Anda di halaman 1dari 3

5 Princípios bíblicos para um casamento feliz

Salomão, em Cantares 4.7-12, oferece cinco princípios que podem garantir a


felicidade no casamento. Neste texto, a Bíblia nos ensina a mantermos nosso
casamento feliz e abençoado.

O primeiro princípio do texto é o elogio (v. 7). Parece haver demagogia nas
palavras do noivo. Seu elogio parece ser irreal e utópico. O que realmente ele quer
dizer com “defeito algum”? Seria essa mulher realmente perfeita? Se todos têm
defeitos, porque ele está dizendo que ela é sem defeitos? Ou este homem está
fazendo um elogio desonesto, ou está imaginando uma mulher que não existe! Sim,
essa mulher existiu. Sim, este homem também. E sim, ele está sendo honesto. Sabe
por quê? Porque o verdadeiro amor se concentra nas virtudes e não nas falhas da
pessoa amada. É natural no ser humano sua necessidade de elogio. Ocorre que, em
muitos casos, passado o tempo de relacionamento conjugal, alguns cônjuges deixam
de cultivar o saudável hábito de elogiarem-se. Não só isso, muitas vezes, a única
coisa que um cônjuge faz ao outro é criticá-lo. Há muitos casos de pessoas que
apontam falhas e defeitos do seu cônjuge, mas, não são capazes de fazer-lhe um
elogio sincero. Contudo, o elogio pode transformar o relacionamento. O elogio levanta
nossa auto-estima, enobrece nossas virtudes, evidencia nossos talentos. Como no frio
do inverno o corpo precisa de calor para se aquecer, a alma humana carece de
valorização. Cônjuges precisam trocar mais elogios entre si do que distribuir elogios a
outros. Que o marido elogie sua esposa. Que a mulher elogie seu marido. Essa atitude
renova o amor e sustenta o casamento.

O segundo princípio é o romantismo (v. 9). O marido do texto usa uma


linguagem efusiva e entusiástica sobre seus sentimentos. Fala de seu coração
arrebatado, disparado pelo olhar de sua amada e pela beleza das pérolas do seu
colar. O romantismo é para o casamento o que o oxigênio é para os seres vivos,
essencial, indispensável. Como a falta de oxigênio sufoca os seres vivos, a falta de
romantismo sufoca a relação entre marido e mulher. O romantismo marcou o namoro
e o noivado. Não pode ser abandonado no meio da caminhada conjugal. Romantismo
é a troca de afeto e carinho que protege o casamento. Por outro lado, a mesmice, a
rotina, o marasmo, a formalidade, são sintomas claros da ausência do romantismo.
Em geral, a relação extraconjugal é uma consequência da carência afetiva. Por faltar
romantismo, carinho, afeto, um cônjuge pode facilmente ser pego na armadilha da
sedução. O romantismo é como uma flor. Tem de ser cultivado. Não é algo que
acontece natural e automaticamente, requer que ambos os cônjuges estejam
decididos a mentê-lo vivo em sua relação. Sem dúvida, o romantismo renova o amor e
sustenta o casamento.
Em terceiro o texto fala do princípio da comunicação (v. 11). O apaixonado
noivo do texto bíblico está declarando que a comunicação que existe entre ele e sua
amada é:
1° AGRADAVEL,
2° PRAZEROSA e
3° EDIFICANTE.

Talvez estejamos agora diante de um dos maiores problemas enfrentados


pelos casais atualmente: a falta de comunicação. Vivemos em uma sociedade
marcada por duas características fortes e cruéis: a superficialidade e o isolamento. As
pessoas e seus relacionamentos tornam-se cada vez mais superficiais por conta do
isolamento que marca a face das pessoas da atual geração. Naturalmente, o
casamento não passa intacto por esse momento da civilização humana. Cada vez
mais os casais estão isolando-se em seus casulos debaixo do mesmo teto. Não há
comunicação saudável entre marido e mulher. E de extrema necessidade que os
casais deem uma pausa na correria diária, tirem um tempo para parar e conversar.
Sentarem-se em volta da mesa e ficar um tempo juntos, falando sobre qualquer coisa,
fútil que possa parecer, mas precisam ficar ali. Casais devem conversar, e longamente
sobre seus sentimentos, seus sonhos, seus propósitos. Devem dedicar para si
mesmos, tempo o bastante para desfrutarem da intimidade que permite abrirem o
coração um para o outro. O casal deve cultivar o hábito do diálogo profundo. Essa
atitude renova o amor e sustenta o casamento.

O quarto principio que a Bíblia ensina e o princípio da fidelidade (v. 12). O


amor conjugal é totalmente dependente da fidelidade e do respeito. Sem fidelidade a
relação conjugal acabará morrendo, sucumbindo para a desgraça da família. Ora,
quem consegue amar alguém em quem não confia? Quem consegue ser atraído a um
amor incapaz de confiança? A infidelidade é, incialmente, madrasta do amor, depois
passa a ser carcereira, e, por último, se converte em verdugo frio e impiedoso do
próprio sentimento. A mulher do texto declara ser uma torre, uma muralha, um castelo
forte, de altas, alertas e defensivas torres. Ela se considera uma fortaleza
inexpugnável. Isso é exatamente o que a fidelidade representa para o casamento.
Marido e mulher devem dedicar toda sua fidelidade um ao outro, incondicionalmente.
Em nossos dias os valores estão todos invertidos, mas a Bíblia não muda, continua
propondo a fidelidade como único alicerce seguro para o verdadeiro amor conjugal.

Em Cantares, os seios altos e belos da esposa eram torres inalcançaveis. Há,


que bela figura para caracterizar que seu corpo a ninguém mais entregava, e por
ninguém se deixava apalpar ou possuir! Qual o resultado de tal fidelidade? Simples:
“Assim me tornei aos olhos dele como alguém que dá paz” (Cantares 8.10). Ou seja,
relacionamento que se baseia sobre a fidelidade que inspira confiança, ao ponto de os
cônjuges viverem em paz. A paz e a alegria que se busca no amor conjugal repousam
sobre a fidelidade.
Finalmente Salomão fala do princípio do prazer (v. 15). O sexo, criado por
Deus, deve ser o banquete do prazer entre marido e mulher, o deleite mais precioso
entre seus corpos. Naturalmente, o homem tem prazer no ato de possuir aquela que
lhe ascende o desejo: sua mulher; por sua vez, à mulher é natural ter prazer sabendo
que faz nascer na alma dele o desejo de possuí-la. Homem e mulher são assim. O
homem quer possuir, a mulher quer ser possuída. Assim Deus estabeleceu, assim o é.
O prazer do sexo foi criado por Deus para ser desfrutado entre marido e mulher,
dentro dos limites do casamento, logo, é bom, puro, santo e prazeroso. Entretanto, o
sexo antes do casamento é pecado e fornicação, fora do casamento é pecado de
adultério. Há estes pecados e a toda forma de pornografia e promiscuidade que Deus
abomina e condena. Homem e mulher, pois, devem fugir das novas filosofias, novos
conceitos e novas idéias da sociedade atual e ter prazer pelos eternos conceitos
divinos. Se fora do casamento o sexo é pecado, dentro dele a falta de sexo entre os
cônjuges é que é pecado (1 Coríntios 7.5). O sexo puro e prazeroso deve ser
desfrutado num leito sem mácula (Hebreus 13.4). O sexo dentro dos padrões divinos é
uma grande fonte de prazer. Nela, marido e mulher devem beber a largos sorvos.
Como se vê, seguindo os conselhos bíblicos escritos por Salomão é possível viver um
casamento feliz e abençoado.