venda de divisas estrangeiras no mercado de câmbio.

140 - (Fundação Cesgranrio/Economista/BNDES/2008) - O gráfico abaixo mostra as


curvas IS e LM numa certa economia.

Maiores gastos públicos financiados por novas emissões monetárias


(A) expandiriam a produção e a renda acima de yo.
(B) reduziriam necessariamente a taxa de juros para baixo de io.
(C) reduziriam as importações.
(D) deslocariam a IS e a LM para posições tais como AB e CD.
(E) provocariam, necessariamente, aumento dos preços.

143 - (Fundação Cesgranrio/Economista/MP/RO/2005) – O efeito crowding-out ou efeito


deslocamento total decorre da:
(A) expansão dos gastos públicos, mantendo-se inalterado o produto.
(B) expansão monetária, mantendo-se inalterado o investimento privado.
(C) desvalorização da taxa de câmbio, mantendo-se inalterada a oferta de moeda.
(D) redução da taxa de juros, mantendo-se inalterados os gastos públicos.

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(E) redução dos gastos públicos, mantendo-se inalterado o investimento privado.

4. Seção ANPEC
41 – (ANPEC 2002) - Considere uma economia descrita pelas seguintes equações:
C = 15 + 0,8Yd;
G = 20;
I = 7 – 20i + 0,2Y;
T = 0,25Y,
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sendo C o consumo agregado, Y a renda, Yd a renda disponível, I o investimento privado, i a


taxa de juros, T a arrecadação e G os gastos do governo. Supondo que a taxa de juros seja de
10% (i = 0,1), determine o valor da poupança privada.

49 – (ANPEC 2004) - Considere a seguinte versão numérica do modelo IS-LM:

C = 200 + 0,5 Yd
I = 600 – 2000i + 0,1Y
G = 100
T = 100
X = 200
M = 0,2Yd
d
M 
  = 0,5Y – 800i
 P 
s
M 
  = 275
 P 

em que: C é o consumo agregado, Y é a renda, Yd é a renda disponível, I é o investimento


privado, i é a taxa de juros, T é a arrecadação tributária, G é o gasto do Governo, X representa
as exportações e, M, as importações. Por sua vez, as duas últimas equações representam,
respectivamente, a demanda e a oferta de moeda, ambas em termos reais. Calcule a taxa de
juros de equilíbrio e multiplique o valor encontrado por 100.
50 – (ANPEC 2004) - Considere uma economia aberta descrita pelas seguintes equações
comportamentais:

C = 200 + 0,5Yd
I = 400 + 0,2Y - 2000i
G = 100
T = 100
X = 200 + 0,01Y* + 100ε
Q = 0,1Y - 50ε
Y* = 10000
Em que: C é o consumo agregado, Y é a renda, Yd é a renda disponível, I é o investimento
privado, i é a taxa de juros, T é a arrecadação tributária, G é o gasto do Governo, X representa
as exportações, Q é o total das importações, ε é a taxa de câmbio real e Y* é a renda externa.
Supondo que a taxa de juros seja igual a 5% e que a taxa de câmbio real seja igual a 1, calcule
o produto de equilíbrio e divida o resultado encontrado por 100.

61 - (ANPEC 2005) - No modelo IS–LM:


(0) Excluindo o caso limite da armadilha pela liquidez, o impacto de uma queda nos preços
sobre a demanda será tanto maior quanto mais elástico for o investimento à taxa de juros
real.

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(1) Quando a economia é afetada por choques reais, a volatilidade da renda é menor quando
a autoridade monetária fixa a quantidade de moeda do que quando fixa a taxa de juro.
(2) Caso a elasticidade juro da demanda de moeda seja nula e a elasticidade-juro do
investimento seja infinita, uma expansão monetária alterará apenas a taxa de juro de
equilíbrio, em nada influenciando a renda.
(3) Dados os parâmetros que definem a inclinação da curva LM e a sensibilidade-juros do
investimento, a política monetária será tão mais potente para elevar a renda quanto maior
for a propensão média a poupar da sociedade.
(4) Em uma situação de armadilha da liquidez, a política fiscal é eficaz para tirar a economia
da recessão.

