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PLANO DE TRABALHO E FLUXOGRAMA E CRONOGRAMA FINANCEIRO PARA A PREFEITURA DE VISCONDE DE RIO BRANCO

EMPRESA: LMRDS SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA. - CNPJ 11.316.744\0001-36 TOMADA DE PREÇOS PMBR Nº 004/2013

Elaborado por: LMRDS SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA Mês de Elaboração: MARÇO/2014

Atribuições de EM TODAS AS CÉLULAS DESSA COLUNA TEM QUE DIGITAR DADOS E INFORMAÇÕES COLETADAS NAS
EMPREENDIMENTO : VISCONDE DE RIO BRANCO CONTRATO
Responsabilidade DIVERSAS FONTES
prazo DESCRIÇÃO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA EUIPE DA LMRDS SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA
PRODUTO DESCRIÇÃO RESUMIDA CONFORME PLANO DE TRABALHO Contratante LMRDS Prazo Inicial Prazo Final
em dias
DESCRIÇÃO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA EQUIPE DA LMRDS SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA
DATA
PRODUTO A INSTITUIÇÃO COMITE DE COORDENAÇÃO E DE EXECUÇÃO E PRODUTO B
REFERÊNCIA DA
2.2 MOBILIZAÇÃO SOCIAL E COMUNICAÇÃO SOCIAL VALOR TOTAL DA MEDIÇÃO DE R$ PREFEITO 01/12/2013 02/01/2014 30 dias
REALIZAÇÃO DA
30.452,81
ATIVIDADE
PRIMEIRA MEDIÇÃOPRODUTO A INSTITUIÇÃO COMITÊS DE COORDENAÇÃO E
2.2 30 dias
EXECUÇÃO VALOR DE R$ 5.452,81 PREFEITO 01/12/2013 02/01/2014
Os comitês foram instituídos inicialmente em 08/08/13, através do decreto nº 115/2013; participando efetivamente dos
2.2.1 Instituir o Comitê de Coordenação – Instância deliberativa, formalmente institucionalizada, trabalhos realizados durante o ano de 2013. A partir da consolidação da 3a medição da parte inicial dos trabalhos (quando
responsável pela coordenação, condução e acompanhamento da elaboração do Plano, ainda era o Plano de Drenagem); foi celebrado o Termo Aditivo 001/2013 ao contrato 122/2013; que foi enviado pela Verde
constituída por representantes, com função dirigente, das instituições públicas e civis e Progresso à prefeitura com data de 03/12/2014.
2.2.1 relacionadas ao saneamento básico. Recomendável que inclua representantes dos Conselhos PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 03/12/2013
Municipais da Cidade, de Saneamento, de Saúde, de Meio Ambiente, caso existam, da Câmara
de Vereadores e do Ministério Público e de organizações da Sociedade Civil (entidades
profissionais, empresariais, movimentos sociais e ONGs, outros).

Foi protocolado na prefeitura de Visc. Rio Branco, MG, o Termos Aditivo 001/2013, contendo o Plano de Trabalho com os
diversos produtos (A ou K) a serem desenvolvidos na elaboração do PMSB, até 30/09/14. Os trabalhos referentes ao Plano
2.2.1.1 O Comitê executivo deverá discutir,avaliar e aprovar o trabalho produzido pelo comitê de Mobilização e Comunicação Social (PMS), foram iniciados efetivamente, coms a mobilização dos diversos segmentos da
2.2.1.1 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 10/12/2013
executivo área urbana do município (instituições, empresas, e outras).

A partir das definições oficiais da prefeitura de Visc. Rio Branco, MG e a empresa LMRDS Soluções Ambientais Ltda;
alterando o objeto do contrato de Plano de Drenagem para PMSB; os comitês e representantes da empresa, rediscutiram
2.2.1.2 Deverá criticar,sugerir alternativas,buscando promover a integração das ações de as estratégias, metodologias e estrutura de trabalho, para cumprir o novo cronograma físico-financeiro e respectivas
2.2.1.2 saneamento inclusive do ponto de vista de viabilidade técnica operacional,financeira e ambiental PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 13/12/2013 conseqências; para cumprimento do prazo final de conclusão do PMSB; até 30/09/14. Para tanto, a prefeitura se incubiu de
devendo reunir-se alterar decreto 115/2013 de instituição dos comitês, para legitimar a elaboração do PMSB

Os comitês foram instituídos inicialmente em 08/08/13, através do decreto nº 115/2013; participando efetivamente dos
trabalhos realizados durante o ano de 2013. Em 19/12/13 foi realizada a 1ª Reunião com os comitês, conforme ata e lista de
2.2.2 Instituir o Comitê Executivo –O Comitê Executivo é a instância responsável pela presença; quando foram discutidas as mudanças relativas à transformação do Plano de drenagem em PMSB.
operacionalização do processo de elaboração do Plano. Este comitê deve ser formado por equipe
multidisciplinar e incluir técnicos dos órgãos e entidades municipais da área de saneamento
básico, das Secretarias de Serviços Públicos, Obras e Urbanismo, de Saúde, de Planejamento,
Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e de Educação da Prefeitura Municipal. Ele será
formado, em regra, pelos profissionais constantes no Anexo II, que poderão ser contratados caso
2.2.2 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 17/12/2013
a administração municipal não disponha de técnicos qualificados em todas as áreas disciplinares
e/ou em número suficiente para compor o Comitê.
Esses profissionais também poderão ser disponibilizados, com a finalidade de compor o comitê,
por órgãos da administração direta e indireta de outros entes da federação.
Também é desejável a participação ou o acompanhamento do comitê por representantes dos
Conselhos, dos prestadores de serviços e das organizações da Sociedade Civil.

O técnico da FUNASA é lotado no município, no setor de Saúde e Vigilância Sanitária; não faz parte oficial dos comitês,
2.2.2.1. Fica estabelecido que a Funasa, por meio do NICT, acompanhará o convênio durante mas está contribuindo para a elaboração do PMSB, juntamente com os técnicos da área de Vigilância Sanitária, como por
toda sua execução. Este processo ocorrerá de forma integrada no âmbito do NICT devendo ser exemplo, SISÁGUA, que monitora as minas da cidade.
2.2.2.1 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 19/12/2013
assegurada a representação formal da FUNASA no Comitê de Coordenação de elaboração do
PMSB, em caráter orientativo.
Os membros dos dois comitês foram orientados sobre a urgência da efetivação das alterações no decreto original de
2.2.3 A designação do Comitê de Coordenação (formado pelos representantes do tomador e da constituição dos dois comitês; para cumprimento do cronograma referentes ao Plano de Trabalho, Plano de Mobilização
2.2.3 consultoria com poder de decisão para orientar a execução dos trabalhos e aprovar os produtos PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013 Social (PMS), e outros.
elaborados) deverá ser realizada com as informações peculiares do Município.

Foram repassadas e discutidas junto aos líderes dos dois comitês, os resultados necessários e oficiais de cada comitê.
Divulgação das Atribuições dos Comitês de Coordenação e dos Comitês Executivo PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013

Foram discutidas as açoes e respectivas responsabilidades, referentes ao Plano de Trabalho; Plano de Mobilização Social
2.2.3.1 As equipes que serão constituidas terão a atribuição permanente de dar continuidade as
2.2.3.1 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013 (PMS), Cronograma físico-financeiro, e outros; avaliando as já realizadas e replanejando as demais, de acordo com o
ações previstas no Plano ,inclusive aquelas determinadas para a sua continuidade e efetiva
cronograma oficial do PMSB.
implantação.
Foram discutidas as açoes e respectivas responsabilidades, referentes ao Plano de Trabalho; Plano de Mobilização Social
2.2.3.2 Devem se responsabilizar pela verificação da elaboração de projetos, metodologia para (PMS), Cronograma físico-financeiro, e outros; avaliando as já realizadas e replanejando as demais, de acordo com o
efetivação das atividades, diagnósticos, estudos de concepção e produtos de cada fase/etapa cronograma oficial do PMSB.
2.2.3.2 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013
elaborados pela(s) empresa(s) contratada(s), principalmente quanto aos dados de caracterização
do município e inserção regional, bem como a conformidade dos dados levantados;

Foram apresentados modelos de materiais gráficos e outros, previsão de uso, envolvimento da mídia de forma geral; as
2.2.3.3 2.2.3.3 Definir estratégia de comunicação entre as equipes e a contratada; PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013 dois coimtês; para garantir o processo democrático, participativo e integrado, da elaboração do PMSB.

Foram discutidos com os dois comitês, as metodologias de abordagens, levantamento de dados e informações,
2.2.3.4 Definir solução de comunicação permanente entre as equipes de Coordenação e transmissão / comunicação, sequência de envolvimento comunitário, envolvimento da mídia de forma geral; para garantir o
2.2.3.4 população em geral, levando em conta a estrutura existente no município e outras virtuais que PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013 processo democrático, participativo e integrado, da elaboração do PMSB.
puderam ser criadas, a cargo do Município, com orientação do Comitê de Coordenação.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 1/34
Foram discutidos com os dois comitês as responsabilidades e necessidade de atuação em equipe; envolvimento da mídia
2.2.3.5 Responsabilizar-se pela consolidação e arquivamento da memória da elaboração do de forma geral; para garantir o processo democrático, participativo e integrado, da elaboração do PMSB.
plano, quanto ao registro das atividades de divulgação/sensibilização e mobilização/pactuação
2.2.3.5 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013
com a sociedade (atas, listas de presença com discriminação dos representantes dos segmentos
da sociedade, fotos, etc.), bem como a verificação da legitimidade destas representações;

Forma definidas, em conjunto com os dois comitês, as estratégias de mobilizações, através da setorização da área urbana
2.2.3.6 Sensibilizar e estimular a participação de todos os agentes públicos e privados da e rural, envolvimento da mídia de forma geral; para garantir o processo democrático, participativo, integrado e eficaz, da
sociedade organizada, convidando à participação, dentre outros segmentos, o Poder Legislativo, elaboração do PMSB.
CREA e outras entidades de classe, Sindicatos Rurais, Comitês de Bacias, Secretarias
2.2.3.6 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013
Municipais com atribuições compatíveis com a gestão do setor,Associações de Moradores,
Conselhos Municipais (Social, de Desenvolvimento Urbano, Meio Ambiente, de Saneamento,
Saúde, etc.), com a convocação feita pelo Município.

Forma definidas, em conjunto com os dois comitês, as estratégias de mobilizações, através da setorização da área urbana
2.2.3.7 Definir estratégia de divulgação dos documentos produzidos em cada uma das etapas, e rural, envolvimento da mídia de forma geral; para garantir o processo democrático, participativo, integrado e eficaz, da
2.2.3.7 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013 elaboração do PMSB.
nos moldes deste TR.

Forma definidas, em conjunto com os dois comitês, as estratégias de mobilizações, através da setorização da área urbana
2.2.3.8 Produzir e aprimorar dados, informações e análises de modo a orientar a atuação do e rural, envolvimento da mídia de forma geral; para garantir o processo democrático, participativo, integrado e eficaz, da
2.2.3.8 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013
conjunto de atores públicos, privados e demais agentes afetos ao setor; elaboração do PMSB.

Foram listadas, em conjunto com os dois comitês, os principais aqentes locais potenciais colaboradores , para garantir o
processo democrático, participativo, integrado e eficaz, da elaboração do PMSB.
2.2.2.9 Orientar a capacitação das instituições locais (dentre elas os próprios comitês e gestores
municipais) e de segmentos da sociedade civil, para que possam contribuir para o
2.2.3.9 PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013
aperfeiçoamento do planejamento e da gestão do saneamento e implantação do PMSB,
possibilitando as revisões que devem estar programadas no próprio plano.

As metas e programções aprovadas em consonância com os dois comitês; de acordo com o cronograma oficial do PMSB;
2.2.3.10 2.2.3.10 A reunião técnica de aprovação do plano de trabalho e definição de metas já designada PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013 foram previstas para início de efetivação a partir de 06/01/14, devido ao recesso na prefeitura no final do ano.

O decreto 115/2013de instituição inicial dos comitês já foi divulgado a partir de agosto/2013, e a cópia foi enviada à
EMITIR COPIA DO ATO PUBLICO DO PODER EXECUTIVO _DECRETO OU PORTARIA POR empresa LMRDS Soluções Ambientais Ltda (Verde e Progresso), em 2013, na etapa da elaboração do Plano de Drenagem.
PREFEITO EQUIPE VP 01/12/2013 02/01/2014 30 dias 20/12/2013
EXEMPLO COM DEFINIÇÃO DOS MEMBROS DOS COMITES O decreto 009/2014 alterou o anterior e também foi enviado.

DESCRIÇÃO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA EQUIPE DA LMRDS SOLUÇÕES AMBIENTAIS LTDA
DATA
PRODUTO B- GERAL PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL ( Plano de Mobilização Social,
REFERÊNCIA DA
2.3 Diagnóstico técnico-participativo, Programas, Projetos e Ações para Alcance do Cenário de COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias
REALIZAÇÃO DA
Referência ):__ O Plano de Mobilização social deverá prever os meios necessários .
ATIVIDADE

PRIMEIRA MEDIÇÃO PRODUTO B MOBILIZAÇÃO SOCIAL E COMUNICAÇÃO SOCIAL-


valor de R$ 25.000,00 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014
Foram discutidas as açoes referentes ao Plano de Trabalho; Plano de Mobilização Social (PMS), Cronograma físico-
O Plano de Mobilização Social visa desenvolver ações para a sensibilização da sociedade quanto financeiro, e outros; avaliando as já realizadas e replanejando as demais, de acordo com o cronograma oficial do PMSB.
à relevância do Plano e da sua participação no processo de sua elaboração. Por meio deste COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 13/01/2014
planejamento organiza-se o processo e os canais de participação na ela

Foram discutidos com os representantes dos comitês e líderes locias que estão colaborando na elaboração do PMSB,
2.3.1 Determinar objetivos da participação Social COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 13/01/2014 sobre a importância da participação efetiva da sociedade, em todos as etapas, para um eficaz controle social do PMSB, em
sua implementação.
Em comum acordo entre os dois comitês, as reuniões na elaboração do PMSB serão setoriais, para permitir a participação
efetiva de todas as comunidades rurais e urbanas, considerando os 8 núcleos e as diversas comunidades rurais existentes,
2.3.1.1 2.3.1.1 Apresentar caráter demográfico e participativo considerando sua função social COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 13/01/2014
num raio médio superior a 6 km do centro da cidade, e plena expansão urbana em que se encontra a cidade atualmente.

Serão realizadoas um total 26 eventos de particiapação pública, envolvendo todas as comunidades rurais e urbanas; sendo
2.3.1.2 Envolver toda a população da discussão das potencialidades e dos problemas de 5 audiências e 21 reuniões; durante a elaboração do PMSB; para melhor eficácia da discussão dos problemas, suas
2.3.1.2 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 13/01/2014
salubridade ambiental e saneamento básico e suas implicações causas, consequências e possíveis soluções.

Durante todo o processo de elaboração do PMSB a população já está e continuará sendo despertada, identificar os
2.3.1.3 Sensibilizar a sociedade para a importância de investimentos em saneamento básico,os principais problemas, causas, consequências e possíveis soluções; nos 4 componentes; através do PMSB.
2.3.1.3 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 20/01/2014
benefícios e vantagens

Durante todo o processo de elaboração do PMSB a população já está e continuará sendo despertada, para participar de
2.3.1.4 Conscientizar a sociedade para a responsabilidade coletiva na preservação e na forma organizada e democrática; na compreensão de que a responsabilidade, as ações a sustentbilidade dos resultados,
2.3.1.4 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014
conservação dos recursos naturais depende da coletividade.
Durante as visitas, reuniões e entrevistas às repartições administrativas do município e aos diversos segmentos públicos,
privados e não governamentais; os respectivos responsáveis têm recebido informações orientações para participar da
2.3.1.5 2.3.1.5 Estimular os segmentos sociais a participarem do processo de gestão Ambiental COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014 elaboaração do PMSB, como um instrumento essencial da gestão ambiental.

Além das visitas, reuniões e entrevistas já ocorridas aos diversos segmentos públicos, privados e não governamentais;
durante as reuniões setoriais, os gestores, e liderenças; têm sidos estimulados a participar da elaboaração do PMSB e têm
2.3.1.6 Sensibilizar os gestores e técnicos municipais para o fomento das ações de educação sido informados de que o PMSB se desdobrará em programas, com prognósticos e diretrizes, para elaboração de projetos
2.3.1.6 ambiental e mobilização social,de forma permanente,com vistas a apoiar os programas,projetos e COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014 e ações, ao longo dos 20 anos.
ações de saneamento básico a serem implantadas por meio do PMSB

Nos trabalhos iniciais, a mobilização se intensificou por contatos, visitas, entrevistas e divulgação, através dos membros
2.3.2 Formatação de mecanismos de divulgação e comunicação para a disseminação e o acesso dos comitês; sobre os levantamentos de dados e informações para elaboração do Diagnóstico; e a partir de agora serão
2.3.2 às informações sobre o diagnóstico técnico participativo e estudos preliminares, os serviços COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014 utilizados materiais gráficos, mídia local, reuniões e audiências, para consolidação dos estudos; e confecção dos
prestados e sua avaliação, o processo e os eventos previstos . prognósticos, que serã avaliados e aprovados pela população, de forma organizada e democrática.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 2/34
Todos os funcionários dos sistemas de água, esgoto, resíduos sólidos e outras atividades pertinentes ao PMSB, estão
2.3.2.1 2.3.2.1 Considerar as percepções sociais e conhecimentos a respeito do Saneamento COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014 sendo envolvidos; através de reuniões, relatos de experiências, históricos e frequência de fatos, em relação aos diversos
temas do PMSB; cujos dados e informações estão sendo consolidados.
Os levantamentos e investigações sobre a realidade, problemas, causas e efeitos; estão sendo realizados por setores e
2.3.2.2 Considerar todas as características locais e a realidade prática das condições regiões da área urbana e rural; para que todos os fatores técnicos, econômicos. Sociais e culturas, sejam considerados de
2.3.2.2 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014
econômicas sociais e culturais forma justa e adequada; para se identificar as maiores nececcidades e sues respectivos históricos.

Há diferenças diversas em todos os setores e regiões da cidade e do meio rural; considerando que a cidade cresceu nos
últimos 30 anos, de forma relativamente acelerada e sem planejamento; convivendo por exemplo, bairros vizinhos com
2.3.2.3 Considerar a realidade prática local das condições de saneamento e saúde em padrões distintos, mas afetados por um mesmo problema, como enchentes e inundações; ou com acesso à saúde e bem
2.3.2.3 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 22/01/2014
complemento as informações estar de padrões antagônicos.

O município já´conta com diversos tipos de associativismos, que deverão ser aproveitados para bons resultados na
2.3.2.4 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 elaboração do PMSB; e pelas diversidades culturais, econômicas e sociais, consolidarão a contribuição de forma
2.3.2.4 Considerar as formas de organização social da Comunidade
enriquecedora.

Os questionários e formulários que estãosendo preenchidos, junto às diversas instituições (famílias, escolas, órgãos
públicos, empresas e outras), tem revelado as principais necessidades e anseios da população; o que será complementado
2.3.2.5 Considerar as necessidades reais e os anseios da população para a definição do cenário
2.3.2.5 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 nas reuniões setoreais e audiências, ao longo dos próximos 7 meses, para consolidação dos prognósticos e ações futuras,
de referência futuro
na elaboração do PMSB.

Atualmente as redes de água e esgotos na cidade são relativamentes ineficazes; por serem a maioria antigas,
estranguladas, devido ao crescimento da cidade nos últimos 20 anos, sem readequação das redes. As consequências têm
sido frequentes rompimentos e interrupções bruscas no atendimento à população, principalmente nos extremos da cidade e
2.3.2.6 Considerar o impacto sócio ambiental e sanitário dos empreendimentos de saneamento
2.3.2.6 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 altos de morros, onde se concentram as populações de baixa renda. A projeção para futuro deverá considerar esses
existentes e os futuros para a qualidade de vida da população
aspectos e os demais ainda em levantamento, para melhoria de qualidade de vida e dignidade da população, em geral.

Além dos setores de educação e saúde municipais estarem representados nos comitês do PMSB; todas os projetos e
2.3.2.7 Caso o Município possua um núcleo ou equipe de educação em Saúde é importante que ações dos respectivos setores estão sendo considerados para o Diagnóstico, prognósticos e programa / diretrizes / projetos
2.3.2.7 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014
esteja envolvida em todas as fases do processo / ações; como por exemplo: PSF`s, SISÁGUA, vigilância sanitária, defesa civil e outros.

Todas as formas decomunicação, mobilização e envolvimento da população urbana e rural, tem registrado as opiniões,
2.3.3 Estabelecimento de canais para recebimento de críticas, sugestões, garantindo-se a expectativas, conhecimentos, experiências das pessoas; o que será reforçado nas próximas reuniões setoreais e
2.3.3 avaliação e resposta a todas as propostas apresentadas. Exemplo: consulta pública pela internet COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014
audiências.
e/ou por formulários ou outros meios disponíveis;

Durante as entrevistas, visitas e reuniões realizadas estão sendo identificadas as liderenças espontâneas e organizacionais
2.3.4 Constituição Grupos de Trabalho para o desenvolvimento de temas específicos do Plano nas diversas áreas; as quais contribuirão para melhor eficácia dos trabalhos da consolidação do Diagnóstico, prognósticos
2.3.4 quando a realidade complexa indicar ou se houver a necessidade de atuação articulada de COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 e defechos finais do PMSB; sob a cooredenação dos membros da empresa contratada (LMRDS Soluções Ambientais) e
diferentes órgãos e instituições; dos comitês (execução e coordenação).
Um grupo com representantes dos dois comitês e da empresa contratada (LMRDS Soluções Ambientais) tem realizado um
trabalho de "corpo a corpo" nas comunidades urbanas e rurais, que tem estimulado as pessoas a participarem dos eventos
2.3.5 Concepção dos eventos abertos à comunidade local, a exemplo de debates, seminários e
abertos (reuniões e audiências); o que será mais fortalecido com interação desse grupo com a rádio local, que tem uma
2.3.5 audiências públicas para discussão e participação popular na formulação do Plano, incluindo a COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014
história de penetração nos ambientes familiares e de trabalho, quase inigualáveis na região (Visc. Rio Branco e municípios
recepção de dados de saneamento
vizinhos).

Todas as repartições públicas municipais e estaduais (secretarias, departamentos,divisões, etc), estão participando
efetivamente da elaboração do PMSB, seja através dos comitês ou por contribuição solidária; os quais estão contribuindo
2.3.6 Forma de acompanhamento e participação, no processo de elaboração do PRSB, dos para interação com o comitê de bacia da região, que é o COMPÉ, cuja sede é em Cataguases, margem do rio Pomba, no
2.3.6 Conselhos da Cidade, de Saúde, de Meio Ambiente e de Educação e, caso estejam instalados, COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 qual deságua o rio Xopotó. Quanto ao PGIRS, dados e informações específicas sobre o Aterro Sanitário de Visc. Rio
dos Comitês de Bacia Hidrográfica onde os município estiver inserido. Branco, estão em análise e avaliações pelos coordenadores da elaboração do PMSB.

O Plano de comunicação foi discutido com os comitês de execução e coordenação, e elaborados materiais gráficos, a
serem utilizados durante todo o processo de elaboração do PMSB.
Deverá ser desenvolvido plano de comunicação com os seguintes objetivos: COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 29/01/2014

Todos os materiais de comunicação, especialente os gráficos (folhetos, folderes, cartilhas e outros), retratam todos os
2.4.1 Divulgar amplamente o processo, as formas e canais de participação e informar os aspectos de elaboração do PMSB, com perguntas e respostas sobre as principais dúvidas da população sobre o PMSB e
2.4.1 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 seus componentes.
objetivos e desafios do Plano;

Todas as informações obtidas e geradas nas atividades de comunicação e mobilização social, sobre o Diagnóstico, os 4
2.4.2 Disponibilizar as informações necessárias à participação qualificada da sociedade nos componentes do PMSB, indicadores para ações futuras e outras, estão sendo compartilhados com as populações, através
2.4.2 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014 dos comitês e lideranças, em geral; visando maior eficácia na elaboração do PMSB, de acordo com a lei fed. 11445/2007 e
processos decisórios do Plano; e
lei fed. 12.305/2010.
Em todas as atividades de comunicação, mobilização e diagnóstico, a população está sendo estimulada, a participar da
2.4.3 Estimular todos os segmentos sociais a participarem do processo de planejamento e da elaboração do PMSB, em todos os níveis e etapas; o que será avaliado e mensurado no controle social que a população
2.4.3 COMITE EQUIPE VP 02/01/2014 02/02/2014 30 dias 29/01/2014
fiscalização e regulação dos serviços de saneamento básico. realizará sobre o PMSB; ou seja, na implementação do mesmo.

Os levantamentos de campo e de escritórios, têm gerado dados, informações e indicadores, que estão compondo o
Dignóstico, e consequentemente os prognósticos e programas para projetos e ações futuras. Os documentos gerados
SERÃO IMPRESSAS DUAS VIAS , REFERENTE AOS RELATÓRIOS . COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 (tabelas, gráficos, relatórios, acervos fotográficos e outros), traduzem o conteúdo do PMSB, a cada momento e etapa, ao
longo de todo o processo.
Todos os registros estão sendo sitematizados, de forma que seus resultados sejam aproveitados para conclusões,
NO FINAL SERÃO IMPRESSOS DUAS VIAS DO RELATORIO DO DIAGNOSTICO TECNICO PARTICIPATIVO E
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 indicadores e orientações para prossegmento da elaboração do PMSB, em suas respectivas etapas; conforme constam nos
EM DIGITAL
relatórios oficiais padronizados.

