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Ácidos e Bases: definição, classificação e força.

Os primeiros compostos ácidos foram chamados assim porque eram azedos (do grego acidus =
azedo), como o ácido cítrico presente em frutas cítricas. As substâncias que neutralizavam os
ácidos foram chamadas de alcalinas ou bases (do árabe al kalai = cinzas) pois eram cinzas de
madeira e plantas. A primeira definição de ácido e base foi proposta por Arrhenius; ele definiu
ácido como uma espécie química que em solução aquosa libera íons hidrônios, e uma base
uma espécie que libera íons hidroxilas. Essa definição simplista não engloba todos os ácidos e
bases, assim, Bronsted e Lowry melhoraram-na; afirmando que ácidos liberam prótons e bases
recebem prótons. Essa teoria também não foi capaz de explicar todos os compostos. A teoria
que explica grande parte dos compostos, hoje, é a teoria de Lewis; que diz que ácidos recebem
par de elétrons e bases doam par de elétrons. Os ácidos podem ser classificados de diversas
formas, as mais relevantes são: pelo número de hidrogênios ionizáveis que possui
(monopróticos, dipróticos, ...), pela presença de oxigênio (oxiácidos e hidrácidos), e pela força
(fortes, moderados e fracos). Neste último caso os ácidos são classificados de acordo com sua
constante de ionização (Ka), que é uma constante de equilíbrio. Como a constante de
ionização é “difícil de ler” foi criado o termo pKa, que é o logaritmo negativo do Ka. Quanto
maior o pKa menor a força do ácido e quanto menor o pKa mais forte o ácido, portanto, ácidos
fortes tem elevado Ka e ácidos fracos tem baixo Ka. O mesmo raciocínio vale para as bases,
considerando a constante de dissociação básica (Kb). O pH e pOH equivalem, respectivamente,
ao logaritmo negativo da concentração de 𝐻 + e ao logaritmo negativo da concentração de
𝑂𝐻 − . Sendo assim, esses termos possuem uma relação; quanto menor o pH mais ácida é uma
solução e quanto maior o pH mais básica, ou: quanto menor o pOH mais básica e quanto maior
o pOH mais ácida. A força também pode ser verificada analisando a estrutura molecular do
ácido; fatores como eletronegatividade e força de ligação podem definir se um ácido será fraco
ou forte. A figura mostra a escala de pH/pOH.

Reações ácido-base

As reações que ocorrem entre um ácido e uma base são reações de neutralização, pois os íons
hidroxilas neutralizam os íons hidrônios para formar água, outro produto é o sal do ácido, ou
base conjugada. A luz da teoria de Bronsted-Lowry, podemos verificar que quanto mais forte
for o ácido mais fraco será sua base conjugada, e quanto mais forte a base mais fraco será o
ácido conjugado. O equilíbrio de uma reação ácido-base está voltado para o lado em que se
encontra o ácido (ou a base) fraco (a). A figura 2 mostra alguns exemplos de reação ácido-
base.

Reações orgânicas

As reações orgânicas podem ser, principalmente, de quatro tipos: adição (quando alguma
função ou átomo é adicionado a um composto), substituição (um átomo é substituído por
outro), eliminação (uma função ou átomo é eliminado do composto) e rearranjo (a estrutura
molecular se altera). As reações podem ocorrer quando o átomo é um radical; resultado de
uma homólise, em que ocorre uma quebra simétrica na ligação, ou quando o átomo é um íon;
resultado de uma heterólise, em que a ligação se quebra de forma assimétrica deixando um
dos átomos com o par eletrônico.
Figura 1 – Escala de pH/pOH.

Figura 2 – Exemplos de reação ácido-base.