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12/12/2018 Interdisciplinaridade – Wikipédia, a enciclopédia livre

Interdisciplinaridade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A interdisciplinaridade parte da palavra "interdisciplinar", que tem, como conceito, o que é um comum a duas ou a
mais disciplinas. Diz respeito ao processo de ligação entre as disciplinas. Sendo assim, interdisciplinaridade é uma
proposta onde a forma de ensinar leva em consideração a construção do conhecimento pelo aluno. Ela é uma prática
que não dilui as disciplinas no contexto escolar, mas que amplia o trabalho disciplinar na medida em que promove a
aproximação e a articulação das atividades docentes numa ação coordenada e orientada para objetivos bem definidos.

Voltada para a formação do indivíduo, a interdisciplinaridade propõe a capacidade de dialogar com as diversas
ciências, fazendo entender o saber como um todo, e não como partes ou fragmentações. Trata-se de um movimento,
um conceito e uma prática que está em processo de construção e desenvolvimento dentro das ciências e do ensino das
ciências, sendo, estes, dois campos distintos nos quais a interdisciplinaridade se faz presente. Assim,
interdisciplinaridade é parte de um movimento que busca a superação da disciplinaridade.

Definir um objeto que está em construção, coexistindo com aquele que o estuda, é uma tarefa difícil e até certo ponto
parcial, uma vez que este objeto está se transformando e se alterando. Assim, toda discussão sobre
interdisciplinaridade é passível de análise comparativa com o material contemporâneo sobre o tema até que este esteja
melhor desenvolvido e articulado, muito mais pela prática do que pela teoria, uma vez que a interdisciplinariedade
esta acontecendo, e a partir disso, uma teoria tem sido desenvolvida.

Um estudo epistemológico é proveitoso para a delimitação do tema. Existem quatro palavras que são particularmente
relacionadas entre si e todas delimitam uma abordagem científica e educacional. Pluridisciplinaridade,
multidisciplinaridade, "interdisciplinaridade" e transdisciplinaridadeː o que há em comum nestas palavras é a
palavra disciplina, que deve ser entendida como aquelas "fatias" dos estudos científicos e das disciplinas escolares, tais
como matemática, biologia, ciências naturais, história etc. e de um esforço em superar tudo o que está relacionado ao
conceito de disciplina.

Índice
Origem e conceitos
Princípio dos estudos científicos
Disciplinarização do conhecimento
Diferenciação entre disciplina escolar e científica
Transdisciplinaridade e multidisciplinaridade
Transdisciplinaridade
Multidisciplinariedade
Diferenças entre transdisciplinaridade e interdisciplinaridade

Aplicação na ciência
Novas práticas de pesquisa
Novas disciplinas científicas
Aplicação na educação
No nível básico
No nível superior
Na prática
Principais autores
https://pt.wikipedia.org/wiki/Interdisciplinaridade 1/7
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Ver também
Referências
Ligações externas

Origem e conceitos
A interdisciplinaridade tem suas raízes na história da ciência moderna, sobretudo aquela produzida a partir do século
XX. Por isso, para compreender este movimento, é necessário apresentar algumas considerações sobre esta temática.

Princípio dos estudos científicos


Desde o século XV, a ciência passou por uma grande mudança em toda a sua estrutura, o que resultou numa explosão
de novos conhecimentos, novas práticas e técnicas de pesquisa, isso tem início com o renascimento e com a perda, por
parte da igreja, do poder que exercia sobre o homem e a sociedade. Pesquisas até então condenadas e censuradas
começavam a ser feitas, por exemplo pesquisa da anatomia humana através da dissecação de cadáveres. Galileu, Da
Vinci, Copérnico, entre outros, surgem com grandes inovações e ideias que alterariam o pensamento humano. Com
tudo isso, surge definitivamente a ciência e a pesquisa científica, tomando lugar entre a teologia e a filosofia, com a
missão de apresentar a razão em oposição a fé e a pesquisa em oposição ao discurso e a retórica.

