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j C J'en& cigao- c/& ^ fer Jííu /A er

Amor. Que palavra! Apenas quatro letras! Mas tão pode-


rosas que podem determinar o triunfo ou o fracasso em
nossa vida, em especial na vida da mulher, a quem é atri-
buído o equ ilíb rio do lar, da família.
Como conhecer o segredo de uma vida bemsucedida?
Como melhorar o relacionamento com o homem a quem
você ama? E, acima d e tudo, como estab elece r uma com u-
nhão maior co m o seu S en ho r?
Se estas questões a preocupam ou lhe interessam, este li-
vro é para você. A Dama, Amado e jei i Senhor trata dessas
mu

três dimensões do amor, considerando os três ângulos


fundamentais que compõem os relacionamentos na vida
de uma mulher: o amor a si mesma, o amor ao seu cônjuge
e o amor a D eu s.
Você quer saber o que é necessári o para m anter a s ua iden-
tidade, a atenção de seu amado e o favor do Senhor?
En tão, ab ra este livro e desve nde o seg red o!

VL
T.D. Jakes é fundador e pastor da Potter's Field Church de Dallas.
É auto r de vários livros, alguns do s quais se tornaram bestsellers. Ele, sua

esposa e seus cinco filhos moram em Da llas, EUA.


Âkm,
S eu  m ado e
S e u S enhor
ÂDam a r
r * I

S e u S enho r 4
JÍs/ trê& câmenáãe^y cá^
am or f e m i f w i o

D. J akes
Traduzido por
N ey d Si queira

m
EDITORA MUNDO CRISTÃO
São Paulo
A DAMA, SEU AMADO E SEU SENHOR
.C a tegor ia :C omp or ta me n to /Fa mí l ia

Copyright © 1998 porT. D. Jakes


Publicado srcinalmente por G. P. Putnam’s Sons,e u a .

Título srcinal: The lady, her lover, and her Lord


Gerência de Produção E ditorial: Jefferson Magno Costa
Revisão: Silvia Justino
Lenita Ananias do Nascimento
Diagramação: Editae Ass. de Comunicação
Capa: Douglas Lucas

Os textos das referências bíblicas foram extraídos da versão Almeida Revista e Atualizada, 2a ed. (Sociedade
Bíblica do Brasil), salvo indicação específica.

Dados Internacionais de Catalogação na Publicaç ão (cip)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Jakes, T. D.

A dama, seu amado e seu Senhor /T. D. Jakes; traduzido por Neyd Siqueira. — São Paulo:
Mundo Cristão, 1999.

Título srcinal: The lady, her lover, and her Lord.


ISBN 85732 5 193X

1. Casamento— Aspectos religiosos — Cristianismo 2. Mulheres — Conduta de vida


3. Mulheres — Vida religiosa I. Título

99-2851 c d d -248.843

índice para catálogo sistemático:


I. Mulheres: Prática religiosa: Cristianismo 24 8.843

Publicado no Brasil com a devidaautorização e com todos os direitos reservados pela:


Associação Religiosa Editora Mundo Cristão
Rua Antônio Caríos Tacconi, 79 — c e p 04810-020 — São Paulo — S P — Brasil
Telefone: (11) 21 27 4 14 7 — Home page: www.mundocristao.com.br

Editora associada a:
• Associação Brasileira de Editores Cristãos


• Câmara Brasileira
Evangelical do Livro
Christian Publishers Association

A I a edição brasileira foi publicadaem julho de 1999

Impresso no Brasil
17 16 15 14 13 12 11 10 06 07 08 09 10 11 12 13
A minha esposa - quanta alegria observá-la
à m edida que s e fo i desenvolvendo. Os anos pintara m
graça em seu rosto, força em seus olhos e uma
eleg ância indiscutív el em seu andar. Você é mais bela
hoje do que nunca ante s. Quando nos casamos,
eu não sabia o que estava adquirind o em minha
princesa nubia vestida de renda, coberta de pérolas.
A melhor decisão que já fiz foi casar-me com você.

Procu ro andar sem pre com Deus . Ele me ajuda


a melhor ar. Está fazendo de mim um bom m arido
e pai. Quão prov eitoso ter sido especialmen te
moldado e destinado a você. O molde é perfeito,
mas as fa lhas do material são muitas. Não obstante,

fu i ungido para ser seu companheiro e andarei


a seu lado ond e quer que vá e quando qu iser ir.

Sou gra to por ter em v ocê uma amiga e amante,


e por mo strar-me o S enhor em sua infinit a insistência
de que tudo posso . N unca duvid e de que você
é o fo rt e sopro de vento que sinto ao estender
minhas asas. Po r sua causa, crei o que posso voar!
Agradecimentos ...................................................................... 9
Introdução .............................................................................. 11
Pr i m ei r a P arte - A dama

1. Amando
2. a si m esm
Passos femininos o .........................................................
apressados! ........................................
19
33

3. A menina interior deformada faz sofrera dama 41 ..........


4. Graça para ser uma dama e força para resistir .......... 63
5. Uma mulher equilibrada ................................................. 79
6. A dama: um jardim particular ........................................ 91
Se g un da P arte - Seu amado

7. Abraçando outra p e s s o a ................................................... 109


8. Os lençóis de cetim escorregam .................................... 121

9. Conversa com o travesseiro ............................................ 135


10. Faça com que ele se sinta suficientemente seguro para
amá-la .............................................................................. 145
11. Mulher virtuosa quem a achará? .................................... 159
Terc ei ra P arte - Seu Senhor
12.Abraçando o S e n h o r ......................................................... 175
13. Senhor do seu passado .................................................... 191

14. Servindo ao Sen hor e ganhando d in h eir o .....................205


15. Deito-me agora para dormir ..........................................221
16. Avançando para a m a n h ã ................................................239
0 essoas maravilhosas contribuíram de vários modos para
1 as minhas experiências ao escrever este livro.
Agradeço a minha família, q ue com partil hou gen ero-
samente comigo este manuscrito. Sem pre apreciarei seu amor
e apoio. Quero agradecer também a minha família da igreja
pela compaix ão e pelo encorajam ento recebidos.
Agradeço a Denise Stinson, minha agente literária, a Tom
Winters, meu advogado, e a Kenneth Dupree, que me ajuda -
ram a coordenar este projet o  seus esforços e s ua visão causa-
ram impacto significativo sobre este l ivro e, conseqüe ntemen-
te, sobre a minha vi da. Seus votos de confiança me anim aram
e me desafiaram a investigar cada vez mais profun dam ente a
oração.
Irene Prokop, emb ora nunca tivésse mos chegado a nos co-
nhecer, seu apoio e t enacidade serviram para dar o ponta pé
inicial na bola.
Obrigado, Joel Fotinos, pelo seu entusi asmo e por ap resen-
tarme à f amília Putnam.
Todos deveriam ter uma editora como D enise Silvestro, que
não me deixa com h istória s de horror para contar.
Que English, suas horas incontáveis de digitação acrescen-
taram elegância ao meu estilo basta nte rude. Se u trabalho teve
grande valor.
Agradeço
daram a programar A. Larry
tambémma inha agendaRoss and Associates,
e protegera m meus queinte-
aju-
resses de várias formas.
Natalie Cole, as suas bondosas palavras de alento significa-
ram muitíssi mo.
Agradeço finalm ente a todo o pessoal da Putnam. Vocês tra-
taram a mim e a meu trabalho com grande d ignidad e e inte-
gridade . Minha gratidão a Nan scy Neiman, Susan Petersen,
Marilyn
JMS Duck sworth,
Marketing & Sales,DInc.
an Harvey, Dick Heffernan, e todos da
uando consideramos que a mãe é quem geralmente es-
Q tabelece a atm osfera do lar, vemos que é imp erativo que
toda mulher reconheça e cultive os dons singulares que lh
são naturais  a postura calma de um coração espiritual mente
enriquecido, uma confiança tranqüila e a capacidade para in-
fluenciar de modo bondoso aqueles a quem ama. Seu mari-
do, seus filhos e até sua carreira serão afetados pela sua ca-
pacidade de transmitir o que tem de melhor àqueles a quem
influencia.
Vejome então desafiado a descobrir algu ma verdade para -
lela que me ajude a descrever a necessidade crucial de cada

mulher encontrar
ção. A que equilíbrio
irei comparar na vida e contentamento
a necessidade de cada uma no cora-
delas des-
cobrir uma vida centralizada e não distorcida ou desfocada? A
música talvez seja uma metáfora adequad a, que vai penetrar
o coração e afetar o espírito daquelas m ulheres que carecem
desesperadamente desta informação.
Os homens amados por essa s m ulheres vão i gualm ente
beneficiarse dessas palavras, pois é dever de todo homem aju-
dar sua companheira a alcançar grandeza.
Quase todos gostam de um tipo ou outro de música. Ouvi-
mos e apreciamos o gorjear dos pás saros e o cricrilar dos grilo s.

Ligamos o rádioque
caminho árduo e escutamos.
seguimos,Atrazendonos
música parece
u distrairnos
ma sensaçãodo
de
bemestar.
A música consiste em notas indivi duais reunidas com o pro-
pósito de produzir sons harmoniosos. Se as notas forem discor-
dantes, não passam de simples ruídos. Só quando se expre s-
sam harmoniosam ente é que nossa alma descansa na tranqüi-
lidade dos sons acariciantes.
A vidae organizar
questrar assem elhase
nossamuito à música.
vida de A arte
modo que deosviver
todos diferé or-
en-
tes acontecimentos e exigências possam ser produzidos sem
entrar em rota d e colisão uns com os outros, produ zindo ruí-
do. É isso que todos querem conseguir.
Orquestra alguma, porém, pode produzir harmonia em
meio à diversidade de seus instrum entos, se não hou ver um
maestro para cu idar do tempo e d a estrutura . O Senho r é o
regente
ruído doque orquestra
estres os acontecimentos
se em todo s nós. Sem ele, que tendem
a vida maisaparece
criar o
uma band a escolar prep arando se para iniciar o desfile!
O Senhor traz calm a e ordem a um mundo caótico. A tran-
qüilidade do contentame nto é o clímax da existência. Não im -
porta que você seja rico o u pobre, se puder alcançar conten ta-
mento e harm onia interiores, estará tã o ou mais satisfeito do
que a pess oa mais rica do mundo.
Tome
todo então que
o estresse um momento para respirar
ingeriu e vamos fundo,
falar sobre exalando
como trans for-
mar o ruído de sua v ida na mú sica que anseia ou vir.
São três as áreas que queremos façam parte da tonalidade
perfeita da harm onia interi or. A mulh er possui três relaciona-
mentos que devem ser equilibrados, a fim de haja pelo menos
uma aparên cia de realização. A primeira é a sua relação co nsi-
go mesma, pois est e é um precursor n ecessário para qualquer
outro relacion amento da vida.
Quando a mulher não possui uma relação sólida consigo
mesma, irá procurar ansiosamente relacioname ntos externos
na
sia tentativa de obter
desesperada paz interineles
de encontrar or. oTentará amar
que deve outros em
descobrir n a ân-
seu
íntimo.
Esta busca será in útil e é o câncer que mata a maio ria dos
casamentos. Ela fará coisas certas pelos motivos errados e luta-
rá com a decepção que brota de espera r que alguém lhe dê
aquilo que ela mesma deve darse.
A m ulher não conseguirá manter relacionamentos sadios
com
obteroutros porquelogo
de si mesma o peso de extrair
se torna pesadodeles coisaspara
de mais que qualquer
deveria
outra pess oa carregar.
O homem então sente culpa por sua incapacidade de satis-
fazer o que é uma necessidade insaciável. Ele recua e se escon -
de em seu trabalho, em seus excessos. Pod e até ser tristemente
levado à infidelidad e, já que as expec tativas da outra mulher
podem ser controladas com a desculpa de ser casado!
O casamento
portân cia na vidaé da
umamulher.
relaçãoEla
sagrada. É a isa
não prec segunda em im-
ser nec essa ria-
mente casada para ser feliz; mas existem poucas coisas tão
satisfatórias como o doce néctar do verdadeiro amor conjugal
e o compartilha r da sua vida com um parce iro que a valorize e
respeite.
No entanto, a mulher que não se ama fica tão sedenta de
amor que corre para ele desp reparada e um tanto vulnerável.
Ela irá sempre amar depressa demais, ser demasiado possessi-
va e, na maioria das vezes, perd erá rapidam ente aquele que
desejou segurar. Prendese a cada palavra dele, como uma
criança que tenta ag arrar a arei a da praia. Ela o segura firm e-
mente; mas, ao abrir a mão, descobre que ele escorregou pelos
seus dedos sem se quer sa ber o motivo da sua parti da.
Há, porém, boas notícias. Existe cura para a mulher com-
pulsiva que ama depressa demais e depois sofre durante anos
por causa das escolhas erradas e da gratificação que lhe foi
negada.
Quando a mulher se relaciona bem co nsigo mesm a e tem
um nível sua
cilmente elevado
vida de
comautoestima, pode
outra pessoa. então
Não compartilhar
tenderá fa-
a ser amar-
ga, defensi va nem descontrolada, porque tem um ritmo calmo
que a man tém sincron izada com os seus alvos e em harmonia
com os que a rodeiam.
Sua vida se torna uma l inha m elódica cativante e agradável
aos ouvidos do homem. Quando ele a vê, quer harmonizarse
com ela. Se ela aceit ar, farão então um du eto com equ ilíbrio e
pro
mesmpóso ito.
queSe rec ha.
sozin usar, fará então um solo, pe rfeito e ef icaz
Se for casada, esta mu lher levará à cama do marido as pé-
talas macias de uma rosa livre de espinhos. Ele não se espetará
ao amála. Se não ma ntiver um relacionamen to com um ho-
mem, agora el a será capaz de escolher um comp anheiro cujo
ritmo se harm onize com o seu.
Ela aproveitou bem o tempo que passou sozinh a e se dedi-
cou à tarefa de estudar sua própria individualidad e para saber
melhor que tipo de hom em irá adeq uarse ao seu estilo d e
amor.
Existe ainda um terceiro relacionamento que os já m encio-
nados não p odem substituir. E a base do triângulo. Muitas al-
cançara m grande su cesso em todas as outras áreas, mas aca-
baram descobrindo , para sua surpresa, que fal tava algo. O
que falta é a ne cessid ad e de uma relação com o Se nhor. Ele
supre a força esp iritual que anco ra a alma e se torna o funda-
mento sobre o qual tudo o mais pode apoiarse.
A força íntim a e a tenacida de bro tam da fonte da oração
pessoal. Não estou falando de fugir para um convento e vesti r
um hábito. Nem me refiro ao fanatismo, usado m uitas vezes
como cortina de fumaça para ocultar a frustração em outros
setores. No entanto, o pêndu lo só se move quando ligado e fir-
mado em algo imóvel.
Embora as pessoas mud em e você também mude, é agradá-
vel estar ligada a algo imutável. Lance a sua âncora no Senhor.

Porque eu,o Senhor, não mudo... Malaquias 3.6

Nas páginas seguintes, iremos examinar as várias necessi-


dades e funções desses três relacion amentos. Espero que, em
meio a esta informação geral, você encontre alguns elementos
que a beneficiem e, mais impor tante, reserve temp o para estu-
dar seu comportamento, a fim de pôr em prática os elementos
necess
Nãoários
bastapara o seu equi
sentirse mul líbrio.
her. Este livro foi escrito par a que
você se sint a como uma dama. Quand o a mulher tem a sensa-
ção de ser uma dama e é capaz de ena ltecerse, atrair á para a
sua vida pessoas que irão refletir a opinião que ela tem de si
mesma.
Há mom entos em que at é a mulher mais forte pode a pre-
ciar o apoio de um homem que se sinta bem consig o mesmo e
quese
Ele possa ser acarinho
rá a mão âncora dela durante
sa que tocaráassuas
temp estades
costas, da vida.
dandolhe
estabilidade para p rosseg uir. Ele lhe dará um sen timento de
amor sólido enquanto ela estiver enfrentando as várias épocas
e fases da vida. Dará alívio a seu corpo, mús ica a sua mente e
um sopro de vento a seu espírito que a fará voar.
Quando a dama está amando alguém, seus olhos brilham,
seu sorriso é alegre e sua voz é calma e apaixonada. Com o
amado junto a si, seu coração fica em paz, pois ela se sente
segura e pode fechar os olhos e descansar a cabeça em seu
ombro.
Na calada da noite, porém , quando ele adorm ece e os pro-
blem as continu am a per turbála, é o Senhor que trabalha no
lurno da noite e a vigia no escuro. E com ele que ela pode con
versar quando suas palavras não conseguem descrever o que
está sentindo. O marido talvez en tenda o que ela diz, mas o Se-
nhor compre ende os seus senti mentos.
Há coisas que uma dama só pod e receb er de si mesm a. Há
outras que são resultado diret o de um braço amigo ao redor de
seus ombros
falham, restanuma noite
sem pre fria. Mas,
a força quandoeternasos
dos braços mãos humanas
de Deus.
Vamos examinar como toda mu lher pode ter uma vida
equilibrada e obter sucesso em cada uma dessas imp ortantes
áreas. Iremos com partilhar francam ente o que é necessário
para man ter a identidade dela, a atenção d ele e o favor do Se-
nhor. Por que contentarse co m apenas dois lados de u m triân-
gulo, quando você pode têlo por inteiro?
A Dama,
unam harmon seuiosamente
Amado eem
seusua
Senhor: que essas
vida, pois trêsdoce
é a mais notas se
can-
ção que vai ouvir.
Ca pít ul o u m

uPktmk&sinmm

mor  que palavra! É um vocábulo curto com apenas qua-


tro letras, mas repleto de todos os sentimentos que se pos-
A sam imaginar. Os gregos pos suem várias palavras para descre-
ver o conceito multifacetado do amor. Eles d istinguem o amor

tipo ágape
quanto philia amor philia.
do descreve Ágape
o afet descreve
o entre irmãoso eamor divino, en- o
compartilhad
entre os seres humanos. Para descrever o amor íntimo entre o
homem e sua mul her, eles empregam a palavra eros  da qual
obtivemos erótico.
Amor... que sentimento difícil de ser descrito com exatidão.
Ainda que tentássemos usar muitas palavras para descrevêlo,
não conseguiríamos. Im agine, então, descrevêlo em uma úni-
ca palavIsso
rentes. ra, resulta
que significa coisas os
em falharm diferentes para pessoas
com freqüência d ife-
ao descrever
a variedad e ou a intensid ade do impacto inebrian te do senti-
mento de amor.
O amor é para a vida o que o perfume é para a rosa. É o tem-
pero da vida, embelezando a como as nuvens em belezam o
céu. Mu itas mulheres provara m o néctar do romance. M uitos
hom ens se entregar am à influênc ia da lembrança de um mo-
mento esp ecial compartilhado com aquele alguém especia l.
Até os idosos rejuvenescem aq uecidos pelas demons trações de
afeto e carinho.
Desdedeo uma
respirar balbuc
avóiaridosa,
alegrenotase
de um abebê satisfeito
necessidad até o calmo
e constante ea
apreciação de sentime ntos afetuo sos que influencia m o que é
comum e transform am o que é medíocre.
O amor é realm ente o elixir mágico da alma. É um denom i-
nado r comum, algo qu e todos necessitam os sem considerar
nossas diversas perspectivas ou as vicissitudes da vi da. Quer o
amor seja comunicado m ediante um toque suave ou um olhar
úm ido,
terial emécomparação
da mensagem comquea magnitude
neces sitamodas.mensag
O método
em éemima-
si.
Não há medicam ento que possa compararse com os senti-
mentos intensos, apaixonad os, que ardem quando o coraç ão
está amando . É o amor que faz os sentidos se aguçarem. É o
amor que leva o coração a bo mbea r mel para a alma e qu e
tranq üiliz a a mente. O sabor suave do favo satisfaz os anseios
da alma. S em o amor, a vida perde o gosto, e o sucess o é vazio.
O que pode com pararse ao amor? Ele man tém vivo o ho-
mem doente e faz adoecer o indivíduo sadio. É o amor que nos
dá coragem, e é também o am or que nos torna m edrosos. Ele
enfraquec e os fortes e fortalece os frágeis. E o sentimento mais
inebriante que se possa ter. Se dado aos que o merecem, é
correspondido e frutífero. Quando investido em um oportunis-
ta vazio, pode criar um sofrimento que machuca a alma e afli-
ge a mente.
Através dele, a pesso a comu m pode parecer extraordin á-
ria. Foi o amor que levou C risto à morte, e ainda esse mesmo
amor o fez ressurg ir da sepultura.
Todos querem os sem d úvida exper imen tar o amor; mas é
preciso faz er primeiro esta perg unta: Amamos os outros, ou
amamos a idéia de amar? M uitas são as mulheres  e também
homens que se voltaram para os braços de alguém procuran-
do a segurança que deve vir afinal do próprio íntimo. Quão
nmargos se tornam quando busc am ao seu redor aq uilo que
devem encontrar dentro de si mesm os. Fazem recair sobre os
relaci onam entos um peso indev ido, mantendo os parceiros
num estado
por não lhes de
darculpa perpétuo. Tais pessoas culpam o parceiro
apoio.
Na verdade, o que esses homens e mulheres q uerem dizer é
que seus parcei ros não lhes dão a quilo que esperavam. A per-
gunta mais im portante deve ser feita: É justo esperar que al-
guém carregue a maior parte do peso de uma vida cheia de so-
frimento e sem prop ósito? Qu em pode restau rar o que a vida
lhe tirou, senão Deus? Qu em pode lem brálo do que Deu s lhe
prometeu, senão você? Você é o seu próprio pregador e às ve-
zes deve fazerse o tipo de sermão que o capacite a ser prod u-
tivo e talentoso.
Os tipos de amor são muitos . Mas aquele com o qual deve-
mos com eçar é a tentadora sedução do coração apaixonado
que nos permite amar a outros. Essa paixão deve ter início no
lar antes de conduzirse p ara fora dele. A maior das p ercep-
ções humana s ocorre quando o coração pode olharse no espe-
lho e sorrir para a i magem refletida. É a graça que nos cap aci-
ta a piscar p ara nós mesm os e apreciar nossos dons. A mente
sadia pode sau dar a si mesma. Então, e só então, podem os de-
terminar se estamos amando a outros porque são dignos de
amor ou porqu e estamos tão famintos de amor que aceitare -
mos qualquer pessoa ou coisa que nos dê aquilo que deve-
ríamos da r a nós mesmos.
Cante uma canção, dê um passeio e reflita sobre as suas rea-
lizações. Mom entos tranqüilos a s ós permitem que exam ine-
mos até qu e ponto estamo s comp rometido s com o nosso se n-
timento de bem estar e fi rmeza. Você deve m otivase e des a-
fiarse. A paixão de prosseguir é im portante demais p ara ser
deixada ao acaso, mas é perigos o perm itir que essa necessid a-
de se torn e tão grande e desesperada que só poss a encon trar
satisfação nos atos de outra pessoa. Precisamos ser automo
tivados para sobrevive r.
Uma das coisas mais difíceis de alcançar talvez seja a capa-
cidade de a utomo tivar nos. N ossa motivação quase sempre
vem de servir aos out ros. Em geral sacrificamos nosso s interes-
ses e vivemos para os outros e para as suas causas, deixa ndo as
nossas necessidades e presença em plano secundário. É de la-
mentar que às vezes nos co loquemos tão distantes, no bico de
gás traseiro, em que os sonho s se derramam e deixam apenas
uma panela queimad a onde antes tínhamos uma expectativa
pessoal.
Quando os sonhos se derramam, um calor escaldante de
estress e e ansiedade faz a chaleira apitar estridentemente an-
tes de pegar f ogo. Esse som agudo pode ser ouvido em nossos
excessos e com placên cias, que ocultam o fato de que estamos
frustrados com os sonhos negados e as esperanças que pare-
cem adiadas.
Os comportamentos destrutivos e compulsivos poderiam
ser todos evitados se apenas, com paciência e perseverança, to-
mássemos a vida em pequenas doses e nos permitís semos o pri-
vilégio de marcar uma en trevista com a nossa pró pria aten-
ção, como clien tes que temos de receber antes que o dia termi-
ne. Em resumo, reserve temp o para você mesma. O uça o silvar
do fogo antes que este se alastre!
Foi dito que o amor é algo esplendoroso . Se isso for verdade,
então um desses esplendores deveria ser dirigido para o ínti-
mo. Embora demos valo r aos outros, devemos também tomar
tempo para afirmar carinhosamente nosso autodesenvolvi
mento e nossa
amor não é umposição
acessóriocomo pessoas.
opcional queD podem
evemosossaber quedao
e xcluir
vida a nosso belprazer. Ele resume as experiências h umanas e
celebra tudo o que apreciamos, distingu indonos das for mas
inferiores de vida, cuja presença é mo nitorada unicamente
pelo tempo.
Nossa vida não é uma sim ples coleção de dias e mese s. So-
mos conhecedo res do belíssim o projeto arquitetô nico da vida,
do amor e da troca de energia humana. Somos m ovidos e mo-
tivados pela vibrante sinerg ia que brota da paixão das expe -
riências e d o fino néctar dos mom entos com partilhados.
O verdadeiro
equilíbrio desafioe odenarcisis
entre o martírio todos nós
mo.éAencontrar um ponto
arte de evitar os ex - de
tremos é delineada na tela da matu ridade e pintad a com as
pinceladas abstratas de inúmeras exp eriências. O equ ilíbrio é
tão vital para você como para o profissio nal que faz um vôo no
trapézio.
Não devemos nos autoconsumir, mas compreender que existe
algo entre o egoísmo e a negação de si mesmo. Não se trata de
um clangor mas
e egoístas, de clarim
de umnosclamor
convocando para sermos
para equilibrar egocêntricos
o coração das
mulheres que permitiram que os problemas alheios se tomas-
sem mais importantes do que os seus. Um clamor para reco-
nhecer seus pontos fortes antes de se tomarem perpértuos líde-
res de torcida para outros e nunca para si mesmas.
Este problem a não é só feminino. Na verdade, é um prob le-
ma hum ano. No en tanto, o i nstinto m aternal das mulheres
aumenta
Os a suscetibilidade
instintos delas com
maternais funcionam bemrespeito a essa
com uma questão.
criança, mas
é bom não tentar experim entálos num homem. Eles são per i-
gosos quando combinad os com o preconceito social que tende
a colocar as mulheres em papéis de subserviência. Fazem dela
uma excelente candidata ao martírio por qualqu er causa, me-
nos a sua própria.
Quand o isto acontece, geralmente o l eite da compaixão da
mulher empe dra no seio e faz doer o coração. Não havia nada
de errado com o leite. Ele foi apenas investid o em algo ou al-
guém que não m erecia. Não há nada pior do que dar a coisa
certa à pessoa errada.
Grande número de mu lheres têm dificuldade de gostar de si
mesmas porque a socieda de as pressiona para serem comp le-
tamente abnegadas. Qualquer tentativa de cultivar e amar a si
mesm as é condena da, provocand o acusações de egoísmo e
narcisismo, de não serem esposas ou mães adequadas, ou até
mulheres adequa das.
Mulher alguma deseja esses rótulos e muitas obedecem 
dando,
mais comdando, dando
preende  e jam
ndo que, aisrealmente
para apreciando
dara,sivocê
mesmas. Ja -
deve pri-
meiro apreciar os dons que possui. Lam entavelmente, a vi da
de certas mu lheres se torna tão fútil como a de uma criança
que tenta colocar o oceano inteiro em seu bald e de areia. Não
importa quanto se dedique à sua tarefa, esfor ço nenhum é su-
ficiente.
Não é fácil venc er esta pressão. Até as pessoas mais libe ra-
das são atingidas
pública. R esistir àdeopinião
maneiradenegativ
outros é,a na
pela pressão
melhor dasdahipóte-
opinião
ses, estressa nte e, na pior, deb ilitante. Qu antos de nós sã o
mutilados pelas massas de pessoas que não nos permitem a li-
berd ade de nossas próprias opiniões e a exploração de nossa
própria personalidade.
Todos temos a tendên cia de refletir a opinião de outros. Se
alguém diz que sua aparência é horrível num determ inado ves-
tido, Em
vez? não bora
é verdade que vai
afirm emo s queusálo
não com relutân
levam os em cia da opróxima
conta q ue os
outros dizem, somos todos vulneráveis até certo ponto às pala-
vras e i déias deles. M as, se quisermos ser indivíduos aptos,
devemos desenvo lver a habilidade de abraç ar a nós mesmos.
A autoim agem po sitiva não é arrogante. Ela é necess ária para
procurar um relacionam ento sadio com outr os.
As pessoas com baixa autoestima são obsessivas demais
para po der apreciar alguém. Elas se agarram aos outros como
uma trepad eira ao muro . Precisam de outros para ficar de pé,
e essa necessida de é compulsiva e extenuante.
Tornase praticam ente im possív el encontrar alguém que a
aprecie como pessoa se você não permitir que a vejam como
uma força estabelecida e estabilizada na terra. É preciso que a
ouçam cantar a sua própria canção. Deve m ouvir o seu sol o.
Cante a melodia de sucesso e todos des ejarão acom panhar
essa música. Certifiquese, porém, de que só participem aque-
les que se harm onizem com a sua au toimagem. Vo cê na ver-
dade treina outros para tratála conform e a sua maneira de se
tratar.
Não pense nem um m omento que os outros não observ am o
seu níve l de estilo, classe e prefer ências . Todos nós, ao fazer
comp ras, tivemo s de li dar com o fato de que a pessoa para
quem compra mos iria ou não adquirir determinado item. Vo cê
quer comprar algo que pelo menos se compar e com o que essa
pessoa escolheria. Quem ousaria dar uma bolsa barata para
quem usa roupas caras? Quem se s entiria bem ao dar um pr e-
sente que se destacasse como um item abaixo do padrão no r-
mal entre o s pertences dessa pessoa? Ao agir com bondad e
com o "e u", esta pesso a estabeleceu um padrão que todos de-
vemos pretender alcançar se quisermos ser uma bênção para
esse indivíduo.

O lhe, mamãe, nada de mãos


Não nascemos em relacionamentos . Quem dentre nós nasceu
segurando firmemente a mão de outra pessoa? Entramos na
vida com as duas mãos para o alto e o s punho s bem fechados.
Nascem os de mãos vazias. Não há mãos para segurar, al ém
das nossas. Aprendemos a estendernos, mas só depois de ter-
mos tido op ortunidade de estendernos para dentro e para
cima. É o esticar do espírito p ara o alto e o estenderse da alma
para dentro que capacita o estenderse para fora do corpo.

A maioria
desde o úterodeaté
nósonasceu
berço.único, tendoosperm
Brincam anecido
soz inho sozinho
s no berç o.
Aprend em os as habilidades fundam entais de nos ent reter.
Sozinhos começamos e essencialmente t erminamos. Pois mes -
mo que venham os a morrer numa sala cheia de gente, na ver -
dade morrem os sozinhos .
Jó disse que viemos nus, e nus retomaremos. Ele tem razão.
Damos uma volta completa. N ão levam os conosco m ais d o
que trouxemos. Não trouxemos ningué m ao mundo em nossa
companhia e embora possamo s segurar as mãos de alguém ao
morre r, mesmo assim en frentaremo s sozinhos a morte. Na

melhor
çamos comdas elas
hipóteses, somos
fechadas viajantestam
e acabamos de mãos
bémvazi as. C ome-
assi m.
Entre esses dois pontos, nossas m ãos irão segurar muitas
coisas. Mas no final, como aconteceu no começo , vão ser aber-
tas, e mão algum a será achada dentro delas, apenas as nossa s.
Nada é mais básico para o bemestar espiritual e emociona l
do que aquil o que consideram os agora. Saiba então que exis-
tem alguns prérequisitos para um relacionam ento sadio de
amor. Não podem os amar m ais aos outros do que amamos a
nós mesmo s. N ossa tendên cia é bus car nos outros o tipo de
amor e afirmação q ue deve vir de nosso íntimo. A m edida que
nos adiantarm os, iremos disc utir a relação que a mulher tem
consigo mesm a, depois com o marido e amante, e fi nalmente
com o Senhor.
Se o relacionam ento dela com o Senhor e consigo mesma
não for fortalecido, ela irá relacionarse com um hom em pelas
razões erradas. Desejará dele aquelas qualidades que só po-
dem ser extraídas de uma autoimagem p ositiva e uma per-
cepção clara do seu Deus . Mais adiante disc utirei detalhada-
mente a impo rtância de ter uma vida centrada em Deus. No
momento, porém , vamos c onsiderar o que pode ser alcança do
pela mu lher que conh ece e ama a si mesma.
Esta no ite então, cara am iga, ponha a mesa para um co-
mensal e sentese diante de você mesma. Beba o vinho forte de
seus próp rios pensam entos e ria às gargalhadas com alguma
lembrança hum orística que n ão pode com partilhar com nin-
guém senão com você m esma. Será que antes da noite term i-
nar você se achará aquecid a pelo fogo de seus própr ios sonhos
e talvez sussurrando m uito baixinho a confissão de que pela
graça de Deus aprende u finalmen te a gostar da s ua própria
companhia?
Será que o fato de estar só não necessariam ente significa
que se sente solitária? Você já se divertiu alguma vez? O u está
guardando todas as su as habilidades so ciais para alguém que
não está presente? Se estiver, essa declaração dá a entende r que
você não é suficientemente imp ortante para e xigir seu próprio
respeito.
não pud erEsse é um aponto
valorizar per igoso
sua próp p ara come eçar
ria existência presaença,
vi da.acSea-
bará tendo problemas em relac ionarse com os outros.
A maioria das pessoas não gasta temp o divertindose. Elas
nunca planejam uma noite para s i. Supo rtam o tempo que pas-
sam sozinhas como se tivessem sido enviadas para a solitária.
Mas é a mulher soltei ra que tem temp o para desen volver a ver-
dadeira espirit ualidade. Ela não precisa preocup arse com fi-
lhos ouníveis.
rentes marido.
TemTem tempo
tempo para
para fortalecesuas
melhorar rsefinanças,
em váriossua
e dife-
espiritualidade e sua personalidade. Cada área precisa ser
fortalecida a f im de que possa discern ir claramen te se está
amando ou apenas carente quando cheg arem as propostas.

Tambéma mulher, tanto a viúva oc mo avirgem, cuida das coisas


do Senhor, paraser santa, assim no corpo como no espírito;
a que
se casou, porém,se preocupa com as coisas do mundo, de como
agradar ao marido. Digo isto em favor dos vossos próprios inte-
resses;não que eupretenda enredarvos, mas somente para o que
é decoroso e vosfaciliteo consagrarvos, desimpedidamente, ao
Senhor.
1 Coríntios 7.3435

Estou portanto sugerindo que voc ê tenha primeiro um rela -


cionamento com Deus, depois com você mesma e, finalmente,
rntre os m últiplos frutos de sua habitação, então você estará
prepara da para co mpartilhar co m outra pessoa o que deter-
minou ser dign o de colo car na mesa do amo r.
As prime iras co isas em primeiro lug ar. Deus é um Deus de
ordem. Ele criou Adão sozinh o e depois deulhe uma com pa
nheira. Adão teve tempo com D eus e consigo mesmo antes de
passar tempo com sua bela esposa. Se Deus decidiu dar a você
um tempo de com unhão com ele, goze desse sábado e o receba
como uma op ortunidade para sabo rear a sua consagração e
desenvolver suas qualidades como indivíduo.

Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Respondeulhe Je-


sus: Amaráso Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a
tua alma, e de todo o teu entendimen
to. Este é o grande e primeiro
mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu pró-
ximo comoa ti mesmo.
Mateus 22.3639

sãoJesus
estes:diz que os
o maio maiores
r mand mandamentos
amento listados
é o que exige na Palavra
que amem os ao
Senho r de t odo o coração, mente e al ma; o segundo maior
mandam ento é que amemos nosso próximo como amamos a
nós mesmos. Mas como podemos amar nosso próximo que está
longe de nós se não aprendermos a amar a nós mesmos?
É aqui que devemos dar início ao processo de preparação
do presente a ser dado , pois como podemo s presentear alguém
que não
Não serávalorizam ospara
esta a base ou cremo
tantoss que seja importante
relacionamentos para nós?
problemá-
ticos? Será que muitas pessoas têm a tendência de conside-
rarse insignificantes e, portanto, se submetem a uma vida de
abusos?
Mais sign ificativo é o fato de que, se não nos valorizarmos,
tenderemos a atrair pessoas que apóiam essa imagem desvalo-
rizada. Lembrese, agora, de que ensinamos as pessoas a nos
tratarem conform e nós mesmos nos tratamos. Se você se res-
peitar, haverá ho mens que não apreciarão essa at itude. Prova-
velmen te você ouvirá frases como estas : "Ela pensa que é mui-
ta co isa" ou "E ssa garota é uma farsante".
A verdad e é que el e viu o produ to e não sab e o pre ço que
consta da etiqueta. Você deve aprend er que a rejeição é às ve-
zes uma bênção e não uma maldição. Há algumas pessoa s,
empre gos, amigos e outros que você não desej a atrair. Seu de-
sejo é atrair para você pessoa s com quem tem afinidade, que
respeitem os seus valores e percepções.
Os indivíduos com baixa autoestima tend em a atrair outros

que de
tipo os pessoas
dominam quee tendem
controlam, ou os odesprezam.
a reforçar seu próprioEles atraem o
negativismo.
É por isso que você precisa ser curada interiormente antes de
iniciar qualquer relacionamento.
Deus certas vezes adia os relacionamentos para darlhe
oportunidade de curarse como indivíduo. Então e só então
você pode fazer escolha s saudáveis, que não estejam baseadas
na nece ssidade ou no medo ob sessivo s de ficar s ó. Há muitas
pessoas queficar
terrível de supo rtam abusos
sozinhas! incríveis
Para fugir de sipormesm
teremas,um medo
elas pre fe-
rem viver com o abuso a enfrentar uma noite sozinhas em casa.
Se você não gastar tempo buscando a inteireza e aprend en-
do a arte de ser feliz sozinha enquanto for solteira, irá casarse
por medo. Anos m ais tarde ao acordar do estado de coma da
baixa au toestima, vai reconhecer que é um ser valios o, quer
haja ou não um hom em à sua vol ta. Poderá encontrar se então
deitada ao ladoàde
ele se ajustava suaalguém que não
existência pertence
e autoim agemmais à sua vida;
anteriores.
Você poderá descobrir que está li gada a alguém que se ajus-
ta à sua disfun ção, mas não à sua função. De m aneira trágica,
vocês se afasta ram em vez de se unirem. M uitas vezes, em res-
pos ta ao novo senso de valor da mulher, o hom em entra em
pânico e tenta insultál a a fim de incutirlhe uma falsa sensa-
ção de incompetência. Mulheres, não aceitem esta degradaç ão!
Mantenham a coragem de discordar do avil tamento.
Existe diferença entre a crítica construtiva e a morte da
alma humana. Saiba que nã o há nada errado com você. O ho -
mem é que é inseguro, desvalorizando a para com pensar suas
pró prias fraquezas. As mãos do homem forte batem palmas
para a sua mulher, e ele continua satisfeito consig o mesmo.
Muitas noivas enquanto cam inham p ela nave da i greja di-
zem em segredo: "Sa lvem e, salve me". E o grit o silencioso de
um coração desesperado que está amando a idéia do amor,
amando a esperança de que alguém v ai amála tanto que irá fi-
nalmen te sentirse satisfei ta consigo mesma. M as antes que co-
meta um sozinha!
aquecida erro trágico, você deve ap render a arte de sentirse
Você deve compreender também que essa é a hora de
aprender a respeitar suas próprias opiniões. I sto não signifi ca
que deva ser inflexível quand o se trata da opinião de outros.
Não. Queremos estar sempre abertos à sabedoria ofe recida por
outros. Significa, no entanto, que você deve estar convicta de
seus próprios pensamentos na ausência de outra s pessoas e de
seus conselhos.
O que você acha? Antes de pedir um a segunda op inião, ve-
rifique se tem uma primeira. Ficar a sós capacitaa a entender
seus próprios sentimentos e a desenvolver seus próprios racio-
cínios. Pode acredit ar, é muito melhor apaixon arse por uma
mulher que tenha suas próprias opiniões e criatividade do que
se casar com alguém que só pensa o que você pensa e quer ape-
nas o que você quer.
A primeira vista, ter uma mulher subm issa pode parecer
nobre para alguns. M as, depois de algum tempo, vai querer
uma mulhe r cujas idéias não tenham sido dadas por você!
Em resumo, a melo dia precisa ser estabelecida antes de es-
crever a harmonia. Você deve firmar primeir o a sua identidade.
Tente obter alguma so lidariedade financeira, mental e espiri-
tual. Depois, quan do e se vier a acrescentar à sua vida o im-
pulso harm onioso de um parceiro, ele será enriquecido com a
sua contribuição e você com a dele, sem ser um peso que ele te-
nha de carregar até exaurirse .
O alvo final é uma con dição de inteireza, e ela não pode ser
consegu ida se você não estiver divo rciada do seu passado e
pre para da para o seu futuro. D ê então um passo a cada dia e
observe Deus co ncederlhe graça para fazer mud anças e esta-
belec er metas para o futuro.
Sua tarefa neste ponto é bem simples. Há três palavras para
começar: oração , louvor e carinho. Or e pedindo forças porqu e
você sabe que ele dá pod er aos que não o possu em. Louve a
Deus pela sua sobr evivência po rque você sabe que ainda está
aqui pela miser icórdia do Senh or. Tratese com carinho para
consolarse. Ao tratarse
novação e consolo co ntracom carinh o,
as tragédia você
s da vai encontra r re-
vida.
Você pode fazer tudo isso ao mesmo tempo. Toque notas
suave s no piano e tome um banho quente com sais arom áti-
cos. Deitese na água e levante as mãos no ar, louvando o Deus
que lhe deu a bênção de estar viva. Ore pelas co isas que g eral-
mente a preocupam. Re cusese a passar a noite se aborrecendo
com aquilo sobre que não tem controle. Em vez disso, ensaboe
se e relaxe  esta é a hora de dar atenção a você mesma!
Tudo tem oseu tempodeterminado,e há tempo para todo pro-
pósito debaixo do céu.
Eclesiastes 3.1
Ca pít ul o dois

fstr.:r:jtesapressados/

s pais amorosos olham para os seus pequeninos e refle-


tem sobre o prodígio dessas novas vidas cheias da promes-
O sa de esperança para o futuro. Todavia, embora sintam org
lho nessa hora, querem também proteger seus filhos dos inev

táveis desafios
Os pais queque
sabem surgem com a maturidade
a inocência de hoje podee ser
as realizações.
rapida-
men te substituíd a pelo sofri mento de amanh ã, e o amanhã
não está assim tão distante. Poss o ainda ouvir o som dos pezi
nhos de m inha filh a. Eles batiam no assoalho como se fossem
as mão s de minha avó no domingo de manhã. Pareciam a par-
te de percu ssão de uma sinfonia infantil, escrita em cadência
de risos e mu itas vezes de mel ancolia . O tom mudava de mo -

menMinha
to a mom
filhaento, mas aem
foi escrita clave s ee,mantinha
amor a mesma
por algum tempo, .apenas
um m omen to breve e brilhante, ela foi escrita para mim .
O som dos pés descalços, porém, é em breve substituído pelo
dos saltos altos e passo s fortes. A menininha dos olhos do papai
logo será a nam orada de alg uém. Um de cada vez, ela dá os
passos que levam à feminilidade, e os passos entre as tortas de
barro e as de creme são repletos de preocupações para os pais.
Que longo caminho os pequeninos pés devem fazer até che-
gar aos escarpins e à s bolsas. É um longo caminhar m orro aci-
ma. O morro é tão alto que algumas não consegu em subir sem
tropeçar, sem mnão
Que pai sensato achucarse
teme ose problemas
esfolar a pele
quedurante
sua filhaavai
j ornada.
ter de
enfren tar? Que m ãe amo rosa não ora à noite p ara que a sua
menina tenha uma chance de l utar? Ela precisa ser uma guer-
reira, pois cedo ou tarde haverá um desafio para que possa
sobreviver. E ela não po derá fugir do desafio. Não é provável.
Com passos rápidos, seguros e firmes, ela avança para um
destino que ninguém pode prever. É a incert eza do futuro que
faz o coração
os seus ol hosdos homsãoens
fracos buscar
déb um Deu
eis dem s queavenxerga
ais para onde
enturarse.
Quem pode ver o amanh ã senão aq uele que o segura na mão?
A menina de hoje é a dama de amanhã... talvez.
O som que ouço é dos passos corren do em direção à femini-
lidade e afastandose da infância. Queridinha, por que anda
tão depressa? Bastou um pisca r de olhos e você passo u dos
mimo s à puberdade. Vir o a cabe ça e escondo uma lágrima. Ao
olhar de novo, você já entrou nos braços da idade adul ta. Mas,
pelo m enos por um mom ento, ouço as batidas dos pés descal7
ços no chão de madeira.
Lemb rome do olhar de admiração que só se encontra nos
olhos de uma menininha v estida de rendas e com sapatinhos
de verniz. Os olhos brilhantes de prom essa e uma sugestão de
travessura são a única maquiagem necessária para um rosto já
adornado corr o brilho intenso dos cosméticos da juvent ude.
O som de passos macios e a visão de uma mãozinha a gar-
rando uma enorm e bone ca enche hoje nosso coração de ale-
gria. Veja o sorriso q ue confia até em e stranhos. Ouça os sons
de um riso tão puro que se assem elha a água cristalina corren-
do entre as pedras no riacho da montanha. E um riso que não
foi tocado, en sinado ou contaminad o. O bebê de hoje é uma fo
lha de pap el em bran co. O que for escr ito nela hoje deixará
uma impressão qu ase indelével.
Se as pessoas entendess em isso, não se moveriam tão rapi-
damente, não castigariam com tanta facilidade, nem tocariam
de modo tão obsceno a vida das pe ssoinh as que chamam os
crianças.
que dizemElas
ou pessoas
fazem. Écon
de l siderariam com
am entar que cuidadonãoascom
a maioria coi sas-
preenda que os atos impensa dos deixarão nossos filhos m arca-
dos pelas m emórias tristes e destinos frustr ados.
Adultos, reflitam então muito bem antes de dar as primeiras
pinceladas nessa pequena v ida. As linhas desenhadas na in-
fância serão as rugas da velh ice dela. Antes de o pincel tocála,
certifiquese de qu e está pronto para marcar de maneira p er-
manente
fizer hoje aé existência
a hera nça de
comuma criança
a qual pu ra.
alguém v aiAviver
marca que você
durante os
anos vindouros.

Como cri anci nhas


Por que am amos as crianças? Até mesmo o indivíduo m ais in-
sensível sente certa ternura p or elas. Será q ue se oculta em nós
uma sim plicidade associada à pureza delas? Não é verdade
que como adultos passam os a vida procuran do a mesma coisa
que as crianças? Isto é, alguém para ser nosso amigo?
Em algum po nto, atrás de todos o s nossos o bjetivos, está o
desejo de que alg uém seja o nosso único, me lhor e fiel amig o.
Em algum ponto  antes de os divórcios, escândalos, abusos do
cônjuge, e a marcha d a banda das manipulações terem fa lha-
do  está uma criança que ol ha os estranh os com olhos brilhan -
tes, esperando que cada um sej a um possível amigo a ser con -
quistado.
O que chamam os de intimidade como adultos é perm itir
realmente que outros vejam a criança que escondemos no cor-
po adulto. Nos braços de les nos encolhemos e m posição fetal e
fazemos ruídos suaves, nossos sonhos são agradáveis e acor-
damos como crianças espreguiçando à luz da manhã. Fa
zemo s isso porqu e apesar da nossa m aturidade e do nosso
comportam ento amável , ansiamos por alguém que possa nos
oferecer segurança suficiente para nos tornarm os crianças ou-
tra vez.
A vida é como uma com petição na qual todos os participa n-
tes estão correndo febrilmen te para chegar a um desti no. Eles
correm com exu berância e tenacidade para atingir um alv o
que parece escaparlhes, contudo se prepar am a cada dia para
correr e se dirigem novam ente para a pista, esforçandose ao
máximo para obter algum grau de sucesso.
Esta corrida não com eça quando chegam os à idade adulta
e entramos no mun do profissional. Não, é uma corrida que co-
meça no útero e, ao contar três, acompanhados dos gemidos
da mãe, saím os correndo. Bem no fundo, todos q uerem os a
mesma coisa, e passamos a vida inteira à sua procura.
Por t rás das tragéd ias e adversidade s que acontecem na
vida, há um sonhador esperan çoso que deseja encontrar as res-
postas para a vida antes que as perguntas che guem aos seus
ouvido s em altos brados . A vida tem um modo especial de fa-
zer perguntas q ue exigem respostas imediatas, e parece que irá
castigarnos po r não conhecermo s as respostas certas .
Quase todos os desgostos que você tem hoje surgiram quan-
do a vida fez uma per gun ta e você não so ube a resposta. Essa
é a verdad eira corrida da nossa existê ncia: saber as respostas
antes que a vida faça as per guntas . É como se a arte da vida
fosse saber o que você se prop õe e fixálo antes de a campainha
tocar, a aula term inar e a noite chegar. O tem po passa, o dia se
acaba, a vida vai esmorecendo. Devemos aprender enquanto
há luz, para pod ermos fazer nossas escolhas quando estiver
escuro.

E necessário que façamos as obras daquele que me enviou,


enquanto é dia;a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
João 9.4
Como descobrir então essas respostas? Ded iquei minha
vida para saber três coisas. Se morrer sab endo essas três coisas,
serei incluíd o entre os sábios de todas as era s. Primeira , devo
conhecer a mim mesmo. C omo pos so ama r o que não conheço,
ou corrigir o que não vi? Devo conhecer a mim mesmo. E peri-
goso permitir
conhece. Lembque outros
rese conheçam
de que conhecimvocê meélhor
ento do que você se
poder!
Segu nda, devo co nhe cer a minha srcem, o meu Criado r.
De que val e conhecer o produto se você não tem co municação
com o fabricante? A comu nicação com o fabrican te é que con-
sola você numa crise. Quando o produ to está em perigo, é pre-
ciso que o fabricante reformu le a tecnologia ou ajuste o equipa-
mento. Deus é o meu fabricante. Devo conhecêlo antes de
ousar conhece r a terceira catego ria. Se conhe cer as duas pri-
meiras, posso e studar a terceira em relativa segurança.
Agora a t ercei ra. D evo conhecer meu próximo. D evo co-
nhecer os que me cercam. Pois embora nasçamos e morramos
sozinhos, não fomos feitos para viver isolados. Som os animais
sociais que pre cisam am ar e ocuparse com o utros, e receber
deles o mesmo tratamento. Disse que você precisa conh ecer
você mesmo e o seu Senhor antes d e entrar num verdadeiro re -
lacionamento, mas este será vazio se não con hecer realmente
a pessoa com quem está interagindo . Você pode ap render os
passos da dança e ouvir a música, mas se não souber os movi-
mentos do parceiro, seria o mesmo que dançar sozinho.
Posso têla chocado ao colocar minha pessoa como número
um. Acontece, porém , que isso é verdade. Qu ando crianças,
não acordamos p ela manh ã querendo conh ecer a Deus com

tanta freqüência
mesmos. quanto estamos
Os psicólogos afirmamcuriosos para conhecer
que é natura a nós
l para a c riança
de dois anos tocar seu corpo. Ela não está sendo só sexual, mas
também se encontra num a jornad a de autodescoberta. Ela
olha no espelho e, no banho , toca todas as partes da sua anato-
mia. Está curiosa a respeito de si mesm a antes de mais nada.
A busca da descoberta de si mesmo é que nos leva à necess i-
dade de conhecer a Deus, pois só por m eio dele é que podemos
conhecer tudo que somos . Um a indagação está li gada e asso-
ciada diret amente à outr a. Não p odemos aprender um a pala-
vra sem conhecer o alfabeto, e t emos de conhe cer todas as pa-
lavras para q ue uma sentença faça senti do.
É preciso que eu conheça a Deus para conhecer a mim m es-
mo, então como pode alguém conversar com igo vinte minutos
e ir embora sentindo que me conhece? É inconcebível. É um in -
sulto. Dá a entender que se julga muito brilhante ou que eu sou
muito superfic ial.
É ridículo que alguém pense que me conhece quando estou
ainda estudando a mim mesm o, descobrind o novos fatos a
cada di a. Os resultado s de cada conversa são pesqu isados,
avaliados, registrados e arquivados. Estou nadando no lago
das várias ex periên cias da vida e ainda não subi para respirar.
Quem ousa pensar que me conhece só porque passou algumas
hora s, um dia, uma semana ou duas em minha comp anhia?
Como você pode conhe cer o adulto que sou antes de tocar a
criança que fui? Sabe que as decisões que tomo se baseiam nas
percep ções da criança que se esconde po r trás destes olhos
gastos pelo tempo? Em poleirada num a estrutura mais vel ha
está uma criança que não mudou. É essa criança que se apaixo-
na ou se magoa. É o galope dos pés da criança que foge de
uma situação abu siva e depois sentase em casa e chora duran-
te semanas porque p ensava que você fosse s eu amigo. Como
pôde casarse com igo sem gostar de mim? É a criança que de-
seja sair e brin car ou aco ncheg arse d ebaixo de um cobert or.
Essa
mentecriança é que precisa ser alcançada se você quiser real-
conhecerme.