PRODUTO C – RELATÓRIO DO DIAGNOSTICO TECNICO PARTICIPATIVO Diagnóstico da DESCRIÇÃO


situação da prestação dos serviços de saneamento básico e seus impactos nas condições de
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 01/05/2014 90 dias
vida e no ambiente natural, caracterização institucional da prestação dos serviços etc.

VALOR TOTAL DA MEDIÇÃO DO PRODUTO C - R$ 48.868,06

TRES MEDIÇÕES MENSAIS DO PRODUTO C - PRIMEIRA MEDIÇÃO DO ITEM 3.1 AO 3.4


DE 02/02/2014 A 02/03/2014 - R$ 16289,36

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 3/34
SEGUNDA MEDIÇÃO PRODUTO C ITEM 3.5 AO 3.9 DE 02/03/2014 A 02/04/2014 R$
16.289,35
TERCEIRA MEDIÇÃO PRODUTO C ITEM 3.10 AO 3.14 DE 02/04/2014 A 01/05/2014 R$
16.289,35
Os dados constantes nesse relatório, foram coletados em entrevistas, visitas a campo, revisões bibliográficas e
3.1 Coleta de Dados outras.

Situado na microrregião de Ubá, na mesorregião da Zona da Mata, o município de Visconde do Rio Branco limita-
3.2 Caracterização Geral do Município se com os municípios de Divinésia, Guiricema, Guidoval, São Geraldo, Paula Cândido e Ubá.
O município é atendido pela COPASA no fornecimento de água potável. Utiliza uma vazão de abastecimento de 100 L/s. A
COPASA assinou a concessão em 1990 e assumiu o abastecimento e 1994.
Não houve interrupção de contrato em nenhuma época.
Os poços artesianos foram desativados entre 2000 e 2006, porque tinham baixa vazão e alto custo com energia elétrica e
manutenção. Os poços não davam nem 20 L/s e o custo em energia e manutenção eram maiores s do que da ETA que
produz 100 L/s.
O reservatório geral tem dois milhões de litros. Onde ocorrem mais problemas e por quê: Bairro Antonio Soares o poço
3.3 Situação Institucional/política do Setor de Saneamento tinha uma vazão muito baixa e água com qualidade muito ruim (ferro manganês) Poços do Centenário, Joaquim Lopes,
Piedade e Chácara tinham uma vazão muito baixa.
No Inicio a ETA era na Piedade Rua Avelino Cardoso e a vazão era de 16 l/s até em 1994. Depois que a COPASA assumiu
usou ela ate 1997. As consequências positivas e negativas, da mudança de poços para captação superficial, para a
população:
Positiva : aumento do volume de abastecimento sem intermitência (24h). antes o abastecimento era alternado (manobras),
deixando alguns bairros sem água. Agora so para quando tem que fazer a manutenção. Hoje na ETA tem 3 motores de 75
Cv que vão ser substituídos por outros de 100 Cv.

Antes : nos poços não tinha monitoramente 24 h eram aberto e podia entrar qualquer um, e nem todos os poços tinham
tratamento.
Hoje: tem um melhor controle da qualidade da água
Negativa : inundações nos períodos de chuva na captação que as vezes prejudica o abastecimento nesse período,
danificando o abastecimento.
A profundidade dos poços não eram seguras quanto a contaminações e poluições, porque o poço independentemente da
profundidade não possui segurança, quanto à contaminação do lençol freático.
3.3 Situação Institucional/política do Setor de Saneamento O poço que ainda utiliza é o do Rancho Verde com profundidade de 60 m e abastece 60% da população do Rancho Verde.
Nele são feitas analises semanalmente e na ETA de hora em hora. No poço também é feita a dosagem de cloro e flúor.
Nas 9 nascentes da cidade, onde a população pega água, há um grande significado social dentre outros, por se tratar de
uma questão cultural porque os ancestrais (pais, avós) sempre pegaram água das minas, desde décadas como 1950. e na
avaliação e crença desses usuários essas águas não estão contaminadas ou poluídas; principalmente por não visualizam
o que está no sub solo. Nas análises feitas em 2010, por exemplo, todas estavam contaminadas, com coliformes fecais e
totais (parâmetro bacteriológico).
Os principais problemas de abastecimento de água potável na cidade se relacionam com o crescimento populacional, sem
investimentos
Quanto adequados
à viabilidade pela COPASA,
dos boosters, já necessário
constata-se a partir
que permitem do ano de 1998.
o abastecimento daOs principais
parte alta dosproblemas ocorrem no
bairros, e segundo a Alto
COPASA, não existem outras alternativas.
As manutenções dos boosters são preventivas, antes de acontecer o defeito, todo mês é feita a inspeção e onde se consta
qualquer defeito é acionada a equipe para realizar a manutenção, antes que ocorra algo inesperado. E a corretiva sempre
que há necessidade, e quando está ocorrendo vazamento, por exemplo, ou não esta funcionando, é feita a troca.
Antes da implantação do reservatório central atual, o anterior localizava-se no Bairro Nova Rio Branco com capacidade de
500 m³, tinha constantes vazamentos de difícil acesso sem proteção ao acesso de pessoas e de possíveis contaminações.
3.3 Situação Institucional/política do Setor de Saneamento Os aspectos mais preocupantes atualmente quanto à segurança do abastecimento, visando os próximos 5 e 10 anos (2019
a 2024), é com o aumento da vazão da ETA e a capacidade de Tratamento em função do tempo
No setor de esgoto , não foi apresentado nenhum plano ou programa, pela prefeitura ou COPASA, a qual tem pretensão
em concessão de esgoto, em diversos municípios da região de Ubá.
"

O município foi fundado em 18 /10/1881. Durante mais de cem anos, teve como a cultura mais importante a cana de
açúcar. Na segunda metade do séc. XX, a fase de desenvolvimento foi interrompida devido a inúmeras crises culminando
com o fechamento das usinas. Atualmente o município apresenta uma nova vocação, através de pequenas, médias e
grandes indústrias que aqui vêm se instalando. Devido a proximidade com o pólo moveleiro de ubá, um dos de maior
3.4 Situação Econômico- Financeira destaque no país, o município de Visconde do Rio Branco conta com algumas fábricas de móveis, além um grande número
de confecções. O município está baseado nos três setores de atividades econômicas: agropecuária (setor primário),
indústria (setor secundário) e serviços (setor terciário).

O sistema de abastecimento de água na cidade é composto por uma ETA com bombeamento e poço artesiano; 1
reservatório central de 2.000 m³; além de 14 reservatórios distribuídos em bairros e setores estratégicos da cidade. A
captação é feita no ribeirão Piedade, desde 1994, com bombeamento atual máximo de 198 L/s, e tratamento médio de 90
L/s. Na área urbana existem 15 poços artesianos desativados há aprox. 8 anos. Existem também 11 boosters com
3.5 Diagnóstico técnico Sistema de Abastecimento de água
aproximadamente 8 anos de implantação e operação. Na área rural, conta com 8 poços artesianos nas respectivas
denominadas núcleos de expansão urbana.

"O sistema de esgoto é muito antigo, em muitos casos com mais de 50 anos, e o diâmetro das manilhas é relativamente
pequeno, variando em muitas situações, de 40 a 150 cm; ex: Bairros Barreiro, Rio Branco e outros. Há deficiência da
estrutura técnica do município, ou seja, há uma falta de infraestrutura para fiscalizar os projetos de implantação. Falta mão
de obra para realizar a manutenção e operação de esgotos e águas pluviais, pois a equipe á a mesma de 10 anos atrás
(2003). A parte mais antiga da cidade (limites de abrangência geográfica por volta de meados da década anterior (2003 a
3.6 Diagnostico Técnico de Sistema de Esgotamento sanitário 2005), possui sistema misto (ou unitário) de águas pluviais e esgotos; sendo portanto, precário e com capacidade
insuficiente, uma vez que a cidade cresceu em torno do centro, em todos os sentidos. Apenas a expansão da cidade nos
últimos anos (8 a 10 anos), possui sistemas independentes. Porém, nos bairros novos próximos aos antigos, e localizados
na mesma microbacia e acima dos últimos; as redes de esgoto e pluvial, estão sendo interligados nas redes antigas que
não foram planejadas para receber estes novos bairros.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 4/34
A cidade de Visconde do Rio Branco não possui ETE pública, portanto esgotamento sanitário não é tratado.
Aproximadamente 90 % do esgoto gerado é coletado, cujo destino direto é o Xopotó e seus afluentes urbanos. Os
loteamentos iniciados a partir de Junho / 2013, são obrigatórios a instalação de ETEs. A coleta e destinação de esgotos
domésticos e da maioria das indústrias são finalizados na mesma rede de águas pluviais, principalmente na parte mais
3.6 Diagnostico Técnico de Sistema de Esgotamento sanitário antiga da cidade (com mais de 30 anos), sendo despejados no rio Xopotó e respectivos afluentes. Em bairros mais novos, a
partir do início da década de 1990, em bairros planejados, como, COHAB 1, a rede de esgoto já é separada da rede de
drenagem pluvial. Não existe nenhuma ETE pública na cidade. Em algumas empresas privadas existem Mini ETE`s.

O município coleta de 35 a 40 ton. de Resíduos Sólidos por dia. O Aterro Sanitário de Visc. Rio Branco já tem 9 anos de
funcionamento (a partir de 2004). Porém, passou por períodos com pouca ou nenhuma gestão efetiva, funcionando
praticamente como lixão.O Aterro deveria ter uma vida útil de 20 anos. Entretanto, devido ao seu histórico de falta de gestão
e operação eficaz, ausência de manutenção, deficiências diversas, como canaletas, captação de gases, avaliações
3.7 Diagnostico Técnico de Serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, de técnicas e respectivos laudos periódicos, localização próximo a nascente, disposição final do aterro, etc, sua vida útil e
Resíduos da Construção Civil e de Resíduos segurança carece de uma avaliação criteriosa, pois já demonstra comprometimento. A coleta seletiva está sendo
implantada experimentalmente em 3 bairros da cidade: Barroca, Santa Alice e Caiçaras. Quanto aos resíduos da
construção civil, não foi apresentada pela prefeitura nenhum programa ou projeto.

Na cidade de Visconde do Rio Branco, os principais trabalhos realizados nos últimos 4 anos (2010 a 2013), foram os
reparos nas margens e leito, e desassoreamento, inclusive no final de 2013, do rio Xopotó, área urbana. Não se tem
conhecimento de outras ações ou projetos, para os próximos meses e anos. De forma geral as partes baixas dos cursos
d`água urbanos afluentes do rio Xopotó (que é o principal), possuem galerias, intercaladas com trechos abertos (não
canalizados). O rio Xopotó e o ribeirão Piedade (seu principal afluente), não possuem galerias, ou manilhamentos. Alguns
trechos dos afluentes são manilhados, como por exemplo, o Barreiro. Como não houve planejamento do crescimento e
3.8 Diagnostico Técnico de Serviços de manejo de Águas pluviais e Drenagem Urbana desenvolvimento da cidade em décadas anteriores; a gestão organizacional integrando solo urbano à infraestrutura local, é
dos maiores desafios para administração atual e futuras. Para isso, estão sendo diagnosticados os diversos componentes
que integram o planejamento e gestão urbana; considerando também os fatores rurais que se relacionam com os urbanos e
vice versa, em relação aos sistemas de drenagem.

Em 28/02/13 foi aprovada a lei 1.131, que dá nova limitação ao perímetro urbano, substituindo a lei de 1997. No setor de
Cadastro da Prefeitura de VRB, esta sendo implantado um programa de fotografia aérea frontal, que trarão novos recursos
para a gestão pública em relação ao georreferenciamento; através dos quais poderão ser identificadas as caracterizações
gerais, básicas e essenciais, para o replanejamento e gestão da cidade; com os coeficientes, como: o n° de casas, as
intervenções realizadas nas ruas, as novas construções, incluindo o tipo de pavimentação e a quilometragem das ruas.
Por enquanto os únicos recursos são as plantas de cada bairro, sendo que os bairros antigos, as plantas estão
desatualizadas, e a partir destas plantas chegou – se à conclusão de que aprox.80% das ruas e vias de acesso são
3.9 Serviços de Desenvolvimento Urbano e Habitação asfaltadas e aprox. 20% constituídas de bloquetes, que são os bairros mais novos, sendo que são aproximadamente 2.500
ruas e a extensão urbana e de aproximadamente 25 Km total.
Há necessidade de um planejamento a curto, médio e longo prazos (2 a 20 anos), para resolver os diversos problemas na
área de drenagem e áreas afins; com realização primeiramente de Diagnóstico técnico adequado e específico, envolvendo
todas as microbacias rurais e urbanas, que contribuem para formação de enchentes e inundações na cidade de Visc. Rio
Branco e outras da bacia do rio Xopotó.

O processo de urbanização da cidade de Visc. Rio Branco, vem causando efeitos contínuos e agravantes ao sistema de
drenagem natural local e à jusante, principalmente nos últimos 13 anos (2000 a 2013). Com a nova expansão urbana, a
3.9 Serviços de Desenvolvimento Urbano e Habitação tendência das enchentes e inundações é se agravarem, se o modelo de crescimento e desenvolvimento não sofrerem
mudanças significativas.
A aplicação efetiva das legislações, principalmente referentes ao planejamento e gestão de recursos hídricos, solos,
resíduos sólidos; com as medidas estruturais e não estruturais. Deverá haver maior integração da gestão urbana com a
3.10 Serviços de Meio Ambiente e Recursos Hídricos rural, uma vez que muitas microbacias rurais produzem água diretamente para formação de enchentes e inundações
urbanas; e a melhoria do manejo dos solos é das estratégias essenciais para aumento de infiltração e armazenamento de
águas pluviais.

No perímetro urbano as áreas ainda não urbanizadas ou em processo de loteamento, deverão receber atenção especial
para reduzir os escoamentos superficiais das águas pluviais; reduzindo os efeitos das enchentes e inundações. As áreas
3.11 Serviços de Saúde potenciais para contribuir para regularizações de vazões, estão sendo identificadas durante o diagnóstico, e apontadas em
mapas e fotos.
O Diagnóstico está sendo elaborado através de vários recursos técnicos e metodológicos, envolvendo técnicos, gestores,
sociedade e revisões bibliográficas; a partir do qual serão desenvolvidos procedimentos adequados para cada situação,
3.12 Procedimentos a serem desenvolvidos do diagnostico
baseados nas demandas e indicadores gerados, pelos diversos segmentos da sociedade e de cada setor (rural e urbano).

Os diversos produtos gerados até o momento, como o Sistema de Informações sobre o Saneamento Básico (SISB) e
outros levantamentos técnicos e comunitários, compõem os relatórios que subsidiarão os prognósticos e ações a curto,
3.13 Relatórios dos diagnósticos
médio e longo prazos (1 a 20 anos).

Quanto ao PRSB, este PMSB está sendo elaborado em consonância com o PLANSAB e quanto ao Plano de Recursos
Hídricos estão sendo consultado o COMPÉ. Em relação ao PRSB, não se tem conhecimento de iniciativa concreta ações
integradas ou consorciadas na região de Visconde do Rio Branco ou Ubá, para Resíduos Sólidos ou Saneamento Básico
em geral. Existe uma empresa União Reciclagens; sediada em Rio Novo (aprox. 60 km de Ubá e 70 Km de Visconde do
Rio Branco), que coleta e destina os resíduos de vários municípios da região, com infraestrutura própria, inclusive um
Aterro Sanitário em Leopoldina (a 70 Km de Ubá e 90 Km de VRB). Quanto ao Plano de Recursos Hídricos, De acordo
com os Planos Diretores de Bacias Hidrográficas do Brasil, o Plano da Bacia dos rios Pomba/Muriaé - PS2 - foi elaborado
em 2006. Os detalhamentos constam no documento da Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia hidrográfica do Rio
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos Paraíba do Sul - AGEVAP - Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba do Sul - Resumo Caderno de Ações Área
hídricos da bacia hidrográfica de Atuação do COMPE, Anexo 5 do Relatório Contratual R-10 e outros associados, referentes ao ano 2006. De acordo com
o Plano Nacional de Recursos Hídricos, o rio Xopotó é classificado como UPGRH PS2; e de acordo com a classificação da
qualidade das águas superficiais do IGAM – 2003, na estação de amostragem denominada BS 077, à jusante de Visconde
do Rio Branco (BS077) , a média anual do Índice de Qualidade das Águas apresentou-se no nível Ruim em 2003 nesse. Os
parâmetros que influenciaram os resultados de IQA no rio Xopotó, sobretudo no ponto BS077, foram coliformes fecais,
oxigênio dissolvido, DBO, fosfato total e turbidez.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 5/34
A totalidade do território do município de Visconde do Rio Branco, no contexto da gestão nacional dos recursos hídricos,
está inserida na bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, cujo comitê gestor nacional é o CEIVAP ou Comitê para
Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, criado pelo Decreto Federal nº. 1.842, de 22 de março de 1996.
Este comitê insere-se no Sistema Nacional de Recursos Hídricos, instituído pelas Leis nº. 9.433/97 e 9.984/00 que
introduziu novos atores no cenário institucional brasileiro, no contexto da gestão dos recursos hídricos, sendo:
• Comitês de Bacia - fóruns democráticos para os debates e decisões sobre as questões relacionadas ao uso das águas da
bacia.
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos • As Agências de Bacia - braço executivo do Comitê ou mais de um Comitê, que recebe e aplica os recursos arrecadados
hídricos da bacia hidrográfica com a cobrança pelo uso da água na bacia, e na jurisdição pública federal.
• Agência Nacional de Águas - ANA, autarquia especial vinculada ao Ministério do Meio Ambiente - MMA, que assume as
funções de órgão gestor regulador dos recursos hídricos de domínio da União, anteriormente exercida pela Secretaria de
Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA.

O COMPÉ - CBH dos afluentes mineiros dos rios Pomba e Muriaé, já está mobilização, conforme cópia de e-mail anexo,
enviado em CEIVAP teve sua área de abrangência e nomenclatura alteradas pelo Decreto Federal nº. 6.591, de 1º de
outubro de 2008. A partir de então, o CEIVAP passou a ser denominado Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio
Paraíba do Sul, que abrange atualmente em sua gestão 184 cidades, sendo 88 em Minas Gerais, 57 no Estado do Rio e 39
no estado de São Paulo. De acordo com o Plano Nacional de Recursos Hídricos, o rio Xopotó é classificado como UPGRH
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos PS2; e de acordo com a classificação da qualidade das águas superficiais do IGAM – 2003, na estação de amostragem
hídricos da bacia hidrográfica denominada BS 077, à jusante de Visconde do Rio Branco (BS077) , a média anual do Índice de Qualidade das Águas
apresentou-se no nível Ruim em 2003 nesse. Os parâmetros que influenciaram os resultados de IQA no rio Xopotó,
sobretudo no ponto BS077, foram coliformes fecais, oxigênio dissolvido, DBO, fosfato total e turbidez.

A totalidade do território do município de Visconde do Rio Branco, no contexto da gestão nacional dos recursos hídricos,
está inserida na bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, cujo comitê gestor nacional é o CEIVAP ou Comitê para
Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, criado pelo Decreto Federal nº. 1.842, de 22 de março de 1996.
Este comitê insere-se no Sistema Nacional de Recursos Hídricos, instituído pelas Leis nº. 9.433/97 e 9.984/00 que
introduziu novos atores no cenário institucional brasileiro, no contexto da gestão dos recursos hídricos, sendo:
• Comitês de Bacia - fóruns democráticos para os debates e decisões sobre as questões relacionadas ao uso das águas da
bacia.
• As Agências de Bacia - braço executivo do Comitê ou mais de um Comitê, que recebe e aplica os recursos arrecadados
com a cobrança pelo uso da água na bacia, e na jurisdição pública federal.
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos • Agência Nacional de Águas - ANA, autarquia especial vinculada ao Ministério do Meio Ambiente - MMA, que assume as
hídricos da bacia hidrográfica funções de órgão gestor e regulador dos recursos hídricos de domínio da União, anteriormente exercida pela Secretaria de
Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA.
O COMPÉ - CBH dos afluentes mineiros dos rios Pomba e Muriaé, já está mobilizado, conforme cópia de e-mail anexo,
enviado em CEIVAP teve sua área de abrangência e nomenclatura alteradas pelo Decreto Federal nº. 6.591, de 1º de
outubro de 2008. A partir de então, o CEIVAP passou a ser denominado Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio
Paraíba do Sul, que abrange atualmente em sua gestão 184 cidades, sendo 88 em Minas Gerais, 57 no Estado do Rio e 39
no estado de São Paulo. Em anexo, também e-mails enviados ao Luzitânio da COPASA de Visc. Rio Branco; e ao
COMPÉ (Theyla), em 23/08/13.

O Caderno de Ações de Atuação do PS2, constante no Plano de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul, enfatiza que o
rio Pomba nasce na Serra Conceição, pertencente à cadeia da Mantiqueira, em Barbacena, a 1.100m de altitude.
Apresenta uma declividade relevante, uma vez que a cerca de 90 km da nascente atinge a altitude de 200 m em relação ao
nível do mar. Em Cataguases o leito está a uma altitude de 165 m e em Santo Antônio de Pádua a 90 m em relação ao
nível do mar. Depois de percorrer 265 km, atinge a foz no Paraíba do Sul. Seus principais afluentes são os rios Novo, Piau,
Xopotó, Formoso e Pardo.
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos A bacia do rio Pomba apresenta uma área de drenagem de 8.616 km², com o uso e ocupação do solo relativamente
hídricos da bacia hidrográfica uniforme, abrangendo 35 municípios mineiros e 3 municípios fluminenses, onde vive uma população de aproximadamente
450 mil habitantes. Os municípios mais representativos dessa bacia, do ponto de vista populacional, ou seja, aqueles com
mais de 20.000 habitantes são: Cataguases, Leopoldina, Santos Dumont, São João Nepomuceno, Ubá, Visconde do Rio
Branco, em território mineiro e Santo Antônio de Pádua e Miracema em território fluminense.

A principal característica da bacia em relação ao saneamento ambiental é a falta de tratamento de esgotos doméstico,
resultando, quase sempre, no lançamento “in natura” dos efluentes domésticos diretamente nos cursos d’água. Outra
característica relevante é a degradação da cobertura vegetal, implicando carreamento relevante de sedimentos para as
calhas dos cursos d’água provocando eventualmente assoreamento que intensificam as extravazões nos períodos
chuvosos.
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos O caderno de ações do PS2 aponta ainda que, com relação às enchentes do rio Pomba, as cheias “normais” atingem em
hídricos da bacia hidrográfica geral a população ribeirinha, invasora da calha do rio. Somente nos eventos de cheias “excepcionais”, as parcelas das áreas
urbanas consolidadas em níveis mais altos são invadidas pelas águas. Vale ressaltar que as cheias que hoje ocorrem na
bacia do rio Pomba são significativamente mais brandas do que às da bacia do Muriaé, possivelmente, devido à
regularização proporcionada pelos reservatórios existentes ao longo da bacia.

Ainda no destaque do caderno de ações, ficou enfatizado o grau de elevado desmatamento da bacia do rio Muriaé,
principalmente na região de cabeceira, absolutamente desprovida de florestas e com inexpressiva extensão de vegetação
secundária. Entre os impactos resultantes desse cenário, destaca-se a erosão do solo e a rapidez do escoamento
superficial que agrava as inundações. Além disso, ressalta-se a acentuada diminuição de quantidade de água nos
mananciais, nos períodos de estiagem. A disponibilidade hídrica reduzida no período de estiagem se tornou crítica em
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos algumas áreas urbanas, bem como em várias áreas rurais onde a atividade agrícola sofre por escassez de água.
hídricos da bacia hidrográfica Os vários organismos de bacia, originários de processos organizativos distintos, que compõem o arranjo institucional
interno: o Comitê de Integração (CEIVAP), os comitês em bacias afluentes, consórcios intermunicipais, consórcios e
associações de usuários, constituem interlocutores regionais e locais, de importância relevante no processo de gestão
ambiental, incluída a dos recursos hídricos.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 6/34
Os principais problemas de abastecimento de água potável na cidade se relacionam com o crescimento populacional, sem
investimentos adequados pela COPASA, já necessário a partir do ano de 1998. Os principais problemas ocorrem no Alto
Boa Vista, Barreiro (parte alta) e Nova Rio Branco. Em relação ao novo cenário daqui 5 anos (2019) e o que deverá ser feito
para segurança do abastecimento de água; segundo a COPASA , em vista do crescimento populacional , deverá ser feita a
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos ampliação da ETA para 130 L/s que dará para abastecer mais 15 anos. Em relação à capacidade de cada reservatório de
hídricos da bacia hidrográfica cada bairro (ou setor) e nº da famílias, ligações, ou pessoas; os dados são: consumo por pessoa 160 L / dia; 11.500
ligações de água ; reservatório central 2.000.000 (dois milhões de litros), que funciona há aprox. 18 anos (desde 1996),
sendo os demais:

MEDIÇÃO NUMERO 01 DO PRODUTO C 3.1 a 3.4 COLETA DE DADOS A 3.4 SITUAÇÃO


COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 dias
ECONOMICO FINANCEIRA DE 02/02/2014 A 02/03/2014 VALOR DE R$ 16.289,36
3.1 Coleta de dados
O município conta com seus diversos segmentos administrativos, sendo: Secretarias, Departamentos, Diretorias, Divisões
e outros. Existem também as representações administrativas diversas, como federais, estaduais, privadas, não
governamentais e outras. Entre as repartições mais atuantes com mais interações com o setor de saneamento básico,
3.1.1 Identificação das Unidades/regiões administrativas do município e distritos COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 estão: Secretarias municipais de Meio Ambiente, Vigilância Sanitária, Saúde, Limpeza pública, Obras, Educação; COPASA;
EMATER; Polícia Militar; Sistema SESI/FIEMG e ONG`s. Em relação aos principais setores econômicos da região,
principalmente a indústria moveleira, localizam-se e m Ubá o INTERSIND e a ADUBAR.