Disciplinarização do conhecimento
Num período muito curto, a ciência tem seus fundamentos desenvolvidos e sua principal função torna-se a de
compreender as coisas partindo do macro, do todo, até chegar no micro, na menor partícula, na menor parte, a fim de
ter uma visão mais profunda do todo. Então o movimento que a ciência passa a realizar é partir da compreensão já
existente das coisas, por exemplo, das ideias postas do que é o homem, seu corpo, seus membros, seus sistemas, o
funcionamento do corpo etc., em direção à menor partícula que possa ajudar a definir e compreender esse mesmo
homem. Assim, iniciam-se as pesquisas em anatomia humana, pesquisas em microbiologia humana, até, bem
recentemente, chegar-se a um grande contingente de informações e conhecimentos do que é o homem, tendo chegado
até o DNA.

Importante observar que, segundo o exemplo dos estudos do homem, com o tempo o volume de estudos e de
informações levantadas foi ficando grande ao ponto de ser necessária a criação de novas subcategorias que dessem
conta de continuar as pesquisas e dominar os conhecimento adquiridos, em outras palavras, a disciplina de ciências
passa a ter uma nova disciplina especifica que responderia então por um conhecimento especifico da ciência absoluta.
Esse processo se repete exatamente como se dá a divisão celularː quando uma disciplina está desenvolvida o
suficiente, ela se divide e dá origem a outra disciplina, distinta da primeira em seu objeto de estudo e exigente quando
ao pesquisador que deve dominá-la, que é o especialista.

Através deste movimento, partindo do século XV, em que existia somente a disciplina de ciência, que era dominada
por todos os estudiosos envolvidos, chega-se ao século XXI com uma infinidade de disciplinas especializadas nas mais
diversas frações da ciência, tais como ciências sociais, sociologia, antropologia, psicologia, anatomia geral, anatomia
específica ou neurologia, cardiologia, fisiologia, ciências da natureza, biologia, microbiologia, ciências exatas, química,
física, e muitas outras, cada uma sendo responsável por uma pequena fração, ou especialidade da ciência, e cada uma
com um especialista diferente, que domina somente a sua especialidade, aquela fração do conhecimento.

Diferenciação entre disciplina escolar e científica


Embora o termo "disciplina" seja empregado para mencionar tanto as frações do conhecimento científico, como
frações dos estudos escolares, e em muitos casos tenham os mesmos nomes, tais como história, matemática, química,
física etc. As ligações entre umas e outras está somente nisso. Não há relação direta entre uma disciplina científica e

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uma disciplina escolar com mesmo nome, o que se dá é que, remotamente, o objeto de estudo de uma e outra
disciplina é o mesmo, porém a disciplina escolar não apresenta todos os conhecimentos da disciplina científica, por
vezes até foge um pouco desses conhecimentos, como no caso da disciplina escolar de geografia, que não contempla a
cartografia, a geologia, dentre outras. Isso se dá porque as funções de uma e outra disciplina são diferentes.

É importante observar que as disciplinas escolares tomam muito daquilo que é produzido pelas disciplinas científicas
e revestem esses conhecimentos de funções didáticas que têm a função de levar os alunos a conhecerem, mesmo que
minimamente, o que é produzido pelo homem em termos de conhecimento e estudos.

Transdisciplinaridade e multidisciplinaridade

Transdisciplinaridade
A transdisciplinaridade é uma abordagem científica que visa à unidade do conhecimento. Desta forma, procura
estimular uma nova compreensão da realidade articulando elementos que passam entre, além e através das
disciplinas, numa busca de compreensão da complexidade do mundo real. Além disso, do ponto de vista humano, a
transdisciplinaridade é uma atitude empática de abertura ao outro e seu conhecimento.[1]

É um termo originalmente criado por Jean Piaget, que, no I seminário Internacional sobre pluridisciplinaridade e
interdisciplinaridade, realizado na Universidade de Nice, também conhecido como Seminário de Nice, em 1970,
divulgou, pela primeira vez, o termo, dando, então, início ao estudo sobre o mesmo, pedindo para que os participantes
pensassem no assunto.

Hoje, tendo o Centre International de Recherches et d`Études transdisciplinaires (CIRET) como um dos principais
centros mundiais de estudos sobre os conceitos transdisciplinares, é um dos mais complexos, e por consequência um
dos mais estudados conceitos, onde ao mesmo tempo procura uma interação máxima entre as disciplinas porém
respeitando suas individualidades, onde cada uma colabora para um saber comum, o mais completo possível, sem
transformá-las em uma única disciplina.