Jesus, porém, vendo isto, indignouse e disselhes: Deixai vir a


mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino
de Deus. Em verdade vos digo: Quemnão recebero reinode Deus
como uma criança, de maneira nenhuma entrará nele.
Então, to-
mandoas nos braços empondolhes
i as mãos, asabençoava.
Marcos 10.1416

Não é de admirar que Jesus tenha dito: "Deixai vir a mim os

pequ
formaenino
num s". Ele sabia
adulto que umaSecriança
abençoado. quisermabenç oada
os nos se trans-ar
aproxim
dele, todos devem os apresen tarnos como crianças ou ela não
nos receberá. D e qualquer modo, é a criança que vai até ela. A
criança em nós é que s e achega a um Deus distante d emais
para chamálo de Deus, mas que se aproxima muito mais
quando o chamam os de Pai. A criança em você precisa co nhe-
cer o seu Pai!
Jesus ensinou
ne criança, aos discípulos
não herdará o rei no.que
O aque
menos
vocêque alguém
herda se tor-
depende
diretamen te da associação que fa z. Se o seu companh eiro for o
mal, só irá herdar aquilo que o cerca. As crianças são herde iras
do suces so ou do sofrimento. São elas que na verdade lutam
em meio ao divórcio dos pais. Essa luta continua muito tempo
depois de os pais t erem se casado de novo. Com freqü ência
herdam os erros dos pai s. Por quê? Porque os danos infligidos
cedo são
reben to émais
novoletais do que
ele pode seroscurv
recebido
ado. Ds evemo
mais tarde. Qu ando
s susten tálo oo
mais breve po ssível para que a árvore possa crescer forte .
Ca pít ul o três

J%mmm íntmúréprmaih
pz

^ocê já se sen tiu d eform ado? Algum as co isas que lhe


V acontece m podem deixálo desfigurado. N ão do ponto de
vista externo, mas int eriormente. M uitas mulheres em nossa
sociedade estão curvad as sob o peso e a pressão que vêm do
fundo do seu se r, segre dos som brios e traumas que as de ixa-
ram deformadas e desfi guradas. Problem as, relacionamentos
e inciden tes saltam do seu passado e fazem delas seus reféns,
acorrentadas para sempre ao sofrimento emocional.
Eventos ocorridos há muito te mpo alteram de modo per-
manente essas mu lheres; as f eridas podem não ser recentes,
mas as cicatrizes duram a vida inteira e nunca se curam com -
pletamente.
E veio ali uma mulher possessa de um esp
írito de enfermidade,
havia já dezoito anos; andava ela encurvada,sem de modo al-
gum poder endireitarse.
Lucas 13.11
O coração ferido da mulher que sofreu abuso se parece m ui-
to com uma bone ca de pano rasgada. O tecido frág il de uma
menininh a terna se rasga em pedaços, que continuam a fazer
se visíve is em sua vida adulta. L ágrimas mansas, salgadas, es-
correm pelas faces das mulheres que passaram po r traumas
muito pessoais para serem comentados mas também evidentes
demais para poderem manterse ocultos.
Elas sã o perseguidas pelas lembranças de coisas que dese-
jam esquecer. Não é incomum para essas mulheres acordarem
assustadas à noite. Elas choram no cinem a, não por causa do
enredo, mas por se identificar em com a vít ima.
Com preenda que o encurv ar do ramo é que deforma a ár-
vore. N ós vemo s a árvore com seus ramos torcido s e tronco
mutilado, mas Deus vê o rebento novo que deveria ter perm a-
necido intocado. É bom saber que Deus não é como os homens .
E bom saber que Deus vê o renovo enquanto os homens discu-
tem sobre a árvore.
O ramo no vo fo i torcido e é el e que chora à noite. É ele que
anseia ser curado. Vej a bem , por mais que a árvore envelheça,
ela continua sendo afetada pelo estágio da vida do ramo. Ve-
mos a árvore, mas o Mestre sabe que ela ainda está l utando
com os problem as do estágio de rebent o.
Da mesma form a, todo homem que já teve uma m ulher em
seus braço s, todo min istro que já aconselhou um adulto logo
comp reende que está lidando co m os resultados e influências
das experiên cias passada s. Não é o bater dos saltos dos sapa-
tos negros que correm na direção de mãos humanas ou das
palavras divina s para encon trar aj uda. É o tam borilar suave
dosNós
pezinhos.
que minPésistramos
form ados
aospela adversidade,
corações partidos desafio e lu de-
e à s vidas tas.
sam paradas e decep cionadas vemos um a nova s ede de u m
despertamento espiritual. Vemo s mulheres adu ltas correndo
para o altar, enquanto o Pai ouve o som dos pezinhos. Elas cor-
rem para junto de Deus. Não há outro lugar para i r. São meni
nas sofridas , que cresceram mas continuam encurvadas. Elas
estão cheias de remorso s e segredos, cicatrizes e traumas. Têm
de correr d e braço em braço, de homem em homem. Têm de
correr até cansar se de ver as mesmas coisas acontecerem re-
petidamente.
Correr
Você gastasem direção
muita energé ia,como
mas correr
os resuvelozmen
ltados sãotepouc
em círculo.
os. Isso
me traz à lembran ça o caminha r durante horas numa ro da gi-
ratória e finalmente sair dela cansado e molhado. A primeira
coisa que você nota é que andou muitos q uilômetros, mas não
saiu do lugar. Você já fez um retrosp ecto da sua vida e se ntiu
como se tivesse se exaurido viajando, sem nem sequer cheg ar
ao seu destino?

semOlhe para
falar. os seus
Onde estivpés
erame imagine
e do queofugiram?
que eles diriam se pudes-
E sses são pés de
crianças, que cresceram mas continuam doloridos. De fato, em
todo o mundo há uma multidão de pessoas que sofrem , cujos
pés passaram pelo fogo enquanto co rriam de volta para casa.
Elas tentaram a mortecer a dor mediante o pecado e não conse-
guiram a paz que buscavam. C omo não puderam chorar a sua
dor at é adormecer, c orreram finalmen te para Deus. Corram
então, pés pequeninos. O Pai os espe ra.
ÍBreso num lapso
Quando o sofrimento cresce demais, é às vezes mais fácil pro-
tegerse. O aguilhão do sofrimento não pode alcançar um co-
ração envol to numa concha gross a, protet ora  nem mesmo o
amor consegue. E sse é um estado de expiação emocional.
Quando você bloqueia a dor, impede igualm ente tod os os
outros sentimen tos, e nada nem ninguém pode tocála. Os ser-
mões não a tocam. O sexo não a toca. As caríc ias apaixon adas
do aman te deixam de tocar o ponto e m que a dor é maior. No i-
tes de ansied ade a deixam vazia.
— Há algo errado? — pergun tam eles. — Não, está tudo
bem —, você responde, m as suspira por dentro, vi rase no tra
vesseiro e finge do rmir. Eles não sabem que enquan to a envol-
vem nos braços, na verdade não a estão segurando. O seu ver-
dadeiro " eu" está afastado d o resto do mundo . É quase como
se o seu coração estive sse dentro de uma armadura.
Você está a salvo do sofrimento , ninguém pode ferila, mas
está sozinha, vazia e intocada.Você está fazendo amor, fazen-
do vida, fazendo café, isolada. Está em q uarentena por causa
da dor, e afastada por caus a dos con flitos secretos. Tão perto,
mas ao mesmo tempo tão longe, perm anece inatingível.
Isto é solidão em seu nível mais extrem o. A verdad eira soli-
dão tem pouco que ver com com partilhar ou não uma casa ou
uma cama com alguém. Voc ê pod e morar com dez pessoas e
mesmo assim sentirse solitária. A solidão é intensificada quan-
do você tem todo m otivo para não estar só, mas está. A solidão
grita mais alt o quando você está cercada de pessoas, tão pró-
ximas que pode sentir a respiração delas em seu pescoço, mas
você está envolta em u m man to invisível.
Não se trat a de nunca haver ning uém p rocuran do você.
Pode ser que haja tantas cam adas para remover que as pes-
soas estejam tocando apenas a superfície externa da cobertura
em que você se escondeu durante anos. O que construiu como
proteção se transformou agora em prisão, e você está tra ncada
numa cela silenciosa construída só para um.
Chamo isso de preso num lapso! Podemos descrever essa
situação como um elevador parado entre andares? Para mu i-
tos, parece que algo aconteceu e a vida os deixou em su spense,
e assim permaneceram durante anos até que ela voltasse ao
lugar em que estavam. A Bíblia diz: "Os passos do homem
são
rem dirigidos
presos nopelo Senhor"
caminho? (Pvjá20.24).
Você Maspresa
se sentiu e seentre
os pés fica-
idades
e estágios, fases e l ugares? Está sofrendo agora pe lo que acon-
teceu em outra época? Imagens flutuam em sua mente, vo-
zes de conversas passadas a perseguem no meio da noite?
Você não está paranóica nem nervosa demais, está apenas
vendo seus fantasmas comuns, nada especiais  questões não
resolvidas.
Já se descobriu discutindo com pessoas que não estão mais
ouvindo? Muitas pessoas que procu ram o sucesso fazem isso
para provar algo a alguém que nem se quer está mais presente.
Continuam
A mulherenvolvidas
ferida tem acom um fantas
especial ma! de a brigar essa s
capacidade
invencion ices mentais. Elas a acomp anham onde quer que vá.
São rostos que surgem à sua frente durante a noite. São os par-
ceiros dos infelizes, dos mago ados. São as memórias tristes de
oportunidades perdidas e relacionamentos rompidos. São os
companheiros de cama dos que sofre m. São os demôn ios que
precisam ser exorcisados, os fantasmas que d evem ser expulsos
do
"Nãcoração daquele q ue ousaria olhar a vida de frente e dizer :
o vou desistir!"
Essas devem ser também as suas palavras caso deseje sobre-
viver. Deve olhar diretamente para o inferno chamejante das
situações demoníacas e declarar com lábios ressecados, solitá-
rios, manchados de lágrimas: "Vou con tinu ar!". No íntimo de
cada vítima há tenacidade e vontad e firme. A coragem nasce
das crises . Menininh a, você tem o poder. Ele está em você por
meio de Cristo.
pode ser Você temsem
bemsucedido os elementos do sucesso.
vence r a oposição. Ninguém
Enxugue o ros-
to, endireite os ombro s, levante a cabeça e sobreviva!
Ninguém pode mudar o seu ontem, por mais terrível que ele
tenh a sido. Atualize a sua vida. Isto é ago ra, não antes. Oro
para que tenha a coragem de suportar o que não puder mu -
dar, de remo delar c om pletam ente as coisas que puder, e d e
ignorar o resto.

Enquanto escrevo isto estou sentado na pra ia. É aonde sem -


pre gosto de ir quando os pensamentos fluem. É aqui que sinto
melh or a minha finitude. É aqui que os problemas diminuem
para mim. Enqu anto observo as gaivotas reclam arem co ntra o
vento, arrebatando p orções de ar por baixo das asas, subindo
cada vez mais alt o e depois planand o, com preendo como
mu itos hom ens se sentaram onde me acho agora . Eles estão
mortos, e eu vivo. É minha vez de contem plar o que eles vira m.
O majestoso ocean o nos ensina muito. Junto dele inúmeras
canções foram escrit as. M uitas vidas se perderam nele. Fo i lu-
gar d e batalhas e com em orações, crises e conquistas. Suas
marés violentas não têm medo nem são intimidada s; elas tra-
zem à praia o que querem e atiram nela objetos como se estives-
sem despejand o certas coisas e arrebatando outras.
O mar talvez tenha durado tanto j ustam ente po r isso. Ele
sabe como soltar algumas coisas e agarrar outras. Se você qui-
ser sobreviver, aprenda com o oceano. Jogue fora algum as coi-
sas e pegue outras, e quando tudo o mais falha r... não desista.

Dnfwnck a próxima geração

Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas


sobrepujas.
Provérbios 31.29

O desafio é alcançar um ponto na cura onde você possa dis-


cutir o que antes foi uma frustração silenciosa. Q uando pode
manifestála, essa frustração se transform a em sabedoria. Ê
justamente quando você se projeta e ministra a outros que o
ministério é impulsionado.
Notei que quando alguém dá entrada no hospital, os médi-
cos não o retêm tanto tempo como co stuma vam faze r. As ra-
zões são várias. Dinheiro e assistência médica pod em ser algu-
mas.
mentoGeralm
em queente tamb ém há
o indivíduo falt cuidar
p ode a de leitos,
de siportanto, no mo-
mesmo, eles lhe
dão alta. É em casa que se aprende a levantar se e a enfren tar
as limitações. É ali que, com sabedoria e obediên cia às instru-
ções, se pode term inar o processo de cura. É ali também que se
pode curar o espírito da mesm a forma que se curou a c arne.
Chega um ponto em que você receb eu ajuda suficiente e
não se encontra mais na l ista crítica. No momento em que pode
levantarse, é bom fazêlo. Você ganha forças ajudando ou-
tros. É uma pena que muitos só procuram os ministérios quan-
do é sua vez de rec eber. No m omento em q ue se recup eram ,
não dão nada ao paciente seguinte.
Você jamais se tom ará um ministro enquanto estiver de ita-
do no leito do hosp ital. Le van tese e ajude alguém a passa r
pelo que você passou. Há tantos que necessitam do leito em que
você se encontra. Cedao a essas pessoa s e seja part e da solu-
ção em vez do problema. Isso, em si mes mo, é uma terapia.
É po ssíve l que seja a s ua vez de dar uma aula basead a
numa calamidade. Vo cê já deu aula? Deus toma os quebranta-
dos e os feridos e os recupera para que possam ser clínicos da
cura e instrumentos de vida. Você quer saber o que fazer com a
sua vida. Está preso num lapso de um trabalho insatisfató rio,
está envelhecendo e quer fazer algo que realmente importe. A
satisfação nem sempre é uma questão de rendi mentos. É muito
bom quando você pod e deitarse à noi te e saber que suas ações
de hoje fizeram diferença na vida de alguém.
Afirmolhe que o seu ministério está onde você se encontrou
mais fraco. Esse mesm o lugar que o fez chorar e gem er é que
pode levar dignidade e cura aos que foram atingidos pelo mes-
mo sofrimen to. Este é o ponto em que a sua compaixão irá ele-
varse em espiral, e você pode ajudar a próxima geração de ví-
timas a sair do leito e and ar.

A fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glóri


a
em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antem
Romanos ão...
9.23

As Escritura s os chamam de vasos de misericórdia. São mi-


sericord iosos porque precisaram de misericórdia. Esses expa-
cientes possuem uma compaixão que só pode ser exercida por
que eles mesmos estiveram acamados. Sua misericórdia tem
raízes nas lembranças das suas próp rias tragédias.
Se você já teve de enfrentar uma tem pestade, sua atit ude
será muito diferente quan do com parada à daqueles que nun -
ca sofreram ou fracassaram. Voc ê se tornou um vaso de mise-
ricórdia, e Deus quer usálo. Deve ensinar à próxima geração
como evitar a escola das pancadas.
Não seria bom ensinar suas filhas, para que não tenham de
fazer o que você fez, para que sa ibam o que você sabe? Voc ê
sabe coisas que podem salválas das tormentas, das lágrima s e
dos tra umas. Se não pu der salválas, pode pelo menos ajudá
las a enfrentar os perig os. Afina l de contas, você e steve lá, f ez
isso. En sine a elas. Fale alto e cl aro.
É urgente que interrompamos o ciclo que lw a as pessoas a
passarem pelos mesm os sofrimen tos de geração em ger ação.
Pare com a l oucu ra e pro teja o tam borilar dos pezinh os, que
hoje está quase extinto. On de estão as crianças? Algu ém já
notou que não há marcas de giz nas calçadas? Alguém já no -
tou que não há mais bam bolês à venda? O que aconteceu com
o tamborilar dos pezinhos? O nde estão as menininhas q ue eu
conhecia? Ond e estão as garotinhas com olhares tímidos e ati-
tudes modestas, com meias soq uetes e de presilhas? Por que as
menin as que antes andavam de bicicleta estão agora empu r-
rando carrinhos de bebê? Perdemos a melodia da infância.
Posso sentir o retorcerse dos corpinhos das crianças
sufocadas pela vulgaridad e, expostas à porno grafia e roub a-
das da infânci a. Meninas p equenas são deixadas sozinhas em
casa, e o inimigo está sorrindo como um ávido cafetão espe-
rando
usar tiosa próxim a ceifapde
embriagados aracarne fresca.
cometer Ele não
o incesto, estápre cisa mais
usando do-
mésticas , babás, sacerdotes pedófilos e batepapo s de compu-
tador. Essas criança s que foram atacadas e molestad as aos dez
ou doze anos não têm sequer perm issão para d iscutir o seu
sofrimento.
Algumas não foram molestadas, foram espectadoras,
mas vít im as do mesmo jeito. Testemun haram os mais he-
diondos atos de cr ueldad e a que o mu ndo já assistiu. São
crianças que viram crimes exe cutado s em suas próp rias ca-
sas. Crimes em q ue a vítima e o pe rpetrad or eram paren tes
da pequena testemunha.
Seus lares eram tão depravados quanto qualquer campo
de batalha do mundo. Cresceram ocultas nos armários das
casas onde a violência doméstica era praxe. Acordaram ao
som de vidro quebrado, insultos e imprecações. Seus ouvidos
ficaram cheios com cenas de estupro e de agressões contra
suas mães. Ouviram os sons abafados dos espancamentos, o
estalar de cintas, o ranger de molas da cama e os gritos sufo-
cados de socorro.
Não foram vítimas diretas, apenas test emunhas de um p e-
sadelo do qual não consegu em acordar. Sãos as tristes baixa s
de uma guerra fria . Um a guerra que estamos perdendo.
Tratase da mutilação deprav ada de mentes jovens, do ter-
ror e do sofrimento de inocentes cujas lembran ças dev eriam
evocar o cheiro do bolo assando no forno. Em vez disso, têm de
suportar a náusea men tal de eventos maldigeridos que man-
têm a mente regorg itando e o coração doente com pensam en-
tos que se negam a ir embora. É a zona e scura do coração ado-
lescente. Sua puberdade fica prejudicada na confusão entre
questões adultas e pensam entos infantis. O resultado é um co-
quetel de sofrim ento e uma vida de devassidão.
Algumas de vocês sabem que estou dizendo a verdade,
pois só os seus olhos escon dem os segredos do seu sofrimento.
Vocês que foram
testemunh expos
as vivas tas anão
de que coisas demais,meorrer
precisam rápido demais
para , são
ir para o
inferno. O calor do seu passado ameaçou o seu futuro com seu
infern o cham ejante de lembranças e efeitos colaterais que ain-
da as perseguem . Há problem as em seu passad o que podem
estar a fetando a ainda hoje. Eles a envo lvem com o o vapo r
num esp elho depois de um banh o quente. O banh o terminou,
mas o vapor perdura. Essas são as imagens ociosas que assom-
bram a men te dos adul tos.
As cicatrizes fic am em nosso coração com o fantasmas, va-
pores da t em pestad e da vida que aparecem e desaparecém .
Há alguma
Quero coisaque
dizerlhe pairando sobre
Deus tem você para
poder que precisa
apagar ser expulsa
o que nem o?
sexo, nem as drogas, a beb ida ou o dinheiro pod em apagar.
Nenhum a dessas soluções repugnantes pode curar o tra uma.
Elas só nos anestesiam durante algum tempo, mas depois nos
deixa m amargos, zangados ou depri midos  subprodut os de
nossa agonia íntima. O meu Deus, porém , conserta bonecas
quebradas. Ele costura com mãos hábeis os sonhos rasgados,
as esperanças destruídas.
Se a sua vida estiver e straçalhada como a de uma boneca
velha joga da no canto de um sótão emp oeirado, recomendo
que recorra a el e. C orra para ele e permita que conse rte sua
alma seviciada, que a deixou largada no chão.
Você já v iu uma m ulher com o coração parti do? N ão pode
saber pelas suas roupas ou pelo cabelo. Nem pode descrevê
la pela sua raça ou pel o númer o de diplomas rece bidos na uni-
versidade. Observe
da maquiagem , um os pequenos
olhar traços de
vago, mortiço, quecicatrizes por trás
nem o delineador
nem a sombra podem avivar. Procure um sorriso que desapa-
reça rápido demais ou um olhar sofrido que contempla um
passado tão hediondo que não pode ser descrito e tão ter rível
que não po de ser esq uecido. Você já observou o olhar vazio de
uma pe ssoa que viu o fogo do inferno e foi queimada po r uma
história que não tem coragem de contar?
Essa mulher no geral esconde na ira a sua desesperança.
Vestese de amargura, que aparentemente é a única proteçã o
que pode conseguir sozinha. Assemelhase a um animal do-
mesticado brincando de selvagem, esperando que ninguém
saiba que atrás do seu rosnar não há dentes, apenas lágrimas.
São lágrimas quentes, amargas, que surgem à noite como co
rujas e fi cam pend uradas nos cílios, vitrifi cando silenciosa-
mente seu rosto até de manhã, quando tem de colocar nova-
mente a máscara e sair para o trabalho.
Essa mulher é um vaso quebrado, que deixa escoar a vida
e perde o amor. Seus relacionam entos são problemáticos. Pa-
rece que escorregam entre seus dedos como areia apertada
com força.

Afirmoulhe Jesus: Quem beber desta água tomará a ter sede;


aquele, porém, que beber da água que eu lheder, nunca mais terá
sede, para sempre; pelo contrário,a água que eu lhe der será nele
uma fonte ajorrar para a vidaetema. Disselhe amulher: Senhor,
dáme dessa água p ara que eu não mais tenh a sede, nem precise
vir aqui buscála. Acudiulhe Jesus:Vai, chama teumarido e vem
cá; ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido.Replicou
lhe Jesus:Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos
já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com
verdade.Senhor, disselhe a mulher:Vejo que tu és profeta. Nos-
sos pais adoravamneste monte; vós,entretanto,dizeis que em
Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. DisselheJesus: Mulher,
podes crerme, que a hora vem,quando nem nestemonte, nem em
Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis, nós
adoramos o que conhecemos, porquesalvação a vem dosjudeus.
Mas vem a hora, ejá chegou, quando os verdadeiros adoradores
adorarão o Pai emespírito e emverdade;porque são estes que o
Pai procura para seus ad oradores. Deus é espír ito; e importa que
os seus adoradores o adoremem espírito eem verdade.Eu sei,
respondeu a mulher, quehá de vir o Messias,chamado Cristo;
quando
Eu o sou,ele
euvier
quenos
f anunciará
alo contigo. todas as coisas. Disselhe Jesus:
João 4.1326

As mulheres de coração parti do acham difícil manter rela-


cionamentos. Estão sempr e procurand o alguém que possa
carregar o peso da sua do r. O único hom em que conheço que
se dispõe a levar o sofrimento de outros é Jesus. Os demais de-
sistem, ficam cansados e foge m. Se você colocar peso demais
sobre seres humano s, eles irão desapontála.
Ninguém é atraído para um prob lema, exceto um sol u
cionador de probl emas. Seu nome é Jesus, e ele sabe quem você
é! Qualquer outro homem estará procurando uma mulher in-
teira. Sei que é irônico, m as até o hom em de coração partido
quer uma mulher inteira. Quer dela algo que ele não possui. Os
padrõ es du plos do amor são muito injustos, m as sã o reais .
Esse homem procura um a mulher que possa contribuir para a
sua vida.
No rmalm ente, a mulher ferida entra numa relação pro-
curando alguém para salvála. Ou pelo menos a lguém que
prove que não é como o resto dos homens que a feriram n o pas-
sado. Quem quer começar um relacioname nto com petindo
com todos esses fantasm as? O hom em deseja relacionarse
com você e não com seus antigos namorados. Antes de enfren-
tar outro rompimento, espere u m minuto, pare junto ao poço
e deix e Jesus Cristo livrála dessas assom brações. Caso con -
trário, te rá dificuldade para encontrar alguém que preencha
esse vazio.
Jesus encontrou uma mulher assim junto ao poço. Ela tivera
vários relacionamentos e estava envolvida num "caso" quando
Jesus lhe falou. Jesus poderia ter reprovado, com todo o direito,
os homens que a usaram e lhe roubaram a dignidade. Mas ele
ultrapassa o estágio da culpa, que nunca traz cura, e questiona
a mulher sobre a sua sede interior. Ele não perdeu tempo ata-
cando oscomo
mulher pretendentes oportunistas
g afanhotos em um campoque de
se agarraram
trigo. à vida da
Jesus sabia que esses homens eram apenas sintomas, o pro-
blem a era ela. Sabia que, por trás dos muitos casos e relaciona-
mentos, ela era uma m ulher ferida, sedenta, desesperada por
beber algo que a saciasse. N ão o saciar da carne, mas da alma.
Cristo identificou o seu problem a como sede que só ele podia
extinguir.
Se você estiver perde ndo a vida e o amor, deve perm itir que
Cristo recolha os pedaços quebrad os do seu coração. Assim ele
pode dar lhe água para que não tenh a sede. Não seria esplên -
dido
amorcomeçar
que não um relacionamento
possa confiar no seu sem
própestar
riotão sedenta de to?
discernimen
Quando sua sede de amor não for tão grande pode rá tomar
melhores decisões.

TWflarrumada e sem lugar para i r


São muitas as mulheres que se vestem e se exibem gr acio sa-
mente como peças delicadas de po rcelana chinesa, mas por
dentro se sentem secret amente sujas. Es ta é a dor que o banho
não lava, o sabão não limpa, nem os cosméticos escondem. É o
grito lancinante da alma ang ustiada que não pode ser ouvido
nem pelos m ais próximos. Deus, no entan to, ouve o choro da
voz emudecida. Ele ouve o leve gemido que escoa na noite,
como a água vazando de um cano partido.
O hom em só pode conhecer a mulher que estreit a nos bra-
ços quando tiver tocado a criança que ela foi. Isto cons titui um
mistério para quase todos os homens, mas é a chave necessária
para a com pre ensã o e, assim , iniciar a cura. É a men ina que
mantém cativa a mulher silenciosa. Cure a crianç a com a pala-
vra de Deus, e a mulher ser á libertada.
Minha irmã costum ava vestirse com as roupas de nossa
mãe. Acho que isso não era tão estranho assim. M uitas m e-
ninas acreditam que já são moças . Elas passam tempo diante
do espelho, observandose, penteand o o cabelo, agindo como
se fossem socialites sofisticadas. Era apenas uma brinc adeira
para pass ar o tempo enquanto nossa mãe fazia compras. M as
para os quase 25 por cento de meninas que foram m olestadas
r que sofreram abuso em tenra idade, o fazdeco nta não é
mais uma brincad eira. Alguém entra e tran sforma a ilusão em
realidade.
Um adu lto pode tocar a menin a como se ela fosse mulhe r,
deixando para trás um ramo en curvado que cresce rá e se rá
uma árvore deformada. N um e stalar d e dedos, um estupro
brutal, u m marido bêbado que abusa da mulher, ou um toque
proibido por um tio respei tado pode alterar permanentemente
uma
e umgarota . Todos
ato bestial aqueles
de abuso ro dias
uba de brincadeira
para e ingenuidade,
sem pre a sua juventud e.
Não é de surpreen der que a única coisa que separa a moça
bemajustada e empreendedora da garota promíscua, vic iada
em drogas, sem caráter seja um incidente que pode ocorrer
em poucos m inutos? Sei que há exceções, mas descob ri que
muitas das pessoas assim em nossa sociedade resultam de se-
gredos trágicos. E sta triste verdade pode nos perturbar. Ela
torna
ria serdifí
eu.cil admitir que se não fosse pela graça de Deus pod e-
Algu ns minu tos a sós e você não s eria quem é, o que é e da
maneira como é. Assim nasce a nossa proximidade neste pla-
neta: somos separados apenas por incidentes e acidentes que
encontramos no caminho. Alguns minutos bastariam para que
você não fosse definida como é agora. Alguns m inutos e pron-
to, se us sonhos se transformaram em cinzas e sua cabeça foi
torcida, sua boneca quebrouse, seu hímen romp euse e você é
agora um dado estatístico. Não, não um dado e statístico, por-
que para ser um dado estatístico teria de declarar algo. C ui-
dado... este é um grupo que nu nca fala ou confessa.
Para essas pequenas damas o fazdeconta não é mais di-
vertido. E las são forçadas a entrar em jogos de adultos da mais
horrenda espécie. São velhas demais para voltar às amigui
nhas e sentirse como crianças, mas jovens demais para ser
mulheres. Ficam presas num lapso. São a geração esquecida.
São executivas e domésticas. Negras e brancas. Atraentes e
simples. Obesas e anoréxicas. Promíscuas e frígidas. Os sin-
tomas são diferentes, mas o sofrimento é o mesmo. Podem vir
de todos os povos e classes . Observe  elas estão todas à nos-
sa volta.
() sofri ment o di ri ge um carro de luxo

Mas o quepara mim era lucro,isto considerei perda po


r causa de
Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da su-
blimidade do conhecimento de Cristo Jesus meu Senhor: por
amor do qualperdi todasas coisase as considero como refugo,
para ganhar a Cristo.
Filipenses 3.78

Permitimos que o sofrimento se esconda por trás do dinhei-


ro. Deixamos que faça isso porque em nossa cultura acreditamos
que o sucesso cura a dor. Não ministramos aos ricos, só aos sem
teto. Devemos ajudar os pobres, mas não parar aí. Não é pre-
ciso ser pobre para sofrer. Há muitas pessoas sentadas numa ba-
nheira de água quente e contemplando o suicídio.
Há muitos indivíduos famosos, ricos, que nunca ouviram
falar de Cristo. Cristo não é apenas o Deus da mãe que faz
parte do progr ama de assistência so cial. Ele é o Deus de todos
 tanto ricos quanto pobres. O so frimento atinge todas as clas-
ses sociais. Jogad ores de futebol, modelo s, atores e executivos

estão notanto
Custou limite: es alcançar
para tressadoosque
e vazios, ferid que
possuem os enão
vuln eráveis.
restou na-
da para m antêlos onde estão. É verdade, o sofrimen to hoje
dirige um carro de luxo. Ele não está com uma vass oura lim-
pando a casa. Pertence ao clube de campo e possui um co n-
junto de tacos de golfe. Ele é dono da própria empresa.
Se você foi criada para pensa r que tudo que tinha que fazer
para ser feliz era casarse com algu ém de dinheiro, o u terminar
a escola e mud arse para o lado nobre da cidade, tenh o más
notícias. O su icídio está aum entando entre os profissionais, e
os índices de divórcio são maiores quando há algum lucro
para obter no acordo. O sofrimento não se confina às favelas.
I ile está vivo e ativo nos melho res bairros. Por que precisamos
saber que a única coisa completamen te sem preconce itos que
resta em nossa cultura é a dor? Precisamos saber para que não
haja necessidade de adorar o sucesso, os em preend imen tos, a
riquez a ou a influência.
Pergunte a Lídia, mulhe r de negó cios rica e bemsuced ida.
Uma bela m ulher que vendia tintas e mercadorias tingidas em
Tiatira, um lugar bem distante. Era rica, m as não se sentia fe-
liz. Em Atos 16.1 215 ,40, Lídia ouviu Paulo pregar e foi con-
vertida. Ao ouv ir a pregação do apóstolo, compreendeu repen-
tinamente que precisava de Cristo para completar a sua fé.
Com preendeu que D eus a abençoara para ser uma bênção na
vida de outros. Seus recursos e contatos foram c olocados à dis-
posição do ministério.
Lídia tornouse uma mulher com pleta e f oi usada podero-
samente por Deus. Você acabará tendo necessidade de fazer
algo com o que adqu iriu, ou a sua busc a terá sido inútil. O po-
der financeiro sem um objetivo rião resulta em realização.
Se alguém tivesse observad o a riqueza e xterior de Lídia e
deixado de recon hecer sua pob reza interi or, teria roubado
dela a oportunidade de ser uma mu lher completa. Há milha-
res de Lídias neste mundo. Elas g algaram a escada do sucesso
e encontraram pouca satisfação no último degrau. Precisam
conhec er Jesu s e o seu amor. Você entende que esta me nsage m
é para os que têm bens assim como p ara os que não os têm?
Há muitos tipos de sofriment o. Eles nem sempre se concen-
tram na falta de recursos. São mu itos os que não foram ajuda-
dos espiritualmente porque a nossa sociedade propõe que
quando algu ém é famoso ou rico deve sentirse real izado. Mas
pergun te a Lídia, cuja vida mudo u tanto que ela veio a trans-
formarse numa im não
Lídia representa portante patrocinadoderaDeus
só a capacidade do minist
para ério.
curar os
ricos, mas tam bém dissipa o estereótipo de que o cristi anismo
oprime as mulheres. Pelo contrário, ele é o emancipad or da in-
teligência e o li berta dor da excelência. Lídia é um mode lo para
as mulheres que aspiram à excelência!
Quando foi sábado, saímos da cidade para junto do rio, onde nos
pareceu haver umlugar de oração; e,assentandonos,falamos às
mulheres que para aliinham
t concorrido. Cert
a mulherchamada
Lídia, da cidade deTiatira, vendedora de púrpura, temente a
Deus, nos escutava; o Senhor lheabriu o coração para atender às
coisas que Paulo dizia. Depois de ser batizada,ela e toda a sua
casa, nos rogou dizendo: Sejulgais que eu sou fiel ao Senhor,
entrai em minha casa, e aí ficai.E nos constrangeu a isso.
Atos 16.1315

Deus entrou na casa de Lídia naquele dia e curou tudo na


casa. Ele fez o que as rique zas de la não po diam fazer. Trouxe
paz a seu lar e livramento a sua família. Peçolhe que ouça esta
palavra e comp reenda que h á uma razão para Deus terlhe
confiado este ministério. Está na hora de abrir sua casa ao Es-
pírito Santo e permitir que ele trabalhe em sua vida. O Espírito
está aguardando uma o portunidade para pro ferir palavras de
cura sobre as feridas que infectaram cada área da sua exis-
tência. Se você tiver tudo exceto Jesus, en tão não ter á nada.
O sofrimento é um problema de oportunidades iguais. Ele
ataca os ricos e os pobres. Ime diatam ente d epo is de deixar a
cas a de Lídia, Paulo encontrou uma moça escrav a, ad ivi-
nhadora, e pregou a ela.

Aconteceu que, indo nós para o lugar de oração, nos saiu ao en-
contro umajovem possessa de espírito adivinhador, a qual,adivi-
nhando,davagrandelucro aos seus senhores.eguindo
S a Paulo
e a nós, clamava, dizendo: Estes homens são servos do Deus
Altíssimo, e vos anunciamo caminho dasalvação. sI to se repetia
por muitos dias. Então Paulo, já indignado, voltandose, disse
ao espírito:Em nome deJesus Cristo eu te mando: Retirate dela.
E ele namesma hora saiu.
Atos 16.1618
Em curto intervalo, o Evangelho foi pregado à mu lher d e
negócios, transcendeu a cultura e a ri queza e tocou uma escra-
va. Este velho hino da igreja talvez explique melho r isso:

O sangue queJesus derramou por mim


No calvário,
O sangue que me dá forças,
Dia a dia,
Jamais perderá seu poder.
Diz a velha canção
Ele chega à mais alta montanha
E corre para o vale mais baixo.*

Se Lídia é a mais alta mo ntanha entre as mulheres, a moça


escrava é o vale mais baixo. Era pobre e escrava. Estava env ol-
vida no ocultismo e sob o contro le de influê ncias malignas.
Mas quando ouviu falar de Jesus, ele a livrou com pletamente.
Não posso pen sar em outra circunstância que descreva melhor
a altura, a profundidade e a largura do amor de Deus. Ele
abrange de um extremo a outro.
Não há diferen ça no preço da redenção exigid o dos ricos e
dos pobres. O mesmo sangue que lava a feiticei ra limpa a mu-
lher de negó cios. Você já perm itiu que esse sangue e ficaz que
limpa a alma e renova a mente a purifique? Não importa se a
sua srcem é semelhante à de Lídia ou se esteve interessada no
ocultismo . Ele tem o pod er de penetrar nas trevas com a sua
prec iosa luz!
Em bora o seu passado p ossa estar mesclado a tragédia e
cheio de sofrimen to, Deus ainda assim oferece o bálsam o que
cura. Ele apaga o resíduo marcado e sangrento que confirma
os horrores pelos quais você passou. Está aí para mostrarlhe
como tirar o máximo proveito das enfermidades de ontem.
Pegue e sses traum as e tragédias e mude de direção.
* Tradu ção livre
Não imp orta aquilo que teve de enfrenta r, lembrese de que
você continua aqui. É uma sobrevive nte e há uma menininh a
que precisa aprender a sua receita de sobrevivên cia. Ela não
precisa saber de seus sucessos, ma s de seus fracassos. N as ruas,
em algum lugar, há alguém morrendo por não saber que é pos-
sível viver apesar do que já supo rtou. Você é um bem precioso.
É a cura para as crises. Sei que vai dizer:
— Como posso ser a cura quando eu mesma estou sofrendo?
Olhe pa ra Jesus. Ele estava dand o vida ao morr er. Curou os
enfermos pelo seu sofrimento. Foi ferido pelas nossas transgres-
sões. Será que você passou por tan tas coisas só para poder aju-
dar outra pessoa?
Não é possíve l alterar o passad o, mas há um meio de tirar
proveito del e. Minh a sogra mo rreu há pouco tempo. Ela era
uma tal fonte de força para m im e minh a espos a que ficamos
aniquilados com a sua perda. Pela minha expe riência, disse a
minha mulhe r que a dor não desapareceria. P oderia diminuir,
mas nun ca d esapare ceria totalmente. Disselhe que a única
maneira de justific ar a morte de um pai ou de uma m ãe é dar
aos filhos o que você mesm o não recebeu. Ofer ecer a outra pes-
soa aquilo q ue se deseja é um princíp io da Escritura. A coisa de
que mais se precisa é aquilo que se deve da r. Ela voltará m ulti-
plicada às suas mãos.

Dai, e darsevosá; boa medida, recalcada, sacudida, transbor-


dante, generosamente vosdarão; porque com a medidaom c que
tiverdes medido vosmedirão também .
Lucas 6.38

Você pode estar sofrendo neste mom ento, mas o melho r re-
médio é dar o consolo que nu nca recebeu. A sabedoria de suas
experiências é um dom que você pode com partilhar e, ao ali -
viar a carga alheia, diminuirá a sua. Peça forças ao Senhor
|mra dar a outros a força para sobreviver e, através de seu pró-
prio minis tério , você será curado.
O ração para fiem precisa dela imediatamente

Pai,
admito que estou sofrendo ho
je. Sei que passeipor momentos di-
fíceise compreendo que ainda não me recobrei de todo. Toda
via,
sei também que há pessoasque estão em pior situação do que a
minha. Concedame uma oportunidade para encorajálas com a
minha sabedoria. Enquanto dou a outros o que desejari
a que me
dessem, agradeço por me reabastecer e me dar da água ivva.
Confesso que minha vida está cheia de água estagnada.Tudo o
que não vazou tambémnão está se movimentando;mas hoje,ó
Deus, agito as minhas águas. Não mais derramarei lágrimas de

depressão.por me abençoar enquanto dou aos necessitados.


Obrigado Al-
guémprecisa mais dest e leito doque eu. Satanás, vocêjá me man-
teve nesta cama osuficiente. Em nome deJesus,vou levantar eser
curado! Amém.

Fale com o méd ico e ele lhe dirá que a vacina é prep arada
com elementos da infeçcão. O antídoto é preparado com o pró-
prio vene no. E sse mesmo princípio se aplica quando ministra-
mos a alguém. As melhores pessoa s para ajudar outras não são
aquelas que estu daram a vida num livro. São as que a viveram.
Você jamais será curado se não aplicar o seu sofrimento para
curar seu semelhante. O ministério dá sentido ao sofr imento.
Ele aumenta o abismo en tre o então e o agora e anunc ia a quem
causo u a dor: estou curado.

Irmãos, quanto a mim,não julgo havêloalcançado; mas uma coi-


sa faço: esquecendome das coisas que para tráscam
fi e avançan-
do para as que diante de mimestão,prossigo para o alvo, parao
prêmio da soberan a vocação de Deus em rCisto Jesus.
Filipenses 3.1314
O passad o ficou para trás, portan to, sep ulteo. Você tem
autori dade para libertar se do p assado em nom e do Sen hor e
deve agora prosseguir para o que a espera! Saber quan do o so-
frimento morreu é que nos liberta para ajudar o utros com esse
testemunho. O testemu nho é o que lhe rest a quando a prova
termina.
outros, e Enterre o passado.
ele morrerá dianteJog
dosueseus
sobre ele a terra da ajuda aos
olhos.
Alguém precisa de você nest e mom ento. E uma em ergên-
cia. Não fique se l amentand o, mas com prometase. Do outro
lado do seu silêncio há uma fonte que sacia as almas feridas da
hum anidade sofredora. Vo cê pode de cidir não com partilhar
detalhes. O im portante é que ajude outros que estão lutando
com o que você p assou e sobreviveu.
Ao aproximarse
vamente das crianças
o som dos passinhos, , vocêetalvez
seguros sadios,possa
fortesouvir no-
e calmos.
Sinto a falta do som desses passinhos, crianças saudáveis, lares
felizes e passe ios em fam ília, e você?
Ca pít ul o quatro

gfaçapara ser immdam


$pfçapam resistir

Mulher virtuosa quem a achará? O seuvalor muitoexcede o de


finas jóias.
Provérbios 31.10

termo hebraic o traduzido c omo " virtu osa " êch ay il. Al-

O
gumas versões da Bíblia t raduzem no como excelência,
enquanto outras o definem como resistência, habilidade, e fi
ciência e força.
Chay il é o nom e que Deus dá à mul her que age corretamen -
te. "Ela é chayil", diz o es critor em Provérbios 31.10, cuja des-
crição se tornou a síntese da virtude cristã em forma fem inina.
Esta mulher é uma estrela. Uma mulher nota dez! É simples-
mente o máximo. M elhor ainda, ela échayill É che ia de força e
sabedoria, tem o poder de um exército!
Essas não são palavras empregadas para descrever uma
moça pudica, frágil, que não tem ambições nem objetivos. Tra
lase de uma mulher progre ssista, ativa, mas, quando a estu-
damos melhor, vem os qtie é incrivelmente equilibrada.
O equilíbrio é a coisa mais difícil de obter, mas o ingredie nte
mais necessário quand o aspiram os ao sucesso. Ser equilibrado
é ter e manter todos os elementos na pro porção adequada. To -
das as partes da sua v ida, todos os aspectos da sua person ali-
dade precisam ser plenam ente desenvolvidos.

teráSeequilíbrio.
uma áreaInclinarse
se mo strar demais
deficiente
na ou excessiva,
direção de umav coisa
ocê não
ou
afastarse muito de outra faz você c air. Em vez disso, empe -
nhese em dar atençã o a cada aspecto em igual medida e ficará
equilibrada.
Não de veria ser este um alvo para toda mu lher e todo ho-
mem? É o seu alvo? Deveria ser se espera ser uma mulher exce-
lente. Você talvez pense q ue a mulher exce lente teria de ser al-

eguém que
classe. já se
Pod expôs a la
e imaginá todas as vantagens
assistindo sociais adebalés
atentamente educação
e ofe-
recendo inco ntáveis chás para várias e prestigiosa s fundações
de caridade. Q uem sabe até pensa que lhe pediriam para re ci-
tar poem as e est ender o dedo mínimo ao tomar chás exóticos
em xícaras de porc elana chinesa.
Não estamos, porém, falando simplesmente de definições
sociais de excelência. Nem estamos queren do imagens que não
descrevam
resistê ncia necessariam
e força. ente qu alidades interi ores, tais como
A excelência é uma ambição, não um sobrenom e aristocrá-
tico. Trata do destino da mulher, não da sua srcem . A exce -
lência fala da sua autop ercep ção e dos padrõ es dos quais não
se d esviará. A mulher excelente traça uma linha na areia e diz:
"N ada menos que i sto será aceit o em minha vida d aqui po r
diante!". El a sabe o que merece e trabalhará sem descanso para
obtêlo. Não desanime se falhou ou recaiu no passado. A exce-
lência não se baseia no desem penho passado. E um título dado
a alguém que persistiu e superou as adversidades.
A mulher excelente está equipada com um mapa rodoviário
marcado, e o seu destino já foi dec idido. Essa mu lher tem um
plano de vida. Não está vagando sem rumo e esperando ser
encontrada por al guém. Está no caminho que alguns cham am
de estrada menos perco rrida  e só os grandes viajarão por
essa estrada.
Essa m ulher sabe exatam ente para onde quer i r. Há al go
de espec ial nela . Alguns chamarão isso de arrogância, outros
rirão
gens. às escondidas
Mas dizendo qÉ aue
estão enganados. ela seança
lembr esqudeeceu dasesteve
onde suas or
quei-
lhe dá forças para levantarse e continuar cam inhando.
A mu lher excelente é como um anim al de raça, gracioso e
forte, uma criatura de rara beleza. É uma venced ora. U m dia-
mante que com eçou como c arvão e se t ransform ou em jóia. E
tão rica em classe quanto o vinho branco se rvido numa taça res-
friada, com haste em tons de ouro revo lvida entre os dedos. E
um prodígio
pla. r equintado
O que posso que
dizer? Ela é esta
simpgeração
lesmen raras
te umavezes contem -
dama.

A dama é uma espécie em extinção. Como o cavalheiro  sua


contraparte masculina  é difícil encontrála. Ser um cavalhei-
ro é mais que ser um homem. Do mesmo modo, ser uma dama
é mais que ser uma mulher. A verdadeira dama é única e va-
liosa. A educação requerida para produzila foi considerada fora
de moda e irrelevante.
A dama veio a ser substituída por uma caricatura mais mo-
derna, menos bondosa, malfeita, malajustada e grosseiramen-
te competitiva. A dama é uma mulher sensível, moderada, com -
petente, com ambições, mas que possui também classe e fineza.
É uma mulher com um sonho. Ela é a primadona imaculada
dos dias que se foram. Sua falta é tristemente sentida.
Sei que quand o com eçamos a falar de elegân cia e usamos
termos com o imaculada, você logo s e lembra do predomínio
mascu lino e d a opressão histórica da s mulheres. E verdad e
que as m ulheres nem sempre foram tratadas com justiça. Os
homens co m freqüência se aproveitaram deslealm ente de se u
com po rtam ento amáv el e casto. Todavi a, é a atitude do ho-
mem que pre cisa ser corrigida, e não a da mulher . D evem os
ser como o florista que remove os espinho s da rosa, mas deixa
as pétalas. Não há meio de cortar as partes espinhosas da vida
e manter as fragrantes?
Quando procu ramos a mulh er excelente, há uma coisa qu e
considerar: a possibilidad e de ela ter sido sufoc ada na rebelião

característica
gligenciadas oudaspouco
espécies que sofreram
apreciadas. abuso,
Os dias que foram
gloriosos do pas- ne-
sado foram cheios de preconceitos e injustiça em relação à figu-
ra feminina. Infelizmente, o clube dos vel hos companh eiros
continua vivo e ativo.
A mu lher sofre u abuso e maustratos incomen suráveis e,
para se defender, viuse obrigada a tornarse um a guerreira,
insensível ao mundo que a prej udicou. E ntretanto, por trás da
máscara
oculta doou exterior
públic entem
o. Ela rijecido,
medo háde um núcleo
expôlo. suave que
Da última ela
vez que
o mostrou a alguém, acabou m achucad a e, porta nto, viceja e
pro gride agora sufocando a sua fem inilidade e sepultando a
sua compaixão.
Sei por que a da ma não m ais de mostra , mas, ó Deus, m es-
mo assim a ausênc ia dela é sentida. Se i que o seu d esapar e-
cimento fo i um ato de desafio e talvez de frustração. Sei o que
a opressão
várias pode fazer.
revoluções. íamosAmudar
minhaogeração
mundo.estava ocupada com
Posso lembrarm e de todos os hippies que dirigiam fuscas
am arelos com o sinal da paz no párachoq ue. As mulheres
queimaram os sutiãs. Os rapazes deixaram de usar roupa ín-
tima. O amor li vre e a harm onia planetária eram as mensa-
gens do momento.
De alguma form a, após a guerra do Vietnã, descobrim os
que
çaramo fusquinha haviavirilhas,
a irritar nossas e nferrujado, as cal ças
e ficamos apertadas
m ais co me-
interessados
em aterrissar na lua do que nos harm onizar com os planetas.
De repente, ouvimos p elos meios informais de comunicação
que precisávam os de respeito. Os Jacksons não eram mais cin-
co. Os Beatles se sepa raram , o mercado de ações subiu e logo
O J . Sim pson sign ificaria mais para os jorn ais do que as notí-
cias de econo mia. E nquanto isso os juro s se elevaram, J imm y
Hendrix sofreu d eflação e, que pena!, Élvis deixou o pal co.
Que dias foram aqueles, meu amigo. Que época desafiadora
para viver! A realidade co meçou a manifestar se e fomos nos
acomodando. Precisávamos
de sutiã, e compreend de empreg
emos que o, oscivis
os direitos seios precisavam
talvez não se
acertariam com a passeata segu inte. As mulheres com eçaram
a se redefinir, enquanto os hom ens caíram num certo esqu eci-
mento unissex. Estam os agora em algum ponto da zona cre-
puscular do divórcio e da gravidez na adolescência.
Em meio à confusão que cri amos, nosso desejo no mom en-
to é a volta dos antigos valores. Quere mos a rosa dos tempos
mais simples. Podemos obtêla? Não tenho certeza. Devemos,
porém, em penharnos em recapturar a fragrância da rosa sem
ser picados p elos espinhos.
Muitos sentiram a terra moverse sob os seus pés, e quando
ela finalmente parou, eles haviam mudad o para sempre. Algu-
mas mulheres se casaram e se di vorciaram. Outras fo ram estu-
pradas e rejeitadas. Os terremotos da vida fizeram enormes
estragos. Mas somos sob reviventes e compreendem os hoje o
que nossos pais sabiam há trinta anos.
Infelizm ente, quan do se entende o enredo da vida, o filme
está quase acabando e os nomes dos produtores e dos atores
vão surgir na tela. Quem algum dia i mag inou que os "m eni
nospr odíg io" dos anos setenta seriam pais grisalhos um dia?
O tempo está correndo.
Não há mais tempo para brincadeiras agora. É tarde de-

mais. Você
Você foi podepara
criada ocuser
ltaroquem é, mas
tom mais não pod
suave e mudar
do azul. o que
Muitas mu-é.
lheres agora estão deprim idas porque há outra mulher em seu
íntimo grit ando: "D eixem e sair!". Essa mulher está cansada
de usar a máscara do desdém! É preciso deixar livre a suavid a-
de que a noss a geraç ão parece estar emp enhad a em enterrar .
Não imp orta o passado doloroso, você deve abrir seu cora-
ção ou irá sufocar a sua criatividad e, matar seus sentim entos e
reduzir ainda mais os breves momentos da vida que possui, vi-
vend o num vácuo, com medo da dor.

U a ga : D nscre v a- se lãdentr o

Então o Senhor Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este
adormece u; tomou um a das suas costelas, e fechou o lugar com
carne. E a costela que o Senhor Deus tomara ao homem, transfor
mou-a numa mulher, e lha trouxe. E disse o homem: Esta, afinal, é
osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa ,
porquanto do va rão foi tomada.
Gênesis 2.21-23

O home m foi criado com a mulher oculta em seu s er. Deus


extraiu então habilmente dele essa parte escondida chamada
mulher. Ela foi "tom ada dele" . Sua remoção deixou um vazi o,
e isso dá lugar à atração do homem por ela.
A mulhe r passou a ser o lado mais suave do hom em, a sua
ternura e aquelas em oções que ele não podia compartilhar. As
lágrimas não derramadas, a paixão que ele não se permitia
sentir, a trêmula comp aixão que jam ais expressaria.
Quan do o homem faz am or com a mulher, está na ver dade
abraçan do o lado mais suave de si mesmo. Seg ura nos braço s
tudo o que é incap az de dizer, e ama, toca, acaricia a parte de
seu ser que desejar ia que fosse abraçad a; se for sábio, fará i sso
com todas as suas forças. Ternura, sensu alidade e paixão
irrom pem quando ele passa a conhecer que, de alguma forma,
está fazendo amor com o lado mais tem o de si mesmo.

Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a


seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, a s i mesmo s e
ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes a
alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja...
Efésios 5.28-29
Homem algum sente alívio ao apertar nos braços uma mu-
lher que tenha as mesm as carac terísticas que ele tem. De fato,
a atração que sente por ela se baseia na p arte que lhe falta. Ela
é a costela rem ovida que deixou vaz io o seu lado. Quando se
une a el a, sentese praticame nte com pleto. Ela não foi criada
homem. Deus já tinha
rosa, m ultifacetad a, afeito
ternao rosa.
va rão.
E oEla
queé aa beleza esplend
Bíblia cham o-
a de
sua glória. É Eva. Uma m ulhe r criada!

Eu dormia, mas o meu coração velava; eis a voz do meu amado,


que está batendo: Abre-me, minha irmã, querida minha, pomba
minha, imaculada minha, porque a minha cabeça está cheia de
orvalho, os meus cabelos das gotasda noite. Já despi a minhatú
nica, h ei de ve sti-la outra vez ? Já lavei o s meus pés, tom are i a
sujá-los? O meu amado meteu a mão por uma fresta, e o meu cora
ção se com oveu por am or dele. Levantei-me p ara abrir ao meu
amado; as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos mir
ra preciosa sobre a maçaneta do ferrolho.
Cântico dos Cânticos 5.2-5

Você foi criada para ser o que deveri a ser se a vida não a ti-
vesse endurecido. N ão permita que o inimigo roube a essência
e leve embor a a fragrân cia da sua rosa. Sei que estava cansada
de ser feri da, mas não é também verdade que já c ansou de se
ocultar? Nã o está desistindo de pôr de lado as coisas criativas
que gostaria de faz er? Não se cansou de esconder qualquer si-
nal de preocup ação p or trás dessa armadura de executiva d e
sucess o que você usa?
Parte da sua c ura exige que você saia do escond erijo e se
coloq ue na luz. Fique de pé ao lado de Deus, que a criou como
você é por um a razão. Você jamais cum prirá o seu destino ves-
tida com as roupas de outra pessoa. P recisam os de você. A sua
ausência cria um vazio que deve ser preenchido.
A liberação da mulher não é um movi mento. É uma men ta-
lidade. D eve ser a mentalidade que liberta a mul her, não ape
nas da opressão, mas também do medo de explorar sua sensi-
bilida de e sua singularidade. A libertação começa quando você
fica livre de si mesma e reconhece que a força da mulher é dife-
rente, mas não inferior à do homem. A força da mu lher vem
envo lta em seda, mas não deixa de ser forç a.
Na juve ntu de , ela se cobria de l aços e babad os. N a idade
adulta, mostrou com classe o seu per fil. Na maturi dade, era re-
servada e serenam ente confiante. Você a viu? Lemb rase dela?
Ou será que desapareceu na no ite, sem ser notada? Alguém
percebeu que estamos perdendo uma geração de mulheres que
se transformou diante de nossos olhos em um substituto
mutante, sintético, do que era antes? Isso me faz lembrar de
um filme de horror à meianoite. Os corpos ainda estão ali,
mas as entranhas foram retiradas.
E como se algo estranho es tivesse arrebatando a essênci a
das nossas mu lheres. Tal vez não tenha roubado nossas mães,
filhas e esposas. Talvez o resultado de tanto sofrimen to, tantas
pergun tas e tão poucas respostas é que nos deixou com gram -
pos nas gavetas, m eias na pia, mas nenhum a dama de pele
macia e perfum e suave para a braçar à n oite.
Alguém já notou que o brilho está morrendo nos olhos dela?
Ning uém se importa que a alegria t enha de saparecido do seu
sorriso? Não é um crime contem plar a destruição do seu cora-
ção vivo e vibrante? Ela é a alma do lar. É o coração do casa-
mento. E a esperanç a dos filhos e o apoio de seu amad o, seu
marido, seu homem!

Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercado

res. A força e a dignidade são os seusvestidos, e, quanto ao dia de


amanhã, não te m preocupa ções. Fala com sabedoria, e a instru
ção da bondade está na sua líng ua. Atende ao bom andamento
da sua casa, e não come o pão da preguiça. L evantam-s e os seus
filhos, e lhe chamam ditosa, seu marido a louva.
Provérbios 31.24-2 8
Essa mulher foi seqüestrada pela sociedade. Resgatada por
mais dinh eiro, direitos iguais e um esc ritório. Tem direito a
tudo isso e mais ainda, mas a luta para ven cer a exauriu e nos
negou a sua beleza. Devem os reconquistála. No entanto, isso
não será poss ível se ninguém n otar a sua fal ta.

tãoAfirmo
com emo que vocêaverá
rando o ressurgimento
f eminilidad de mulheres
e. E las terão sucesso que
e o es-
res-
peito de executivos e gozarão também da maternid ade e da fa-
mília . O mundo da mulher se am pliou. As m ulheres podem
avançar, conseguir mais coisas e continuar femininas.
O mais impo rtante, entretanto, é que as mulheres cristãs
serão i nsp iradas pela sua f é e abastecida s pelas suas conv ic-
ções. Elas serão cap azes de obter o que lhes foi negado antes.
Você verá"Ehom
dizendo: la éens se levantando
a minha estrela". e abenço ando as mulheres,
Há anos o inimigo vem tentando travar uma guerra entre
os sexos. Ele tentou isso em nossas salas de conferência, nossos
quartos e at é em nossos púlpitos. D evem os compreen der que
fomos desig nados para trabalhar junto s. N ossa força está na
diferença de nossa s estratégias. O erro do passado é a opre s-
são da mulher pelo homem , mas o erro do futuro é este espírito
pelo qual a mulher imita a força masc ulina, e acabamos pe r-
dendo o lado criativo das persp ectivas femininas!
Os desafios dos nossos dias talvez tenham afastado todas
as esperanças de reavivar a gentil feminilidade que antes se
sentava nas varandas e tomava c há, enquanto uma brisa sua-
ve soprava em dias mais amenos. Mas por trás dos teminhos
masculinos e do exterior duro, você não co nsegue ouvir os gri-
tos do coração de muitas mulheres que gostariam que a vida
lhes proporcionasse, outra vez , o luxo de serem mimadas por
cavalheiros que as consideram delicadas demais para serem
expostas às conversas vulgares e comunicações ruidosas?
A dama não é uma baixa de guerra? Não é vítima da debi-
lidade masculina e do caos dos tempos? Será ela o triste re-
sultado de uma vida de excesso de trabalho e nenhuma re-
creação? Ela é a fatalidade resultante de inúmeras promes-
sas vazias. Faz um regime deficiente em amor que se trans-
formou em anorexia da alma. Uma vida de dias angustiados
e condições adversas levou embora a dama de que todos
precisávamos.

tadeA férr
damaea.foi substituída
Mas, tarde da por uma
noite, atitude
todos severa e uma
lamentamos a suavon-
per-
da. Ela mesma lamenta a morte da esperança e do otimismo
que antes envolviam sua vida com o um cobertor quente numa
noite fria de inverno.
Não seria tão terrível se só os homens sentissem sua falta.
Mas já observei os olhares rápidos no espelho e os olhares de-
morados pela janela e sei o que poucos homens compreen-
dem. Ela está de luto pela perda da mulher que gostaria de
ser. Está de lu to pela perd a da mulher que com eçou a ser. Ela
é forte. É uma sobrevivente, mas, mesmo assim... por trás do
exterior castigado pelo tempo, o coração está de luto.

€la será chamada mulher


Isto pode parece r loucura para a garot a que sobreviveu às
ruas com sua presença de espíri to. Ela não pode perder tempo
entregandose a devaneios sobre amores perdidos e necessida -
des ocultas, pois disc iplino use a resistir. Dou trinou se a não
pedir e a não necessitar e, sempre que possível, a não cho rar.
Isto pod e parecer quase nad a para a mulher que criou os fil hos
sozinha, trabalhando em dois empregos, banhan do a pele ma-
cia com a s mãos calosas do trabalho pesado. Parec e dispe n-
dioso dem ais para consi derar, elevado demais para contem -
plar, na mente de alguém cu ja vida tem sido ex plorad a e para
quem a sociedade temse mostrado indiferente. Perm ita entre-
tanto tomarm os este mome nto para fantasiar um pouc o.
Vamos ficar de mãos dadas enquanto caminhamos por
uma trilha comp rida e sinuosa que penetra na necessidade in-
trínseca do coração humano? C ontinuemos andando para
muito além do pavimento frio da nossa sociedade indiferente ,
de volta ao jard im flo rido do plano m agistral do Cria dor.
Vamos seguir a trilha de uma verdade contida nas páginas
finas das Escrituras Sagradas. É triste termos produzido uma
geração de inquiridores que buscam por toda parte respos-
tas, em vez de examinar o manual do proprietário, o plano
para a vida, a enciclopédia para a sobrevivência e a bússola
para
A guiar  de
Palavra a Palavra de Deus.
Deus nunca foi plenamente apreciada pelo seu
propósito medicinal de tratar as al mas doentes de uma huma ni-
dade depravada. Isso descreve todos nós que, em várias formas e
graus, fomos mutilados pelas sombrias tragédias da vida. Ela é a
grande em ancipado ra dos escravo s e dos desprezados. N ão é
men os libertado ra para as mulheres. A sua verdade, embora
entremeada de deveres e restrições, pretende em síntese ajudar a

mulher a alcançar
A Bíblia a maior
foi escrita liberdade
a fim que jáaoconheceu.
de assegurar coração feminino
os limites e as restrições necessário s para evitar que ele seja ex-
plorado. Ela realmente ensina submissão. E nsinaa sem des-
culpas. Mas quem conhece a vida dirá que to dos nos subm ete-
mos a alguma coisa, e em geral a alguém. A Bíblia adverte, en-
tretanto, que a mulher deve submeterse a um hom em pelo ca-
samento, não por causa do sexo, mas por causa da sua po sição
que lhe dá cobertura e proteção. Ele está ali par a proteg êla. E
a pele em que ela se enrola e se aquece. Ele é o hom em a quem
ela escolhe ao aceitar o convite que lhe faz .
O convite só deve ser aceito quando ela sentir que ele tem
capacidad e para amála como C risto amou a i greja. Ou seja,
ele se sacrifica e dá de si mesmo a ela. Quem não se submeteri a,
ho nra ria e obedeceria, entoand o votos a noite inteira a este
príncipe? Digame você, modernista, quem não se submeteria
a um amor assim?
Ao ser criada, Eva foi introduzid a na face do planeta como
uma noiva carregad a nos braços do noivo ao cruzar a porta da
sua nova casa. Ela só foi criada depois que todas as suas neces-
sidades foram sup ridas. A mulher é o auge da criação, o grand
finale. Era diferent e da sua contraparte masculina, que recebe-
ra tudo ao ser criada, menos uma com panhia.
Eva teve de esperar até que todas as coisas estivess em em
seu lugar e o cenário preparado. Ela só entrou no palco depois
que todos os suportes tinham sido examinad os por um Deus
que se impo rta o bastante para dar o que é melhor e tem per-
cepção suficiente para saber a hora oportuna para apresentá 
la dentro do compas so de tudo que havia criado.
Seu pano de fundo era a terra. A única co isa que cobria sua
pele macia, acetinada, eram os raios amarelobr ilhantes do sol .
Du rante a noite, o luar a envolvia com m ãos ternas e brilho
radioso. Ela provavelm ente tom ou banho na cascata de um ri o
de águas borbu lhantes. Enquanto corria, suas coxas fortes ro-
çavam a grama alta em uma sinergia que não pode ser ade-
quadamente descri ta.
Embora tivesse sido criada por último, a mulher não foi
de forma alguma resultado de uma reflexão posterior. Resu l-
tou de um plano detalhado e minucioso. Deus projetou os ci-
clos e os sistemas dela. Desenhou seus seios e sua função. Até
seu acompanh ante foi feit o compatível com ela e por ela atraí-
do. Não havia conflito a ser solucionado. Ela era a menina
dos seus olhos. Era a energia em seus passos e a força em seu
corpo. Possuía a mesma composição que ele e, nos seus bra-
ços, o amor encontrou a sua definição. Não foi deixada des-
filando sozinha.
Seu acom panh ante era o prim eiro e o único filho criado dè
Deus. Eva foi o prim eiro útero que conheceu. Ele não nascera
de um útero, nem em pecado egoísta, nem moldado na iniqüi-
dade. Saíra das mãos do próprio Deus. Seu nome era Adão 
príncipe do palácio da vida. Sua carne fort e, o bíceps vigoroso
e o peito largo faziam com que se destacasse de toda a outra
vida no jardim. Suas pernas compridas e bemfeitas, porte al-
taneiro e presen ça de comando mostravam a qualidade supe-
rior devida às instruçõ es de Deus, tendo sid o ensinado apenas
na sua presença.
Ele andava pelo jardim como se fosse o comandante de
tudo, e de fato o era. Seu cam po de ação eram as montanhas e
seus quartos ficava m junto aos rios caudaloso s do Eufrates.
Eles se amavam? Você pergunta. C laro que sim! E la foi cria-
da especi almente para ele, para sati sfazer todas as suas neces -
sidades e desejos. Quem a formou fez isso com ele em mente. E
Deus e nsinou Adão a amál a. Os interesses de amb os foram
satisfeitos em um s ó ato! Um ato tão surp reendente que os an-
jos ficaram
olhos espantados
estivessem molhade as
osestrelas brilharam
de lágrimas. como
Este foi se os seus
o casamento
do universo.
O fruto do amor entre o homem e a mulher pov oou o plane-
ta, criou o automóvel, pesquiso u o átomo, fo rjou a ciência,
voou p elo ar e explorou a gal áxia. Quando terminou , ele disse
o que todos os amantes dizem quan do o amor é certo e a noite
prazeros a: "F oi muito bo m". Um a declaraçã o os libertou e os
dois
ção deseDeus
tornaram paramelh
é muito sempre
or doum
quesó.sem
O amo r, com
ela . Afin a aprov
al de a-
con tas,
ele o inventou para nosso bem e glória sua .
O homem que Deus escolhe u para a mulher não era fraco.
Talvez fosse m anso, mas não era certam ente um fr aco, e não
estava abatido. Nun ca dá cer to quand o a mulhe r se casa com
um homem pensando que a presença dela é nece ssária para
resolv er o problema dele. Se ele já estava ferido quan do se co-
nheceram , não poderá se r curado quando se casarem. Quando
Adão foi apresentado a Eva, era um homem pleno. Ela deve-
ria ser um acréscimo à pessoa dele, um suplem ento. Deve ria
serl he uma "a judadora idôn ea". N ão é, porém, pos sível aju-
dar alg uém que não esteja pronto para iss o!

Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-
lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.
Gênesis 2.1 8

Adão era a autoridade quando ela o viu. Os côm odos para


ela estavam preparad os e seu jardim repleto de chorõ es e lírios
no vo s. As rosas exalavam seu perfum e, e o aroma su ave da
madressilva enchia o a r quando o Senho r apresentou a primei-
ra noiva ao primeiro noivo, e os céus bater am palmas. Ali esta-
va ela, a única, a estrela em carne e osso, o centro macio de
uma rosa em botão.
Ao olhar pela primeira vez a carne fem inina, sensual e sen-
sível, Adão só pôde exclamar: "Varo a!". E era isso que ela era.

Era uma mul


semelhan te aoher. Moldada
homem , masdo mesm o barro,
completam estranham
ente diferente. Suaente
sin-
gularidade o deixou curioso; sua semelhança o consolou. Ele
não podia deitarse com os animais ou as aves, eram muito
estranhos à sua comp osição. Mas aquela moça cheirava como
suave alimento para um coração faminto. Era uma mulher.
Era a sua dama.
Logo a mulher foi chamada para mais do que amor e ro-
mance. F oi chamada para ajudar a Deus na criaç ão. F oi cha-
mada para ser mãe. C onvocada para outra espéci e de amor 
o amor maternal, em cuja direção as mulheres acabam
gravitando.
Um dos mais difíceis desafios enfrentados pela mu lher tal-
vez seja a tarefa de equilib rar seu pa pel de aman te com o d e
mãe. Num m omen to, tanta coisa muda. De esposa para mãe,
de um casal para uma família. Ontem , Eva era a amada de
Adão, sua com panh eira, sua da ma. Hoje, ela est á trocando
fraldas e am am entando filhos. O temp o que antes era só d e
Adão é agora com partilhad o com seus deveres de mãe .
Embora uma criança traga grande alegria a um la r, também
introduz grandes mudan ças. A mulher fica às vezes dividi da
entre se u papel de espo sa e sua tarefa de mãe. Isto é algo que o
homem nem sempre comp reende. Tudo o que sabe é que a sua
dama não es tá ali quando se vira n a cama à noite. Ela est á
muito cansada ou embalando o berço. Ele se sente às vezes
sozinho, e sua solidã o se torna uma fonte de contendas.
Muitas vezes ele comunica m al seu amor por ela com pala-
vras que soam como frustração. Se apenas alguém pudesse
expressar para ela o verdadeiro significado do que ele quer di-
zer: "Q uerid a, sinto sua falt a. S intome só sem você. Amo a
mãe em você, mas ainda precis o da amante em você".
Sabem os que precisam os conversar, mas o q ue não sabe-
mos é que os hom ens e as mulhere s falam líng uas diferentes.
Muitos casamentos são destruídos por não se falar a mesma
linguagem. Passei mais tempo interp retando para os casais do
que aconselhandoos. A maioria não con hece a linguagem um
do O
outro mesm
desafio doohdepois
om em de anosunicar
é com de casamento.
a sua dama aquilo que
ele se sente acanh ado em admitir. Isto é difícil. Com o ele pode
dizerlhe que tem ciúmes do próprio filho? Não se trata neces -
sariamente de ciúmes, mas é isso que va i parecer, não é? Como
poderá dizerlhe que está cansado de vêla cansada, sem que
suas palavras soem egoístas? Ele faz então o que a maioria dos
hom ens com problemas com plicados fa z: sepultaos no silên-
cio. A cada dia, o brilho foge de seus olhos e o silêncio sela seus
lábios. Os amantes se tornam p arceiros e a tensão cresce.
A primeira pergunta que um hom em enfrenta é es ta: Uma
mãe pode co ntinu ar sendo a minha dama? Essa não é a única
pergunta. H á outras. Tais como: A mulher ocupada em seu tra-
balho fora de casa pode continuar sendo a minha dama? A par-
ticipante da diretoria da associa ção de pais e mestres, a moto -
rista de crianças e m rodízio, a mãe que vai ao futebo l do filho
pode continuar sendo a minha dama? Essas são as indagações
que os homens não têm coragem de faz er. Quando cheg am a
fazêlas, em geral acabam discutindo.
O homem chega a intimidarse, às vezes, com o interesse da
mulher pela igreja. Ele não se aborrece com o envolvimento
espir itual dela, apenas sente a sua falta. Não sabe como dizer
lhe como e stá cansado de ouvir elogios ao pastor ou como ela

desejaria
modo, e mque
vezele
defosse mais
se que coele
ixar, nsiderado, com
faz justam o oopastor.
ente Desse
contrário do
que el a pede. F ica embu rrado ou zang ado e aos pou cos se
transforma, não sendo mais o homem com quem ela se casou,
a ponto de a esposa perguntar como Deus perguntou: "A dão,
onde estás?".
De noite, no meu leito, b usquei o am ado de minha a lma, bus
quei-o, e não o ache i. L evantar-m e-ei, pois, e rodearei a cidade,
pelas ruas e pelas praça s; buscarei o amado da minha alma.
Busque i-o e não o ach ei. Enc ontrara m -m e os guard as, qu e
rond ava m pela cidade. En tão lhes perguntei: Vi stes o ama do
da minha alma?
Cânticos dos Cânticos 3.1-3

Quand o Adão está au sente, a dama sentese perdida. Ele é


a música para a qual ela foi criada, ela é a harm onia que cerca
a sua melodia. Se a melod ia dele pára, a harm onia dela desa-
parece e o concerto termina em silênci o. Quem sabe exatam en-
te o que ocorre? Todas as noites, enquanto ele dorme, ela se

pergunta:
relanceia os"Ad ão,para
olhos ondea estás
esposa?". Ele desperta
e pergunta: pela
"Mulh er manhã
virtuosa,
quem a acha rá? ". Eles perdera m um ao outro e a música que
enchia o jard im se torna um ruído nas rua s!
O homem em geral desaparece em seu trabalh o, em seu mi-
nistério, ou em sua amante. A mulher apenas se lança em ou-
tras ocupações. E afi nal uma "aju dadora". Foi desti nada a te r
uma vis ão, se não for a dele ou a de outra pessoa , por que não
a sua pró
parar pria?
ningu ém Então
sabe . começa a andar em c írculos e onde i rá
Finalmente, quando a vemos de novo, está sozinha  sozi-
nha com dois filhos adolescentes, um apartamento de três
quartos, um a cam a vazia e um arm ário cheio de roupas. A
dama está muito long e dos dias em que dançava nua ao sabor
do vento noturno nos jard ins do Éden. E la saltou da cozi nha
para o tribunal, do dormitório para a sala da diretoria. Sua
vida se tran
em meio sform
a tudo issoou. Ao fazer
Deus umEretrospecto,
foi bom. ela sorri, pois
a sua vez agora.
Chegou o momento de emergir. Mas ainda falta alguma coi-
sa. Ela é como uma parede nua num lindo museu; ficamos ima-
gina ndo o que teria estad o ali, o que d everia estar ali. Ela diz
que não importa  mas será qu e não importa mesmo?
Ca p ít ul o cinco

\ mulher cristã procu ra o equilíbrio. Ela sabe que a única


J r \ maneira de completarse é manter o equilíbrio. Não se in-
clinará nem para a direita nem para a esquerda. Suas mãos
delicadas seguram com firmeza o leme que manob ra o navio,
impedin do que
ções ou alvos o seu
. Ela curso
busca umaseja comprometido
prova po sitiva de por
quesuas ambi-
é possível
receber a atenção do cônjuge e o respeito de seu s cont emporâ-
neos. Por que não ter tudo? Isso é excelência.
A mulher de Provérbios 31 tem tud o. Mas o equilíbrio é difí-
cil de alcançar. Não é só o tempo que prec isa ser equilibrad o;
cabe à mulher a tarefa exaus tiva de equ ilibrar s eus diversos
papéis. Deve trocar de roupa com a rapidez de uma mane-
quim
Depe moverse de cena
ois de sentirse em cena
como um bursemroconfu ndira osuas
de carg dia funções.
inteir o,
de ser mãe a tarde inteira, é difícil trans form arse em um pote
de mel à noite. Esta tar efa só pode ser realizada se a mulher se
aquecer à luz da palav ra de Deus e bu scá lo pa ra aprend er
maneiras criativas de equilibrarse. E isto não po de ser feito
sem oração. Não pode ser consegu ido sem Deus. É possível
que o Senho r tenha determ inado que a vida fosse ass im: com -
pletamente inatingível sem ele. Talvez soubesse que se pudés-
semos navegar com s ucesso sem a sua ajuda, nos en volvería-
mos de tal forma nas coisas que recebemos dele, que acabaría-
mos nos esquecend o do Doador.
Ele é antes de tod as as coisas. Nele tudo subsiste.
Colossenses 1.17

Precisam os de Deus para obter as coisas, mas também ne-


cessitamos dele para manter o que obtivemos mediante as suas
bê nçã os. A oração de ho je é sim ples: "Sen ho r, ajudam e a
cumprir minha
surre essas tarefad ".urante
palavras Diga iosso baixinho
di a. Elas sãopoelacomp
manhã. Sus-
lemento
espiritual dos campeões. A fonte secret a da força para as mu-
lheres virtuosas. O poder da oraç ão sim ples, consciente de
Deus, é tudo de que precisa. O importante é dizerlhe: "Se-
nhor, preciso de ti!". F icamos tão ocup ados pedindo coisas que
às vezes nos esquecem os de pedirlhe, mas é ele que tem tudo
nas mãos.
Causa
como umamedo
xícaralidar comtransbordante.
de café uma vida tão cheia que
O pires se derra
recebe os res-ma
tos que a xícara não consegue re ter. "Sen ho r", grita a m ulher,
"peg ue o que nã o posso segurar e guarde at é am an hã". Ele
tem um meio de dar a todos que pedem uma graça que permite
a cada xícara ter um pires . Se a sua xícara estiver transbordan-
do, peçalhe para ser o seu pi res e apanh ar o que est á derra-
mando. Lembre se, porém, de recuperar o que ele pegou, pois
aprecisa
graça resolver
não duralogo
muito tempo.o.SeDescubra
o assunt segu rou pela
uma graça , para
estratégia você
lidar com o que Deus lhe deu.
A mulher virtuosa deve usar muitos chapéus, mas nenhum
apertado demais que não possa trocálo por outro. Ela passa
pelas quatro estações durante a sua vida. N a primavera sua
disposição é receber e no verão p raticamen te transborda. O
estresse diminui no outono e, no inverno da vida, fica sentada
na varanda e suspira por novas ocupações. Haverá um dia em
que todos nós, homens e mulheres de igual modo, gostaríamos
de ter os desafios que temo s agora para ocupar nosso s pen sa-

mentos. E ste estágio


tempo . Aprov pode serorg
eite a loucura, caóanize
tico,osmas não dura
desafios muito
e de vez em
quando mude os chapéus.

ÍRefrescada, reabastecida e com rnmo entusiasmo


O trabalho não deve tomar conta de você a ponto de fazêla
deixar de ser uma pessoa. Aprend a com os homens. Eles jogam
futebol, riem, brincam e diversificam. Isso é essencial à sobrevi-
vênc ia. os
colocar A dama
fi lhos deve, depois
na cama, tomardeum
cump rida aquente
banho tarefa de
commãe,
sais
fragran tes, ouvir música suave e agradável, liberar a tensão e
entrar em outro estágio. Você tem outro estágio? Todos nós pre-
cisamos disso.
Ter uma única dimen são é enfadonho p ara os outros e fatal
para o nosso bemestar. Gaste temp o com você, crie maneiras
para ren ovar o seu poço de água antes que outros o esgotem.
Eles farão isso
cou doente porinocentemente e depois
não terl hes mo se queixarão
strado onde ficam osque você
seus fi-
limi-
tes. Deus colocou limites no mar para que fossem conhecidos.
Ele estabeleceu lim ites para você como filha dele.

Ou quem encerrou o mar co m portas, quan do irrompeu da m a


dre; quando eu lhe pus as nuvens por vesti dura , e a escuridão
po r fraldas? Quando eu lhe tracei limites e lhe pus ferrolhos e

portas, e disse: Até aqui virás, e não mais adiante, e aqui se que
brará o orgulho das tuas ondas?"
Jó 38.8-11

Tudo o que Deus cria tem limi tes. Em bora você tenha m ui-
tas respon sabilidad es, e a Bíblia di ga que para aqu eles a quem
muito é dado muito é exigido; mesmo assim, você precisa de
descans o e de afastarse da rotina. Se quis er manter o seu lado
criativo, use cada um dos chapéus, mas saiba trocá los com fa-
cilidade. Tenha cuidado para não se ente diar dem ais. Se fizer
isso, irá aborrecer as pessoas que antes a julg avam tão interes-
sante. Mantenhase
se todos os que têm viva
vidadiversificando
longa possuem os diversos
seus interesses.
interes Qua-
ses e
são multidimensionais.
Você é mais do que as muitas funçõ es que desempenha. Só
assim pode desempenhálas, transcendendo a sua tarefa. Não
fique parad a num a única dimensão. A dama é todas as coisas
e precisa fazer muitas coisas, todavia perm anece autônoma
em relação ao que faz. Só porqu e pode fazer algo, não sign ifi-
ca que
de deva
fazer. ser esse
Se não ag ir algo.
desseÉmodo,
precisoposeparar
de ficaropresa,
que é iden
do que po-
tifica-
da para sempre com o papel que representa.
Os outros só vêem o trabalho que você faz e jam ais re co-
nhecem a pesso a que é. As coisas ficam ainda piores quando
você perde de vista quem realmente é. Sua autopercep ção se
baseia apenas no pap el que desempenh a, mas quando ess e
pap el não for mais exigido ou se não puder mais preen cher
essaIsso
função, você se
faz pensar noperde
atletapor
queque nãoasabe
passa vidaqu em é.treinando
inteira
para jogar. Ele pensa consigo mesmo: "Por que me pre ocupar
com a escola? P or que aprender um ofício? Vou ser um astro do
fute bol". U m dia então q uebra a perna e não pode mais jogar.
Num instan te, tudo o que era deix a de existir.
O mesmo acontece com a mulher que tem filhos e se dedica
completam ente ao seu papel de mãe. Os filhos crescem e saem
de casa,
que fazereem
el asegu
fica sentad a num
ida. Talvez ninhopara
se volte v azio, im aginando
o marido e tente re-o
come çar a par tir do ponto em que as crianças nasceram. Mas
seu papel de esposa ficou vazio tanto tempo que ela se esque-
ceu de como exercêlo, e o marido ficou cansado de esperar há
anos e seguiu em frente sem ela. Essa mulher sentese confusa,
deprimida e sozi nha. Passou tanto temp o sendo mãe que es-
queceu co mo é ser mulher.
No casamento, a mulher tem de exercer muitas funções. Ela
é com panh eira, amante, mãe e amiga. No esp aço de poucas
horas, se transforma de executiva em lavadeira, de lavadeira
em
onde leitora
podede histórias
relaxar de ninar,
e passar e vaimentos
bons mo finalmen te para
à noite. Quea cama,
desa-
fio fazer t udo isso, mas também que perigoso fic ar presa em
um papel em prejuízo de outro ! Equilíbrio é o segredo. E lem -
brese de que todas essas funções são coisas que você faz e não
o que é.
Com tantos papéis para desempenhar, a mulher deve t er
cuidad o para não se exaurir . C hega um p onto em que até a
dama bem equilibrada tem d e dizer: "A gora basta, estou can-
sada e preciso ser reabastecida". Pessoas diferentes são
reabastecidas por coisas diferentes. D escubra algo que a rea-
basteça e revigore. Qu er seja uma m assage m facial ou a leitura
de um bom livro. Dê uma fugida para isso. Não esqueça que só
fazer retiradas e nenhum d epósito deixará qua lquer conta no
vermelho.
Não fique zangada nem desap ontad a porque os que a cer-
cam continuam a colocar pesos cada vez maiores em seus
ombros. E sua responsabilida de mostra r que já tem o bastante.
Nin guém é adivinho. Voc ê pre cisa d izer isso a e les. Se nunca
disser aos que a rodeiam: "Pre ciso tirar tempo para mim ", vão
achar que não precisa disso. A única m aneira de suportar as
exigências colocada s sobre você é saber qu ando levan tar a
mão e dizer: "B asta !".

do Éque
mais
serútil
essaguiar
fonteaseter
pessoas amadasum
na. Tornese p ara uma fonte
a bússola , um eterna
guia, e
evite tornarse o destino final de todo o mundo. É sábio ser um
meio e não um fim. Sirva, ame e depois guie os seus para al-
guém que nunca irá falhar. Compreenda que você não é Cristo,
mas apenas uma estrela.
A mulher piedo sa é uma estrela. Uma es trela que brilh a na
noite. Irá guiar tant o homens como m ulheres para encontrar o
menino Jesus. É a dama que ousa ser diferente dos outros. E
suficientemente avançada para ser uma empresária, mas tam-
bém bastan te sábia para vestir seus filhos de hum ildade e

embelezálos com a sabedoria que aprendeu através das dif i-


culdades da vida.
Este é o t ipo de mu lher que os homens procu ram. Ela não
precis a ficar muito disponível. E preciosa d emais para ser pre-
visível e à disposição de qualquer transeunte. Os homens po -
dem ir atrás das mulheres lascivas, mas em g eral não lhes dão
valor nem se casam com elas. T udo que é comu m demais tem
seu valor reduzido.
O homem
Algo deve sentir
frágil e especial que você
que deve p ossu i algo
ser guardado raro e sa como
e apreciado grado.
um tesouro. Muitas vezes, se a mulher passou por muitos pro-
blemas, ela pode ter dificuld ade em consider arse valiosa. Você
deve, porém, co meçar de novo e dar valor a você me sma como
a alguém especial. Se não fizer isso, a história se repetirá.
Oro para que o seu passad o não a endureça. Quero que seja
renovad a para resistir à tentação de tornarse um a rocha de
indiferenç
e calejado. a.
A Poucos
mulher homens
excelentesentemse
não é um atraídos por com
brinq uedo algoque
duroos
homens brinc am; é o frágil vaso de cristal que to dos contem -
plamos e admiramos.
O homem conhece a difere nça. Seu linguajar muda na pre-
sença dela. A dama é a mesa com o sinal de "rese rv ad a". É
uma obra marcada "não toque". E a inveja dos comuns e o
objeto do conhecedor. E o alvo de sua filha e a jóia de seu mari-
do. Suas
quer morepala
numvras atraem
a favela maiscondomínio.
ou num do que suas rCobrese
oup as. Ecom
ri ca,as
jóias dos olhos radiantes e o brilho da esperança.
A idade não a prejudica, porque ela é mais do que pele m a-
cia e ossos fortes. E tão distinta em seus cabelos branc os como
o era na juve ntud e. A classe é sempre eterna. N ão é o ícone da
época, um modismo tolo e fanático. Tome porém cuidad o, se-
nhora, com os vampiro s da vida. As situações q ue surgem para
todos como sangu essugas. Não perm ita que roubem o brilho
de seu olhar e a esperança de seu coração. C uidado com o ma-
ligno e todas as suas armas ap ontadas co ntra você.
Quando
profecia Deus que
sugere cria haverá
a mulher no livro
g uerra de Gênesis,
entre a primeira
ela e Satanás para
sempre. Ele a despr eza e o sentim ento é mútuo. A força sinistra
das trevas ap reciaria a oportun idade de inva dir o tesour o da
sua feminilidade e roubar as jóias preciosas do seu coração. Ele
a deixari a vazia se pudesse. Não permita isso. Com preenda
que esse inimigo não aparece vestido de roupa verm elha e cau-
da. Nem de maneira evidente. É um ladrão. Vestese para a noi-
te.
comoEmuma
brulhase
infâncinoaseg redoou
terrível e pode man ifestarse
um primeiro em suanefas-
casamento vida
to. O diabo usa muitos trajes, mas seu prop ósito é semp re o
mesmo.
Esconda bem o seu tesouro para que o inimigo não o en-
contre. Escondao tão longe que as rajadas chuvosas de ven-
to não levem embora o seu desejo de futuras experiências. Se
isso acontecer, você foi roubada, minha dama. Foi realmente
roubada.
São muitas as mulheres roubadas. N a aparência são bem
sucedidas; mas, po r dentro, não passam de pobretonas. A vida
lhes tirou o otimismo. Não confiam em ninguém . Nad a espe-
ram e são difíceis de convencer. São as baixas de guerra. Perde-
ram o seu tesouro devido a algum incidente penoso que arre-
batou sua esperança. M esmo depois de terminado o incidente
e já existindo alguém novo em sua vida, ficaram tão machu-
cadas que não podem mais abrir inteiramente o coração.
Ninguém pode bombear vida com um coração partido. E
o mesmo que derramar perfume num frasco quebrado. Não
importa quanto se coloque nele, o perfume sempre escoa. Se
o seu coração foi quebrado pela vida, se o seu otimismo mor-
reu na luta para persistir, eu o desafio; agora vou fa lar de res-
surreição para você. A dor diminui e o medo desaparecerá. A
vida ainda vale a pena de ser vivida para todos os que crêem.
Esta é a hora da recuperação. Você não pode recuperarse se
houver ódio ou negativismo. Saia das lembranças sombrias e
entre na luz.
Vocêsua
colocar talvez
co tenha
nfiançadee esperança
proteger inicialm enteEm
em Deus. o seumeio
coração
a ume
ataque violen to, esco ndao em C risto. Ele é a r ocha em que os
que sofrem podem esconderse. E o refúgio das vítimas da tem-
pestade. Ele não perm itirá que o malfeitor a destrua de novo.
Esco nd a nele o seu coração e ele irá curála, a fim de pod er
usála novamen te. Vai curála até que possa con fiar e amar ou-
tra vez. A vida sem p aixão e am or é como um bife ressecad o,
queGuarde
foi cozido
o seua ponto demas
coração, perdnão
er todo
oculteo suco
o seuerost
ficaro.amargo.
Deus ain-
da não term inou sua obra em você. Ele tem um plano p ara
você. Se perde r o seu otimism o, o inimigo terá vencido. C olo-
que a sua esperança no pod er de Deus. Co loque o seu futuro
nas mãos dele. Você não sabe que Deus é sábio demais para
deixar o seu destino nas mão s do inimigo? N ão sabe que ele ti-
nha algo es pecial em mente quando a fez? Preparou um papel
específico
plan o deleque só você
só por pode
causa representar.
da sua dor. Sup Recuses
ortea comoe aum
anular
a mu-o
lher ao dar à luz .
Saiba que a dor vai passa r e a prom essa será cumprida. S u-
portea sabendo que a dor não pode rou bar o que o Senhor
prom eteu. A dor em g eral é a parteira usada po r Deus para
ajudarno s a dar à luz a grandeza que está afundad a nas fi-
bras de nossa alma. Essa dor é um alarme que anuncia à mu-
lher que o nenê está cheg ando. Se você est á sofrend o, talvez
seja po r causa da chegad a do nenê. Essa criança é o destino
que Deus está fazendo nas cer em sua vida, e o sofrimento é um
indicador seguro de que o seu parto está próxi mo. Não é hora
para desm aios, querida dama. Agarre as beirad as do leito e
empurre!
Ago ra, por que tamanho grito? Não há rei em ti? Pereceu o teu
conselheiro? Apoderou-se de ti a dor? como d a que está para dar
à luz? Sofre dor es e esfor ça-t e, ó filha de Sião, com o a que está
para dar à luz, porque agora sairás da cidade, ehabitarás no cam
po, e virás até Babilônia: ali, porém, serás libertada; ali teremirá o
Senhor da mão dos teus inimigos.
Miquéias 4.9-1 0

É o seu descendente que ferirá a cabeça do seu inimigo e


não você. É por isso que não po de parar até que dê à luz tudo o
que Deus plantou em você. Eu lhe digo, dama: Levantese! Há
um rei em seu útero e ele está infundindo vida em seu espírito .
E o filho do destino, o descendente de amanhã e o vento da
expectativa. Não aborte. Nutra essa criança, abracea, alimen-
tea, mas não a perca . Ela é o Rei. O Cristo em você. A esperan -
ça e a glória. De fato, você compr eenderá que tudo de que pre-
cisa para sobreviver já está em algu m lugar do ventre esperan -
do o nascime nto. Em resum o, você está grávi da da sua pró -
pria libertação. O próxim o empurrão poderá ser aquele que a
livrará de todo o seu passado.
Com eçou a busca da mu lher que quer entregar à su a gera-
ção uma virt ude distinta . Ela é a fusã o de Eva e Sara. Toda a
sua geração será abençoada mediante a sua sobrevivência. Em
cada geração e cada cult ura há poucas mulheres tão bem do-
tadas que até os críti cos aplaudem e derram am lágrim as em
memória delas. Essas são as mães das massas. Nem sempre
chegamos a conhecêlas, mas observamos a sua influência so-
bre o mundo.

tes A
deexcelência dessas
uma câm era, mulheres
é vista atravéspode ser observada
da imprensa pelas len-
e cumprida em
seus filhos. Essas são as damas de companhia que compõem o
séquito da rainha! A s dam as cuja f orça d elicada e comp orta-
mento digno tra nscend em as nossas di ferenças e calam as nos-
sas críticas.
Vimos lamp ejos de m ulheres realmente fascinant es, mulhe-
res que têm os olhos sábios e o toque am ável que aquece a nos-
sa alma com o leite quente servido por uma avó nas noites in-
sones. Essas mulheres, oriundas de vários ambientes e sugerin-
do opiniões e percepções morais diferentes, possuem um ele-

mento
Elasrequintad o que
nos m ostram transcende
como a diversi
so breviver ao sof dade.
rimento e suportar
a tristeza. Su a força não diminui os homen s, afirmaos. São de-
las os seios dos quais eles extraem a esperança. São as mães
dos poderosos. Têm sido as mães da criatividade na vida de al -
guns a quem jamais chegarão a conhecer. Sua serenidade pro-
voca reverência. São as estrelas na noite das suas gerações.
Não podem os senão concordar com a verdade das suas pala-
vrasLembrom
e cruzar ase mãos na mãe,
de minha sua presença.
uma mulher amável, com for-
ças para co nstru ir um lar e pod er para criar uma família. Re -
cordo os dias da minha juven tude. O cheiro dos biscoitos, o
som do riso e o toque afetuoso eram acon tecim entos diários.
Aqu eles foram dias em que o lar era uma realidade, não um
mito, m ais represen tado na tela da televisão do que na vi da
dos espectadores. Minha mãe pertencia a uma era de graç a
que desafiava
abundância deabens
economia. Era uma
que possuía, m asdama, não por causa
da abundância da
de classe
que demonstrava.
Posso ver ainda o vestido sim ples, engomad o, que pedira
por m eio de um catálog o. A cintura fina e a saia esvoaçante
cobertas por um avental, enquanto caminhava pela casa como
se fosse um castelo. E la parecia não notar que o teto tinha go-
teiras, o chão rang ia e a porta de tela precisav a ser consertada.
Mesmo assim
de, transfor emprestava
mando à casa
o prédio uma essência
deteriorado em umdponto
e fem de
inilida-
atra-
ção que nos levava a querer voltar para casa. Por mais hum il-
de que fo sse, er a o nosso lar.
Minha mãe era a dama que fazia a casa torn arse um la r.
Meu pai com prara a casa, e isso foi t udo o que pôde faz er. Ele
a comp rou e minha mãe a trans form ou em lar . Os lares não
podem ser comprados; eles devem ser criados. Criado s pelo
coração de alguém que tenha os i ng red ientes do amor e da
orientação familiar, os quais misturados à meiguice e à sensibi-
lidade criam uma aura sobre a cabeça dos filhos e flutuam em
suas
Emmentes
termosaté a idad oe que
simples, adulta.
quero dizer é que você não preci-
sa de um ambiente de cetim prateado para ser um a dama. Não
precisa formarse em uma universidade para ser uma mulher
sábia. As dam as não podem ser definidas sim plesmente pela
posição ou pela co ndição social. Algumas são casadas e outras
solteiras. Algum as cuidam dos serviços domésticos enquanto
outras sã o profissionais. Talvez seja sua autopercep ção mais
do
cria.que qualquer
E bem outro
p rováv ema preendimento
el que ma terialist
mística que enamo a que ase
ra os homens
prende o cora ção das crianças seja criada pelo seu espírito.
Não tenh o certeza. Tudo o que sei é que posso pe rceber os
primeiros traços dela no riso de minha filha . Posso sen tila no
toque da sua mão em meu om bro quando estou cansado. Pos-
so vêla em seus olhos castanhoescuros, profund os e brilhan -
tes. Ela já está fazendo o cur so "D ama 101!". Suas aulas come-
çaram
só das eameaças
as provas estãocomo
físicas próximas. Ela dos
também deve ser protegi
ataques da, não.
emocionais
Esses ataques pod em ser devasta dores e provocar incom ensu-
rável sofr imento. D evemos p roteger nossas filhas para que
possam tornarse mulheres excelentes.
Ca p í t ul o seis

A minha noiva querida é como u m jardim particular, como uma


fonte que é só minha e de mais ninguém. Vo cê é como um pomar,
carr egad o de frutos preciosos, cheirando aos perfumes mais ra
ros; nar do e açafrão, cálam o e canela, e outros tipos de pó perfu
mado; mirra e aloés, e muitos outros perfumes deliciosos. Você é a
fonte do jardim, u ma fonte de águas correntes, tão refrescantes
quanto os riachos das montanhas do Líbano.
Cânticos dos Cânticos 4.12 -1 5 (Bíblia Viva)

dama é um campo fértil. Seu terno coração é um solo


arado há pouco que aguarda a se meadura. Ela tem em si
A o potencial da reprodução em massa. Sua mente é a incub ado-

ra de
se desid sonh
rata os e o útero
ao ferirse. da grandeza.
Os que a amam aÉenriq
irrigauecem
da quando am a e
e os que
.ibusam dela a despojam. Aqueles a quem toca particip arão da
sua colheita. Ela s erá o fim da fom e de alguém. É um jardim . É
0 lugar ond e se sacia a fome. Onde os famintos se fartarão. É o
1ugar onde o solo rico produ zirá alimento fértil e a s vidas se
enriquece rão por m eio dela. O pon to focal daqu eles que a
amam e a inveja absolu ta dos que não lhe têm amor.
A dama é verda deiram ente um jardim de amor e um cam-
po em pote ncial que deve s er plantado com cuidado. Ela é tão
vulne rável com o o solo recémlavrad o. Aviso à dama: "Tenha
cuidado com o com
tenha cuidado que planta
quemem seu jard
permite im ".em
semear Ou,seu
melhor ainda,
jardim. Há
coisas que não desejará v er plantadas em seu coração e e m
sua vida.
A Bíblia nos ensina que as palavras são como sementes, sem-
pre que pronu nciadas, prod uzem frutos. Faznos lembrar que
nós cristãos somos gerados pela palavra. Isto significa que a
nossa salvação resulta das palavras sem eadas em nós. Esse o
motivo da preg
dura. Quase açãoasser
todas tão poderosa.
grandes Elanaé história
mu danças palavra;acontece-
é sem ea-
ram como resu ltado de palavras pronun ciadas. Se a história se
altera por meio de palavras, pode ter certeza de que os indiví-
duos também se transformam m ediante o poder dela s.
Uma canção de ninar faz a seguinte pergunta: "M aria,
Maria, rebelde, como vai o seu jard im?". Essa é uma pergunta
séria que todas as M arias devem responder . Como v ai o meu
jardim? De onde
personalidad vieram essasa icoisas
e e corrompem quede
ntegrida cresceram em minha
do meu propósito
inicial? Voc ê já se olhou e pensou: "C om o foi que cheguei a
esta situação ?" Já viu parte da sua personalidad e ficar sufo-
cada pelas ervas d aninhas das expe riências negativas? Maria,
Maria, você é rebelde, com o cheg ou a ser assi m?

Então , vindo os serv os do dono da casa, lhe disseram: Senhor,


não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o
joio? Ele, po rém , lhes respond eu: U m inimigo fez isso...
Mateus 13.27-28

Os sentimentos de revolt a nascem às vezes das sementes


plantadas pe las si tuações adversa s. Elas são geral m ente
semeadas por pessoas e influências que nem s equer ficam para
a colheita. Vo cê se vê ceifand o coisas que não plantou. Cada
caso, rel acionamento ou envolvim ento extraconjug al que ex-
perim entou como m ulher deixa algo para trás. As sementes
que brota m de cada acontecimento nem sempre são facilmente
arrancadas.
Você é um jardim , mas só o tem po dirá o que a colheita vai
produzir. Se não gosta do que está crescendo, veja o que foi se-
meado. Aqu ilo que o hom em semear, isso também ceif ará.
Como o seu jardim cresce na verdade? As sementes semeadas
em sua vida é que o fazem cresc er. Se qu iser mu dar o que está
crescendo, tudo de que precisa é mudar o que está sendo plan -
tado ou pelo m enos quem está fazendo o plantio!
Proteja d iligentem ente o seu solo das sementes corruptas.
Muitas mulheres continuam sofrend o por causa d e palavras
irrefletidas, inoportunas. É perigoso p erm itir que as pessoas
derram em seus males no seu campo. E les crescerão em você
muito depo is de elas terem ido embora.
As sementes que você vê crescendo no campo da sua vida
foram plantadas pelas circunstâncias ou por pessoas que dis-
seram coisas a você. Eu a aconselho , com pis caale rta e sinai s
de néon, a guardar o seu jard im com tod as as suas forças. Te -
nha cuidado ao dar permissão para alguém falar em sua vi da.
E perig oso receb er conselhos das pessoas errada s. Você deve
evitar os que plantam semen tes negativas e hum ilhantes. As
sementes são piores do que os incidentes. Elas d uram muito e
dão fruto du rante anos.

Se
olhisoscoisas o Senhor
altivos, abor rece, emãos
língua mentirosa, a sétima a srram
que de ua alm
am asaabomina:
ngue ino
cente, coração que tram a projetos iníquos, pés que se apressam a
correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que
semeia contendas entre irmãos.
Provérbios 6.16 (Bíblia Viva)
A sétima coisa é acrescentada, não como adendo mas como
clímax para tudo que Deus despreza. Ele aborrece mortalm en-
te os que plantam sementes de disc órdia. A semente da discór-
dia pode não passar de uma sugestão ou implicação, porém,
uma vez plantada, lança raízes e se alastra como um a infec-
ção, crescendo como erva daninha e sufocando todas as f lores
do seu jardim . Essas p alavras são semen tes que produzem
raízes amargas e enven enam o jardim . Há coisas que seria me-
lhor vo cê não ouvir.
Examine a sua vida e arranque o mato plantado pelas pala-
vras de outros . S ubstituao p ela palavra de Deus, pois est a
palavra plantada no solo fértil d e um coração aberto extermi-
na as sementes da negativida de inatas em você. H á coisas que
deve estar disposta a el iminar. Extirpeas rapidam ente. P ala-
vras de ódio e i ra produ zem frutos de amargura e desconfian-
ça. Remo va essas sementes antes d e germin arem e lançarem
raízes.
Se as pessoas ao menos com preende ssem que o ab uso nem
sempre é físico ou sexual . Um dos abusos mais difíceis de curar
é o verbal. Ele é mais m ortífero e perigoso do que qualquer ou-
tro. Infe lizmente, muitos dos que atacam com palavras fazem
isso com a certeza de que não serão proces sados, pois tratase
de um crime raramente pe rcebido ou levado ao conhecimento
de outros.
Para alguns não passa de um jogo de inteli gência. E uma
oportun idade para os que se esp ecializam em palavras per-
versas m ostrarem sua esperteza e rirem com ar de superiorida-
de ao observ ar o resultado. E pena que não comp reendam que
atruir
língua d eles é rápida
o adversário. paraforganhar
Se você o debatecorra
uma vítima, e letalpara
paraa des-
pala-
vra de Deus e elimine as palavras de ódi o. Se for o réu, encon-
tre outro meio para aliviar a sua frustr ação. Su as palavras são
mortais, mais pode rosas que uma arma. Elas mach ucarão a
alma e deixarão c icatrizes no espírito.
Sinto que ainda hoje algumas de vocês podem ouvir as pala-
vras mord azes que apagaram todo sucesso e escarneceram de
cada conquista. Essas palavras as persegue m como fantasmas.
Em algum ponto da sua vi da, alguém disse coisas pesada s
que se alojaram em seu espírit o. Repito, vá para a palavra de
Deus.
da suaSó ele pode remo
infelicidade verpre
. Você as sementes que pro sduzem
cisa ter condiçõe o fruto
de seguir em
direção a coisas maiore s na sua vida. Precisa ser o jard im que
nutre o mundo e alimenta a sua alma. Plante a semente de
Deus e colherá as recompe nsas de uma vida inteira.

Mulher virtuosa,quema achará?O seu valor muito excede o de


finas jóias. O coração do seumarido confia nela,e não haverá
falta de ganho. Ela lhefaz bem e não mal, todos os diasda sua
vida. Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. É
como o navio mercante;de longe traz o seu pão . É ainda noite, e já
se levanta,e dá mantimento à sua casa, e a tare fa às suas servas.
Examina uma propriedade e adquirea; planta uma vinha com
as rendas do seu trabalho. Cinge os lombos de força e fortaleceos
braços.Ela percebe que o seu ganhobom;é a sua lâmpadanão se
apaga de noite.Estende as mãos ao fuso, mãos que pegamna
roca. Abre a mão ao aflito;
e ainda a estendeao necessitado. No to-
cante à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de
lã escarlate.Faz para si cobertas, vestes
e de linho finoe de púr-
pura. Seu maridoé estimado entre os juizes,quando se assenta
com os anciãosda terra. Ela faz roupas de linho fino, e vendeas,
e dá cintasaos mercadores. A força e a dignidade são os seus ves-
tidos, e, quanto ao dia deamanhã, não tem preocupações.Fala
com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua.
Atende ao bom andamento da sua casa e não comepão o da pre-
guiça. Levantamseseus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido
a louva,dizendo: Muitas mulheres procedem irtuosam
v ente, mas
tu a todassobrepujas.Enganosa éa graça, e vã, a formosura, mas
a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada . Dailhe do fruto
das suas mãos,e de público a louvarãoas suas obras.
Provérbios 31.1031
A mulher verdadeiramen te boa já é uma esposa antes de se
casar. Não serão os chás de noivado n em os livros que produ -
zirão o que não lhe é inato. Há em seu íntimo u m dom único
que a torna exe mplar. Ela é uma mistura cu idadosa mente cal-
culada de força e vuln erabilida de. Refin ada e frágil, forte e
estável . É uma
muito além dasmu
sualher generosa,
s próp cujo a lvo nadevida
rias necessidades se estãoende
realizaç e se
ancora no sentimen to agr adáve l que bro ta ao tocar a vida de
outras pessoas.
Para produ zir um anel radioso de noivado, é preciso come-
çar com um a pedra lapidada e brilhante. Não é possível usar
qualqu er tipo de pedra e t ransform ála num anel de casamen-
to. Os critérios são muito específicos. A jóia deve ser de qualida-
de supe rior caso o anel deva cintilar ao longo da vida com es-
plendo r e vitalidade. Os critérios para a esposa são igualmente
específicos. Ela cuida das necessidades alheias, sendo capaz
de realizarse ao dar e compartilhar de si mesma com outros .
Ser esposa imp lica mais que simplesmente ser mulher. Nem
toda mulhe r é uma esposa. Por isso, a Escritu ra declara: " O
que acha uma esposa acha o bem " (Pv 18.22). Essa passagem
seria ridícula se a questão fosse simplesm ente encontrar uma
mulher. A busca de uma esposa c onstitui um desafio tão pro-
vocador quanto cavar uma mina par a encontrar um diaman-
te. Como um a gema de boa qualidade, essas características de-
vem ser inatas na mul her. Não podem ser compradas nem
aprendidas. Não podem ser forçadas nem formuladas .
A bo a esposa é um diam ante, um tesouro q ue precisa ser
desen terrado. Qualq uer outra coisa é uma imitação. Ela pode

brilh
quebrear com
por algu m tempo,
o o peda mas não
ço de vidro que demora muito
realmente é . até que se
Muitos homens insensatos se atiraram de cabeça n a vala do
desesp ero, ten tando criar uma jóia com uma pedra co mum.
Sábio é o jovem que, como o minera dor, sabe que só pode espe-
rar de scobrir o que Deu s j á criou.
É preciso buscar a pedra especial e, ao achála, ela será sem-
pre apreciada. Ele deve saber que as coisas que apare cem com
facili dade em geral também ficam facilmente manchadas.
Senhor, ajudanos a enc ontrar o tesouro que já criaste nas
mulheres . Em algum lugar há uma esposa excelente, esperan-

do para
para ser desco
abençoar berta.
a vida E ela que
de algum homevaimserexcelente
usada pelo Se nhor
de quem será
a ajudadora idônea. Ela é o ingred iente que falta para com ple-
tar a visão dele. E uma m ulher de muitos recursos. Seu solo é
rico, embora a sua terra possa se r estéril. Qu ando ele plan tar a
sua grand eza no solo fé rtil dela, ela irá florescer, pois é um
composto rico de vários poten ciais preciosos. Muitos deles ela
pod eria ter alcançado sem ele, mas ao s eu unirem um deve
completar
Observeobem
outro.
, ó preten den te, que fica à esp reita em horas
tardias esperando por aquela que com pletará a sua vida. Ela
tem um tesouro oculto em seu íntimo. Pode ser um tesouro en -
terrado. Pode estar enterr ado debaixo de sofrimentos, segre -
dos, cicatrize s e tem ores, mas continua sendo um tesouro.
Encontrase quase sempre oculto por trás de um exterior rude
que age como u m disfarce e às vezes desanim a os homens que
norm almente
A busca c avariam
começou e háfebris
grandepara encontr álo.
necessidade da mulher exce-
lente. Encon trála significaria que o homem acertou na loteri a
da vida! M antêla e cuidar dela enriqueceria a sua existência
ao máximo. Só a presen ça dela já lhe dará uma sensação de ri-
queza tão opulenta que o homem acumula ganhos e juro s ele-
vados. No espaço de um momento ela é um tesouro a ser
admirado. No esp aço de uma vida é um investimen to que ren-
de
damadividendos para
m ajestosa e eltodos comSuas
egante. quem entra emsão
riquezas contato . E uma
incontáveis.
Tem como adorno diaman tes nos olhos e rubis no sorriso. E a
pedra jasp e do dia e o rico ônix da noi te.
Seu valor não pod e ser calculado num piscar de olhos, mas
ficará evidente num a crise. E então que o hom em saberá que
ela é autêntica, e não falsa. É nessa hor a que a vida retrata tão
bem a diferença entre uma pedra de imitação e um diamante.
É nas crises da vida que a próp ria dama com eça a compreen-
der a magnitude da sua criatividade.
Em meio a cada crise, ela é avaliada, e seu v alor aumenta. A
cada teste
ção que e prova,
a torna ela ap
inteira, recia edeve
porém, é apreciada.
vir do seuAíntimo,
maio r aprecia-
não dos
que a rodeiam. Ela deve saber que é uma mu lher de excelência.
Não de arrogância, mas de excelência. Este é o espírito da
mulher virtuosa .
Existe perigo para você quando todos sabem o seu valor,
menos você mesma. Se não souber o que tem, não saberá
quando perd er. Só quando temos noção de um tesouro é qu e
ele
opoértunistas.
tratado com
Vocrespeito
ê conhecee moantido
seu valafastado dosvvilões
or, mulher e dosO
irtuosa?
fato d e saber não é conve ncim ento, é afirmarse para poder
afirma r outros. E quase im poss ível dar a outros o que não foi
depositado.
Você é rica. Está c heia de adm iração e esplendor. Fo i criada
em Cristo Jesus e envolta em sua radiância. Seus potenciais só
são limitad os pela sua próp ria visão. Deseje o céu e estend a a
mão para o vent o. O que Deus plantou se manifestará no final
da sua vida.
Aceite o desafio. Você é o vento impetu oso de u m furacão e,
ao mesmo tem po, o bala nça r suave de um ramo. E tão dura
quanto um diam ante e tão macia quanto o vel udo neg ro que
acentua o brilh o da jóia. E uma mu lher virtuosa. Brilhe, dama,
brilhe!

dama tem um inimigo


A mulhe r é algo preci oso. Toda grand eza nasce po r meio dela.
E a mãe das nações, o útero da criativida de, o jard im da vida.
O seu grande valor, no en tanto, faz dela exatam ente o alvo
predileto do m aligno. A dama tem um inimigo, o próprio Sata-
nás. Ele sabe que quando homem e mu lher se unem geram fi
lhos, por isso, seu objetivo é mantêlos separados. Sua estr até-
gia contr a as mulheres tem sido sempre o engano. Ele em pre-
gou essa tática com Eva n o jard im do Éden e nun ca mu dou o
seu método. Eva jamais teria feito mal a Adão delibe-
radamente. Ela pensou estar fazendo algo bom e positivo. Foi
engana da pelo pai da men tira. Ele a guiou pelo cam inho do
pecado.