Os dados e informações obtidos sobre legislações locais em geral são insignificantes, principalmente na área de
saneamento básico e meio ambiente. Foram apresentadas apenas algumas leis sobre o município, como: Lei de expansão
urbana de 1997 e 2013. A lei sobre uso e ocupação do solo, por exemplo, está em elaboração, simultaneamente ao trabalho
de mapeamento da empresa Geodados. Em relação às demais questões, as legislações aplicadas, especialmente em
relação aos saneamento básico e meio ambiente são: Lei fed. nº 6.766/79 (uso do solo); lei florestal MG nº 20.922/2013; lei
fed. novo código florestal nº 12.651/2012; Resoluções do CONAMA; Deliberações Normativas do COPAM/MG; tudo
através dos órgãos fiscalizadores e reguladores (Polícia Militar, IEF, SUPRAM e afins). O processo de urbanização da
cidade de Visc. Rio Branco, vem causando efeitos contínuos e agravantes ao sistema de drenagem natural local e à
jusante, principalmente nos últimos 13 anos (2000 a 2013). Com a nova expansão urbana, a tendência das enchentes e
inundações é se agravarem, se o modelo de crescimento e desenvolvimento não sofrerem mudanças significativas. A
3.1.2 Levantamento e análise da legislação local sobre saneamento, saúde e meio ambiente
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 aplicação efetiva das legislações, principalmente referentes ao planejamento e gestão de recursos hídricos, solos, resíduos
incluindo resíduos sólidos
sólidos; coms as medidas estruturais e não estruturais. Deverá haver maior integração da gestão urbana com a rural, uma
vez que muitas microbacias rurais produzem água diretamente para formação de enchentes e inundações urbanas; e a
melhoria do manejo dos solos é das estratégias essenciais para aumento de infiltração e armazenamento de águas pluviais.
No perímetro urbano as áreas ainda não urbanizadas ou em processo de loteamento, deverão receber atenção especial
para reduzir os escoamentos superficiais das águas pluviais; reduzindo os efeitos das enchentes e inundações. As áreas
potenciais para contribuir para regularizações de vazões, estão sendo identificadas durante o diagnóstico, e apontadas em
mapas e fotos.

O município é relativamente bem estruturado administrativa e tecnicamente. A maioria dos profissionais possue
experiências e bom conhecimento sobre a realidade do município, principais problemas e necessidades. Entretanto, na área
3.1.3 Análise da Organização, estrutura e capacidade institucional( como de a equipe é muito deficitária, e muito sobrecarregada devido ao volume de serviços corretivos no sistema, que é bastante
secretarias,departamentos,existência de engenheiros e advogados e outros) existente para a COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 antigo e relativamente precário. Portanto, para esse setor, a prefeitura deverá designar profissionais em quantidade e
gestão de serviços de saneamento básico(planejamento,prestação,fiscalização e regulação dos competência técnica adequadas, para planejamento, obras, operações e manutenções.

1- Água: O sistema de abastecimento de água potável é composto por uma Estação de Tratamento de Água (ETA),
localizada na margem esquerda do córrego da Piedade, pouco acima da foz do córrego Santa Maria, à montante da cidade.
O sistema de abastecimento de água no município é operado pela COPASA, cujo término do contrato será em 2020. O
percentual da população urbana atendida atual é de 93 %. O número de ligações de água é 13. 287. O consumo médio de
água por habitante é de 188 litros/dia. O volume médio de água produzido é de 7.156 m³/dia. O percentual estimado de
perdas no sistema é de 35 %. Considerando a população urbana de aprox. 33.000 pessoas; e consumo médio de 150
L/pessoa/dia, são tratados aprox. 5 milhões de litros de água por dia; ou seja, 150 milhões L/mês. Existem estudos
relativos ao abastecimento de água, como: projetos de ampliação do sistema, trocas de bombas e de redes velhas, e planos
de ações preventivos e corretivos. Os planos corretivos atuais são de caráter emergencial; como por exemplo: nos casos
de falta de água, geralmente é enviado um caminhão pipa para atender a demanda do respectivo local. As normas de
regulação e fiscalização e respectivos procedimentos são do IGAM, IEF, IBAMA, M.P. e ARSSAI. A ETA possui outorga,
3.1.4 levantamento de dados quantitativos e qualitativos sobre abastecimento de assim como os poços artesianos, e não ocorre descarte de efluentes. As condições hidrológicas extremas ocorrem devido
água.esgotamento sanitário,limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos,drenagem e manejo COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 aos períodos de estiagem e enchentes; nos períodos de estiagem o nível dos reservatórios diminui muito, mas a pior
das águas pluviais tecnologias utilizadas e a compatibilidade com a realidade local condição ocorre no período de enchentes onde ocorre a destruição de equipamentos. Em relação às condições sanitárias e
ambientais da bacia afluente ao manancial (bacia do Piedade) está pouco poluída; na mesma foram construídas pela
COPASA, 11 fossas sépticas, como unidades demonstrativas, evitando assim o descarte do esgoto sanitário no manancial.
Os sistemas propostos pela prefeitura e COPASA, para melhoria da eficácia de atendimento à população em abastecimento
de água e coleta, tratamento e destinação adequada de esgotos e resíduos sólidos, carecem de estudos integrados com o
sistema de macrodrenagem e microdrenagem, uma vez que os problemas atuais de drenagem têm relação direta com
todos os fatores das microbacias urbanas e rurais que fornecem água e sedimentos para os cursos d`água de cruzam a
cidade. Os levantamentos em andamento, para construção do diagnóstico e prognósticos, nortearão os programas,
projetos e ações alternativas para novos sistemas a serem propostos, com as respectivas análises de viabilidade. De
acordo com a interação já efetivada, envolvendo a COPASA e demais segmentos locais, e pelas condições projetadas,
existe total compatibilidade entre as demandas existentes e a busca por um sistema integrado, envolvendo as diversas
partes. Em 1998 a ETA de Visconde do rio Branco possuía capacidade de 70 L/s, e atualmente (2014) a capacidade é de
90 L/s; mas já com necessidade de chegar 130 L/s. A sede do município é atendida pela ETA do ribeirão Piedade e 1 poço

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 7/34
De acordo com levantamento realizado nos diverso setores da prefeitura, foram identificadas 150 unidades de instituições
sociais e educativas, com destaque para 56 unidades religiosas, 35 instituições comunitárias, 18 escolas e 16 PSF`s. Os
3 setores que mais geram empregos no municípios são: moveleiro (48 empresas no segmento), construção civil (70
empreendedores) e oficinas mecânicas (46 unidades).
Um levantamento preliminar realizado em janeiro/2014, com entrevistas em 9 empresas locais, representando uma
amostragem em relação ao universo do município; concluiu-se de acordo com auto declaração, que: as 9 empresas estão
entre as 20 maiores do município; a área total ocupada pelas 9 é de aproximadamente 115.000 m²; possuem
3.1.5 levantamento dos dados sócio -econômicos e capacidade de pagamento dos aproximadamente 2.700 funcionários; consomem um total acima de 3.700 m³ de água por dia; produzem aproximadamente
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 2 ton. de resíduos sólidos por dia; e o percentual de resíduos e efluentes tratados em relação ao produzido, é inferior a 70
usuários(renda mensal da população, bolsa família)
%. De acordo como Dados do setor de cadastro da Prefeitura, o setor moveleiro de Visconde do Rio Branco, que faz parte
do Pólo moveleiro da região de Ubá, é composto por 48 empresas cadastradas na prefeitura, sendo que a maior empresa
do município é o Grupo Bom Pastor, seguida pela Matos e Lopes. O setor têxtil, especialmente confecções tem crescido
nos últimos 10 anos, na região de Ubá e cidades que compõem o Pólo moveleiro, que é o caso de Visc. Rio Branco

Entre as empresas do setor alimentício, está o Abatedouro Rio Branco (Pif Paf Alimentos), que é uma das maiores
empresas brasileiras no setor de processamento de aves, suínos, massas e vegetais, há mais de 5 décadas; além da
Sucos Tial - Tropical Alimentos, que é umas das pioneiras do Brasil, fruto do apoio da Universidade Federal de Viçosa, na
década de 1980. Visc. Rio Branco possui grande tradição no setor de mineração, principalmente cerâmicas. Entre as
empresas do setor mineral, destacam-se MBC (Materiais Básicos da Construção) na área urbana, e na área rural a M.H.R
Indústria e Comércio LTDA a Casacalheira Riobranquense Ltda e a Cerâmica Pais e Filhos Ltda. Os postos de
combustíveis e lava jato, do município concentram-se na cidade, e com alguns localizados ao longo da rodovia MG 447 e
BR 120. Na cidade existem ainda os lava jatos, que estão incluídos nesse segmento. Devido ao histórico de Visconde do
3.1.5 levantamento dos dados sócio -econômicos e capacidade de pagamento dos Rio Branco, de grande destaque no setor agroindustrial, o setor de serralherias e metalurgias, tiveram importante papel na
usuários(renda mensal da população, bolsa família) economia local e microrregional; e durante a transição a partir de 1995 (com a desativação das usinas de cana) e expansão
da indústria moveleira, o setor passou por adaptações. O mercado das oficinas mecânicas é amplo e forte, devido às
diversas agroindústrias locais e microrregionais; além do grande aumento de veículos particulares e públicos em circulação
nos últimos 10 anos. Dentre as prestadoras de serviços estão as de construção, manutenções, consultorias em geral, em
todos os 4 setores de abrangência do PMSB. Devido principalmente ao baixo índice de escolaridade, baixa renda,
dificuldade de planejamento financeiro domiciliar, acredita-se que mais de 10 % das famílias não pague em dia suas contas,
entre elas, energia, água, telefone e outros.

A COPASA possui estudos sobre as necessidades de projetos e ações para o setor de recursos hídricos e saneamento,
3.1.6 estudos e projetos de saneamento básico existentes COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 mas que ainda não estão disponíveis ao público, em geral; inclusive com local para implantação da ETE, redes coletoras e
respectivos custos; mas nada foi disponibilizado, em atendimento ao e-mail enviado pela equipe da LMRDS em 2013 à
COPASA.
As doenças de veiculação hídrica estão mais incidentes nas famílias onde não há infraestruturas e os serviços essenciais
de saneamento, principalmente tratamento de água potável, coleta e destinação adequada de esgotos e resíduos sólidos;
ou seja, essas populações mantêm contato direto ou indireto com esses elementos, não conseguindo manter uma
qualidade de vida digna e saudável. Entre os principais setores do município, destacam-se as periferias, os bairros de
classe baixa renda, ocupações desordenadas em APP`s e proximidades de corpos d`água, de terrenos vazios e de
empreendimentos sem acondicionamento adequado de seus efluentes. Mais de 20 % da população do município estão
vulneráveis a essas situações, e precisam de ações corretivas e preventivas, de imediato (1 a 2 anos), curto prazo (3 a 5
anos), médio (6 a 10 anos) e longo prazo (11 a 20 anos). De acordo com o técnico da FUNASA, no município, o Ministério
3.1.7 salubridade ambiental- indicadores sanitários, epidemiológicos e ambientais COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 da saúde monitora todas as nascentes através do SISAGUA, mapeando 10% das nascentes. O propósito do Ministério da
Saúde é atuar em nível nacional, porem ainda esta em nível municipal onde a prefeitura através da secretaria da Saúde
escala um agente que é funcionário próprio para fazer as analises nas nascentes, uma vez por mês.
Em VRB, são oito as nascentes monitoradas através do Vigiagua (vigilância da Qualidade da água para consumo). As
nascentes consistem em minas compreendidas em área urbana, sendo que as analises são de responsabilidade do
Vigiagua, como, visto que as doenças de veiculação hídrica estão ligadas a qualidade da água. Então objetivo do SISAGUA
e ver a situação das nascentes visando a saúde.

O Vigiagua cuida das doenças ligadas a qualidade da água, segundo o técnico da Vigilância Sanitária.
Das 9 nascentes, 8 são monitoradas em VRB e que estão cadastradas, com 40 polegadas de água, valor significativo de
produção de água, sujeita a contaminação.
Tem nascente cadastrada na Rua nova, no Barreiro, no Piedade, no Chacará.
Além do Vigiagua, disseram que a Vigilancia Ambiental, também cuida do mutirão de limpeza que ocorre duas vezes ao
3.1.7 salubridade ambiental- indicadores sanitários, epidemiológicos e ambientais ano, e esse ano ocorreu de 2 de março a 18 de abril. E também da parte de limpeza e dragagem do Xopoto, porque as
beiradas do rio são criadores de mosquito onde deve limpar o rio com maquina, para evitar focos de
mosquito(obrasimpactantes).
A oito, seis anos fizeram drenagem nos córregos para direcionar a água, porem não teve manutenção. Também fizeram
dragagem em 2 a 3 pontos, no Barreiro/ Usina. Além de identificar as nascentes deve identificar os pontos livres para entrar
com as maquinas e fazer a limpeza.
Para corrigir, compensar, reduzir e prevenir as situações de vulnerabilidade socioambiental, principalmente para famílias de
3.1.8 dados e informações de outras políticas correlatos COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 05/02/2014 baixa renda; a prefeitura está implementando diversos loteamentos na cidade, os quais estarão em plena consolidação nos
próximos 2 anos (2015 e 2016).

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O Município de Visconde do Rio Branco, Estado de Minas Gerais, criado pela Lei nº 2.995, de 18 de outubro de 1882,
situado na Zona da Mata Mineira,
integra a divisão administrativa do Estado de Minas Gerais e possui atualmente,as seguintes confrontações:
I – ao norte limita-se com São Geraldo e Paulo Cândido;
II – ao sul limita-se com Guidoval e Ubá;
III – ao leste limita-se com Guiricema e São Geraldo;
IV – a oeste limita-se com Divinésia e Ubá;
V – o prédio da Prefeitura Municipal fica localizado na Praça 28 de Setembro, nº 317 – Centro. Localização: Zona da Mata
3.2 Caracterização do Município COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 mineira.
Ano de Fundação: 1881
Área: 241,2 km²
Pop: 36.826 (2008); Densidade: 147,5 hab./km²;
Altitude: 352 m; Temperatura Média: 21ºC;
Frota de Veículos: 12.114 (set/2008); Eleitores: 27.506 (out/2008); IDH: 0,753 (PNUD/2000); IFDM: 0,7136 (Firjan 2005);
PIB (R$): 349.588.000 IBGE/2005

PIB per capita (R$): 9.933 IBGE/2005; Distância de Juiz de Fora: 128 KM; Distância de Belo Horizonte: 282 Km. Visconde
do Rio Branco, antigo distrito criado em 1810 (1891) com a denominação de São João e subordinado ao município de
Pomba (hoje Rio Pomba), tornou-se vila (São João Batista do Presídio) em 1839, mas foi extinta em 1853, figurando como
distrito do município de Ubá. Retornou ao status de vila por leis provinciais de 22 de julho de 1868 e 22 de setembro de
1881 e alcançou a condição de cidade em 1882, sendo renomeado para Rio Branco. Em 1943 o município recebeu a sua
denominação atual, Visconde de Rio Branco. Os primeiros habitantes do território riobranquens e foram os indígenas
3.2 Caracterização do Município COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 Croatos, Cropós e Puris, procedentes do litoral fluminense, das baixadas dos Campos dos Goitacases, onde recebiam a
denominação de Goitacás. Esses índios, após a confederação dos Tamoios, nos fins do século XVIII se viram
pressionados por tribos inimigas e obrigados a deixar suas aldeias primitivas e partirem em busca de novas terras, ricas em
caça, pesca e frutas, distante de selvagens agressivos. O caminho mais fácil e acessível para a fuga foi o curso a margem
do Rio Paraíba do Sul e seus afluentes, os rios Pomba e Muriaé

Em seguidas migrações, subiram por esses rios, vindo atingir as margens superiores dos rios Xopotó e Bagres, onde
passaram a habitar, dando, assim, origem ao aparecimento de localidade, que paralela ou sucessivamente, foi denominada
Xopotó dos Coroados, Aldeamento do Presídio, Aldeia do Presídio, Presídio, São João Batista do Presídio, Presídio,
Visconde do Rio Branco, Rio Branco, Paranhos e, finalmente Visconde do Rio Branco.
Escola Normal
Ainda nos fins do século XVIII os Croatos receberam os cuidados do Missionário Padre Francisco da Silva Campos e do
3.2 Caracterização do Município
civilizador Guido Thomaz Marliére. Em 1730, as Autoridades da Capitania tomavam medidas com o fim de conquistar esses
indígenas. Coube, no entanto, ao Padre Ângelo da Silva Pessanha o mérito de iniciador da tarefa de civilizar os Croatos,
tendo conseguido fazer cessar as ferozes lutas que eram travadas contra os brancos devastadores

Não resistiram, porém, por muito tempo o contato com o pretenso civilizador e extinguiram-se como tribos na década
setenta do século XIX. Origem do Topônimo O atual nome Visconde do Rio Branco foi dado ao município em homenagem
ao grande estadista José Maria da Silva Paranhos (o Visconde do Rio Branco). Desde o final do século XVIII até o ano de
1945, teve o município diversas denominações, o que sempre motivaram equívocos e aborrecimentos lamentáveis. O
primeiro nome dado por ocasião do desbravamento da região, no final do século XVIII, foi o de Zona do Rio Xopotó dos
3.2 Caracterização do Município Coroados, por ser a região habitada pelos índios Croatos ou Coroados. Posteriormente, teve o de Aldeia do Xopotó e no
início do século XIX eram território e povoação, denominados Presídio de São João Batista ou São João Batista do
Presídio, por ter sido o local escolhido pela Capitania para a localização de presos políticos ou comuns; funcionava como
presídio aberto, tendo a cercá-lo densas florestas

. Mais tarde, prevalecendo a lei do menor esforço, foi a expressão reduzida para Arraial do Presídio e depois simplesmente
Presídio. Ao receber foros de cidade, a Vila passou a denominar-se Visconde do Rio Branco, depois Rio Branco e em 1943,
recebeu o topônimo de Paranhos, tendo finalmente, em 1945 restabelecido o nome de Visconde do Rio Branco. O distrito
foi criado em 24/07/1810 pela Lei provincial de n° 21 e o município em 16 de março de 1839 pela Lei provincial de nº 134,
com a denominação de São João Batista do Presídio, com sede no povoado de mesmo nome. Foi, no entanto, suprimido
pela Lei provincial nº 654, de 17 de junho de 1853, passando a pertencer à povoação de São Januário de Ubá (Atual Ubá),
3.2 Caracterização do Município para onde a sede foi transferida. O município foi restaurado pela Lei 1 573, de 22 de julho de 1868, para ser novamente
extinto pela Lei provincial nº 1 755, de 30 de março de 1871. Restabeleceu-o com território desmembrado do de Ubá, a Lei
provincial n° 2 785, de 22 de setembro de 1 881, ocorrendo a reinstalação em 22 de Setembro de 1 882. Pelo disposto na
Lei provincial nº 2 955, de 19 de Outubro de 1882, a sede do município recebeu foros de cidade, sob a designação de
Visconde do Rio Branco. Gentílico: Riobranquense

O Município de Visconde do Rio Branco esta estrategicamente muito bem servido por estradas que o ligam aos principais
centros econômicos do país como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, o que favorece a implantação de
indústrias, devido a facilidade de escoamento da produção, além de outros benefícios trazidos pelo sua privilegiada
localização geográfica.
A partir da caracterização regional do município, podemos apresentar as tipicidades locais.
3.2.1 População: série histórica de dados de população urbana e rural; taxas históricas anuais de 1.1 População e índice de Crescimento.
crescimento populacional para o município, distritos e sede; estudos populacionais recentes; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 De acordo com o IBGE 2013, a população do município de Visconde do Rio Branco passou de 28.451 habitantes em
população flutuante quando significativa. 1991, para 37.942 em 2010, demonstrando crescimento de 33 % em 20 anos, enquanto no estado de MG, foi da ordem de
24 %. Considerando que a área rural teve significativa redução em sua densidade demográfica, a área urbana foi
efetivamente impactada para essa transformação. Considerando a situação atual da cidade, e a novo limite da expansão
urbana, estima-se que a pressão antrópica será grande, porém melhor planejada em relação à prevenção e correção dos
problemas relativos a enchentes e inundações, por exemplo, em relação à situação atual.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 9/34
A taxa de crescimento da população local nos próximos 20 anos, deverá ser relativamente menor; e com mais espaço
horizontal para expansão, desde que haja incentivos e gestão neste sentido. Visconde do Rio Branco, segundo dados do
Censo 2010, a população total é de 37.942 habitantes, sendo 6.562 habitantes na área rural e 31.380 habitantes na área
urbana. De acordo com informações do Censo, a estimativa para o município em 2013 é de 40.356 habitantes, ou seja , um
aumento de aproximadamente 7% da população em relação à 2010. Em 1991 a população total era de 28.451 pessoas. Em
2010 passou para 37.942 pessoas; e em 2013 já atingiu 40.356 habitantes, conforme IBGE, 2013. Em virtude de um
fenômeno que ocorre em escala mundial, Visconde do Rio Branco também passou pela fase do êxodo rural. Essa migração
3.2.1 População: série histórica de dados de população urbana e rural; taxas históricas anuais de é motivada por atrativos que as cidades exercem sobre parte da população rural, principalmente as cidades mais
crescimento populacional para o município, distritos e sede; estudos populacionais recentes; industrializadas, oferecendo emprego, renda e melhores condições de vida.
população flutuante quando significativa. Em comparação com outros municípios, Visconde do Rio Branco não apresenta nenhum desequilíbrio na distribuição
populacional. Dados Valor atual Classificação estado / país
População atual de Visconde do Rio Branco 40.456 habitantes; densidade populacional 167 hab./km²
A população de Visconde do Rio Branco (em 2000) era de 32.598 habitantes, sendo 135 hab./km². A população rural era
aprox. 20 % da total, e em 2014 é entorno de 15 %. A população total aumentou 23 % em 13 anos; e a urbana aumentou
27 %.

Território de Visconde do Rio Branco


Superfície de Visconde do Rio Branco 24.335 hectares
(243,35 km²). ; altitude de Visconde do Rio Branco 358 metros de altitude; coordenadas geográficas decimais Latitude: -
21.0173 / Longitude: -42.8378; coordenadas geográficas sexagesimais Latitude: 21° 1' 2'' Sul
Longitude: 42° 50' 16'' Oeste; Fuso horário
UTC -3:00 (America/São_Paulo)
3.2.2 Localização do município no Estado e na região, com as distâncias aos centros mais Horário de verão : UTC -3:00
importantes através das vias de comunicação, em plantas tamanho A4, e em relação à capital, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 Horário de inverno : UTC -2:00
em planta tamanho A3, com a delimitação da área de intervenção direta; Hora local
13:00:56 - 19 Fevereiro 2014.
Demografia de Visconde do Rio Branco
Gentílico de Visconde do Rio Branco rio-branquense

As cidades e vilarejos vizinhos de Visconde do Rio Branco


Município confinante de Visconde do Rio Branco
Divinésia Guiricema Guiricema
Ubá Municípios vizinhos Guiricema
Ubá Guidoval Guidoval
Municípios vizinhos de Visconde do Rio Branco
Guiricema 12.5 km; Guidoval 15.8 km; Ubá 15.9 km;
Divinésia 16.7 km; Coimbra 19.3 km; Rodeiro 20.3 km;
3.2.2 Localização do município no Estado e na região, com as distâncias aos centros mais Paula Cândido 21 km; São Sebastião da Vargem Alegre 21.7 km; Tocantins 26.5 km; Cajuri 26.9 km; Ervália 27.6 km;
importantes através das vias de comunicação, em plantas tamanho A4, e em relação à capital, Viçosa 29.6 km; Senador Firmino 29.8 km; Miraí 30.6 km; Astolfo Dutra 32.8 km; Dona Eusébia 33 km Piraúba 33.9 km;
em planta tamanho A3, com a delimitação da área de intervenção direta; Rosário da Limeira 34.9 km; Dores do Turvo 37.1 km; São Miguel do Anta 37.5 km; Teixeiras 40.7 km.
Distância entre o Visconde do Rio Branco e as principais cidades brasileiras:
São Paulo : 482 km; Rio de Janeiro : 213 km; Salvador : 1007 km; Brasília : 793 km; Fortaleza : 1981 km; Belo Horizonte :
177 km; Manaus : 2728 km; Curitiba : 821 km; Recife : 1677 km; Porto Alegre : 1309 km Belém : 2263 km Goiânia : 831
km; Guarulhos : 468 km Campinas : 484 km São Luís : 2064 km
Distância calculada em linha reta! De acordo com a nova expansão urbana, a cidade ocupará áreas relativamente
extensas, nos próximos 5 a 10 anos (até 2024). Em anexos, estão os mapas.

O Município de Visconde do Rio Branco esta estrategicamente muito bem servido por estradas que o ligam aos
principais centros econômicos do país como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória, o que favorece a
implantação de indústrias, devido a facilidade de escoamento da produção, além de outros benefícios trazidos pelo sua
privilegiada localização geográfica. O Município de Visconde do Rio Branco está situado na Zona da Mata,Região Sudeste
do Estado de Minas Gerais, mais especificamente na
mesorregião da Zona da Mata mineira, distando cerca de 292 quilômetros da capital mineira, Belo Horizonte (VISCONDE
DO RIO BRANCO, 1996).
Tem como municípios limítrofes São Geraldo, Guiricema, Ubá, Guidoval, Paula Cândido e Divinésia. Visconde do Rio
3.2.3 Caracterização da área de planejamento (área, localização, distância entre a sede municipal
Branco recebeu este nome em 1882, por iniciativa do
e municípios da região, da capital do estado e entre distritos e sede municipal, dados de altitude, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014
deputado José Pedro Xavier Veiga que, ao elevar a vila à categoria de cidade no dia 28 de setembro, homenageava José
ano de instalação, dados climatológicos,
Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco, autor da Lei do Ventre Livre (VISCONDE DO RIO BRANCO, 2004).
O município possui uma extensão territorial de 242 km2, equivalente a 0.04% da área total do estado e comporta uma
população de 33.471 habitantes, dos quais 26.586 (79,5%) na área urbana e 6.885 habitantes(20,5%) na área rural (IBGE,
2004). O município possui a sede da sede e mais 8 núcleos de expansão urbana, distribuídos pela Zona Rural, num raio
médio de 6 km da cidade e aproximadamente 6 km entre um outro em sequência.

