Anda di halaman 1dari 31

CINÉTICA E REATORES

HETEROGÊNEOS

Aula 1

Profa. Dra. Leila Maria Aguilera Campos


CONTEÚDO DA DISCIPLINA

1.Introdução: Visão global da engenharia das reações químicas


2.Catálise heterogênea e adsorção
3.Uso industrial de catalisadores e desativação de catalisadores.
4.Modelagem cinética de reações catalíticas heterogêneas
5.Difusão e reação em catalisadores porosos
6.Reatores catalíticos industriais
INTRODUÇÃO

à Processo químico típico:

Etapas de Etapas de Etapas de


Matérias primas tratamento tratamento tratamento Produtos
físico químico físico

Operações unitárias Operações unitárias


Como projetar um reator?
INTRODUÇÃO

Termodinâmica Mecânica dos fluidos

Cinética química Transferência de calor

Análise econômica Transferência massa

Engenharia das reações químicas


INTRODUÇÃO

à Informações importantes e necessárias para prever o que o reator é


capaz de fazer:

ALIMENTAÇÃO REATOR SAÍDA

ENTRADA
ENTRADA SAÍDA EQUAÇÃO DE
DESEMPENHO
INTRODUÇÃO

PRECISA
CONHECER

EQUAÇÃO DE MODO DE
CINÉTICA
DESEMPENHO CONTATO

+ RÁPIDA + LENTA
INTRODUÇÃO

+ RÁPIDA
• Equilíbrio determinará o que sai do reator

+ LENTA
• Taxa de Reação Química
• Transferência de Calor e de Massa
Equação de Desempenho

SAÍDA = !(𝒆𝒏𝒕𝒓𝒂𝒅𝒂, 𝒄𝒊𝒏é𝒕𝒊𝒄𝒂, 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒂𝒕𝒐)

Comparar diferentes projetos e condições


EQUAÇÃO DE
DESEMPENHO
Aumentar escala para unidades maiores
CLASSIFICAÇÃO DAS REAÇÕES QUÍMICAS

CATALÍTICAS

HOMOGÊNEAS TIPOS DE HETEROGÊNEAS


REAÇÕES

NÃO-
CATALÍTICAS
TAXA DE REAÇÃO

v Variáveis que afetam a taxa de reação:

•Temperatura
SISTEMAS •Pressão
HOMOGÊNEOS
•Composição

SISTEMAS •Transferência de calor e massa


HETEROGÊNEOS
TAXA DE REAÇÃO

234
0 234 Taxa de variação de n =
ri = por unidade de volume de fluido reagente. 25
1 25
0 234
ri = por unidade de massa de sólido em sistemas sólido fluido.
6 25
0 234
ri = por unidade de área interfacial em sistema fluido-fluido ou por unidade de área de
7 25 sólido em gás-sólido.

0 234
ri = por unidade de volume de sólido em sistemas gás-sólido.
1 25
0 234
ri = por unidade de volume do reator, se diferente da unidade de volume do fluido.
18 25
PLANEJAMENTO GLOBAL

Cada reação deve ser tratada individualmente,


pois cada tipo requer o desenvolvimento de
uma série apropriada de equações de
desempenho.
ALGUMAS DEFINIÇÕES

DESATIVAÇÃO

CATALISADOR

CATÁLISE
INTRODUÇÃO À CATÁLISE HETEROGÊNEA

1.Histórico e importância
2. Conceitos fundamentais
HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA
CRONOLOGIA IMPORTÂNCIA
Início à há mais
Usado na fabricação de vinhos, queijos e pão.
de 2.000 anos
Reúne observações anteriores e sugere que a adição de pequenas
1835 à Berzelius quantidades de uma dada substância pode afetar o curso de reações
químicas, devido a uma misteriosa “força catalítica”.
Definiu que catalisadores são substâncias que podem acelerar as
1894 à Ostwald
transformações químicas sem serem consumidos. (Nobel 1909)
Introduziu o conceito de formação de compostos instáveis
1911 à Sabatier
intermediários na superfície do catalisador. (Nobel 1912)

