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PESTE SUÍNA CLÁSSICA

Prof. Alex Junior Souza de Souza


Belém – PA,
2018.2
INTRODUÇÃO

• Doença de alta morbidade e mortalidade;

• Perdas econômicas;

• Infecção sistêmica – Sinais neurológicos e aborto;

• Distribuição global, mas erradicada em alguns países;


PESTE SUÍNA CLÁSSICA – ETIOLOGIA

• Vírus da Família Flaviviridae, gênero Pestivirus

Que outro agente do


gênero Pestivirus
estudamos previamente???
FAMÍLIA Flaviviridae
PESTE SUÍNA CLÁSSICA – ETIOLOGIA

• Vírus da Família Flaviviridae, gênero Pestivirus;

• Vírion esférico, evelopado, 40-60 nm;

• ssRNA;

• Polaridade +;

• Somente um sorotipo, com mínima

variabilidade antigênica
PESTE SUÍNA CLÁSSICA – ETIOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA – ETIOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA –
EPIDEMIOLOGIA

• Doença eliminada nos EUA, Canadá, Austrália, Nova


Zelândia e Reino Unido;
PESTE SUÍNA CLÁSSICA –
EPIDEMIOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - TRANSMISSÃO

Secreções de animais infectados


(contato direto ou fômites)

1) Infecção por via oronasal;


2) PI 2-4 dias
3) Replicação primária
tonsilas palatinas;
4) Disseminação para
linfonodos regionais;
5) Replicação sistêmica em
cél. vasculares endoteliais
e leucócitos;
6) Lesão vascular
disseminada (CID);
PESTE SUÍNA CLÁSSICA- PATOGENIA

Infecção transplacentária (< 70 dias gestação)

1) Isolados de baixa virulência = morte embrionária,


reabsorção ou mumificação fetal;
2) Leitões recém-nascidos podem morrer ou
apresentar tremores, doença progressiva e morte;
ou
3) Leitões podem sobreviver à infecção
(imunotolerância), apresentar IP e ser fonte de
infecção para granja suína
PESTE SUÍNA CLÁSSICA –
SINAIS CLÍNICOS

• Doença altamente contagiosa;

• Curso agudo: febre, depressão, anorexia e conjuntivite,


vômito, diarreia e/ou constipação, pneumonia (IBS), sinais
neurológicos (paresia, paralisia, letargia, andar em
círculos, tremores ou convulsões); púrpura e hiperemia no
abdômen e orelhas;

• Mortalidade pode chegar a 100%


PESTE SUÍNA CLÁSSICA –
SINAIS CLÍNICOS

• Curso crônico (isolados menos virulentos): infecção pode


durar por semanas; retardo no crescimento; sinais clínicos
discretos ou ausentes...

Excreção contínua ou
intermitente do vírus
PESTE SUÍNA CLÁSSICA –
SINAIS CLÍNICOS
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA

• Distúrbios vasculares (vasculite + trombocitopenia)

• Hemorragias petequiais no trato digestivo, linfonodos e rins;

• Trombose e CID;

• Encefalite;

• IBS

• Crônico: atrofia do timo e centro germinativo de baço e linfonodos;

• Glomerulonefrite
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - DIAGNÓSTICO
LABORATORIAL

• DD = Pestes suína africana, DVB, Síndrome reprodutiva e


respiratória suína, síndrome definhante multissistêmica de suínos,
salmonelose, erisipela, streptococose, leptospirose,
envenenamento cumarínico...

• Isolamento viral – baço, linfonodos e sangue;

• RT-PCR

• Sorologia – virusneutralização e ELISA; pode apresentar limitações


para diferenciar DVB.
PESTE SUÍNA CLÁSSICA - PREVENÇÃO E
CONTROLE

• IN nº 50, de 24 de setembro de 2013, do MAPA -


Notificação imediata de qualquer caso suspeito;

• IN nº 25, de 19 de julho de 2016, do MAPA - Controle no


trânsito/importação de animais;

• Controle ambiental com resíduos de propriedades

• Vacinação – em áreas enzoóticas??


PESTE SUÍNA AFRICANA

Prof. Alex Junior Souza de Souza


Belém – PA,
2018.2
INTRODUÇÃO

• Clinicamente indistinguível da Peste Suína Clássica;

• Detectada pela última vez no Brasil em 1981;

• Somente suínos domésticos são suscetíveis;

• Lesões muito mais graves do que na Peste Suína Clássica;

Lesão linfoide + vascular!!!!!


PESTE SUÍNA AFRICANA – ETIOLOGIA

• Vírus da Família Asfarviridae, gênero Asfivirus;

• Vírion envelopado, simetria icosaédrica, 175-215 nm;

• dsDNA;

• Estável no ambiente e pH;

• Pode permanecer na carne por

meses
PESTE SUÍNA AFRICANA –
EPIDEMIOLOGIA

• Enzoótico na África subsaariana e Madagascar;

• Transmissão por carrapatos (Ornithodorus);

• Não há proteção cruzada entre Clássica e Africana;


PESTE SUÍNA AFRICANA –
SINAIS CLÍNICOS
PESTE SUÍNA AFRICANA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA AFRICANA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA AFRICANA - PATOLOGIA
PESTE SUÍNA AFRICANA - DIAGNÓSTICO
LABORATORIAL

• Imunofluorescência – detecção de antígenos ou anticorpos;

• ELISA – Detecção de anticorpos;

• PCR ou isolamento viral – detecção direta;

• Sangue, soro, baço, linfonodos...