A grande maioria dos núcleos se localiza nas cabeceiras do município, próximos às serras.
O município de Visconde do Rio Branco fica a 310 km de Belo Horizonte, 310 km da cidade do Rio de Janeiro, 400 km de
Vitória, ES, e 670 km da cidade de São Paulo.
A altitude de Visconde do Rio Branco possui uma variação de amplitude de 630m de altitude, com cotas entre de 932 a 302
m, onde as menores cotas encontram-se na face sudeste e a maior na face oeste na divisa comum dos municípios de
Paula Candido, Divinésia e São Geraldo.
A bacia do rio Xopotó é composta por 6 municípios com 100 % de suas áreas dentro da bacia; dentre eles, São Geraldo e
3.2.3 Caracterização da área de planejamento (área, localização, distância entre a sede municipal Visconde do Rio Branco, localizados nas cabeceiras mais altas da bacia, com altitudes acima de 900 m, ao passo que as
e municípios da região, da capital do estado e entre distritos e sede municipal, dados de altitude, mesmas nas sedes das cidades são 380 m e 352 m, respectivamente. Além das microbacias da cabeceira principal do rio
ano de instalação, dados climatológicos, Xopotó, que nasce em São Geraldo, mais duas microbacias se juntam ao mesmo numa extensão total de aproximadamente
170 km², totalizando mais de 120 afluentes; todos desaguando no rio Xopotó, antes do mesmo passar pela área urbana de
Visconde do Rio Branco. A Cidade de Visconde do Rio Branco, MG, vem sofrendo um processo de intensa ocupação
urbana cuja principal característica é a apropriação de áreas naturais, de áreas anteriormente protegidas e áreas de riscos.
Essa dinâmica tem alterado consideravelmente a vazão pluvial dos principais rios e córregos, comprometendo seriamente o
sistema de drenagem existente na cidade.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 10/34
As enchentes e alagamentos passaram a ocorrer de forma mais frequente em pontos críticos do sistema de drenagem,
ocasionando sérios transtornos à população. O rio Xopotó possui 62 km de extensão e cruza as cidade de São Geraldo,
Visconde do Rio Branco e Guidoval, nessa ordem. As cabeceiras fazem parte da Serra da Mantiqueira, com média superior
a 800 m; enquanto em sua foz no rio Pomba, entre as cidades de Astolfo Dutra e Dona Euzébia, a altitude é de 230 m; ou
seja, com declividade média da linha d`água de 1 %. Porém entre a cabeceira e a cidade de Visconde do Rio Branco, a
3.2.3 Caracterização da área de planejamento (área, localização, distância entre a sede municipal declividade é superior a 3 %.
e municípios da região, da capital do estado e entre distritos e sede municipal, dados de altitude, Três sub-bacias deságuam no Xopotó acima da cidade de Visconde do Rio Branco, sendo: córrego das Pedras, córrego da
ano de instalação, dados climatológicos, Piedade, no município de Visconde do Rio Branco; e conjunto de córregos formadores na parte mais alta da cabeceira do
Xopotó, no município de São Geraldo. As 3 sub-bacias são compostas por aproximadamente 35 pequenas bacias, as quais
são alimentadas por mais 120 pequenos cursos d`água. Considerando as duas sub-bacias da Piedade e Santa Maria, que
impactam bruscamente a cidade, na formação de enchentes e inundações.

A cidade de Visconde do Rio Branco é composta por 6 pequenas bacias, além de pequenos afluentes, praticamente todas
antropizadas e urbanizadas, ou em processo de transformação a curto prazo (1 a 4 anos). Visconde do Rio Branco
apresenta clima tropical úmido, com média anual de 21° C de temperatura. A precipitação média anual é de 1.272 mm/ano,
tendo como época de chuvas abundantes o período compreendido entre os meses de outubro e março. Nos meses de julho
e agosto, há uma deficiência hídrica anual em geral superior a 100 mm.
A distribuição das chuvas, nos 12 meses do ano, ocorre de forma irregular, fato este que é um dificultador em relação à
agricultura e um desafio para gestão dos recursos hídricos; uma vez que em determinados períodos há escassez e em
3.2.3 Caracterização da área de planejamento (área, localização, distância entre a sede municipal outros abundância de chuvas. Observa-se que, nos meses de novembro e dezembro, ocorre uma maior incidência de
e municípios da região, da capital do estado e entre distritos e sede municipal, dados de altitude, chuvas. O quadro do anexo do relatório da 1ª medição desse Plano, apresenta as vazões de referência para os principais
ano de instalação, dados climatológicos, rios e afluentes na UPGRH, em suas seções exutórias.
De acordo com o Zoneamento Ecológico Econômico do estado de Minas Gerais, a qualidade ambiental da bacia do Xopotó
em todo o município de Visconde do Rio Branco é baixa. A cobertura florestal no município, especialmente nas microbacias
de cabeceiras, inferior a 20 %; e a cobertura predominante do solo é pastagem superando 50 %.

A topografia predominante na cidade é acidentada, com grande pressão de ocupação nas margens dos cursos d água,
principalmente nas margens do rio Xopotó e córrego da Piedade, os quais se encontram praticamente no centro da cidade,
3.2.3 Caracterização da área de planejamento (área, localização, distância entre a sede municipal aumentando o potencial de enchentes e inundações. A cidade tem-se expandido principalmente à montante, com potenciais
e municípios da região, da capital do estado e entre distritos e sede municipal, dados de altitude, riscos de aumento de enchentes e inundações na área central, seguindo o eixo desses dois cursos d água; que poderão se
ano de instalação, dados climatológicos, efetivar, se critérios bastante eficazes não forem implementados.

O município é dotado de infraestruturas relativas boas. Algumas são antigas. Há deficiência em qualidade e quantidade, em
todos os setores; principalmente em saneamento básico urbano e rural, vias públicas urbanas e rurais (pontes, bueiros,
3.2.4 Infraestrutura disponível(saneamento básico,energia pistas), logísticas de transporte urbano e rural, resíduos sólidos e segurança pública. A situação mais crítica atualmente é
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014
elétrica,telefonia,pavimentação,transporte,saúde e habitação) quanto à vulnerabilidade de grande parte da cidade às enchentes e inundações.

Bacia do Rio Xopotó

- Localização:
A bacia do rio Xopotó que abrange os municípios de São Geraldo, Visconde do Rio Branco, Guiricema, Guidoval, Ubá, São
Sebastião da Vargem Alegre, localizados na zona da mata mineira. Possui uma área de aproximadamente 1.189,79 km².
Sendo que o Rio Xopotó é uma sub-bacia do Rio Pomba que, por sua vez, pertence a bacia do Rio Paraíba do Sul,
pertencendo à Unidade de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos PS2, referente a Bacia Hidrográfica dos Rios
Pomba e Muriaé.

- Solos:
3.2.5 Indicação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de fragilidade sujeitas à
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 A área em estudo se caracteriza pela ocorrência de Argissolos, Latossolos, Cambissolos.
inundação ou deslizamento.
O Argissolo, devido ao seu gradiente textural elevado, tem um grau de floculação diferente entre os horizontes A e B, logo,
o grau de floculação é mais baixo no horizonte A, o que faz com que as argilas se transloquem para o horizonte B que, por
sua vez, tem um grau de floculação elevado.
A Depressão do Rio Xopotó apresenta nas formas de relevo ondulado a fortemente ondulado Argissolos Vermelho-Amarelo
eutróficos. Naquelas que são características de relevo fortemente ondulado a montanhoso há Latossolos Vermelho-Amarelo
distróficos. Estes também podem ser encontrados junto às feições fortemente onduladas a montanhosas, juntamente com
manchas de Cambissolos eutróficos (FARIA, 2009)

– Geologia e Geomorfologia:
Na classificação gerada pela pesquisa de Faria (2009), na Depressão do Rio Xopotó, onde está localizada grande parte da
Bacia do Rio Xopotó, passou a predominar declividades características de relevo suavemente ondulado (10 – 20%). O
patamar geológico da Depressão do Rio Xopotó é formado por gnaisses e rochas migmatíticas, como o enderbito.
Este domínio que abrange é caracterizado pela atuação da dissecação fluvial realizada pelo Rio Xopotó, afluente do Rio
Pomba, sobre rochas pré-cambrianas. Os vales na região são encaixados e as formas são típicas do domínio de “mares-de-
morro”
3.2.5 Indicação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de fragilidade sujeitas à . Além dessas, originou-se os vales estruturais e as escarpas, que refletem as perturbações tectônicas sofridas pelas
inundação ou deslizamento. regiões de abrangências dessas formas (RADAMBRASIL, 1983).
As feições de relevo refletem “fortemente a estrutura e as litologias locais, com colinas orientadas e/ou aplanadas num
relevo apalachiano. À frente desses modelados, ocorrem colinas convexo-côncavas” (RADAMBRASIL, 1983).
. Vale ressaltar que a Bacia do rio Xopotó, em sua maior parte, corre em terrenos do Complexo Mantiqueira, até sua foz no
rio Pomba

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O complexo da Mantiqueira presente na borda do Cráton São Francisco é caracterizado por um grande predomínio de
rochas ortognaisses bandeadas. destacam que o “Complexo Mantiqueira (Paleoproterozóico) podem ser vistos como
unidades de caráter autóctone e para-autóctone que representam o embasamento cratônico retrabalhado no domínio
orogênico”
O estado da cobertura vegetal em toda a bacia do rio Xopotó está praticamente estabilizada, principalmente a partir da
desativação das Usinas de cana. Grande parte das microbacias de cabeceiras que era ocupada por canaviais, passou a ser
3.2.5 Indicação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de fragilidade sujeitas à explorada por pastagens, a partir de meados da década de 1990. Nas últimas décadas (1970 a 2010), a cobertura florestal
inundação ou deslizamento. nas cabeceiras do córrego Piedade e rio Xopotó tem se mantido entre 8 a 20 %, dependendo da microrregião. A maior
concentração de matas localiza-se nas áreas de topografia muito acidentada, de difícil acesso, nas partes mais altas das
microbacias de cabeceiras. A partir do diagnóstico final, dentre oa programas, projetos e ações; deverão ser incluídas as
práticas vegetativas de melhoria da eficácia de infiltração e retenção de águas pluviais; conciliando interesses e
responsabilidades de cada proprietário e usuário dos recursos ambientais nas respectivas microbaciais.

As regiões de cabeceiras do município, onde nascem os principais cursos d`água locais, encontram-se relativamente
frágeis, quanto à vegetação, solo, e recursos hídricos devido à degradação ocorrida principalmente na metade do último
século (1950 a 2000). Nessas cabeceiras, localiza-se a Área de Proteção Ambiental (APA) municipal. Em mais de 25 % da
área urbana a população está sujeita a enchentes, inundações, deslizamentos, assoreamentos e consequentes riscos,
como perdas materiais, humanas e doenças de veiculação hídrica; representando um contingente superior a 10.000
pessoas. A serra da Piedade é um trecho da serra da Mantiqueira, localizada nos municípios de Visconde do Rio Branco e
São Geraldo. Esta região faz parte da Mata Atlântica – floresta tropical – e se caracteriza pela flora e fauna típicas desta
3.2.5 Indicação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de fragilidade sujeitas à área de altitude, com cascatas, piscinas naturais e grutas, abrigando as nascentes dos rios Xopotó, córrego de Santa Maria
inundação ou deslizamento. e ribeirão da Piedade que banham e abastecem as cidades de São Geraldo, Visconde do Rio Branco e Guidoval,
favorecendo 47.804 habitantes47. No Brasil, a Mata Atlântica ocupava aproximadamente 1.000.000 km², estendendo-se
pela faixa litorânea desde o Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, e avançando para a o interior, ocupava os estados
do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e parcelas significativas de Minas Gerais.
Originalmente, a Mata Atlântica cobria 12% do território nacional e, atualmente, restam apenas 9% da extensão original
(SOSMATATLÂNTICA, 2004).

No Estado de Minas Gerais ainda se encontram alguns remanescentes desta fitofisionomia, principalmente associados a
locais pouco acessíveis ou protegidos, como parte da Serra da Mantiqueira. Atualmente Visconde do Rio Branco tem 849ha
de Mata Atlântica, o que equivale a 4% de remanescentes da sua mata original (SOSMATATLÂNTICA, 2004). A Figura 09
a seguir, ilustra a Mata Atlântica original de Minas Gerais e atual do município de Visconde do Rio Branco. (Página 88 e 89).
As delimitações da APA da Serra da Piedade têm início na região rural de São Francisco de Cima, na divisa dos municípios
de Visconde do Rio Branco e Divinésia, em cota de altitude de 500m; segue rumo noroeste pela divisa, até o cume de cota
altimétrica de 932 m onde se encontra com as linhas divisórias dos municípios de Visconde do Rio Branco, Divinésia e
Paula Cândido; segue rumo norte pela divisa dos municípios de Visconde do Rio Branco e Paula Cândido até a região
denominada Alto de Santa Maria; segue em rumo leste pelo divisor de águas dos córregos Santa Maria e Milagres até a
3.2.5 Indicação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de fragilidade sujeitas à divisa dos municípios Visconde do Rio Branco e São Geraldo até a região de Piedade de Cima na cota de altitude de 500m;
inundação ou deslizamento. segue pela curva de nível de cota altimétrica de 500 até a região de São Francisco de Cima, onde teve início esta descrição
(VICONDE DO RIO BRANCO, 1996). A APA está situada a uma distância aproximada de 11km da área urbana de
Visconde do Rio Branco, tendo com principais acessos as estradas de Santa Maria e Piedade de Cima (Página 90).
Os principais cursos d’água são: córregos São Francisco, Milagres, Água Fria e ribeirão Santa Maria. Estes corpos d’água
se juntam ao Xopotó, que é afluente do rio Pomba, que por sua vez deságua no rio Paraíba do Sul.

Sua Bacia hidrográfica tem como principal curso d’água o rio Xopotó, formado pelas
águas do córrego Santa Maria e do ribeirão Piedade, fazendo parte da bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Sua altitude
média é de 340 metros, com uma temperatura média anual de 22°C (VISCONDE DO RIO BRANCO, 2004). A precipitação
anual em Visc. Rio Branco e cabeceiras do rio Xopotó, gira entorno de 1.300 mm. A gestão de recursos hídricos é o
principal desafio para melhorar os resultados do ciclo hidrológico. A melhoria na capacidade de infiltração e retenção, e a
reservação de águas pluviais nas microbacias de cabeceiras tem demonstrado ser as alternativas mais viáveis a médio e
longo prazos ( 10 a 20 anos – até o ano 2034), para minimizar os efeitos negativos das enchentes e inundações na cidade.
3.2.6 Clima: temperaturas máximas, médias e mínimas; séries históricas de dados Nas áreas rurais o planejamento e a implantação dessas ações são relativamente simples. Nas microbacias da cidade, os
meteorológicos e pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 desafios são diferentes, uma vez que a maioria já está urbanizada. Devido às alterações realizadas nas microbacias
estiagens prolongadas; curva de intensidade versus período de recorrência válido urbanas com o processo de urbanização, sem planejamento eficaz para prevenção e controle de enchentes e inundações;
as alternativas atuais em geral, são artificiais. As áreas de recarga hídrica e as de amortecimentos naturais, por exemplo,
já foram todas antropizadas, com edificações. Nas áreas de expansão urbana, e áreas rurais; de acordo com as
legislações em vigor; as condições hidrológicas naturais que contribuem com a redução e prevensão de enchentes e
inundações, poderão ser preservadas e planejados aprimoramentos; além da implantação de práticas mecânicas e
vegetativas de revitalização de microbacias.

Considerando que as microbacias de cabeceiras do município de Visc. Rio Branco e São Geraldo, localizam-se em altitudes
acima de 800 m na cadeia da Serra da Mantiqueira, são comuns chuvas torrenciais localizadas, que afetam diretamente a
formação brusca de pequenas enchentes, várias vezes durante cada período chuvoso. Quando as chuvas são mais
frequentes e gerais (principalmente entre dezembro e março, quando os solos já estão bastante úmidos, e o nível dos
cursos d`água já estão mais elevados), ocorrem as enchentes e inundações mais significativas. A estação pluviométrica de
precisão adequada, mais próxima de Visc. Rio Branco, é a da UFV. A ocupação na região de Visconde do Rio Branco - MG
3.2.6 Clima: temperaturas máximas, médias e mínimas; séries históricas de dados deu-se por meio da cana-de-açúcar, havendo relatos de que esta foi a primeira cultura de importância econômica na região,
meteorológicos e pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e por volta de 1880 (Ferreira, 1959; José, 1982; Brasil, 1983). Esse período de ascensão da atividade canavieira da região
estiagens prolongadas; curva de intensidade versus período de recorrência válido perdurou durante quase todo o século XIX, mas a partir da década de 1990 um período de crise assolou a região. Devido à
crise do setor canavieiro, os produtores se viram obrigados a mudar de atividade, e grande parte deles, por falta de
orientação técnica e pela maior facilidade de implantação, preferiu partir para a atividade pecuária (SEBRAE, 2001). Nesse
mesmo período, uma pequena parcela dos agricultores optou por desenvolver atividades voltadas à fruticultura e
silvicultura.

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No domínio de mares de morros, o solo, em particular o horizonte C, tende a ser muito profundo, e há tipicamente uma
desproporção entre as profundidades do solum e do solo, caracterizando o processo francamente erosivo de
rejuvenescimento pedogeomorfológico desse domínio. Em geral, nesse ambiente os solos são pobres, tendendo a ser
distróficos e álicos, na maior parte, ocorrendo solos eutróficos apenas nas partes mais baixas (Rezende & Resende, 1996).
O profundo manto de intemperismo, com quase ausência de minerais primários facilmente intemperizáveis, e o relevo
acidentado vulnerabilizam profundamente os ecossistemas quanto às perdas de nutrientes (Rezende & Resende, 1996).
3.2.6 Clima: temperaturas máximas, médias e mínimas; séries históricas de dados Segundo esses autores, nas porções mais íngremes, freqüentemente com o horizonte C exposto, há arraste mais
meteorológicos e pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e acentuado de nutrientes e de sementes e a cobertura vegetal não consegue se recompor, degradando-se ainda mais com a
estiagens prolongadas; curva de intensidade versus período de recorrência válido deficiência de água estacional, que, quando mais acentuada, mais aumenta a dificuldade de recuperação, aumentando a
área de solo exposto e os processos erosivos. Dessa forma, os solos dos mares de morros são de difícil manejo, pois
apresentam pobreza química acentuada e relevo muito acidentado, o que dificulta as atividades agropecuárias,
principalmente no que diz respeito às práticas de adubação e macanização.

Com o desmatamento, o solo é exposto à ação direta das gotas da chuva e raios solares, tornando-se fisicamente mais
frágil, caracterizando assim o início da sua degradação. O uso, o manejo, o nível e o tempo de utilização promovem
alterações nas propriedades do solo; solos semelhantes, mas submetidos a diferentes usos e manejos, podem apresentar
níveis de degradação diferentes (Roth & Pavan, 1991; Castro Filho et al., 1998).
O conhecimento aprofundado das características dos domínios pedológicos dos mares de morros do município de
Visconde do Rio Branco poderá fornecer importantes subsídios ao planejamento sustentável dos seus recursos naturais,
numa abordagem de causa e efeito, já considerada por diversos autores em outras regiões (Muggler, 1989; Costa, 1990;
Resende et al., 1995). Assim, este trabalho teve como objetivo caracterizar química e fisicamente o Cambissolo Háplico tb
3.2.6 Clima: temperaturas máximas, médias e mínimas; séries históricas de dados distrófico sob diferentes usos, visando criar bases teóricas para subsidiar o uso sustentável do solo. O clima de ocorrência
meteorológicos e pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e na Zona da Mata Mineira é o Tropical de Altitude, tendo distintas duas estações, uma chuvosa e outra seca, predominando
estiagens prolongadas; curva de intensidade versus período de recorrência válido a Massa Tropical Marítima e a Frente Polar Atlântica. A região onde o município se situa é caracterizada por uma altura
pluviométrica em torno de 1.200 a 1800 mm/ano (Figura 58). A região da Zona da Mata Mineira está sujeita, no período
chuvoso, à ocorrência do fenômeno climático denominado Zona de Convergência do Atlântico Sul - ZCAS, a qual, no verão
2011 – 2012 provocou chuvas históricas na região, afetando 265 municípios no estado, dos quais 232 decretaram situação
de emergência (Boletim Estadual
De Defesa Civil no 46).

O município de Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais. O centro da cidade situa-se nas
coordenadas 21 ° 00 ' 40 " de latitude sul e 42 ° 50 ' 20 " de longitude WGR. O município possui área de 240,51 km2 e a
temperatura média anual é de 23,9 °C, com médias das máximas e mínimas de 31,9 e 16 °C, respectivamente. O índice
3.2.6 Clima: temperaturas máximas, médias e mínimas; séries históricas de dados pluviométrico anual no município é de 1.100 mm, com as chuvas concentradas no período de outubro a março (Ferreira,
meteorológicos e pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e 1959; Sebrae, 2001), apresentando, de acordo com a classificação climática de Köppen, clima Cwa. Seu território possui
estiagens prolongadas; curva de intensidade versus período de recorrência válido relevo ondulado a forte ondulado, com altitude média de 350 m, e pertence ao Domínio dos Mares de Morros (Ab'saber,
1970).

A área do município de 242 km², equivale a


0.04% da área total do estado e 20 % da área total dos 6 municípios da bacia do Xopotó. A população atual estimada em
2013 é de 40.356; e em 2010 era de 37.942. A área de unidade Territorial é de 243,351.
A densidade demográfica passou do ano 1991 para o ano 2013, de 117 para 167 hab. / km²

Quadro 1 - Evolução Populacional de Visc. Rio Branco, MG.


Ano - Popul. Total
1991 - 28.451
1996 - 30.219
3.2.7 Densidade demográfica (dados populacionais referentes aos quatro últimos censos,
2000 - 32.598
estrutura etária, etc.); COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014
2007 - 35.346
2010 - 37.942
2013 - 40.356
Fonte IBGE, 2013.
Em virtude de um fenômeno que ocorre em escala mundial, Visconde do Rio Branco também passou pela fase do
êxodo rural. Essa migração é motivada por atrativos que as cidades exercem sobre parte da população rural, principalmente
as cidades mais industrializadas, oferecendo emprego, renda e melhores condições de vida.

O município possui bons contingentes, que compões os sistemas públicos, sendo: um hospital e duas clínicas; 2
laboratórios clínicos; 16 Postos de Saúde da Família (PSF`s); Vigilância Sanitária; SISÁGUA; Defesa Civil; Companhia da
Polícia Militar; Escolas; Faculdades; Conservatório de música; Bandas de música, e outras. As equipes técnicas dos
municípios de pequeno e médio porte, da Zona da Mata mineira, em geral, não são estruturadas nem permanentes, devido
aos altos custos e às mudanças de comando em nível de prefeito e secretariados; considerando que parte dessas equipes
são cargos de confiança, e nem sempre são funcionários efetivados. Em relação ao planejamento, gestão e manejo de
recursos ambientais locais, é essencial que se constitua equipe multi e interdisciplinar; o que dificulta ainda mais ter todos
os profissionais da administração municipal. De acordo com a lei complementar 140/11, os municípios mineiros passarão
3.2.8 Descrição dos sistemas públicos existentes (saúde, educação, segurança, comunicação,
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 licenciar e fiscalizar as ações referentes ao meio ambiente em sua respectiva jurisdição.A partir dos dados e informações
etc.) e das fontes de informação;
obtidas de toda a área urbana e demais áreas que afetem direta ou indiretamente o sistema de drenagem da cidade de
Visc. Rio Branco; serão elaboradas propostas de programas, projetos e ações; para compensação e mitigação dos
impactos negativos evidenciados e previstos para curto, médio e longo prazos, ou seja, de 1 a 20 anos. A revitalização de
melhoria do meio ambiente urbano deverá incluir a universalização dos serviços de saneamento ambiental como um todo.

O município possui boa infraestrutura operacional, com instalações físicas, veículos, equipamentos de comunicação; todos
em funcionamento; porém com necessidades de ampliações, inovações e aprimoramentos; principalmente devido ao
envelhecimento das estruturas, aumento das demandas, pelo crescimento da população e agravamento dos problemas
3.2.9 Identificação e descrição da infraestrutura social da comunidade (postos de saúde, igrejas, sociais, nos últimos 14 anos (2000 a 2014). No município existem aproximadamente 56 unidades religiosas, 26 escolas;
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 CREAS, CRAS, Unidade de recuperação de dependentes químicos, 2 faculdades particulares; 2 rádios; 1 federação das
escolas, associações, cemitérios, etc.);
associações comunitárias (com 35 associações comunitárias). Alguns setores necessitam de ações imediatas, como: o
cemitério e as sedes da maioria das instituições.

