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8. Potências em regime alternado sinusoidal
8.1 – Potência instantânea, p(t)
ELETROTÉCNICA

Por definição de potência tem-se que:

p(t ) = u(t ) ⋅ i (t )
i (t )
Em regime sinusoidal

u(t ) = 2 ⋅ Uef ⋅ sen(ωt + α )


Carga

u(t )
i (t ) = 2 ⋅ Ief ⋅ sen(ωt + α - ϕ )

Multiplicando e rearranjando fica:

p(t ) = Uef Ief ⋅ cos ϕ − Uef Ief ⋅ cos(2ωt + 2α - ϕ ) (2.13)

ϕ é a desfasagem entre tensão e corrente

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Note-se que:
p(t ) = Uef Ief ⋅ cos ϕ − Uef Ief ⋅ cos(2ωt + 2α - ϕ )
ELETROTÉCNICA

Termo Termo alternado


constante sinusoidal
Fazendo:
u(t )
S = Uef Ief
i (t )
P = Uef Ief ⋅ cosϕ = S ⋅ cosϕ

P+S
p(t ) p(t ) > 0
p(t ) = P − S ⋅ cos(2ωt + 2α - ϕ )
P A energia flui do
circuito para a carga.
0
P−S

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u(t )
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i (t )

P+S
p(t )
p(t ) = P − S ⋅ cos(2ωt + 2α - ϕ )
P

0
P−S

p(t ) < 0
A energia flui da
carga para o circuito.

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8.2 – Potências aparente, ativa e reativa

As ações energéticas correspondem apenas ao valor médio da potência instantânea ao qual se dá o


ELETROTÉCNICA

nome de potência ativa P. Então, por definição:

P = Uef Ief ⋅ cos(ϕ ) = {p(t )}médio W (watt) (2.14)

Em corrente contínua,
P = U ⋅I
Logo, em regime AC, define-se potência aparente S por

S = Uef Ief VA (volt - ampère) (2.15)

Podendo também escrever-se para P

P = S ⋅ cos(ϕ )

Ao fator cos(φ) chama-se fator de potência (adimensional).


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Considerando de novo a expressão (2.13) e desenvolvendo pode também escrever-se:

p(t ) = Uef Ief ⋅ cos ϕ − Uef Ief ⋅ cos(2ωt + 2α - ϕ )


ELETROTÉCNICA

= P ⋅ (1 − cos(2ωt + 2α )) + Q ⋅ sen(2ωt + 2α )
i (t )
onde Q é a potência reativa no circuito cuja expressão é:

Q = Uef Ief ⋅ senϕ = S ⋅ senϕ var (volt-ampère reativo)


Carga

(2.16)
u(t )

P ⋅ (1 − cos(2ωt + 2α )) Q ⋅ sen(2ωt + 2α )
2P +Q

P 0

0 −Q
Energia consumida Energia oscilante

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Triângulo das potências

S = Uef Ief
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Sendo, P = Uef Ief ⋅ cosϕ = S ⋅ cosϕ


Q = Uef Ief ⋅ senϕ = S ⋅ senϕ

pode construir-se o chamado triângulo de potências.

S Q

ϕ
P

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8.3 – Potência complexa

Por definição, a potência complexa ̅ é a soma complexa da potência ativa com a potência reativa,
ELETROTÉCNICA

como se representa no plano de Argand abaixo indicado.


jQ

S S
Q
ϕ ϕ

P ℜ
P
S = P + jQ VA (volt - ampère)
= S ⋅ e jϕ
ℜ{S } = P
(2.17)

ℑ{S } = Q
S = P 2 + Q2
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Pode ainda escrever-se:

1
Usando amplitudes complexas: S = U ⋅I * (2.18)
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Usando fasores: = Uef ⋅ Ief* (2.19)

= Z ⋅ Ief2

Exemplo 11: Uma instalação industrial de 100 kVA exibe um fator de potência de 0,866 indutivo.
Determinar a potência ativa, a potência reativa e a potência complexa na instalação.