E Adão nã o foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em


transgressão.
1 Timóteo 2.14

Quero falar sobre o método de Satanás para iludir as pes-


soas. A Escritura afirma que haveria con flito entre o descen -
dente da mulher e o da serpente. Q uem quer que entend a de
estratégias milita res sabe que é necessário estudar as táticas do
inimigo a fim de poder vencêlo. Voc ê fica conhecen do os mé -
todos dele e pode, por tanto, p repa rarse para o seu ataque e
organizarse para a defesa.
Conhecimento é poder, quanto mais você sabe tanto mais po-
deroso se torna. Vamos observar a estratégia e tentar compre-
ender as táticas de nosso adversário espiritual. Vamos nos pre-
parar como um soldado quase na hora de enfrentar o inimigo.

1. E l e a p e l o u p a r a a necessidade d e co m uni ca ç ã o d a
MULHER

Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o

Senhor Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse:
Não comereis de toda árv ore do jardim? Respondeu-lhe a mu
lher: Do fruto das árvores dojardim podemos comer, masdo fruto
da árv ore que está no meio do jardim , disse Deus: Dele não
comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. En tão, a ser
pente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus
sabe que no dia e m que dele comerdes se vos abrirão os olhos e,
como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal.
Gênesis 3.1- 5

Satanás com eçou a conve rsar com Eva e a atraiu com suas
palavras.
duziram. As mentiras
Essa encobertas
con tinua sendo hopor
je aexpressões
sua tática. amáveis a se-
As palavras
são ainda uma das armas ma is fortes contra as mulheres. Estas
são comun icadoras po r natureza. G ostam de conv ersar. Usam
as palavras para mostrar as suas necessidades e as apreciam
como um meio de com preend er os outr os. Dão tamanho valor
às palavras que, se forem usadas corretam ente, podem con-
quistar o coração de uma mulhe r.
Qualquer
na sua hom Ele
conversa. em atrai
mulhereng o lhe dirá
as mulheres p orque
meioo seu anzol está
de palavras.
Qualquer pa stor lhe dirá q ue a coisa mais difícil no ministério
é manter as mulheres em silêncio. Qualquer m arido afirmará
que sempre que acontece algu m problema na família, a primei-
ra coisa que a mulher quer é discutilo. Satanás apro veitouse
dessa vontade de se comun icar para iludir Eva .
Ele continua empregando hoje este método. E o mulherengo
enredando
amiga levanda mulher
oa pelanum relacionam
estrad ento. abu
a da tentação sivo. E a falsa
E o manipula dor,
usand o palavras rudes e críticas cruéis para fazer com que a
mulher se sinta desvalorizada. As palavras são um a ferramen-
ta poderosa para o mal. Mu lheres, cuidado!
O prazer inato que a mulher tem na comun icação pode ser
tamb ém seu alia do. Ela é o mais form idável guerreiro d e ora-
ção que a igreja já viu. Sua ca pacid ade de ex pres sarse e sua
necessida de de discutir f azem d ela uma força poderosa que
não cessa de bombardear o céu. Ela sente alívio ao comunicar
se, e é uma arm a contra Satan ás sempr e que usa sua tendência
para falar em favor do propósito para o qual foi cri ada.
A mulher é um arsenal de oração e um míssil de fé. E pode-
rosa quand o o seu dom se dirige contra o verd adeiro alvo, o
verdadeiro inimigo. O inimigo não são os homens em geral. O
inimigo é o espírito que pode ter operado num homem ou
numa mulher em seu passado. O inimigo está atuando sem-
pre que alguém usa palavras para enganála, desviála ou cau-
sarlhe sofrimento. Cuidado com as palavras doces e as falsas
promessas. Cuidado com o diabo e sua língua bifurcada, sus
surando mentiras. Cuidado com o inimigo! Ore!

2. E l e a p e l o u p a r a a necessidade d a mulher d e c o nt r i b ui r

...tomou-lhe do fruto e come u e deu também ao marido, e ele


comeu.
Gênesis 3.6

Quando Eva deu o fruto a Adão, ela não pretendia fazer


lhe mal. Estava apenas seguindo o seu instinto, sua tendência
natural de dar e compartilhar. Os instintos maternais da mu-
lher muitas vezes a levam ao papel de "doadora". Ela dá amor
ao companhe iro, vida ao filho, leite aquecido aos filhos peque-
nos, e assim por diante. E, porém, essencial que toda mulher,

não
que oimporta
homemquão independente
da sua e competente
vida seja responsável peloseja, permita
bemestar da
unidade familiar. Sempre que a mulher assume a responsabi-
lidade de sustentar o homem, ela inverte a ordem divina e a
unidade familiar entra em colapso.
Eva não entendeu que não lhe cabia a responsabilidade de
dar a Adão; a responsabilidade de dar era dele, e não dela. O
marido deve ser no casamento o que Cristo é para a igreja: o
provedor. A Escritura diz que prover é uma obrigação do ho-
mem. Não fazer isso é contrário à vontade de Deus:

Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos


da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente.
I Timóteo 5.8
Eva inverteu os papéis, a ssumin do a posição de provedora
no casam ento. A contribuição m alorientad a perturba a ordem
famili ar. Não é bom que o hom em coma da mão da mul her.
Toda vez que a mulher se torna a prin cipal fonte de sustento,
isso arrasa a autoestima masculin a. Não imp orta quem ganhe
mais, o importante
dade de é queQuan
ser o provedor. ele assuma
do nãoaéprincipal
permitidoresponsabili-
que o homem
sustente a família, ele tende a se tornar confuso, culpado, frus-
trado e z angado. O casamento sem dúvida sofr erá.
Compreenda que não estou dizen do que a mulher não deve
trabalhar. N a verdade você pode até ganhar mais que seu ma-
rido. Mas pegue e sse dinheiro e guardeo , gasteo, useo para
comprar ações ou para férias disp endiosas. Apenas não deixe
seu marido sen tir que não cu idou dos seus.
O espírito do homem morre quando ele não pode cuidar da
família. Ele se sente inútil, desm otivado e derrotado. Se você
não permite que ele a sustente, por que ele deveria tenta r? Por
que não ficar sentado, sem fazer nada?
Uma das piores coisas que o homem pode ser é preguiçoso.
Essa atitude não só des trói outros, como tam bém a ele mesmo!
Deixe, po r favor, que ele cuide de você, que cuide dos proble -
mas , que ensine seu filho a cuidar da sua família. Isso não só
abençoará seu marido, com o também o ajudará a ser saudável
e completo.
Não me enten da mal, as mulheres devem contribu ir. A mu-
lher foi criada para contribuir. A Bíblia diz que ela deve ser
uma "ajud ado ra idôn ea" do marido. Isto si gnifica que deve
ficar ao lado dele e ajudálo. A mulher con tribui para a vida. O

homem
um óvulo,fazcálcio,
seu depósito nooxigênio,
minerais, útero dela e el a engravida.
sangue, proteínas, Elaali-

mento, força, carne e tudo o mais necessário para os nove m e-
ses de gestação do bebê. A seguir ela dá à luz o filho e, depois
disso, dá a ele leite, am or e cuidado. A mãe continua dando ao
filho pelo resto da vida.
As mulheres possuem a habilidad e única de apossarse de
uma visão e fazêla acontecer. D izem que por trás de todo
grand e homem há uma mulher, e isto é verdade. E preci so
uma mu lher para ajudar o hom em a alcan çar o seu objeti vo.
Ela pode intervir numa empresa, nu m ministério ou na família
e prestar ajuda para
As mulheres que
q uase ossozi
que objetivos
nhas sejam alcançados.
têm mantido a igreja por
meio de suas contribuições, gen erosidade e compaixão. Elas
dão de seu tempo e de seus recursos . São con tribuin tes inatas.
As mulheres são valiosas e parte indispen sável do plano de
Deus. Damas, continuem a dar o que é tão necessário, mas
perm itam que o homem também de semp enhe o seu papel.

3. E l e a p e l o u p a r a a cobiça d a mulher

Vendo a mulher que a árvore er a boa pa ra se comer, agrad ável


aos ol hos e árvore desejáv el para da r entendimento, tomou-
lhe do fruto e comeu e deu também ao marid o, e ele comeu.
Gênesis 3.6

Duas das mais fortes armas que o inimig o pode usar contra
nós são a con cup iscência da carne e a con cup iscência dos
olhos. Satanás usou as duas coisas com E va. Ela viu que a "á r-
vore era boa para se com er". Essa é a cobiça da car ne. Ele ape -
lou para a fome dela. A fome é uma necessidade legítima, dada
por Deus. Mas ele enganoua fazendo com que satisfizesse
uma neces sidad e legíti ma de man eira proibida. Eva pod eria
ter saciado a sua fome com q ualquer fruta do jardim , m as a
serpen te a levou a saborear o frut o da árvor e do conhecimento
do bem e do mal.
Você está lutando com uma necessidade legítima? O inimi-
go a está seduzindo para busca r prazeres proibidos? D evemos
lemb rar que quando tent amos satisfazernos de um modo
pro ibido por D eus, no final o prejuízo é nosso. Por exemplo,
todos temo s necessidad e de intimidade e afet o, mas se pe r-
mitirmos que essa necessidade nos leve à prom iscuidade, cor-
reremos o risco de nos pre judic ar física e emocionalm ente.
A gratificação imediata pod e ser obtida, mas ela acaba sen-
do destrutiva. Não perm ita que o malign o a atraia para o ca-
minho do pecado; ele certamente tentará isso. Protejase des-
cobrindo abrigo
A Bíblia na palav
também diz queraade Deus .viu que a árvore era agra-
mulher
dável aos ol hos. E ssa é a concu piscên cia dos olhos. Não se es-
queça, no entanto, de que tudo que parece bom não é necessa -
riamente bom para você . Não escolha seus comp anheiros pela
aparência ou posição que ocupam. C omo diz o velho adági o,
nem tudo que reluz é ouro .
Muitas mulheres são enganadas por um rosto bonito, rou-

pas de boaembrulhado
se sempre qualidade e um
nu carro
m beloesporte
pacote,caro . O mal
e o diabo vem
pode qua-
fazer
compras na butique Arm ani e dirigir uma Ferrari . É perigoso
deixa r que as coisas exte rnas s ejam o seu mentor . Tudo que o
ini migo tem de fazer é mo strarl he um quadro atraente e
fisgála.
Esta atenção com as exterioridades pode ser um traço posi-
tivo. As mu lheres lembram e registram os pensam entos de
modo d iferente do homem. S eus olhos colhem detalhes que no
geral escapam a ele . Use seu notáve l poder de observação, mas
não perm ita que ele a domine.
Minha fam ília esca pou m uitas ve zes da adversidade por-
que minha m ulher notou um d etalhe que eu t eria ignorado.
Ela nota as pessoas; dá atenção às suas reações, atitudes e tra-
ços de personalidade, de um m odo que eu não faria . Sua capa-
cidade de observar detalhes perm itiu que notasse os sintomas
de doença em nossos filhos logo no início, assim pudem os
tratálos e leválos ao médico antes de ficarem realmente mal.
Ela observa com olhos de mãe, e noss a família tem sido aben-
çoada pela sua percepção.
A percepção do mundo exterior por parte da m ulher pode
ser um grande benefício. Deixe que seus olhos a ajudem a ver,
mas não perm ita que as exterioridades a ceguem.
4. E l e APELOU PARA O ORGULHO DA MULHER

Porque tudo quehá no mundo, a concupiscência da carne, a con


cupiscência dos olh os e a soberba da vida , não proc ede do Pai,
mas procede do mundo.

1 João 2.16
' \ 1 iavid ' 3i ré ' rramei a mu" u ...........p 1
diabo. Soberb a da vida é a necessidad e de estar no topo da es-
cada, à frente dos outros. A serp ente d isse a Eva que ela seria
mais sábia do q ue Deus se comes se do fruto da árvore da vida.
Mais sábi a, mais for te, melhor  bem lá no fundo, todos dese ja-
mos ser sup eriores aos outros.

soasAlgumas
pensaremvezes
quenem
somossemel
tratahores.
de serÉmelhor , e, sim,dedepercep-
uma questão as pes-
ção. Queremos se r reco nheci dos. E p ro vá@ l que ocul temos
nosso desejo de reconhec imen to sob o disfarce de querermos
ser apreciados, mas há uma diferença. Ser apreciado se refere
a gratidão e valor. Reco nhecim ento é uma ovação de pé, um
tapinh a nas costas, afag os no ego.
Desejar reconhecimen to não é mau em si, mas quando i sso
gitíá
gundo as osuas
seuações, quando
coração, se torna
você talvez um algum
tome substituto para agirmui-
as decisões s e-
to erradas. Se estiver à procu ra de aclam ação, qualqu er um
pode bajulála , sedu zila com palavra s vazias de louvor.
O orgulho na verdade não é totalm ente negativo. Sentir or-
gulho por seu trabalho e por sua aparência é bom. N inguém
emp regaria um a pessoa que náo se orgulha do se u trabalho.
Mas o orgulho deve ser gerado pelo próprio indivíduo. Desejar
fazer o seu
é recom endmelhor
ável. Aeamb
congratularse porq um
ição é a força trabalho
ue leva à açã o.bemfeito
As m ulheres tra balharam incansavelmente e avança ram
muito. Houve época em que as meninas nem sequer apren -
diam a ler. As mulhe res de hoje se graduam na s melhores un i-
versidades , ocupam cargos executivos, ajudam a administrar
o paí s e contribuem para a prosperidade mund ial. Desejar
aperfeiçoarse e f azer um bo m trabalho são em preendimentos
dignos. C ontinue trabalhando bem, m as cuide para que o se u
orgulho não a faça cair.
O ponto que tenho tentad o expor é que o inim igo rouba o
que tesour
um é bom onas m ulheres
natural. Ela éeaoajudadora
transform , aa em maal.jóia
mãe, A mu lher é
na coroa
da criação de Deus. Com emore as suas virtudes e desenvolva
o seu potencial, mas p rotejase com todo o cuidado. Seja cau-
telosa com relação a quem você perm ite tocar a sua vida, poi s
você é santa e um tesouro incomp arável.
Ca pít ul o sete

'mçmfo mimpsssm

D ois joven s cam inham pela praia de mãos dadas . É evi-


dente que se amam. Não estão se agarrando, nem a gin-
do de modo inade quado. Simplesmente irradiam paz e sereni-
dade. Os olhos deles refletem harmonia inter ior. Qu ando sor-
riem um para
admiração o ou tro, é um olhar d e confiança , comp aixão e
mútua.
Essa é uma relação muito especial, difícil de encontrar mas
vale a pena buscála. É bem mais fácil descobrir a paixão inten-
sa, arrasadora, que explo de como um vulcão, libertando a lava
ardente que queim a as roupas, arranca os lençóis da cama e
deixa os parceiros sa tisfeitos e ofegantes, em doce tranqüilida-
de. Embora esse tipo de paixão possa ser bem estimulante, não
indica ne cessar iam ente amor. De fat o, em alguns casos até
prejudica nossa capacidade de reconhecer o amor ve rdadeiro.
A paixão p ode n os pren der e enga nar. Pode distrair nossos
sentidos e impedir que percebamos quando um relacionamen -
to está perturbado ou, pior ainda, é perigosa para nossa saúde
emocional e espiritual .
Não estou de forma algum a sugerind o que nos t ornemos
insensíveis a ponto d e não podermo s perd er totalmente o con-
trole nos braços de nosso cônjuge. Por que iríamos transformar
algo tão agradável numa troc a clínica de líquidos corpo rais? O
leito co njugal pode, e deve, ser um lugar para nos envo lver-

mos
car é em
quebrincadeira s eróticas
às vezes escolhem osenossos
excitantes. O que
parceiro precisoeles
s porque desta-
nos
atraem fisicamente e depois descobrimos que não há sufici ente
atração interior para sustentarnos à medida que vão mudan-
do. E eles mudam.
Uma coisa a respeito da vida, caso você viva bastante , é que
ela é o grande iguala dor. Os jovens envelhecem. Os que são bo-
nitos perdem em parte a belez a, e as linhas suaves da juventu -
de dão lugar à aparência gasta da maturidade. Quando um
relacionam ento se base ia na atração física, o que acontece
quand o a belez a física se vai? O que acontece quando as cha-
mas a rdentes passam a ser pouco m ais do qu e um clarão? O
verdad eiro am or é mais forte que tudo isso e pode sup ortar a
passage m do tempo. O verdad eiro amor é como um vinho fin o,
que fica mais doce quando envelhece.
Outro dia, uma jovem empurrando um homem numa ca-
deira de rodas apre sentouse diante da igreja reunida. O corpo
do homem era todo torcido e seu rosto uma máscara de per-
man ente sarcasmo. Curvad o para a frente na cadeira, ele pa-
recia ignorar onde se achava.
Desci os degraus do púlpito para falar com a jove m e saber
do que precisavam . Tinha praticam ente certeza de que a moça
era uma en ferm eira que cuidava d aquel e pobre infeliz, cuja
condição o deixara dependente e desfigur ado. Abaixeime até
a orelha dela e sussurrei : "O que posso fazer para ajudá la?".
Estava ce rto de que desejava orações pelo seu paciente. F iquei
espantad o quando a moça apresen tou o homem como seu
marido.
Com o queixo levantado e os lábios firmes, ela declarou que
o casal queria fazer parte da igreja. Falou com orgulho, como se
ele estivesse ao lado dela com um temo de corte italiano. Emba-
raçado com a minha suposição, mas lamentando o problema
deles, tropecei à procura das palavras adequadas à situação.
Enquanto me demorava e m respond erlhe, ela s e abaixou
para enxugar um fluxo de saliva que escorria dos lábios do ma -
rido como um fi o de macarrão. D epois de cui dar a morosa-
mente
cou quedele, a jovem
o marid ficou de
o sofrera um péterríve
para continuar
l acidenteoque
pedido. Expli-
o deixara
completamente incapacitado.
Num dia ele fora um hom em saudável, vibrante, viril; e no
seguinte era aquilo que estava sentado à minha frente. Tive d e
esforçarme para engolir as l ágrima s, enquanto me senti pri-
meiro cheio de admiração e depois de respeito por essa mulher
que podia amar aquele hom em e tratálo com tamanh o afeto.

maisEuabraçála,
sabia quetocála
el a estava com um homem
ou murmurar que nãoSab
em seu ouvido. poderia
ia que
ele não lhe dera palmadinhas e nquanto se vestiam para o cul-
to, nem lhe lançara um olha r, cheio de promessas de am or e sa-
tisfação. Sabia que ele não secara o pescoço dela ao sair do
chuveiro, nem beijara sua pele. Sabia que ela precisava cuidar
dele enquanto ning uém cuidava dela.
Con tei est a história para sublinh ar que a vida realm ente
traz mudanças
gregação, de um. pregador
Q uando nos
e decol ocamo
Deus, s dianteem
f azemos d ealguns
uma con-
mi-
nutos votos que talvez tenhamos de cumprir pelos próxim os
cinqüen ta anos ou mai s. Fazem os esses votos e nos enca mi-
nham os para o f uturo, um abismo de aventuras inesperada s
que pode levar ao perigo s em qualquer aviso.
Os votos são um cheque em branco que o destino irá preen -
cher à medida que caminhamos j untos p ela vi da. E bem p os-
sível que tenhamos de cumprir esses votos, aqueles que dizem
para m elhor ou para pior , na riqueza ou na pobreza, na d oen-
ça ou na saúde. Serem os capazes de cumprir essas prome ssas
em face da calamidade, pobreza e enfermidade?
Todos nós queremos alguém ao nosso lado com quem poss a-
mos contar em qu alquer situação, boa ou má. Este é o amante
que import a. Quase todos p ensam que o bom am ante é aquel e
que sabe desempenh ar proezas sexuais com grande habilidade
e sensibil idade. Isso seria ótimo se passásse mos a vida inteira
na cama. Mas a verdade é que o bom amante não começa nem
termina no quarto.

vão.ONão
bomimamante
porta éseaquele que quanto
é tão ágil fica quand
um ogato
todos os sensível
e tão demais se
quanto um nervo exposto. Se esse homem não a amar sincera-
mente, perd erão o significado. Am ar o corpo não bast a. Sua
mente e seu espírito também precisam ser cuidados.
Que imp orta se seu hom em tem o físico de um Adónis se ele
não a protege nu ma temp estade? Seus olhos cintilantes n ão
significam nada se não provar que é confiável numa crise . Ó,
minha
jos am iga,Éser
ardentes. um bom amante
a habilidade é mais dooque
para prender carícias
vento e vida
frio da bei-
nas mãos quentes até que ele se aqueça sob o seu toque amoro -
so. É ficar ao meu lado até que a luz de meus olhos se apague e
beijar m eu rosto uma derradeira vez. É a capacidade de fica r
comigo até que a máquina pare e o oxigenador deixe de bom -
bear ar em meus p ulmões, e eu fale uma última vez ou apert e a
sua mão.
Se você já teve de enfrentar uma v erdadeira tempestade,
precisará de um am ante, mas não do tipo que geralment e pro-
curaria. Um a amante do dia, e não só da noite. Os aman tes do
dia são mais difíceis de achar do que o tipo que a apalpa à noi-
te. Se uma tragédia financeira ocorrer ou, pior ainda, uma tra-
gédia física, ele contin uará seu amante? Se i que esses são pen-
samentos sombrios que as pessoas raramente consideram,
mas são as realida des da vida.
Sei que a palavra "a mante" é usada displic entemente e mui-
tas vezes da maneira errada. Já que estou fazendo uso freqüen-
te dela, devo di ferenciar entre a minha idéia e o que é sugerido
por amante em nossos dias.
O termo é amplamente empregado para todo tipo concebível
de arranjo sexual conhecido pelo homem. Quando uso a pala-
vra "amante", por favor compreenda, eu a emprego da mesma
forma que Salomão o faz no livro Cântico dos Cânticos. Faço
uso dela para descrever a santidade de um indivíduo em um
relacionamento conjugal em que há dedicação mútua.
Mas essa palavra significa m ais do que apenas estar casado.
O propó
no. sito é descrever
Há pessoas casadas qosueparce irosamantes.
não são que seguem o plano
Entre divi-
ela s estão
os adúlteros, os interesseiros , os cônjuges indiferentes. Ex istem
alguns cujas cicatrizes são tão profundas que acham difícil
aceitar o plano de Deus. Com preen do isso.
Ser um participante ativo num casam ento ded icado não é
tarefa fácil e são muitos os que falham n esse aspecto. Só o fato
de haver dificul dade em corresponder ao papel não significa
que o conceito
Deus é perfeito.deAs
matrimônio santo
suas criatura seja não
s é que deficiente.
são. O plano de
O que ameaça nossa sociedade é o fato de que muitos se tor-
naram tão frustrados que alteraram o plano do Mestre para
adequálo a sua própria situação e a suas necessidades. É ilógi-
co, porém , redese nhar o mapa para ajustarse ao fato d e estar-
mos perdidos.
E isso o que f azemos quan do entramos em "p seud os" casos
de amor. Eles imitam o casamento e na verdade zo mbam dele.
Compreendo que muitas dessas pseud orelações são sinceras
e importantes para os parceiros. M as é possív el estar sincera-
mente errado.
A palavra de Deus deve ser o nosso mapa. Devemos segui
la, mas, se nos perd ermo s, é preciso lembrar que jog ar fora o
mapa não nos ajudará a encontrar o cam inho de casa.
Infelizme nte a maior parte desta geração reduziu o amor a
sexo. Eles não são a mesma coisa. Esses caso s que vão e vêm
não têm substância duradoura e se parecem m ais com vestes
frouxas. Esse tipo de roupa é excelen te no calor, mas no frio
você precisa de algo que aconchegue a pele e impeça que as
intempéries a atinjam. É isso que eu quero num relacio namen-
to, e aposto que você também quer o mesmo.
Quem gostaria de algo que escorregue como um roupão
de banho n um temporal de granizo? Quero um relacionamen-
to que me proteja das tem pestades da vida. Este deveria ser o
ideal de todos. Vamos procurálo. E possível que não alcan-
cemos o alvo, mas ai de nós se perdermos completamente de

vista o nosso
e a única objetivo.
maneira O casamento
de uma deve durar
relação sobreviver para sempre,
à incerteza do
futuro e aos altos e baixos inevitáveis da vida é ter como fun-
damento o amor verdadeiro.

Como fazer o amor du ra r


Já observei casais idosos, cujas mãos enrugadas e frágeis se
entrelaçam enquanto passeiam pelo parque. Esses sobreviven-
tes da vida confirm am a autenticidade do amor dedicado. Eles
sobreviveram às dificuldades da vi da e suportaram as estaçõ es
do amor.
O amor jove m é como a primavera: tudo é fresco e novo. As
plan tas verdes come çam a brotar, surgindo do solo, come çan-
do a crescer. O solo é rico e fértil, cheio de potenc ial para ser
cultivado. No verão, o amor está em plena florescência. Flores
vibrantes enfeitam os campos e o sol nos envolve em seu calor.
No outono, nos acomodam os no confort o. Aco lhe ita est á
mad ura e chegou a hora de ceifarmos as nossas recompensas.
Nosso s filhos cresceram e já têm sua própria vida . Podemos
sentar e gozar dos frutos do nosso trabalho. Q uando chega o
inverno , o céu pode estar cinzento, o solo frio e endurecido,
mas o amor verdadeiro é como uma semp reviva na f loresta
cobe rta de neve.
O casal que está jun to há tanto tempo continua aquecido
no inver no do amor. O fogo do coração d eles imped e o frio de
entrar. Como esses casais fazem isso? Como con segue m per-
manec er jun tos tantos anos? Eu os observo enquan to se des-
viam do tráfego m atinal no parque. Pessoas que se exerc itam,
correndo ou de patins, passam apressadas por eles. Mas os
dois parecem não not ar. Só percebem um ao outro enquanto
andam pelo p arque e conversam, e escutam um ao outr o.
Cada um pronuncia com voz carinhosa o nome do outro,
dando a entender que s e sentem tão à vontade um com o outro
quant o se estivessem com um par de chinelos velhos. Con ti-
nuam sendo am antes, mas, mais que isso, são amigos.
Não é engraç ado? Foi assim que começamos quand o pe-
quenos. Duas crianças brinc am na caixa de areia, i gno rantes
da diferença de sexo entr e elas. São si mplesm ente am igas.
Não há pressão para que impressionem. Não há necessidad e
de atitudes viris.
Você se lembra dos dias em que os meninos pen sava m que
as meninas eram boas amigas, mas a idéia de beijálas parecia
idiotic e? Só mais tarde, quando lutamos com nossas amigui
nhas e de repen te sentimos um calor diferen te no corpo é que
notamo s que tocálas não era o mesm o que tocar os garoto s
numa pelada.
Esse foi o primeiro estágio do amor para nó s: simples e pla-
tônico. Um amor présexual. Um amor mais apoiado na ami-
zade do que no erotismo.
Perdemos essa amizade f ácil quando nos tornamos sexua l-
mente obcecados. Passamos então a vida inteira tentando v ol-
tar à amizade por meio do sexo. Não é a e la que aca bamos vol-
tando nos últimos anos, quando a paixão se esvai e a comu ni-
cação emerge? Voltamos à caixa de arei a. Aca bam os dand o
risadinhas no terraço da f rente, deixando os dente s num copo
d'água, e com o rosto enrugado abert o num sorriso . Acabamos
nos abraçando por mais tempo e ouvindo o r itmo da resp ira-
ção um do outro à noit e.
Estou falando de companheiros de al ma. O relacionam ento
pode ser desafiado e at é traído, mas depois que tudo p assa,
você ainda continua com a única pessoa com quem qu er de
fato conversar, aquela que faz você rir. E a amizade que faz
com que lutar pelo casam ento valha a pena, e não o sexo. O
sexo dura apenas al guns minutos, ou algumas horas na me -
lhor das hipótese s, mas a amizade é para a vida inteira!
As necessidades do corpo podem ser sati sfeitas em alguns
instantes ou em algumas horas, s e estivermos dispostos a isso e
tenham os energia suficiente. M as satisfazer as necessidades do
coração é um processo contínuo.
O coração dolorido grita mais alto do que os lombos dolo ri-
dos. O amante m arav ilhos o é aquele qu e be ija o corpo e vai
além, beijando a alma. O sexo se torna então um meio para al-

cançar
não estáalgo mais
então importante
fazendo apenas sexo;
o compromisso espiritual
está fazendo amor. O. Você
sexo é fácil; o amo r é que é di fícil de encontrar.
Esse é o desafio exigido pa ra ter certeza de que o seu relacio-
nam ento contém uma dose de amor suficiente para acom pa-
nhar o sexo. É disso que vai precisar para cons truir o seu rela-
cionamento e transformálo em um monum ento que perdura
depois que tudo é dito e feito. O que você qu er obter é o amor
firme, experimentado por irmãos que sabem que for am gera-
dos pelos me smos corp os e nascera m do mesmo úter o.
Não pense que est ou sugerindo que nos ap osentemos se-
xualmente ou diminuam os nosso desejo de intimidade. Minha
sugestão é equili brar esses mom entos magníficos com alguém
que signifique algo para nós fora do quarto. Estou aco nselhan-
do que a raiz do seu amor seja anco rada em sua adm iração
por essa pessoa, depois acrescente a at ração como um tempero
em um prato favorito. O tem pero acentua o sabor do prato,
mas não é a essência do prato.
!
Case sempre em fm ü ü
A razão por que a Bíblia não recomenda o casamento com incré-
dulos é simples: Deus quer que a base do amor de vocês seja o
fato de compartilharem o mesmo Pai celestial. Seu marido deve
ser primeiro seu irmão. Vocês são irmãos na família de Deus.
É conveniente escolher um cristão como você p orque ambos
têm os mesmos valores soberanos e básicos. M uitos nãocri s
tãos gostam de discutir as Escritur as, mas não compreend em
que a palav ra de Deus é uma carta escrita ao povo de Deus.
O incrédulo provav elmente não entende nem concordará
com a Palavra. O desafio para eles não é aceitar regras e regu -
lamentos  mas aceitar Cristo e crer na sua palavra. Até que
façam isso, você estará falando com eles numa língua estra -
nha. É como se perten cessem a países diferentes. Eles não são
cidadãos do seu país, e as leis não for am esc ritas para eles.
Como cristã, voc ê deve esco lher alguém que seja gove rna-
do pelos mesm os valores que os seus . Se não fo r, nunca irão
concordar
fé e a mesm. Ea filoso
de granfiade
deajud
vida.a quand o os casais têm a mesm a
A fé, porém, não é o único critério que você d eve ad otar na
sua busca po r um companheiro. M uitas pessoas da mesma fé
não se identificam o suficiente para que o casamento seja re-
almente forte. O que é então necessári o? Os requisitos são três:
seu parceiro deve satisfazer sua mente, seu corpo e sua alma.
É claro que você precisa sentir atração física pelo seu parcei-
ro. O sexo é um dos muitos praze res do matrimô nio e deve ser
usufruído.
Seu parceiro deve agrad ála fi sicam ente e viceversa. De
que vale o prazer físi co, porém, se ele não a amar como pessoa
e como amiga? Você e seu parceiro d evem ter a mesma m ente,
comunicarse com facilidade, ouvirse e gostar da companhia
mútua. Por último, vocês devem compartilhar os mesmos va-
lores. Irão cam inhar junto s pela estrada da vi da, dividir o mes-
mo m apa e seguir na mesma direç ão.
Só quan do esses três requisitos são satisfeitos é que o casa -
mento tem sucesso. O sexo por si só não basta. Sexo e amor
podem perm itir que o casamento atravesse a noite. Mas é pre -
ciso sexo, amor e um Deus comum para fazer com que ele per-
dure. E ntão, e só então, a dama, o amado e o Senhor se torn a-
rão um cordão forte bastante para m anter o relaci onamento.

Também, se dois dorm irem juntos, eles se aquentarã o; ma s um


só com o se aquentará? Se alguém qui ser pre vale cer con tra
um, os dois lhe resistirão; o cord ão de três dobras não se re
benta com facili dade.
Eclesiastes 4.11- 12
Quando for escolher um companheiro, procure um homem
que tenha com você um relacionamento com parável ao de um
irmão. Procure aquele com quem possa comu nicarse sem pa-
lavras. É ele que sabe q uem você é. Ele sabe o que vai dizer an-
tes que as palavras s aiam de seus lábios. Sa be o que está em seu
coração,
feitos do porque o dele tem
mesmo material. o mesmo
Têm sentimento.
sen timentos um doVocês
outro foram
como
gêmeos. E le é seu irmão.
Vocês irão, sem dúv ida, enfrentar d esafios e problem as na
vida, mas buscarão soluções no mesmo lugar. Ambos se volta-
rão para o Pai. Foi ass im que Adão e Eva resistiram aos esforços
de Satanás para destruílos. Ao serem ameaçados, quando seu
futuro estava em risco, eles decidiram unirse como irmão e
irmã diante do Pai.
E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?
Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive
medo, e me escondi. Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que
estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comes
ses? Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela
me deu da árvore, e eu comi. Disse o Senhor Deus à mulher: Que é
isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e
eu comi.
Gênesis 3.9-1 3

Eles parecem duas crianças roub ando a lata de biscoitos.


Ficam em baraçados e perturbados diante do P ai. C onsegui-
ram, porém, mostrar firmeza por com partilharem a mesma fi-
losofia de vida. Eram irmão e irmã. Feitos do mesmo barro. O
mesm o Pai que criou Adão formo u Eva. Em resumo, os dois
chamam Pai ao mesmo Deus.
Adão e Eva p udera m ficar diante de Deus e pedir perd ão.
Eles sabiam que haviam pecado. Comp artilhavam as mesmas
regras, o mesmo sentimento de certo e errado. O casamento
não pode so breviver quando os parceiros não praticam os
mesmos padrões mora is. Com o é possível corrigir um prob le-
ma moral quando um de vocês acha que não há problema?
Lembrese, você deve casarse com seu ir mão. Por mais eró-
tica que seja a sua relação, perm ita sempre que o amor frater-
nal continue. Todos os outros sentimen tos virão e irão embora
como ora.fluxo
perdu e refluxo
A paixão sobedas marés
e desce deno
diaoceano.
em dia,Ode
amor fraternal
momen to em
momento. Não seria natural sentir uma paixão a vassalado ra o
tempo todo. Isso é tão pouco natural quanto co mer vinte e qua-
tro horas por dia. A cobiça é a gula da paixã o e g eralm ente in -
dica uma ferida que está procurando cur a mediante o remédio
errado.
Um relacionamento saudável contém divers idade. M uda
continuam ente.
relacionamen toAbaseado
única coisa que dá estabilida
na amizade. A paixãodevem
é cons truiraso
e vai,
dificuldades pod em fazer o casal vacil ar, ma s em meio a tudo
isso eles são amigos. A verdade é que todos enfrentaremos con-
flitos, mas, quando isso acontecer , se estiverm os u nidos pelo
mesmo Pai, a correção não será difícil.
O relaciona men to de Adão e Eva não é o único no livro de
Gênesis a refletir este conceito:

Por outro lado, ela, de fato, é também minha irm ã, filha de meu
pai e não de minha mãe; e veio a ser minha mulher.
Gênesis 20.12

Abraão tentou enganar seu hospedeiro, dizendo que Sara,


sua mulher, era sua irmã. Na verdade, Sara era sua meiairmã.
(Embora isto seja reprovável hoje, era uma prática comum na
época. Osem
insistiam personagens da se
que os filhos Bíblia no Antigo
casassem Testamento
com parentes sempre
consangüí
neos, por saberem que a família era um elo forte que se perpetu-
aria por meio da mesma fé e da mesma filosofia de vida.)
Mas, talvez, a frase "filha de meu pa i" se refira igualm ente
ao fato de que ela também era fil ha de D eus. Sara era m eia
irmã de Abraão pelo san gue, mas sua irmã na fé. Era sua irmã
e sua espo sa.
Por favo r, não me entend a mal. Não estou sugerindo que
nos casemos literalmente com nossas irmãs biológicas. Isso se-
ria incestu oso e deploráve l. Só quero que você comp reenda
que, no eram
douros, começo , os relacionam
aqueles entososmparceiro
em que ambos ais fortes,smai
erams filhos
dura-
de Deus.
Antes de passarmos para outros assuntos, quero insisti r com
você sobre a verdad e relativa ao amor e ao sexo. É sim ples-
me nte esta: o sexo é apena s um a som bra do amo r. A verd a-
deira intimidad e ocorre quando o corpo já está gasto e o afet o
perman ece. O laço que prende os coraçõ es é que prom ove o
sentim ento
Todos de aceitação
queremos e não oPoder
a ceitação. envolvim ento outra
ficar com carnal.pessoa
sem preocuparse com o desempenho nem com a necessidade
de impressionar, saber que estam os com um amig o, isso é ser
realmente amado. Os homens principalmente precisam de um
lugar onde possam fugir das exigências de man ter uma ima-
gem. Ansiam os por um lugar de descanso, repouso da pressão
de sermos obrigados a desempenhar constantem ente e a ser
julgados
Quando não pelo que
sabem somos,
os que somosmas pelo que
amados pelofazemos.
que somos, nos
tomamos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos com
ma ior i ntim idade . Por quê? Porque nos sentimos livres do
medo da rejeição e da ansiedade de mostrar desempenho. So-
mos mar idos, proteto res, amantes, mas às vezes querem os rir
e ser apenas irmãos.
Quando deixarmos de impressionar co mo grandes m ari-
dos ou de atuar como grandes amantes, ou nos tornarmos
pouco eficientes como protetores, perm itam pelo menos que
nos sintamos seguros no conhecimento de que sempre seremos
irmãos. Quand o tudo o mais falha r, que perm aneça o amor
fraternal.
Ca pít ul o oito

Os Imfé
is decetim escomym

rocê já viu nas revistas e comerciais os ricos lençóis de ce-


V tim jogad os con vidativamen te por sobre a cama? Pare-
cem tão atraente s. Evo cam sensu alidade, sexualidade e ro-
mance. Pense em lençóis de cetim negro enfeitados com uma
única rosa vermelha.
desvairada. A cena
Esses lençóis parece
fazem promprometer noites
essas de noitesdeeróticas
paixão
comparáv eis às que lemos nos romances.
Todavia, aposto que quem criou o primeiro jogo de lençóis
de cetim não foi um ho mem. Embora seja difícil encontrar um
indivíduo que não goste da sensação do cetim na pele, a maio -
ria dos homens concordaria que esse tecido é o pior m aterial
para o amor. Deixeme explicar. No invern o, o cetim é frio, não
guarda
ra. Não nenhum calor.
absorve um No everão,
idade amassao fará
comosuar porque não respi-
o linho.
O pior desse tecido, do ponto de vist a mas culino, é que faz
com que você escorregue como um esquiado r numa pista de
gelo. Os lenç óis de cetim são horrend os para o hom em que
quer mostrarse amoroso com a mulher que ama pois fazem
no parecer um rematado tolo enquanto fica escorregando no
meio deles.
O cetim é ótimo para a mulher, caso ela goste de sen tir um
material sedoso sobre a espinha e deitarse nos braços da
magn ificência. Mas se o hom em quiser ficar desembaraçado,
será melhor que pro viden cie lençóis de algodão puro ou de
flanela. Vejam bem, senhoras, o cetim pode ser bonito, mas
destrói toda possibilidade de equilíbrio e deixa a pessoa
tateando para achar a cabeceira da cama, ou se agarrando ao
colchão para se virar, e ainda a impede de tentar uma proeza
acrobática apaixonada.
É surpreend ente que algo tão convidativo possa ser tão pou-
co prático . Se decid ir dar um presen te de Natal a se u marido,
nunca, nun ca, lhe dê lençóis de cetim; o infeliz pode qu ebrar a
perna ao virarse para g anhar um beijo.
Imagino que isso mostre que nem semp re o que agrada aos
olhos é tão bom quanto pare ce. H omem algum teria cr iado es-
ses lençóis e, se tivesse feito isso, mudaria de idéia rapidamen te
depois de uma noite sobre eles.
É possível que todos d esejemos a aparência do amor, mas
Deus sabe que olhamos com olhos diferentes. Podemos ver a
mesma coisa, mas a vemos de nossas várias perspecti vas. Não
há nada errad o em ter pontos de vista diversos. De fato, isso é
natural. Os homens e as mulheres são criaturas diferentes com
diferent es necessidades. Nenhum ponto de vista sobrepuja o
outro, nem é mais certo. Apenas diferem.
Os problemas com eçam a surgir quando deixamos de nos
comunicar. Uma dama pode dar ao seu hom em um jog o de
lençóis
luxuo sodee cetim. Ela oMas
rom ântico. amaquand
e quer darlhe o presen
o ele não te mais
gosta dos fino,
lençóis,
ela fica magoada e aborrecida com a falta de apreciação do
parceiro. O que ela precisaria com preend er é que, embora es-
teja tentando fazer o companheiro feliz, deulhe o que ela , não
ele, queria.
Para que um relacionamento possa funcionar, você deve en-
tender que as necessidade s de seu parceiro pode m ser diferen-
tes das suas. Isso é algo que muito s de nós esquecem os. Você
deixa de conside rar que há coisas que funcionam para você,
mas que deixam seu parce iro louco. Então, quando o relac io-
namento azeda,
Você não surge
havia um sentim
percebido nada.ento de choque
Estava e traição.
ocupada em apre-
ciar os seus lençóis de cetim, enquanto o homem ao seu lado
orava silenciosamente para não escorregar e cair da cama.
Neste caso, os homens são tão culpados quanto as mulheres
pois eles também contribuem para o problema de maneira
especial.
Este é um dos muitos erros cometidos pelos homens: silen-
ciamos
sas a respeito Quando,
necessidades. d e muitas coisas. elas
porém, Nãonão
comunicam os asfinos-
são satisfeitas, ca-
mos e mburrados e ressentido s. A mulh er fica confusa porque
tentou tornar as coisas agradáveis para nós. Pen sou que estava
nos agradan do dan donos o que querí amos. M as nunca lhe
dissemos qual era o nosso desejo, portanto ela teve de basear 
se na im agin ação. Trouxe para casa o jog o de cetim, e nós es-
corregam os para fora do lei to.
Entramos na mesm a cama, no mesmo relacionamento e na
mesma tarefa da vida, mas de perspectivas diferentes. Há al-
gumas coisas que uma mulher não saberia se não lhe contásse-
mos, e viceversa. Qu ero ser o prim eiro sujeito a quebrar o si-
lêncio e contar os segredos. Nada mais de polidez. Não g osta-
mos dos lençóis e estamos caindo da cama. O lado triste é:
estamos perdendo as boas mulheres que trouxeram os lençóis
para casa só por pensa rem que isso nos faria fel izes.
Alguns de vocês talvez estejam levantando as sobrance-
lhas, surpresos com a minha linguagem . Aqui estamos nós,
passeand o pelo labirinto da terminolog ia cris tã apropriada
para de scobrir uma palavra que não exaspere a pessoa espiri-
tual de mente sen sível, mas que descreva ade quada men te a
paixão que deveria transp irar do leito conj ugal.
Uma das coisas que frustra secretamente alguns cristãos
e em geral afasta os nãocristãos é nossa necessidade inces-
sante de parecer que andamos com halos na cabeça e harpas
nas mãos.
Um dos pontos válidos contra os cristãos é que a nossa men-
sagem
boa apanem sempre
rência, mas pnão
arece ajustada.
funcion ComoE claro
a direito. os lençói
ques,sabemos
ela te m
que o cristianismo fun ciona, mas m uitas vezes pregam os só
metade da mensagem.

Pois, quando ressuscitarem de entre os mortos, nemcasarão, nem


se darão em casament o; por ém são como os anjos nos céus.
Marcos 11.25

A mensagem que pregam os não é apenas uma cla sse pre-


par atória pa ra a vida m arav ilhosa do além. Trata se de uma
mensa gem relevante que dá direção para o desagradável aqui
eagora. O cristian ism o é par a este mundo. Ele se ocupa dos
casamentos e dos relacionamentos.
Da mesm a forma, o casam ento não é para o céu, é para a
terra. É a instituição terren a que imita a união esp iritual entre
Cristo e a oi greja.
alcançou nível Edaoaliança
abr açoeapaixo nado
só pode ser das almasnos
ilustrado cujobraços
afeto
um do outro. É a des crição bíb lica do cordão de três dobras.
Os três compo nentes são Deus, o noivo e a noiva.
Estou falando do casam ento crist ão: a união d e duas pes-
soas que conco rdaram sobre quem são uma para a outra, e
quem são em re lação a Deus.
São marido e mulher. São amantes. Um amante é mais do
que um parceiro de cama. Ser amante é ser a hab itação, a re-
creação e o repo uso de alguém . Ser aman tes significa que o
casal se concentrou no co mpromisso de satisfazer sua s mútuas
necessidades. N ão falo necessariame nte de sexo. Uma necessi-
dade pode ser satisfeita com um toque ou simplesm ente uma
troca de palavras ternas.
Qualquer que seja a necessidad e, o lugar para satisfazêla é
sempre o mesmo. E nos braço s do marido que ela encontra fe-
licidade. E o bom hum or da esposa que o faz sorrir durante o
dia. Quando uma chama alegre se acende em seus pensa men-
tos e a faz enrubescer, é uma lem bran ça dele, pessoa l demais
para ser discutida,
No casamento, mas poderos
o homem a dem
e a mulher sãoais para seramantes,
parceiros, esquec ida.
amigos. E um laço tão poderoso, tão especial que seu propó si-
to é durar para sempre.
O desafio está em encontrar na vida re al o que o casamento
é no projeto. Cham ase um engenh eiro quando uma peça de
uma máquina deixa de funcionar de acordo com o projeto. O
fabricante jam ais afirma que o produto não p resta porque não
funciono u devidamente.
ra os materiais O engenh
até conseguir eiro estuda
os r esultados o projeto
desejados. e alte-,
Todavia
descartamos com a maior facilidade casamentos em que inves-
timos anos por causa da menor incompatibilidade.
Devemos lem brar que vale lutar por tudo que vale a pena
obter. Não devemos afastarnos de um relacionamento só por-
que ele não está funcionando exatam ente como planejado. Em
vez disso, cabenos tentar de scobrir onde está o defeito. Aplan
ta para o casam ento é perfeita; qualquer problema com os nos-
sos relacionamen tos é causado pela disfunçã o humana. D e-
vemos tentar m anter nosso casamento de acordo com o pla no
divino.
Creio que a maior falha na maioria dos casamentos pod e ser
atribuída ao fato de que quando nos dizem estas famosa s pa -
lavras: " vo cê precisa com un icarse", nã o nos informam que
falamos línguas diferentes. Para obter o som harm onioso de
uma balad a de amor, devemos tomar tempo para com pree n-
der a diversidade dos instrumentos. Em termos simples, os ho-
mens são muito diferentes das mulheres, e precisam os com-
preender essas diferenças.
Ela é uma harpa que deve ser tocada com suavidade e res-
ponde às mãos hábeis de um cuidadoso menestrel. Ele é uma
corne ta, m etáli ca e brilhan te, que produz um som forte de
alarm e. A mú sica de um é muito d iferente da do out ro. Eles
precisam ser orquestrados.
Querem os manter a nossa singu laridade, mas fundir nos
como um a equipe e ser feli zes e am arnos a vida inteira. Por
isso,
amor.hoje,
Vamosvocêcaminha
e eu vamos ficar de
r através à escuta
algunsnoprincíp
confession ário do
ios bíblicos,
procu rando pistas que nos ajudem a manter a música tocando
em perfeita harmonia.

sttíãrome do super-hmnem
Já observei que o homem acusado de ser o agressor não é real-
mente agressivo o temp o inteir o. Quase todos os homens são
agressivos nas coisas que os fazem sentirse c onfortáveis: g a-
nhar o sustento, proteger a família, manter a i magem m ascu-
lina. Todavia, quando nos sen timos vuln eráveis e inseguros,
tend emos a isolarnos e ficar em silêncio. Ve ja bem, é a nossa
imagem masculina que tentamos prot eger.
Quer realidade ou imagina ção, a maioria dos homens pen -
sa que se espera deles que tenh am certez a de tudo e tomem o
contro le o temp o todo. Mas quando se trata do coração, nem
sempre contro lamos os nossos sentimentos. Em vez de arriscar
nos a expor nosso medo, nossa frustração ou nossa necessida-
de, tendemo s a ocultar nossos mais íntimos pensamentos e exi-
bir nossas forças . Por baixo do soar dos tambores de nossa "e xi-
biç ão " está algué m que preci sa desesperadamente sentir se
bem seguro para ser vulnerável e honesto.
Quem sabe os homens pude ssem ser íntimos se não foss em

para
dadeadecama vestidoapenas
podermos s de superhomem.
ficar dei tadosHaverá uma
perto de oportuni-
vocês, tocan-
doas, amandoas, e sermos o Clark Kent? É claro que sim.
Você sabe disso, ma s nós não. O fato de não saber pode tornar
nos grandes artistas, mas depois de você ter visto alguns
shows, o tédio se estabelece.
A pressão p ara representar está destruindo a possibili dade
da verda deira intimidade. O casamento de alguns não passa
de uma série de reprises. O reavivamento não é só para a igre-
ja. É para cada área da nossa vida. Sua motivação para a sua
carreira precisa de um r eavivam ento de vez em quando. O
mesmo ac ontece com o relacionam ento com seus fi lhos, com
seu cônjuge, e com tudo o mais . Está na hora de um rea viva-
mento do amor em seu lar.
Se quisermo s um reavivamento em nossa vi da amorosa e
em nosso casamento, como homens precisamos encontrar o
ponto certo. Todo reavivamento necessita de um local. Onde
começa o reavivamento numa casa que se tom ou tão sem gra-
ça quanto uma torrada fria? Nós, homens, temos de participar
da expedição p ara en contrar a sede da paixã o de nossa mu-
lher e ela, por sua vez, deve agir de modo recíproco.
Toda mu lher tem um botão que precisa ser pressionado
para ga rantir a su a paixão e satisfaç ão. Talvez não esteja onde
você pensa que está. Estou con vencido de que o ponto especial
da mulher é o coração. É aí que seus centros nervoso s se ilumi-
nam e dispara m o alarme. Se voc ê realme nte quiser que su a
dama fique fe liz, é m elhor tocála nesse ponto especial .
Da mesm a form a, o hom em precisa ser afagado de dentro
para fora. In felizm ente, ele não sabe com o pedir isso. Algumas
vezes nem s abe s equer o que está f altando. Ele pode não estar
suficientem ente afinado com a so lução de problem as para di-
zer à esposa que precisa de lençóis de algodão . Sabe apenas
que se sente m iserável ao escorregar na cama nesta síndrome
dos lençóis de cetim.

fereEm vezicar
med de ocom
prounicar
blem aas suas necessidades,
a sanar o homem
a causa. Em geral p re-
mergulha
no trabalho, usa drogas, ou parte para uma maratona sexual.
Continu a em busca de mais dinheiro, mais sexo e mais p oder.
Ao esco rrega r dos lençóis de um relacionam ento, os ho-
mens feridos corr em para essas c oisas a fim de co nsola rs e. É
para onde vamos quando não podemos manter a posiç ão que
desejamos.
Na verdade não precisam os de dinheiro, de pode r nem de
sexo; o que precisam os é ser embalad os no berço dos braços
amorosos de um a mulher, uma mulher que sabe co mo impedir
o escorregão.
O superh omem precisa de um cochilo . Precisa tirar a c apa,
as botas, e relaxar nos braços de Lois Lane. Mas o hom em se
pergunta: "S er á que ela va i gostar de mim quan do eu tir ar a
capa?". A dama certa não só permite que o hom em descanse,
como tam bém o faz sentirse confortáv el nessa sit uação. Ele
pode co nfiar nela e baixar a guarda .
Não é de adm irar que a Bíblia diga que quem acha uma boa
esposa achatano tas
que já viu bem.co Aisas
dama certa
m ás. é "um beé m"
A verdade para o homem
realmente esta : o
grandalhão pode ser poderoso na d iretori a, no tribuna l ou no
campo de futebol, mas às vezes se sente i nteriorm ente como
um menino e precisa do toque suave dos seus braços amorosos,
mulher.

2?ara a maioria dos homens , amar í mais ft cil do que confiar.1

O cor açã o do seu ma rido confia nela, e não hav erá falta de
ganho.
Provérbios 31.11

O homem tem neces sidade de uma boa esposa, a quem pos-


sa confiar o se u coração. Ele dev e pode r colocálo nas mãos
dela e saber que não p alpitará nem se agitará quando estiver
na proteção de seus braços. Com a mulher certa, o coração en-
contra seu lugar de repou so. Ele se aninha nela como um urso
hibernando durante o inverno. Ela o aquece. É segura. Sua fra-
grância suave é o perfum e que o acalenta quando adorm ece e
com o qual acorda. Seu cora ção está nela como um bebê enro-
lado nu m cobertor.
Quando o amor é cert o, o homem encontra na comp anhei-
ra o que não encontrou em o utras. A esposa ocupa com pleta-
mente sozinha o seu lugar na classe e não tem competidores.
Conhece o ritmo do coração do m arido, ouve as suas batid as e
dança de acordo co m elas, e ele vibra com o pulsar das veias
dela. Os dois junto
A confiança é ums dos
são m
pura música!
aiores conflitos de muitos homens.
Eles geralmente acham difícil confiar em qualquer outra pes-
soa além de s i mesmos. O coração m asculino é quase semp re
guardado e fechado com grande cuidado. C ontudo, apesar de
tão protegid o, co ntinua frágil quando se trata de confiança e
amor. O coração do homem é tão frágil quanto a casca tenra
do ovo que aind a não se abriu.
A confiança é a rai z do amor para o homem . Qu ando não
há confia nça, o amor não tem como nutrir se. A confian ça é a
raiz da qual o amor se alimenta.
Há várias áreas de confiança essenciais para que o home m
se sinta completo e realizado.