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Devido ao histórico cultural e social do município, há organizações das diversas formas. Os índios, primeiros habitantes do
município, já se organizavam em tribos, e ocuparam as cavernas da serra da Piedade, cabeceiras do município. Destacam-
se atualmente no município as mais de 30 associações comunitárias, as mais de 50 unidades religiosas, as bandas de
3.2.10 Identificação e descrição da organização social da comunidade, grupos sociais que a música, o conservatório de música, e os locais de lazer como os clubes recreativos. O futebol na zona rural era um dos
compõem, como se reúnem, formas de expressão social e cultural, tradições, usos e costumes, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 principais locais de lazer das populações urbanas e rurais, até início da década de 1995, quando algumas das usinas de
relação desses usos e costumes com a percepção de saúde, saneamento bási cana ainda funcionavam. Uma referência da área de saúde e educação, são os 16 pontos do Programa Saúde da Família, e
as 26 escolas estaduais e municipais. A educação ambiental, como tema transversal, será uma das principais ferramentas
de auxílio ao sucesso de qualquer programa ou projeto, a partir deste PMSB.

A prática predominante e efetiva na área da saúde é SUS e os PSF`s, com atendimento a praticamente toda a população.
Como não há tratamento de esgotos e eficácia com relação aos Resíduos Sólidos , em todo o município; as práticas do
sistema de saúde local são basicamente corretivas, assim como no geral em toda a bacia do Xopotó. No município inteiro, a
coleta e destinação de praticamente todos os esgotos domésticos e da maioria das indústrias são finalizados na mesma
rede de águas pluviais; principalmente na parte mais antiga da cidade (com mais de 30 ou 40 anos), sendo despejados no
3.2.11 Descrição de práticas de saúde e saneamento COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014
rio Xopotó e respectivos afluentes. Em bairros mais novos, a partir do início da década de 1990, em bairros planejados,
como, COHAB 1, a rede de esgoto já é separada da rede de drenagem pluvial. Não existe nenhuma ETE pública na cidade.
Em algumas empresas privadas existem Mini ETE`s.

Nas residências urbanas ou rurais, ou grupos de famílias; praticamente não existe tratamento individual de esgotos, por
fossa séptica, mini-ETE`s, ou similar. Portanto, os problemas de saneamento básico persistem com altos riscos de
doenças de veiculação hídricas, como há 20 ou 30 anos atrás (década de 1980 e 1990). De acordo com dados do IBGE,
2013, a população local predominante é a de faixa etária média (20 a 40 anos). Apesar de bastante problemas ainda
evidenciados (como as 6 minas contaminadas na cidade, onde boa parte da população capta água), a longevidade na região
tem aumentado, podendo encontra hoje muito mais pessoas com mais de 70 anos de idade, do que há décadas atrás. O
3.2.12 Descrição dos indicadores de saúde (longevidade, natalidade, mortalidade e fecundidade); COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 êxodo rural de pessoas com baixa escolaridades sem qualificação profissional, é um dos problemas sociais, que afetam a
longevidade, pois grande parte delas tornam-se alcoólatras, e morrem antes dos 70 anos de idade. Em relação à saúde das
crianças a melhoria da assistência médica e coleta de esgotos, melhorou relativamente na cidade, nos últimos 18 anos
(1995 a 2013). Na área rural essa mudança de realidade ainda é um desafio, principalmente pelas pessoas considerarem
que as águas das minas não são contaminadas ou poluídas; que na maioria dos casos, são equívocos.

Considerando a associação entre esgotos e resíduos sólidos, que potencializam muito o agravamento da saúde de todos,
3.2.13 Levantamento de indicadores e dos fatores causais de morbidade de doenças especialmente das crianças; e também aspectos culturais, como instalações sanitárias domésticas precárias, falta de um
relacionadas com a falta de saneamento básico, mais especificamente, as doenças infecciosas e COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 bom conceito e padrão de higiene e limpeza; pode-se afirmar que esses fatores, dentre outros, afetam diretamente e
parasitárias intensamente os indicadores relativos aos saneamento básico na bacia do Xopotó, como um todo.
Em relação ao rio Xopotó:
UPGRH PS2
A dinâmica das famílias de Visc. Rio Branco e microrregião, sofreu alterações relativas em relação a décadas de 1980 e
anteriores; quando o nº de pessoas por família era superior a 8 pessoas, em média. As famílias constituídas a partir do
início da década de 1980, possuem em média 3 a 4 pessoas. Em populações de baixa renda, em área precárias de
3.2.14 Informações sobre a dinâmica social onde serão identificados e integrados os elementos conforto básico, as famílias chegam até 8 pessoas, o que em geral é um transtorno para se obter as condições básicas de
básicos que permitirão a compreensão da estrutura de organização da sociedade e a COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 vida, pois em geral a renda total não ultrapassa R$ 1.000,00 por mês. O envolvimento efetivo das associações
identificação de atores e segmentos setoriais estratégicos, a serem envolvidos comunitárias, escolas, instituições religiosas e sociais em geral, é essencial para mudanças no quadro do saneamento
básico dessas famílias e respectivas comunidades; como ação da implantação deste PMSB.

A grande maioria da população de baixa renda possui escolaridade inferior ao primário (atualmente menos de 50% do
ensino fundamental, que vai da 1ª à 8ª série). Essa parcela da população tem como objetivo básico aprender ler, escrever,
obter habilitação para dirigir veículos, operar máquinas e conseguir emprego em indústrias moveleiras ou similares da
região. Com o aumento da quantidade de Faculdades e cursos na região, que abrange Ubá, Visc. Rio Branco e Viçosa,
3.2.15 Descrição do nível educacional da população, por faixa etária; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 parte da população que trabalha, consegue concluir o 2º grau e também o curso superior. A classe média e alta, que
representa menos de 30 % da população, tem maiores chances de concluir um curso superior; mas ainda é relativamente
grande o percentual dessas classes que não ultrapassam o 2º grau, por ter já ter um condição de vida satisfatória, e
entender que melhor nível de escolaridade não agrega melhoria de renda e enriquecimento financeiro e econômico.

A grande maioria da população de baixa renda possui escolaridade inferior ao primário (atualmente menos de 50% do
ensino fundamental, que vai da 1ª à 8ª série). Essa parcela da população tem como objetivo básico aprender ler, escrever,
obter habilitação para dirigir veículos, operar máquinas e conseguir emprego em indústrias moveleiras ou similares da
região. Com o aumento da quantidade de Faculdades e cursos na região, que abrange Ubá, Visc. Rio Branco e Viçosa,
3.2.16 Descrição dos indicadores de educação; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 parte da população que trabalha, consegue concluir o 2º grau e também o curso superior. A classe média e alta, que
representa menos de 30 % da população, tem maiores chances de concluir um curso superior; mas ainda é relativamente
grande o percentual dessas classes que não ultrapassam o 2º grau, por ter já ter um condição de vida satisfatória, e
entender que melhor nível de escolaridade não agrega melhoria de renda e enriquecimento financeiro e econômico.

O potencial de contribuição do setor formal e informal de educação, para melhoria de qualidade de vida e dignidade, no
município, é relativamente grande; considerando os novos procedimentos de regularizações ambientais dos
empreendimentos, e as localizações e organizações diversas das instituições, como: Sistema SES/FIEMG, INTERSIND,
3.2.17 Identificação e avaliação da capacidade do sistema educacional, formal e informal, em
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 ADUBAR, Superintendência Regional de Educação, Ministério Público, Comitês de bacias hidrográficas, Universidades,
apoiar a promoção da saúde, qualidade de vida da comunidade e salubridade do município;
Escolas Agrícolas, Políticas públicas estaduais e federais, e outras.

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Visconde do Rio Branco possui uma das rádios mais antigas e tradicionais da região central da Zona da Mata mineira.
Devido à liderança no setor cultural, econômico e social, que o município sempre exerceu, principalmente na época do
auge do ciclo do café, cana de açúcar e o transporte ferroviário (entre as décadas de 1920 e 1970); a comunicação sempre
teve um papel fundamental na vida local e mircrorregional. O município mantém a tradição cultural e histórica, expressada
pela existência ainda de boas bandas de músicas, duas rádios, jornais, boas festas carnavalescas e outros segmentos;
sempre mobilizando e aglomerando grandes e nobres públicos de todas as classes sociais locais e microrregionais.
Portanto, a capacidade de mobilização, difusão, articulação, criação e implantação de ações, é relativamente grande na
3.2.18 Identificação e avaliação do sistema de comunicação local, as formas de comunicação área urbana e rurais; possibilitando que o PMSB, seja um marco diferenciado para o município, com reflexos positivos em
próprias geradas no interior do município e sua capacidade de difusão das informações sobre o COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 toda a bacia do rio Xopotó e respectivos municípios. As ocorrências são comunicadas principalmente por telefone e
plano à população da área de planejamento; pessoalmente, através da prefeitura, ou diretamente à COPASA, cujo funcionamento já é consolidado e atende
razoavelmente à população, segundo os funcionários da prefeitura consultados sobre o assunto;mas precisa ser
aprimorado. O principal meio de comunicação, principalmente sobre reclamações de usuários dos serviços municipais, são
as rádios; e a COPASA é avaliada frequentemente pela população e comunicadores das rádios.

O município esta baseado nos três setores de atividades econômicas, agropecuária (setor primário), indústria (setor
secundário) e serviços (setor terciário),
Podemos considerar que o setor secundário (indústria) é predominante no município, seguidos pelo setor terciário
(serviços) e com menor destaque no panorama socioeconômico o setor primário (agropecuária). Visconde do Rio Branco
conta com indústrias de grande importância para o desenvolvimento econômico local e regional, como a indústria Rio
Branco Alimentos “Pif-Paf”, assim como a fabrica de ração animal que emprega um grande número de pessoas, além das
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS indústrias de sucos naturais “TIAL” que conta com equipamentos de alta tecnologia e é conhecida nacionalmente e
3.2.19 Descrição dos indicadores de renda, pobreza e desigualdade; 12/02/2014
recentemente a AGROFRUIT, que é uma indústria de polpa de frutas, inclusive para exportação. Não podemos deixar de
citar a Cerâmica Rio Branco, a maior indústria de cerâmica da região, que também contribuiu de forma significativa para o
desenvolvimento da cidade. De acordo com dados constantes no site do IBGE, podemos observar nos gráficos abaixo a
participação dos três setores na economia do município

Segundos dados do site do IBGE o município conta com 1.425 empresas, empregando 11.638 pessoas, gerando um
rendimento médio de 1,9 salários mínimos. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do município de Visconde do Rio
Branco em 2010 foi de 0,709 esse índice é considerado médio, já que o Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento – PNUD, órgão da ONU, definiu que regiões com IDH de 0,500 a 0,799 são consideradas de
desenvolvimento humano médio.
O desenvolvimento, em qualquer concepção,deve resultar do crescimento econômico acompanhado de melhoria na
qualidade de vida, ou seja, deve incluir “as alterações da composição do produto e a alocação de recursos pelos diferentes
setores da economia, de forma a melhorar os indicadores de bem-estar econômico e social (pobreza, desemprego,
desigualdade, condições de saúde, alimentação, educação e moradia)” (VASCONCELLOS e GARCIA, 1998, p. 205).

A população rural da região de Visconde do Rio Branco, migrou significativamente para as cidades entre início da década
de 1990 e meados da década de 2000. As Usinas de cana da cidade abrangia áreas de outros municípios da bacia do rio
Xopotó, como: São Geraldo, Guidoval e Guiricema. A principal ocupação dessa mão de obra rural foi a cana de açúcar
entre as décadas de 1970 a 1990, com baixa qualificação técnica ou profissional. Com a desativação das Usinas na década
de 1990, muitas das famílias tiveram que buscar alternativa de sobrevivência. Durante a década de 1990, houve um
desequilíbrio socioambiental entre a área rural e urbana, evolvendo as famílias que dependiam diretamente das Usinas; com
agravamento da urbanização informal e de ocupação desordenada de áreas de risco de deslizamentos; intensificando os
impactos negativos nas áreas mais vulneráveis (de deslizamentos e inundações). No ano de 2005, as previsões oficias
eram de uma população de 34.500 habitantes para Visc. Rio Branco, para o ano 2020. Entretanto, em 2010 a população
3.2.20 Porcentagem de renda apropriada por extrato da população; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 atingiu 37.942 habitantes. Durante a década de 1990, houve um agravamento do déficit de emprego e renda, principalmente
na cidade de Visc. Rio Branco; considerando que a maior concentração de empresas geradoras de maiores oportunidades
de emprego, localizavam-se na cidade de Ubá. A partir do ano 2000, ampliou-se a quantidade de indústrias moveleiras e do
segmento, na cidade de Visc. Rio Branco e circunvizinhança. O desenvolvimento do município esta baseado nos três
setores de atividades econômicas, agropecuária (setor primário), indústria (setor secundário) e serviços (setor terciário);
sendo o setor secundário (indústria) o predominante no município, seguidos pelo setor terciário (serviços) e com menor
destaque no panorama socioeconômico o setor primário (agropecuária).

A pesquisa foi elaborada a partir do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 divulgado pelo Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA e Fundação João Pinheiro -
FJP, com dados extraídos dos Censos Demográficos de 1991, 2000 e 2010.

O IDH Municipal varia de 0 a 1 considerando indicadores de longevidade (saúde), renda e educação. Quanto mais próximo
de 0, pior é o desenvolvimento humano do município. Quanto mais próximo de 1, mais alto é o desenvolvimento do
município.

Dados de Visc. Rio Branco, de acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano 2013:
3.2.21 Índice de Desenvolvimento Humano – IDH COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014
Evolução do IDH Municipal: 0,709.
Evolução do IDH-M de Longevidade: 0,850.
IDH-M de Renda: 0,709.
IDH-M de Educação: 0,591.

O PIB atual de Visc. Rio Branco é de aprox. R$ 550.000.000,00

Nas últimas décadas (década de 1900 em diante), os resultados de programas públicos, principalmente os federais, da
área da saúde, têm contribuído muito para acesso das famílias a melhores orientações e procedimentos, para prevenção da
3.2.22 Índice nutricional da população infantil de 0 a 2 anos; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 saúde das crianças, principalmente com alimentação adequada e eficaz. Em Visc. Rio Branco o índice de nutrição da
população infantil está entre os melhores da região.

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A região onde se insere o município de Visconde do Rio Branco - MG é denominada “mar de morros”; e a ocupação na
microrregião do município deu-se por meio da cana-de-açúcar, havendo relatos de que esta foi a primeira cultura de
importância econômica na região, por volta de 1880 (Ferreira, 1959; José, 1982; Brasil, 1983). No domínio de mares de
morros, o solo, em particular o horizonte C, tende a ser muito profundo, e há tipicamente uma desproporção entre as
profundidades do solum e do solo, caracterizando o processo francamente erosivo de rejuvenescimento
pedogeomorfológico desse domínio. Em geral, nesse ambiente os solos são pobres, tendendo a ser distróficos e álicos, na
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, maior parte, ocorrendo solos eutróficos apenas nas partes mais baixas (Rezende & Resende, 1996). O profundo manto de
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 12/02/2014 intemperismo, com quase ausência de minerais primários facilmente intemperizáveis, e o relevo acidentado vulnerabilizam
predominantes no município; profundamente os ecossistemas quanto às perdas de nutrientes (Rezende & Resende, 1996). Segundo esses autores, nas
porções mais íngremes, freqüentemente com o horizonte C exposto, há arraste mais acentuado de nutrientes e de
sementes e a cobertura vegetal não consegue se recompor, degradando-se ainda mais com a deficiência de água
estacional, que, quando mais acentuada, mais aumenta a dificuldade de recuperação, aumentando a área de solo exposto e
os processos erosivos

Dessa forma, os solos dos mares de morros são de difícil manejo, pois apresentam pobreza química acentuada e relevo
muito acidentado, o que dificulta as atividades agropecuárias, principalmente no que diz respeito às práticas de adubação e
mecanização.
Com o desmatamento, o solo é exposto à ação direta das gotas da chuva e raios solares, tornando-se fisicamente mais
frágil, caracterizando assim o início da sua degradação. O uso, o manejo, o nível e o tempo de utilização promovem
alterações nas propriedades do solo; solos semelhantes, mas submetidos a diferentes usos e manejos, podem apresentar
níveis de degradação diferentes (Roth & Pavan, 1991; Castro Filho et al., 1998).
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos,
O conhecimento aprofundado das características dos domínios pedológicos dos mares de morros do município de
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia
Visconde do Rio Branco poderá fornecer importantes subsídios ao planejamento sustentável dos seus recursos naturais,
predominantes no município;
numa abordagem de causa e efeito, já considerada por diversos autores em outras regiões (Muggler, 1989; Costa, 1990;
Resende et al., 1995). Assim, este trabalho teve como objetivo caracterizar química e fisicamente o Cambissolo Háplico tb
distrófico sob diferentes usos, visando criar bases teóricas para subsidiar o uso sustentável do solo. A serra da Piedade é
um trecho da serra da Mantiqueira, localizada nos municípios de Visconde do Rio Branco e São Geraldo.

Esta região faz parte da Mata Atlântica – floresta tropical – e se caracteriza pela flora e fauna típicas desta área de altitude,
com cascatas, piscinas naturais e grutas, abrigando as nascentes dos rios Xopotó, córrego de Santa Maria e ribeirão da
Piedade que banham e abastecem as cidades de São Geraldo, Visconde do Rio Branco e Guidoval, favorecendo 47.804
habitantes. No Brasil, a Mata Atlântica ocupava aproximadamente 1.000.000 km2, estendendo-se pela faixa litorânea desde
o Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, e avançando para a o interior, ocupava os estados do Espírito Santo, Rio de
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e parcelas significativas de Minas Gerais. Originalmente, a Mata Atlântica
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia cobria 12% do território nacional e, atualmente, restam apenas 9% da extensão original (SOSMATATLÂNTICA, 2004). No
predominantes no município; Estado de Minas Gerais ainda se encontram alguns remanescentes desta fitofisionomia, principalmente associados a locais
pouco acessíveis ou protegidos, como parte da Serra da Mantiqueira. Atualmente Visconde do Rio Branco tem 849ha de
Mata Atlântica, o que equivale a 4% de remanescentes da sua mata original (SOSMATATLÂNTICA, 2004).

Os estudos atualizados sobre disponibilidade hídrica das águas superficiais na Bacia do Rio Paraíba do Sul basearam-se na
análise das séries históricas de vazões de 199 estações fluviométricas, disponibilizadas no banco de dados HIDRO da
Agência Nacional de Água (ANA).
As disponibilidades foram calculadas a partir das equações definidas nos estudos de regionalização hidrológica de vazões
médias de longo período (MLT) e de vazões com 95% de permanência no tempo (Q95%), desenvolvidos pela CPRM1,
complementados pelo Laboratório de Hidrologia e Estudos de Meio Ambiente da COPPE/UFRJ apenas para o trecho do rio
Paraíba do Sul entre a barragem de Santa Cecília e a confluência dos rios Piabanha e Paraíbuna2.
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, Bacia Hidrográfica UPGRH Áreas Abrangidas Área (km²)
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia Rio Paraíba do Sul
predominantes no município; PS2: Bacia dos afluentes mineiros dos rios
Pomba e Muriaé - 13.550 km². A bacia do rio Pomba é um importante afluente do rio Paraíba do Sul. Sua
nascente está localizada no município mineiro de Santa Bárbara do Tugúrio, a uma altitude de 1200 m, sendo que sua foz
está localizada no município de Cambuci, no
estado do Rio de Janeiro. A bacia em questão abrange 39 municípios dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro (Figura
01), sendo sua população total em torno de 600.00 habitantes (CEIVAP, 2006).

A bacia do rio Paraíba do Sul possui área de drenagem com cerca de 55.500 km². Estende-se pelos estados de São Paulo
(13.900 km²), do Rio de Janeiro (20.900 km2) e Minas Gerais (20.700 km2) (COPPETEC, 2007a).
Em relação aos aquíferos regionais, segundo o caderno de ações de atuação do PS2, constante no Plano de Bacias
Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul, a partir do trabalho desenvolvido por SOUZA (1995) intitulado "Disponibilidades
Hídricas Subterrâneas no Estado de Minas Gerais", foi feito um inventário que cadastrou 3.837 poços tubulares profundos
no Estado de Minas Gerais. O autor relaciona as características locacionais, construtivas e geológicas desses poços,
dividindo o Estado em dez sistemas aquíferos. Observa-se a predominância da formação geológica do tipo gnáissico-
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, granítico em toda a área (85% da área), com existência de áreas constituídas pelas formações geológicas dos tipos xistoso,
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia quartzítico e basáltico. Esta constatação pode ser mais bem observada ao analisar o mapeamento geológico contido no
predominantes no município; sistema SIAGAS WEB disponibilizado pelo CPRM.
Ainda, de acordo com o Plano de bacias do PS2, a vazão específica esperada na explotação dos sistemas aquíferos por
poços profundos na região mineira da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul varia na faixa compreendida entre 0,10 a 0,90
l/s.m, com predominância na maior parte de valores próximos à menor vazão específica (0,10 l/s.m).

A vazão máxima explotável esperada na operação continuada de poços profundos na região está compreendida no intervalo
entre 18 e 90 m3/h. Essa produção mostra que a utilização do recurso hídrico subterrâneo é restrita, já que a localização
provável de água está em fraturas limitadas e não em grandes sistemas aquíferos como o Guarani que abrange grande
região no sul e sudeste brasileiro, responsável por abastecer vários municípios.
Com relação à restrição ao uso da água subterrânea, decorrente das características de salinidade, dureza e absorção de
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, sódio, nas vazões explotáveis, há predominância de áreas (mais de 90%) com águas de boa qualidade para o
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia abastecimento público. Em alguns trechos da região mineira da bacia encontram-se águas com qualidade inferior, porém
predominantes no município; toleráveis para o abastecimento público. O sistema SIAGAS WEB disponibilizado pelo CPRM - Serviço Geológico do Brasil
apresenta o mapeamento dos domínios hidrogeológicos presentes na Bacia do PS2.

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A conclusão principal do diagnóstico de águas subterrâneas na Bacia do Rio
Paraíba do Sul aponta para a necessidade de um conhecimento hidrogeológico mais detalhado, de estudos das ocorrências
e quantificação desses recursos, do desenvolvimento de um banco de dados centralizado e consolidado e de um programa
de monitoramento da quantidade e qualidade das águas extraídas desses aquíferos.
O recurso hídrico superficial já foi apresentado na parte inicial deste capítulo para situar o município no seu contexto
regional. Conforme os estudos constantes no Caderno de Ações Área de Atuação do COMPE (PS2), a disponibilidade
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, hídrica baseia-se na vazão média de longo termo (QMLT) e vazão com 95% de permanência no tempo (Q95%). Os valores
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia referentes às vazões mencionadas acima para a bacia hidrográfica:
predominantes no município;
Locais Q95% (l/s.km²) QMLT (l/s.km²)
Foz do Rio Pomba 7,33 18,97
Foz do Rio Muriaé 3,53 14,50

A limitação dos recursos hídricos superficiais evidencia a necessidade de aprofundar a gestão e de ofertar mais serviços
eficientes de saneamento, o que resultaria em redução de perdas no abastecimento de água e aumento de coleta e
tratamento de esgotos sanitários.
Vegetação. Alguns empreendimentos, residências, indústrias, e outros, além de produzirem e disponibilizarem resíduos,
que podem ser carreados diretamente para os lençóis subterrâneos; acondicionam ou destinam os mesmos em locais não
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, apropriados, com a finalidade de tratamento e destinação mais adequada. Uma das alternativas bastante comum são as
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia fossas negras e as fossas sépticas. Em geral esses sistemas não são monitorados ou avaliados adequadamente, com
predominantes no município; análises da eficácia do sistema, ou controle de qualidade do efluente final após tratamento. Com isso muitos sistemas
podem aparentar ideais ou eficazes, e podem estar contaminando e poluindo solo, recursos hídricos superficiais ou
subterrâneos, ou o ambiente como um todo.
A bacia do rio Paraíba do Sul situa-se na região de abrangência da Mata Atlântica

Trata-se do bioma florestal mais destruído do país, encontrando-se nos dias de hoje com menos de 7% da sua extensão
original e em contínuo processo de desmatamento. A destruição das florestas acentuou-se na segunda metade do século
XVIII, a partir da expansão das lavouras de café no Vale do Paraíba. As lavouras de cana-de-açúcar se desenvolveram
apoiadas na monocultura, latifúndio e trabalho escravo; enquanto a cafeicultura expandiu-se na Bacia à custa da destruição
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, das florestas em extensas queimadas. Esses fatores resultaram em rápidas perdas de produtividade e início de intensos
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia processos de erosão e degradação das terras, que se perpetuaram com a substituição do café pelas pastagens.
predominantes no município; A floresta estacional semidecidual, (vegetação de porte arbóreo sujeita à dupla estacionalidade climática, tropical chuvosa
no verão, seguida por estiagens acentuadas), que ocupava a maior parte da bacia foi a mais destruída. Na área de
abrangência da floresta ombrófila (vegetação de porte arbóreo, com indivíduos apresentando entre 15 m e 30 m de altura)
ocorrem lianas e epífitas em abundância.

O Inventário Florestal de Minas Gerais, em seu caderno Monitoramento da Flora Nativa 2005 – 2007, demonstra que a
Zona da Mata mineira apresentou, em 2007 17% de sua área coberta por vegetação nativa, sendo que, em comparação
com o ano de 2005 houve uma redução de 0,01% da área vegetada, ou seja, mantendo-se estável no período com uma
ligeira tendência evolutiva de queda.

A Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais é, em sua maior parte, recoberta por floresta estacional semidecidual,
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, ocupando todo o leste mineiro.
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia Atualmente a Mata Atlântica está reduzida a menos de 8 % (oito por cento) de sua área original e distribuída de forma bem
predominantes no município; fragmentada nas regiões sul, sudeste e nordeste e em algumas áreas da região Centro-Oeste. O município de Visconde do
rio Branco, como todos os municípios da região, teve uma redução de cobertura florestal considerável, estando a expansão
agropecuária como uma das atividades principais e danosas para este ecossistema. Considerando, que exista na Zona da
Mata Mineira de acordo com Instituto Estadual de Floresta de Minas Gerais –IEF/MG- aproximadamente 288.777 hectares
cobertos com florestas naturais.