62 - (ANPEC 1993) - A respeito da armadilha da liquidez, responda Verdadeira ou Falsa:


(0) Trata-se de uma situação em que o público está preparado para, a um dada taxa de
juros, reter qualquer quantidade de moeda que lhe for oferecida.
(1) Ela implica que a curva LM é horizontal e que aumentos da quantidade de moeda não
a tiram do lugar.
(2) Ela implica que uma política monetária expansionista - consistindo de compras, com
dinheiro, pelo Banco Central, de títulos do governo em poder do público - tem um
forte efeito de redução da taxa de juros e de aumento do nível de renda.
(3) A crença na sua importância prática é a base para a proposição que a política
monetária não tem efeito sobre a economia.

63 - (ANPEC 1993) - Considerando um modelo do tipo IS-LM, verifique se são Verdadeiras


ou Falsas as seguintes afirmações:
(0) O impacto expansionista da política fiscal, que resulta da operação pura e simples do
mecanismo do multiplicador, é ampliado quando se incorpora as repercussões do
aumento dos gastos públicos sobre o mercado de ativos.
(1) O fenômeno do deslocamento (“crowding out”) do investimento privado pelo público,
ausente na análise da determinação simples da renda via multiplicador, aparece como
uma conseqüência da política fiscal na análise do tipo IS-LM.
(2) Quanto maior a elasticidade-renda da demanda por moeda, maior a inclinação da
curva LM, e portanto, menor a eficácia de uma política fiscal expansionista.
(3) Quanto maior a sensibilidade do investimento à taxa de juros, mais achatada a curva
IS, e menor a eficácia da política monetária para afetar os níveis de renda e emprego.
(4) Se ocorre a armadilha da liquidez, a política econômica torna-se importante para
influenciar os níveis de renda e emprego.

64 - (ANPEC 1994) - A demanda real de moeda se expressa por (M/P) = 0,2Y - 20r, em que
Y representa a renda real e r a taxa de juros. A curva IS é dada por Y = 650 - 1000r, a renda
real de pleno emprego é $500 enquanto o nível de preços se mantém igual a 1. Calcule o valor
da oferta de moeda necessária para o pleno emprego.

65 - (ANPEC 1994) - Assinale se as afirmativas abaixo são verdadeiras ou falsas:

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(0) Quanto maior o multiplicador e maior a elasticidade do investimento em relação à taxa
de juros, mais inclinada será a curva IS.
(1) Quanto menor a elasticidade da demanda por moeda em relação à taxa de juros, mais
inclinada será a curva LM.
(2) Quanto maior a elasticidade-juro da demanda por moeda e menor a elasticidade-juro
da demanda por investimento, menor a eficácia da política monetária.
(3) Abaixo da curva LM, tem-se excesso de oferta de moeda, enquanto acima da curva IS
é uma região de excesso de oferta de bens.

66 - (ANPEC 1995) - Nos termos do modelo IS-LM, indique se as proposições abaixo são
falsas ou verdadeiras:
(0) A política fiscal é relativamente ineficaz quando os investimentos são muito elásticos
à taxa de juros.
(1) A política fiscal é relativamente ineficaz quando a demanda de moeda é relativamente
inelástica à taxa de juros.
(2) A política fiscal é relativamente ineficaz quando os multiplicadores de investimentos e
de gastos do governo forem pequenos.
(3) A política fiscal, por definição, é sempre eficaz.

67 - (ANPEC 1995) - Indique se as proposições abaixo são falsas ou verdadeiras:


(0) A curva de demanda agregada é negativamente inclinada em relação ao nível de
preços porque a elevação deste diminui a oferta real de moeda, o que causa uma
redução da taxa de juros e dos investimentos e, por conseguinte, do produto.
(1) A inclinação da curva de demanda agregada é determinada, entre outros fatores, pela
propensão marginal a consumir.
(2) Se a política monetária fixa meta para a base monetária, a curva LM que ilustra esta
situação deve mostrar a taxa de juros caindo na medida que o produto aumenta, para
manter a demanda de moeda em equilíbrio com a oferta.
(3) A política monetária que tenta estabilizar a taxa de juros faz com que choques
aleatórios na curva IS aumentem a volatilidade das flutuações do produto.

