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CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO

ETEC DE CUBATÃO

CURSO TÉCNICO EM LOGÍSTICA

ALEXANDRE SANTOS DA SILVA


JENNIFER DE FÁTIMA BARBOSA ARAÚJO
JOSÉ MILTON DOS SANTOS
LUCAS REIS GOMES
MILENE RIBEIRO DA SILVA

SISTEMAS DE SUPRIMENTOS PARA


MICROEMPRESA NA ÁREA DE VENDAS DE
CARTUCHOS DE TINTAS

Cubatão

2010
CURSO TÉCNICO EM LOGÍSTICA
ALEXANDRE SANTOS DA SILVA
CAISER JERÔNIMO GOMES
JENNIFER DE FÁTIMA BARBOSA ARAÚJO
JOSÉ MILTON DOS SANTOS
LUCAS REIS GOMES

SISTEMAS DE SUPRIMENTOS PARA


MICROEMPRESA NA ÁREA DE VENDAS DE
CARTUCHOS DE TINTAS

Trabalho de Conclusão de curso


apresentado à ETEC – Cubatão, como
exigência da Matéria DTCC para a
obtenção de título de Técnico em
Logística.
Sob orientação dos professores:
Margaret Sanches Bonilha e Rommel
Siqueira C. Cantalice.

Cubatão
2010
1. Nome:

Instituição:

Cargo/Função:

Considerações:

Assinatura:________________________________________

2. Nome:

Instituição:

Cargo/Função:

Considerações:

Assinatura:________________________________________

3. Nome:

Instituição:

Cargo/Função:

Considerações:

Assinatura:________________________________________

Assinatura do Professor responsável:______________________________

CUBATÃO

2010

DEDICATÓRIA
Dedicamos esse trabalho a nosso grupo que com esforço procurou
desenvolver uma pesquisa embasada num problema empresarial e com muita
dificuldade desenvolveu o tema definido e também aos professores que nos
ajudaram com a definição do tema e no desenvolvimento do contexto.

CUBATÃO

2010

AGRADECIMENTOS
Agradecemos a Deus que nos concedeu paz e sempre nos manteve unidos.

Também aos nossos professores que com disposições sempre nos ajudaram a
melhorarmos esse conteúdo.
“Aqueles que dizem que
Não dá para fazer
Devem sair do
caminho
Dos que estão
fazendo.”

Joel Barker.
RESUMO
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
SISTEMA DE SUPRIMENTO DE MATERIAIS PARA
REVENDA
1.1 Administração de estoque
1.1.1 Custos de estoque
1.1.1.1 custos por item
1.1.1.2 custos com manutenção
1.1.1.2.1 Custos de capital
1.1.1.2.3 Custos de armazenamento
1.1.1.2.3.1 Custos de riscos
1.1.1.2.3.2 Obsolescência
1.1.1.2.3.3 Danos
1.1.1.2.3.4 Pequenos furtos
1.1.1.2.3.5 Deterioração
1.1.1.2.4 Custos de riscos
1.1.1.3 Custos de pedidos
1.1.1.4 Custos com esvaziamentos de estoque
1.1.1.5 Custos relacionados a capacidade
1.1.2 Tipos de estoque
1.1.2.1 Estoque máximo
1.1.2.2 Estoque médio
1.1.2.3 Estoque mínimo
1.1.2.4 Estoque de segurança
2 SISTEMA DE COMPRAS
2.1 Fornecedores
2.2 Produtos
2.3 Custos na obtenção de suprimentos
2.4 Ressuprimento
2.5 Fluxograma de Compras
2.6 Tecnologia da Informação – Sistemas de
gerenciamento de compras
3 Estudo de Caso: Empresa XXXXXXXXX
3.1 Dados da Empresa
3.2 Diagnóstico da área de suprimentos
3.3 Ações corretivas
CONCLUSÃO
REFERENCAS BIBLIOGRAFICAS

INTRODUÇÃO

Delimitação do tema ( o que é)

Objetivos Gerais

Objetivos específicos

Problematização

Hipóteses

Referencial Teórico
Metodologia

Cronograma

Introdução

Sistema de Materiais para Revenda xxxxxx

Custos de estoques
Os custos de estoques são definidos de acordo com a decisão estabelecida
pelo administrador que por sua vez avalia a necessidade ou precisão de
novas operações e controles que geram o processo de movimentação.
Esse custo inclue todas as despesas que a empresa acarreta em função do
volume de estoque estabelecido. A medida que o estoque aumenta,
aumentam também estes custos que podem estar divididos:
-Custos por Item.
O preço por item comprado consiste nesse tem comprado juntamente com
outros custos diretamente associados em trazê-lo para fábrica.Isto ode incluir
transporte, taxas da alfândega se for o caso ou até mesmo seguro.
Para um item fabricado na própria empresa, o custo inclui mão - de - obra
direta, material direto e custos diretos da fabricação.Esses custos podem ser
obtidos junto ao departamento de compras da empresa com o departamneto de
contabilidade.
-Custos de manutenção.
Para manter um estoque varia de acordo com a empresa ou setor da empresa
justamente por que os valores reais dessa manuntenção depende da forma
como é administrado. È necessário que o processo de reavaliação de estoque
seje prestado mensalmente para detectar possíveis desperdícios ou ações
desapropriadas que tragam riscos em sua manutenção.
Esses custos para serem estipulados na empresa é preciso avaliar três
categorias:

Custos de capitais: Onde o dinheiro investido em estoques não está


disponível para outras utilizações e por isso pode estar representando um
custo de uma oportunidade perdida. Já os custos minímos dependem do juros
perdidos no qual não foram investidos aquele dinheiro aplicado ás taxas de
juros determinadas, que poderiam ser bem mais altas, dependendo das
oportunidades de investimento solicitada pela empresa.

Custos de armazenamento: O armazenamento depende muito de espaço,


equipamentos e funcionários existentes, Sendo que á medida de que aumenta
o tamanho do estoque, aumenta também esses custos.
Custos de riscos: Os riscos de mnter um estoque são:
Obsolescência: ocorre quando há uma perda no valor do produto que foi
deixado de ser desejado como principal fonte de necessidade e espectativa do
consumidor diante dos avanços tecnológicos que assumem a liderança do
mecado.
Danos: Quando o estoque é danificado com mau manuseio ou transportado.
Pequenos furtos: Qundo as mercadorias são roubadas ou perdidas.
Deterioração: O momento em que o estoque chega apodrecer com falta de
manutenção e até se dissipa na armazengem ou o tempo de vida de pratelira é
limitada.

-Custos de pedidos.
São designados a partir de uma emissão de peidos feito ou para a fabrica ou
fornecedor.O custo dessa emissão de pedidos não depende da quantidade
pedida.
Independente da quantidade a ser pedida, os custos permanecerão sempre os
mesmos . Entretanto, o custo anual com pedidos depende do número de
pedidos emitidos nesse período.
Os custos de pedidoes em um fabrica incluem:

Custos e controle de produção: O custo e o esforço anual do controle de


produção dependem do número de pedidos e não da quantidae a ser pedida, é
notório que quanto menos pedidos por ano menor será o custo. Sendo que os
custos ocorridos correspodem também à emisão, fechamento, programação,
determinação da carga, ao despacho e à expedição do pedido.

Custos de preparação e desmontagem: Quando um pedido é emitido, o


centro de trabalho começam a se preparar para realizar o pedido e assim
desmontar a preparação no final da operação.

Custos e capacidade perdida:


Toda vez que for realizado um pedido, o tempo consumido com a preparação é
perdido em termos de resultado produtivo isso é definida como uma perda de
capacidade que esta relacionado com o número de pedidos efetivados
diáriamente.
Custos de pedidos de compra: toda vez que que que é realidade um pedido
de compra também é gerado custos justamente por atender o seguimento
processo como : expedição,o rcebimento e pagamento da fatura etc.

-Custos de esvazeamento de estoque.


Um esvaziamento de estoque pode acarrentar custos muitos caros devida a
falta de pedidos não atendidos relacionadas com clientes e e vendas perdidas.
As falatas de estoques podem ser reduzidas pela manutenção de um estoque
extra que protegerá a empresa d ocasiõs em que a demanda é mair que a
prevista.
-Custos relacionados a capacidade.
Os custos de capacidade ocorrem devido um aumento de horas- extras,
contratações, treinamentos, turnos extras e dmissões.
Estes custos podem ser evitados por meio de produções de itens em peíodo de
folga para serem vendidos em períodos de pico que ocasionara um aumento
de stoque na folga.
(J. R, Tony Arnold Administração de materiais – Atlas São Paulo 2006 Pags
273,274,275,276 e 277.)

livro:

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Tecnologia da Informação consiste em recursos tecnológicos que trazem
agilidade para o tratamento das informações de uma empresa tais como,
computadores, impressoras, fax, redes, telefones, entre outras ferramentas,
que são necessários para atender as necessidades empresarias. Atualmente
não se pode deixar de lado essa Tecnologia e seus recursos disponíveis para
elaborar um sistema de informação, pois sua ausência pode ocasionar em
perdas em diversas áreas de uma organização.
Não se pode pensar em Tecnologia da Informação apenas aplicando
sua tecnologia à informática tais como hardware, software e seus periféricos e
se esquecendo de sua principal finalidade que é o aprimoramento e
desenvolvimento contínuo para se tornar auxílio dos negócios, processos e
atividades.
A Tecnologia da informação não deve ser trabalhada e
estudada de forma isolada. Sempre é necessário
envolver e discutir as questões conceituais dos
negócios e das atividades empresariais, que não
podem ser organizadas e resolvidas simplesmente com
os computadores e seus recursos de software, por
mais tecnologia que detenham. Em consequência das
questões dos negócios empresariais, aparecem as
questões comportamentais para uma utilização efetiva
dessas tecnologias (REZENDE, ABREU, 2000, p.71).