A cobertura vegetal da Visconde do rio Branco é dominada por pastagem e outros usos agropecuários do solo, existindo
remanescentes florestais persistente aos fatos históricos e econômicos, onde o grande desmate das florestas ocorreram
para o beneficiamento do ciclo da cana-de-açúcar e posteriormente as pastagens. A forte ação antrópica na região,
advindas às atividades agropastoris durante as ultimas décadas, determinou a degradação da antiga cobertura vegetal.
Atualmente, a vegetação está representada por fragmentos em relativo estado de conservação, sobre tudo em áreas de
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, altitude ou relevo acidentado.
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia De acordo com o sistema fisionômico-ecológico a “Classificação da Vegetação Brasileira, Adaptada a um Sistema
predominantes no município; Universal”, subdividiu a floresta estacional semidecidual (floresta tropical subcaducifólia) em quadro tipos de formação
utilizando-se do critério altimétrico, a saber: aluvial, terras baixas, submontana e montana. Este tipo florestal caracteriza-se
por comunidades onde 20 a 50 % dos indivíduos do estrato arbóreo superior perdem as folhas na estação desfavorável,
portanto está relacionado em praticamente toda a sua área de ocorrência a um clima de duas estações definidas, uma
chuvosa e outra seca (nordeste, centro-oeste e parte do sudeste), ou então a uma acentuada variação térmica (sul).

Sendo assim, ocorre de maneira descontínua praticamente em todos os estados das regiões nordeste, sudeste e sul do
país, e em parte no centro-oeste solos mais arenosos. Conforme preconiza a Portaria no 055, de 14 de abril de 2004 do
Instituto Estadual de Florestas, que dispõe sobre a caracterização da Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais, as normas
de utilização da vegetação nos seus domínios e dá outras providências. Os fragmentos florestais encontrados na área
estão em estágio inicial a médio de regeneração da mata Atlântica. A floresta estacional semidecidual ocupa as mais
variadas condições edáficas na área de Visconde do Rio Branco, aparecendo tanto em solos mais argilosos como em solos
mais arenosos. No entanto, apesar de mesmas características fisionômicas (visuais), são observadas algumas
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, particularidades florísticas e/ou estruturais na formação florestal, dependendo das características do solo que essas
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia formações ocupam.
predominantes no município; A situação topográfica predominante das florestas ciliares está representada por rios bem encaixados (calha do rio bem
definida) e com ocorrência de uma elevação altitudinal à medida que se distancia do curso d.água. Essa situação
topográfica determina características próprias para a mata ripária dessa região, pois se observou uma menor ocorrência de
depressões na área vegetada e estas, quando existem, ficam restritas a uma faixa estreita, próxima ao curso d.água,

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 17/34
Entre as espécies arbóreas nativas presentes, podemos citar:
Nome Genérico Nome Científico
Açoita cavalo Luehea divaricata
Angico Vermelho Pipatidenia sp.
Angico Branco Pipatidenia sp.
Cambará Vernonia polyanthes
Canafístula Senna multijuga
3.2.23 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, Canelas Nectranda sp.
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia Cinco Folhas Sparatosperma ilicifolia
predominantes no município; Cutieira Joannesia princeps
Embaúba Cecropia sp.
Feijão cru Samanea tubulosa
Figueira Ficus sp
Garapa Apuleia leiocarpa
Ipê Tabebuia sp.
Jatobá Hymenaea sp.

No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.


3.2.24Identificação e avaliação da capacidade do sistema educacional, formal e informal, em
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
apoiar a promoção da saúde, qualidade de vida da comunidade e salubridade do município;
3.2.25Identificação e avaliação do sistema de comunicação local, as formas de comunicação No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
próprias geradas no interior do município e sua capacidade de difusão das informações sobre o COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
plano à população da área de planejamento;
3.2.26 Descrição dos indicadores de renda, pobreza e desigualdade COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
3.3.27 Porcentagem de renda apropriada por extrato da população; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
3.3.28 Índice de Desenvolvimento Humano – IDH; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
3.2.29 Índice nutricional da população infantil de 0 a 2 anos COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
3.2.30 Caracterização física simplificada do município, contemplando: aspectos geológicos, No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
pedológicos, climatológicos, recursos hídricos, incluindo águas subterrâneas e fito fisionomia COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
predominantes no município;
A nova expansão urbana do município, de acordo com o Mapa de delimitação da área de expansão urbana, conforme lei
munic. 1.131/13, define todas as Zonas, inclusive as ZEIS. De acordo com os levantamentos realizados através das
3.2.31 Identificação das principais carências de planejamento físico territorial que resultaram em diversas metodologias aplicadas em campo e escritório; dentre as principais carências do município, podem-se citar:
problemas evidentes de ocupação territorial desordenada, parâmetros de uso e ocupação do solo, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 implantação de medidas corretivas, mitigadoras e compensatórias, devidas à ocupação dos solos urbanos sem
definição das Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS planejamento, principalmente nas APP`s; revitalização de microbacias hidrográficas; controle de erosão, enchentes,
inundações, assoreamentos em todos os cursos d`água; aprimoramento e aplicação efetiva das legislações sobre
planejamento, uso e ocupação dos solos.

De acordo com a lei orgânica municipal, Plano Diretor do município e a nova lei de expansão urbana; a cidade deverá
crescer nos próximos 10 anos, em todos os sentidos geográficos; o que exigirá critérios eficazes, por parte da prefeitura;
em aprovação e fiscalização dos empreendimentos; principalmente em áreas de maior fragilidades ambientais.
3.2.32 Identificação da situação fundiária e eixos de desenvolvimento da cidade e seus projetos Considerando as enchentes e inundações, entre os principais problemas atuais e futuros, de acordo com as tendências de
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
de parcelamento e/ou urbanização; urbanização; tanto na nova área urbana, como no entorno dessa, existem áreas que deverão funcionar com eficácia na
redução e prevenção desse problemas; por exemplo, no amortecimento de picos de vazões, após chuvas torrenciais.

De acordo com o Plano de Contingência de Proteção e Defesa Civil (PLANCON), atualizado no final de 2013, antes do
respectivo período chuvoso; as áreas mais vulneráveis estão destacadas. No relatório do Serviço Geológico do
3.2.33 Caracterização das áreas de interesse social: localização, perímetros e áreas, carências Brasil/CPRM/2012, as principais áreas de riscos de deslizamentos e outras consequências de desastres naturais, estão
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
fotografadas e caracterizadas com coordenadas em UTM e outros. Entre as áreas de maior interesse social estão essas e
relacionadas ao saneamento básico e precariedade habitacional
os bairros de baixa renda, com infraestruturas precárias, como: Bairro Planalto; Nova Rio Branco; Rua dos Bois; e outros.

Praticamente toda a população urbana e rural é atendida por energia elétrica, através da empresa Energisa Minas Gerais
Distribuidora de Energia S/A. Mais de 95 % das vias urbanas são calçadas ou asfaltadas; todos os bairros possuem
acesso de veículos de grande porte; e as habitações de áreas de risco, já pontuadas pelo PLACOM (Defesa Civil), são os
pontos críticos. Nos núcleos de expansão urbana e áreas rurais, o acesso em geral, é relativamente bom. Boa parte das
3.2.34 Infraestrutura (energia elétrica, pavimentação, transporte e habitação COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 vias dos 8 núcleos possuem pavimentação. Entretanto, todas as infraestruturas do município carecem de replanejamento,
reformas, ampliações e aprimoramentos. Nos locais de topografia mais acidentada, o acesso é precário, principalmente
para veículos como da limpeza pública. Em épocas de chuvas (novembro a abril) a situação se agrava em todos os
aspectos, principalmente devido à falta de planejamento e gestão em drenagem, uso e ocupação dos solos e soluções para
esgotos.

A prefeitura não possuía até o ano de 2013, mapeamento cartográfico do município. Os mapas temáticos, em arc gis
confeccionados para a área urbana e rurais do município, apontam os principais atributos, relativos socioeconômicas, físico-
territoriais e ambientais cobertura vegetal, uso e ocupação dos solos, declividades, recursos hídricos, áreas construídas,
3.2.35 Consolidação cartográfica das informações socioeconômicas, físico-territoriais e
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 áreas de amortecimento de enchentes, infraesturutras básicas (urbanização e outras), locais de ocorrência dos principais
ambientais disponíveis sobre o município e região.
problemas socioambientais e outros, no município, especialmente nas microbacias urbanas e de cabeceiras. Sobre a área
da nova expansão urbana, os mapas da empresa Geodados (contratada pela prefeitura), apontam também características
diversas, sobre as quais o município fará sua gestão. Em relação à microrregião de Visc. Rio Branco, à região da Zona da
Mata estado de MG, como um todo, existe o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), realizado pelo IEF e UFLA,
conforme mapa em anexo a este documento.

Além das descrições feitas sobre os aspectos físicos e gerais do município, pela equipe da LMRDS, principalmente nos
3.2.36 Topografia, Hidrologia e Geologia: plantas topográficas e mapas, inclusive hidrográficos, relatórios de 2013; os mapas temáticos, em arcgis então confeccionados para a área urbana e rurais do município,
com os principais acidentes, quotas de inundação, etc., com abrangência sobre a região relativa COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 apontam os principais atributos, relativos a hidrografia, com os principais acidentes, quotas de inundação, cobertura
à intervenção; informações dos meios físicos (bacias hidrográ vegetal, uso e ocupação dos solos, declividades, recursos hídricos, áreas construídas, áreas de amortecimento e outros;
além dos mapas da empresa Geodados e os produtos do ZEE de MG, elaborado pelo IEF e UFLA, retratam a situação
ambiental do município, região e estado. Os tres municípios mais importantes, em relação a enchentes e inundações, na
bacia do rio Xopotó, são: São Geraldo, Guiricema, Visc. Rio Branco e Guidoval; sendo os dois últimos os mais afetados, por
estarem mais à jusante.

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Com o desenvolvimento da indústria moveleira em toda a bacia, houve crescimento desordenado em todas as quatro
cidades. Todo o planejamento e ações implementados em Visc. Rio Branco precisa considerar que no município de São
3.2.36 Topografia, Hidrologia e Geologia: plantas topográficas e mapas, inclusive hidrográficos,
Geraldo estão dois terços das microbacias que contribuem para formação de enchentes e inundações em Visc. Rio Branco.
com os principais acidentes, quotas de inundação, etc., com abrangência sobre a região relativa
E, Guidoval, recebe todas as águas produzidas em São Geraldo, Visc. Rio Branco e Guiricema; ou seja, no limite entre o
à intervenção; informações dos meios físicos (bacias hidrográ
município de Guidoval e os dois últimos, o Xopotó recebe o rio dos Bagres, que corta todo o município de Guiricema.
Portanto, qualquer ação só será sustentável, com a visão de planejamento, gestão e manejo das respectivas bacias
hidrográficas. E, não haverá planejamento urbano eficaz do ponto de vista socioambiental, se não for integrado às área
rurais à montante.

3.2.36 Topografia, Hidrologia e Geologia: plantas topográficas e mapas, inclusive hidrográficos, A expansão urbana delimitada pela administração municipal de Visc. Rio Branco no ano de 1997, ocorreu num momento em
com os principais acidentes, quotas de inundação, etc., com abrangência sobre a região relativa que as administrações públicas e privadas, em geral, tinham visão setorizada e segmentada do planejamento e gestão
à intervenção; informações dos meios físicos (bacias hidrográ urbana; principalmente em relação ao desenvolvimento sustentável das cidades; e consequentemente integração entre seus
respectivos componentes (infraestruturas, participação e controle social, e outros). No cenário atual, o planejamento e
gestão são realizados de forma participativa, integrada, com análise de viabilidade, e com controle social.

3.2.36 Topografia, Hidrologia e Geologia: plantas topográficas e mapas, inclusive hidrográficos, A implementação da nova expansão urbana, de acordo com a lei mun. 1.131/13, levará em conta todos esses critérios de
com os principais acidentes, quotas de inundação, etc., com abrangência sobre a região relativa busca de garantia de sustentabilidade. Em todos as microbacias (setores, bairros ou comunidades) há propobalidade de
à intervenção; informações dos meios físicos (bacias hidrográ agregação de poluente ao sedimento, contaminando as águas pluviais; pois existem empreendimentos potenciais poluidores
em todos os setores, e não se conhecem diagnósticos ou estudos sobre isso. Onde há maior concentração de indústrias,
como nos distritos industriais, a probabilidade é sempre maior.

. Nas áreas rurais a principais potenciais fornecedores desses poluentes são os agroquímicos utilizados em agricultura e
3.2.36 Topografia, Hidrologia e Geologia: plantas topográficas e mapas, inclusive hidrográficos,
pecuária, além dos combustíveis e lubrificantes utilizados em máquinas agrícolas. Este domínio que abrange é
com os principais acidentes, quotas de inundação, etc., com abrangência sobre a região relativa
caracterizado pela atuação da dissecação fluvial realizada pelo Rio Xopotó, afluente do Rio Pomba, sobre rochas pré-
à intervenção; informações dos meios físicos (bacias hidrográ
cambrianas. Os vales na região são encaixados e as formas são típicas do domínio de “mares-de-morro”. Além dessas,
originou-se os vales estruturais e as escarpas, que refletem as perturbações tectônicas sofridas pelas regiões de
abrangências dessas formas (RADAMBRASIL, 1983)

A Na região central da Zona da Mata mineira, com destaque para Visc. Rio Branco e Ubá, que são as duas maiores
cidades da rodovia MG 447, sentido Juiz de Fora, e com distância média de 110 km dessa; e da BR 120, sentido Viçosa (a
3.2.37 Características Urbanas: principais características urbanas; densidades demográficas 50 km); a urbanização foi intensa e acelerada durante as décadas de 1990 e 2000; impulsionada principalmente pelo êxodo
atuais; tendências de expansão urbana; dados sobre desenvolvimento regional; planos de COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 rural, em consequência da expansão da indústria moveleira e fechamento das Usinas de cana. A população urbana de
implantação de obras públicas municipais, estaduais e federais acordo com o IBGE 2013, é de aproximadamente 34.000 habitantes. A maior concentração populacional da cidade de Visc.
Rio Branco durante aproximadamente 18 anos (1995 a 2013), vem ocorrendo nas áreas centrais da cidade e bairros no
entorno do centro; ocupando principalmente encostas, topos de morros e leito maior dos cursos d`água. A área mais antiga
da cidade, possui sistema de esgoto e águas pluviais mistos. Com o crescimento horizontal e vertical da cidade, tanto
esses sistemas, como o de abastecimento de água potável; estão cada vez mais pressionados e estrangulados, com
consequentes rompimentos e vazamentos

. A parte mais nova da cidade descarrega boa parte dessa pressão sobre a parte mais antiga. Quando determinada parte
3.2.37 Características Urbanas: principais características urbanas; densidades demográficas nova da cidade não tem interligação direta com o parte mais antiga, os sistema funcionam adequadamente. A falta de
atuais; tendências de expansão urbana; dados sobre desenvolvimento regional; planos de planejamento no passado, em relação ao cenário atual, causa intensos e frequentes impactos negativos às infraestruturas e
implantação de obras públicas municipais, estaduais e federais à população, especialmente nas áreas do leito maior dos cursos d`água; com destaque para as enchente, inundações, e
poluições e contaminações em recursos hídricos. Em relação a logísticas e transportes locais, os piores impactos negativos
ocorrem em horários de pico (de manhã até às 8 h, entre as 11 e as 13 h, e entre as 17 e 19 h). E os setores mais
prejudicados são os alguns topos de morros, grotas fechadas e ruas estreitas; onde é difícil acesso e manobras de
caminhões, ônibus e outros veículos grandes.

As vias públicas urbanas, as estradas rurais, instalações de animais às margens de cursos d`água, o manejo dos solos,
abertura de loteamentos, são fontes produção significativa de sedimentos de diversas granulometrias, que compõem os
3.2.37 Características Urbanas: principais características urbanas; densidades demográficas resíduos sólidos. Em áreas industriais ou de manejo de resíduos mais resistentes a trituração, ocorre a produção de tipos
atuais; tendências de expansão urbana; dados sobre desenvolvimento regional; planos de de resíduos de difícil decomposição, que também compõem os resíduos sólidos. A ocupação do solo urbano, que não
implantação de obras públicas municipais, estaduais e federais aplica as respectivas legislações; principalmente em relação aos recursos hídricos; impactam direta e permanentemente os
mesmos. As áreas de recarga hídrica, as APP`s e o leito maior dos cursos d`água, são os ambientes mais impactados
negativamente. Sem um planejamento adequado, todas as ações posteriores passarão a ser paliativas e mitigadoras. São
exemplos desse contexto as áreas de amortecimentos de inundações, proteção das nascentes, medidas de prevenção à
contaminação e poluição do solo, e outras.

O uso e ocupação dos solos urbanos na cidade de Visc. Rio Branco, se baseou na lei fed. 6.766/79, nas ultimas décadas
(1970 a 2010). A partir de 1990, o município passou a contar com sua lei orgânica municipal. Em 1999 entrou em vigor a lei
fed. 9.785/99 sobre parcelamento do solo urbano. Em 2001 passou a vigorar a lei fed. 10.257/01 sobre o estatuto das
3.2.37 Características Urbanas: principais características urbanas; densidades demográficas cidades. Em 2006 o município instituiu o Plano Diretor participativo e de desenvolvimento sustentável, através da lei
atuais; tendências de expansão urbana; dados sobre desenvolvimento regional; planos de complementar mun. nº 23 de 29/12/06. Além dessas, outros são os instrumentos legais de planejamento e gestão dos
implantação de obras públicas municipais, estaduais e federais recursos ambientais que afetam diretamente os espaço urbano, dentre elas: lei est. MG 14.309/02 também é instrumento
de gestão e desenvolvimento sustentável; além do código florestal, lei 9.605/98 (lei de crimes ambientais) e lei fed. 9.433/97
(lei dos recursos hídricos). Nas áreas centrais da cidade, e bairros tradicionalmente mais valorizados economicamente,
localizados próximos ou interligados ao centro da cidade; destacam-se os investimentos particulares da população de média
e alta renda. Nesse contorno geográfico, algumas áreas particulares foram loteadas e ocupadas por populações de baixa
renda e construções relativamente precárias, em situações de riscos; e outras áreas ainda não foram loteadas áreas

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 19/34
. Portanto, nessa região central ainda há alterações de uso e ocupação dos solos em andamento, inclusive em APP`s. Na
áreas mais periféricas, em todo o entorno da cidade, predominam ocupações e desenvolvimento mais precários;
3.2.37 Características Urbanas: principais características urbanas; densidades demográficas contribuindo para ocorrência de frequentes e alta produção de resíduos sólidos, e conquente formações de enchentes e
atuais; tendências de expansão urbana; dados sobre desenvolvimento regional; planos de inundações. As consequências negativas mais intensas, frequentes desses fatos, são evidenciadas para as populações
implantação de obras públicas municipais, estaduais e federais residentes nas áreas de riscos de deslizamentos (encostas) e para as populações ribeirinhas dos cursos d`águas principais
(Piedade e Xopotó) e seus respectivos afluentes; no período chuvoso (entre novembro e março). Em loteamentos
planejados por iniciativa privada ou administração pública, esses os riscos são também evidentes, apesar de em menores
escala; devido às condições topográficas e geoambientais locais. De forma geral, todas as vias públicas da sede da cidade
e dos núcleos urbanos possuem meio fio de concreto; e possuem sarjetas, com seção transversal triangular capacidade
nominal variando entre 0,05 m² 0,1 m² , acabamento de argamassa.
Como muitas vias não possuem boca de lobo, não possem também sarjetas. Em geral, apenas as vias públicas principais
possuem sarjetas bem definidas, com declividade no sentido do eixo central da via para cada margem, o que representa
menos de 20 % de vias com sarjetas, em toda a cidade. Além das vias públicas principais, apenas 20 % da vias
secundárias e outras, possuem bocas de lobo, as quais se concentram nas esquinas com as vias principais e nas áreas de
3.2.37 Características Urbanas: principais características urbanas; densidades demográficas depressão, como fundos de vales e similares. Em encostas as pistas de rolamento possuem declividade longitudinal
atuais; tendências de expansão urbana; dados sobre desenvolvimento regional; planos de variando entre 10 e 40 %, largura entre 5 e 7 m. As medidas das bocas de lobo variam de 1 a 5 m². A distância entre cada
implantação de obras públicas municipais, estaduais e federais boca de lobo varia de 10 a 30 m. Nos bairros, em geral todas as vias principais e entorno de 20% das vias secundárias e
terciárias possuem bocas de lobos. Nas áreas centrais, mais planas e mais baixas, existem bocas de lobos nas vias
principais e nas secundárias.

Em Visc. Rio Branco, praticamente todo o esgoto doméstico e industrial é coletado. Não existe tratamento e a destinação
praticamente toda é direta nos cursos d`água. Em poucas situações ocorre a destinação para fossas; que na maioria dos
casos são fossas negras, aumentando ainda mais o risco de contaminação de lençóis subterrâneos. Existem trechos dos
afluentes, que funcionam a céu aberto,com baixíssimas vazões em períodos de estiagens e trasbordamento em períodos
de chuvas; permitindo contato de animais e pessoas com esses recursos hídricos; comprometendo a saúde das
3.2.38 Condições Sanitárias: informações gerais sobre: condições de poluição dos recursos populações locais. De forma geral os solos das margens desses cursos d`água, ainda não urbanizadas, são também
hídricos; ocorrência de doenças de veiculação hídrica; problemas relacionados com o COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 contaminados e poluídos. No caso de Visc. Rio Branco a principal fonte de abastecimento da população é através da
saneamento básico incluindo drenagem pluvial; séries históricas de indicadores q captação e tratamento epla COPASA, no córrego Piedade, hoje acima da área urbana, porém dentro da nova zona de
expansão urbana. Dentro e à jusante da cidade, todos os corpos d`água são contaminados, poluídos, e em muitos casos,
eutrofizados. Como existe despejo direto de esgotos humanos e dejetos de animais das comunidades rurais e núcleos
urbanos à montante da cidade, todos os respectivos cursos d`água são contaminados e poluídos.

De acordo coma a COPASA, dados de dezembro/2013, o fornecimento de água tratada, totaliza 13.441 economias e
11.791 ligações, todas ativas e hidrometradas. As contas de água de famílias de baixa renda, com 3 a 6 pessoas por
3.2.39 Perfil Socioeconômico: Descrição atual e tendências do perfil socioeconômico da
ligação, em geral pagam conta de água no valor aprox. 40,00/mês. Já de energia, esse valor fica entorno de 70,00/mês.
população da localidade; quadro com informações sobre a distribuição de renda familiar mensal, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
por faixas de salário mínimo. O histograma da renda familiar

Um levantamento preliminar realizado em janeiro/2014, com entrevistas em 9 empresas locais, representando uma
3.2.40 Perfil Industrial: Indústrias existentes; previsão de expansão industrial na amostragem em relação ao universo do município; concluiu-se de acordo com autodeclaração, que: as 9 empresas estão
localidade/município com possível demanda por utilização de serviços públicos de saneamento e COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014 entre as 20 maiores do município; a área total ocupada pelas 9 é de aproximadamente 115.000 m²; possuem
de gestão integrada de resíduos sólidos, descrevendo o potencial de crescimento aproximadamente 2.700 funcionários; consomem um total acima de 3.700 m³ de água por dia; produzem aproximadamente
2 ton. de resíduos sólidos por dia; e o percentual de resíduos e efluentes tratados em relação ao produzido, é inferior a 70
%. Com a pressão causada pelo adensamento humano e industrial em Visc. Rio Branco, bem como nas demais cidades da
bacia do rio Xopotó; os lençóis subterrâneos estão cada vez mais ameaçados, recebendo doses anuais de resíduos;
principalmente pela falta de execução e deficiência na gestão, referentes a tratamento e destinação adequadas dos
resíduos sólidos. Apesar de coletas eficientes do lixo urbano; a ocorrência repetida dessas doses, nessas últimas décadas
(1990 a 2010), pode incorrer num processo de alto custo de reversão.
3.2.41 Consolidação cartográfica das informações socioeconômicas, físico-territorial e ambientais No meu entendimento essa célula à esquerda está repetida.
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 17/02/2014
disponíveis sobre os municípios e a região.