68 - (ANPEC 1996) - Classifique como Verdadeira ou Falsa cada uma das seguintes
afirmativas referentes ao modelo IS-LM em economias fechadas:

(0) A eficácia da política fiscal será tanto maior quanto mais próxima da horizontal for a
curva IS e mais próxima da vertical for a curva LM.
(1) A política monetária será totalmente ineficaz no intervalo da curva LM conhecido como
armadilha pela liquidez.
(2) Um aumento do investimento privado causado por uma redução da taxa de juros
representará um deslocamento da curva IS, enquanto um aumento dos gastos do governo
representará um aumento da renda ao longo da IS.
(3) Quanto maior a sensibilidade do investimento à taxa de juros, mais eficaz poderá ser a
política monetária.
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(4) O crowding-out ocorre devido a uma expansão dos gastos do Governo não acompanhada
por um política monetária também expansionista.

69 - (ANPEC 1997) - Nos termos do modelo IS-LM, suponha que a demanda por moeda
responda positivamente a elevações da riqueza. Levando em consideração a restrição
orçamentária do setor público, indique se as proposições abaixo são falsas ou verdadeiras:
(0) Uma elevação dos gastos públicos financiada por títulos públicos desloca a IS para a
direita e a LM para a esquerda se não for válida a equivalência Ricardo-Barro.
(1) Uma elevação dos gastos públicos financiada por títulos públicos desloca a IS para a
direita e a LM fica parada se for válida a equivalência Ricardo-Barro.
(2) Se for válida a equivalência Ricardo-Barro o multiplicador dos gastos públicos é igual ao
multiplicador do orçamento equilibrado.
(3) Uma operação de mercado aberto produz o mesmo movimento da LM que haveria caso a
demanda por moeda não respondesse a variações da riqueza.

70 – (ANPEC 1998) - Classifique as seguintes afirmações, sobre o modelo IS-LM, como


Verdadeiras ou Falsas:
(0) Quanto menor for a elasticidade-juros da demanda por moeda maior é o efeito sobre o
nível de produto de uma dada expansão monetária.
(1) Quanto menor for a elasticidade-juros da demanda por moeda maior é o efeito sobre o
nível de produto de uma dada expansão do déficit público.
(2) A magnitude do efeito “crowding-out” de um aumento dos gastos públicos sobre o nível
de investimento privado independe da propensão marginal a consumir da renda disponível.
(3) Numa economia com três ativos financeiros - moeda, títulos públicos e títulos privados - a
condição de equilíbrio no mercado monetário é suficiente para garantir o equilíbrio nos outros
dois mercados de ativos financeiros.

As questões 71 e 72 a seguir referem-se ao seguinte modelo IS-LM:

C = 2500 + 08, Yd
I = 1500 − 200 i
Ld = 01
, 0Y − 50i
G = 1200
T = 0,25Y
M
= 800
P

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onde C é o consumo agregado, Yd a renda disponível, I o investimento privado, i a taxa de
juros em %, Ld é a demanda real por moeda, Y é o nível de renda da economia, T a
arrecadação do governo e M/P a oferta real de moeda.

71 – (ANPEC 1998) -- Calcule a taxa de juros de equilíbrio em % da economia.

72 – (ANPEC 1998) - Calcule o valor do multiplicador da política monetária da economia, ou


seja, o efeito do aumento de uma unidade de moeda real sobre o produto.