1. E l e p r ec i sa c o nfi a r n o s motivos d a mulher


Quando o homem confia na esposa, fi ca em paz na presença
dela e busca refúgio em seus braços. Esta confiança é mais pro-
fund a do que o crer no que ela di z. C hega até às suas in ten -
ções. Quando falo de confiar nela, estou me referindo à neces-
sidad e que ele tem de estar seguro dos seus m otivos e de seus
valores.
Na verdade, a maioria dos homens não compreend e os mé-
todos da mulher; portan to, se não confiar nos mo tivos dela,
nada resta em que conf iar. Os métodos fem ininos são muito
diferentes dos masculinos. As mulheres pensam de modo dife-
rente. Reagem de modo diferente. E o único meio para um ho-
mem su portar a diferença é sentirse seguro de que os motivos
dela são tão claros quanto a água cristalin a da montanha.
Se o hom em com eçar a questionar os motivo s da mulher ,
enquanto ainda se acha confuso com os seus métodos, vai fe
charse im ediatam ente. Ele prec isa saber que o foco da esposa
está orientado na su a direçã o.
Qu ando o hom em p erde a confiança na mulher, el e ime-
diatam ente se fech a e se afasta. Não respond e às l ágrimas
dela, às dem onstrações de afeto nem a nenhum esforço de in-
timidade.
presen Su a.
ça del speita dos seus motivos e se mostra cauteloso na
Uma vez perdida a confiança, sua r ecuperação é longa por-
que o hom em n ão vai baixar suas defesas para que a mu lher
entre novam ente em seu coração. A confiança precisa ser tra-
tada com o um tesou ro frágil. Seu valor é grande, m as ela s e
quebra com facilidade. Prese rve a confiança; o relacionam ento
não vai du rar sem ela .

2. E l e p r ec i sa p o d e r c o nfi a r nela se xual me nt e


O hom em pre cisa saber que o desejo da esposa está dire-
cionado para ele, e só para ele. Poucos hom ens sentem se à
vontade com u ma mulher que goste de olhar para outros, que
se interesse por outros. E po ssível que quando ela age de sse
mo do, nossa sensação seja a d e que seu coração há mu ito se
afastou.
Entretanto, essa não é a única área em que o homem p reci-
sa confiar sexua lmen te na companheira. Ele nec essita saber
que o que se passa em seu leito não virá a ser objeto de conver -
sas na casa das amigas. Prec isa saber se ele a agrada ou não, e
que ela se li mita a dis cutir esse aspecto da sua relação apenas
com ele. Precisa saber que sua mu lher é discre ta.
Finalmen te prec isa pode r acredita r nas reações dela, ter a

certeza
de de lhedeproporcio
que a suanar
resposta
prazer.é autêntica e não
Se ela o eng anarapenas
nesse von ta-
aspecto,
não pod erá co nfiar nela e vai encolherse interiormente. A ati-
tude dela gera dor porque não só o faz sentirse inadequado,
mas também manipulado. Ele acha que el a não está dando va-
lor à in teligência dele.
3. E l e p r ec i sa c o nfi a r e m q u e e l a n ã o mude

Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com


discernimento; e, tendo consideração par a co m a vo ssa mulher
como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, jun

tamente, herdeiros
terro mpam daorações
as vossas mesma. graça de vida, para que não se in
1 Pedro 3 .7

O nível de confiança abrange áreas do relacionamento


mais nebulosas e difíceis de acomodar . O hom em qu er que a
mulher em quem confia seja fi rme, da mesm a maneira que o
viajante procura uma bússola que não mude de direção ou um
relógio que não
A mulher quemarq
mudaueamedronta
as horas erradas.
o homem. Ele vive com
medo de que em meio a uma crise ela possa mudar em rela-
ção a ele. Em geral, o homem não entende as mudanças dela.
Muitos homens ficam confusos com a disposição errática
da mulher. Ela chora sem prévio aviso. Faz perguntas e se
irrita quando ele responde. Ele pensa que ela está discutindo
problemas e quer darlhe respostas.
O que ele
frustração. Elenão
nãosabe é que ela que
compreende faz perguntas para aliviar
ela quer apenas ser ou-a
vida. Ele tenta ajudála oferecendo soluções, e ela se aborre-
ce porque não queria uma resposta. Queria um ouvido. Es-
sas mu danças intimidam a m aioria dos home ns.
A causa das alterações nas mu lheres pode ser biológica. As
variações hormonais devidas à menstruação, menopausa, ou
gravidez podem fazer com que as mulher es m udem d ramati-
camente. M as mesmo que essas mudanças sejam natu rais, elas
deixam os homen s perplexos. Temos ordem para tratar nossas
mulheres com discernimento. M as a confissão sincera de quase
todos é que geralmente não comp reendemos as mulheres.
Se a esposa quiser gan har a confianç a do marido, de ve sa-
be r exp licar lhe sua atit ude: "N ão é que estej a zangada com
você , meu bem, acontec e que estou passando p or uma mu-
dança física qu e pode a fetarm e". Ele tem co ndições de lidar
com aquilo que compreende, o que não com preen de é que des
trói a sua confiança.
A mulher é uma espéc ie estranh a para o homem . É uma
com
Essasbinação esqua tor
diferenças isitanam
de força e fraqueza,
sedutora m edos mas
e provocante, e lágri mas.
podem
tamb ém tornála tão estranha quanto uma alienígena. Ela é
um roman ce diferente que ele lê fasci nado. E um mistério re-
velandose em seus bra ços.
As vezes o homem acha que s abe exatam ente quais as ne-
cessidades da mulher e então, subitamen te, ela parec e trans-
form arse diante de seus olhos. Ist o torna o home m receoso e
introvertido.
rem ameaçados,Os homens
encolhemsão como aspara
o pescoço tartarugas, ao car
dentro da se senti-
apaça
como defesa. O hom em às vezes vive fisicamente co m a espo-
sa, mas emociona lmente está afastado del a.
Muitas mulheres não sabe m que o companheiro com quem
dormem já deixou mentalm ente o lar. É possível para qualquer
dos cônjuges se ocultar numa conch a enquanto o outro nem
percebe a sua retirada. Em vista dos homens não serem comu -
nicativos po or natureza,
ram discutir é possív
assunto. Seu corpoelestá
quena
s ecama,
retraiam
mase não quei-
o coração
escon deuse com med o da rejeição, do r, frustraçã o ou de um
ressentimento secreto.

4 . E l e p r ec i sa c o nfi a r e m q u e e l a n ã o u s e a franqueza
DELE CONTRA ELE PRÓPRIO
Em vista da franqueza ser difícil para os hom ens, eles ficam
alertas
seu para finalmente
marido verificar os ganhar
efeitos posteriores
coragem parada sua abertura.
abrirse com Se
você, tenha cuida do para não usar es se momento de franqueza
contra ele mais tarde. Se fizer isso, el e jam ais con fiará nova -
mente a você seus pen samento s mais ínti mos. Suas pequenas
pérolas de verdade não devem ser lançadas aos porcos. Não
tente também ser a psican alista dele, pois se sen tirá expo sto e
vai retrairse.
Quando seu marido confiar seus sentimen tos a você, tenha
cuidado para não intensi ficálos. Se contar co mo se sente sobre
seus pais, não fale mal del es. E possív el que tenha a penas ne -
cessitado desabafar
talvez o magoe e façaaasua
suafrustração. Se você
lealdad e entrar em oconflito.
criti car, isso
Quand o ele se abrir para você, algumas ve zes o seu silênci o
é que vai causar o maior impacto. Um m eneio am oroso de ca-
beça, um toque, algumas palavras e um beijo são a resposta
mais eficaz. Se quiser estabelecer confiança, apenas ouça o
que ele tem para dizer.

Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Em v os


converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tran
qüilidade e na confiança, a vossa for ça, m as não o quisestes .
Isaías 30.15

5. E l e p r e c i sa c o nfi a r e m q u e e l a n ã o v á c o mp e t i r
COM ELE
O maior pro blem a que os homens têm em relação à mulher
bemsucedid a surge quando o sucesso del a ofusca o relaciona-
mento e os excl ui. Ele precisa saber que ela continua achando
que ele é quem deve liderar em algumas áreas, mesm o que ela
o supere em outras. Não é sábio competir com seu cônjuge.
Quand o isso acontece ning uém sai ganhando. Todo s perdem
porque a parceria é devorada pela competição e o casa mento
se acaba.

Um m eiosempre
verdadeiro de evitar compa etir
edifica é apoiar
outra pessoa.umAdmitamos
a o outro. Oque
amor
al-
guns indivíduo s são tão disfunciona is que edificálos é como
construir um castelo de areia perto demais da água. Não im-
porta o que você faça, ele logo será levado embora pela próxi-
ma onda.
O hom em inseg uro não deve casarse com a mulher que
considera sua carreira um a missão. Ele jam ais po derá lidar
com isso. Até o hom em m ais estável fic a susp eitoso quando
sente qu e está se ndo constantem ente m edido ou comparado
com o sucesso da esposa. Algu mas vezes até acha que est á
competindo com
porta de q uem sejao osucesso deoum
sucesso; paiimpo
que ou exmarido. Não im-de
rta é o sentimento
que está sendo medido em relação a ele.
Os hom ens relutam em com partilhar ess as preocupações
com uma mulher, mas, esteja certa, quase todo s eles as têm. Se
a dama atentar nesses pontos, a confiança será estabelecida.
Algumas de vocês podem estar pensando: "Sem pre violei a
confiança e nem sequer percebi o que estava fazendo." Sei
como
temosse sente. Tod os cometemo
a oportunidade s erros
de cor rigir indesejados.
nossas M as todos
falhas anteriores.
Se você for uma esposa interessa da, que deseja m udar os
seus métodos , recebeu aqui sugestões úteis que i rão capacitála
a experim entar a completa restauraçã o da confiança no seu
relacionamento. Armada com esses instrumentos, irá encora-
jar seu marido a deixar de ser o tipo forte e silencioso e transfor-
marse num hom em que se abre e compartilha seus pensamen-
tos mais íntim os. A vida conjug al de vocês ficará m ais rica.
Não lhe transmiti essas idéias para insinuar culpa, mas
para en sinarlhe a linguagem m asculina, a fim de qu e possa
usar d e franqueza e hon estidade com seu marido. O casa -
mento é a colaboração de dois corações que se unem para ven -
cer os obstáculos da vida e criar uma atmosfera de prazer
compa rtilhado e amor mais profundo. Se não puderem con-
cordar nos lençó is, vão para o colchão sem cobertas. Mas, seja
o que for, faça com que isso aconteça para vo cês dois.
C apítulo nove

Conversa cm o travesseiro

...tudo o que disser lhe será feito.


Marcos 11.23 (ARC)

ssas poderosas palavras foram extraídas de uma lição


que Jesus, o grande professor, compartilhou com seus

discípulos
o Deus quesobre
E criouo apoder da palavra
terra pelo falasuas
poder das da. Épalavras
pertinente que
ensi-
nasse então aos discípulos que tivessem cuidado com o que
dissessem.

Disse Deus: Hajaluz; e houve luz.


Gênesis 1.3

queNo
opmera
esmo espírito
quando compartilho
você comavocê
usa sua língu paraooext
bemremo podero
ou para
mal em sua casa e em seus relacionam entos. Os que dizem o
que querem sem levar em conta as conseqüências são triste -
mente ingê nuos. M uitos de nós fomos víti mas de palavras
odios as, irrefletidas, que nos machucaram.
A maioria de nós vive com as conseq üênc ias das suas pró-
prias palavras, quer sej a um "s im " dito precipit adamente ou
uma opiniã o dada depressa demais. Entram os nos relaciona-
mentos com a bo ca aberta, m esmo que nosso s olhos estejam
fechados. Muitos disseram coisas que feriram o companheiro
e mudaram o teor
Se a sua bo ca o do seu relacionamento.
colocou na rela ção p ertur bad a em que s e
encontra, então, teoricam ente, parece razoá vel que a sua boca
possa tirálo dele. Afer ida po de sarar, mas dizer: "S into m ui-
to." nem sempre é suficiente. Essas palavras mágicas não são
tão curativas quan to destru tivas são aque las que as geraram.
Mas com uma cuidad osa reconstrução da credibilidade m e-
diante um discurso controlado, você pode recuperar o que per-
deuApor causaprecisa
m ulher do abuso de sua
comp língua.
reender o efeit o que suas palav ras
têm sobr e o desem penho do hom em; suas palavras podem
motivar ou desin tegrar a autoestim a dele . De fato, as pa la-
vras de uma mulher têm condição de influen ciar um homem
mais do que qua lquer outra coisa .
Pense nisto: vivemo s num a sociedade m atriarcal. A maioria
dos homens conv ersa com as mães mais francamen te do que
com os pais . E com a mãe que o jovem jog ador de futebol f ala
ao olha r pa ra a câmera dep ois de fazer um gol . Os hom ens
foram muitas vezes encorajados por uma voz feminina.
Quando crianças, foi uma voz de mulher que os repreen deu e
corrigiu . Foi uma voz de mulher que cantou para que dorm is-
sem quando tinham medo do escuro . N a maior parte das ve-
zes, uma voz fem inina os ensinou na es cola.
A voz da esposa tem igualmen te esse pode r para o homem
adulto. Se essa voz é agressiva e queixosa, afeta a personalida-
de dele. Por outro lado, um a palavra de ânimo pode renovar
seu desejo de viver.
A Bíblia ens ina que o poder da vida e da morte está na lín-
gua. A mulher que fala ao home m com bons modos e cuidado
pod e leválo a ter mais força e c oragem do que a q ue cons-
tantem ente o confr onta. Suas palavras pod em exaltálo ou
destruílo. Ela pode dizer coisas que o façam desejar retirarse
para o eirado em vez de aproxim arse dela .
Ninguém compreend e tanto o poder das palavras quanto o
pregador. P regar é apen as a coord enação de palavra s com a
inten ção de edificar
foi realizada p or algueém
direc
queionar.
s abiaTo da revolução
o que na histó
falar. Quem ria
quer que
fale im pensadam ente, seja ele homem ou mulher , estará con-
denand o à morte o seu relacioname nto.

Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher


rixosa na m esma casa.
Provérbios 25.24

O hom em foge das brigas, mas extrai forças da mulher que


o anima e afi rma. Isso não é , porém , ex clusivida de do sexo
ma sculino. Qualquer de nós irá aproxim arse mais rapida-
mente da voz cordial da afirmação do que o faríamos da voz
estridente das crít icas constantes. Os espíritos calmos criam
confiança e tranqüilidade. Este é o segredo dos relacionamen-
tos duradouros . É neste ambiente que a mudança e o desenvol-
vimento positivos podem ser mais bem realizados.
Mesm o que haj a áreas qu e nece ssitem desesperad amen te
de mudança, a hostilidade não prom overá essa mudan ça; só
resultará em ressentimento e o homem ocu ltará seu cor ação
no eirado. Você pode manter seu amor longe do eirado e na
cama com ternura.
A mulher que sabe o qu e dizer é uma força poderosa. Ela
pode in fluenciar o marido. Não só f ortalecêlo e darlhe cora-
gem , mas também m otiválo. Os hom ens reagem aos elogios
como Deus reage ao louvor. Davi diz que Deus é exaltado m e-
diante o louv or falado :

Eng rand ecei o Senh or comigo, e todos, à um a, lhe exal temos


o nome.
Salmo 34.3
Este salmo usa o verbo "en gran dec er", que signifi ca literal-
mente fazer cres cer. Quando louvam os a Deus ele cresce em
nossa vida . Qualquer homem que é elogi ado começará a cres-
cer. Os hom ens sem pre tentam impressio nar as mulheres que
se preocup am com ele s. Se uma m ulher mostrarse impressio-
nada com um homem que carr ega dois pacot es de mantimen-
tos e ainda conse gue ab rir a por ta, ele agarrará três pacotes e
lhe dirá: " Olhe só! Sem problema, é moleza". Dirá isso embora
esteja sem fôlego e delirante. As palavras dela o motivaram ao
desempenho.
É desse m odo que as crianças são estimuladas de manei ra
positiva. O enc orajam ento dá resultado. Os hom ens reagem às
palavras. Ob serve um g arotinho que recebe um elogi o. Veja
como ele se esforça ainda mais pa ra im pressionar. A voz de
uma mulher provoco u o menino em nós a esforçarse mais e m
tudo que fazemos. Ela nos deu ânimo para lutar contra os gi-
gantes em noss a vida.
É a mesma voz feminina que leva os homens a crescer. A
mulher que sabe o que dizer pode fazer com que o homem
ponha de lado o jornal e passe a noite em seus braços. É o po-
der da palavra falada que move os homens. O homem avan-
çará ou será destruído. Tudo depende das palavras que lhe
forem ditas.
A mulher pode dizer cois as ao homem que o magoem pro -
fundam ente, a ponto de ele sentirse imp otente. As palavras
dela podem tornálo impotente sexual, espiritual ou economi-
camente . A voz feminin a é poderosa. Se esse pode r for direcio-
nado p ara o bem, ele será mo tivado em todas as áreas.
As palavras femininas exp ressas em voz suave podem in-
fluenciar grandem ente o homem. Até mesmo Jesus realizou
um milagre antes do que o planejad o porqu e Maria, sua mãe,
se aproximou dele e lhe pediu ajuda. O pedido dela foi tão con-
vincente que ele transfor mou a água em vinho.

Três dias depois hou ve um casam ento em Caná da Galil éia,


achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado,com
os seus discípulos, par a o casamento . Tendo acabado o vinho, a
mãe d e Jesus lhe disse: Eles nã o têm mais vinho. Mas Jesus lhe
disse: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a mi
nha hora. Então, ela falou aos serventes: Fazeitudo o que ele vos
disser. Est ava m ali seis talhas de pedra, que os judeus usav am
para as purificações, e ca da uma levav a duas ou três metret as.
Jesus lhes disse: Enchei d'ág ua as talhas. E eles as encheram total
mente. Então, lhes determinou: tirai agora e levai ao mestre-sala.
Eles o fizeram. Tendo o mestre-sala provado a água transformada
em vinho (não sabendo donde viera, se bem que o sabiam os ser
ventes que havi am tira do a água ), cha mou o noivo e lhe disse:
Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e,quandojá beberam
fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho
até agora.
João 2.1-10

Se o seu relacionam ento perde u o sabor suave do vi nho e se


transformou nas águas amargas da rot ina mundana, tente
falar gentilmente co m seu parceiro. Você se su rpreenderia com
a noite de núp cias q ue a mulher q ue sabe falar com o marido
pode ter. Resta aind a uma g arrafa de vinho fi no em seu cor a-
ção para você. Fale baixinh o com ele e fique pronta para dizer
que Deus d eixou o melh or vinho para o fim.
Estude o poder da língua. Comp reenda que se esse poder
não for refreado pod e pôr em perigo qualquer relacionamento .

Assim també m a língua é um a coisa pequena, mas que prejuízo


imenso pode pro voca r! Uma gr ande floresta pode incendiar-se

por
fogo.meio
Estáde umadecentelha
cheia maldadepeequenina.naEtodos
envene a língu
osa m
é embros
uma chama de
do cor
po. E é o próprio inferno que ateia fogo à língua, que pode trans
formar toda a nossa vida numa chama ardent e de destru ição e
desastre.
Tiago 3.5-6 (BibliaViva)
Ficamos admirados ao pensar que algo tão pequeno possa
destruir relac ionamentos, arruinar oportunidades, prejudicar
crianças, aleijar mulheres e debilitar homens. Vou dizerlhe a
verdade, mais pessoas são feridas pela língua descontrolada
do que por qualquer arma de fogo. Ela é pequena, rápida e

mortal. O pior
tra aqueles queé que
são tmais
endem os a usálapara
vulneráveis maislevar
efetivam ente con-
em conta o
que dizemos.
Seus verdadeiros inim igos jamais serão machucados pelas
suas palavras, porque não lhe darão a honra da sua atenção.
As pessoas que a amam e querem estar com você é que pro-
vavelmente serão atingidas pelas sua s palavras. Um dia olha-
rá nos olhos delas e notará que apagou o fogo que antes bri-
lhava
Pareemantes
seu íntimo.
de matar Foisua
a sua língua
amiga, suaque causou
carreira, seuo desastre.
filho, ou
seu companheiro! Todos os que são perspica zes devem refrear
a sua língua. Você pode ima gina r o que ac ontec eria se todos
dissessem o que pensam? Só porque sabe dizer a palavra cer ta
para m agoar alguém , isso não significa que tenha o direito d e
falar. An tes de abr ir a boc a, pese o efeito das suas p alavras,
porque talvez não possa retratálas. Tenha certeza do que
deve
guémserquedito antes
talvez qudeeira
lança
querapalavras a alguém
ame amanhã . e sta noite, al-
E lamentável que a maioria das pessoas que nunca apren-
deram a refrear a língua acabem sozinhas, p orque todos que
pod eriam estar ao seu lado foram afastados por uma língua
incontrolável. Os filhos vão embora, o marido foge e os empre -
gadores não concedem promoções .
Quanto mais as coisas pioram, tanto mais bru tal se torna a
língua.
mento. QE um
uanto maisvicioso.
círculo virulentaVocê
a língu a, tanto
se enxerg maiorsituação?
a nesta o isola-
Caso po sitivo, peça a Deus que lhe confira gra ça para usar a
sua língua par a o bem e não para o mal. Se permitir, o Senho r
tomará a sua língua e a guiará para glorificálo em vez de des-
truir você.
Esta é uma boa oração p ara ser f eita caso esteja lutando
neste set or. G uardar uma faca debaixo do travesseiro real-
mente de strói a po ssibilidad e de con versa para você a para
aquele a quem ama. Livrese d esse punhal citando o em ora-
ção. Peça a Deus que coloque um freio em sua língua. .

As palavras dos meus lábios e o meditar do meu cor ação sejam


agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor
meu.
Salmo 19.14

Sua boca está destinada a pronunciar bênçãos e fazer peti-


ções ao céu. Você foi design ada par a ver resp ondidas as suas
orações. Recebeu umae dar
mar as tempestades l íngu
vidaa às
pronta
coisase deve,
m ortaspor
quetanto,
a atacacal-
am.
O maligno não tem o direito de usar o que Deus lhe deu, m as
está tentando fazer uso da sua língua para destruir você. Peço
que assuma o comprom isso de mud ar suas palavras em algo
sadio. Se fizer isso, quando for velha ficará cercada de pessoas
que desejarão ouvila falar.
Quando você ama, sua boca fica cheia de um eli xir, mistura
do mel dos seus pensamentos e do vinho do seu afeto. Quando
fala, o som da sua voz deve pro vocar paixão em seu cônjuge, e
não ser associada ao sofri mento. Ex istem m ulheres capazes de
entrar num quarto e pro nun ciar uma palavra que faz até os
maridos inconscientes acordarem.
Lembrom e de um indivíduo que sofreu um terrível aciden-
te e entrou em coma . Os médicos haviam pe rdido a esperança,
mas a esposa não. Con tinuou faland o com ele e orando a se u
favor. O homem disse mais tarde que a voz da mulher e m seus
ouvido s o chamou de volta à vida. Não foi só a oração sincera
que o fez reto mar; mas uma voz conhecida que o tirou dos bra-
ços da morte.
Quan do você fala, pode fazer com que o hom em saia de
um estado de depressã o ou desespero. Você tem o poder, faça
uso dele para o bem. Se fizer isso, será uma mulher rica duran-
te toda a sua vida. Será rica em amigos, em sucesso e adm ira-
ção. Os homens ap reciam profundam ente a mulher que sa be
usar desse modo as palavras.
Ao encerrar este assunto, há uma coisa que desejo que sai-
ba. Se entre
cação quiservocê
manter
e seuuma
cônjrelação
uge. positiva, deve
No entanto, haver
existe comuni-
uma dife-
rença entre discutir e resolve r um conflito usando a comunica-
ção e desencadear a fúria do inferno so bre algu ém com a sua
língua venenosa.
Resolvam o conflito, mas não de spedacem um ao outro com
palavra s. Elas são ditas facilm ente, m as são difíceis de apa gar.
Use as palavras para compartilhar os seus sonhos e necessida-
des e para
coisas perguectivas
de persp ntar aod seu amad Se
iferentes. o olhe
queder
eleapenas
deseja.oVemo s as
que você
quer, isso causará grande frustração , em primeiro lug ar por-
que as suas intençõ es foram realm ente sincer as, mas os s eus
esforços não obtiveram a resposta apropriada.
Segun do, ele fica frustrado porque dar só é eficaz quando
nos humilh amos o suficiente para que as necess idades ou de-
sejos da outra pessoa tenham preced ência sobre nossos pre-
conceitos e preferências.
Vocês podem ter de ir para a cama para conversar e nquanto
as crianças estão dorm indo. É isso mesmo, só conve rsar. Con-
vers em até que a luz da manhã espie pela janela. Você está lu-
tando para salvar a sua vida. Sem com unicação, o relaciona-
mento certamen te morrerá e com ele a prom essa de amor e
consolo para todos os dias da sua existência na terr a.
"En tão, o que a mulher deve faze r?", você pergunta. Sugi-
ro que enquanto estiverem na cama, ou forem j untos de carr o
para o trabalho, d esenvolva m a arte da com unicação. Algu-
mas vezes falarã o em p alavras, outras vezes as palavras não
serão necessárias. Há ocasiões em que você diz tudo sem abrir
a boca. Suas mãos e seus olhos podem quase sem pre enviar
mens agens mais aud íveis se forem usados da forma certa .
Não imp orta como fale, a penas certifiquese de falar. A co-
municação os ajudar á a com preender as necessidades m ú-
tuas. N egociem as suas necessidades para que todos saiam ga-
nhando . A tarefa de vocês é introdu zir alegria na vida um do
outro. Não há nada de err ado se um pergunta r ao out ro: "C o-

moé posso
já melhorAarconsideração
importante. a sua vida?". implícita
Só o fato de fazer
nela faza com
pergunta
que a
pess oa se sinta amada e valoriza da.
Receitohes uma boa dose de comunicação: algu mas horas
de toque, se guidas de uma aplicação gen erosa de contato vi-
sual. Todas as noites, antes de dormir, sussurrem algo no ouvi-
do um do outro, algo que os lev e a se aconchegar . O bom rela-
cionamento é como um cobertor quente numa noite fria.
Abracemse e isolemse
a mão du rante dos acontecimentos
a noite para doadia.
alcan çar o ponto Estendam
quecido no co-
ração do outro e, então, bem suavem ente, sussurrem a sua
conversa de travesseir o.
Ca pít ul o d e z

cm queelesesinto
suf ic m iim sní
c scgi/ fo
pamíff/íã-h

F ) arece estran ho q ue um homem gr ande e for te preci se


1 sentirse seguro, mas precisa. Ele pode ter um medo terrível
e ficar confuso com o comportam ento feminino. Sempre nos
ressentimos do que não compreendemos e há muitas coisas en-

tre A
osconfiança
sexos queéem geral
uma áreanão conseg uimos
importante entender. ão para
de preocupaç
ambas as partes. Uma enorm e quantidade de livros e artigos de
revistas tem explorado a confiança da perspectiva feminina
no que diz respeito à inf idelidade. M as parece haver verdade i-
ra escassez de mater ial para ajudar a mulher a entend er a ne-
cessidad e masculina de confiar nela e sentirse seguro. O que
com plica aind a mais a questão é o fato de que a maioria dos

homens não discute


A insegurança docom facilidade
homem pode seus sentimentos
ser devida .
à sua experiên-
cia em relacionamentos anteriores, sejam os seus ou os que tes-
temunhou quando criança. Ele pode ter percebido que abrirse
emocionalmente cria vulnerabilidade. É possível que tenha so-
frido pessoalmente quando compartilhou seus sentimentos e
os viu atirados e m sua face num m omento de raiva. O hom em
nem sem pre irá explicar com facilidade a razão do seu silêncio,
mesmo quando advertido repetidamente para que faça i sso.
Algum as vezes fica silencioso sem sequer saber a causa. Ou
pode não com preender o efeito que sua atitude susp eitosa e
hábitos o bstinados
Aprender têm ésobre
a confiar você.
difícil para o homem. Quando fina l-
mente passa a confiar e essa confianç a é traída, tende a fechar
se num a redom a de silêncio e nun ca sair dela. Co nfiança é
algo difícil de conquistar, e se você der a um homem causa
para sen tir que violou a sua confianç a, pode ser imp ossível
reavêla.
Não sei dizer quantos homens me confidenciaram que não
confiam emacham
las. Muitos suas esposas. Eles as amam,
que a mulher masula
os manip não
comconfiam ne-e,
palavras
então, para defenderse, eles se refugiam no silêncio. Com -
preenda, po rém, que esse silêncio não indica aceita ção. Indica
apenas q ue ele se afastou mais de você do que antes .
Os homens, porém , de maneira singul ar, podem ser sexual-
mente ínti mos e continuar emociona lmente distantes. Não
pense que a sua atitude amorosa na cama seja sempre um ba -
rômetro indicando corretamente que ele está inteiro em si mes-
mo ou em seu relacioname nto.
Para o homem, confiança é sentirse seguro de que por mais
mudanças que a esposa atravesse em sua passagem pela vida ,
sua posição junto dela não será ameaçada. E saber qu e ela não
irá enganálo. E ter certeza de que ela será sempre sua amiga.
Confiança é a questão que obceca o coração do homem.
Muitas vezes, a insegurança que faz com que eles temam o
compromisso está associada à confiança. Não se trata de de-
sejarem perm anecer solteiros, mas do medo de ter de confiar
em alguém. Temem tanto ser magoados que preferem ficar
sozinhos.
Alguns hom ens são criados para n ão confiar nas mulhe res.
Parece es tranho? A verdade é que m uitos cresceram em lares
onde viram ou ouviram demais. Esses m eninos ouviram as
conversas de mulheres descon tentes sobre os homens e isso os
deixou confusos. Muitos homens carregam cicatrizes de infân-
cia infeli z e lembranças infelizes. Eles viram os conflitos, os
gritos e ficaram arrasados.
Não importa até que ponto o conflito entre os pais possa
ter sido justificado, a criança nunca deveria ouvir a mãe fa-
lar mal do pai. Isso a torna desconfiada, pois acha que uma
aliança entre duas pessoas foi quebrada, e ela perde o respei-
to pelo laço do casamento. Q uaisquer sejam os problemas que
você possa ter com o pai, não use o filho para desabafar sua
frustração ou como uma arma numa guerra entre você e seu
companheiro.
O filho que se despeda ça emo cionalmen te pode não de-
monstrar diante d e você a sua confusão, mas q uando for mais
velho terá dificuldade em confiar na esposa. Ele viu traição em
sua pró pria m ãe e se não pud er confiar nela, em que mulher
poderá d epositar confi ança?

Nã o vos falo na forma de mandamento, mas par a provar, pel a


diligência de outros, a sinceridade do vosso amor; pois conheceis
a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre
po r amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tomásseis ricos.
2 Coríntios 8.8-9

O homem fica vulneráv el quando ama e por isso co rre pe-


rigo. Até mesmo D eus, quando nos ama, tor nase pobre. Isto
significa literalmente que o amor gasta os seus recursos nos
cuidados. Enriquecemos
sas próprias expensas. M aquele a quem
uitos homens amamos,
ficam m asdos
i ntimida às nos-
com
o desgaste de um compromi sso emocional. É claro que querem
os benefícios, mas talvez tenham medo de pagar a conta!
Os homen s tendem a sent irse inseguros quanto a seus pró-
prios sentim entos. Tivemos pouca prática no que se refere a
relacionamentos. Nunca brincamos de casinha. Enquanto as
meninas brincava m com vestidos de noiva e vestiam a Barbie e
o Ken para o casamento, os garotos brinc avam com tanques de
guerra e jogo s que não os prepararam p ara relacionarse.
Enquanto as meninas brincav am com bonecas que necessi-
tavam de cobertores, troca de fraldas e mam adeiras, os meni-
nos brincavam com trens que não exigiam muita emoção . Em
resumo, os hom ens são orientados para as "co isa s" . Temo s
mais facilidade para tratar com coisas do que com pessoas. Es-
pecialmente q uando as pessoas têm necessidades tão diferen-
tes das nossas.
É mais fácil para ele dar o dinh eiro, o corpo, o conse lho,
mas quando tem de dar o coração, fica aterrorizado. "O que
você fará se eu precisar de você? Se resolver me abrir, o que sai-
rá do meu coração?", ele se pergunta. De repente, até o ho-
mem mais forte treme q uando sabe que passou da fase do de-
sejo para a de necess idade. Dese jar é seguro, neces sitar é vul-
nerá vel. Ele sente que o seu coração está na mão da mulher,
mas teme que essa mão se torne um punho de ferro que irá
esmagálo e fazêlo sofrer.
Quando ao pensar na mu lher seus olhos ficam úmidos e o
coração bate de scom passad o, o hom em começa a se preo -
cupar. Sentese vulnerável, exposto. Sente que está indefeso no
furacão tem pestu oso do amor. O que ele não com preende é
que o amor da mulher é um abrigo, uma pro teção co ntra o
vento. Abra os braços e o coração para ele. Mostre que ele está
segur o; deixe que saia do frio.

Sozi nha em casa

E chamou o Senhor Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?


Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive
medo, e me escondi.
Gênesis 3.9-1 0
Se o próp rio Deus t eve de pergu ntar ao homem: "Onde es-
tás ?", você certamente perceberá que toda a nossa sociedade,
desde os filhos sem pai até as mulheres sem marido, está fazen-
do a mesm a pergun ta com razão. Você sabe que não precisa
ser solteir a para ficar sozinha. Pode fazer parte de um re lacio-
namentonae mesmo
homem cama comassim sentirse
você, solitária.
mas, mesmo Talvez
assim, haja umes-
se mantém
condido.
Ele pode pro ver fi nanc eiram ente para você, voltar para
casa à noite e se enterrar numa po ltrona e, mesm o assim , não
estar ali. As mulheres são tão instintivas que geralm ente sa-
bem quando estão sozinhas em casa. Mas emb ora sinta que el e
não está presen te, ela em geral não sabe onde ele se encontra.
O pior
Adãoé que talvez não
se escondeu aosaiba co mo
sentirse fazêlo voltar.
ameaçado, e o s homens con -
tinuam escon dendo se hoje. Alguns se escond em por trás de
uma atitude machista que indica indiferença e que não estão
realmente partic ipando. Eles passam a vida agindo como m e-
ninos, brincando com brinqu edos que sobraram da infância :
esportes, contr atos de emprego, carros, jogos, etc. Esses são os
brinq uedo s ressuscitados da nossa inf ância.
Meu irmão me disse certa vez que a única diferença entre
hom ens e meninos é quanto eles pagam p elos brinquedo s.
Compreenda, porém, que os brinquedos nem sempre indicam
infantilidade. É o homem evitando as águas desconhecida s da
honestidade emocional. É o esconderse por insegurança, que
pod eria ser curada por uma dose forte de confiança.
Alguns home ns se escondem atrás do trabalho; outros atrás
do sexo. Eles perseguem as mulheres como um passatempo, em
vez de arriscarse com um com promisso. Temem levar a rela-
ção muito a séri o. São meninos que degradam a mulher à posi-
ção de brinqued o, sentindose então seguros com elas em vez
de lidar com um relacionamento mutuam ente satisfatório.
O amor não é um monólogo, é um diálogo. Um diálogo que
ocorre entre duas pessoas que não sabem qual será a reação
do outro. É difícil prepararse para uma conversa quando
você não tem idéia da reação do interlocutor. A imprevisibi
lidade faz com que alguns homens se sintam desconfortáveis
e temerosos. Voc ê ficaria surpresa se soubesse do estado emo-
cional em que alguns voltam do trabalho para casa levando
más notícias. Sentemse ansiosos por ter de contar à esposa o
acontecido.
Este homem é, no entanto, u m verdad eiro peso pesado, tem
bíceps volumosos e parece o Mister Universo. Se tivesse de en-
frentar ou tro homem, entraria em casa perfeitamente contro-
lado; mas, ali está ele, indo para casa e temendo con tar à espo-
sa mignon que fez isto ou aq uilo. Não é o tamanho dela que o
torna vulnerável, é a sua importância para ele.
Lamentavelmente,
assim a mulher
tão imp ortante para tal vezEm
o marido. não
g comp reenda
eral, ele não sque
abeé
como falarlhe dessa importância. Ele nem quer que a mulher
saiba qu e deu três voltas no quarteirão, p reparando se para
contarlhe o ocorrido. A simples verdade é que ele não confia
na reação d ela, ou não se sente seguro.
É esta incerteza que imped e o homem de falar muito, de se
achegar demai s. Quem sabe como ela vai reagir? A espontanei-
dade é excitante! Um beijo inesp erado, um a dança alegre  o
desco nhecid o pode emocionar. Mas o que acontecerá se el e
be ijar uma face que se vira para o outro lado ou dançar com
uma parceira que de repente se recusa rigidamente a respon-
der? A incerteza do futuro amedronta tanto o ho mem quanto
um pit-bull amedronta um gato!
O homem se esforça para confiar numa mulher. Será que as
palavras dela estão realmente transmitindo os sentimentos do
coração? Quando fazem amor, ela está de fato enlevada ou ape-
nas aceitando? Quanto mais a conhece, tanto mais fácil com-
partilhar seu coração, seus segredos e suas cicatrizes com ela.
Nenhu m de nós tem medo de contar a qualquer pessoa algo
que julga mos que ela vá aprovar. O verdad eiro teste é falar
quando o que temos para dizer é embara çoso ou negativo. E
muito mais desafiad or é para o homem co ntar essas coisas à
mulher que ama .
Se ele não estivesse amando, não teria necessidade de ficar
intimidado. No entanto, quanto m ais ama e mais necessita da
mulher, tanto mais i nsegu ro se torna. Ele imagin a que se ela
soubesse
te? O quequanto precisa
aconteceria dela, será que
se chegasse aindae chorasse
em casa o consideraria for-
nos seus
braços pelo meno s uma vez?
O que ele não sabe é que na maior ia dos casos a mulh er fica-
ria feliz em ter um marido que se sentisse tão co nfortáv el com
ela a ponto de ser vulneráv el. A dama está cansad a de lidar
com hom ens fechados numa arm adura pro tetora. Ela nã o
pode aproxim arse de um homem assim e não quer continuar
tentando tocálo através de um escudo grosso de metal. Quer
tocar o s eu coração, sua ne cessid ade e até seu medo. É esse
grau de despojamento que lhe dá a segurança de que o amor
dele é real. Se não consegue isso, fica fazend o pergun tas. P er-
guntas que enlouquecem os hom ens, tais como: "Você me
ama? Me ama de verdad e?".
Por seu lado, os homens pensam que as mulheres são im pe-
netráveis. Um homem olha para uma m ulher boqu iaberto
como uma criança . Ela é linda como u m quadro num m useu,
mas está cercada por paredes de vidro, imp edindo que a toque.
Este vidro é a personalidade feminina. As mudanças de dispo-
sição, os mecanismos de defesa, são usad os para defendêla de
um mundo que nem sempre é justo nem expres sa aceitação.
A mulher veste essa armadur a para que os homens não p os-
sam ferila co mo fizer am no passado. A cai xa de vidro que cer-
ca a mulher m antém o homem inseg uro, e ele acha quase im-
possív el alcançar a al ma gêmea do outro lado da sua incerte-
za. Temos entã o duas pessoas, ambas embrulhadas e proteg i-
das, mas isoladas e incapazes de se tocarem. Não é de admirar
que os relacionam entos s ejam tão difíceis.
Você já notou que alguns casais se d ão melh or depois de se-
parados, do que qua ndo estavam jun tos? Eles desistiram do
casam ento, não po rque aq uilo de que nece ssitavam n ão se
achava nele. É mais pro vável que não tives sem encontrado um
meio de penetrar no envo ltório e chegar à essência do coração
um do outro. Eles ainda se amam ; o fato é qu e se zangaram
por estar tão próxim os e, no entanto, tão distantes.

Coisas do coração
O homem silencioso, quase sempre obstinado, olha pela janela
ou par a o copo que tem na mão. Ele se encerrou nas câmaras
de seus pensa mentos, s em ver o que ocorre à sua vol ta. Como
um jurado , considera um veredicto com todo cuidado. Pon de-
ra se ela é uma testemunha segura e tem credibilidade su ficien-
te para que pos sa ab rir diante dela o coração. Esse coração
tem permanecido selado como um cofre e coberto de teias de
aranha.
Tentar abrir o coração de um hom em é uma tarefa desa fia-
dora. Ele q uase sempre lhe oferece coisas em sub stituição ao
coração, po is é mais fácil para ele dar de seus recursos do que
darse a si mesmo. Essas imitações têm o propósito de
apaziguála e t ransm itir afeição sem pôr em perigo o verdadei-
ro tesouro do seu relacionam ento: seu coração.

do A maioriamas
coração, dosashom
mu ens nãotendem
lheres associa oadoar
fazerdoamb
corpo ao coisas
as as doar
ao mesmo tempo. A mulher qu ase sempre o ferece o corpo só
quando está pronta p ara oferecer o coração. A doação do seu
corpo é um símbolo do seu compromiss o com o parceiro. Signi-
fica que está amando.
A mulher virtuosa se valoriza demais para ser passada de
hom em em homem . Seu c orpo só chega ao altar d o amor
quando existe umquando
gará fisicamente se ntimento seguro
estiver prontadepara
afetdarse
o. Ela espiritual-
só se entre-
mente. Sem pre que oferece o corpo, é uma indicação de que o
seu coração está por perto. E verdade, seu coração jaz trêmulo
sobre o altar; seu corpo é apenas um aviso de que seus sen ti-
mentos são sérios. Indicam sua intenção de continuar o rela-
cionamento. Isto é paixão pura. É amor verdadeiro. N ão pode
ser exigido nem comprado. Só aparece quand o a mulher o en-
trega livremente, em seus próprios termos.
O coração e o corp o se comb inam para form ar um elixi r, o
vinho m ais doc e que alguém já saboreou. É a exp eriência
inebriante
no meio doqdia.
ue faz
É osurgir uma riso
que faz tolo en
mulher n rubesc
o rostoer
deeum homem
suspirar le-
vemente em sua mesa. Quando a mulher virtuosa entrega seu
corpo, está entregando também seu coração e sua alma. Que
tesouro a contemplar!
É trágico saber que mulheres se afundaram no ab ismo da
lascívia sem amor . Essas m ulheres são geralm ente vítimas de
uma educação doentia e de experiências traumáticas que as
deixaram feri das e com baixa au toestima. Elas não se d ão
valor e entregam o corpo a quem quer que peça. Ou tras usam
o corpo por pen sare m que essa é a única ma neira de ganhar
um hom em. Acham que seu corpo é a única coisa que possuem
para ne go ciar no jog o do amo r. Mas o amor não é um jogo
nem pod e ser negociado.
Quando a mulher se entreg a fácil demais, ela perde o valor
aos olhos masculinos. Se ela não se valoriza, por que eles deve-
riam fazêlo? Quan do, por ém, a mulher sabe que seu corpo e
seu coração são duas jóia s na mesma coroa, ela só dará ess a
coroa a um homem digno dela. Só deveria entregála a um
príncipe.
Grande parte das mu lheres dá grande importância à entre-
ga do corpo e, por isso, acredita na monog amia. Para elas, a
infidelidade é um pecado imperdoável. Quase todas conside-
ram o adultério como o símbolo da traição. Pa ra elas, sexo e
amor não são mutuamente exclusivos. Mas a mentalidad e dos
homens nem sempre é essa.
Muitos homens, infelizmente, provaram que têm capacida-
de de colocar seus afetos num lugar e suas energias sexuais em
outro. Veja bem, os homens acham fácil dar o corpo; a dádiva
do coração é que é difícil para eles. Um jovem pode estar pron -
to para acariciar a nam orada, mas tem medo de assum ir um
com pro misso que exija a entreg a do s eu coração. Se ela lhe
pedir que prom eta sexo imorredo uro, ele promete ria num pis-
car de o lhos. Mas se pedir que prometa amor eterno, ele recua
aterrorizado.
O homem vive fazendo sexo e pensando que está receben-
do amor . Acha bom e não fica em ocionalme nte vulnerável. O
que não perceb e é que está obtendo ap enas metade da torta e
perdendo a melhor parte. Então continua praticando o sexo
sem co mpartilhar o coração e se perguntando por que não está
satisfeito. P ara encon trar satisfação, faz ainda mais se xo.
Isto se torna um enorme probl ema quando o homem é ca-
sado. Ele diz que ama a esposa, mas tem medo de darlhe o
coração. Quando sente que falta alguma coisa no casamen-
to, vai em busca de satisfação fora dele. A parte triste é que
esse homem com freqüência não percebe que está cometen-
do um erro.
O home m dificilmente co nfessa a sua infidelidade. É prec i-
so que sej a apanh ado para pode r confess ar. Mesmo quando
pego em flagrante, procurará mentir para livrar se da dificul-
dade. O hom em não e ntende a ira da mulher nesses casos. Ela
se sente suja e vulgar. Em geral pensa que falho u e que de al-
gum modo o problem a é uma indicação de sua insufi ciência.
Foi humilhada e sentese traíd a.
Ao confrontálo, ela o ataca com insultos venenoso s e lágri-
mas raiv osas. Quase sempre di z: "C om o p ôd e?". Para piorar
as coisas, e le responde: "Fo i apenas sexo. Mas amo voc ê!". A
essa altu ra ela está pronta para matálo. Não consegue com -
preender. Se ele a amasse, teria vindo para casa na noite ante-
rior! Tem razão? Sim, tem razão de esperar comprom isso por
parte do marido.
Por que, então, ele fica ali parecendo confuso? Pode amála
e mesmo assim ser infiel? Si m. P ense um pouco. Nós, cristãos,
amamo s o Senhor mas somos m uitas vezes in fiéis a esse am or.
Ele espera que se jamos respon sáveis e fiéis, não é? Vo cê já que-
brou alguma vez sua prome ssa a ele? E f oi perdo ada? Sim.
Quer admitamos ou não, to do s fizemos coisas tolas que
não refleti ram nosso coração e nosso s valor es. Há um ponto
em que você percebe qu e esse hom em jamais mudará e que não
sente arrependimento. M as é pe rigos o recusarse a perd oar
uma pessoa sinceramente arrep endida, não importa q uem seja
ou o que tenha
resultados feito.
de sua Vo cêrígida.
atitude talvez Étenha de colher
isto que mais quer
a Escritura tardedi-
os
zer quando de clara: "Com a medida com que tiverdes medido,
vos medirão tam bém " (Mt 7.2).
A sua infração talvez não tenha sido na mesma área de
fraqueza, mas todos lidamos com remorsos devidos a peque-
nos defeitos de caráter. O Deus que nos conhece intimamen-
te observa como julgamos os outros quando temos a vanta-
gem de estar
caráter. Comocerto
vocês. lida
O pocom
der pode ser um verdadeiro
a misericórdia quando seteste
sentedo
justificada para condenar? Tenha isto em mente ao senten-
ciar seu marido.
Sei que há um ponto sem volta e pod e haver casament os fa-
talmente atingidos; nem todos, porém , que estão procurand o
os tribunais precisam realm ente disso. Alguns d everiam ir ao
altar, onde os votos foram o riginalm ente feitos e pedir a Deus
graça para ajudálos a mudar e curar se.
E claro que se trata de uma terrív el fraqueza de caráter dele,
mas as fraqu ezas pod em ser curad as. A decisão é s ua. Vo cê
pode ir embora e dizer: "Você falhou e eu de sisto". Talvez deva
fazer isso. C ada caso, no entanto, é d iferente . A decisão lhe
pertence. N ão elimine depressa dem ais o perdão. Qu em sabe
seja possível reavivar a sua relação.
Olhe seu marido nos olhos e talv ez descubra que ele nã o
quis magoála; só precisa aprender com o ser fiel. Ore, pedindo
a Deus forças para perdoálo e paciênc ia para ensinálo. Com -
preenda que você deve ser suficientemente forte para exigir
respeito, m as meiga o bast ante para perm itir a s eu cônj uge
graça para crescer. Deve fica r ou pa rtir ? Tome a sua decisão
cuidadosa mente. Perm ita que o Senhor a guie.
Bem-aventurados os misericor diosos, porque alcançarão mi
sericórdia.
Mateus 5.7

A verdade é que s e não se mostrar aos homens de modo


coerente que am or e sexo são insep aráv eis, eles não s e con-
dici onarão para resp eitar o s exo como um sinal de com pro-
misso. Esperamos que esteja havendo uma m udança na ma-
neira como a próx ima geração está sendo educada. Por en-
quanto, devemos nos d ispor a ensinar aos homen s que o corpo
e o coração devem an dar juntos.
Sei que minhas opiniões sobre os homens foram generaliza-
das e que existem exceções. C ompartilho, entretanto, essas coi-
sas para mo strarlhes a diferença entre homens e mulheres. Se-
nhoras, a coisa mais importante para vocês é com preender até
que ponto os homens pro tegem o coraç ão. E ntendam que ele
quer comp artilhar de si mesmo, mas tem medo. Para ter a co-
ragem de abrir o cofre das suas afeições , ele exigirá um alto
preço , nada m enos do que confiança absoluta. O que é con-
fiança no casamen to? F oi bom perguntar. É um assunto que
merece ser repetido.
Quando o homem confia na mulher , significa que ele não se
sente constrangido na sua presença . Examinou os pensamen -
tos dela e sabe que estão em harm onia com os seus. Nos braços
dela, ele é tudo que não po de ser com outras. Nos braço s dela é
um gigante, um guerreiro, um prot etor. É um cordeiro, buscan-
do refúgio da tempestade. É forte e corajoso. É uma criança
choramin gando e tremendo. Nos braços dela, el e é dominador
edoseguro.
por ela.B usca
É o t paz e segur
ipo de ança neles.
con fiança que oEle a abraça
capa cita a esussurrar
é abraça-
seus maiores medos nos ouvidos dela e a contarlhe os seus
mais sombrios segredos.
A mulher em que o marido confia é prudente demais para
rir e preocup ada d emais com ele para o condenar. Ela não irá
trair a sua confiança, discu tir os seus segredo s nem revelar
suas fraquezas. Não falará mal dele, nem concordará com
seus inimigos em público. Es tá do seu lado. Não se esqueça, ela
é a sua costela. Está ligada a ele. Ele confia nela de coração , e
ela está sempre ali para ele nas crises da vida.
A mulher confiável é íntegra. Tem boa moral. Deixa que o
homem saiba que é constante em seu amor. Que não será ma-
nipulada pela opinião de outros nem pelos seus ideais. Fica-
rá com seu homem em meio ao que é certo ou errado. Assim
como Deus nos guarda em seus braços, como a mãe abraça
uma criança que se machucou enquanto brincava, ela pode
repreender e corrigir, mas seu amor é infalível.
Se for necessá rio co nden ar o erro dele, f az isso sem cond e-
nar o indivíduo que o cometeu. É um porto seguro. É o porto
em que ele ancora seus temores e encontra abrigo das tempes-
tades da vida. É o refúg io par a o qual corre.
Se est a con fiança existir, o casamento pode ser provad o,
mas não morrerá. E le é construído par a enfrentar os ventos da
adversidade. É forte como uma rocha, mas, para ele, t ão ma-
cio quanto um travesseiro. Esta noite el e estará em casa, pois,
como qualqu er filho do homem , não tem onde repousar a ca-
beça. Será que po de repous ála em você?

Mas Jesus lhe respond eu: A s raposas têm seus covis, e as aves
do céu, ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a
cabeça.
Lucas 9.58

narMuitos hom
a cabeça. E ens sentemse como
les continuam se nã o houvesse
procurando onde recli-
no trabalho, no
campo de esportes , no fundo de um cop o, nos braços de uma
mulher pintad a, cujo nome não sa bem. São corredo res que
não co nseg uem encon trar a linha de chegada. São navios que
não chegam ao por to. São ricos e pobres, negros e branco s. São
viageiros , são estranhos que viajam pela vida com um olhar
tristonh o no rosto.
A mu lher é a arca construída po r Deus para salvar o ho-
mem dos temporais da vida. Ela é a fortalez a para a qual el e
foge do estresse cada vez m aior da existênc ia diária. É a luz na

noite. E o ela,
vive sem elemento do amor
mas onde e o instrumento da pai xão. Ele não
irá encontrála?
C a pít ul o onze

Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.
Provérbios 31.12

mulher virtuosa é de fato rara, mas esse é o seu desafio.