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9. Teorema de Poynting
em Valores Instantâneos
ELETROTÉCNICA

Considere-se o circuito RLC da figura. A potência instantânea posta em jogo no circuito pode ser dada
por:
i R L C
uR uL uC
u

d 1 2 d 1 2 
Teorema de Poynting p(t ) = Ri 2 +  Li  +  CuC 
d t  2  dt  2 
(em valores instantâneos) (2.20)
dWmag dWelec
= pJ (t ) + +
dt dt

Teorema de Poynting
A potência associada ao fornecimento de energia a um circuito, é igual ao total da potência
de Joule mais a derivada temporal do total de energia magnética e eléctrica no circuito .
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Teorema de Poynting complexo
Considera os valores médios das energias, tendo-se a potência complexa dada por:
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(
S = {pJ }média + j2ω {Wmag }média − {Welec }média ) (2.21)

Onde:
P = {pJ }média
{W }
mag média =
1 2
LIef
2
(
Q = 2ω {Wmag }média − {Welec }média ) sendo
{Welec }média = 1 CUef2
2

Teorema de Poynting Complexo


A potência complexa num circuito tem como parte real a potência média de Joule (potência ativa) e
como parte imaginária a diferença entre as energias magnética e eléctrica médias multiplicada por
2ω.

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Ressonância:
Diz-se que um dado circuito com R, L e C está em ressonância se a tensão aos seus terminais está em
fase com a corrente. Ou seja:
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I
Circuito com Ressonância
U condensadores,
bobinas e
resistências Tensão em fase com corrente.

Z =R S =P

{W }
mag média = {Welec }média

Se um circuito reativo está em ressonância, é porque armazena iguais


quantidades de energia magnética e energia elétrica médias.

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10. Compensação do fator de potência de uma instalação
De um modo geral, as instalações elétricas são circuitos RL, existindo portanto uma desfasagem entre a
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tensão e a corrente no circuito, e uma potência reativa QRL positiva associada à instalação.

I IRL Instalação sem compensação:

Instalação industrial
UR Z = R + jωL = Ze jϕ , ϕ > 0
QRL > 0
U
UL U
ϕ
Gerador e linha IRL = I

Ao valor de cos ϕ chama-se fator de potência da instalação.

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Para diminuir ou anular a potência reativa associada à instalação elétrica coloca-se um, ou vários,
condensadores em paralelo com essa mesma instalação de modo a que:
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I IRL
Instalação com compensação total

Instalação industrial
IC Z =R
UR
Qres = 0 QRL = QC
U UC
̅ ̅ ̅
UL
ϕ' = 0 º I U
Note-se que:
ϕ
Usando o Teorema de Poynting Complexo, obtém- IC I = IRL cos ϕ
se a expressão da capacidade do condensador IRL
IC = IRL sen ϕ = ωCU
para a condição de ressonância:

L
C ress = Na compensação total: ϕ = 0o , ou seja,
(R )
(2.22)
2
+ (ωL ) 2
cos ϕ = 1 Condição de Ressonância

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Exemplo 12 - Uma instalação industrial alimentada com uma tensão eficaz de 440 V, apresenta à rede
uma fator de potência de 0,8 indutivo e absorve uma corrente de 284 A (valor eficaz). A linha de
transporte de energia que alimenta a instalação tem uma resistência óhmica de 0,1 Ω. Para estas
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condições, determinar:

a. A impedância da instalação. Fazer o diagrama fasorial da tensão e correntes na instalação e na


linha ̅ .
b. As perdas de Joule na linha de transporte de energia.
c. A capacidade C do condensador a colocar em paralelo com a instalação para compensar totalmente o
factor de potência (FP).
d. A corrente ′ na linha após a compensação do FP.
e. Comparar as perdas na linha antes e depois da compensação total do FP. Dizer o que se pode concluir
do resultado obtido.

Vantagens da Compensação do FP?

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