73 – (ANPEC 1998) - Classifique as seguintes afirmações, sobre a curva de demanda


agregada derivada do modelo IS-LM, como Verdadeiras ou Falsas:
(0) Aumentos no nível geral de preços e reduções na oferta nominal de moeda produzem
efeitos idênticos sobre a curva de demanda agregada.
(1) A inelasticidade do investimento em relação à taxa de juros leva a uma curva de demanda
agregada inelástica, independentemente da especificação da função demanda por moeda.
(2) A teoria quantitativa da moeda gera uma curva de demanda agregada vertical, produzindo
como principal resultado a estabilidade do produto ao nível de pleno emprego.
(3) A introdução de uma relação negativa entre a arrecadação real de impostos e o nível geral
de preços no modelo IS-LM tradicional tende a tornar a curva de demanda agregada mais
inclinada.

74 - (ANPEC 1999) - Assinale se as afirmativas abaixo sobre o modelo IS-LM são falsas ou
verdadeiras:
A) Quanto mais sensível for a demanda agregada à taxa de juros, maior o efeito da política
monetária sobre o produto.
B) Quanto mais sensível for a demanda de moeda à taxa de juros, maior o efeito da política
monetária sobre o produto.
C) Quanto mais sensível for a demanda agregada à taxa de juros, maior o efeito da política
fiscal sobre o produto.
D) Quanto mais sensível for a demanda de moeda à taxa de juros, maior o efeito da política
fiscal sobre o produto.

75 - (ANPEC 1999) - Assinale se as afirmativas sobre o modelo IS-LM com preços flexíveis
são falsas ou verdadeiras:
A) Um aumento temporário dos gastos do governo aumenta o nível de preços e a taxa de
juros sem alterar o nível de produto
B) Uma redução na inflação esperada reduz a taxa de juros.
C) Um aumento na oferta de moeda reduz a taxa de juros e aumenta o nível de produto.
D) Um aumento da oferta de trabalho reduz o nível de preços sem alterar o nível de produto.

76 - (ANPEC 1999) - Com relação à curva de demanda agregada do modelo IS/LM em


economia fechada assinale se as afirmativas abaixo são falsas ou verdadeiras:
A) Uma menor sensibilidade do investimento em relação à taxa de juros torna o produto mais
sensível à alterações no nível geral de preços.
B) Um aumento da elasticidade juros da demanda por moeda torna o produto menos sensível
à alterações no nível geral de preços.

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C) Se incorporarmos uma relação negativa entre consumo e taxa de juros no modelo IS/LM
tradicional, a curva de demanda agregada apresentará maior sensibilidade do produto à
alterações no nível geral de preços.
D) Uma elasticidade infinita da demanda por moeda em relação a taxa de juros torna a curva
de demanda agregada vertical mesmo se incorporamos a existência de uma relação
negativa entre consumo e taxa de juros no modelo IS/LM

77 - (ANPEC 1999) - Considere o diagrama taxa de juros contra renda do modelo IS/LM.
Seja A um ponto sobre a IS, B um ponto abaixo da IS ao longo de uma vertical que passa por
A e, seja C um ponto sobre a IS ao longo de uma horizontal que passa por B. Assinale se as
afirmativas abaixo são falsas ou verdadeiras:

A) Em B há excesso de oferta por bens.


B) Em B o excesso de demanda mede-se pela distância AB.
C) O excesso de oferta é maior do que AB.
D) O excesso de demanda é menor do que AB.

78 - (ANPEC 1999) - A partir de uma situação de equilíbrio no modelo IS/LM as


Autoridades Monetárias elevam a base monetária. Suponha que o ajustamento no mercado de
bens seja lento e, que o Banco Central a cada instante compre toda a oferta excedente de
títulos. Assinale se as afirmativas abaixo são falsas ou verdadeiras:

A) O ajustamento dinâmico ocorre ao longo da LM.


B) Não faz sentido esta dinâmica, pois a identidade de Walras exige equilíbrio nos mercados.
C) O ajustamento ocorre em uma região abaixo da IS e acima da LM.
D) Se o Banco Central não equilibrar o mercado de títulos o ajustamento pode ocorrer ao
longo da LM.

As questões 79 e 80 a seguir referem-se ao seguinte modelo IS-LM:

C = 5 + 0,5 Yd
T = 0,2Y
TR = 2
G = 10
I = 10 - 4i
X =6
M = 0,2Y
L = 0,2Y - 0,5i
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D =5

em que: C - consumo; Yd – renda disponível; Y – renda; T - impostos; TR - transferências


governamentais, isentas de impostos; G - gasto governamental; I - investimento; i - taxa de
juros (em porcentagem); X - exportações; M - importações; L - demanda de moeda; D - oferta
real de moeda.