A
Mantenh
forte, a oreconfortan
porém seu coraçãote,
centrado e seu
firme, mas olhar fixo.
sabendo Sejar. Mos-
perdoa
tre ao seu parceir o que é digna de confiança. G uarde os segr e-
dos dele e protejalhe o coração. Elogieo quando merecer e
perdo eo quando for indigno. Seja a líder da torcida dele, sua
confesso ra, seu refúgio de amo r. Deixe que ele saiba que você
se dedica a fazerlhe bem e jam ais lhe fará mal. Seja sua am a-
da, sua alma gêmea, sua amiga. Seja uma mulher virtuosa!
Um dos maiores dons que vo cê pode conceder a um homem
é ser constante em seu amor. Como já disse antes, os homens
ficam confusos com as mulher es e o que parece o seu compor-
tamento errático delas.
Essa confusão geralmente leva a um senso maior de vulne-
rabilidad e e insegurança. A s pessoas sent em quase sempre
desconforto diante de algo estranho. Voc ê já teve oportu nida-
de de ir a um lugar praticam ente desconhecido? O traje to pa-
rece longo e tedioso. Mais tarde, depois de familiarizarse, sen-
te que a viagem fica mais curta e mais confortável. Não se trata
de a estrad a ter mu dado, o que mud ou foi a sua confiança
nela. De repen te, não se acha mais vuln eráv el porque sabe o
que esperar.
Quando a mulher muda, por qualquer razão, o homem sen-
tese vulnerável. Ele pode estar ainda dirigindo , mas subita-
mente tem a sensação de que está perdido e sem um mapa.
Isto é extrema mente perturbador, m as ele não faz comen tá-
rios; apen as silencia. Vo cês mulheres sabem que o hom em não
pede informações. Ele fic a dirigindo em círculos, sem saber
aonde vai.
A verdade é que ele tem med o de admitir que está perdi do.
Em vez de pedir ajuda, se irrita e pode com eçar a dirigir i m-
prudentemente. Antes que p erceba já está saindo da estrada, e
o relacionam ento acaba num a vala com a luz de ré quebra da
e um amassado no párachoque.
O hom em tem medo de se perder. Ele não tem ce rteza se a
moça com q uem vai casarse continuará a mesma. É esse temor
que faz alguns homen s evitar o compromisso. Eles sentem que
se estão compr ometend o com uma mulher que pode de repen-
te bater os saltos do sapato e transformarse. Este medo é inten-
sificado para o homem com experiências passadas envoltas em
traições.
Aco nselhei m uitos homens que sofreram uma traição ou
perda; esses indivíduos acham difícil exporse porque sentem
que todos
vem a quem
o conflito ama vão emo as
emparedand bora ou os atraiçoam.
emoções Eles resol-
e, justamente quan-
do a mu lher mais pr ecisa deles, não os encontra. A mulher fica,
então, com raiva porque o seu homem não a apóia. Fica zanga-
da por vêlo afastar se. Enquanto isso , ele fica ai nda mais ma-
goado porqu e acha que ela está mudando.
O que o homem quer é um contrato, um acordo prénupcial
firme prom etend o que a mulhe r não vai mudar . Mas aliança
alguma garan tirá que vai obter a m ulher srci nal, na forma
srcinal, sem nenhuma alteração ou adendo.
Não é realista pedir a ela que não mude em nada. As esta-
ções mudam,
questão o tempo
não é então ummuda e os própri
con trato os hom
que garant enshaver
a não mudam. mu A-
danças; mas apena s que o hom em precisa se ntir que a atitude
dela não se mod ificará em relação a el e.
Esta é uma questão relevante para os homens. "E la vai
mudar comigo? Quan do evoluir para essa coisa chamada mãe,
perderá sua exuberância, paixão, apreciação ou a atração que
sente por mim ?" Esses pensam entos afli gem o coração de
muitos homens
Um hom que acham
em pode difíci
sentirse l dizer
atraído por"sim ". mulher acadê-
uma
mica ou economicam ente superior a ele. Em mu itos casos, nã o
é a renda m aior que o amedronta, é o medo da superioridade
dela mud ar seus sentimento s para com ele. Te me que o suces-
so dela a torne cond escend ente. M as a mu lher sensata sabe
que o sucesso acad êmico ou financeiro não faz dela uma pes-
soa melhor.
O casamento
outro, a força deéum
uma parceria aem
compensa que umdo
fraqueza complem enta o
outro, e vice
versa. H omens e mu lheres devem compreender que não im-
porta quem tem individualm ente o quê; é a soma das partes
que fortalece o casamento.
Infelizmente, muitos homens continuam necessitando vali-
dar a sua masculinid ade mediante image ns falsas de virilid a-
de. Dinheiro, sexo, e poder se toma m as medidas da força . Mas
isto não
fraco. é verdade.
É uma E pos
pena que istosíve l ter sido
t enha essasraramen
três co isas e continuar
te en sinado ou
aprendido em nossa socied ade.
A verdad eira força não pode ser con tada em dólares ou
aprov ada em uma u niversidade. A verdadeira força é revelada
no casam ento pela nossa resistênci a e com promisso mútuos
em tempos de adve rsidade . Em suma, mesm o que você tenha
mais graus do que um termômetro , mais dinheiro do que o co-
fre de um banco, ou seja mais bela do que um pôrdo sol ha-
vaiano, se não for capaz de s er boa parceira numa tem pesta-
de, ou uma alma gêmea num período de desolação, não é nada
afinal.
Homens e mulhere s precisam aprender que aquilo que con-
seguiram empalidece quando não há ninguém para contem-
plar o seu brilho e qualidade este lar. De que vale um a carreira
se não há ningu ém com quem dividir as suas realizações? De
que vale o dinheiro se não houver ningu ém para ajud álo a
gozar dele?
Mais cedo ou mais tarde conhecem os o perigo da solidão.
Você
compnão precisacom
artilhála ser seus
casado para
pais o uter algu ém
amigos em suaM
chegados. vida; pode
as ai da-
quele que só viveu pa ra a fama ou a fortuna. No fina l, a fama
não irá apoiálo quando tropeçar e a fortuna não pode m antê
lo aquecido à noite.
Meu conselho para um homem casado com uma mulher
ambiciosa é simples: aplauda os pontos fortes dela e preencha
os vazios. Ela os possui. Todos o s temos. Há um lugar ao sol
para
mulhero homem
eu digo,na vida dese
verifique uma mulher
o espaç bemsucedida.
o em sua vida estáPara
bem ilu-a
min ado e que seja fácil para ele enxer gar. Não pa sse a vi da
tentando pro var a alguém que ama que não precisa dele, por-
que talvez ele acabe acreditando e vá embora. Mostrelhe o va-
zio e ele irá preenchêlo.
Os hom ens estão destinados a preencher o vazio da mulher.
Descobrilo é ? m aior motivação que um ho mem pod e ter. Se-
nhora, é o seu vazio que motiva a força d ele. M ostrarlhe o seu
espaço irá curar o medo que existe nele. Cava lheiro, se encon -
trar a luz aces a, entre por favo r. Ela e stá à sua espera.
A mulher virtu osa nun ca fará mal ao seu mari do. Ela é uma
esposa. E um tesouro. Ela é o tipo de mulhe r cujo apo io muda
a situação. Fraca! Não acho! Ela é a combustão do motor. E o
vapor do ferro d e pass ar. Ela "lh e faz bem e não m al". É al-
guém que fa z! Esta m oça não é uma son had ora, não é uma
ameaça ociosa. E pontu al como um e ntregador de pizza; bate
à porta na hora certa e está prepa rada p ara atend er à neces-
sidade. Não é d e adm irar que provo que sor risos semp re que
aparece.
capaz deEtomar
passiva, mas agressiva.
a iniciativa; Não
todavia, nãotãotão
passiva que não
agressiva seja
a ponto
de não deixar um pap el para ele desempenhar.
A dama é ativa e faz bem ao homem! Ele precisa de você,
mulher. Precisa de você como as flores têm nece ssidade da chu-
va. Você faz parte do seu destino, é um componente da sua quí-
mica, o elo perdido. Quando ele a encontra, sabe que achou o
osso dos seu s ossos e a carne da sua carne.
Ela é o seu corpo. Ela é ele. Deve ser tratada por ele com todo
o cuidado como quem trata de si mesmo. Ela não representa
competição, e ele não deve sentirse am eaçado. Deve sentirse
completo nela. Esse é o alvo e , juntos, podem alcançálo. É com
esse fim que oram. M as não parem na ora ção. É com este fim
que se tocam. E com es te propósito que se apresentam junt os
na luz do Senhor para un irse de corpo, c oraç ão e alma. E
algo tremendo e leva uma existência para comp letarse, mas ,
que jornad a incrível!
Tragicamente, são muitos os homens que não aprenderam
a arte de estimular as esposas a serem tudo que podem ser. Pelo
contrário, preferem amordaçar a criatividade delas na tenta-
tiva de firmar sua posição de cabeça. Não compreendem que
se ele é a cabeça, ela é o pescoço; e um pe scoço fraco não adian-
ta, mesmo para uma grande cabeça. É do interesse do mari-
do encorajála a ser tudo que pode ser, porque como ela for,
também será o homem a quem ama. Se for insegura, isso irá
afetálo.
É vantagem para ele que a mulher tenha saúd e e inteireza.
O homem p ode desejar mantê la quebrantada e depen dente;
isso aumenta a sua sensação de controle. M as qu ando ambos
são saudáveis, não há necessidade de control e. Eles são parcei-
ros, trabalhand o jun tos com o mesmo objetivo.
O homem não precisa temer a mulher virtuosa . Não há ma-
lignidad e nela. Nem há razão para que se proteja. S uas inten-
ções são transparent es. Ela assumiu o comprom isso de ajudá
lo, comp letálo, renoválo. Ele deve valorizála, p ois ela é três
vezes um a dama: a mãe que ele precisav a, a amiga que nunca

teve, e amulher
Esta amanteéque sonhou.demais para ser egoísta. Não fala
generosa
de si mesma, só dele. Por que deveria preocuparse com as
suas próprias necessidades? Isto é tarefa dele. A mulher vir-
tuosa não é para qualquer homem. Alguns não conseguiri am
lidar com o amor no nível dela. Mande os meninos para o
quarto. Esta é uma mulher para um homem. Esta moça é nota
dez. É uma rainha como Ester. Está destinada e reservada

para um rei.
Contigo, porém, estabelecerei a minha aliança; entrarás n a ar ca,
tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos. De tudo
o que viv e, de tod a carne, dois de ca da espécie, mach o e fêmea,
farás entrar na arca, pa ra os conservares vivos contigo. Das aves
segundo as suas espécies, do gado segundo as suas espécies, de
todo réptil da terra segundo as suas espécies, dois de cada espé

cie virã o a ti, para os conservares em vida. Gênesis 6.18-20

Mulher, se você ama como uma princesa, certifiquese de


que não vai unirse a um sapo! Nem todos os sapos se trans-
formam em príncipes ao serem beijados. O princípio do
acasalamento exige que a união seja conforme a espécie de
cada um. Compreendo que a ênfase aqui está na espécie, mas
desafioa a ultrapassar
a psicológica a semelhança
e a espiritual. Se não fizerbiológica e identificar
isto, provavelmente
se casará com um sapo e passará o resto da sua vida tentan-
do transformálo em príncipe .
Como é triste d escobrir, depois de anos d e casamen to, que
se escolheu a pessoa errada. E por isto que a amargura explode
e as uniões deterioram. Não há n ada errado com o casamento,
mas ele só funciona se você se casar con form e a sua espécie. É
possível que ache este comentário racista, mas não estou abso-
lutamen te falando de raça. Tem que ver com o critério. A etnia
pode ser diferente, mas se a mentalidade diferir você com cer-
teza vai enfrentar problemas.
Não entrem debaixo do mesmo jugo daqueles que não amam ao
Senhor, pois que tem o povo de Deus em com um com o povo do
pecado? Como pode a luz conviver com as trevas? E que harm o
nia pode haver entre Cristo e o diabo? Como pode u m cristão ser
companheiro de alguém que não crê? E que união pode existir
entre o templo de Deus e os ídolos? Pois você s são o templo de

Deus, a casa do Deus vivo, e Deus disse a respeito de vocês: "E u


morarei neles e andarei entre eles; serei seu De us e eles serão meu
po v o ". É por isso que o Senhor disse: "Larguem deles; separem-se
deles; não toquem nas suas coisas imundase Eu receberei vocês.
Eu serei um Pai par a voc ês, e vocês se rão meus filhos e minhas
filhas".
2 Coríntios 6.14-18 (Bíblia Viva)

queSão mu itos
Adão, porosmais
queque
se colocam em jugo
procu rasse, nãodesigual. A Bíbliane-
pôde encontrar diz
nhum auxiliador adequado entre os an imais. Isso não significa
que não tivesse e ncontrad o algum que pud esse forçar, mas
sim que não havia entre eles nada apropriado. Há m ais coisas
implicadas na seleção de um parceiro do que apenas encontrar
alguém de boa aparência ou que esteja simplesmente disposto.
E preciso ir bem m ais fundo.
Encontrar alguém que tenha os mesmos objetivo s e estilo de
vida é essencial. Isso me faz lembrar do grande número de
pessoa s que aguarda um transplante ósseo. Elas necessitam
desesperadamente descobrir al guém compatível . O problema
não é que ningu ém se importe ou não esteja disposto a tentar;
mas, sim, que ao serem feitos os testes o material não combina.
O corpo não ac eita unirse com algo que não lhe é fam iliar e
você tam bém não deve fazer isso .
Como mulher, você deseja alg uém que pareça conh ecer há
anos. Quer alguém que reflita as suas necessidades e espelhe
os seus objetiv os de vida. Algu ém com quem se sinta à vonta-
de e com plem
qualidades enteamquem
precis você étes
ser ineren e ào pessoa.
que go sta de fasezer.
Nunca compEssas
ro-
meta com alguém e pense que vai m událo. Acredite em mim,
as pessoas raramente mudam e, se o fizerem, é só quando
Deus promo ve a mudança.
Como hom em, você d esejaria alguém como a mulher de
Provér bios 31. Essa m ulher é nota dez! No amor ela é sensu al;
na oração, esp iritual; nos negócios, esperta. É uma mulher vi-
brante e cheia de
um verdadeiro recursos,
prêmio. hábil e que em
E confortável se est
suaima. E ssa mulher
feminilidade; nã éo
se envergonha da sua fragilidade p orque sabe que a sua cober-
ta de seda é apenas um a máscara para sua grande força e de-
terminação interiores.
A mu lher descrita em Provérbios 31 não é uma m anipula
dora; tem muita resistência pe ssoal para precisar viver angus-
tiada como a mulher ardilosa. Sua única preocu pação é en-
contrar o hom
seu destino. emécerto,
Não aquele que
uma mulher parapode ajudála
todos. a cumprir o
É tão radiante
quanto uma estrela. Não se curva em busca do amor. Ela se
destaca na noite. O amor irá encontrála. Quando isso aconte-
cer, o plan eta va i balançar. É uma mu lher de excelência.

Perm ita que ele venha para casa


Por trás do rugido da voz masculina está um cordeirinho la -
muriento. "M e ame", chora ele. "Me ame bem, me abrace bem,
me toque bem e fale agradavelmente comigo. Pois você é a
minha única amiga, minha confidente, meu único lugar de
descanso. É a você que quero impressionar. Não torne as coisas
tão difíceis que fique impo ssível ganhar um elogio em minha
própri a casa ."
Pergunte a qualquer mulher que já amou um grande ho-
mem e ela lhe dirá ter visto um menininho espiando pela janela
da sua alma. O menin o às vezes treme e pede para ser carrega-
do, mas o homem que o envolve não permitirá iss o. Mesmo que
a estrutura da mulher esteja embru lhada em pele macia e me-
nos m assa
vontade demuscular,
ferro. isso não significa que não possa ter uma
O que a mulher pr ecisa saber é que o marido é o seu oposto.
Ele está envolvido em músculos firmes, mas por baixo desse ex-
terior vigoroso estão os i ngredientes de que são feitos os ursi-
nhos de pelúcia. Ele precisa que ela respeite a embalage m que
o reveste; mas, mesmo assim, toque o conteúdo que fica escon-
dido do seu olhar.
Quando
go para o amor
o qual deveentra
fugi em
r. Qsintonia,
uando a ele sente
vida que elaoéhom
o açoita, o abri-
em
deve ter a certeza de que a esposa está do seu lado. Os seus
pensamen tos então correm imediatamente para casa , como a
criança qu e caiu e raspou o joelho. Ele sabe que o lar é o lugar
de consolo. Tem a certeza de que ali lhe será feito bem e não
mal. N inguém corre para uma voz i mp ertinente. Ninguém
foge para um lu gar onde há queixas contí nuas.
Se voc ê tem um problema, exp onhao, mas não perm ita
que a sua presença seja associada com a idéia de desconforto.
Você tem poder para associarse na men te dele com um lugar
de bem e não de mal. Pode tor narse uma clín ica de afeto e
uma Florence N ightingale para o soldado fer ido. O som da sua
voz pode atraílo ou afastálo. O sol dado cansado não quer
voltar para casa para lut ar. Ele já lutou para cheg ar até você.
Quando a voz em casa fic a gritando em seu ouvido, por que
se inco moda r em ir para casa? Quando e ntra pela porta e é
bom bardead o com lamúrias, pode sentirse tentado a fazer
meiavolta. O teto está com goteir as, o nenê talvez tenha ch o-
rado o dia inteiro, e o aluguel ainda tem de ser pago, m as se
isso é tudo que ele esper a encontrar em casa, é bem provável
que pen se duas vezes antes de ir para lá .
Não estou dizendo que você não deva contar seus proble-
mas para o seu companh eiro; mas, quando ele chega em casa
à noite, dêlhe um beijo no rosto, deixe que ele se acomode
numa cade ira e demons tre sua alegria em vêlo. Se ele não s e
sentir bem vindo em casa, tal vez procure outr o lugar ond e
pend urar o chapéu. Nessa hora é que a "outra m ulh er" se tor-
na tão sedutora.
É claro que mesm o quand o o lar é um refúg io, o hom em
pode ser tentado a desviar se. O casam ento nem semp re é fá-
cil. Ele está anco rado na realidade onde o teto goteja, as crian-
ças choram e as contas têm de ser pagas. U m caso extra con -
jugal com a promessa de emoção e paixão é um perigo e, algu-
mas vezes, o homem tem dificuldade para resistir a esse apelo.
Há ocasiões na vida do homem em que a sedução é irresis-
tível. Como as marés do oceano, essas ondas são às vezes mais
fortes. É pena que m uitos homens não sejam ensinados a res-
peito das mudanças que irão enfrentar e se acham então
despreparado s, ficam constrangidos e entram na concha. Com
quem p odem falar sobre a perda do cabelo, do vigor, e de ou-
tras mudan ças que parecem ameaçar a sua ma sculinidade? A
quem pode contar que está cansa do, dep rimido e amed ronta-
do por não ser mais o homem que era?
Muitos casamentos sobrevivem à turbulência da juventude
e acabam naufragando q uando os filhos crescem. Que pedra é
essa que destrói a base das uniões que antes admirávam os? Em
mu itos casos, é o coração masculino que não tem com quem
conversar e morre com gritos silenciosos de frustração e tem or.
Os homens não são como as mulhere s. E stas contam umas às
outras o que lhes acontece nos vários estágios, enquanto eles
possu em um código secreto de sil êncio. Este código arruinou o
destino de muitos que po deriam ter sido resgatados.
Que marinheiro desejaria navegar sem uma previsão das
prováv eis mudan ças do tempo? Tod avia, quase todos os ho -
mens naveg am pelo mar da vida ignorando as mudanças em
seus corpos, suas nece ssidades e atitudes. Minha irmã, o seu
cônjuge pode entrar numa tempestade sem dizer nada.
Nem sempre é a tentati va de enganar que prende a lí ngua
dele. M uitas vezes é o medo e o estresse. Se ele ao menos sou-
besse q ue você lhe faria bem. Sei que faria, mas, será que el e
sabe? Diga isso a el e! Talvez precise ouvi r. Me lhor aind a, tal-
vez precise ve r. Não fique desanim ada se ele não se abrir ime -
diatamente. Até os
coisas que realm entehomens extrovertidos
os preocup am. silenci am sobre as
Quando ele engole afinal o medo e arrisca a sua imagem,
abrindose para você, quando lhe diz que est á perturbad o, de-
prim ido, ou sente falta de pro pó sito, virilida de ou emoção,
quando lhe conta que a pressão no trabalho roubou lhe a pai-
xão que possuía an tes, apenas ouça. Resista à vontade de sair
pela tangen te, falando das pessoas no trabalho dele e como
você
te quesempre disse que elas o estavam usan do. Não é importan-
esteja certa.
Nunca diga: " Eu já tinha fa lado isso para você ". Seu mari-
do est á gritando po r socorro em meio à t emp estade. Não se
trata de um jog o; pon ha de lado o marcad or de pontos e seja
apenas uma amiga . N ão interrompa. De que vale g anhar a
partida se você perder esse momento precioso de comunica-
ção e atirál o para ma is um ano de silêncio em burrado?
Deixe que
rorizado comele fale edevocê
a idéia ouça! Éepossível
ser mortal, q ue eledos
que a perda esteja ater-e
dentes
a calvície o façam sentirse vel ho. Pod e ter entrado em um n í-
vel de cresce nte de paixão , ou começad o a ter pro blem as de
saúde. Talvez ele precise dizerlhe que a razão de ter iniciado
alguns flertes é porque está se sent indo pouc o atraente e idoso,
e fica pensando se alguém pode ainda achar algum encanto
nele. Talvez tenha necessidade de segu rança e afirmação. Dê
lhe a oportunidad e de contarlhe qua is as suas n ecessidades e
satisfaçaas.
Há épocas em seu rela cionamento em que Satanás faz com
que você fique tão ocup ada que ac aba distraindose. É p ossí-
vel que não esteja disponível para alguém que ama. Não po r-
que não se importa, mas pelo fato de ter tanto que fazer em
outras áreas. E as crianças, onde ficam? Isto geralmente acon-
tece quando eles estão namorando ou na faculdade. Você tem
igualmente um a carreira e se us próprios comp romissos. Alé m
disso, quando mostrouse d isponível, ele é que pareceu distraí -
do. Você então se acomodou e já arranjou outras coisas para

ocupar
No moo seu tempo.
mento em que aceitou a ausência dele, seu mari do
muda de co mportam ento. A questão é que o "sr. Sem Tempo
para a Intim ida de" finalmen te acordou e precisa de algo qu e
você tem tentado dizerlhe há anos. Ele precisa de afeto e inti-
midade  não apenas sexo. Mas isto é tão estranho para ele qu e
nem sequer sabe como pedir . Qu ando chega a pedir , se você
não tiver cuidad o, talvez nem po ssa lhe dar o que el e precisa .
É possível que
lacionamento quetenha aturado
a deixaram alguns sofrimentos
machucada, no seu
prec avida re-
e indife-
rente. Existe algum perdão em você? Se perder essa estupenda
oportun idade de reavivar o que poderia tornarse um amor
mais p rofundo, rico e equilibrado do que qualquer de vocês já
experimentou, você continuará arrastandose doloridamente,
e ele...bem , ele irá apenas rec uar envergon hado ! É certo qu e
deveria lutar pela intimidade, mas não fará isso. Não recebeu
as instruçõe
egoísta s nec essár
com relação ias nesse terreno
ao problema. e é excessivam
Vai chorar quando vocêente
nã<p
estiver olhando. Vai chora mingar no meio d a noite. Mas, à luz
da manhã, só se af astará.

Se tom o as asas da alv ora da e me detenho nos confi ns dos


mares...
Salmo 139.9

Você talvez se pergun te o que o salmo quer diz er com as pa-


lavras "a sas da alvorada". Elas se refe rem às asa s da possibili-
dade. As asas de novos começos e segundas chances. As asas
frescas que se estendem no coração descansado de alguém que
refez as suas forças du rante a noite.
Muitos d eixam de apreciar os múltiplo s esplendores de um
novo dia. Am anh ã é uma vitória para q uem trabalhou a noite
inteira. Para o paciente seriam ente enfermo, é um tri unfo as-
sistir à chegad a de um outro dia. Para o neg ocian te ansioso,
uma nova oportunidade de sucesso. Para o arti sta, a possibili-

dade
longodedaapanhar
planície.em seu pincel o nascer do sol que explod e ao
As asas da manhã devem ser tomadas, agarradas e apre-
ciadas. Muitos não conseguiram voar por não terem tomado
as asas da alvorada. Mas elas estão estendidas à sua frente.
Não as perca. No final de um dia complicado, você tem sem-
pre a opção de levantarse disposto e levantar vôo para o fu-
turo, espiralando com o vento e ultrapassando a tempestade
nas asas da madrugada.
relacionamentos Tome
e curese. essas
Tome asas,eressuscite
as asas os seus
suba até um lugar
de excelência.
A cada nascer do sol, reconheça a luz de Deus brilhand o so-
bre você. Saiba que o Senhor o vigio u durante a noite. Ele se
imp orta com vo cê e o abenço a no dia que c omeça. A manhã é
um período de cura. É um novo dia, um a segunda oportunida -
de, um novo começo. Não admira que o provérbio desafie a
mulher de excelência a tirar pleno pr oveito da manhã .
C a pít ul o doze

íjn&foçemdo &Ss/âsr

T~y elacionamento algum que a dama possa ter é mais satis


I V fatório do que o elo que existe entre ela e o seu Senhor. Ser
carregada em seus braços eternos promove a cura dos males in-
corridos em sua busca de qualquer outro relacionamento.

veráNos braço em
ocasiões s doque
Senhor, a dama como
vai sentirse encontra
um restauração.
a menina e, naH sua
a-
pres ença, subirá no colo de um Pa i amoroso cuja sabedoria,
conselho e amor constante irão protegêla do adversário
quand o tiver de lu tar. O Pai se tom a seu protet or. Ele a prote-
ge por meio do seu Espírito. Ele a aconselha com a sua Palavra.
Ele a perd oa m ediante o seu sangue, e ela está segura em seus
braços.

te. ÉEleo ingred


é o consolo
ienteque cura
que faltaa ealma feminina
dá valida de earenova sua
qu alque men-a
r outr
bu sca na vida da mu lher . Se obtiver tudo , mas não vier a
con hec êlo, nad a terá. O amor do Senhor por ela é tão puro
que ela jamais encon trará outro ass im. Ele não depend e do de-
semp enho, da aparência nem da capacidade intelectual del a.
Deus a amou antes de ser form ada no útero da mãe. Seu
amor é santo. Ele se torna a base sob re a qual ela constrói o seu
caráter . A m ulher que con hece o amor de D eus não fi ca
desesperada pelo amor dos homens, porque nos braços dele já
encontrou aquilo por que sua alma anseia. Isto não quer dizer

quecomo
sui o fatomulher.
de ter a Mas
Cristo irá satisfação
a sua preenchernatodo vaz io
prese quedele
nça elaépos-
tão
completa que a distancia da necessida de desesp erada de afeto
e afirmação que leva outras mu lheres a tatearem e agarrarem
cegam ente na noite. Ela pode correr para Jesus em cada crise e
saber que ele não irá f alhar, não irá aban do nála, não irá
deixá la, e não irá mudar.
As m ulheres parecem possuir uma capacidade especial de
tocar o coração
Jeremias, de Deus.
o profeta Essa capacidade
lamurioso, é tãocomo
conhecido poderosa
homemque de
grande compaixão, mesmo assim necessitava do poder
intercessório das mulheres para tocar o coração de Deus. Ele
disse: "C ha m ai carpideiras, para que ven ha m " (Jr 9.17) . É
como se ele soubesse que os ouvidos de Deus estão abertos ao
choro das m ulheres aflitas.
Não se trata de Deus favorecer as mulheres e não os ho-
mens, ma sJesus
des delas. o Senho r procura
prom suas filhas
ete: " Quem crer eme cuida das necessida
mim, como diz a Es--
critura, do seu interior fluirão rios de água viv a" (Jo 7.38) .
Desafioa , então, de aco rdo com a sua Palavra , a crer nele. Vo-
cê acreditou em outros e ficou d esapon tada. Acred itou em
outros e f oi rejeitada. Mas esta é a pro messa de um hom em
que não po de menti r. O desafio é para a mulher crer nele. Se
fizer isso, seu coração não ficará ressequid o, nem seu espírito
ficarácom
sede estéril,
água nem sua vida, vazia, porque Deus saciará a sua
viva.
Não há sensaç ão tão exigen te quanto a da sede de á gua.
Nosso corpo não vive sem ela. A sede é um desejo incessante
das partes mais íntim as de nosso ser que só se sati sfaz quando
levamos à boca a água refrescante e bebemos p rofundamente .
Este sentimento renov ador e ressuscitador foi prom etido
por Deus à mulher que nele cr ê. Muitas m ulheres tentaram sa-
ciar a sua sede em empreend imentos empresariais, trabalhan-
do febril men te para alcança r uma posição de poder e ganhos
financei ros. Há outras cuja beleza e corpo curvilíneo perm iti-
ram que escolhessem o homem que quis essem. Pularam de
cama em cama e de braço s em bra ços, desejando enc ontrar
satisfação nos envolvime ntos sexuais.
Há até aquelas tão romanticam ente inclinadas que, emb o-
ra fugissem das tentações da prom iscuidade, ficaram vulnerá-
veis a qualquer sinal de afeto por parte de um pretende nte. Há
algo, porém , que toda mulher prud ente d eve compreender .
Não existe nenhum relacionamento h uman o que possa saci ar
a sede da alma como o toque de Deus.
Se você esteve procu rando toda a sua vida por algo f ugidio,
se procu rou diligentem ente o sucesso e todos os se us muitos
adornos, mas continu a sentindo uma dor íntima que a fa z lem-
brar de que alguma coisa está faltand o, eu gostaria de reco-
mend ar o único saciador da sede que pod e satisfazer o anseio
da alma humana. Seu nom e é Jesus. Seus braço s estão estendi-
dos. Sua voz é calma. Sua sa bed oria é sólida. Seu con selho é
seguro. Ele irá ab raçála a noite inteir a.
Está na hora de desejar conhecêlo de maneira mais pro-
funda do que já o conheceu antes. Ele é mais do que uma vi-
sita seman al a um prédio que chamamos igreja. É mais do que
a perspectiva histórica que encontramos no livro encapado
de couro ao qual damos o nome de Bíblia. Ele é o símbolo da
vida. É a força central da qual tudo emerge. "Nele tudo sub-
siste" (Cl 1.17).
Jesus é a arma secreta da mulher preparada para os dias de
hoje. Ela a leva a toda p arte. Quer ande co m uma pastaexecu 
tiva e se vista com um tailleur formal, ou fique em casa esquen-
tando m amadeiras, ele é a su a arma secreta. Sem ele, ela será
sempre vulnerável. Sem ele, jam ais terá certeza de nada, ce r-
teza de alguém , ou de si mesma. Ele é o funda mento sobre o
qual ela constrói.
Você pode perguntar: "Co mo abraçar um Deus a quem nã o
vejo? Que conso lo terei ao falar com um Deus que não posso
ouvir? Que satisfação pode ser obtida da intimid ade com um
Deus que não posso toc ar? ". Alegrom e com a sua pergunta.
Deus não é homem. Voc ê não se aproxima d ele com a sua car-
ne. Ele está no seu coração. Nas pro fundez as de seu espírito é
que pode tocálo. S e der atenção ao seu ouvido interior, poderá
ouv ilo falar com você. Qu ando a vida está em crise, ele fa la
mais alto. Você pode abraçálo mediante o louvor.
Para louvar a Deus, é preciso crer nele. Você precisa ser
uma mulher de fé, que acredita, para poder levantar as mãos
e sorrir para um Deus que não pode ser visto. Para acordar
de manhã e pôr os pés no chão, levantar a cabeça para o céu

esuficientemente
agradecer a eleintuitiva
por maispara
um dia, você
sentir quedeve
não ser uma por
acorda mulher
si
mesma.
É essa fé que libera a fonte de água viva. É crer que Deus tem
a compaixão necessária para fazêla navegar em meio à deso r-
dem e o caos desta vida. É ter fé em que ele não permitirá que
você caia quando a tragédia inesp erada se abater sobre você.
Este nível de fé pode provoca r zombarias e risos em alguns,

mas
para ésobreviver
a espéc ie .de fé queo alibera
Quand a água
mulher extr que
ai deaJesu
mulhe r precisa
s a sua água,
ela não se sente tão sedenta na presen ça das pessoas. Não an-
dará pela vida com olhos vulneráveis e uma expressão
inquisiti va no r osto. Acordará cantando pela m anhã, sentin-
dose satisfeita no fim do dia e completa à noite porque e ncon-
trou Aquele a quem sua alma ama.

0 médico chegou
Aconteceu que certa mulher, que, havia doze anos, vinha sofren
do de uma hemorragia e muito padecera à mã o de vários médi
cos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada
aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior, tendo ouvido a fama
de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a
veste. Porque dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes,ficarei cura
da. E logo se lhe estancou a hemorr agia , e sentiu no corpo estar
cu rad a do seu flagelo.
Marcos 5.25-29

gia,Da mesma
toda forma
mulher, queprópria
à sua a mulher
manfamosa pela suatocar
eira, procura hemorr a-
a barra
das vestes de Deus . É uma jornad a longa e poeirenta, replet a
das experiên cias da vida e muitos, muitos , falsos médicos. Você
notará que a mulher com hem orragia tinha sido tratada por
diversos médicos antes de procu rar Crist o. De alguma forma,
creio que o sofrimento dela foi multiplicad o pelas diversa s ten-
tativas feitas pelo homem par a tratar de um problema que só
Deus pode
homem curar.
o que É um
só Deu erro cometido
s pode fazer. p or mu itos procurar no
Em última análise, só Deus tem a capacidade de dar fim ao
sofrimento. Só ele tem a capacidade de encerra r a busca do co-
ração feminino cujos problemas foram exagerad os pelo desa-
pontamento d olori do, provocado pelo tratamento feito por
aquele s que não têm a cura para a dor. Este tipo de decep ção
vai ocorrer semp re que a mulher ped ir ao homem que faça o
queAlegrese
só Deu s pode fazer.
em seu m arido e no seu amor , mas saiba que há
certas curas que se acham muito além do amor eros. Será ne-
cessário o amor ágape  o amor de Deus. Ele cura com um to-
que o que o homem não co nsegue curar com muitos toques.
Isto não pretende minim izar o relac ionamento conjugal, mas
colocálo em persp ectiva a f im de que o desa pon tamen to e a
amargura não cresçam no coração da mulher que foi ensinada
a crerrealm
Deus que é ente
possível
podea. um homem fazer o que só a graça de
Falam os sob re a dama e s obre o se u am ado, mas não há
nada m ais imp ortante do que falar sobre o seu Senhor. A mu-
lher precisa curarse. Ela tem necessidade de encontrar e man-
ter uma relação com um marido que lhe permita satisfazer o
seu potencial. M as, no final, ela desejará satisfação numa área
mais p rofunda do que as mãos h um anas podem alcanç ar.
Quer ela saiba quer não como ped ir ou onde encontrar isso, irá
buscar enfim o toque do seu Sen hor.
Muitas m ulheres pre cisam da mão do Senhor em sua vida,
mas por não com preend erem o que est á exatamente faltan do
a elas, vão atrás de coisas como carreira, educação e dinheiro.
Nenhum a dessas coisas é perigosa em si mesma, mas quando
se torna um substituto para D eus, a pessoa ficará terrivelmen-
te insati sfeita. D epois de anos construindo uma carreira e per-
seguindo o sucesso, descobrirá que sem Deus tudo é vazio e não
tem valor.
Chamo essas coisas de imitações da vida. Como todas as imi-
tações, elas têm certas qualidades que enganam os olhos menos
perspicazes, mas sob cuidadosa investigação, o perito pode per-
ceber facilmente que a imitação não se compara de modo algum
ao srcinal. "Qual é o srcinal?", você pergunta. O srcinal é o
que Eva teve no jardim. E a comunhão com o Senhor.
Se a mulher tiver este tipo de comunhã o para mi nistrar ao
seu espírito, se tiver pensamentos criativos para m assagear a
sua mente e um companheiro para tocar sua carne, então tem
tudo. Não importa quão rica ou bemsucedida seja, se não ti-
ver Cristo, é tão pobre quanto a igreja de Laodicéia. Esta igreja
é a que Apocalip se 3 declara ter reputação de ser rica, mas na
verdade era miserável, indefesa e cega .
Anos de vazio e desespero criam um vácuo interior na mu-
lher, fazendo que o seu coração sofra e seus olhos percam a
luminosidade. De repente, ela fi ca com uma m ancha interior
que a maquiag
cepção inata deem
que,não
emcobre
algume as
lugjóia
arsem
nãoseu
escondem
espírito,.existe
É a per-
a
pobreza mais profunda que ela já conheceu. C omo é tolo pen-
sar que esta pobreza pod e ser curada por mãos hum anas. Este
é o tipo de vazio qu e só o Senhor pode erradicar. Permita então
que ele a toq ue e cure.
Sei que já foi a muitos médicos, e as grandiosas promessa s e
medicam entos inúteis n ão apag aram o seu passado nem ali-
viaram a sua afl ição. Essas promessas assom bram sua mente,
atormen tam o seu espírito e f rustram a sua carne. E possível
que Deus tenha permitido que acreditem os nos falsos médicos

o suficiente
mos com Ele.para
Ele apreciálo aindaque
talvez permita maisos médicos
quando nos enc ontrar-
pratiquem sua
medicina inócua para que a o tocarmos algo real possam os
identificálo facilmente como a cura para nosso mal.
Qualqu er que seja a razão, mu itas mulheres foram tocadas
por médicos sem nenhum mérito. Eles lhes deram falsa s expec-
tativas, só para que outro relacionamento desmoronasse, ou-
tra prom essa fosse quebrada e outra esperança destruída. Não
se amargure
ande porém
se qu iser, comsei nece
rasteje sto. Corra
ssáriocom todas
 para as sua sdeforças
a Palavra Deus.
Há ocasiõ es em que a dama não pode cu rarse a si mesm a;
há vezes em que o seu amado não consegue costurar as bo r-
das rasg adas do seu coração partido. E então que tem de es-
tenderse para o Sen hor. Foi esse Senhor que a mulher com h e-
morrag ia tocou num mom ento de crise em su a vida e imedia-
tamente sen tiu que fora curada. Não há nada tão confortador
comoNemsa ber que suanem
o sucesso saúde está podem
a fama boa. trazer o sorriso pacífico
e a calma de espírito que surge em quem reconhec eu não estar
mais quebrado, mas sadio e completo . Quando a mulher te m
saúde espiritual, pode entrar num relacionamen to sem deses-
pero; não precisa de ni nguém para com pletála. Tornou se
completa p elo toque do próprio Senh or.
A mu lher sadi a sempre atrairá um homem sadio. Quando
se tocam,
final, eles se fundem
no momento certo,para
i rãocriar um casamen
produzir to sadio.
filhos sadios No
que tira-
rão prov eito de serem amamentados pelos seios de uma mu-
lher que não é persegu ida pela necessidade d esesperada da
autogratificação. A vida centrada em Deus tem este resulta do.
Esta mulhe r é virtuosa.
Você notará que ao curar a mulher com hemorragia, Jesus
soube que ela fora curada porque sentiu a virtude sair do corpo
dele. Foi a virtude que fluiu dele para a mulher que a curou. Me-
diante o toque de Deus, ela tomouse uma mulher virtuosa. Você
pergunta: "Como obter essa virtude?". Ela não se encontra

numa carreira,ounem
ros luxuosos, jóiasnodesucesso. Não está em roupas caras, car-
alto preço.
A virtude só vem quando uma mulher alquebrada se arras-
ta pelas ruas de pedras de Jerusalé m, com os joelho s san gran-
do, e com mão trêmu la toca as vestes de um Sen hor cuja pre-
sença pode errad icar o sofrimento. Esse toque é t ão reveren te
que a inspira a tornarse u ma mu lher virtuosa.
Todos os que se apro xima rem de la saberão que algo a dis-

tingue das
cadeira demaisou que
giratória, sejatenha
no escritório
entradoexecutivo, ao virar
no escritório se na
apenas
para limp álo para algum chefe de quem é empregada. Isso
não imp orta, porqu e a virtude a revest e.
Há um lam pejo nos olhos da mulher virtuosa que torna os
cosméticos desnecessários. A paz em sua mente exclui u qual-
quer necessid ade de tranq üilizantes. Ela dorme à noite. Acor-
da ref rescada. Enfrenta cada dia com corag em porque a sua
força nãode
Em vista vem
terdo que éoexterno;
tocado estáéemcom
Senhor, ela butida eme totalmente
pleta seu interior.
sadia.
Quand o um a mulhe r toca o S enhor, ele a transform a para
sempre. Sua alma escapa como um pássaro do laço do
passarinheiro. Suas asas se estendem pela manh ã. Ela navega
com o vento e voa para a claridade do sol matinal. Ele é o obje-
to da sua adoraçã o e o foco da sua vi são. Ele se torna a realida -
de deoutros
para cada idéia abstrata
que não que já se esforçou para expressar
compreenderam.
Você deve enten der que todo s nós ansiam os ter e gozar ao
máximo os re lacionamentos humanos. M as só os mais sá bios
com preen derão que o níve l de satisfação de que precisam os
não po de vir de ou tra pessoa. A razão de as interações hum a-
nas ru írem e desmoro narem é a nossa audácia de bus car nos
homens o que só pode vir de Deus. Sem pre nos desapontare-
mos quando buscarmos a Deus no homem e desejarmos que os
homens sejam os nossos her óis.
Temo que tenhamos lido um número excessivo de roman-
ces sugerind o um cavalheirismo inexistente. Com o acontece
com a prata escu recida, logo reconh ecemos que o que reluz ao
sol do meiodia irá fi nalmente perd er o brilho quando exposto
aos elementos. Isso ocorre com todos: m ais cedo ou mais t arde
descobrimos que há lugares manchados e nenhu m de nós, ho-
mem ou mulher, brilha tanto quanto deveria br ilhar.
"Onde estão o s heróis? ", você pergun ta. "P ara onde foram
os nobres? Onde estão todos os relacionamentos perfeit os, eu-
fóricos que vimos na TV ?". Devo dizerlhe que eram todos in-
venções da su a imag inação, caricaturas m ostradas na te la
para seu entreteni mento. Embora nos esforcemo s febrilmente
para imitar o que vimos, é preciso compreender que o resulta -
do final é garantido para o casal na televisão porque um rotei-
ro controla a vida deles.
O que fazemos, no entant o, quando não há um roteiro para
controlar os ev entos do diaadia? A verdade é q ue não pod e-
mos fazer n ada. Não haverá com panh eiros perfeitos. Não
haverá amor sem desapont amento. Mas o desapontamento é
minimizado quando só esperam os certas coisas da parte de
Deus.
Se busca mos um salvador, seu nome d eve ser Jesus. Se bus -
camos um m essias, deve se r o Cristo. Pedir a qualquer outro
além dele para atender a tamanha ex pec tativa é pedir a u m

pote
pedirde barroque
à terra quesevire ouro. Éepedir
t ransform que a água
em diamante. Impseja vinho.PorE
ossível.
isso, qu erida irmã, se quiser toca r o divino e sentir o poder de
Deus, só conseguirá quando se estender para m uito além da
hum anidad e e aspirar conhecer o Criad or em t odas as suas
múltiplas facetas e formas .
É claro que você verá traços dele nos ho mens, nas crianças,
e até em você mesma. Mas esses simp les traços nunca serão
suficientes para supo rtar o peso de tudo que já experimentou.
A esses traços de Deus faltarão as virt udes n ecessárias para
curar os sofrimentos do seu passado e mandar embo ra os fan-

tasmas que
imaginaç ão.assom
Esta ébram
uma as câmaras
tare secretas
fa de Deus e só da sua mem ória e
d ele.
Nas palavras do profeta: "B usca i o Senho r enquanto se
pode achar, invoc aio enquanto e stá per to" (Is 55.6). Ele diss e
bem. Está na hora de buscar o Senhor, não seus filhos, não seu
dom, mas sua pessoa e só ela. Qua ndo nós o busc amos, ele se
compraz em dar a cada um de nós os benefícios que só são
concedido s mediante o noss o relacionam ento com el e.
Parecem
abaixarse e surp
tanto reend
e tocar umente
mundque um Deus
o ferido. Issot me
ão sant o pôde
faz lembrar
do momento nas Escrituras em que levaram diante de Jesus
uma mulher apanh ada em adultério. Eles haviam arrastado o
corpo esgotado pelas ruas de Jerus além até onde se achava o
Rabino, o Mestre, o Professor. O corpo nu fora m achucado p e-
las mãos de homens cheios de justiça própria, que se julgavam
juizes da sua decadência. Eles a puxavam e empurravam en-
quanto Eles
brirse. chorava cheia de evergonha
a acusaram e desespero,
depreciara m, levand oatentando co-
finalmente
a Jesus. H aviam planejad o aped rejála, zombar da sua vergo -
nha e devassidã o e exibir em público sua fraqu eza pessoal.
Para espanto deles, Jesus não os acompanhou no lincha-
men to da mulhe r. Em vez d isso, pareceu ind iferente a tudo
que acontecia à sua volta. A Escritura diz que se abaixou e co-
meçou a escreve r na terra com o dedo. Esse ato de abaixarse
fasci
varsenatanto.
m inha mente. Que alguém tão superi or pudesse cur-
Não pretend o saber por que ele escrevia. Não tenho certeza
de que aquilo que escre veu fosse im portante. O que é muito
mais importante que eu saiba é que Deus pode abaixarse até o
meu níve l e escrever em minha vi da. E importante p ara mim
dizerlhe que existem alguns entre nós cujos defeitos e passado
manch ado fariam com que fossem apedrejados e atacados; to-
davia, de alguma forma, a graça e a misericórdia infinitas de
Deus nos abraça m. Diante de nossos maiores acusadores, ele
tem a capac idade de olhar para além das nossas faltas e ve r
nossas
Quemnecessidades.
n ão amaria um De us assim? Quem não lavaria s eus
pés com lágrim as? Q uem não l evantaria as mãos na sua pre -
sença? Ou beijaria as cicatrizes dos pregos em suas mãos,
quando ess as são as mãos que se estend em para curar as áreas
feridas em sua vida? A mulher precisa saber que há um Deus
que conhece seus m ais negros e profundos segredos e, mesmo
assim, tem compaixão dela.
Quedemdulher
tarefa não
efend tremeria
êla dianteentre
e colocarse de umelaDeus queatacantes?
e seus assume a
Que mulher não apreciaria um Deus que se torna um advoga-
do, aceita o caso dela, não cobra honorár ios, e vence o proces-
so? Que m ulher não se sentiri a reverente ao saber que há um
Deus que pod e estar con vencido da sua cul pa, mas insiste em
que seja perdoada? Este é o símbo lo do amor: saber que todos
estamo s nus diante dele e, todavia, de alguma forma, pela sua
graça, ele se abaix a e toca os lugares escusos em nossa vida.
Recon hecer este tipo de misericórdia e graça leva a mulher
do século vinte e um a apaixonarse pelo D eus que é chamado
de "Ancião de D ias". Ele é mais velho que o próprio tempo e,
mesmo assim, m ais importante do que o jorn al desta manhã.
Ele é antes do qua ndo ou do onde. Ele é antes disto ou daquilo.
Entretanto, é o Deus a quem ninguém se refere no passado. Ele
não é o Deus que fo i, mas o Deus que é . É o Deus chamado E u
Sou. Eu Sou o quê?, você pergunta. E o que quer que precisa
que ele sej a, quand o precisa que se ja.
Lamento e me d esculpo por todos os hom ens do mundo
porque nen hum de nós pode ser o qu e você quer que sejamos e
quando quer que sejamos. Ninguém po de ser assi m, senão
Deus. Ele é o abso luto do qual somos ap enas uma sombra. Ele
é a realidade da qual som os apen as um substituto. Podemos
abraçá la a noite inteira, mas ele pode ab raçála através dos
séculos. Quando nossos braços enfraquecem e se can sam, po -
demos recomendar um Deus que não dorm ita nem dorme .
Ele pode deter as pedras que deveriam ser atiradas em você.
Uma palavra
cisa para dele l heSeu
ter sucesso. dámarido
a segunpdaode
opser
ortunidade
o amantededoque
seupre-
cor-
po, mas Deu s é o amante da sua alma. Seu m arido pode beijar
seus lábios, mas o Senhor ele pode be ijar as lágrimas dos seus
olhos, o sofrimento de suas lemb ranças, as nuven s dos seus
céus. Deus é o grande amante. Pagou o preço para ganhar o
nome . Derramo u o sangue que se fez evidência , e se tornou o
juiz deste mundo para encerrar o seu processo. Por causa dele,
você está livre.
0 supremo caso de amor
Com a habilidade de um cirurgião, devo tom ar as próximas
palavra s e fazer uma incisão com o bist uri da verdade. Oro
para que Deus me tenha concedid o a cap acida de de fazer a
necessária d istinç ão entre ter um relacionamento com a insti-
tuição da igreja e conh ecer o Cristo que a i greja ado ra. Não
quero dizer
co. É com queza
certe unirse a um
bíblico. lugar
É igua de adoração
lmente não seja bíbli-
aprop riado.
Adorar com outros crentes amplia a intensidade da expe-
riência pessoal que compartilhamos com um Deus invisível.
O Deus invisível parece quase manifestarse na presença da
adoração comunitária. Quando celebramos coletivamente a
nossa fé, somos intensificados m ediante o louvo r e a adoração
unificados.
Devo, porém , alertálos de que muitas mulh eres fugiram do
caos dos clubes, da decadência dos relacioname ntos fracassa-
dos e correram p ara o santuário da igreja ap enas para so frer
outra vez. Isso nã o é para dar a entender que haja uma falha
na igreja. E la é destinada a ser um lugar de adoraçã o e nada
mais. Devem os comp reender que a instituição da igreja não é
o Salvador. É o Cristo da igreja que salva e, tenho m edo, não,
estou aterrori zado, com as inúmeras pessoa s que busca m refú-
gio na igreja se m descobrir o Cristo p or trás dela. Sem C risto, a
igreja não passa de outro médico inútil.
Essas mulheres precio sas se unem à instituição da igreja

como se fosseum
alojamento, apenas
lugaruma
paraassociação, um clube
reuniõe s sociais feminino,
e para umde
exibição
dons, habilidades e classe socia l. Elas p odem até adorar com
grandes manifestações e expressa r adoração com intensidade.
Contudo, secr etamente, q uando estão fora do palco e longe da
audiência de outros crentes, não têm uma experiência pessoal
com o Senhor.
Uma palavra d e caut ela  não, um desafio  est endase
através
que, nãodo véu da
poderá igreja
ficar e toque
curada. o menino
É espa Cristo.
ntoso que Atémulheres
tantas que o to-
vão à igreja semana após semana, culto após culto e não ficam
impregnad as com a semente po derosa da Palavra de Deus.
Devemos co mpreender que Cristo é o objeto de nossa busca
e a sua igreja é apenas um dos meios de acesso a ele. Com-
preendo que não é preciso congregarse numa igreja para en-
contrar Cristo. Ele va i aparecer no seu quarto ou no seu carro.
Pode até manifestar
to reflete sobre a suaa Palavra.
sua presença
Mas,para vocêdeagora,
depois enquan -
experimentálo,
você vai querer entrar em contato com outros crentes que com-
preendem a m agnitude da s ua exp eriência. A adoração
congreg acional é importante e essencial, mas a reunião de pes-
soas sem a presença de Cr isto é uma troca fú til de interesses
humanos, re tórica religiosa e palavreado que não gera vida .
Você precisa ser uma mulher esperta. Um a mulher inte li-
gente
possuiéaperspicaz bap stante
habilidade para saber
ara alcançar dedeterminado.
o al vo que necessita Oe alvo
que
é ter um relacionam ento íntimo, pessoal, co m Deus. Ele se tor-
na então o lençol de água subterrânea que reabastece o solo
seco e o prepara par a a colheita abundante de bênçãos pro me-
tidas na sua Palavra.
Você deve buscar a Deus com paixã o, com inten sidad e. É
difícil explicar, mas parece haver uma p rofundid ade de adora-
ção que o coração feminino tem a tendência de alcançar, mas
só poucos hom ens irão enco ntrála. Ao que tudo ind ica, as
mulheres sabem de alguma forma como apresentarse di ante
de Deus de man
Uma vez q ue eira única e podero
compreende sa. é o seu alvo, a mulher
q ue Cristo
parece capaz de concentrarse nele, atraílo e entretêl o com
um nível de louvor tão a bsorvente que é curada pelo toque
dele e abastecida pela sua Pal avra. C onheci mulheres que re-
ceber am tamanho impa cto com a sua presen ça invisível que se
afastaram da presença de ou tros muito mais tangíve is, mas
muito menos eficazes. Em resum o, já vi muitas irmãs se afasta-
rem de um
que não homem
podiam ver que podiam ver,
e descobrir em direção
na presença d eleaaumpazDeus
que
ainda não conheciam na vida.
Essas mulheres louvam o Senhor com um rom antismo real-
mente emociona nte. Escrevem poemas p ara ele e cantam can-
ções. Dançam na sua presença. L evantam as mãos para ele no
meio da no ite. Andam p ela casa troca ndo idéias e brincad ei-
ras. Parecem qu ase meninas se ntadas no col o de um pai idoso,
sentindo
do seulouvo
altar do toquer cheio de pelas
e andam amor.ruas
Essas
damulheres
vida comseuma
levantam
con-
fiança e um conhecim ento íntim os que as fazem exibir um sor-
riso pelo qual homem algum é responsável. São essas as filhas
de Sara.
Para ser filha de Sara, você deve ser uma m ulher cuja rela-
ção com D eus é tão intensa que ao enfrentar desafios rejeita ser
intimid ada ou vencida. De fato, resiste à tent ação de fi car
traumatizada pelas crises da vida. Prefere andar na plena se-
gurança de que a presença de Deus cam inhará ao seu lado. Ela
sabe que Deu s é o marid o supremo. Ela o viu abrir portas p ara
que entrasse. Viuo prover todas as suas necessidades. Sua pa-
lavra a aconselhou sobre as dificuldades do amanhã e por cau-
sa dele é sadia. Ela é filha de Sara. Recusase a espa ntarse ou
ficar confusa. R espira o bem da vida e exala o mal da vi da. O
ciclo continua sem que haja a sfixia porque ela aprendeu que
todas essas coisas não pass am de um pro cesso que irá levála a
aproxim arse mais da presença de Deus.
A mulher que encontrou C risto como amante da sua alma é
de fato rica. Este é um caso de amor que o tempo nã o apagará.
É o toque interior contín uo de espíritos. A mulh er que enco n-
trou Cristo dança ao som de outra melodia. Ela parece ouvir
coisas que as outras não ouvem. M uitos homens se intimid am
ao sentila plenamente realizada. Ela se deita à noite sozinha,
mas não solitária. Sabe que se aninhou no berço do seu amor e
que se envolveu em seu favor divino. Será forte, e não fraca. Vi-
verá e não morrerá. Lutará sem desmaiar. Porque ele é, ela será
também.
De vez em quando, quando a vida traz perigos ou aflições,
você verá essa mulher afastarse da multidão para ficar so-
zinha. Sozinha? Não, não realmente. Ela deseja fugir da mul-
tidão ruid osa de homens e m ulheres que não satisfaz suas ne-
cessidades íntimas. Quer ficar com ele. Como uma jovem
amante, escor regando para fora de casa, à noite, ela se desvia
das conversas frívolas para pode r concentrarse na presença
de Deus.
O Senh or é o vento sob as s uas asas. Quand o so pra sobre
ela, voa no vento do seu sopro. Ele a abastece. A revigora e mo-
tiva. Quando encontra obstáculos, Ele sussurra encorajam en-
to em seus ouvidos. É o amante da sua al ma. U m com positor
de hinos disse iss o mais eloqüentemente do que eu jam ais po -
deria declarar : "Jesu s, amante d a minha alma, permitame

voar pelo cabeça


sar nossa teu pe ito". Ao descansar
cansada emdeseu
nele, a fim peitosupodemo
poder bir aossseus
pou-
braços eternos e saber que somos guardado s pela graça de um
Deus cuja misericórdia soberana tomou uma decisão comp le-
ta sobr e nós e somos para sempre, irrevogav elmen te, aceit os
pelo Amado.
Como é agradável o s entimento de ter fi nalmente encontra-
do alguém cujo amor nã o depende do nosso desempenho.
Que paz para todos nós, homens ou mulheres, d eixar de l ado
as busca s frívolas das impressõe s e ficar livre para subir sem
nenhum constrangim ento à presença de um Deus cujo cora-

çãoComo
está cheio de amosa
é magnífico r por
bernós.
que todo pensam ento dele só visa
ao nosso bem. Ele é verdad eiramen te o amante das nossas al-
mas e sente mais atração pela mulher que respond e ao seu to-
que com expre ssões de louvor. A mulhe r cuja educ ação man da
que diga sempre : "O briga da ". Ela é graciosa demais para s er
estabilizada pelo poder dele e dep ois roubarlhe a glória, acei-
tando para si mesm a o crédito.