E é na Carta da transdisciplinaridade,[2] produzida no I Congresso Mundial de Transdisciplinaridade 1994, realizado


em Arrábida, Portugal, com fundamental colaboração do CIRET e apoio da UNESCO, em que temos uma definição do
conceito transdisciplinar:

* Artigo 3: "(...) A Transdisciplinaridade não procura a dominação de várias disciplinas, mas a abertura de todas as
disciplinas ao que as atravessa e as ultrapassa."[2]

* Artigo 7: A transdisciplinaridade não constitui nem uma nova religião, nem uma nova filosofia, nem uma nova
metafísica, nem uma ciência das ciências."[2]

No âmbito acadêmico, já no século XX, com o intuito de unir o mundo "não universitário" ao universitário, cuja
separação se dá primordialmente pela hiperespecialização profissional, com grande número de disciplinas que não
acompanham todo o desenvolvimento, principalmente na área tecnológica, temos um aprofundamento na utilização
deste conceito, visando formar profissionais cada vez mais completos, compatíveis com as exigências do mercado de
trabalho que este futuro profissional encontrará.

Assim tão complexo quanto os problemas que tenta solucionar, tem-se a transdisciplinaridade, que por ser tão sutil,
ser a linha tênue que une e serve de limite entre o comprometimento e o individualismo de cada disciplina, que não
possui uma definição exata, e ao mesmo tempo é um dos mais necessários conceitos quando tratamos de formação e
educação.

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Multidisciplinariedade
Multidisciplinaridade é um conjunto de disciplinas a serem trabalhadas simultaneamente, sem fazer aparecer as
relações que possam existir entre elas, destinando-se a um sistema de um só nível e de objetivos únicos, sem nenhuma
cooperação. A multidisciplinaridade corresponde à estrutura tradicional de currículo nas escolas, o qual encontra-se
fragmentado em várias disciplinas.

De acordo com o conceito de multidisciplinaridade, recorre-se a informações de várias matérias para estudar um
determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si. Assim, cada matéria contribui com
informações próprias do seu campo de conhecimento, sem considerar que existe uma integração entre elas. Essa
forma de relacionamento entre as disciplinas é considerada pouco eficaz para a transferência de conhecimentos, já que
impede uma relação entre os vários conhecimentos.

Segundo Piaget, a multidisciplinaridade ocorre quando "a solução de um problema torna necessário obter
informação de duas ou mais ciências ou setores do conhecimento sem que as disciplinas envolvidas no processo
sejam elas mesmas modificadas ou enriquecidas". A multidisciplinaridade foi considerada importante para acabar
com um ensino extremamente especializado, concentrado em uma única disciplina.

A origem da multidisciplinaridade encontra-se na ideia de que o conhecimento pode ser dividido em partes
(disciplinas), resultado da visão cartesiana e depois cientificista, na qual a disciplina é um tipo de saber específico e
possui um objeto determinado e reconhecido, bem como conhecimentos e saberes relativos a esse objeto e métodos
próprios. Constitui-se, então, a partir de uma determinada subdivisão de um domínio específico do conhecimento. A
tentativa de estabelecer relações entre as disciplinas é que daria origem à chamada interdisciplinaridade.

A multidisciplinaridade difere da pluridisciplinaridade porque esta, apesar de também considerar um sistema de


disciplinas de um só nível, possui disciplinas justapostas situadas geralmente no mesmo nível hierárquico e agrupadas
de modo a fazer aparecer as relações existentes entre elas.

Há registos de projetos a aplicarem a multidisciplinaridade nas observações de pares, como é o do caso do projeto De
Par em Par na Universidade do Porto em Portugal.[3][4][5]

Diferenças entre transdisciplinaridade e interdisciplinaridade


A transdisciplinaridade não significa apenas que as disciplinas colaboram entre si, mas significa também que existe
um pensamento organizador que ultrapassa as próprias disciplinas. É diferente de interdisciplinaridade, que
exemplificando através de uma analogia, é basicamente como as Nações Unidas, que simplesmente une para discutir
os problemas particulares de cada região. Nisto, a transdisciplinaridade é mais integradora. Conforme o Artigo 3 da
Carta da transdisciplinaridade,[2] "a Transdisciplinaridade é complementar da aproximação disciplinar; ela faz
emergir da confrontação das disciplinas novos dados que as articulam entre si e que nos dão uma nova visão da
natureza e da realidade."