79 - (ANPEC 2000) - Calcule a renda de equilíbrio

80 - (ANPEC 2000) - Calcule a variação na renda de equilíbrio na hipótese de que a parcela


autônoma do investimento aumente para 18 e a política monetária mantenha a taxa de juros
constante.

81 - (ANPEC 2000) - Indique se as afirmativas são verdadeiras ou falsas. No âmbito de um


modelo IS-LM, com preços dados e economia fechada:
(0) Quanto menor for a elasticidade juros da demanda agregada, maior será o multiplicador
monetário.
(1) Quanto maior for a alíquota do imposto sobre a renda, maior será o impacto de uma
variação do gasto governamental sobre a renda de equilíbrio.
(2) Num ponto situado à direita da curva IS, ocorre investimento involuntário positivo em
estoques.
(3) Se a oferta de moeda tornar-se uma função positiva da taxa de juros, o multiplicador fiscal
terá valor superior ao original.

82 - (ANPEC 2005) - Sendo a demanda de moeda dada por M = P(Y – 0,2i) e a demanda
agregada dada por C + I, em que C = 10 + 0,75Y e I =15 – 0,25i, calcule a soma
das inclinações das curvas IS e LM (juro no eixo vertical e renda no eixo
horizontal).
83 - (ANPEC 2001) - A partir do esquema IS-LM, indique se as afirmações são falsas ou
verdadeiras:
Ⓞ Seja o ponto (Y1, i1), à direita das funções IS e LM. A hipótese de ajuste automático do
mercado de ativos implica que, caso a economia se encontre neste ponto, ocorrerá aumento
imediato da taxa de juros.
① Um aumento do gasto governamental não altera a renda de equilíbrio se a função LM é
vertical pela razão de que, nesse caso, a economia já estaria operando em pleno-emprego.
② Um aumento na alíquota do imposto sobre a renda tem o efeito de aumentar o impacto da
política monetária sobre a renda.
③ O efeito crowding-out do investimento será menor na hipótese de uma variação autônoma
do consumo do que no caso de uma idêntica variação no gasto governamental.
④ Uma diminuição na incerteza em relação à data e ao volume dos desembolsos futuros
determina um deslocamento para a direita da curva LM.
84 - (ANPEC 2001) - Assinale se as proposições abaixo são falsas ou verdadeiras:
Ⓞ Se a função consumo é do tipo C = C(Y) (logo, não há efeito-Pigou) e a função LM é
horizontal, a queda de preços não altera o nível de renda, pois a função demanda agregada
é vertical.
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① Expectativas de aumento de preços afetarão favoravelmente as decisões de investimento,
ainda que a economia opere na armadilha da liquidez.
② Se a propensão dos devedores a gastar a partir de variações da riqueza real é maior do que
a dos credores, a deflação terá, ceteris paribus, efeito depressivo sobre a demanda
agregada.
③ Se a curva de oferta agregada é positivamente inclinada, o efeito sobre a renda de um
aumento do gasto governamental equivale àquele previsto pelo multiplicador fiscal.
④ Seja uma economia com firmas competitivas e função de produção em que o trabalho é o
único fator, Y = F (L), sendo F’ > 0 e F’’ < 0. Supondo salário nominal W constante, a
função de oferta agregada será positivamente inclinada.

85 - (ANPEC 2001) - Sejam:


IS: Y = 2,5[A – 20i]
LM: Y = 450 + 30i
I = 300 – 20i

em que Y é a renda, A é o gasto autônomo, i é a taxa nominal de juros e I é o investimento


privado. A partir de um gasto autônomo inicial de 500, calcule de quanto será o aumento ou
redução do investimento privado que decorrerá de um aumento do gasto autônomo igual a 64.
(Transcreva para a Folha de Respostas apenas o número absoluto).

