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Os Mestres e suas Cartas


Este é o prefácio da obra The Mahatmas and Their Letters (Os Mahatmas e Suas Cartas), T.P.H. Adyar, Chennai,
índia; Primeira Edição 1973, Primeira Reimpressão 1989

Geoffrey A. Barborka
Geoffrey A. Barborka estudou na Escola Teosófica em Point Loma, Califórnia, e matriculou-se na Universidade
Teosófica ali. Enquanto freqüentava a Universidade, ele trabalhou na elaboração gráfica dos livros "Ísis Sem
Véu", "A Doutrina Secreta", "A Chave para a Teosofia" e "A Voz do Silêncio", todas de H.P. Blavatsky. Entre os
seus principais trabalhos literários está "O Plano Divino", que é um comentário sobre "A Doutrina Secreta", e
"H.P. Blavatsky, Tibet e Tulku".

É um raro privilégio para uma pessoa examinar os documentos conhecidos como As Cartas
dos Mahatmas, especialmente para aquele que estudou a obra que contém estas notáveis
cartas. Depois de ter passado pelo processo estabelecido pelos regulamentos do Museu
Britânico a fim de obter autorização para examinar as cartas, é inevitável que a pessoa sinta
um certo grau de expectativa, devido ao fato de que é obrigada a esperar no salão de leitura
da seção de manuscritos raros do Museu. Ali os preciosos documentos são trazidos e
colocados em mesas de examinação, no ambiente silencioso da sala isolada; porque apenas
em uma determinada sala podem os manuscritos ser pesquisados. Uma mesa e uma cadeira
numeradas foram determinadas quando se assinalou os documentos por meio de uma
papeleta de requisição, e ali fica a pessoa aguardando os manuscritos. A menos que ela
esteja informada de como os documentos são arquivados, pode-se conjeturar de que
maneiras as cartas serão trazidas, com folhas soltas numa caixa ou protegidas por vidros,
talvez? Não, na verdade, seis grandes volumes encadernados são trazidos para a sala e
colocados na mesa de examinação. As cartas foram encadernadas habilmente em grandes
álbuns, na mesma ordem em que as cartas estão impressas na obra "As Cartas dos
Mahatmas para A. P. Sinnett". Isto no que se refere às cartas na caligrafia dos Mahatmas.
Aquelas que foram copiadas pelo Sr. Sinnett com caneta de tinta estão colocadas em um
volume separado.

Por causa dos fac-símiles impressos e reproduzidos em vários livros a pessoa já tem uma
imagem da caligrafia das cartas e pensa que já sabe o que vai encontrar, mas ao ver os
documentos originais ela se surpreende. Há algo vital nos documentos que o fac-símile
impresso não transmite. Será por causa da cor vivida dos documentos? Talvez, mas não
inteiramente assim, porque a impressão de vida é também recebida dos exemplares escritos
em preto e marrom; enquanto que os documentos na caligrafia de A. P. Sinnett (escritos a
tinta) não transmitem a mesma impressão. Em alguns capítulos deste livro encontra-se uma
análise das cartas que ajudará o leitor a formar um conhecimento mais completo a respeito
destas renomadas cartas.

Uma das finalidades deste livro é chamar a atenção para certas características que não foram
comentadas anteriormente; pois estas características particulares não são perceptíveis nos
fac-símiles impressos. Estes fatores devem ajudar na erradicação de idéias errôneas que têm
sido difundidas por aqueles que hesitam em atribuir autenticidade às Cartas dos Mahatmas.

Uma das melhores maneiras de determinar a autenticidade dos Mahatmas e de suas cartas é
estudar os documentos originais. Para o leitor que não tem idéia alguma do que significa a
expressão "Cartas dos Mahatmas", a idéia de que é necessário estudar as suas cartas pode
parecer esquisita, mas a afirmação é verdadeira. Nem as cartas impressas nem os seus fac-
símiles podem transmitir certas características que são prontamente vistas nos manuscritos
originais. Mais ainda, em relação ao conteúdo das cartas, elas não são de modo algum
comparáveis a cartas comuns, embora elas sejam praticamente centenárias. É certo que parte
da correspondência refere-se especificamente a pessoas que já morreram, não obstante, a
sabedoria contida na maioria das cartas é atemporal e precisamente tão vigorosa agora como
quando foram remetidas aos seus destinatários originais.