Mas, para haver essa dita transdisciplinaridade, é preciso haver um pensamento organizador, chamado pensamento
complexo. Pela criação de um meta ponto de vista e não de um ponto de vista. O verdadeiro problema não é fazer uma
adição de conhecimento, é organizar todo o conhecimento.

Aplicação na ciência
Como indicado anteriormente, a interdisciplinaridade surge no século XX como um esforço de superar o movimento
de especialização da ciência e superar a fragmentação do conhecimento em diversas áreas de estudo e pesquisa.

A ciência, no século XX, tornou-se especializada ao ponto de não ser mais possível realizar o movimento pretendido
quando do início da especialização, que era chegar ao micro para conseguir ver o todo de forma plena e completa, e
também, chegou-se ao ponto em que, em algumas áreas, não era mais possível continuar aprofundando no

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conhecimento, tendo chegado ao limite do que era possível a determinadas especialidades pesquisar. Então a
interdisciplinaridade surge como proposta para a realização do movimento inverso, partir do micro e retornar ao todo.
Com isso, com a aplicação da interdisciplinaridade na ciência, surgem novas disciplinas agregadoras, que unem áreas
específicas do conhecimento a fim de compreender fenômenos que seriam incompreensíveis com os conhecimentos de
apenas uma área, como é o caso da bioengenharia, que une as áreas da biologia e engenharia a fim de dar conta de
estudos que uma ou outra disciplina sozinha não daria conta.

Novas práticas de pesquisa


Com a ampliação da aplicação da interdisciplinaridade na ciência, têm se desenvolvido novas práticas de pesquisa.
Muitas disciplinas que, até então, eram consideradas incomunicáveis, considerada a distância entre seus objetos de
estudo, estão sendo reunidas para dar respostas a novos problemas de pesquisa e a questões que uma única disciplina
não é capaz de responder.

Novas disciplinas científicas


Para Pompo[6] houve o aparecimento de novos tipos de formações disciplinares. Ela organizou em três grandes tipos:

a) Ciências de fronteiras

São disciplinas híbridas que se constituem pelo cruzamento de duas disciplinas tradicionais, quer no âmbito das
ciências exatas e da natureza (por exemplo, a Biomatemática, a Bioquímica ou a Geofísica), das ciências sociais e
humanas (Psicolinguística ou história da economia), quer entre umas e outras (Sociobiologia, etologia), quer ainda
entre ciências naturais e disciplinas técnicas (Engenharia Genética ou Biónica).[6]

b) Interdisciplinas

São novas disciplinas que surgem do cruzamento, também ele inédito, das disciplinas científicas com o campo
industrial e organizacional. Por exemplos: Relações Internacionais e Organizacionais, sociologia das organizações,
psicologia industrial, ou ainda esse eloquente exemplo que é constituído pela investigação operacional, investigação
operacional que resultou da conglomeração, ou mesmo da fusão, entre cientistas, engenheiros e militares.[6]

c) Interciências

São várias, e é impossível estabelecer qualquer espécie de hierarquia entre elas. Os exemplos mais pertinentes são a
ecologia, as Ciências Cognitivas, a Cibernética e as Ciências da Complexidade. Neste conjunto temos várias novidades
epistemológicas. Por exemplo, no que diz respeito às ciências cognitivas.[6]

Aplicação na educação
A interdisciplinaridade está presente na educação desde que começou a ser aplicada na ciência.

No nível básico
Muitos projetos e práticas têm sido adotados, sobretudo nos terceiro e quarto ciclo e ensino médio, numa tentativa de
superar a fragmentação do conhecimento e criar uma relação entre o conhecimento e a realidade do aluno.

No nível superior
Há um destaque maior para a interdisciplinaridade no nível superior, dadas as questões da reforma do ensino superior
e o desafio de formar profissionais mais bem preparados para o mercado de trabalho.