86 - (ANPEC 2002) - Indique se as proposições são falsas ou verdadeiras:


Ⓞ No modelo IS-LM para economia fechada, com LM positivamente inclinada, quanto
maior for a alíquota do imposto sobre a renda, maior será a queda da taxa de juros
decorrente de um dado aumento na oferta de moeda.
① A relação entre uma variação no gasto governamental e a correspondente variação na
renda de equilíbrio – o multiplicador fiscal – independe dos parâmetros que determinam a
inclinação da curva de oferta agregada.
② Em uma economia fechada em que a função LM seja positivamente inclinada, quanto
maior for a elasticidade do investimento à taxa de juros, maior será o efeito de uma
variação de preços sobre a demanda agregada.
③ Se ocorre uma redução dos juros domésticos, uma apreciação esperada da taxa de câmbio,
ceteris paribus, contribui para manter a condição de paridade não coberta de juros.
④ A curva J mostra como transcorre, ao longo do tempo, o efeito de uma política fiscal
expansionista sobre a balança comercial.
87 - (ANPEC 2002) - Considere o seguinte modelo IS-LM:

C = 3 + 0,9 Y G = 10 M = 6
I = 2 – 0,5 i L = 0,24Y – 0,8 i

em que:
C = consumo agregado G = gastos do governo
Y = renda L = demanda por moeda
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I = investimento M = oferta real de moeda
I = taxa de juros

Determine o valor da renda de equilíbrio.


88 - (ANPEC 2003) - Considere o seguinte modelo IS-LM para uma economia fechada:

C = 200 + 0,8 Yd
I = 75 – 0,25 i + 0,11 Y Em que:
T = 0,20 Y C = consumo agregado T = tributação
G = 200 Yd = renda disponível G = gasto do governo
Md = 0,6Y – 0,2 i I = investimento Md = demanda de moeda
Ms = 100 i = taxa de juros Ms = oferta real de moeda

Com base neste modelo, avalie as proposições:

Ⓞ O valor da renda de equilíbrio é 6.000.


① O multiplicador do gasto autônomo é igual a 1.
② Se a oferta de moeda fosse endógena, o multiplicador do gasto autônomo seria menor.
③ Quando a sensibilidade da demanda de moeda à taxa de juros ( ∂ Md
∂ i ) for igual à
sensibilidade da demanda de investimento à taxa de juros ( ∂I
∂ i ), o efeito sobre a renda
de uma variação na oferta monetária será igual ao efeito de uma variação equivalente no
gasto público.
④ Numa economia aberta, com taxa de câmbio fixa, sem mobilidade de capitais e na qual as
importações dependem da renda, os efeitos tanto da expansão fiscal quanto da expansão
monetária sobre a renda são amplificados.
89 - (ANPEC 2003) - Considerando o modelo IS/LM (assim como seu desdobramento no
modelo de oferta e demanda agregadas), avalie as proposições:
Ⓞ Se as curvas LM e de oferta agregada são positivamente inclinadas e o governo reduz seus
gastos, a taxa de juros e o nível de preços cairão.
① Dado o nível geral de preços, quanto menos inclinada for a curva LM (mais horizontal),
mais eficaz será a política fiscal.
② Se o governo fixar a taxa de juros, a demanda agregada será vertical (suponha que o
efeito-Pigou seja inoperante).
③ Quando uma economia fechada se encontra em pleno-emprego, o aumento dos gastos
governamentais provocará redução equivalente no consumo privado.
④ Dado o nível geral de preços, quanto mais elástico for o investimento privado à taxa de
juros e quanto menos elástica for a demanda de moeda à taxa de juros menos eficaz será a
política monetária.
90 - (ANPEC 2003) - Avalie as afirmações abaixo, relativas ao modelo clássico (também
chamado neoclássico) e ao modelo IS-LM:
Ⓞ Havendo flexibilidade de preços e salários, o modelo clássico do mercado de trabalho
implica pleno-emprego, excluindo portanto a possibilidade de desemprego friccional.
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① No modelo clássico, o conhecimento da função de produção e da oferta de moeda é
condição suficiente para a determinação do produto de pleno-emprego.
② Um deslocamento para a direita da função poupança (no plano S, i), no modelo clássico,
provoca uma redução dos juros. O mesmo ocorrerá no modelo IS-LM, em resposta a um
deslocamento para a esquerda da função poupança (no plano Y, S), desde que a LM seja
positivamente inclinada.
③ Uma curva LM vertical implica que a política fiscal é ineficiente e, portanto, que a curva
de oferta agregada é igualmente vertical.
④ Quanto mais inclinada for a curva de oferta agregada (i.e., mais vertical e mais próxima
da chamada curva de oferta agregada “clássica”), maior será a eficiência da política
monetária.