Foi publicada dia 06 de dezembro de 2013, no Diário Oficial da União a portaria interministerial 571 que aprova o Plano
Nacional de Saneamento Básico – PLANSAB. Com a aprovação de sete ministros de estado - Cidades, Fazenda, Casa
Civil, Saúde, Planejamento, Meio Ambiente e Integração Nacional -, a portaria estabelece diretrizes, metas e ações de
saneamento básico para o país nos próximos 20 anos.
Segundo o Ministério das Cidades, o plano prevê alcançar 99% de cobertura no abastecimento de água potável, sendo
100% na área urbana e de 92% no esgotamento sanitário, sendo 93% na área urbana. Em resíduos sólidos, o plano prevê
a universalização da coleta na área urbana e a ausência de lixões ou vazadouros a céu aberto em todo o país. Para águas
3.3 Situação Institucional /Política do Setor de Saneamento COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
pluviais, outra meta é a redução da quantidade de municípios em que ocorrem inundações ou alagamentos, na área urbana
de 11%.
Para o Presidente Nacional da ASSEMAE, Silvio Marques, a publicação representa mais uma vitória para o setor, e,
principalmente para a população, além de ser o norte para a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico.
“O acesso à água e esgotos tratados é um direito social do povo. O PLANSAB contempla os componentes de
abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, além de drenagem e
manejo das águas pluviais urbanas”, ressalta.
O PLANSAB foi construído de forma democrática e participativa, entre governo, sociedade e agentes públicos e privados
que atuam no setor de saneamento. A elaboração do PLANSAB estava prevista na Lei de Diretrizes Nacionais do
Saneamento Básico (Lei 11.445/2007), regulamentada pelo Decreto 7.217/2010.
Até chegar a aprovação final, o plano foi aprovado pelos Conselhos Nacionais da Saúde (CNS), dos Recursos Hídricos
(CNRH), do Meio Ambiente (CONAMA) e das Cidades (CONCIDADES).
Durante a cerimônia de abertura da 5ª. Conferência Nacional das Cidades, realizada no dia 20 de novembro, a presidenta
3.3 Situação Institucional /Política do Setor de Saneamento da República, Dilma Rousseff, assinou o Decreto 8.141/2013, que determinava a aprovação do plano e a criação de grupo
de trabalho que acompanhará a implantação do plano.
O plano prevê investimentos de R$ 508,4 bilhões, para esse período de 20 anos (2014-2033). As fontes dos recursos
devem ser 59% dos agentes federais e 41% de governos estaduais e municipais, prestadores de serviços de saneamento,
iniciativa privada, organismos internacionais dentre outros.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 20/34
Plano Nacional de Saneamento Básico - PNSB, cuja elaboração é prevista na Lei nº 11.445/20071,doravante denominado
PLANSAB, resulta de um processo planejado e coordenado pelo Ministério das Cidades (MCidades) em três etapas: i) a
formulação do “Pacto pelo Saneamento Básico: mais saúde,qualidade de vida e cidadania”, que marca o início do processo
participativo de elaboração do Plano em2008; ii) a elaboração, em 2009 e 2010, de extenso estudo denominado Panorama
3.3.1 Levantamento e análise da legislação aplicável que defina as políticas federal, estadual, do Saneamento Básico no Brasil, que tem como um de seus produtos a versão preliminar do PLANSAB; iii) a “Consulta
municipal e regional sobre o saneamento básico, o desenvolvimento urbano, a saúde e o meio COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 Pública”, que submeteu a versão preliminar do Plano à sociedade, promovendo sua ampla discussão e posterior
ambiente (leis, decretos, políticas, resoluções e outros); consolidação de sua forma final à luz das contribuições acatadas. A Constituição Federal estabelece, em seu artigo 21, ser
competência da União “elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento
econômico e social” e “instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e
transportes urbanos”.

A Lei nº 10.257/2001, em seu artigo 2º, traz como diretriz da Política Urbana a garantia, dentre outros, do direito ao
saneamento e estabelece, também, a competência da União nas questões da Política Urbana.
Conforme disposto no artigo 3º, o saneamento básico está incluído no rol de atribuições de interesse da política urbana.
3.3.1 Levantamento e análise da legislação aplicável que defina as políticas federal, estadual, A Lei nº 8.080/1990, que criou o Sistema Único de Saúde (SUS), trouxe como obrigação desse sistema
municipal e regional sobre o saneamento básico, o desenvolvimento urbano, a saúde e o meio promover, proteger e recuperar a saúde, englobando a promoção de ações de saneamento básico e de vigilância sanitária.
ambiente (leis, decretos, políticas, resoluções e outros); A noção de saúde contemplada na Lei considera como seus fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a
alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o
acesso aos bens e serviços essenciais.

Em diversas de suas definições e determinações, o saneamento básico assume papel central na política de saúde pública.
Ou seja, o SUS reconhece explicitamente a importância do saneamento básico para a melhoria das condições de saúde da
população. Além disso, a Lei nº 9.433/1997, que estabelece a política nacional de recursos hídricos, define como objetivo a
garantia da disponibilidade de água para gerações futuras.
A Lei nº 11.445/2007, neste Plano denominada Lei de Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico(LDNSB), estabelece,
por sua vez, no artigo 52, que a União deverá elaborar, sob a coordenação do MCidades, o Plansab, instrumento de
implementação da Política Federal de Saneamento Básico. A mesma Lei estabelece que os planos devam ser elaborados
com horizonte de 20 anos, avaliados anualmente e revisados a cada quatro anos, preferencialmente em períodos
3.3.1 Levantamento e análise da legislação aplicável que defina as políticas federal, estadual, coincidentes com os de vigência dos planos plurianuais. Ao longo do período de elaboração do Panorama do Saneamento
municipal e regional sobre o saneamento básico, o desenvolvimento urbano, a saúde e o meio Básico no Brasil e do PLANSAB,instrumentos legais com importantes interfaces com o estudo, foram editados: o Decreto
ambiente (leis, decretos, políticas, resoluções e outros); nº 7.217/10, que regulamenta a Lei nº 11.445/2007, e a Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos
Sólidos,bem como o Decreto nº 7.404/10, que a regulamenta. Dentre outras interfaces entre as legislações de
saneamento básico e de resíduos sólidos, mencionem-se aquelas entre os planos de saneamento básico e os planos de
resíduos sólidos.

O PMSB obedece à lei fed. 11.445/2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera a lei fed.
6.766/1999 outras; e também à lei fed. 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, altera a lei fed.
9.605/998 outras. Outras leis são essenciais na elaboração do PMSB, sendo: lei fed. 10.257/2001 (Estatuto das Cidades),
lei fed. 11.107/2005 (Consórcios públicos).
Quanto a outras legislações pertinentes a recursos hídricos, vale destacar a lei fed. 9.433/1997 e as leis est. MG; a Portaria
2.914/2011 (Potabilidade da água); Resolução CONAMA 430/2011 (Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento
de efluentes); lei fed. nº 11.428/06, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica;
lei est. MG 12.503/1997, que criou o programa estadual de conservação das águas; lei est. MG 14.309/2002, que dispõe
sobre recursos florestais e recursos hídricos; lei est. nº 18.031/09 sobre política estadual de resíduos sólidos e outras; Lei
3.3.2 Normas de Fiscalização e Regulação. Ente responsável, meios e procedimentos para sua Fed 9.433/97 – Instituiu a Política Federal de Recursos Hídricos e definiu o Sistema Nacional de Gerenciamento dos
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
atuação; Recursos Hídricos; lei est. MG 13.199/1999, que dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos
lei est. MG13.309/2002, que dispõe sobre os usos de Recursos Hídricos Estaduais; lei est. MG 20.922/2013, que dispões
sobre as políticas florestal e de proteção à biodiversidade no Estado.
Entre as leis municipais que devem ser consideradas para elaboração do PMSB, destacam-se: Plano Pluri Anual lei 1.141-
2013 PPA 2014-2017; lei do Plano Diretor; lei orgânica e outras.
Em relação Às legislações aplicadas pela COPASA, citam-se: Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água
e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais
ARSAE-MG - Resolução ARSAE-MG 35/2013, de 12/04/2013, sobre tarifas, e outras.

.
Os diversos órgãos e instituições presentes no município, são relativamente bem estruturados, com corpo técnico e
administrativo habilitado para as devidas funções. Destacam-se a EMATER, Secretaria Municipal de Agricultura e Meio
Ambiente, COPASA, Sistema SESI/FIEMG, Vigilância Sanitária, as instituições não governamentais (principalmente as
associações comunitárias) e outros. Em relação aos órgãos fiscalizadores e reguladores da área ambiental, localizam-se
3.3.3 Identificação e análise da estrutura existente, com descrição de todos os órgãos, e
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
em Ubá, a 20 km, a SUPRAM e o IEF; na área comercial e industrial, localizam-se também em Ubá, o INTERSIND e a
capacidade institucional para a gestão (planejamento, prestação dos serviços, regulação,
ADUBAR; a 50 km encontra-se a UFV, a 60 km o IFET Rio Pomba. No geral, as infraestruturas locais e regionais, têm
fiscalização e controle social) dos serviços nos quatro (4) componentes. Ava
capacidade de atuarem em conjunto ou independente, no planejamento, gestão, prestação de serviços, regulação e
controle social, em todos 4 componentes do PMSB.

O principal programa local é o de habitação, através de 9 loteamentos em implantação nos últimos 3 anos, que deverão se
consolidar até final de 2015, atendendo aproximadamente 2.700 famílias, principalmente de baixa renda, todos com
infraestrutura completa e na área urbana. Isso vem contribuindo para reduzir a ocupação desordenada dos solos,
principalmente nas APP`s, que ocorria sem critérios, em décadas anteriores. Quanto ao planejamento de outros
segmentos, como aprimoramento da implantação de distritos industriais, melhoria de transporte público, tratamento de
esgoto, coleta seletiva de lixo, melhoria em acessibilidade, e outros, praticamente ainda não há resultados significativos;
3.3.4 Identificação de programas locais de interesse do saneamento básico nas áreas de necessitando de um programa amplo, compatível com o plano diretor, mapeamento em andamento, diretrizes deste PMSB;
desenvolvimento urbano, rural, industrial,habitação, mobilidade urbana, gestão de recursos COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 para reversão da situação a médio e longo prazos. Portanto, a maioria das ações da prefeitura são de imediato e curto
hídricos ,meio ambiente e gestão de resíduos. prazo, de forma corretiva e mitigadora dos problemas mais urgentes. Nas áreas rurais a principal assistência e orientação é
realizada pela EMATER, pelo seu papel histórico junto às famílias rurais. Entretanto, o atendimento à estruturação da
produção, geração de emprego e renda, altas tecnologia e produtividade, de forma sustentável, não vem ocorrendo nas
últimas décadas. Tanto na áreas rurais, como nos 8 núcleosde expansão urbana; é urgente a necessidade de implantação
de novos modelos, uma vez que as políticas públicas nesse universo, em geral, não saem do papel, para a prática.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 21/34
O município conta com boa rede de ensino, educação e assistência social; com mais de 40 estabelecimentos formais, entre
os municipais, estaduais, particulares e filantrópicos. Considerando as demais instituições, o potencial é de mais de 50
unidades com boa estrutura, para participar e apoiar os programas, projetos e ações, relacionados com os 4 componentes
3.3.5 Identificação das redes, órgãos e estruturas de educação formal e não formal e avaliação
do PMSB; atuando efetivamente na gestão e controle, especialmente na construção, aprimoramento e monitoramento de
da capacidade de apoiar projetos e ações de educação ambiental combinados com os programas COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
indicadores; de forma a contribuir continuamente com o desenvolvimento equilibrado e sustentável; exercendo assim o
de saneamento básico, com os dados disponíveis.
papel de implementadores e fiscalizadores; ou seja, o controle social articulado com a educação ambiental, em todos os
níveis.

Visconde do Rio Branco possui uma das rádios mais antigas e tradicionais da região central da Zona da Mata mineira.
Devido à liderança no setor cultural, econômico e social, que o município sempre exerceu, principalmente na época do
auge do ciclo do café, cana de açúcar e o transporte ferroviário (entre as décadas de 1920 e 1970); a comunicação sempre
teve um papel fundamental na vida local e mircrorregional. O município mantém a tradição cultural e histórica, expressada
pela existência ainda de boas bandas de músicas, duas rádios, jornais, boas festas carnavalescas e outros segmentos;
sempre mobilizando e aglomerando grandes e nobres públicos de todas as classes sociais locais e microrregionais.
Portanto, a capacidade de mobilização, difusão, articulação, criação e implantação de ações, é relativamente grande na
3.3.6 Identificação e avaliação do sistema de comunicação local e sua capacidade de difusão das área urbana e rurais; possibilitando que o PMSB, seja um marco diferenciado para o município, com reflexos positivos em
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 toda a bacia do rio Xopotó e respectivos municípios. As ocorrências são comunicadas principalmente por telefone e
informações e mobilização sobre o PLANO;
pessoalmente, através da prefeitura, ou diretamente à COPASA, cujo funcionamento já é consolidado e atende
razoavelmente à população, segundo os funcionários da prefeitura consultados sobre o assunto;mas precisa ser
aprimorado. O principal meio de comunicação, principalmente sobre reclamações de usuários dos serviços municipais, são
as rádios; e a COPASA é avaliada frequentemente pela população e comunicadores das rádios.

Os programas de educação ambiental existentes no município, seguem as exigências legais e institucionais, pré-definidos
pelas instâncias superiores dos respectivos órgãos, como o setor de educação, saúde, defesa civil, meio ambiente e outros.
Além desses, as iniciativas locais, através da prefeitura, escolas, organizações não governamentais e eventualmente mais
alguns órgãos; são esporádicas, pontuais, e sem programa, projeto, ou planejamento de médio e longo prazos. Em geral,
quando ocorrem, essas ações são mais voltadas para recursos hídricos e florestais; uma vez que os gestores, técnicos e
líderes, pouco ou nada estão preparados tecnicamente, ou estruturados. Portanto, há necessidade de se estabelecer
3.3.7 Análise de programas de educação ambiental e de assistência social em saneamento; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 programas, projetos e ações, na área de capacitação e gestão ambiental; de curto, médio e longo prazos; através de
equipes multi e interdisciplinares, de forma interinstitucional; envolvendo todos os segmentos da cidade e da área rural.
Existe um trabalho em andamento, sem um planejamento sistematizado, de revitalização dos aterro sanitário, e início da
implantação da coleta seletiva a partir do início de 2014, em três bairros da cidade, sendo: Barroca, Santa Alice e Caiçaras.

Não foram apresentadas pela prefeitura, normas de fiscalização e regulação gestão ou manejo de esgotos, resíduos
sólidos, ou de qualquer segmento do saneamento básico. As legislações pertinentes a recursos hídricos, são aplicadas pela
COPASA, em relação ao abastecimento de água. Quanto a esgotos e efluentes, saneamento básico, em geral, os órgãos
atuantes no município fazem parte do sistema estadual do meio ambiente; sendo a SUPRAM e o IEF. O IEF atua na área
de Unidades de Conservação e fomento florestal. Já a SUPRAM atua na área de regularização ambiental, e congrega os 3
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 órgãos estaduais de meio ambiente, para esse fim (IGAM, IEF, FEAM). Os novos empreendimentos implantados nos
3.3.8 Análise de normas de fiscalização e regulação, quando existentes;
últimos anos, a partir de meados da década de 2000, já cumprem as exigências legais desses órgãos. Portanto, muitos
empreendimentos, como loteamentos, empresas e outros, possuem sistema adequado de captação e tratamento de
esgotos e efluentes. Mas, a grande maioria, principalmente os mais antigos, não o possuem. As rádios são os principais
veículos utilizados para fiscalização dos serviços, especialmente da COPASA.

O saneamento básico operado atualmente no município é composto pelo abastecimento de água; mediadas corretivas e
paliativas sobre drenagem (dragagem dos rios e córregos); coleta de esgoto e descarte nos cursos d`água; coleta e
3.3.9 Características do órgão operador local/prestador do serviço de saneamento básico e de destinação dos resíduos sólidos ao Aterro Sanitário. O abastecimento de água é realizado pela COPASA e os demais pela
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 prefeitura, de forma razoável. Portanto todo o sistema precisa ser revisto, de forma urgente, devido a diversos pontos
resíduos sólidos
críticos dentro dos 4 componentes; principalmente devido ao crescimento e expansão acelerados atuais da cidade.

A COPASA opera os serviços de abastecimento de água desde o ano de 1994. As dragagens dos cursos d`gua urbanos
ocorrem frequentemente (a cada 4 a 6 anos), cuja frequência poderá aumentar. Os resíduos sólidos são destinado para o
Aterro Sanitário desde o ano 2004. Entretanto, em geral todos os sistemas estão no limite de atendimento. A COPASA já
programou aumentar de imediato o tratamento de 90 L/s para 130 L/s. O Aterro, projetado para vida útil de 20 anos (até
3.3.10 Nome; data de criação; serviços prestados; organograma; COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
2024), precisa de avaliação técnica aprimorada, para concluir se isso será cumprido, por exemplo, está acima e
relativamente próximo de uma nascente. Quanto à drenagem e tratamento de esgotos, recomendações estão sendo feitas
neste PMSB.

O modelo de gestão nas áreas de saneamento básico predominante é o municipal, pois a prefeitura é responsável individual
e integralmente pelos serviços de drenagem, esgotos e resíduos sólidos; sendo apenas o abastecimento de água de
responsabilidade da COPASA. Na área de licenciamento ambiental a atribuição é do estado, com tendência a repassar
3.3.11 Modelo de gestão (público municipal ou estadual, privado, cooperativo, etc.); COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
grande parte para o município, a médio prazo (nos próximos 5 a 10 anos).

Dos 4 componentes do PMSB, apenas o abastecimento de água é concessão à COPASA desde 1994, sendo o contrato
para 30 anos, finalizando em 2024, e sendo prorrogável. Em relação aos resíduos sólidos, a prefeitura tem propostas para
3.3.12 Informações sobre a concessão para exploração dos serviços de saneamento básico no terceirização, mas a tendência é utilizar o Aterro Sanitário atual de forma eficaz, por mais alguns anos, cuja vida útil
municípios (i) quem detém atualmente a concessão, (ii) data do término da concessão; (iii) COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 projetada inicialmente é de 20 anos (até 2024). A COPASA é a maior interessada em assumir a gestão do esgoto na área
instrumento legal existente regulando esta concessão (lei municipal, contr urbana, assim como em outros municípios da Zona da Mata mineira.

Não existe nenhuma política de recursos humanos estruturada ou desenvolvida especificamente para os serviços de
saneamento básico, considerando os 4 eixos temáticos do PLANSAB, e os 4 componentes do PMSB (Água potável,
Drenagem, Esgoto e Resíduos Sólidos). A equipe da COPASA é relativamente deficitária para operação, manutenção e
3.3.13 Política de Recursos humanos alocados nos serviços de saneamento básico: número de gestão do abastecimento de água; assim como o contingente da prefeitura para os demais componentes, de
empregados, discriminando o quantitativo quanto a profissionais de nível superior, técnicos, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 responsabilidade direta dessa. No total, o nº de funcionários para os 4 componentes é inferior a 50 pessoas efetivas,
operacionais, administrativos, terceirizados, estagiários, bolsistas. efetivadas ou concursadas; e entre técnicos de nível superior e médio, não ultrapassa 10 pessoas. Além desses
profissionais, existem alguns estagiários e bolsistas. Não há terceirização em nenhum dos serviços.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 22/34
A COPASA possui planejamento, para ampliações e aprimoramento do sistema, que ainda não foi disponibilizados à equipe
de elaboração deste PMSB. Pelo histórico conhecido da COPASA na região, nã é de esperar grandes diferenciais em
relação quadro com quantidade de profissionais adequada, que causem impactos positivos substanciais. Em relação aos
funcionários da prefeitura, não foi apresentado nenhum planejamento de novos padrões de operação, manutenção e
3.3.14 Informações sobre existência de planos de capacitação, planos de cargos e salário e gestão, para os outros 3 componentes, principalmente sobre capacitação e treinamento de pessoal, busca de qualidade e
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
planos de demissão, com dados disponíveis. eficácia diferenciada, em relação à situação atual. Os treinamentos e capacitações são poucos, insuficientes e restritos aos
chefes, que não atinge 10 % do contingente total; e realizados por convite ou convocação de instâncias superiores (federal
ou estadual).

A bacia do rio Xopotó, é composta por áreas de 9 municípios, sendo 6 com maior expressão, dentre esses Visc. Rio
Branco. A maioria está elaborando seu PMSB, que deverá ser concluída até set./14. Nenhum tem solução definitiva para
solução dos problemas relacionados com os 4 componentes. O potencial de solução conjunta ou integrada é muito grande.
A população total dos 6 municípios é de aproximadamente 180 mil habitantes. Visc. do Rio Branco com aprox. 40 mil
habitante e PIB anual de aprox. R$ 550 milhões e Ubá com aprox. 100 mil habitantes e PIB anual superior a R$ 1.400
milhões, se destacam entre os 6 municípios; sendo que cada um dos outros 4 detém menos de R$ 50 milhões e aprox. 10
3.3.15 Identificação junto aos municípios vizinhos das possíveis áreas ou atividades onde pode mil habitantes.Ubá a cidade maior (com 100 mil hab., e IPB muito alto devido às indústrias moveleiras), não abriria mão de
haver cooperação, complementaridade ou compartilhamento de processos, equipamentos e COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 liderar consórcios por exemplo; mas é possível implantar uma usina envolvendo até 7 municípios, para um consórcio de
infraestrutura, relativos à gestão do saneamento básico, para cada um dos s resíduos sólidos; considerando que a população dos 7 é entorno de 200 mil hab., e o raio médio até Ubá ou VRB ser
menor que 50 km e o máximo menor que 70 km.
Pelo andamento do PMSB de VRB e pelo de Ubá que já está pronto é preciso conferir se Ubá propôs esse
consorciamento. É possível e de muita importâncias que todos os municípios da bacia do Xopotó trabalhem soluções
conjuntas.

A cultura de associativismo em Visc. Rio Branco, assim como na Zona da Mata mineira, não é uma história de sucesso.
Com as legislações e políticas federais das últimas décadas, incentivando e valorizando os consórcios e associativismos
similares. Uma das ferramentas essenciais nesse processo é educação ambiental, que vem sendo bastante trabalhada na
Zona da Mata, nesse período. Muitas barreiras já foram superadas. Simultaneamente muitos grupos se fortaleceram
política e tecnicamente, como: ONG`s, Associações de classes, instituições sociais e religiosas, em geral. A Zona da Mata
é uma região tradicionalista, onde as mudanças, em geral, são mais lentas ou difíceis. Porém, as diversas diferenças
3.3.16 Identificação e descrição da organização social, grupos sociais, formas de expressão guardadas entre grupos, também é uma potencialidade a ser trabalhada. Portanto, além das integrações requeridas
social e cultural, tradições, usos e costumes, percepção em relação à saúde, ao saneamento e COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
legalmente e por força de circunstâncias para viabilidade e sustentabilidade; é essencial que o município de Visc. Rio
ao ambiente, com dados disponíveis. Branco tenha um programa de reestruturação e desenvolvimento sustentável, para médio e longo prazos (horizonte de 10 a
20 anos), com bastante equilíbrio entre a zona urbana e as rurais; por exemplo um Plano de drenagem e revitalização de
microbacias hidrográficas. Na área da saúde o consórcio entre município já é uma realidade, que precisa ser estendida
para outras áreas como os resíduos sólidos.

O principal documento formal da prefeitura, para atendimento às demandas do saneamento básico, atualmente em vigor, é
com a COPASA. O convênio com a EMATER é contínuo, porém mais focado nas áreas rurais e sociais (merenda escolar).
3.3.17 Levantamento e análise de todos os contratos, convênios e demais instrumentos de Os demais documentos relacionados com as atividades gerais, se referem a serviços temporários e esporádicos; em geral
relação jurídica entre o município e todos os prestadores de serviços, públicos ou privados, no COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014 realizados através de licitações e modalidades semelhantes; ou em parceria com instituições públicas.
âmbito do saneamento básico.

A política tarifária da COPASA obedece a Resolução da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de
Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais - ARSAE-MG 35 de 12 de abril de 2013; que autoriza o reajuste das
tarifas dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário prestados pela Companhia de
Saneamento de Minas Gerais – COPASA MG e dá outras providências; considerando a lei fed. 11.445 de 05/01/2007, em
especial o disposto nos artigos 22, 23, 25, 29, 30, 37 a 39; a lei nº 18.309 de 3/08/2009, principalmente o disposto nos
artigos 6º e 8º; e a Resolução Normativa 003 de 07/10/2010, dessa Agência; considerando Resolução Normativa 003 de
3.3.18 Política tarifária dos serviços de saneamento básico COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
18/03/ 2011, que estabelece a metodologia para o cálculo de reajuste tarifário dos serviços públicos de abastecimento de
água e de esgotamento sanitário sujeitos à regulação pela ARSAE-MG. Como não há tratamento de esgotos, não há
cobrança sobre esse serviço. A tarifa de coleta e destinação dos resíduos sólidos é de responsabilidade da prefeitura. As
demais taxas cobradas pela prefeitura são definidas em portarias internas.

Em Visc. Rio Branco, a forma atual de participação da sociedade, no monitoramento e controle das políticas dos serviços
de saneamento básico, não é adequadamente sistematizada, para que se possa analisar e avaliar os serviços,
investimentos, qualidade e eficácia na operação e gestão. Para os serviços de abastecimento de água pela COPASA é
possível e necessário implementar programas e procedimentos, que facilitem e efetivem a participação dos consumidores
no controle social; assim como para os serviços em resíduos sólidos pela prefeitura, pois ambos já funcionam. Para esgoto,
3.3.19 Instrumentos e mecanismos de participação e controle social na gestão política de é necessário um levantamento técnico detalhado sobre a situação atual e os projetos e ações urgentes e médio/longo
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 24/02/2014
saneamento básico prazos; uma vez que os levantamentos neste PMSB, são referências aproximadas, baseadas em auto declarações e os
escassos documentos técnicos apresentados pela prefeitura. Mas é prioridade a organização para esse controle social nos
4 componentes do PMSB.

Os Sistema de Informações sobre os Serviços de Saneamento Básico (SISB), já preliminarmente elaborado em janeiro/14
neste PMSB, está sendo aprimorado, em sincronia com o Diagnóstico técnico e comunitário, ao longo dos meses de
Sistema de informação sobre os serviços COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014 fevereiro, março e abril/2014.