Essa
cada da madesabe
página suasqrealizações,
ue por trás de
elecada linha do
é o papel emseu
quesucesso e
são escri-
tos os elogios pa ra ela. Ele é o centro e o pon to fo cal da sua
vida. Se olhar com atenção, irá vêla esten den dos e para ele.
Ao terminar este pensam ento e passar a outro, desafioa a
responder ao Senh or embora não possa vêl o. Ele não está lon-
ge. Está bem pe rto, esperando para a pertála nos braços, espe-
rando para abençoála. Ele é o amante da sua alma. Esten da
se para
seu dom,elenem
e não apenas
para pa ratãoa graciosamen
o dia que sua igreja. N ãoteap
lheenas pa ra o
concedeu.
Esten dase para o Senhor. Permita q ue ele beije as lágrimas
de seu rosto e a embale no seu pro pósito d ivino. Você é autên -
tica demais para ser duplicada. Prec iosa demais para ser mal
utilizada. Ele enviou seus anjos para vigiála. Eles a guardam,
e porque Deus a ama tanto, arma nenhum a apon tada em sua
direção irá feril a.
Se jáatençã
da sua houveo,alguém
alguémque valesse
co m direitoa pena toca r,a alguém
a esperar digno
sua adoração,
é ele. Ele é o amante da sua alma. É o amante do seu passado,
presen te e futuro. Ou ça, q uerida dam a, ele é o seu Senhor.
C a pít ul o treze

E, assim, habite Cristo no vosso coraçã


o, pela fé, estando vósar-
raigadose alicerçados em amor, a fim de poderdes compreen der,
com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento,
e a altura,
e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo
entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de
Deus.
Efésios 3.1719

ostaria de aproveitar es ta oportunidade para apre sentar


um aspecto do Senhor que nunca ouvimo s anunciado
nos púlpitos de nossas igrej as. Em bora muitos dos pregadores
de Deus louvem o amor maravilhoso dele, po uco s tentam
descrevêlo. Como seria possível descrever o que desafia a ra-
zão? A que pode mos comp arar o amor de Deus?
É preciso com preen der que quando se trata de paixão, ele é
incomparável. Não há ninguém em tod o o planeta cuja inten-
sidade possa com pararse com a magnitude de Deus. Sua pai-
xão é tão avassaladora que a novela mais com ovente ou a can-
ção mais tocan te não a retrata corretamen te.
Deus tem mais ritmo do que a poesia, é mais ardente do que
as cançõ es de am or. Seu amor é m ais azul que o mar, mais lu-
minoso do que o sol e mais forte do que o vento que sopra entre
as árvores. Seu amor tem sido raramente ensinado, com preen -
dido e recebido, o que é lamentável. Só posso tentar descrever
o que a Bíblia declara ser " o amor de Cristo que excede todo
entendimento".
O astronauta que subiu além da atração g ravitaciona l da
terra, deixou nosso p laneta para trás, viajou através da nossa
galáxia e observou d etalhadam ente as estrelas e planetas da-
quela imensa altura, não conseguiu u ltrapassar a altura do
amor de Deus. O arqu eólog o, que cavo u o solo escuro até a s
profundezas, penetrando nas camadas que ficam abaixo da
superfície
cen tro, nãodadesceu
terra até
a um
umaponto em que
pro fund sentiu
idade o calor que
tão grande do seu
o
amor de Deus não pud esse alc ançar.
De norte a sul, de leste a oe ste, a amplitu de do amor de Deus
desafia todo e qualquer mé todo de medição. É isso que a Bíbl ia
declara estar além do nosso conhecimento. Esta frase implica
que não podemo s conhecer totalmente o amor de Deus .
Embora não possamos conhecêlo, podemo s com extraordi-
nária humildade aspirar a esse conhecimento. Podemos esfor-
çarnos para per cebê lo, par a vêl o. P odem os saltar para
alcançál o, embo ra entendamos, antes que nossas fú teis tent a-
tivas comecem, que no ápice de nosso emp reendimento d eixa-
mos de ap reender a magnitude e maravilha do amor de Deus,
cuja graça des afia nossa m ente fini ta.
Tudo o que posso dizer é que quando o próprio Deus se pre-
para para de screver a crucifi cação no primeiro cap ítulo do li-
vro de Atos, ele a descreve como a "su a paix ão". Quando pen-
so na cruz, penso na agon ia, na vergonha , no suplício sofrido
pelo seu corpo, nos ferimentos em seu rosto: o arrancar da bar-
ba, o pregar da sua pele jovem num rude madeiro.
Quand o penso na cruz, vejo o quadro mais grotesco de um
assassinato já pintado na face do tempo. Foi tão medonho que
até o sol envergon house, o solo sentiu tamanho desconforto
que com eçou a tremer. A cruz. O lugar da ag onia. O luga r em
que o amo r foi julg ado e conden ado à morte. O lugar onde o
grande amante teve de provar quanto e le "am ou o mund o".
Depois de ter ressuscitado dos mor tos, Jesus olhou para trás,

para
ho stilia sua
dad noite de horror,
e, ira ou e não
vingança. sentiu arrepend
Referiuse imento nem
ao acontecimento
como a sua paixão.
De repen te, reconheç o que el e é mais apaixon ado do que
qualquer p essoa que poderemos encontrar. Pois, se pôde olhar
para o se u próprio sofrimento e chamálo d e "p aix ão ", devo
então reconhe cer que Deus me ama de um modo que ultrapas-
sa tudo o que pod em os cham ar de a mor. Pois, quem senão
Deus pode decidir escrevernos uma carta de amor com su a
próp ria carne, usar sua mão com o papel, dar seu sangue para
servir de tinta e declarar sua paixão no m ais vibrante tom de
verm elho? Que g rande amante ele é !
Vou aproveitar esta oportunidade para descrevêlo me-
diante a vida do profeta O séias. Ele disse uma palavra a este
jovem profeta. Quero extrair os detalhes desta poderosa histó-
ria bíblica e dramatizálos, para que você possa entender me-
lhor o impacto do texto srcinal.
A razão de Deus dirigir a vida de Oséias é ret ratar d rama-
ticame nte a mag nitude do seu grande am or. Ele precisa va de
alguém para co mpreender o nível da sua paixão e fal ou então
a este jovem pro feta am ável, correto, pu ro, honrado, que se
mantivera incontaminado pelo mundo e se reservara para
uma donzela.
Este jovem , que sem dúvida fantasiara com visões de gran-
deza alguma mo ça apropriada para casarse com ele, deve ter
ficado surpreso ao receber de Deus as instruções para a esco-
lha de uma noiva. Ele não o enviou para as princesas que ha-
viam sido treinadas e prep aradas para alguém da sua posi-
ção. Em ve z disso , Deus disse ao jove m profeta que fosse ao
pior bairro da cidade e escolhess e uma esposa com um pas sa-
do tão degradante que ningu ém haveria de querêla.
Que choque deve ter sido para ele o fato de Deus p edirlhe
que se casasse com uma prostituta. Uma m ulher da rua, que
passara de mão em mão, de cama em cama. Fora manuseada
como uma fruta numa quitanda. Tinha cicatrizes e marcas.
Muitos homen s haviam passado horas acariciando a e se en-
tretendo com, ela.
lher da noite umaFora objeto daTodavia,
prostituta. lascíviaDeu
d eles. Era uma
s a escolh mu-
era para
ser mulher do profeta.
A primeira vista pensaríamos que a história era um exem-
plo da compl eta e total obediência, como se fosse uma questão
de obedecer a Deus mesmo quando sentimos vontade de deso-
bedecer. Mas esse não é o pon to alto da história. Teri a sido bas-
tante surp reende nte ver que este profeta era tão submisso que
obedeciaaaeDeus
vergonh mesm
críticas o quando
sobre ele. a Palavra de Deus fizesse cair
A verda deira q uestão, aqu ela que parece d ifícil de expl icar,
é que Oséias depo is de ver a mulher passou a amála. Estou
certo de que el e esperava ser arrastado para esse casam ento,
cheio de ansie dade e frustraç ão, m as não foi assim. Vej a bem,
Deus criou nele uma p aixão por essa pe ssoa indigna de amor.
É isso que Deus freqüentem ente faz: amar os qu e não são dig-
nosComo
de amor.
seria possível que um j ovem tão puro pudesse amar
alguém tão vil? O nome dela era Gômer. Gômer significa
"co m pleta", m as el a podia ser t udo menos com plet a. Pel o
meno s não era quando a conheceu, mas isso não quer dizer
que não fosse antes de tudo s er dito e feito. Vej a bem , o nome
dele é Oséias que significa "liv ram ento" . Quando o l ivramento
entra em ação, você sempre acaba completo.
Quando Oséias viu Gômer, ele a amou. A quem poderia con-
tar qu e estava amando uma pro stituta? Quem acred itari a?
Que ridículo! Todos sabem que home m algum se apaixona por
uma prostituta. Ela seria alguém com quem brincar como um
gatinho brinca com a l ã: tocada, u sada e dep ois deixada de
lado. Mas não foi assim quando ele a viu, amoua abso luta-
mente. "Livra mento" a viu "co mpleta ". Viu o potencial d ela e
o seu futuro. Assumiu a tarefa de desligála do pass ado a fim
de que pudesse ser com pleta no futuro.
Essa é a tarefa que todas as almas ferid as devem assumir. E
a tarefa de ultrapas sar as tragédias da vida e moverse par a o
potencial doolhos
Feche os porvir.
por um momento e imagine O séias parado
numa ru a, observand o Gômer na outra. Ali está a sua noiva,
exibindos e como um vendedor apregoando as suas mercado-
rias. Ela se encontra na seção de desconto s da degradação. Fica
ali de pé como um a peça de carne com um a etique ta de preço
em cada pa rte do corpo. Todo s se sentiam atraídos p or ela,
porém, quando Oséias a fitou, seu coração vibrou apaixonado.
Canções
Ele nãoexp lodiram
a viu comoem
umaseuprostituta,
espírito. m as como sua esposa.
Viua como m ãe de seus fil hos, viua como uma jóia preciosa.
Caiu de amores por ela . Parec iam um par estranho. Não esta -
vam sob o mesmo jugo. Não era possível comparálos. Não fre-
qüentaram a mesma universidade. M as, se há uma coisa que
todos sabem, é que às vezes o amor não é racional. Ele pode ser
até ridículo para os que o bservam de fora .
A Bíblia
de uma diz, porém
ilustração , queDeus
de como o casosede amorquando
sentiu de Oséias amou
não passa
seu
povo. P ens ar que am aria pessoas com o nós! Vo cê já fez algo
tão horr end o que perdeu o respeito por si mesmo? Já varreu
para baixo do tapete um lixo tã o hediondo que nem mesmo
seus amigo s mais íntimos soube ram o que você fez ou disse?
Muitos de vocês possuem segredos tã o perturbadores que
manch am a sua vida como o caf é derram ado. Todos que s e
envolvem com você sentem um gosto amar go. Não é intencio-
nal. É a triste conseqü ência de tantos segredos enterrados p ro-
fundam ente e nunca resolvidos.
Você já teve uma m ancha de culpa que o tempo n ão apaga?
Coisas em seu passa do que parecem s angrar através de cada
sucesso e realização? Seria possível que apesar da sua devassi
dão Deus ainda pudesse amála? Eu talvez esteja sendo um
tanto pessoal, quem sabe é melhor continuar com a história de
Oséias. Espero apenas que e m algum pon to, entremeado nas
linhas, você possa extrair uma fração de sabedoria . Ouça cui-
dadosamente.

dosSeosesta históri
tablói des. aSeria
tivesse ocorrido
m otivo hoje, eladeira
de brinca apareceria
de todoem to-
come-
diante que precisasse de material para o seu número cômico.
Com o seria ridículo esse nobre, esse pregad or em ascensão,
esse evang elista mu ndialmente renomado enamorarse de
uma m ulher qualque r.
Por m ais ridículo que pare ça, foi o que ocorreu. Ele amava
uma dam a da noit e. Você pode im aginar as zomb arias dos
outros
grandeprofetas
pregadorquando
pod eriaeleser
se aproximou
respeitado, deles?
levandoComo esse
tal mulher
pelo braço? Imag ine as velhas senhoras tomando chá e dis-
cutindo como era decepcionante ver aquele jovem marcado
para a grandez a arruinar sua carreira? Embora ouviss e os co-
mentários e sentisse o calor d o desprezo deles, O séias não con-
seguia mudar . Ele a amava. O amor em bota os sentidos para a
razão e não toma c onsciência da o pinião pública.
Por mais
Gômer. Um ridículo
m atrim que
ôniolhe pareça,
santo O Oséias
de fato! que casouse
hav ia decom
sant o
nessa união? Com o esperar ia ele t er um matrimônio sant o
com alguém impuro ? Todavia, fez dela sua esposa. D eulhe o
seu nome, seus bens materiais, o ben efício da sua herança.
Cob riu os ombros machuc ados dela com o manto da i ntegri-
dade. Lavou o perfume almiscarado da luxúria de outros ho-
mens da s ua pf le sensível. Torn oua alguém.

comOque
queopode
objetoapagar o abuso?,
m anchado fiquevocê pergunta.
limpo? O amorOde que faráisso.
i? fez
Ele tiroua das ruas e a levou p ara a sua casa. Ele a colocou
num outro espaço. Levou a para lugares em que e la nunca ti-
vera perm issão de entrar. Queria tornála uma dama. Seu de-
sejo era aquec er o seu coração e isolála do fri o. Beijou o sofri-
mento das coisas vergonh osas que fizera e não as contou a nin-
guém. En volveua em seus braç os e apertou a durante a noit e
até que o tremor desap arecess e, e ela se aninhasse con tra ele,
como se fosse fica r ali para sempre  mas, não fi cou.
Quando saímos do passado sórdido e ambientes prejudi-

ciais, tendemos
conhecida a recuar
do amor e daquando nos o e.
tranqüilidad ferecem a bond
É surpreen ade des-
dente que
ao perce ber que nossa vida é má, nos inclinam os a sentirnos
desconfortáveis com a adoração daquilo que parece bom. Pen-
so que é porqu e discordamo s por natureza dos que nos admi-
ram. Esta é a triste conseqüência da baixa autoestima. Temos
a tendência de nos apegar ao que é negativo e oporn os aos que
nos julgam positivamen te.

Gômer começou
inicialmente, mas aosa afastarse
poucos eladeseOséias. Não se percebia
foi distanciando. Ficavaisso
muitas horas longe de ca sa. Passava horas fazendo com pras
no m ercado. Ele notou o olhar distante voltando aos se us
olhos. Sabia que a últi ma vez que a abraçara, ela se mostrou
reticente. Repetia as mesmas palavras, mas a intensidade dimi-
nuíra e a paixão se dissipara.
Ele se viu sentindo o leve perfum e de outros homens ne la,
mas não ousouH
desrespeitado. crer que pudess
omem e ter investido
algum quer pensar quetanto e ser assim
seu amor dei-
xou de ser suficiente para prend er a mulher. Que golp e para a
sua autoco nfian ça e para a sua autoestim a. Todavia, não se
podia mais negar. Pouco a pouco, ela pas sou a ficar dis traída e
a não se sentir à vontade num lugar confortável. C omo quase
sempre acontece com as pessoas que saíram de um ambiente
pecaminoso, se não tiverem cuidado, se inclinarão a achar a
grand e bênç
Oséias ão da vida
e Gômer um tanto
tiveram váriosestran
filhos,ha para
mas o seu
está gosto.
escrito que
nenhum deles se parecia com o p ai. É raro que algum homem
se sinta bem criando filhos que não gerou, principalmente se
foram concebidos enquanto a mulher estava comprometida
com ele. Gômer criou os filhos na casa de Oséias. Colocouos
para dormir na cama dele. Ele os alimentou e vestiu. Mas não
se pareciam com ele, pelo contrário, se assemelhavam a ou-
tros da vizinhança. Todavia, continuou sendo bom para as
crianças.
O que Deus está tentando dizernos a respeito de si mesmo?

Não estaria afirmando


não nascera que m
m dele? E que, uitasodas
mesm coisas
assim, elequ e concebemos
protege e cuida
das coisas que não nasceram da sua vontade e divino propósi-
to? É adm irável que Deus seja tão bom. Ele cuida até dos filhos
que trazemos para casa e não foram gerados por ele.
Pense nas mu itas aventuras em que embarcam os sem ter
orado primeiro. São os filhos que tivemos, nascid os da nossa
carne. P oderiam ser os empreg os que aceitamos sem ped ir o
conselho divinos
que alguém no.levou
Os lugare s para
a isso. Pod os quais
emos aténos mudasamos
incluir po r-
decisões
que tomamos e que não nasceram do propósito de Deus. Deus
nos ama tanto que cuida até dos nossos erros. Foi com essa mes-
ma bondad e que Osé ias criou os filhos ilegítim os de Gômer.
Oséias voltou certo dia para casa esperando encontrar
Gômer, mas ela não estava lá . Suas roupas continu avam no ar-
mário e seus perte nces na côm oda. Tudo no lugar, mas a mu-
lher foifora
o qual embora.
chamEla
adad eeixou o ninho
retornou confo rtável
ao abismo do se
do qual amor para
levanta-
ra. É uma víti ma do passado. En laçada como um anim al en-
jaulado. Está presa como uma criatura que não conseguiu re-
sistir à isca . Acorrentada ao ontem como um animal maltrata-
do, preso no fundo de um terraço. Em bora tente avançar, volta
inevitavelmente à crise srcinal.
Oséias corre para procurar Gômer e levála para casa.
Como é estranho
reputação que esse profeta
completamente quevá
aniquilada já se arriscou
afundar a ver
mais ain-sua
da. E estranho vêlo de lanterna na mão correr pela noite a
fim de buscar sua mulh er nas ruas. C omo irá explicar aos ami-
gos que seu amor não bastou para mantêla em casa? Um ho-
mem não deveria ter de perguntar a outros onde está sua es
posa. Oséias deveria saber onde estava, mas não conseguia
encontrála. Não estava em casa. Deixara o lar. "Vocês a vi-
ram?", pergunta ele.
Você pode até imagin ar alguém dizendo a Oséias: "E sque-
ça essa mulh er. Ficará melho r sem ela" . Há, porém, algo no

amor queonão
sentindo frioperm ite esquecer.
das pedras debaixoEledos
corre
pésentão de rua
e o vento em rua,
áspero do
leste soprando através das suas roupas. Sua voz g rita na noite.
E o som do desespero. É o cham ado de Deus para um m undo
perd ido e agonizante. "Gô mer, Gômer, estou à sua proc ura e
não descansar ei enquanto não a encontrar!".
"Q ue tipo de amor é es se ?", você perg unta. É o amor d e
um Deus, um D eus que i nterrom pe o seu repouso , deixa a
eternidade, vemosnafilpessoa
tando por nós, de Jesus
hos perd Cristo
idos, que se eafastaram
anda pelasdele.
ruas Foi
gri-
po r nós que ele morreu. N ão porqu e pre cise de nós  ele é
Deus sem nós  mas nos ama apesar do nosso passado .
A busca continua. E a busca de um Deus amoroso que fará
tudo para alcançarnos. Não é possível medir a extensão do
seu amor. Ele sobe até a mais alta montanha e desce ao mais
profun do vale. Quando Oséias encontrou finalmen te Gômer,
ela seEra
ções. encontrava
uma simno vale
ples mais fundo,
lembra nça do em deploráveis
que poderia co ndi-
ter sido. Ele
quase desmaiou quando a viu. Sua cabeça começou a girar.
Sentiu na boca o gosto am argo da bíli s. O chão parecia fugir
debaixo dos seus pés. "G ôm er!" , ele excl amou surpreso. Ela
baix ou a cabeça envergonhada. Os destituídos ficam às vezes
constrangidos demais para serem achado s.

(Jtfmor
Ao (jue trar
en con não seGômer,
envergonha
Oséias viu que e la não vestia mais as
roupas finas que ele lhe dera. Tinha o cabelo em total desarran-
jo e as unhas maltratadas. A mulher se encontrava na platafor-
ma de escravos do mercado. Seu vestido caía em farrapos. Ti-
nha o cabelo despenteado. Apele manchada. Os joelhos nus
tremiam e lágrimas escorriam pelo rosto sujo. A mulher dele
estava sendo leiloada como se não tivesse valor algum. Os ho-
mens riam e conv ersavam ob scenidades sobre ela.
Oséias não fez isso, procurava algo na bolsa. Não se impor-
tava de gastar tudo que tinha para comp rála. A maioria dos

homens teriahadam
desavergon viradoente
a cabeça enojado,
apaixonado pormas
el não
a. Os éias; estava

Disseme o Senhor: Vai outra vez, ama uma mulher, amada de


seu amigo e adúltera, como o Senhor ama os filhos de Israel,
embora eles olhem para outros deuses e amem bolos de pas-
sas. Compreia, pois, para mim por quinze peças de prata e
um ômer emeio de cevada; e lhedisse: tu esperarás por mim

muitos dias; não


assim também euteesperarei
prostituirás,ti.nem serás de outro homem;
por
Oséias 3.13

Os homens riram de Oséias. Deve ser um tol o, disseram.


Quem pagaria tanto por tão pouco? Ele a amava e antes de
deixála voltar ao que era, antes de vêla novam ente a corren -
tada ao seu pass ado, an tes que f osse ou tra vez vend ida à es-
cravidão, parap submeterse
que passasse aosa caprichos
ela cidade, ele resgataria.de cada estranho
E isso que Deus faz por nós. Somo s aqueles que atraiçoaram
a sua confiança e abusaram da sua m isericórd ia e estamos
palmilhan do as mesmas ruas traiçoeiras das quais ele nos cha-
mou. E isso que ele faz quando criam os nosso próp rio inferno
e nos queimamo s nas chamas de nossos erros insensat os. Faz o
que outros não fariam. Aind a se interessa por nós. Irá à nossa
proc ura e, apesar do embara ço, da vergonha e do trauma, ele
nos ama.
Deus pode ver a sujeira que escondemos d ebaixo do tape te.
Viu os erros tolo s do nosso passado. Qualquer outro teria dit o
que não valem os a pena. Mas ele esvazio u os bolsos e disse:
"Pre firo a falência do que deixar qu e volte". Como pôde fazer
isso?, você perg unta. N ão sei explicar. Só sei que a su a Palavra
descr eve esse senti mento como "p aix ão ". Ele é o supremo
amante. Am ounos tanto que deu o supremo dom aos supre-
mos pecadores . Esvaz iou os bolsos. Ama você apesar do se u
passado.
Uma co isa que desejo e nfatizar é que o pass ado de Gômer
não é o ponto princ ipal da história. Dam os demasiada atenção
aos pontos negativos em nossa vida e não às i nfluências positi-
vas que nos susten taram em meio às dificuldades que tiv emos
de enfrentar.
O verdade iro prêmio deve i r para Oséias, cuj o amor rou-
bou o espetác ulo. Ele amou a esposa até tirála do seu passado.
Esse é o tipo de amor que só Deus pode dar. Se ficasse a cargo
somente do hom em, este desistiria . É um peso e respon sabili-
dade excessivos para pedirmos que alguém além de Deus ca r-
regue. Só Deus tem a paixão n ecessár ia para amála, tirando
a do seu passad o e ap resentand oa curada aos o utros. Só e le
pode rem ila do seu passado e recapturar o seu fut uro.
Muitas m ulheres são atormentadas pelos problem as que as
perseguem . Essa s cicatrizes machucam o coração. É preciso,
porém , comp reend er mediante este sermão il ustrad o o que
Deus de clarou por interm édio de Oséias. O amor dele supera
os erros do nosso passad o. Ele é um Deus que crê nos men os
prováveis e investe nos que vacilam. Vej a a confiança dele em
você e deix e que ela lhe dê força s para cre r em você mesma.

Cuidado:rDeus está trabalhando


Esqueci de dizerlhe: O séias conseguiu a esposa de volta. Ele a

tirou da plataforma
ela para tor nála suaeescrava,
levoua para casa.
mas di sse:Pagou
"N ão oserá
suficiente
minha por
e s-
crava, mas m inha mulher e eu seu marid o". Aos poucos, com
os pon tos cuidad osos de um alfaia te especializado, ele emen-
dou os pedaços do coração dela e reconstruiu a sua autoesti-
ma. Curou os pensamentos dela. Tocou o seu passado. Re stau-
rou o que a vida tinha destruído. Vej a bem, D eus é o Senhor do
seu passado.
Se algum dia tiver necessida de de que Deu s a costure, re-
mende, ou restaure do trauma, abuso, divó rcio, ou qualquer
outro problem a autodestrutivo, dê tempo para a reconstrução.
Talvez
dentes:fosse melhor
C uidado
pendu rar um aviso advertindo
, D e u s e st á tr ab alhando .
os preten-
Muitas vezes vi damas que se precipitaram na ânsia de
curarse e reab riram as velha s feridas. Voc ê é literalm ente
um canteiro de obras até que ele a renove. Escombros e res-
tos terão de ser removidos por ele durante algum tempo.
Mas, quan do tudo ti ver acabado, você est ará "co m ple ta",
como o nome " G ôm er" suger e.

Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo prin-


cipado e potestade.
Colossenses 2.10

Você talvez se pergunte por que gastei tempo descrevendo


cuidadosam ente o amor antigo escondido nas crôn icas dest a
hist ória do Velho Testamento. Vo u dizerlhe a razão. E sta é
uma oportunidade rara de Deus ensinarnos algo que não
podem os com preender plenamente. O Senhor quer que você
saiba que está dispon ível para am ála e tirála do seu passado.
Esta é uma tarefa dele. V ocê não vai en contra r marido hu ma-
no com capacidade para con sertar os pontos d anificados do
seu passado.
Muitos homens desmaiam quando reconhecem que estã o

carregando nos
de provar a si om brosporque
mesmos, questões não resolvida
outros homens os.fizeram,
Quandoficam
têm
amargo s e sombrios. D eus não é assim. Ele esvazia seus bolsos
para pod er curála antes de apresen tála a qualquer outro a
quem pos sa amar. Ele declarou que conh ecerem os a altura , a
profundidade, a largura e o comprimento do seu amor. Ao
captar, porém, um pequeno lampejo deste sentimento nesta
história de amor s entimonos reverentes.
Não sei o que aconte ceu com você. N ão sei onde estava ou
com q uem estava . Não posso ver os muitos incidentes ou aci-
dentes e traumas aos quais sobreviveu. Mas perguntome: " A
fragrância
Posso doouvir
quase seu perfume mascaradas
o gri to sufocado o odor d o seu
crianças quepassad o?".
sofreram
abuso, cujos problem as da infância estã o agora sepultados
por baixo de vestidos de seda e bolsas de grife.
Se eu prestar atenção, posso escutar o c horo das m ulheres
estupra das na escuridão e forçadas a guardar segredo durante
o dia. Quase posso ver as lágrimas caindo de olh os sofridos, no
meio da noite. Posso ver o traço que deixam ao descer pelo na-
riz Nen
e cairhum
silenciosamente
de nós pode no travesseir
mudar o.
o que fomos, ou de quem fo-
mos antes . En tretanto, é i mportante co mpree nder que o Deus
que conhece nossos mais íntimos se gredos já limpou a sujeira
debaixo do nosso tapete e continua nos amando. E le nos ama
tão perfeitamente que quando outros zombaram , riram, ou até
escarneceram ao nos ver na plataforma de escravos, decidiu:
"Aind a quer o você."

nhaAind a quede
abusado muitos
você, homens a tenham
que mulheres tocado,maltratado
a tenham que a vidae te-
que a s circun stâncias possam têla atraiçoado, Deus ainda
quer vo cê. P or mais horre ndo que seu passado possa parecer
aos seus o lhos e para os que a rodeiam , ele prec isa que você
saiba que é o Senhor do seu passado.
Meu conselho é que esqueça as coi sas que ficara m para trás
e avance para as que estão adiante de você. Recom endo que
corra o mais depressa
da adversidad possível
e. Desafioa para oas
a tomar f asas
uturo,
dadistancian dose
manhã e voar
para o seu destino. Desafioa a seguir em direção a novos hori -
zontes. Acom odese nesta nova situação em sua vida. Não
volte ao passado. Você está livre. Desta vez deve ficar firme e
não se d eixar mover. Não haverá volta ao passado.
Desperta,desperta, revestete da tuaortaleza
f , ó Sião; vestetedas
tuas roupagens formosas, ó Jerusalém, cidade santa; porque não
mais entrará em ti nem incircunciso nem imundo. Sacodete do
pó, levantatee toma assento, óJerusalém; soltatedas cadeias de
teu pescoço,ó cativa filha de Sião.
Isaías 52.13
Desperta, ó cativa filha de Sião, quebra as cadeias do teu
pescoço, porque quem o Filho liberta fica de fato li vre! Da mes -
ma maneira que Deus livrou Israel, ele a livrará. Vo cê está ago-
ra livre do seu passado, livre de seus fracas sos e desafiad a pelo
seu futuro. Um dia melhor a espera. Se puder perdoarse e
aceitar o perdão dele, não há nada sobre o seu ontem que pos -
sa atrap
para vocalhar o seualém
ê. Avance amanhã.
das l Avanc
em brane!ças,
Deusdotem umaento
sofrim bênção
e do
passado. O futuro está à sua frente. O melhor da vida a aguar-
da. Você pode têlo. Tome a vida em suas mão s e carreguea em
seus braços . Avance e tenha uma segu nda opo rtunidade. Ela é
sua hoje por causa do amor dele que não se envergonhava.
C a pít ul o quatorze

. £^
. > / / *

fio ûjm d ij ãí
/às ifú' ,

Ningu ém pode servir a dtíis senhores; porque ou há de aborre


cer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um edesprezará ao
outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
Mateus 6.24

T~\ eus não se importa que você ganhe dinhe iro. O que não
.L/quer é quesirva ao dinheiro. Ou seja, você não dev e ren-
der louvoresao dinheiro como se achasse que ser rico é a res-
posta para os problemas da vida. C ertame nte não é. A riqueza
não su bstitui o amor, a família nem a espiritualid ade. O que
Deus odeia é a idéia insensata de que adquirir coisas traz satis-
fação. Isto é mentira. Não traz felicidade.
No entanto, devemos admitir que a estabilidade financei-
ra é proveitosa se estivermos bem firmes em outras áreas. O
dinheiro é como a maquiagem. Não faz a mulher, mas ela cer-
tamente parece m elhor quando se utiliza dela. Apesar de toda
a timidez moderna sobre o cristão e o dinheiro, a Bíblia está
recheada de textos que ensinam a respeito do equilíbrio da
economia.
Devemos ser, porém , cuidado sos em adqu irir bens se m
adorálos. Deus é ciumento. Ele va i arruinar sua carreira se ela
começa r a tomar o luga r dele em sua vida. Ai da mulher que se
ocupa dem ais ganhando dinheiro e deixar de adorar a Deu s.
Ele quer ter prioridad e em sua mente, em sua vida. Uma vez

quesacrificar
se isso ocorra, ele prometeu
e contribuir para mo reino.
uitas bênçãos p araapenas
Não se trata aqueladas
que
bênçã os do céu. A prom essa é de abençoála agora .
Você deve certificarse de incluir Deus em seu planejamento
financeiro, planejamento dos seus haveres, e em todas as outras
áreas de negócio. Ele é a fonte; o seu trabalho é apenas o meio
pelo qual você recebe a bênção dele. O Senhor irá multiplicar as
suas bênçãos se souber que você não adora o que ele lhe dá.

TomouJesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha


deixado casa, ou irmãos,ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos,ou
campos por amor de mim e poramor do evangelho, que não rece-
ba, já no presente,o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães,
filhos
e campos, com perseguições; e,no mundo por vir, a vida eterna.
Marcos 10.2930

Quero, porém, advertila de que a s bênçãos p odem sign ifi-


car perseguição. Não deixe de compreender isso. Ninguém
ataca uma mulher pobre. Ela pode andar pelas ruas mais peri-
gosas sem ser roubada. As bemsu cedidas é que são mais vul-
neráve is ao veneno e animosidade. No entanto, não fuja do di-
nheiro só porqu e Deus diz para não adorálo e as pessoas não
querem que você o tenha. Se Deus escolher a bençoála, aceite
a persegu ição, m inha irmã, e fique com o dinheiro. Ele vai ser
útil em sua vida. Vai dar lhe opções que a pobreza não p ode
dar. Vai capacitála a fazer coisas para o reino que os pobre s só
podem pedir em oração.

O festim fazse para rir, o vinho alegra a vida, e o dinheiro atende


a tudo.
Eclesiastes 10.19
Alguém disse que o din heiro é a resp osta para tudo. Ele a
ajudará e lhe permitirá mu itas coisas. O dinheiro pode ser uma
bênção, mas não satisfaz to das as áreas. Tempere o seu im pul-
so pelo d inheiro com a sua p aixão pela prese nça de Deus e
será finalmente uma mu lher que tem tudo. A mulher excelen -
te, apresentada
obter em precisa.
tud o de que Provérbios
Ela 31, é alguémosque
maximiza seussepotenciais,
esforça para
mas não adora as suas ambições. É difícil chegar a esse equilí-
brio, m as se fizer isso, pode ser um a dama que rece be a admi-
ração do esposo, o favor do Senh or e a confiança em si mesma.

Examina umapropriedadee adquirea;planta uma vinha com


as rendas do seu trabalho. Cinge os lombos de força e fortale-
ce os braços. Ela percebe que o seu ganho ébom; a sua lâmpa-
da não se apaga de noite. Estende as mãos ao fuso, mãos que
pegam na roca. Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao ne-
cessitado. No tocante à sua casa, não teme a neve, pois todos
andam vestidos de lã escarlate. Faz para si cobertas, vestese
de linho fino e de púrpura. Seu marido é estimado entre os
juizes, quando se assenta com os anciãos da terra. Ela faz rou-
pas de linho fino, e vendeas, e dá cintas aos mercadores. A
força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de
amanhã, não tem preocupações. Fala com sabedoria, e a ins-
trução da bondade está na sua língua. Atende ao bom anda-
mento da sua casa e não come o pão da preguiça.
Provérbios 31.1627

A mulher citada nas Escri turas como virtuosa é uma mu-


lher com talentos e recursos. Algu mas pessoas dizem que o
cristianismo reprime as mulhere s. Não creio que seja verdade.
Creio que alguns dos que pregam isso talvez sejam repressores,
mas este não é o ensino da Bíb lia. Nas Escrituras, a mulher vir -
tuosa é uma p essoa forte, de grande im portância.
Quando a Bíblia confere a posição ao homem , isso é feito em
bene fício da mulher , para que ela po ssa ser poupad a das difi-
culdades do conflito e das condições inclementes das quais a
presença dele pode protegêla. N a Bíblia, a mulher virtuosa não
é de modo algum fraca. É uma criatura criativa, cheia de re-
cursos e agressiva, embora continuan do feminina. Procura a
companhia do homem, mas não porque lhe fa lte capacidade
para so breviver
Quanta bênçãosozinha .
poder escolher o companh eiro com base no
caráter dele, e não nas suas finanças. Quand o a mulher esco-
lhe um m arido só pelo fato de ele ser um proved or, talvez esco-
lha alguém f inanceiram ente equilibrado, m as pobre do ponto
de vista espiritual. A mulher virtuo sa procura um parceiro que
tenha sucesso, m as que não se intimide com o sucesso dela.
A mulher virtuosa de Provérbios 31 ensina du as coisas. Pri-
meira,
des paraelaque
encoraja
não seascasem
irmãspor
a maximizar
necessida as
desuas oportunida-
financeira. Esta li-
ção é signifi cativa porque o hom em bemsucedido sente atra-
ção por mu lheres de valor, e não de peso. As mulheres de peso
são aquelas que acrescentam pouco e exigem muit o. São mu-
lheres que espera m que Deus envie alguém para livrálas de
suas dívidas e assu mam o peso da sua opress ão.
A maioria dos homens não gosta de s er considerada um ta-
lão de cheque
da ruína s. Não
econôm ica,querem umaum
vendo nele mulhe r que precise
salvavidas. ser salva
Os homens
fazem o máximo para evitar a mulher que chega com uma ba-
gagem de dívidas e não tem nada que acrescen tar ao cof re. Se
você não tem esse currículo, ótimo; mas, po r favor não planej e
ser um fardo ou trocar dívidas por sex o.
Imite a mulher virtuosa e cuide de suas finanças . Cuide das
suas contas para não se tornar uma carga. A mulher virtuosa
não
sidoquer ser uma
adversas paracarga. Mesm
ela, não o que asentrar
pretende ci rcunstâncias
num arranjtenham
o con-
jugal beneficente. Siga o exemplo dela e cuide do que é seu.
A segunda coisa que a mulher virtuo sa ensina é que a mu-
lher econom icamente estabelecid a deve ter a sabedoria de es-
colher um parc eiro que tenha tanto sucesso quanto ela e m
alguma área . Não pre cisa ser a mesma á rea, mas ele deve ter
direito à fama. Dessa form a não haverá ciúm es nem comp eti-
ção entre el es. Ela tem as su as rea lizaçõ es e ele tem as dele. É
claro que exis tem hom ens que, por mais bemsuced idos que
sejam, não possuem a autoestim a su ficiente para suportar
uma dama bemsucedida.
O homem precisa estar segu ro de si mesmo. Se ele for gran-
de, mas não reconhecer sua própria grandeza, em breve não
reconhecerá a da esposa. Tem de ser um homem seguro sem ser
arrogante . Muitas mu lheres estão sofrendo hoje por estarem
sufocada s em relacionamentos com homens que não apreciam
a hab ilidad e fem inina de alcan çar sucesso. O hom em fica
freqüentemente intimidado, seja porque ela insiste em jogar
suas realizações no ros to dele ou, nas mais das vezes, po r ser
inseguro. Esco lha com cuidad o o seu parce iro para que el e co-
memore o seu sucesso e não a reprima.

Seu marido é estimado entre


os juizes, quando seassenta com os
anciãosda terra.
Provérbios 31.23

Se você ainda não é casada, examine bem aquele com


quem planeja unirse, em especial se achar que vai inevitavel-
mente alc ançar uma po sição de sucesso e realizações. Tenha a
certeza de que está com um homem que não só compreend erá
o seu desejo de su bir na vida, como tam bém se orgulhe disso.
Se você já for a rainha da emp resa que administra, fará bem
em deixar o emprego e seu comportamento superior no traba-
lho.
casa.Poucos homens
Todavia, separa
é difícil sentirão à vontade
a mulher se você
habituada dominar
a cuidar deem
tudo saber onde os limites terminam.
Fique atenta e t ome cuidado para não pisar nos pés de nin-
guém. F aça do seu lar um abrigo onde suas realizações se jam
louvad as, respeitad as e apreciadas publ icamente.
A mulhe r virtuosa pod e conse guir tudo. Ela é uma força em
si mesma. Forte o basta nte para sobrev iver sozinha, mas pre-
fere não fazer is so. Esta m ulher não irá manipu lar uma rela-
ção porqu e são tantas as qualidades recebidas pelo seu andar
com Deus, que pode desejar um hom em em sua vida, mas nã o
nece ssitalhe
Deus têlmostrou
o. como adm inistrar sua vida. Mostroulhe
como escolhe r um parceiro que não se inti mide e que possa
participar da sua vida sentindose desejado, e não apenas ne-
cessário. Você quer ser uma m ulher virtuo sa? É difícil, mas,
creiame , vale a pena.
Parece ha ver um mito de pobreza apegado ao cristianismo.
Muitas pe ssoas, cristãs e nãocristãs, co nsideram o acúm ulo de
riquezas um comporta mento anticristão. Existe uma tendência
para pensar que o cristão deve vestirse como um monge e vi-
ver num m osteiro, caso co ntrário ele não é sincero. Trago , no
entanto, uma men sagem de libertação. O propósito do Senhor
para você não é que esqueç a todas as ambições para servilo.
Ele quer ser apenas a sua prioridade:

Não cesses de falar deste livro


da lei; antes, medita neledia e noi-
te, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele
está escrito; então,farás prosperar o teu caminho e serás bemsu-
cedido.
Josué 1.8

A mulher virtuosa era muito rica e bemsucedida. A Bíblia a


aplaude, mas não apenas pela sua ri queza; seu extremo e qui-
líbrio é a sua maio r qualidade. O seu equilíbrio faz dela o mo-
delo ideal para a mulher moderna. Era espiritual, mas, mesmo
assi m, tinha sucesso. Era m aternal e, no entanto, orientada
para uma carreir a. Era indepen dente, mas con struía relacio-
namentos. Este é o sucesso daqueles cuja vida é cristocê ntrica.
Quando você busca o Senhor em primeiro lugar e faz dele a
principal priori dade da sua vida, é bemsucedida em tudo. Ele
deve ser o alvo que você se esforça para alcançar. Se fizer isto,
ele dará plenitude e inteireza à sua vida, de um mod o tota l-
mente diferente daquilo que poderia fazer separada dele.
Você não deseja o tipo de suc esso que destrói o seu lar, isso a
estressa e a leva a angustiosas obsessões. Você quer que as suas
bên
tipoção s venham
de riqueza quedo relaacionam
não ento acom
deixa viciad o Seanhor
em um . Este
carreira éo
e não
afasta a pessoa com quem pode compartilhál a. O verdadeiro
sucesso, do tipo que completa a sua vida e faz de você uma pe s-
soa melho r sob todos os aspecto s, só pode vir de Deus.

A bênção doSenhor enriquece, e,com ela, ele nãotraz desgosto.


Provérbios 10.22

Saiba que esta é mais do que uma simp les declaração suge-
rindo que você deve ser próspera. E um a mensag em sugerindo
que a verdad eira prosperidade é a bênção equilibrad a de Deus
em todas as áreas da sua vi da. Você pode ter tudo , se buscar a
Deus em prim eiro lug ar. Ele se comp raz em su prir todas as
suas nec essidad es. Não se importa que tenha co isas, s ó não
quer que as coisas materiais possuam você.
A mulher cristã vem lutando há anos com falsas mensagens
que ensinam que o seu lugar é em casa. Mas isso não é bíbli co.
Você é bem vind a no la r, se sen tir que foi cham ada p ara ser
uma deusa dom éstica. Mas se a sua inclinação for causar im -
pacto na sua comunidad e e sociedade trabalhan do, Deus esta-
rá com você em sua amb ição. O contrato apenas estipu la que
Deus deve ter o primeiro lugar em sua vida . Quer ser o prim ei-
ro acima do seu negócio, de seu companh eiro, e de tudo o mais
a que voc ê aspira obte r.
A mulher pode se r financeiram ente bem suced ida e conti-
nuar uma boa cristã, desde que o Senhor seja a prioridade da
sua vida. De fato, o princípio do dízimo é simplesm ente a pes-
soa recusandose a excluir o seu sucesso da sua adoração.
Quando alguém reconhece o Senhor como a fonte, leva entã o
o dízimo ao Senhor como uma forma de honrálo acima dos
bens tangíveis recebidos. É o seu modo de dizer: "Senhor, o pri-
meiro lugar em minha vida é seu!".

Portanto, não vosnquieteis


i dizendo:
Que comeremos? Que bebe-
remo
curams? Ou: Com
todas quecoisas;
estas nos vestir
emos?
pois Porque
vosso osgentios
Pai celeste é que
sabe quepro-
necessitais de todas elas; buscai,pois, em primeiro lugar, o seu
reino e asuajustiça, e todas estas coisas vosserão acrescentadas.
Portanto, não vos inquietei s com o dia de amanhã, poiso ama-
nhã trará os seus cuidados; basta ao dia seu
o próprio mal.
Mateus 6.3134

carAriquezas.
dama queElaalmeja equilí
sabe que brio édeinteligente
a busca coisas m demais
ateriaispara
nãobus-
traz
satisfação. Mas só o fato de não fazer delas a meta da sua vida
não significa que n ão saiba m aximizar as bênç ãos. Essas bên -
çãos são benefícios adicionais por ter c olocado D eus em pri-
meiro lugar.
E isso mesmo, as "coisas" a que Mateus 6.33 se refere são
benefícios adicionais. Quando a mulher faz do Senhor o ob-
jeto da sua busca, ela tem condições de receber todos os be-
nefícios relativos à prioridade dada a ele. Esta verdade é ilus-
trada na história do rei Salomão em 1 Reis. Salomão provou
que seus motivos eram p uros quand o pediu sabe doria a Deus.
Deus disse então que iria acrescentar riqueza à sabedoria por-
que as prioridades de Salomão estavam de acordo com o seu
propósito.

Estas palavras agradaram ao Senhor, porhaver Salomão pedido


tal coisa. Disselhe Deus: Já que pediste esta coisa e não pediste
longevidade, nem riquezas, nem amorte de teus inimigos; mas
pediste entendimento, para discernir es o que éjusto; eis que faço
segundo as tuas palavras:doute coração sábio e inteligente, de
maneira que antesde ti não houve teu igual, nem depois de ti o
haverá. Também até o que menão pediste eu te dou, tanto rique-
zas como glória;quenão haja teu igual entre os eris, portodos os
teus dias.
1 Reis 3.1013

A mulher
Deus. Ela sabesábia
que nã o busca
a sua prosppro gresso
eridade nãonos homndeens
depe deou em
casar
se com o homem certo . Nem precisa passar a vida perseguindo
riquezas. Ela só busca a presença de Deus e ele então lhe dá as
coisas que des eja. Quando a mulher sábia procura um marido,
ela escolhe com base no cará ter dele, e não na sua carteira. Ela
quer um homem suficientemente seguro para sentirse confor-
tável com o seu suce sso. Mas d e maneira alguma pre cisa dele
para realizardela
cionamento seus com
sonhos financeiros.
Deus . Seu futuro está no rela -

Gva: a mãe âa Cria ção


A mulher foi chamada para ajudar o Mestre no processo cria-
tivo do nascimento. Que chamado! A mulher é criativa pela
sua própria natur eza. Ela carrega sonhos no útero da sua men -
te e dá à luz idéias que levar ão vida a sua família e seus bens. A
criatividad e é outro dom dado por D eus às suas filhas. Voc ê
pode usálo em seu pleno potencial.
A mulher virtuosa sabe que mediante a graça do Senhor foi
lhe concedida a capacidade de criar, de ser a força que traz à
luz filhos e grandes idé ias, um lar feliz e uma vida ric a. Ela
sabe que deve fazer uso desse dom esp ecial conforme Deus
pretendeu. N ão fica sentada esperando que as coisas acon te-
çam; ela as faz acontec er. Não, não sai à caça de riquezas ; sabe
que buscando a Deus, ele cuidará del a. M as sabe também que
ele já está cuidando , concedendolhe os dons do pen samen to e
da criatividade. O que fazer com esses dons fica a critério dela .
A mu lher virt uosa é um bem p ara quem a conhec e. E uma
coluna de força. Tem visão e competência para tornar realida-
de essa visão. N ão é uma pessoa co m a cabeça no ar, que anda
com o rosto levantad o para o céu e os pés tropeça ndo na terra.
E uma mu lher que faz o máxim o com a sua vida. É isso que o
Senho r quer para suas fi lhas. Q uer que você m axim ize a sua
vida. Não é desejo dele que você passe a vida esperando po r al-
guém ou por alguma coisa. Se continua sentada na torre espe-
rando o príncipe
gar o seu e ncantado veem
lenço, aconselhoa aparecer num cavalo
entemente quebranco
desça ase pe-
es-
cadas, pegue o seu próprio lenço e ap roveite a vi da.
Não estou dizendo que ele não virá, só afirmo que enquanto
isso você est á desperdiçand o tempo precioso. Quand o ele che-
gar, é bem p rovável que se sinta mais atraído por uma mulher
cuja vida e finanç as não p recise resol ver.
Admito que muitos homen s gostam de mulheres que pare-
cem
umaum tantoçaindefesas.
diferen Isso no que
en tre a mulher s fazage
sentir necessários.
dessa forma e aMque
as há
é
realmente indefesa. Todos queremos nos asso ciar com pessoas
que são um bem, não um fardo. Antes de pedir um príncip e,
tenha certeza de que você é pelo m enos uma princesa.
As histórias de Cinderela não acontecem toda hora. É por
isso que são histórias de fadas e lidas para pessoas que querem
sonhar. Se quiser viver o seu sonho em vez de dormir enqu an-
to ele se desenrola, é melhor ap ressarse e transform ar seu
esfregão em uma em presa de faxina. V ocê então poderá com-
prar seu próp rio sapatin ho de crista l!
A criatividade com eça com um respeito sadio pelas suas
opiniões e pensamentos. Quero que você levante toda manhã
e agradeça ao Senhor po r sua criatividade. Agrad eça a ele pe-
los pensamentos que precisa para resolver os seus probl emas.
Sei que talvez sinta que não tem ainda as soluções, mas tenha
fé em Deus e em você mesm a e as respostas virão. Vo cê e Deus
são a equipe que vence as lutas e leva para casa o troféu. Muitos
têm au tocon fiança e não têm fé em Deus. Ou tros têm fé em
Deus e nenh um a em si mesmos. A pessoa equilibrada sabe,
porém, que ambas as coisas são nec essárias e por m eio del e
encon trará o seu ca minho.
Tudopossonaquele que mefortalece.
Filipenses 4.13

Quando Paulo diz: “Tudo posso", isso é autoconfiança. A


seguir ele continua: "N aquele (Cristo) que me forta lece", isso
é fé em Deus. Ele reconhece a sua relação com o Senhor em
seu nicho secreto. Isso o fortal ece. Pe rmita que o Senhor a for-
taleça enquanto goza a sua vida e os muitos desafios que ela
lhe oferece.
Já que a autoconfiança e a confiança em Deus são tão vitais,
vamos examinar melhor essas duas áreas. A aut oconfiança
trata das autopercepções. Como você se vê? A autopercepção
nem sempre está apoiada na realidade . Algum as das pessoas
mais inteligentes do mundo podem pen sar que são ignorantes
e o indivíduo que é t ão ignor ante qua nto um tro nco de árvore
pode convencerse e a todos os demais de que realmente sabe
do que está falando. O engra çado é que você se transform a
verdadeiramente naquilo que pensa que é. Se considerarse in-
com petente, nunca terá sucesso.
Não imp orta se é mesmo incom petente ou não . Se julgars e
um fracasso, vai frac assar . Como surgem essas autop ercep-
ções? Elas são em geral ensinadas. Nosso s pais, profess ores e
as pessoas que respeitamos são nossos espelhos, refletindo
para nós a nossa imagem. Os cump rimentos , elogios e enco-
rajamentos nos ajudam a desenvolver uma autoimagem posi-
tiva. Mas as críticas, as palavras ma ldosas e as mentiras cruéis
nos caus am danos irre versíveis.
O abuso e o trauma nos preju dicam sem deixar cicatrizes
externas. É menos debilitante
que ter autopercepção ficarConh
defici ente. fisicamen te paralítico
eci mulheres do
com pro-
blemas físicos e, mesmo assim, são pessoas produtivas que
aproveitam a vida. Embora fisicamente incap acitadas, elas se
recusam a perm itir que o negativism o se insinue em sua auto
estima.
Conheci também mu lheres perfeitamente sadias, mas que
não sabiam disso. Eram inválidas emocionais, desajustadas e
infelizes. Essas mulher es viviam na somb ra, como se presas de
uma maldição. Eram perseguidas por fantasmas e restri ções
imaginárias. Estavam atadas às masmorras de obstáculos invi-

síveis.
em geralPessoas assimeestão
promíscuas semprededicadas.
raramente necess itadas e aflitas,
Sen tem sã o
essa sede
de ajuda porque não descob riram os seus próprios recursos.
Toda vez que você não se vê como um recurso, irá em busca
de alguém a quem possa recorrer. Essa ajuda acaba tornando
se perma nente e, como um carro com a s luzes acesas, você
acaba desca rrega ndo a bateria de todos que a cercam até qu e
os relacionamentos acabem.

Ora, aquele que é poderoso para fazer infi


nitamente mais do que
tudo quanto pedimos ou pensamos, conf orme o seu poderque
opera em nós...
Efésios 3.20

A Bíblia di z que Deus usa o "pod er que opera em nós ". Ele
não usa apen as o qu e está dentro de nós, mas "o pod er que
op era " em nosso interi or. Supo nha que o seu poder interior
esteja adorm ecido e sem uso porque você não recon hece os
seus próprios recursos? E se a sua autoesti ma estiver tão baixa
que você não tem con sciência de nenhum dos seus dons e não
os aplica? O que Deus teria então para trabalhar? Como ele
pode ajudála se você não se ajuda ?
Essa a razão de reservarmos tempo para o rejuvenescimento
espiritual. E essencial que você utilize o máximo da sua capa-
cidade. Sua bateria precisa de uma carga completa para que pos-
sa ser produtiva e criativa. O que quer que faça, não permita
que ninguém nem nada roube a sua fé em você mesma.
É preciso tam bém que tenha fé em Deus. Por que isso é im-
portante? P orque só por meio de Deus vai descobrir grandeza .
Muitas mulheres do mund o têm vontade forte e a utoestima
elevada; elas acreditam na próp ria força e capacidad e interior.
No entanto, encontram às vezes um de safio para o qual não se
acham preparadas.
Há coisas que ultrapassam o alcance do poder ou da força
humana. Alguns obstáculos irão co nfrontála e exig ir mais do
que uma atitude positiva. Ess es desafios requer em uma fé reso-

luta, oinabalável
para qual nã o em
estáDeu
preps.arada
Q uando
paravocê encon
vencer, temtra um desafio
basicam ente
duas escol has. Prime ira, pode recuar para a segurança das si-
tuaçõe s que pod e control ar. Esta é a única op ção para a mu-
lher nãocristã, p ois não tem outro lug ar aonde ir. Só possu i fé
em si mesma, e o desafio e stá além da sua capacidade, p ortan-
to, precisa fu gir dele.
No entanto, se você é cristã, tem uma s egunda opção. Volte
se para Deus, estendase para el e, e confie em que faça um mi-
lagre. Ele é o Deus que pode fazer o que nós não podemo s. Não
nos surpreende que Paulo tenha dito: "Tudo posso naquele que
me fortale ce". Ele sabia que ele e Deus juntos eram uma força
poderosa demais para ser derrotad a.
Devo d izerlhe agor a: quando Deus a abençoa com idéias
criativas, elas não são para seu gozo, m as para a sua edifi-
cação. O pen samento não a edificará se não for posto em prá-
tica. O pensam ento criativo sem a a ção pela fé far á que não
passe de uma sonhadora. Você será apenas um centro de recur-
sos para outros que se aprop riam das suas idéias e vão para o
topo da escada.
Se for mulher su ficiente para criar o conc eito, seja então
também m ulher suficiente para fabricar o produto. Se não agir
em relação às suas idéias, será como a garota que ch ega sem -
pre atrasada e se amargura porque outras puseram em p rática
o que ela pensou. Deus abençoa os seus pensamentos, m as lou-
va o que voc ê faz.