PESTE SUÍNA AFRICANA - PREVENÇÃO E
CONTROLE

• IN nº 50, MAPA - Notificação imediata de caso suspeito ou


diagnóstico laboratorial;

• Não há tto específico ou vacina;

• Controle no trânsito/importação de animais;

• Controle do vetor.
ARTRITE ENCEFALITE
CAPRINA (CAE)

Prof. Alex Junior Souza de Souza


Belém – PA,
2018.2
CAE – INTRODUÇÃO

• Doença crônica

• Articulações, sistema nervoso, respiratório e gl. Mamárias;

• Perdas econômicas – redução na produção de leite, diminuição do


ganho de peso, descarte de animais...
CAE – ETIOLOGIA

• Vírus da Família Retroviridae, gênero Lentivirus;

• SsRNA;

• Vírion 80-100 nm;

• Sensível solventes lipídicos, fenol,

ribonucleases, formol e pH < 4,2;

• Resistentes radiação ultravioleta;

• Sensível temperaturas > 56º C;


CAE – ETIOLOGIA

Que outros retrovírus


estudamos
recentemente????
CAE – ETIOLOGIA
CAE – ETIOLOGIA
CAE – ETIOLOGIA
CAE - EPIDEMIOLOGIA
CAE - EPIDEMIOLOGIA
CAE - EPIDEMIOLOGIA
CAE – TRANSMISSÃO E PATOGENIA

Fômites: instrumental
cirúrgico, equipamentos
de descorna, castração,
agulhas, ordenhadeiras
mecânicas contaminadas
com sangue/leite de
animais infectados
Inalação de secreções
nasais

Horizontal
CAE – TRANSMISSÃO E PATOGENIA

Principal forma de
transmissão!!!

Ingestão de colostro ou
leite de cabras infectadas

Infecção perinatal: in
útero, secreções pós-
parto...
Vertical
CAE – TRANSMISSÃO E PATOGENIA

1) Infecta monócitos e macrófagos;


2) Pulmões, fígado, baço, linfonodos,
cérebro, medula espinhal...
3) Ativação de citocinas
inflamatórias;
4) Não há infecção de linfócitos – não
há imunossupressão!
5) PI de até 2 anos;
6) Sinais clínicos podem pode
demorar para aparecer;
7) Soroconversão não resolve a
infecção!
CAE – SINAIS CLÍNICOS

• Caprinos - leite;

• Prevalência pode ser 100% - sinais clínicos 25-30%;

• Gravidade da doença – virulência viral, idade e status


imune do animal;

• Artrite crônica em animais adultos;

• Síndrome neurológica (cabritos 2-4 meses);

• Geralmente não desenvolvem duas formas.


CAE – SINAIS CLÍNICOS

• Forma articular: lesão vascular sinovial; inflamação;


espessamento uni ou bilateral das articulações (carpo e
metacarpo); higromas; deformações nas articulações;
distúrbios de locomoção.
CAE – SINAIS CLÍNICOS
CAE – SINAIS CLÍNICOS

• Forma nervosa: Encefalomielite desmielinizante;


paresia/paralisia ascendente de membros; tremores;
incoordenação, andar em círculos; frequentemente fatal
CAE - PATOLOGIA
CAE - PATOLOGIA
CAE - PATOLOGIA
CAE - PATOLOGIA
CAE - DIAGNÓSTICO LABORATORIAL

• Dx = Sinais clínicos + testes laboratoriais;

• Detecção do agente - Isolamento viral e/ou (RT)PCR;

• Detecção sorológica – IDGA e/ou ELISA;

• Histopatologia – Caracterização de lesões.


CAE - PREVENÇÃO E CONTROLE

• Não há tratamento ou vacinação!

• Tto suporte ou paliativo;

• Triagem sorológica – Aquisição e trânsito de animais (duas


sorologias negativas com intervalo de 6 meses);
Se o colostro/leite é a principal fonte de infecção qual
medida para impedir a transmissão????

Apartar os cabritos logo após nascimento

Aquecer o colostro/leite 56ºC 1 hora; leite de vaca


pasteurizado
CAE - PREVENÇÃO E CONTROLE

• Testagem do rebanho;

• IN nº 50, MAPA - notificação mensal de qualquer caso confirmado;

• Quarentena de animais recém-adquiridos;

• Descarte gradual dos animais positivos;

• Não misturar lotes de cabras positivas;

• Coordenar sequência de ordenha: fêmeas primíparas negativas,


fêmeas adultas negativas e cabras positivas;

• Higienização correta de utensílios cirúrgicos e de ordenha


OBRIGADO