92 – (ANPEC 2006) - Avalie as afirmativas. No modelo IS-LM:


Ⓞ Quando o Banco Central fixa a taxa de juros, a política fiscal tem efeito nulo sobre a
renda.
① A renda não se altera quando o governo aumenta tributos e gastos na mesma proporção,
tal que o déficit primário fique inalterado.
② Quando a economia é afetada por choques na curva IS, a volatilidade da renda será menor
se a taxa de juros for fixa.
③ Quando a economia é afetada por choques na curva LM, a volatilidade da renda será
menor se a oferta de moeda for fixa.
④ Um aumento da desconfiança em relação ao sistema financeiro (tal que para uma dada
renda e taxa de juros os agentes demandem mais moeda) aumenta a taxa de juros e
diminui a renda de equilíbrio.

93 – (ANPEC 2007) – Considere um modelo keynesiano generalizado para uma economia


competitiva com a seguinte estrutura macroeconômica:

Y = 5N Função de Produção
C (Y ) = 0,5Y Função Consumo
I ( r ) = −r Função Investimento
H (θ, Y ) = θ −Y Transferência líquida de recursos para o
exterior
M P =Y −r Curva LM
W P = 4 +0,25 N

Em que: Y é o nível de produto real; r é a taxa de juros real esperada; θ é a taxa de câmbio
real; M P é a liquidez real; P é o preço recebido pelos produtores; W P é o salário real; N
é o trabalho.

(0) Se M P = 6 e se θ =11 ,5 , em equilíbrio, o produto real será 7 e a taxa de juros real


esperada será igual a 1.
(1) Se M P = 6 e se θ =11 ,5 , o desemprego involuntário será de 2,6 unidades de trabalho.
(2) Se a liquidez real diminuir, o desemprego involuntário também cairá.

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(3) Se a taxa de câmbio real se desvalorizar, o desemprego involuntário aumentará.
(4) Se a produtividade média do trabalho aumentar, o desemprego involuntário se elevará.

94 – (ANPEC 2007) – Com base no modelo IS-LM, avalie as afirmativas:


(0) No caso geral, um aumento de gastos públicos faz com que aumentem o produto e a
demanda de moeda para transações. Isso explica o aumento da taxa de juros, do qual decorre
o crowding-out.
(1) O efeito Pigou é provocado pelo efeito-riqueza dos consumidores que, em situação de
deflação e sob o pressuposto de oferta monetária rígida, resulta em aumento da renda e torna a
curva de demanda agregada menos elástica.
(2) Com taxas de juros muito elevadas e níveis de liquidez baixo demais, o efeito-renda do
aumento dos gastos públicos é nulo.
(3) O efeito crowding-out mostra que o multiplicador de gastos será tanto maior quanto
menos elástica for a curva IS.
(4) É irrelevante o efeito de uma política fiscal sobre o nível de renda quando a taxa de juros
deixa de surtir efeito sobre a compra de títulos.

95 – (ANPEC 2007) – Dado o modelo:

A = 50 + cY − 4r
(M P)
D
= 0,4Y − 4r
Q = 50
X

Q M = 40 + 0,2Y
(M P) = 4
S

Em que: A é a absorção interna; c é a propensão marginal a consumir; Y é o produto real; r é a


taxa de juros; QX representa as exportações e QM as importações de bens e serviços; (M/P)D é a
demanda e (M/P)S a oferta real de moeda; e PMgS é a propensão marginal a poupar.
Determine o produto real de equilíbrio.