Desenvolveu a teoria da adsorção química, onde a molécula


1915 à Langmuir
adsorvida forma uma interação forte com a superfície. (Nobel 1932)
HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA
CRONOLOGIA IMPORTÂNCIA
Desenvolveu a teoria dos centros ativos, a qual supõe que os átomos metálicos da
1935 à Taylor superfície do catalisador possuem vários graus de insaturação, ou seja, o quão estão
liberados da influência da interação dos átomos vizinhos.
1936 à Cracking
Processo Houdry – 1ª. Unidade Industrial Comercial
Catalítico
Após 1950 à
Boudart; Bind;
Responsáveis pelo desenvolvimento de processos catalíticos que constituem a base
Burwell; Stone;
da moderna indústria química e petroquímica.
Pines; Sinfelt;
Ziegler e Natta
Conversão do metanol em gasolina ( Processo Habil).
Refino de petróleo e petroquímicos – zeólitas.
1985 Desidrogenação – Cr2O3/Al2O3; Fe2O3; ZnO.
Hidrogenação – Ni suportado; Pd suportado; Fe; MgO.
Oxidação – Pd suportado; Pt-Pd; Ag suportado; V2O5 suportado.
HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA
HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA

à Importância científica e tecnológica (impacto social e econômico):

Mais de 80% dos processos


químicos utilizam catalisador em
alguma fase da sua fabricação.
HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA

àImpacto social (produtos obtidos através de processos catalíticos) :


HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA

àImpacto social (produtos obtidos através de processos catalíticos) :


• Geração de empregos e mudanças no estilo de vida
HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA

àÚltimas décadas: catálise se tornou tecnologia crítica para proteção ambiental

Ø Redução de poluentes emitidos no processamento de cargas na indústria


química
Ø Produção de novos materiais sem agredir o meio ambiente
ØAbatimento de poluentes
NOVOS DESAFIOS NA ÁREA DE CATÁLISE

Obtenção de Combustíveis Limpos e de Fontes Renováveis

Síntese de Produtos Naturais

Obtenção de Novos Fármacos e Defensivos Agrícolas


O FENÔMENO DA CATÁLISE

Catalisador: substância que aumenta a velocidade com a qual a reação química alcança o
equilíbrio sem que ela própria se torne permanentemente envolvida na reação.
CATALISADOR
[B]

A à B

CAT1
CAT2
SEM CAT

tempo
t1 t2 t3
CATALISADOR

Acelera a cinética da reação


em relação ao equilíbrio
termodinâmico pela
introdução de um mecanismo
alternativo mais fácil.
TIPOS DE CATÁLISE

Homogênea
•Catalisador está em solução com, no mínimo, um dos reagentes.
•Exemplo: Processo industrial OXO para fabricação do isobutaldeído.

Heterogênea
•Catalisador é um sólido e os reagentes e produtos estão na forma
líquida e gasosa.
•Exemplo: Desidrogenação do ciclo hexano para obtenção do benzeno,
usando Pt sobre alumina como catalisador
TIPOS DE CATÁLISE

Heterogênea
TIPOS DE CATÁLISE

Enzimática

As enzimas atuam como


catalisadores biológicos
(biocatalisadores)
CATÁLISE HETEROGÊNEA

àA catálise heterogênea é a mais comum, devido aos seguintes motivos:


CATÁLISE HETEROGÊNEA
REFERÊNCIAS

• FOGLER, H. Scott. Elements of Chemical Reaction Engineering, 3rd Edition,


Prentice Hall, New Jersey
• LEVENSPIEL, Octave. Engenharia de reações químicas. 3ª ed. Editora Edgard
Blücher. São Paulo, 2000.
• HILL, C. G. Na Introduction to Chemical Engineering Kinetici & Reactor Design.
Editora John Wiley & Soni. New York, 1977.
• Perry & Chilton, Manual de Engenharia Química, 5a edição, Guanabara Dois,
1973.