Entretanto, a menos que a pessoa tenha uma chave de como ler os documentos, logo
descobre que não é tão simples como supunha. Uma razão para isto é a seguinte: muitas das
cartas consistem em respostas a cartas escritas por A.P. Sinnett, mas infelizmente ele não
conservou cópias de suas cartas. Assim o leitor deve suprir o conteúdo da correspondência
dele valendo-se das respostas. Também há a questão da origem das cartas, o que em si já é

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uma história.

Pensemos a respeito dos Mahatmas: o que significa esse nome? São eles pessoas reais?
Naturalmente, as pessoas questionam a existência dos Mahatmas. Elas argumentam: se os
Mahatmas existem, por que não os vemos? Por que se absteriam de vir para o mundo e
mostrar os seus poderes? Entretanto, a história mostra o que aconteceu aos personagens
notáveis aos quais vez ou outra eles se mostraram. E essa é uma razão mais do que
suficiente para que os Mahatmas continuassem adotando o mesmo procedimento. Vejam o
que aconteceu a Apolônio de Tiana! -foi aprisionado, como também Cagliostro. O mesmo teria
acontecido a Saint-Germain, não tivesse ele se desvanecido do local. Vejam o que sucedeu à
H. P. Blavatsky! Mesmo agora, apesar de decorridos cem anos, ela é caluniada, e as calúnias
continuam sendo veiculadas pelos meios de divulgação.

Eis um fato surpreendente relativo à prova da existência dos Mahatmas. Um documento foi
assinado por cinco teósofos (a Sra. Blavatsky e o cel. Olcott não estavam incluídos entre os
signatários) testemunhando o fato de que eles tinham conhecimento seguro da existência dos
Mahatmas. A declaração do documento foi confirmada por mais duas pessoas, o sr. e a sra.
Coloumb, em 13 de julho de 1881 e foi enfatizada por eles por meio de um pós-escrito
reiterando que a declaração é correta. Mais tarde este casal cometeu perjúrio ao fazer
alegações falsas e acusações contra a sra. Blavatsky, benfeitora deles; entretanto, este
documento testemunhai nunca foi apresentado ao investigador da Sociedade de Pesquisas
Psíquicas, Richard Hodgson, que preferiu acreditar nas palavras dos dois perjuros do que na
declaração dos membros do grupo de Adyar, para quem ele simulou amizade, embora mais
tarde ele os difamasse. Aliás, jamais alguém, ao escrever em defesa de H.P. Blavatsky,
referiu-se a este testemunho feito pelos Coloumb.

Mas e quanto às dúvidas que circularam a respeito das Cartas dos Mahatmas, de que foram
inventadas para assim dar um suporte oculto às pessoas que supostamente as escreveram?
Um exame das cartas originais mostra que elas foram produzidas por um processo totalmente
diferente, que nenhuma aplicação comum de tinta por meio de pena na superfície do papel
poderia reproduzir. A caligrafia é, na realidade, incrustada no papel, formando a escrita parte
do próprio papel.

A despeito do livro publicado contendo as Cartas dos Mahatmas, há escritores que ainda
apresentam a idéia de que o conhecimento a respeito dos Mahatmas é devido unicamente às
palavras escritas pela sra. Blavatsky e pelo cel. Olcott, de que eles eram os únicos que
declaravam ter visto os Mahatmas. Em conseqüência, há escritores que alegam ter H.P.
Blavatsky inventado os Mahatmas, que ela era a autora das cartas. Durante um certo tempo o
próprio sr. Sinnett alimentou a idéia de que Blavatsky era quem escrevia as cartas recebidas
por ele. Pouco depois disso ele teve provas autênticas de que não era assim. Embora o
próprio A. P. Sinnett nunca tivesse visto os Mahatmas, a despeito do fato de que ele ansiava
mais do que qualquer outro que isso acontecesse, foi devido a sua própria falha que nunca
tivesse contatado visivelmente os Mahatmas. Foram-lhe dadas as razões porque ele não
conseguia vê-los, mas parece incrível, simplesmente ele não executava os procedimentos que
o teriam possibilitado ver um Mahatma em pessoa. Mais ainda lhe foi dada uma vez uma
sugestão de onde um Mahatma estaria em um determinado momento, mas é evidente que ele
não estava consciente do significado da mensagem, porque não seguiu a sugestão que lhe foi
dada. Por outro lado, um cheia não hesitou em seguir uma sugestão e foi recompensado ao
encontrar um Mahatma em pessoa.