Ele é como árvore plantadajunto a corrente de águas, que, noe-d


vido tempo, dá o seu fruto, e cuj
a folhagem nãomurcha;e tudo
quanto elefaz será bem sucedido.
Salmo 1.3
Copie a passa gem, especialm ente se tem sido o tipo de mu-
lher qu e se entrega a uma f é "s on ha do ra" e deixa de pôr em
prática o que lhe foi concedi do. Basta personalizar o versículo
deste modo:
( C oloque aqui o s e u nome ) se r á como árvore p la nt ada ju n t o a

CORRENTE DE ÁGUAS; CUJA FOLHAGEM NÃO MURCHA; E TUDO QUANTO (CO


LOQUE AQUI O SEU NOME) FAZ SERÁ BEM-SUCEDIDO!
Copie, leia, creia e faça!
Como cristã, o que fará então para ativ ar o poder de Deus a
fim de que ele a ajude a realizar as coisas que não pode fazer
sozinha?

Primeiro Passo: Co mp reend a que a força do dinheiro não


deve ser o seu
Segundo primCompreenda
Passo: eiro objetivo.que Deus não se moverá quan-
do não existir fé nele.
Terceiro Passo: Compreenda que D eus usará algo que você já
tem em seu íntimo .
Quarto Passo: Exam inese e reconheça os dons que recebeu
de Deus.
Quinto Passo: Use os dons que ele lhe deu, mas l embrese de
que Deuscair
dinheiro dá tamb émDá
do c éu. as idéias. Ele não eassina
pens amentos o domcheques, nem faz
da criatividade;
o que você faz com eles é o seu dom para ele.
Sexto Passo: Ponha em prática esses dons, caso contrário eles
não agirão a seu favor. Não basta reconhecer os seus dons.
Você deve pôlos em p rática para realizar seus sonhos e atingir
seus alvos. Faça! Faça! Faça!
Sétimo Passo: Dê glória a Deus quando atingir os seus alvos.
Todavi a, não reclame o crédito para você mesm a. Sempre re-
conhe ça que o mérito é dele.

Certa mulher, das mulheres dos discí


pulos dos profetas,lamou
c
a Eliseu,dizendo: Meu marido, teuservo, morreu;e tu sabes que
ele temia ao Senhor. E chegadoo credorpara levar os meus dois
filhospara lhe seremescravos.Eliseu lhe perguntou:Que te hei de
fazer? Dizeme que é o quetens em casa. Ela respondeu:Tua serva
não tem nada emcasa, senão umabotija de azeite.Então disse
ele: Vai, pede emprestadas vasilhasa todos os teusvizinhos; va-
silhas vazias, não poucas.Então, entra, e fecha a por
ta sobre tie
sobre
põe teus filhos
à parte , eestiver
a que deita och
teu Partiu,
eia. azeite em todas
dele aquelas
pois, e fechouvasilhas,
a porta
sobre si e sobre seu s filhos,estes lhe chegavam as vasilhas, e ela
as enchia. Cheias as vasilhas, disse ela a um dos filhos:Chega
me, aqui, mais uma vasilha. Masele respondeu:Não há mais va-
silha nenhuma. E o azeite parou. Então, foi ela eezf saber ao ho-
mem deDeus; ele disse:Vai, vende o azeit e e paga a tua dívida;e,
tu e teus filhos, vi
vei do resto.
2 Reis 4.17
Todos os pontos discutidos neste capítulo se encon tram na
história desta mulher. Ela era tão pobre que ia ter de entregar
os filhos como escravos. Estava esmagada e aflita por causa
das dívidas a serem p agas. A seu ver, a ausência de um homem
pro vocara o seu dilema. Todavia, está prestes a desc obrir o
poder de Deus. Ela reconhece em primeiro lug ar que é esposa
de um pro feta e fi cam os então sabend o que era uma mulher
que buscava a Deus e só a ele.
Mesm o buscando ao Senh or, ela não tem certeza de como
usar a sua fé para m udar sua situação finan ceira. Quand o o
profeta lhe o rdena tomar vasil has emp restadas, ela prova que
tem fé; age de acordo com as ordens dele. Já imaginou? A mu-
lher estava endividad a ao máximo e Eliseu manda que peça
vasilhas emprestadas. Parte da sua fé se basea va no fato de
que a essa altura não tinha mais nada a perder. Ela já m ostra -
ra que sozinha não tinha forças para conseguir sustentar a
família. P recisa da ajuda divina .
Note a gora que o homem dc Deus lhe mostrou como usar
coisas que já possuía. Este é o valor do bom ministério: mostrar
como ativar o que você tem em seu íntimo. Eliseu pergunta: "O
que é que tens em casa? ". Essa é uma pergu nta significativa,
que todos d everíam os nos fazer.
Você deve sempre saber o que tem. Não basta saber o que
outros têm, pois não será libertada com isso. Você só será capa-
citada median te o que tem. Como esta mulher da Bíblia, você
possui recursos
camente. Ele iráque Deus pode
capacitar usarem
aqueles para
quemabençoá
confi laa.economi-
Não im -
porta o que recebeu, lembrese sempre dele.
O Senhor continua rá a guiál a e cap acitála com cria tivi-
dade cada vez maio r. Esp ero que esteja motivad a para usar
seus recursos dados p or Deus e tornarse um a mulh er de ação.
A medida que ele lhe der criatividade e você per ceber que está
abrindo po rta após porta em seu bene fício, não se esqueça de
lhe dar honra. C omo fazer isso? Basta respond er a quem per-
gun tar que a sua arma secre ta é o seu relaciona mento com o
seu Senhor. Isto é tudo o que ele quer de você.
E simples, mas muitos deixam de lembrar. Por favor, não
esqueça. A sua próxima decisão financeira depende da sua
habilidad e de louválo pe la anterior. Não tema o futuro . O fu-
turo não pode machucála. Está pronta para o seu próximo
pensamento, dom, ou sua próxima instrução? Deve recebê
los assim:
Reconheceo emtodos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas
veredas. Não sejas sábio aos teus próprioshos;
ol teme ao Senhor
e apartate do mal; será is
to saúde para o teu corpo e refrigério
para os teusossos. Honraao Senhor com os teus bens e com as
primíciasde toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus
celeiros, etransbordarão de vinho os teus lagares.
Provérbios 3.610
Ca p í t ul o quinze

Cùzto- pj/;j£ ï
m -h

l oda mulher que anda com Deus anda em meio a tem -


pestades, ventos e chuva. Sua vida é cheia de desafios e vi-
T tórias. Ela é como o óleo da unção preparado pelo far macêuti-
co. É uma mistura cu idado sa dos muitos temp eros da vi da.
Sua persquem
mesmo onalidade é umaháfusão
a conhece anosde
temtant as coisas
dificul dadediferentes que
em descobrir
quem ela é . Foi cuidadosam ente confeccionada e lentamente
fervida, m exida pacientem ente pelo Se nhor.
É surp reendente ver a paciência de Deus ao preparar uma
mulher para o seu destino. Ele sabe quanto temp o leva. Sabe
quem env iar para a vida dela . Sabe quais os eventos ne ces-
sário s para levála à maturidade nele. E enfaticame nte o seu
Senhor.
Não vai demorar m uito para ela compreend er que embora
tenha muitos admiradores, amigos e família, nenhum jamais
tomará o lugar do seu Senho r. Seu lugar na vida d ela é o fun-
damento de cad a sucess o que vai obter. Ele estará ali em cada
momento de dor e de glória. O amor de Deus por e la impediu
que a dama fosse vencida pe los estre sses da vida e, no final de
tudo, ninguém pode abraçála como ele .
Ela será próspera em seus negócios, bemsu cedida em seus
relacionamentos e ficará satisfeita com a sua personalidade,
mas tudo p or causa dele. É o conhec imento de le que lhe dá a
graça para s uportar mud anças , ficar f irme ap esar das oposi
ções, e saber que quando o dia term ina, é ele que a vigia du-
rante a noite, e o se u beijo a desp erta pela m anhã. Ele é o seu
Senhor.
E realm ente um pr ivilég io con hecer e amar, abraçar e tocar
uma dama de excelênci a. É uma honra ter nascido do seu cor-
po. Um privilégio distinto tomarlhe a mão no casam ento, sen-
tir seu corpo quente enrolado em cobertores no meio da noite.
É delicio so o uvir o som alegre do riso saído da boca de uma
mulher cujo coração está cheio de amor e paz. Nós a observa-
mos como admiradores num museu. Nós a apreciamos como
conh ecedo res da cozinha fina. Mas, mesmo assim, há uma
parte da sua vida que ninguém pode tocar senão o seu Se nhor.

ííslão somos competidores, p o rf ie e k £ o homem

Porque o teu Criador éo teu marido; o Senhor dos Exércitosé o


seu nome, e o Santo de Israel é o teu Redentor; ele é chamado o
Deus de toda a terra.
Isaías 54.5

Ninguém se lhe compara. Ele sabe c omo e star com você e


confor tála como ser hum ano algu m jam ais o fará. Não estou
dizendo
vida, mascom
paraisso que não
admitir que ohálugar
lugadel
r para nós hom
e nunca ens ser
poderá em nos-
sua
so. Se é que apren di algo, é a importância de co nhecer as nos-
sas limitações.
Ninguém pode determinar as suas áre as positivas sem co-
nhecer as negativas. A compreensão de que toda carne falha-
rá e todos os seres humanos n os decepcionarão é que faz com
que todos nós necessitemos de Deus. Teremos paixão. Teremos
sofrimen to. Teremos sol e momentos de chuva.
Entender isto é que nos dá flexibilidade para aceitar as mui-
tas estações que sobrevêm à nossa vida. Aprendi a conhecer o
meu O lugar.
lugar do home m na vida da esposa é andar ao lado dela
e ser seu amigo. Ouvir, rir e gozar os muito s está gios e idades
que atravessarão juntos. Com preender que vamos andar por
uma estrada sinuosa, atrav és de terreno áspero, lutando e tro-
peçando, m as seguindo em frente, é qu e nos faz entender que
a nossa ún ica bússo la é o Senhor.
Se o hom em se esforçar para com preen der as suas lim ita-
ções na vida da compan heira, am ará a sua dama e depois per-
mitirá que ela encontre a suprema satisfação nos braços do Se-
nhor. O homem não po de ter ciúmes de Deus. Há coisas que
Deus pode fazer e o hom em não. Se um homem amar uma
mulher, ele irá ajudála a enco ntrar o Senhor. Deu s é o manan-
cial da suprema satisfação, do qual somos simplesmente uma
sombra. Ele é o mé dico suprem o que cura as cicatriz es in-
fligidas p ela vida.
São as palavras do Senho r sussurradas e cheias de sabedo-
ria que faze m com que a mulher rep ouse à noite. É a segurança
da sua presen ça que alivia os muitos sofrim entos que a vida
lhe traz. Nunca tenh a ciúmes. Nunc a tente competir, pois o Se-
nhor dela é o seu Senhor. Quanto mais ela se aproxima dele,
tanto mais completa é com você.
Ap rend i a deitarme para do rmir e a orar para que o Se-
nho r guarde
preensão. Só as muitas
preciso coisas
olhar paraque
eleest ão sorriso
e seu além da minha
par com-
a saber que
não im portam os desafios que eu tenha de enfrentar, s ó ele dá
a graça de que ne cessito para perseverar, para pro ssegu ir e ter
sucesso. A arte de ser o amante de uma mu lher virtuosa é com-
preen der perfeitamente que ele não pode ser o seu Senhor.
S e eu morrer antes de acordar
Nunca sabemos o que o próximo segu ndo vai nos traz er. Cada
vez que ouvi mos uma batid a na porta, corremo s para res-
pon dêla com certa inseguran ça. Não sabem os quem est á do
outro lado. Quando nos sen tamos calmamente em nossa casa
e essa calma é interrompida pelo som ruidoso do telefone, res-
ponde mos sem saber como o chamad o poderá mud ar a nossa
vida. Enco ntram os estranhos sem ter idéia de como cada en-
contro afetará o nosso destino. A vida é, portanto, bem incerta.
Foi uma dessas incertezas que levou a mim e minha esposa
a uma nova experiência. Não gostamos dela, mas tivemos de
suportála. Ambos nos d obramo s ao seu peso e lutamos para
compreendêla. Ficam os, porém, gratos por conhecermos o Se-
nho r através dessa expe riência. Gostaria de falar mais sobre
este desafi o. Faço isso para que você possa compreen der me-
lhor como é i mportante ter uma força e stabilizadora em meio
aos ventos in stáve is da vida.
Devo contarlhe que muitas veze s no correr dos anos sobre-
vivemos a momentos penosos porqu e podíamos ver o qu e ou-
tros não podiam. Não so mos perfeitos , nem somos mártires de
uma causa, apenas pessoas cansad as, aos tropeções por uma
estrada cheia de curvas, agar randonos a promessas, tateando
na direção da verdade; mas, por termos sido ajudados por
Deus, pudem os continuar .
Mencion ei antes a morte da mãe de minha esposa. Essa foi
para m im uma das experiên cias mais trágicas da minha vida
adult a. C onsidereia uma tragédia porque comp reendi qu e
uma mu lher maravilhosa fora levada para longe de nós e tam-
bém porqu
foi. Vi e com
isso nos seusa sua morte
olhos . Seuumolhar
pedaço de minha
brilhante mulher
pa recia se
agora
vazio. Quem pode descrever o aguilhão doloroso da morte?
Seu veneno invad ira a nossa vida , alterando o momento, e fo-
mos deixados para re cup erar o rit mo que antes parecera tão
fácil de manter.
Posso sentir ainda o estranho cheiro de desinfetante que in-
vadiu nossas narinas, enquanto esperá vamos na saladeespe
ra da unidad e intensiva. Ela se tornara nosso hote l da agonia
enquanto aguardávamos cada novo relatório, cada prognósti-
co dos médi cos. O ruído constante do respirado r nos acompa-
nhava durante as horas de visita. Na salade espera a televisão
barulhen ta, a que ningu ém parecia assist ir, era uma compa-
nhia para nós.
Ficamos ali sentados, entorpecido s, olhando para o espaço,
enquanto uma porção de entrevistado res fazia viagens cada
vez mais profundas no abismo da corrupção e li bertinagem .
Não nos importava quem havia enganado o nam orado dela
com uma melhor amiga. Não necessitávam os do lixo de valo-
res que alguns chamam de entretenimento.
Estávamo s vivendo um drama acima do nosso orçam ento,
com pouca ajuda, que parecia mais uma h istória de horror do
que qualquer outra coi sa. Ficamos então esperando para ver
como o filme terminaria, temendo o pior, mas esperando o
melhor. Sentados ali, t entávam os desviar os pensam entos da
pesada nuvem de preocupação que nos envolvia. Apesar das
nossas ora ções e treinamento espiritual, cada um porém sabia
que aquele era um inimigo colossal. Tentamos não pe nsar no
que aconteceria se o Senhor decidisse tirar a vida de alguém
tão precioso pa ra nós.
Sempre me orgulhei de ser forte numa crise. Sempre senti
que era minha tarefa facilitar as coisas e consolar minha espo-
sa e nossa família. Afin al de contas, eu era o hom em, aquele
que prom etera não faltar em toda e qualquer situação. Mas o
que você
pode dizerfaz quando
quando assua presença
palavras pareceocas
parecem nãoe asajudar? O que
afirmações
ridícu las? Vou dizerlhe o que faz er: você fica ali sentado e co-
meça a comp reender a vast a diferença entre o pap el que de-
semp enha como amante dela e as limitações imp licadas nas
verdad eiras crises.
No lei to de hos pital, minha sogra p arecia fitarme com
olhos inquisidores. Era o olhar que semp re me dava quando
tinha alguma preocupação e queria meu conselho. Eu a servia
como pastor e c omo filho. Ela sem pre me respeitou. Pensava
que e u podia resolver tudo , mas isto era um pouco dem ais
para
Euoodiava
garotão.
o senti mento de impotência que perturbava meu
estômago. Mal sabia eu que meu sofrimento foi uma vantagem
para você, que por m eio da minha crise um ministério seria
completado. Eu estava na esco la e não sabia. Veja bem, esta é a
vida. Uma escola enorme, inter minável que retém o seu diplo-
ma até que a aula acabe.
Mamãe, como eu sempre a ch amava  em parte para distin-

guila
de mamade minha mãemais
 parecia que,fort
embora
e. Elaseja crescido,
tivera um diaainda chamo
esplêndi do e
todos recebemos uma dose de otimismo. Ela so rriu naquele dia
e respondeu às brincade iras com sorrisos e risadas silenci osas.
Embora não pude sse falar por causa dos hediondos tubos que
bombeav am oxigênio, auxiliando seus pulmões enfraquecidos,
ficou evidente que estava feliz por se ver rodeada pela família.
Saí do hospital esperançoso.
No dia seguinte , porém, mamãe piorou e depois de alguma s
horas ficou inconsciente. Minha m ulher envelheceu diante de
mim como um ator de um filme num papel que é jovem demais
para representar. Mais tarde naquele dia, eu soube, quando
ela virou o corredor e entrou na saladeesp era, que aquele er a
um momento neg ro em nossa vida. Ela me pediu para entrar e
despedirm e, pois a mãe estava indo embora.
Não dem orou para que a mãe de minha mulher visse um
lugar para além do que meus olhos humanos podiam enxergar
e pass asse por uma co rtina para outro lugar sobre o qual pre-
guei m uitas vezes mas nunca vi . Ela partiu e f omos deixados
sozinhos com o seu corpo num quarto que subitamente pare-
ceu mais silencioso do que uma cripta. Partira como os vapores
sobem para o ar. Passara pelo quarto como o vento passa pelas
árvores. D esapar ecera de toda parte menos da noss a mente.
Nada restara dela senão memórias fugidias e quadros raros
de mom entos que se tornaram repen tinamen te mais valiosos
porque todos sabíamos que não se repetiriam.
Eu vira minha mulher ado rmecer em salasdeespera, an-
dar pelos corredores do hospital e tentar suprir todas as neces-

sidades da mãe.
to, sussurra ndo:Lem brome
"Minha mãedefoiquando se".apoiou
embora Posso em meuainda
ouvir pei-
seu choro trist e. Sua voz embarga da ecoa rá em meus ouvidos
pelo resto da vida. Nunca sentira o desespero que senti naquele
dia. Nunca me senti tão incom petente e inepto como naquele
mom ento fugaz .
Procurei aflito na mente algo que pudesse aliviar o sofri-
mento dela, enquanto lutava d esesperado para afogar o me u.
Pensei que como
problemas homem na
que surgissem esperavase que
família, mas resolvesse
nunca todos
me senti tão li-os
mitado e insufic iente. Olhei para o telefone, tentando pensar
em alguém que pudesse chamar, mas não havia ninguém com
condições de resolver a situação. Nenh um contato humano
iria erradicar o trauma daquele mom ento.
É em ocasiões assim que compreen demos que nem amigos,
ações, nem lucros de capital podem resolver pro blemas da
vida real.qu
o déficit Nen hum no
e ficara cartão de crédi
quarto to pode
subitam enteria
tãoapagar a dívida
si lencioso. Ne-e
nhum a palavra de grande sabedoria saiu de meus lábios na -
quele dia.
Nenhum a capacidade ou habili dade oratória faria desapa-
recer a dor no rosto de minha esposa e, de repente, recon heci a
necessidade desesperada que cada um de nós tinha do Senhor.
Esteja certa, nunc a descobriremos a grandiosidade do Senhor
até
temque olhemos
de haver alg de
uémfrente
mai ornossa fraqueza
do que nós. e conclu amos que
Pegu ei minha mu lher n os braços como se ela fosse uma
criança. Cuidei de todos os arranjos para o funeral e respondi
a todos os cartões de condo lências que nos inundar am de to-
das as partes do país. Tentei assegurar à minha esposa q ue ti-
nha tudo sob control e. Coloquei todas as minhas energias nos
preparativos do enterro, enquanto todo tempo desejava ter
feito algu ma coisa par a evitálo em vez de prepaxálo.
Minha mu lher parecia arrasada. C onversar com ela fic ou
difícil . N em sequ er ouvia. Sua d or era tã o forte que me fazia
sofrer. Eu a vira dar à luz filhos, subm eterse a cirurgia, supor-
tar problemas em ocionais, sobreviver a crises fi nanceiras e
vencer todas as outras dificuldades, ma s nunca a vira tão aba-
tida como ficou nas sem anas e meses que se seguiram.

LNecessíiado do Senhor
Preciso contar como lutei nas sema nas seguintes p ara aliviar o
sofrimento dela. Pensei tolamente que se fosse ardente e sensí-
vel, compass ivo e disponível, poderia de alguma forma distraí
la da ausência da mãe. Tentei suprir cada detalh e, para que ti-
vesse tudo de que precisava. E stava decidido a darlhe tanto
marid o e amor que não pensaria s equer que uma parte de sua
vida desaparecera.
Comp reendi finalmente com o minha atitude era insens ata,
mas não antes de têla levado a outras pa rtes do país. Tentei
fazer com que s e alegrasse em praias arenosas, cantand o can-
ções, escrevendo po esia, com prando presentes, tudo numa
necessida de louca de encher o vazio dolorido que via por trás
dos olhos dela.
Embora ela sorrisse e tentasse convers ar comigo , eu notava
suas idas freqüen tes à jane la no meio da noit e. N otava como
ficava olhando para a escuridão. Sabia que não con seguiria
ver nada através da vi draça, mas continuava olhando para

algo. Enxerg
brava ava algum
de pensam entos aque
coisa
eu que
não eu nãolembr
podia co nseguia
ar. ver. Lem-
Ela olhava pela janela de nosso quarto para a sua infância e
via bolo s de aniver sário que eu nunca tinha comido. Triciclos
em que nunca andei . E coelhinhos de Pás coa que não foram
feitos para mim.
O sofrimento del a era pe ssoa l demais para ser compartil ha-
do. De repente compreendi que apesar de amála profunda-
mente, só podia recuar e vigiála. Há coisas que você vai ter de
enfrentar sozi nha. Sem esp ectado res, e as multidões são proi-
bidas. N em os maridos po dem ajudar . É nessas ocasiões que
você precisa
Fiquei deitdeado
umaorelacio nam ento
lado dela, envocom o Senhor.
lviaa com m eus braços
fortes, beijei levemente o seu ombr o e tentei tomá la segura, es-
perando que adormecesse. Mas p ercebi que meus braços não
eram suficient emente grand es nem fortes para alcançar aque-
la parte dela que precisava ser carregada. Comp rei rosas e to-
quei para ela . Lev eia para jan tar fora. Tentei brin cad eiras e
intimidade. Falhei miseravelmente.
Compreendo
pesso a não quer hoje que há certos
ser resgatada. sofrimentos
Ela qu dosrir
eria lembrar, quais
e choa rar.
Aquela era sua hom enagem ao legado da mãe. Ele confirma-
va a absoluta imp ortância da mãe e sua de sesperad a tentativa
de continu ar ligada a ela.
Levei semanas para perceber que nada que dissesse, cantas-
se, escrevesse ou fizesse iria entorp ecer a dor que ela sent ia.
Nem eu, nem os filhos , nem os nossos mu itos amigos poderiam
substituir o que
respeito pela perdera.
tristez Foi então que
a. Compreendi que aprendi a ter éo um
o sofrimento maior
pro-
cesso q ue não pode ser abortado.
Naquelas sem anas e naqueles meses que se seguiram, co-
mecei a ter uma idéia da ra zão por que Deu s criou o tempo. O
tempo é um grande remédio. É lent o, m as eficaz. E ninguém
pode apressálo. Devemos deixar que caminhe em seu próprio
ritmo. Embora estejam os todos juntos neste planeta, quando se
apresenta uma verdadeira cri se, somos deixados tragicamente
sozinh os, sem nada senão o tempo e Deus para curarnos.

6 k me acordou esta manhã


Durante aquela época penosa, descobri a diferença entre o
amante e o Senhor. V eja bem, é prec iso u ma v erda deir a crise
para reconhecerm os que mesmo os mais ágeis dentre nós irão
tropeça r e se atrap alhar a travé s dos ritm os da vida. A vida
muda seus ritmos de tempos em tempos. N unca sabemos qual
o ritmo que vai seguir.
Sempre g ostei de dançar com minha parceira; m as, ter d e
ajustarme às mu
rente. Senti que danças da
tropeçava vida era outra
e esforceime paracoisa
man muito
ter o dife-
equilí-
brio. A música prosseg uia apressada, e ela de sfalecia de dor.
Pensei que podia ajudála, mas tinha os pés pre gados no chão.
Ela precisa va de mim e tentei sacudir mag icamen te a mão,
mas não havia mágica em meus dedos  não para isto, nã o
para hoje. O que você faz quando não há mágica em seu toqu e
e você p recisa de mágica para levan tar sua dama do chão? O
homem sábio clama ao Senhor.
Lembrom e de quando a presen ça do Senhor com eçou a se
manifestar em nossa tragédia. Ele veio como o Fred Astaire da
cura. Entrou como um d ançarino melhor que bate em seu om-
bro numa festa e diz: "D á licen ça?" . Com notável habilidade,
graça, e interesse amável, ele começo u a dar pass os long os e
gentis que aliviaram a aflição dela e libertaram o sorriso que
estivera trancad o no cofre da sua trágica perda. Ap ertou a
mão nas co stas dela e rem oveu a tensão de um modo que eu
nun ca pod eria faz er.
Afinal de contas, quem m ais senão o Senhor poderia tocar
os tendões dilacer ados do seu coração e curar os ligamentos
distendidos da sua alma? Aos poucos, notei um lam pejo voltar
aos seus olhos e muda nças sutis, tais como o entoar ocasion al
de uma canção ou a volta do seu senso de humor. Cada um

desses
alma. sintomas só pod ia ser atribuído ao Deus que restaura a
Não é de admirar que ele restaure a alma, pois é o amante
da alma. Pode co nserta r o passad o, o pres ente e o futuro. É o
terapeuta que alivia o traum a, não importa qual seja a sua ori-
gem. Vo cê talvez tenha pass ado p or u m mom ento arras ador.
É possível que ninguém tenha tido condições de curar o
dano e revitalizar o que restou. O seu sofrimento po de ter sido
a perda de um dos pais. Algu mas de vocês pe rderam filhos.
Outras sepultaram os filhos ou fil has que morreram precoce
mente p or caus a da AID S ou de alguma outra m oléstia fat al.
Com tristeza,
ao túmulo poralgumas viram
causa de os caixões
um acidente de seus
insan filhos descerem
o causado po r um
motorista embriagado ou uma bala perdida.
Algumas de vocês estão sofrend o por causa de um relacio-
nam ento. Não sabe sequ er por que el e morreu e é forçada a
aceitar algo que não conseg ue explica r. Você r ecapitulou os
acontec imen tos, com o um júr i revê a evidê ncia. Aceite qu e a
sua deliberação e stá sendo feita dep ois do fat o e não vai mu-
dar nada. A oportu nidad e de modificar o veredicto j á passou.
Você foi testemu nha ocular da morte do seu relacioname nto e
com ele acabou tam bém a sua amizade.
Houve momentos de raiva que chegaram a quase ódio e
depois vieram as noites de solidão e o sentimento enlouquecido
de desejo e anseio por um amante que supõe seu inimigo. O
relaci onam ento definhou como alguém doente. Perdeu a vi-
bração, depois o entu siasm o, até que um dia você voltou para
casa e descobriu que pe rder a o seu parceiro.
Algumas de vo cês enfren taram o adult ério: o sabotador da
confiança e o exe cut or da união. Algum as de vocês entraram
num quarto e vira m um incidente t ão chocante que não conse-
guiram mais esquecer. Uma coisa é ter suspeitas e outra muit o
difere nte ter um a lembra nça com a qual lutar pelo rest o da
vida. Se sonha co m ela acorda em lágr imas. A cena se repete
diante de seus olhos como um velho filme a que já assistiu mui-
tas vezes. Sei que algum as estão sofrendo por causa desses re-
lacionamen tos qu e desmoronaram de re pente.
E possível qu e tenha sido persegui da por algum as dessas
coisas ou por o utra crise qualquer. Sabe como fo i desejar que
alguém a resg atass e da dor? Quero pouparlhe tempo precio-
so, minha irmã. Só o Senhor pode curar o sofrim ento intenso.
Não importa se ele surgiu de um estupro brutal man tido em se-
gredo, uma p rome ssa não cumprida, ou alguma outra pertur-
baçã o que abalou a sua vi da.
Deus é o prín cipe da paz e intervém nas p iores situa ções,
cavalgando nas asas da esperança. Sua mão divina sobre voc ê
dá significado
sentido. aoscomo
Ele sabe acontecimentos
acalm ar atrágicos
sua dorque pareciam
e pro sem
duz ir bênção
em meio aos problemas.

Estou quebrantado pela ferida da filha do meupovo; estou de


luto; o espanto se apoderou de mim. Acaso, não há bálsamo em
Gileade? Ou não hálá médico? Por que, pois,não se realizou a
cura da filha do meu povo?
Jeremias 8.21,22.
Contei o meu fracasso em ajudar m inha mulher na perda
da mãe dela para que você possa ser bemsu cedida me diante a
minha experiência. Ela representa o fracasso masculino em
corresponder a uma expectativa estabelecida por nós ou nos-
sas damas, a qual é elevada dem ais ou i rreal. Não co nsegu i-
mos resp onder mu itas vezes a ess a expectativa e escondemos
a culpa
As mucom umaseatitude
lheres irada por
aborrecem . não estarmos corresp on-
dendo ao que esperam de nós. A verdade, po rém, é que a dama
está procurand o o Senhor em seu amado e não vai encontrá
lo. Se ele não é Deus e não pode apagar as tragédias da sua
hora mais sombria, você aceitaria um homem que só sabe segu-
rar a sua mão d uran te a noite?
Não há meios de mascar ar a verdade. Os homens não são
Deus. Não pode m restaurar o que a vida roubou. Minhas pala-
vras de simpatia cuidad osamente prep aradas pareciam ocas
comparadas com a presen ça misericordio sa de Deus. Ele foi o
bálsamo curativo que começou a restaurar a alma de minha
esposa. Sua unção fo i o sedativ o que entorpec eu o sofrimento
e deu a sua alma a opo rtunida de de curarse.
Fiquei feliz com a intervenção do Senhor , e humilhado ao
reconhecer o abismo que existe entre o que o homem e o que o
Senhor pode faze r. Estrem eço ao pensar no que possam fazer
as mulheres que enfrentam o trauma sem ele. Têm de buscar a
cura em si mesmas? A dama tem po der para isso? A resposta é

umÉnão categórico.
po ssíve l que a sua au tocon fiança se tenha tornado tão
grande que não mais confia em Deus. Sua tentativa de evitar o
desapontam ento da rejei ção criou a autoidolatria. Em resu-
mo, você dep ende de você mesm a em tudo. Tornouse o seu
próprio amante e o seu próprio Senhor. Mas você não é melhor
do que os homens nesse terreno.
Deixe que o Senhor seja Deus em sua vida. Se ele pôde res-
taurar a alma
também a sua.combalida
Você deve,deporém
minha, buscar
esposa,opoderá
Senhor.restaurar
Não queira
brinca r de Deu s. Sei que tal vez seja independen te. E neces-
sário, no entanto, que perm ita que ele a ajude a vencer a noite.
Só ele tem poder para curála. Não vai con seguir isso sozinha .
É verdade, só Deus pode realmente cura r. Algum as mulh e-
res, no entanto, procuram relacionamen tos na esperança de
que alguém , em algum lugar, irá deter os sofrim entos da vida.
Elas se tornam
atenção. Seu p prostitutas. F azem
assado se torna o sequalq uer coisa
u cafetão por amor ou
; faz exigências e
elas obedecem. Ficam encurraladas no cárcere do desespero e
da degradação . Vendemse a si mesmas. Não é por dinhei ro
que se envolvem com homen s indesejáveis, m as para se senti-
rem especiais por alguns minutos a fim de contrabalançar os
meses infindáveis em qu e não se acharam "gra nde coisa"!
Essas mulheres vão passando de homem em homem como
velhas senhoras
bancas das lojas.que procuram
Estão os de
em busca artigos em liquidação
um pedaço de amornas
ou de
uma xícara de afeição nos relacionam entos e casos sem signi-
ficado. Essas mulhe res não são como aquelas que acham que
podem resolver tudo sozinhas. Elas sabem que não são capa-
zes. Foram, porém , convencidas de que em alguma parte exis-
te um homem montado num cavalo branco que irá finalmente
aparecer e d espertálas do pesa delo que é a sua vida.
Desde as histórias de fadas até os comerciais que anunciam
o telefone de médiuns, perpetu amo s o mito que afirma haver
lá fora um "sr. C erto " que tornará m aravilhos a a sua vida.
Aconselh ei muitas
cisam é uma mulheres
com panhia. que pensam
Como é t olo imque tudoque
aginar de que pre-
alguém
virá num cavalo branco sem que haja uma necessidade pe s-
soal da parte dele.
Os homens de hoje quase s empre estão pro curand o alguém
para respo nder ao seu apel o. Todos estão buscando u m salva-
dor, mas procu ram no lugar errado e os casame ntos se desfa-
zem. Você pensa mesm o que surgirá um hom em em busca do
peso que aa isso
disposto sua cura colocaránão
(e a maioria sobre
está),eleserá
? Mesm o que
que tem estivesse
condições?
Claro que não. A vida não é assim tão simples.
O amor eros não é um substituto para o amor divino. O
amor humano é excessivamente valorizado em nossa socieda-
de. Ele vem send o usado para tudo, desde a cura da depressão
até uma estratégia para vend er creme denta l. Somos bom bar-
deados com com erciais de televisão que dão a entende r que se
você usar um determinado spray de hortelã p ara o hálito, os
homens vão perseguila na rua e satisfazerlhe todas as neces-
sidades. O homem não p ode satisfazer todas as suas necessi-
dades, assim como o spray de hortelã não vai fazer com que
ele a pers iga; mas, de man eira sutil, acabamos aceitando essa
idéia de amorfast-food, com erciali zado.
O amor, entretanto, não é uma aspirina que você toma à
noite e a faz levantarse renovada p ela manhã. O amor não é a
cura. M uitas vezes é a causa da dor . O amo r dói, pois nunca
somos feridos por aqueles com quem não nos importamos.
Nenhum investimento garante que não existe um potencial de
perda. D evem os evit ar, então, o amor? Ab solutam ente não.
Precisamo s colocálo na persp ectiva cert a. Inúm eros relacio-
namentos seriam curado s, evitando terríveis decepções, se o s
dois parceiros deixassem de es perar que o outro seja um anti-
biótico contra as infecções da vida.
Posso imagin ar que a esta alt ura você esteja com eçando a
dizer: "Ó, pare de falar sobre o que não funciona e me ensine o
que funciona". Vou repetir. Só Deus pod e curar o que você tem
tentado medica r. E possív el med icar a dor e camuflar os sinto-
mas, m as eles voltarão. A cura real e completa só vem daquele
que fez o coração que se partiu. Ele po de curar o seu coração
esfacelado.

noitevem antes da luz


Muitas mulheres ficam zangadas durante anos com alguém,
por não as terem curado numa hora de necessidade. Ficam to-
lamente amargas, d izendo: "Você não me apoiou. Não esteve
a meu lad o!". Pode ser ver dade que você não con seguiu o
apoio a que tinha o direito de esperar, mas mesm o que recebes-
se o que julgava necessitar, isso não seria suficiente pa ra fechar
a ferida! É provável que Deus deixasse de lado os assistentes e
levasse o cirurgiãochefe para curála. Aceite isso como uma
bênção e prossiga.
Quero falar agora a favor dos homens do mundo. Podem os
ser seus amantes , mas não o seu Senhor. Não ser ia realista afir-
mar que possu ímos esse poder. Precisamos do auxílio dele, nós
também temos de ser curad os. Por mais que desejem os ser os
seus heróis, não podemos ser o seu salva dor. A maioria de nós
vive para imp ressionálas e, algumas vezes, temos tal ânsia de
causar boa im pressão que prometem os o que não podemo s
cumprir.

no,Nossas irmãs
sug erindo queàstêm
vezes prom
tudo na ovem o mito deles.
com panhia do poder
São masculi-
tão fiéis
ao mito dos relacionam entos pe rfeitos que nã o an unciam o
fato de que existem áreas que ninguém toca em cada um de
nós. Mas essas áreas têm de ser t ocadas, e essa necessidade faz
com que você v olte para Deus.
Os homens também estão voltando para Deus. N unca na
históri a dos Estados Unidos vimos m ilhares de homens reu-
nindose em W ashingto n para buscar espiritualidad e e reno-
vação. Ri quando alguns da imp rensa se esforçaram para atri-
buir algum a agenda oculta à reunião de homens que queria m
apenas ora r. Foi difícil escrever a respeito, por não haver ne -
nhum a necessida de tangível para reunir esses indivíduos .
Os homens necessitam desesperadam ente descob rir a
Deus, porqu e a vida nos m ostrou que não somos o Senh or.
Não só temos de entregarlhe os nossos sofrime ntos e proble-
mas não resolvidos, com o há ocasiões em que precisamos nos
aninhar nos braços do Pai e perm itir que ele nos cure .
Vocês, mulheres, não podem suportar a responsabilidad e
de curarnos, assim como nós não somo s capazes de curál as.
Podemos ser os enfermeiro s ou assistentes uns dos outros, mas
não temos cap acidade para realizar a cirurgia. Na m elhor das
hipótese s, todos somos ajudantes. Não passam os de aprendi-
zes, a verdadeira perícia está no Mestre.

rV ah a da meia -noite
Quando minh a mulher mais precisava do Senhor, quando e u
mais precisa va dele, ele tomou o controle da dança. Penso que
estava cansado de me ver tropeçar nos pés dela e atrapalhar a
sua recupe ração. Eu precisav a da ajuda dele. Era dem ais para
mim sozinho. Os homens raram ente adm item isso, mas deve-
ríamos. É um a experiência libertadora admitir que não somos
e não podemo s ser tudo.
É o Senhor que enche os vazios deixados p or nós. Ele a fez

valsar
perfeitodeeum modo que
ele desliza pelaeupista
nuncadefari a. Seu
dança semritmo é coerente
medo. A mulhere
virtuosa d ança com Deus tão faci lmen te que muitos homens
ficam intimida dos com o relaciona mento dele c om ele. Alguns
ficam, porém, aliviados demais para sentir medo. Só queremos
que a dama fique curada.
Digolhes então, i rmãs, que acom panhem o ritmo curati vo
de Deus e resp ondam de boa vontade enquanto ele as faz des-
lizar pelas tragédias, t ransform andoas em vitórias. Permita
que ele as faça valsa r por entre aqu ilo a que outros se agarra-
ram e as leve para o que ele preparou para vocês. A noite foi
longa. E ele
Palavra, ntrem
veioeada
paradeleválas
oraçãoaté
e fé,onde
e agora,
os homsobens
a luz
nãodcon
a sua
se-
guem chegar. Ele as fortalec erá de um modo que não nos é
possíve l fazer. Ele é o amante da sua alma.
Toda dama deveria têlo em sua vida. Ele é uma neces sida-
de. Se falta algo em sua vida, talve z seja a presen ça dele. Se o
deixou de lado, mais cedo ou mais tarde encon trará situações
que só ele pode resol ver. O Senh or está diante de você co m os
braço
se. Elesconhece
estendi dos. Seus olhos abrilha
perfeitamente m de apaixonado
sua necessidade. interes-
Sua voz amo-
rosa supl ica: "Q uer dançar comigo?".
C a pít ul o dezesseis

t /n
mm v íjra w /jm h õ

vida é uma série de desafio s e testes. E la vem totalm en-


te equipada com praze res e sofrim entos, sol e chuva. É
A uma mesc la de todos os sentimen tos imagin áveis. Eu já estive
na temp estade, e uma coisa que posso afirmar é que a tempes-
tade passa
pára, depois
as nuven deembora
s vão algum etempo. A tormen
o dia nasce. Qu etabênção
passa, quando
a chuva
a noite foi longa e vemos que finalm ente raio u a manhã.
O Senho r nos dá novos dias. Abrac ei minha m ulher duran-
te a noite inteira e ela me abraçou. Não somos perfeito s, somos
apenas dois coxos manquejan do jun tos para casa. É tão bom
saber que não tenho de trop eçar de volta par a casa só com os
meus memb ros torcidos e joel hos quebrados. Ela e eu decidi-
mos cam
cos ou inharEjuntos,
fortes. a noite?com chuva ou
Se chegar, sol, certos
chegou. ou errados,
Ela terá de passafra
r e,-
quando passar, estar emos seguros n os bra ços u m do outro e
daquele que nos vigia no escuro.
Deus estancou as lágrimas dela, mas eu tive de enxu gar seus
olhos. Amanhã ela talvez tenha de en xug ar os meus. Mas não
importa, pelo menos a dama tem o amado e o amado tem o Se-
nhor. Nós o temos para os mom entos d ifíceis dem ais para a
mente hum ana reso lver. Estive lá como uma testem unha da
noite e estou aqui para contarlhe so bre a luz da manhã. Não
há melho r maneira de acordar do que ver o sol encharcando o
rosto esperançoso de alguém cuja face som bria tornouse a
tela para os raios lumin osos do amanhã.
Se tiver a bênção de uma vida longa, verá m uitos triunfos e
enfrentará m uitos desafios. Irá rir alegrem ente e chorar de
dor. Experim entará cada sentim ento conhecid o do homem.
Verá bons e maus tempos. N inguém po de fugir a estes últ imos.
Ninguém está isent o. Ningué m pode nos proteger ou esconder
da dor.
Essa é a realidad e que afeta as casas mais ricas, assim como
as mais pobres. Em termos claros, esta é a vida. E assim que ela
é. Sempre foi e sempre será. Todavia, em meio à loucura,
quando enfrentamos situaç ões que parecem sem pé nem cab e-
ça, é útil saber que em algum lugar, além das paixõe s e sofri-
men tos, há um Deus.

Bendito seja o Deus e Pai denosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de


misericórdiase Deus de toda consolação!É ele que nos conforta
em toda a nossa tribulação, para podermosconsolaros que esti ,
verem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mes-
mos somos contemplados porDeus.
2Coríntios 1.34

Um dos m uitos nom es do Senhor é Consolador. É difícil e x


plicá r quão excelen te é essa descrição. Ele é o grande co n-
solador. A sua presença no s faz sentir à vontade na s situações
mais descon fortáveis. Ele pode remover a escura mortalha de
sofrimento e libertar o coração cativo sepultado ne la. C om ha-
bilidad e e cuidado, Deus nos li vra de problem as que julgá va-
mos sem solução. Tem o poder de extinguir o trauma e restau-
rar a paz. Apanha as nossas lágrimas e guarda as nossas do-
res. Tem a capacidad e de estar sem pre à nossa dispo sição.
Sempre que precisa dele, voc ê o encontra.
Todos nós viveremos, amaremos e experimentaremos perdas
antes que nosso tempo na terra se acabe. É a perda de coisas
que nos faz apreciar o que ainda possuímos. O gosto amargo
da pobrezao toma
memorar triunfoa prosperidade mais
se não tivermos doce. Como
enfrentado podemos co-
a derrota?
Lemos na Palavra de Deus que há "tempo de chorar e tempo
de rir; temp o de prantear e temp o de saltar de aleg ria" (Ec 3.4).
Ela tem razão, vivemos cada dia sem saber o que iremos enfren-
tar momento a momento, sem saber o que nos aguarda amanhã.
No entanto, é um g rande consolo saber quem guard a o amanhã.
O amanhã não está nas mãos de seu supervisor, seus filhos,
seu marido,
pode ser mannem de qualquer
ipulado outra
por você. Eu pessoa.
não possoOdom
amanhã nãoO
inálo.
amanhã está nas mãos do Senhor . O que q uer que você faça,
reserve tempo para falar com ele porque p recisará dele antes
do amanhecer.

Ao anoitecer pode viro choro, mas a alegri


a vem pela manhã.
Salmo 30.5

Ele estará l á quando os maridos, aman tes, filhos, amigos,


empregos e dinheiro se forem. Está lá durante a noite. Nos lu-
gares escuros  e todos temos lugares escuros. Tome c oragem,
minha irmã, e compreenda que o choro pode du rar uma noite,
mas a alegria vem quando aman hece. A noite às vezes parece
longa, mas quando termina, sempre virá a luz da manhã. Voc ê
teve uma noite difícil, revirouse muitas v ezes na cama para
encon trar descanso, mas a noite quase acabou e o dia se apro-
xima; a manh ã está c hegando.
Pense nisso. Você foi derrubada no chão, mas sempre se le-
vantou. Por mais escura que fosse a noite, o dia semp re chegou
para você. C ompreenda que a graça de Deus a protegeu e sus-
tentou, mantevea segura. Os tempos mudam, as estações
mud am, mas Deus é imutável. Ele é o mesmo D eus que a f ez
superar o passado e lhe prom ete o futuro .
Saiba que v ai levantarse. A motivação para sobreviver te m
srcem no poço que você po ssui em seu ínti mo. O Senhor é a
fonte q ue enche e sse poço. Você não te m de fazêlo fluir , basta

queAdeixe
oraçãoa água correr.
de nossos filhos dizem isso m uito bem. Crianças
com pijamas de flanela se ajoelham ao lado da cama, cruzam
as mão s, fecham os ol hos e sussurram esta sim ples oração:
"Deito me agora para dormir, or o ao Senho r para q ue guarde
a minha alm a". Elas dizem essas palavras com ternura, pre -
parandose para descansar à noite. Se apenas pudéssemos
manter vivas essas pala vras enquanto envelhecem os, sobre-
viveríamo
se uma profus a nda
todos o s traumas.
verdad N essa
e: há coisas frase
que nãosimples encontra
estão sob o nosso
controle.
Há estágios, ép ocas e l ugares na vida que todos temo s de
enfrentar. Q uando os enfrentamo s, é preciso deitarnos como
crianças e repousar como ovelhas, confiando no Grande Pastor
para nos vig iar noite a dentr o. Ele sempre estará ali, para vêla
atravess ar a noite. O que que r que aconteça, então, não tema,
porque
Vocênunca
é uma está verdadeiram
m ulher ente sozinha
de excelência. É forte e.poderosa por
suas próprias qualidades. Às vezes, se for da vontade de Deus,
ele envia a uma m ulher excelente um m arido exce lente que
tem a graça para ser um aman te e a unção para ser um amigo .
Em certas ocasiões, ele envia alguém para cantar as canções
que o coração dela d eseja ouv ir. De vez em quand o, envia um
braço forte para rodear seu corpo frágil e darlhe um momento
de repouso e tranqüilidade.
Nenh uma dessas exp eriências, porém, jamais tomará o lu-
gar da experiênc ia sup rema, pois a maior fonte de força que
você conhe cerá é a que vem do Senhor.
Não importa quanto sofrimento a vida lhe trouxe, não pare
até que venha a manhã, porque ela sempre vem. Está no fim de
cada noite. Está no fi m de cada lar desfeito. Está no fi m de
cada divó rcio trágico. Mas ela chega. Está no fim de adversi
dades, traições, demoras e negativ as, mas quando tudo passa,
a manhã vem.
Desafioa, minha irmã, minha amante, minha esposa, mi-
nha mãe, minha amiga, a esperar pela manhã porque ela che-
ga realmente. Não permita que as tragédias da vida a de-
primam a ponto de perder a sua esperança da manhã. Não
permita que as decepções e perdas amargas lhe roubem as
expectativas de um novo dia.
Desperte cantando a leluias pela manhã. Aspire o ar fresco
e exale o a r gasto do seu pa ssad o, dizen do a você m esma:
"Posso se ntir a aurora chega ndo". E ela virá. Encorajoa a ven-
cer os obstáculos com con fiança sobrev iver aos traumas como
uma vencedora. Eu a encorajo a descobrir lenitiv o median te o
sofrimento e conhecer conforto em meio às crises, porque a
man hã virá .
Há alguns anos, John Newton escreve u estas palavras du-
rante uma crise em sua vida. É um hino que revigora o coração
e acende a chama da sobrevivência. Ele sempre animou a mi-
nha fé e motivou o meu es pírito e sei que deve ter sido divina-
mente inspirado.

Preciosa a graçade Jesus, que umdia me salvou.


Perdidoandei, sem ver a luz, mas Cristo me encontrou.
A graça,então, meu coraçã o do medo libertou.
Oh, quão preciosasalvação a graça me outorgou.
Promessas deume o Salvad or, e nele euposso crer.
É meu ref
Perigos úgio
mil e protetore em
atravessei todo me
a graça o meu
leu.viver.
va
Eu são e salvo agora ireiao santo lardo céu.
Joi iN N kwton , 17791

1 Hinário para o Culto Cristão, Ed ição de L etras, JUERP.


Não é isso que a manhã representa? Sair da cegueira e pas-
sar a ver. Oro para que as trevas se afas tem de cada aspecto da
sua vida, como nuvens e mpurradas no céu por um sopro de
vento. O Senhor pode fazer isso para v ocê. Ele lhe trará graça ,
a ajuda rá a enxer gar e a vigiará duran te a noite.
A única
graça dele acoisa queNele
sal vou. ão vai pedirlhe
basta agradeceé que
r. É recon
pre cisoheça
ser que a
grata.
Você deve ter uma atitude de gratidão. U ma convicção sutil de
profun da apre ciação. Ser grata é recon hecer que a vida tem
sido temp estuosa, mas que Deus tem sido fiel e, no final, el e
continua digno de todo o louvor.
Prepar ese para ouvir o som estriden te da trombeta sendo
soprada, tinindo em seus ouvidos para anu nciar a chega da do
dia. Você
para o dia,não
poispoade esperar atéanuncia
meianoite que veja a luzque
à alma paraespera
pr eparars
que ae
noite está acabando e o dia começando.
A meianoite é o ponto crític o da noite. E nessa hora que o
sol inicia a sua ascensão e as trevas noturnas começam a desa-
parecer aos poucos na luminosidad e das expectativas. Fique
prep arada! An oite está chegando ao f im e o dia se encontra
diante de v ocê. E stá na hora de sair e encontrar o seu dest ino.

Mas, à meianoite,ouviuse um grito: Eis o noivo! Saí ao seu en-


contro! Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam
as suas lâmpadas. E as nésciasdisseram àsprudentes:Dainos
do vosso azeite, porqueas nossas lâmpadas estãose apagando .
Mateus 25.68

Fui designado para anu nciarlhe que o noivo chegou. V á ao


encontro dele. Esta não é hora de ficar deitada no leito do de-
sespero  não importa quão l onga seja a noite, nem quão es-
curo esteja. O que quer que tenha sofrido, já passou. O dia está
nascend o e o noiv o acaba de chegar. Agora, min ha irmã, não
seja insensata e não deixe que a vida a enfraqueça e lhe roube
o seu azeite . Você precisa m ais do que nunca do óleo do Es pí-
rito Santo, pois agora é a hora de preparar a sua lâmpada, d is-
porse, organizar seus sonhos e sair ao encontro dele.
Algumas de vocês foram atropeladas pelos cuidados da
vida, mas está na hora de entrar no quarto e d izer a seu mari-
do: "Amor, estou de volta". Vá até ele. Sei que no sentido estri-
to do texto,
contro com aCristo
referência é a Cristo,
mediante mas o versículo
o comentário sobre umailustra
mulhero en-
que sai para enc ontrar o noivo. Seria então possív el que o pre-
cioso Espírito Santo pudesse ajudar uma mu lher afastada do
marido a ir finalmen te ao encon tro dele em lugar de ficar à
espera?
Os homens g ostam da mulher que vai encontrálos no meio
do caminho. M as você não pôde ir ante s. Estava sofrendo mui-
to. Selevar
pode fosse,essa
seriacura
pelacom
razão errada.
você. Como asBusca va adecura.
virgens Agora
antigam en-
te que saíam para en con trar o noivo a altas horas da noite,
você deve estar prepara da para estabelecer este mome nto em
sua vida como um a nova era com Cristo no leme.
Descan se nas suas promessas. Confie na sua força. Aqueça
se na sua prese nça e saiba que voc ê é o vaso es colhido por ele.
Encontrese com ele . Ele está esperando para removêla do seu
passado e fazêla
Você deve saberentrar em seu
que algo futuro. a espera do outro lado
ou alguém
da sua prova. Seus filhos e sua família estão esp erando. Dama,
seu marido está esperan do para ser o amante em sua vida. O
Senhor não a teria guiado através dela se não tivesse algo ou al-
guém para esperála. Deus é o seu Senhor, mas ele cham ou o
hom em para ser se u amante.
Não com eta o erro de tornarse tão espiritualm ente ligada
ao Criad or a ponto de i mpedir que aquilo que ele criou para
você tenha o seu lugar de direito na sua vida. Se Deus a quises -
se inteirinha para ele, não lhe daria um marido para amar.
Como Eva que acordou pela m anhã e viu que Deus tinha um
homem aguardand o por ela, o seu Adão está esperand o você.
Não o faça esperar demais.
A partir de hoje, ao levantarse, olhe o dia diretamente nos
olhos e diga com toda a sua força: "Este é o dia que o Senho r
fez. Irei rejubilarme e alegrarme ne le" . Embora seja verdade
que só o Senhor pode fazêla atravessar a noite, devo dizerlhe
que cabe ao homem encontrarse com você pela manhã.

queSeele
estiver casa da com. Ele
está esperando umde
hom emda
sistiu que a ame,
dança compreenda
para que Deus
pud esse cu rar como só ele pode fazer. M as quando a danç a
termina r e a noite tiver passad o, Adão continua querendo vê-
la. E Deu s não é ciumento. Ele os criou para ficarem j untos. Ele
deua como um pre sente a Adão. Você é a resp osta de Deus à
oraç ão de Adão.
Senhora, é uma alegria imensa ser o hom em que a aguarda
do outro lado do seu desafio. Só não faça Adão esperar. Agora
que está acordada e a noite finalmen te termin ou, Adão está di-
zendo: "Olhe, mulher, fiquei esperando por você . Venha cá!".
Para a dama que sobrevive à noite, nós, homens, sabemos
que foi Deus quem a fez atravessála. Mas ele a trouxe para
nós. E arr ebatador ser o amante que recebe o primeiro beijo da
mulher acordada. Você está acord ada? Faç a um sinal ao seu
homem . Se ele esperou até a noite terminar, não adie a sua re-
cuperação. O Senh or diz ao amante: "Tudo está bem agora.
Eu a ajud ei a passa r pela tem pestad e. Ago ra é a sua vez de
amála". Adão recebe então o privilégio único de ser aquele que
sopra as palavra s ardentes da paixão baixinho em seu ouvido.
Escute o que ele diz. Ouça o seu amor.
O quê? Você sentiu o calor, mas não p ôde ouvir as palavra s
dele?
Sei que é difíc il ouvir. Os hom ens q uase nun ca falam de
amor em palavra s. Falam os de amor com os olhos brilhando,
com suspiros longos e sorrisos ternos. Deixeme interp retar
este momento para que você possa ouvir o que está sendo dit o.
Ele olhou tão fundo em seus olhos que viu o tremor em sua
alma. Tirou o cabelo de seu rosto, tocou sua nuca e murm urou
baixinho em seu ouvido, dizendo apena s: "V amos, querida,
acorde. Já é de man hã!" .