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Na prática
Na prática, a interdisciplinaridade é um esforço de superar a fragmentação do conhecimento, tornar este relacionado
com a realidade e os problemas da vida moderna. Muitos esforços têm sido feitos neste sentido na educação. Na
ciência, por sua vez, os esforços estão na busca de respostas, impossíveis com os conhecimentos fragmentados de uma
única área especializada.

Principais autores
A pesquisa sobre interdisciplinaridade ainda é muito recente, mesmo assim existem alguns autores já destacados por
sua produção sobre o tema. São eles: Ivani Fazenda, que possui várias publicações sobre o tema e sua relação com a
educação e é coordenadora de uma equipe de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo que
desenvolve diversas pesquisas sobre o tema; Hilton Japiassu, que possui também diversas publicações sobre o tema,
tanto em sua manifestação na educação como na ciência; em Portugal, se destaca a autora Olga Pombo, que é também
pesquisadora sobras as manifestações do tema no Brasil e em Portugal e já esteve no país ministrando diversas
palestras sobre o assunto.

Interdisciplinaridade é a integração de dois ou mais componentes curriculares na construção do conhecimento.

A interdisciplinaridade surge como uma das respostas à necessidade de uma reconciliação epistemológica, processo
necessário devido à fragmentação dos conhecimentos ocorrido com a revolução industrial e a necessidade de mão de
obra especializada.

A interdisciplinaridade buscou conciliar os conceitos pertencentes às diversas áreas do conhecimento a fim de


promover avanços como a produção de novos conhecimentos ou mesmo, novas subáreas.

Ver também
Bacharelado interdisciplinar

Referências
5. Pêgo, João Pedro, Ferreira, José Martins, Lopes,
1. ROCHA FILHO. 2007 Amélia, Mouraz, Ana (2011).[3] (http://webs.uvigo.es/xi
2. dos SANTOS, R. Transdisciplinaridade. Cadernos de e2011/No%20Vigo/XIE2011-094.pdf) De Par em Par
Educação, Lisboa: Instituto Piaget, n. 8, pp. 7-9, 23 na U.Porto: um programa multidisciplinar de
nov. 1995. (disponível no site do autor (http://www.fisic observação de aulas em parceria. Jornada de
a-interessante.com/artigo-transdisciplinaridade.html)) Innovación Educativa (XIE) 2011, Universidade de
3. Mouraz, Ana, Lopes, Amélia, & Ferreira, José Martins Vigo
(2013). [1] (http://sigarra.up.pt/fpceup/publs_pesquisa. 6. POMBO, Olga. «Epistemologia da
show_publ_file?pct_gdoc_id=56655&pct_publ_id=908 Interdisciplinaridade» (http://www.uesc.br/cpa/artigos/e
21) Higher education challenges to teaching practices: pistemologia_interdidciplinaridade.pdf) (PDF).
perspectives drawn from a multidisciplinary peer Seminário Internacional Interdisciplinaridade,
observation of teaching program. International Journal Humanismo e Universidade. Consultado em 10 de out.
of Advanced Research, Volume 1, Issue 6, 377-386 2015 line feed character character in |jornal= at
4. [2] (http://paginaAs.fe.up.pt/~dpep/) website do projeto position 24 (ajuda)
De Par em Par na U.Porto.

Ligações externas
Mapping Interdisciplinarity in Human Sciences (http://homepage.uibk.ac.at/~c720126/humanethologie/ws/medicus/
block1/MappingISBN1-59454-212-0.pdf) pdf-document
Interdisciplinarity in Human Sciences (http://homepage.uibk.ac.at/~c720126/humanethologie/ws/medicus/block1/T
heoryHumanSci.ppt) ppt-document
Interdisciplinaridade e integração dos saberes (http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3082/2778)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Interdisciplinaridade 6/7
12/12/2018 Interdisciplinaridade – Wikipédia, a enciclopédia livre

FURTADO, Letícia de Souza . Você sabe o que é advocacia transdisciplinar?. Justificando, 2016. Disponível em:
http://justificando.com/2016/02/15/voce-sabe-o-que-e-advocacia-transdisciplinar/

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