A despeito da crença comum de que há testemunho insuficiente quanto à autenticidade dos


Mahatmas, há muito material fornecido por testemunhos de indivíduos que viram realmente os
Mahatmas. Houve pessoas, além dos fundadores da S.T., que receberam cartas dos
Mahatmas. Esses testemunhos foram reunidos nesta obra e serão bastante convincentes
mesmo para o mais incrédulo dos céticos. Devido à inclusão destes testemunhos nos devidos
capítulos, a obra apresenta muito desse material. Entretanto, isso não deve prejudicar a
finalidade da presente obra, na realidade deve ser a de ajudar mais ainda o leitor porque, em
vez de uma referência, é dado ao leitor um relato original da experiência pessoal do fato.
Afinal, todo um passado está sendo analisado, daí o motivo da apresentação de testemunhos
naquele século.

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A maior fonte para a elaboração deste trabalho é o material fornecido por A. P. Sinnett no seu
livro "O Mundo Oculto", que o jornalista publicou durante o seu primeiro ímpeto de entusiasmo
para com os fenômenos ocultos que ele testemunhou, junto com as cartas que ele recebia,
provenientes das montanhas nevadas. Esta correspondência, que finalmente resultou no livro
intitulado "As Cartas dos Mahatmas para A. P. Sinnett", como também no livro "As Cartas de
H.P. Blavatsky para A. P. Sinnett", contribuiu indispensavelmente para um trabalho desta
natureza. Os depositários das Cartas dos Mahatmas, detentores dos direitos sobre estes dois
livros, concederam graciosamente ao escritor a permissão de extrair citações desses livros. O
escritor menciona agradecidamente seu débito para com os depositários por este privilégio. As
citações se referem tanto à segunda como à terceira edição das "Cartas dos Mahatmas",
devido à diferença na paginação da última terceira edição revisada. Outra fonte de material
citado é o livro "Velhas Páginas de um Diário", de H. S. Olcott; a revista "The Theosophist" e
os "Escritos Coligidos de H. P. Blavatsky". Também se agradece a Sven Eek pela permissão
de citar o seu livro "Damodar e os Pioneiros do Movimento Teosófico"; igualmente à
Theosophical Publishing House por citações e reproduções de suas publicações. Citamos
também a ajuda obtida de enciclopédias, principalmente a "Enciclopédia Britânica" em relação
a dados sobre episódios, fatos históricos e pessoas.

Agradecemos também a K. N. Ramanathan, gerente da Theosophical Publishing House,


Adyar, Chennai (Madras) que possibilitou a publicação deste livro. Igualmente à equipe da
Vasanta Press pela edição desta obra.

Traduzido por Alcyr Anísio Ferreira, MST Loja Teosófica Fraternidade, São Paulo, SP.

Os Adeptos de nosso sistema são o seu fruto e florescência; e o aparecimento de cada um Deles significa uma
nova riqueza no sangue da humanidade, um novo poder para acelerar sua expressão. Eles são os modos
evoluídos de consciência que, na ordem conveniente, tomam precedência em relação ao resto e tornam-se
agentes despertos para a redenção do mundo de sua inércia, incoerência e ignorância original. Do ponto de vista
do Espírito que olha para baixo, Eles oferecem a Si próprios como o Sacrifício que forma a cruz do Espírito sobre
o seios da matéria, no que diz respeito ao nosso esquema de evolução.
N. Sri Ram

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