Componentes da Tecnologia da Informação

A Tecnologia da Informação está fundamentada nos seguintes


componentes Rezende, Abreu (2000, p.76, 77):
• Hardware e seus dispositivos periféricos;
• Software e seus recursos;
• Sistemas de telecomunicações;
• Gestão de dados e informações.
Os componentes acima se interagem, porém o mesmo é dependente do
recurso humano que embora não seja um componente da Tecnologia da
Informação, sem o mesmo esta tecnologia se tornaria sem funcionalidade não
podendo ser utilizada.

SISTEMA DE INFORMAÇÃO NO PROCESSAMENTO DE COMPRAS


Definição:
Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever sistema seja ele
automatizado (Sistema de Informação Computadorizado), ou seja manual, que
abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar,
processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o
usuário e/ou cliente.
A expectativa de se obter tais informações, para
satisfazer determinadas necessidades, corresponde ao
objetivo geral dos Sistemas de Informação (MELO,
2002, p.30).

Podemos também definir Sistema de Informação como todo sistema usado


para prover informação (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o
uso feito dessa informação. Um sistema de informação possui vários elementos
inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo),
disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de
feedback.
Conforme citação de Lucas (2007), a importância atribuída à informação
de modo genérico se aplica à gestão das compras. Na ausência de um fluxo de
informações constantes, os gestores ficam impotentes para tomar uma decisão
racional e coerente, inerente ao processo de compras. A informação é
reconhecida como um ativo intangível de valor.
Para Borges e Silva (1999), a pesquisa é um elemento básico para a
operação do setor de compras. A função das compras requer procura
sistemática e análise de fatos, para que exista a ciência dos novos
desenvolvimentos e das técnicas crescentes, bem como da estrutura
econômica dos fornecedores com os quais a empresa negocia.
Na gestão das compras, a utilização dos sistemas de software para o
gerenciamento integrado das operações, como no Enterprise Resource
Planning (ERP), e dos programas de resposta rápida ao consumidor, têm
promovido mudanças relevantes no segmento. Essas tecnologias são
utilizadas em processos de automatização e nos procedimentos de integração
dos setores, funções empresariais e atividades das diversas unidades de
negócio da firma. O processo fabril e/ou de serviços, e a alta administração da
empresa tendem a ser totalmente organizados e integrados, desenvolvendo-se
no mesmo sentido, a tomada de decisão racional e sistemática, com maior
probabilidade de acertos (REZENDE, ABREU, 2001, p.206).
Os programas de resposta rápida são iniciativas que começaram a ser
desenvolvidas por clientes e fornecedores com o objetivo de redesenhar o fluxo
de produtos e as operações de produção e de distribuição. Esta modificação
ocorre através do maior compartilhamento adquirido para a gestão das
informações (WANKE, 2004).
A flexibilidade proporcionada através dos programas de resposta rápida
permite aos varejistas prever na data de hoje o que venderão amanhã. Através
destas possibilidades, se torna mais fácil garantir as mercadorias adequadas
nas lojas, na hora certa, nas quantidades ideais, respeitando cores, tamanhos
e estilos corretos perante os desejos expressos pelos clientes/consumidores
(PARENTE, 2000).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICA

DONALD J. BOWERSOX, DAVID J. CLOSS, M. BIXBY COOPER, Gestão


Logística de Caseia de Suprimentos: São Paulo, Bookman 2006, pag. 123,
449, 450.

Kleber Fossati Figueiredo, Paulo Fernando Fleury e Peter Wank, Logística e


gerenciamento da cadeia de suprimentos: São Paulo, Editora Atlas 2008, Pag.
415, 416.
Plácido e Silva, Vocabulário Jurídico. 3ª Edição. v.2. Rio de Janeiro : Forense.
1973, p. 714.

www.knoow.net/cienceconempr/.../produto.htm

MUNDO ACADÊMICO
http://www.administradores.com.br/comunidades/mundo_academico/216/

REZENDE, Denis A.; ABREU, Aline F. Tecnologia da Informação Aplicada à


Sistemas de Informação Empresariais. São Paulo: Atlas, 2000.

SISTEMA DE INFORMAÇÃO. In: WIKIPÉDIA: a enciclopédia livre. Wikimedia,


2010. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informação>.
Acesso em 12 set. 2010.

MELO, Ivo Soares. Administração de Sistemas de Informação. 3 ed. São


Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002

LUCAS, Augusto Horácio. Gestão de Compras em Supermercados. Trabalho


de Conclusão de Curso (Curso de Graduação em Gestão) – Faculdade de
Economia. Universidade Eduardo Mondlane, Maputo, 2007.

BORGES, Murilo; SILVA, Karina Rachel. Compras. Trabalho de Conclusão de


Curso: Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC,
1999.

PARENTE, Juracy. Varejo no Brasil: gestão e estratégias. São Paulo: Atlas,


2000.

WANKE, Peter. Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de


Suprimentos (2004).