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Gabarito

01 – E 11 – D
02 – D 12 – E
03 – E 13 – D
04 – D 14 – D
05 – C 15- A
06 – B 16 – 1.F, 2.V, 3.V, 4.V, 5.V, 6.F, 7.F, 8.V,
9.F, 10.V, 11.F, 12.V, 13.V, 14.F, 15.F
07 – A 17 – C
08 – A 18 – D
09 – D 19 – D
10 – E 20 – E

21 – D 31 – C
22 – E 32 – A
23 – D 33 – C
24 – 1.V, 2.V, 3.V, 4.V e 5.F 34 – A
25 - A 35 – C
26 – 1.V, 2.F, 3.F, 4.V e 5.F 36 – B
27 – B 37 – B
28 – A 38 – B
29 – A 39 – D

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30 – B 40 – A

41 – 15 51– 1.V, 2.V, 3.F, 4.F, 5.V e 6.V


42 – D 52 – 1.F, 2.V e 3.F
43 – B 53 – (1).F, (2).V, (3).F, (4).F, (5).V, (6).V
44 – A 54 - (1).V, (2).F, (3).F, (4).F
45 – E 55– 1.V, 2.V
46 – E 56 – V
47 – B 57 – V
48 – A 58 – E
49 – 25 59 – D
50 – 25 60 – A

61 – (0) V, (1) V, (2) F, (3) F e (4) V 71 – 05


62 - (0) V - (1) V - (2) F - (3) F 72 – 05
63 - (0) F - (1) V - (2) V - (3) F - (4) F 73 - (0) F - (1) V - (2) F - (3) V
64 – 97 74 - (0) F - (1) V - (2) V - (3) F
65 - (0) F - (1) V - (2) V - (3) F 75 - (0) V - (1) (ANULADA) - (2) F - (3) F
66 – (0) V - (1) V - (2) V - (3) F 76 - (0) F - (1) V - (2) V - (3) V
67 – (0) F - (1) V - (2) F - (3) V 77 - (0) F - (1) F - (2) F - (3) (ANULADA)
68 - (0) F - (1) V - (2) F - (3) V - (4) F 78 - (0) F - (1) F - (2) V - (3) V
69 – (0) V - (1) V - (2) V - (3) V 79 – 30
70 - (0) V - (1) F - (2) F - (3) F 80 – 10

81 - (0) F - (1) F - (2) V - (3) V 91 – V


82 – 04 92 – (0) F - (1) F - (2) F - (3) F - (4) V
83 - (0) V - (1) F - (2) F - (3) F – (4) V 93 - 0) V - (1) V - (2) F - (3) F – (4) V
84 - (0) V - (1) V - (2) V - (3) F – (4) V 94 - 0) V - (1) F - (2) F - (3) V – (4) F
85 - 40 95 - 80
86 - (0) V - (1) F - (2) V - (3) V – (4) F 96 – B
87 – 75 97 – D
88 - (0) F - (1) V - (2) F - (3) V - (4) F 98 – B
89 - (0) V - (1) V - (2) V - (3) F - (4) F 99 – V
90 - (0) V - (1) F - (2) F - (3) V - (4) V 100 – F

101 – F 111 – (0) V, (1) F, (2) V, (3) F


102 – (0) V, (1) F, (2) F, (3) V, (4) V, (5) V, 112 – (0) V, (1) V
(6) F

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103 – V 113 – C
104 – V 114 – D
105 – E 115 – D
106 – B 116 – V
107 – A 117 – V
108 – D 118 – B
109 – A 119 – E
110 – D 120 – (0) F, (1) V, (2) F, (3) F

121 – B 131 – D
122 – E 132 – C
123 – D 133 – D
124 – D 134 – B
125 – D 135 – D
126 – C 136 – C
127 – F 137 – A
128 – B 138 – E
129 – A 139 – A
130 – A 140 – A

141 – (1) F, (2) F


142 – V
143 – A