Experiências de soluções conjuntas, e simultaneamente gestão municipal independente em água, esgoto e limpeza urbana,
na região da Zona da Mata mineira, agrupando aproximadamente 26 municípios, equidistantes mais de 50 km, com
população variando entre 8 mil a 100 mil habitantes; têm demonstrado que o consorciamento tem sido a melhor saída para
3.3.20 Instrumentos e mecanismos de cooperação com outros entes federados para a os municípios dessa região; na captação e aplicação de recursos, com resultados eficazes; para os diversos componentes
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014
implantação dos serviços de saneamento básico do PMSB. Os gestores de Visc. Rio Branco precisa conhecer essas experiências, para confrontar sua realidade com a
desses municípios, para tomadas de decisões mais embasadas a partir da elaboração deste PMSB. Atualmente a principal
opção visualizada pelo município é o tratamento de esgoto, via COPASA.

Os recursos necessários para solução dos problemas em todos os 4 componentes do PMSB, em Visc. Rio Branco, são
3.4 Situação Econômico Financeira COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014 relativamente altos; com exceção do abastecimento de água, que já é controlado pela COPASA.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 23/34
Considerando a nova expansão urbana da sede da cidade e os 8 núcleos de expansão urbana, distribuídos nas áreas
rurais, a ausência e/ou precariedade de diversas infraestruturas e os problemas apontados neste PMSB; considerando a
arrecadação histórica do município, desestruturação dos setores produtivos, PIB anual; e as exigências de cumprimento
das legislações diversas; o município necessitará de volumosos recursos para investimentos, operações, gestão e
3.4.1 Levantamento e avaliação da capacidade econômico-financeira do Município frente às manutenções, a curto, médio e longo prazos (2 a 20 anos). De acordo com experiências de gestão em saneamento básico
necessidades de investimento e sustentabilidade econômica dos serviços de saneamento básico, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014 municipal na região da Zona da Mata, através de consorciamento de municípios com altas diversidades entre si; é
incluindo a gestão integrada de resíduos. necessário que Visc. Rio Branco analise, avalie e discuta internamente essas experiências e perspectivas futuras a curto e
médio prazos (2 a 10 anos); para se assegurar de sua real capacidade de adotar e sustentar novos investimentos e
modelos de desenvolvimento e gestão.

De acordo com o histórico geral da COPASA em Visc. Rio Branco e Zona da Mata, em geral, com baixos investimentos e
retornos de benefícios às populações locais, que transcedam água tratada (que é uma obrigação básica da COPASA); não
se evidencia nesse modelo uma parceria “ganha-ganha”, ou seja, não há sustentabilidade no processo; por exemplo,
praticamente todos os corpos d`água e nascentes dos mananciais utilizados pela COPASA estão muito degradados, com
pouquíssimo ou nenhum trabalho efetivo de revitalização. Portanto, não há sustentabilidade nesse modelo. A partir desse
3.4.2 Análise geral da sustentabilidade econômica da prestação dos serviços de saneamento paradigma, e fortalezas locais, é possível o município implementar processos mais sustentáveis em todos os 4
básico, envolvendo a política e sistema de cobrança, dotações do orçamento geral do município, COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014 componentes do PMSB. Mas, para estruturar ou reestruturar, o município necessita de aportes de recursos em todas as
fontes de subvenção, financiamentos e outras. Descrição do sistema fi áreas. Quanto à viabilidade e capacidade de pagamento ou reembolso, dependerá muito mais do município ter uma
infraestrutura de planejamento e gestão em todos os aspectos; o que é plenamente possível. Quanto a recursos próprios, o
município deverá planejar anualmente suas dotações orçamentárias, para solucionar quanntidade e diversidade de
problemas mais urgentes, de valores relativamente mais baixos; e para cotrapartida para os recursos de maiores portes,
captados das diversas fontes.

De acordo o histórico e atualização de todas as arrecadações e despesas anuais do município, as projeções para curto e
médio prazos (2 a 10 anos), as diversas linhas de financiamentos existentes para os 4 componentes, e a necessidade de
3.4.3 Avaliação da capacidade de endividamento e a disponibilidade de linhas de financiamento
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014 contrapartida; o município definirá os principais projetos e ações a curto. médio e longo prazos (2 a 20 anos); confrontando
que contemplem o município e seus projetos e ações;
o esperado com a possibilidade de cada caso, e assim, implementando um planejamento eficaz.

Todos os 4 componentes do PMSB necessitam de recursos imediatos, a curto, médio e longo prazos (1 a 20 anos). Para o
abastecimento de água a COPASA já tem um pré-projeto sobre todas as necessidades, para atendimento nesse período
definido; e para esgoto também já tem estudos, visando obter a concessão junto ao município, para a sede do município.
Para o componente Resíduos Sólidos, a prefeitura está recuperando o funcionamento adequado do Aterro Sanitário, mas
será preciso um estudo técnico detalhado, para redimensionar adequadamente a situação, inclusive recursos necessários.
3.4.4 Análise da necessidade de destinação de recursos orçamentários, dos prestadores, do Em relação à Drenagem, as necessidades são também urgentes, e este PMSB está dimensionando com relativa precisão
COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014
município, para viabilizar a adequada prestação e manutenção dos serviços, conforme o Plano. os recursos necessários e as prioridades de aplicações, considerando como unidades de planejamento e estão as
microbacias hidrográficas urbanas e rurais. Um dos desafios de custos/benefícios é o saneamento básico rural, sobre o
qual este PMSB também estará apresentando propostas, a partir dos SISB e Diagnóstico / Prognóstico deste PMSB.

No caso de Visc. Rio Branco, a concessionária COPASA, atende a aprox. 13.500 ligações e aprox. 15.000 economias;
3.4.5 No cálculo dos custos locais de município vinculados a Companhias Estaduais de
portanto as análises, avaliações e proposições levarão em conta esses aspectos. Outro aspecto a ser considerado é a
Saneamento, os custos contabilizados de forma centralizada deverão ser desagregados COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014
localização dos novos bairros em implantação. Quanto aos núcleos rurais, outros aspectos deverão ser considerados, por
proporcionalmente ao número de ligações.
serem poços artesianos, mini-ETEs e outras soluções específicas.
O contrato da CAOPASA é prorrogável automaticamente. A população deverá participar de forma mais ativa sobre a
3.4.6 Na hipótese do prazo de concessão estar por expirar ou quando não existir instrumento tomada de decisão da prefeitura, para renovação do contrato; a partir do histórico de atendimento e a nova realidade
legal adequado (lei outorgando a concessão ou contrato), esclarecer quais providências estão COMITE EQUIPE VP 02/02/2014 02/03/2014 30 DIAS 27/02/2014 projetada, tanto pela COPASA, como pela expansão da cidade.
sendo tomadas para a solução.

MEDIÇÃO NUMERO 02 DO PRODUTO C 3.5 a 3.9 02/03/2014 A 02/04/2014 VALOR DE R$


COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
16.289,35
3.5 Diagnostico técnico - Sistema de Abastecimento de Água Potável COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS

INFRAESTRUTURA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA- A infraestrutura atual do sistema de


abastecimento de água deverá ser diagnosticada, considerando sua adequabilidade e eventuais COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
problemas. Este diagnóstico deve incluir também a avaliação completa da infraestrutura

3.5.1 Caracterização da cobertura e qualidade dos serviços, com a identificação das populações
não atendidas e sujeitas à falta de água; regularidade e frequência do fornecimento de água, com COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
identificação de áreas críticas; consumo per capita de água;

3.5.2 Caracterização da prestação dos serviços por meio de indicadores técnicos, operacionais e
financeiros, relativos a: consumo, receitas, índice de perdas, custos, despesas, tarifas, número COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
de ligações, inadimplência de usuários, eficiência comercial e
3.5.3 Análise crítica dos planos diretores de abastecimento de água, caso exista, quanto à sua
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
implantação, atualidade e pertinência frente às demandas futuras;
3.5.4 Visão geral dos sistemas e Descrição dos Sistemas de abastecimento de água atuais
(infraestrutura, tecnologia e operação) de abastecimento de água: captação, adução, tratamento, COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
reservação, estações de bombeamento, rede de distribuição e ligações

3.5.5 Levantamento e avaliação das condições dos atuais e potenciais- Panorama da situação
atual dos sistemas existentes incluindo todas as estruturas integrantes: Panorama da situação COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
atual dos sistemas existentes, incluindo todas as estruturas integranres
3.5.6 Avaliação dos sistemas de controle e vigilância da qualidade da água para consumo
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
humano e de informação aos consumidores e usuários dos serviços; e
3.5.7 Identificação, quantificação e avaliação de soluções alternativas de abastecimento de água,
individuais ou coletivas, utilizadas pela população, nas áreas urbanas e rurais, e demais usos COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
(industrial, comercial, pública e outros.).
3.5.8 Deverão ser informadas as principais deficiências referentes ao abastecimento de água,
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
com frequência de intermitência,perdas nos sistemas
3.59 Levantamento da rede hidrográfica do município,possibilitando a identificação de mananciais
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
para abastecimento futuro
3.5.9.1 Consumo per capita e de consumidores especiais COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 24/34
3.5.9.2 Informações sobre a qualidade da água bruta e do produto final do sistema de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
abastecimento;
3.5.9.3 Análise e avaliação dos consumos por setores: humano, animal, industrial, turismo e
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
irrigação;
3.5.9.4 Balanço entre consumos e demandas de abastecimento de água na área de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
planejamento;
3.5.9.5 Estrutura de consumo (número de economias e volume consumido por faixa); COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.5.9.6 Estrutura de tarifação e índice de inadimplência; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.5.9.7 Caracterização da infraestrutura das instalações existentes; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.5.9.8 Organograma do prestador de serviço; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.5.9.9 Descrição do corpo funcional (números de servidores por cargo); COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.5.9.10 Receitas operacionais e despesas de custeio e investimento; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.5.9.11 Apresentar os indicadores operacionais, econômico-financeiros, administrativos e de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
qualidade dos serviços prestados; e
3.5.9.12 Caracterização da prestação dos serviços. COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS

3.6 Diagnostico técnico Sistema de Esgotamento Sanitário COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
DESCRIÇÃO
INFRA ESTRUTURA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO - A infraestrutura atual do sistema de
esgotamento sanitário deverá ser diagnosticada, considerando sua adequabilidade e eventuais COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
problemas. Este diagnóstico deve incluir também a avaliação completa da infraestru
3.6.1 Caracterização da cobertura e a identificação das populações não atendidas ou sujeitas a
deficiências no atendimento pelo sistema público de esgotamento sanitário, contemplando COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
também o tratamento;
3.6.2 Caracterização da prestação dos serviços por meio de indicadores técnicos, operacionais e
financeiros, relativos a: receitas, custos, despesas, tarifas, número de ligações, inadimplência de COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
usuários, eficiência comercial e operacional, uso de energia
3.6.3 Análise crítica do plano diretor de esgotamento sanitário, caso exista, quanto à implantação,
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
atualidade e pertinências frente as demandas futuras;
3.6.4 Visão geral dos sistemas Descrição dos Sistemas (infraestruturas, tecnologia e operação)
de esgotamento sanitário quanto à capacidade instalada frente à demanda e ao estado das COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
estruturas implantadas, a partir do uso de textos, mapas, esquemas.
3.6.5 Indicação de áreas de risco de contaminação por esgotos do município. COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.6.6 Deverão ser informadas as principais deficiências referentes ao abastecimento de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
água,como frequência de intermitência,perdas nos sistemas e etc.
3.6.7 Levantamento da rede hidrográfica do município,possibilitando a identificação de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
mananciais para abastecimento futuro
3.6.8 Indicação de áreas de risco de contaminação, e de áreas já contaminadas por esgotos no
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
município.
3.6.9 Análise critica e avaliação da situação atual dos sistemas de esgotamento
sanitário,incluindo todas as estruturas integrantes:ligações prediais,redes de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
coleta,interceptores,estações elevatórias,emissários,estações de tratamento e controle de
sistema
3.6.9.1 Deverão ser informadas as principais deficiências referentes ao sistema de esgotamento
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
sanitário
3.6.9.2 Levantamento da rede hidrográfica do município, identificando as fontes de poluição
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
pontuais de esgotamento sanitário e industrial;
3.6.9.3 Dados dos corpos receptores existentes (qualidade, vazão, usos de jusantes, etc.); COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3..6.9.4 Identificação de principais fundos de vale, por onde poderá haver traçado de
interceptores; potenciais corpos d’água receptores do lançamento dos esgotos; atuais usos da COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
água do futuro corpo receptor dos esgotos; possíveis áreas para locaçoa
3.6.9.5 Análise e avaliação das condições atuais de contribuição dos esgotos domésticos e
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
especiais (produção per capita e de consumidores especiais);
3.6.9.6 Verificar a existência de ligações clandestinas de águas pluviais ao sistema de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
esgotamento sanitário;
3.6.9.7 Balanço entre geração de esgoto e capacidade do sistema de esgotamento sanitário
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
existente na área de planejamento
3.6.9.8 Estrutura de produção de esgoto (número de economias e volume produzido por faixa); COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.6.9.9 Caracterização da infraestrutura das instalações existentes; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.6.9. 1 Organograma do prestador de serviço; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.6.9.2 Descrição do corpo funcional (números de servidores por cargo); COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.6.9.3 Receitas operacionais e despesas de custeio e investimento; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.6.9.4 Apresentar os indicadores operacionais, econômico-financeiros, administrativos e de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
qualidade dos serviços prestados;
3.6.9.5 Caracterização da prestação dos serviços. COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.7 Diagnostico técnico de Limpeza Urbana e Sistema de Gestão de Resíduos Sólidos COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
INFRA ESTRUTURA DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - A DESCRIÇÃO
infraestrutura atual do sistema de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos deverá ser
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
diagnosticada, considerando sua adequabilidade e eventuais problemas. Este diagnóstico deve
inclu
3.71 Análise da situação da gestão do serviço com base em indicadores técnicos, operacionais e
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
financeiros (a partir de indicadores do SNIR ( MMA) e do SINIS ( M Cidades)) ;
3.7.2 Análise crítica dos planos diretores de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos,ou
planos de gerenciamento de resíduos sólidos da reara de planejamento caso exista, quanto à COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
sua implantação, atualidade e pertinência, frente às demandas futuras
3.7.3 Descrição e análise da situação dos sistemas e Descrição da situação dos resíduos sólidos
gerados incluindo a origem,o volume e sua caracterização(domiciliares,construção
civil,industriais,hospitalares,e de serviços de saúde)bem como seu processamento com base em COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
dadis secundarios,entrevistas qualificadas e inspeções locais.essa descrição deverá englobar
desenhos,fluxogramas,fotografias,,

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 25/34
3.7.4 Identificação das condições de gestão integrada e destinação final dos produtos
contemplados no sistema de logística reversa da lei 12.305 , identificando seus geradores e seus COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
respectivos PGIRS e verificação das conformidades dos mesmos em face das leis ambientais.

3.7.5 Identificação de lacunas no atendimento à população pelo sistema público de limpeza


urbana e manejo de resíduos sólidos (condições atuais e futuras), quanto à população atendida COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
(urbana e rural), tipo, regularidade, qualidade e frequência dos serviços,
3.7.6 Informações sobre a produção per capita de resíduos inclusive de resíduos de atividades
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
especiais;
3.7.7 Levantamento das práticas atuais e dos problemas existentes associados à infraestrutura
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
dos sistemas de limpeza urbana;

3.7.8 Organograma do prestador de serviço e descrição do corpo funcional (números de


servidores por cargo) e identificação de possíveis necessidades de capacitação, remanejamento, COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
realocação, redução ou ampliação da mão de obra utilizada nos serviços;

3.7.9 Identificação das possibilidades de implantação de soluções consorciadas ou


compartilhadas com outros Municípios, considerando, nos critérios de economia de escala, a COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
proximidade dos locais estabelecidos e as formas de prevenção dos riscos ambientais.
3.7.10 Receitas operacionais e despesas de custeio e investimento; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.7.11 Apresentar os indicadores operacionais, econômico-financeiros, administrativos e de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
qualidade dos serviços prestados;
3.7.12 Identificação da existência de programas especiais (reciclagem de resíduos da construção
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
civil, coleta seletiva, compostagem, cooperativas de catadores e outros);
3.7.13 Identificação dos passivos ambientais relacionados aos resíduos sólidos,incluindo áreas
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
contaminadas e respectivas medidas saneadoras
Diagnostico técnico de Serviços de Manejo de águas pluviais e drenagem urbana COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
DESCRIÇÃO
INFRA ESTRUTURA DE MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS - A infraestrutura atual do sistema de
drenagem de águas pluviais deverá ser diagnosticada, considerando sua adequabilidade e COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
eventuais problemas. Este diagnóstico deve incluir também a avaliação completa da in
3.8.1 Análise crítica do plano diretor de drenagem urbana e/ou recursos hídricos, caso exista,
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
quanto à implantação, atualidade e demandas futuras;
3.8.2 Identificação da infraestrutura atual e análise crítica dos sistemas de drenagem e manejo
das águas pluviais e das técnicas e tecnologias adotadas quanto à sua atualidade e pertinência COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
em face dos novos pressupostos quanto ao manejo das águas pluvias

3.8.3 Identificar os órgãos municipais com alguma provável ação em controle de enchentes e
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
drenagem urbana e identificar suas atribuições;
3.8.4 Verificar a obrigatoriedade da microdrenagem para implantação de loteamentos ou abertura
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
de ruas;
3.8.5 Verificar a separação entre os sistemas de drenagem e de esgotamento sanitário; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.8.6 Verificar a existência de ligações clandestinas de esgotos sanitários ao sistema de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
drenagem pluvial;
3.8.7 Identificar os principais tipos de problemas (alagamentos, transbordamentos de córregos,
pontos de estrangulamento, capacidade das tubulações insuficientes, etc.) observados na área COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
urbana: verificar a frequência de ocorrência e localização desses problemas.
3.8.8 Verificar a relação entre a evolução populacional, processo de urbanização e a quantidade
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
de ocorrência de inundações;
3.8.9 Verificar se existem manutenção e limpeza da drenagem natural e artificial e a frequência
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
com que são feitas;
3.8.10 Identificação e descrição dos principais fundos de vale, por onde é feito o escoamento das
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
águas de chuva;
3.8.11 Análise da capacidade limite com elaboração de croqui georreferenciado das bacias
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
contribuintes para a microdrenagem;
3.8.12 Receitas operacionais e despesas de custeio e investimento; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.8.13 Apresentar os indicadores operacionais, econômico-financeiros, administrativos e de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
qualidade dos serviços prestados
3.8.14 Verificar se o município apresenta registros de mortalidade por malária. COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9 Serviços de Desenvolvimento Urbano e Habitação COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
Perspectivas do Desenvolvimento Urbano ( com dados disponíveis) COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9.1 Parâmetros de uso e ocupação do solo ; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9.2 Definição do perímetro urbano da sede e do distrito e do Município. COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9.3Definição das Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9.4 Identificação da ocupação irregular em Áreas de Preservação Permanente –APP’s; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9.5 Definições de zoneamento como: áreas de aplicação dos instrumentos de parcelamento e
edificação compulsórios e áreas para investimento em habitação de interesse social e por meio COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
do mercado imobiliário; e
3.9.6 Identificação da situação fundiária e eixos de desenvolvimento da cidade, bem como de
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
projetos de parcelamento e/ou urbanização.
Perspectivas da Habitação ( com dados disponíveis) COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS

3.9.7 No campo da habitação, identificar e analisar, quanto ao reflexo nas demandas e


necessidades em termos do saneamento básico, as seguintes informações do Plano Local de COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
Habitação de Interesse Social, desde que já levantadas e formuladas:
3.9.8 Organização institucional e objetivos do Plano e seus programas e ações; COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
3.9.9 Quadro da oferta habitacional: identificação da oferta de moradias e solo urbanizado,
principalmente quanto à disponibilidade de serviços de saneamento básico; a disponibilidade do COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
solo urbanizado para a população de baixa renda, especialmente as Zonas especiais de interesse

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 26/34
3.9.10 Necessidades habitacionais: caracterização da demanda por habitação e investimentos
habitacionais, considerando as características sociais locais, déficit habitacional quantitativo e COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
qualitativo, a caracterização de assentamentos precários (favelas
3.9.11 Análise das projeções do déficit habitacional: identificar e analisar impactos para as
COMITE EQUIPE VP 02/03/2014 02/04/2014 30 DIAS
demandas de saneamento básico.
MEDIÇÃO NUMERO 03 DO PRODUTO C 3.10 a 3.14 30/12/2013 A 01/02/2014 A
30 DIAS
28/02/2014VALOR DE R$ 16.289,35 COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014
3.10 Diagnostico d e Serviços de Meio Ambiente e Recursos Hídricos COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.10.1 O Diagnóstico deve, quando disponíveis, incluir informações e análise dos dados
ambientais e de recursos hídricos e suas interações com os aspectos socioeconômicos, COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
utilizando de dados disponíveis.

3.10.2 Caracterização geral das bacias hidrográficas onde o município está inserido, incluindo as
delimitações territoriais, os aspectos relativos aos meios físico e natural, ao subsolo e ao clima,
destacando a topografia, os tipos e usos do solo, os corposdágua e i regime hidrologico,a COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
cobertura vegetal, a situação de preservação e proteção dps mananciais superficiais e aguas
subterraneas,áreas de recarga e de afloramento de aquiferos,

3.10.3 Caracterização geral dos ecossistemas naturais, preferencialmente por bacia hidrográfica,
destacando, caso existam, indicadores da qualidade ambiental e as áreas de preservação COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
permanente;
3.10.4 A situação e perspectivas dos usos e da oferta de água em bacias hidrográficas de
utilização potencial para suprimento humano, considerando as demandas presentes e futuras e o
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
lançamento de resíduos líquidos e sólidos de sistemas de saneamento básico , do ponto de vista
qtitativo e qualitativo.
3.10.5 A identificação de condições de degradação por lançamento de resíduos líquidos e sólidos
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
e a verificação de situações de escassez hídrica presente e futura;
3.10.6 A identificação das condições de gestão dos recursos hídricos na(s) bacia(s) do município
e da área abrangida nos aspectos de interesse do Saneamento Básico quanto: domínio das COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
águas superficiais e subterrâneas (União ou Estados); atuação de comites e agencia de bacia.
3.10.7 A identificação de relações de dependência entre a sociedade local e os recursos
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
ambientais, incluindo o uso da água.
Diagnostico Serviços de Saúde COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.11.1 O Diagnóstico da situação de saúde da população deverá abordar a perspectiva do
saneamento básico como promoção e prevenção de enfermidades. Para tanto deverão ser COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
levantadas as seguintes informações:
3.11.2 Morbidade de doenças relacionadas com a falta de saneamento básico, mais
especificamente, doenças infecciosas e parasitárias (ver Capítulo I do CID-10 - Classificação
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde - Décima Revisão -
versão 2008,disponivel em http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm
3.12.3 Existência e análise do Programa Saúde na Família (conforme Documento de Diretrizes da
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
SNSA/MCIDADES);
3.12.4 Identificação dos fatores causais das enfermidades e as relações com as deficiências na
prestação dos serviços de saneamento básico, bem como as suas consequências para o COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
desenvolvimento econômico e social;

3.12.5 Análise das políticas e planos locais de saúde, quando definidos, e sua relação com o
saneamento básico, incluindo as condições de participação do setor saúde na formulação da
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
política e da execução das ações de saneamento básico conforme preve o inciso IV do art 200 da
Constituição FEDERAL E A LEI 8080/1990

METODOLOGIA REFERENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO 3


COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
( DIAGNOSTICO ).
3.12.1 Legislação local no campo do saneamento básico, saúde e meio ambiente; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.12.2 Organização, estrutura e capacidade institucional existente para a gestão dos serviços de
saneamento básico (planejamento, prestação, fiscalização e regulação dos serviços e controle COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
social);
3.12.3 Estudos, planos e projetos de saneamento básico existentes, avaliando a necessidade e
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
possibilidade de serem atualizados;
3.12.4 Situação dos sistemas de saneamento básico do município. COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.12.5 Situação quantitativa e qualitativa das infraestruturas existentes, as tecnologias utilizadas e
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
a compatibilidade com a realidade local;
3.12.6 Situação socioeconômica e capacidade de pagamento dos usuários, mediante dados
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
disponíveis.
3.12.7Dados e informações de políticas correlatas ao saneamento e da gestão integrada de
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
resíduos sólidos.
3.12.8 Análise das áreas atuais de descarte de resíduos sólidos. COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.12.9 Análise do cadastro de geradores de resíduos sólidos, domésticos , industriais e
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
empresariais.
3.12.10 Abrangência:__O Diagnóstico deve adotar uma abordagem sistêmica, cruzando
informações sócio econômicas, ambientais e institucionais, de modo a caracterizar e registrar,
com a maior precisão possível, a situação antes da implementação dos Planos de Saneamento COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
Básico, considerando os dados disponiveis.Os seguintes elementos devem ser considerados na
obtenção de dados:
3.12.11 Identificação, previamente às inspeções de campo, dos atores sociais, com delineamento
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
do perfil de atuação e da capacitação relativa ao saneamento básico;
3.12.12 Previsão de entrevistas junto aos órgãos responsáveis pelos serviços públicos de
saneamento básico, de saúde e do meio ambiente, entidades de representação da sociedade
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
civil, instituições de pesquisa, ONG e demais órgãos locais que tenham atuação com questões
correlatas

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 27/34
3.12.13 Realização de inspeções de campo para a verificação e caracterização da prestação dos
serviços de saneamento básico, com instrumento de pesquisa previamente aprovado pelo COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
Contratante, com inclusão de fotografias, ilustrações e croquis ou mapas dos
3.12.14 Analise e parecer sobre os instrumentos jurídicos dos prestadores de serviços atuais
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
para o Município no desiderato do Plano.
3.12.15 O Diagnóstico da Situação do Saneamento nos municípios, adotará necessariamente as
informações atualizadas do IBGE entre as várias referências existentes, abrangendo coleta de
dados gerais e da legislação aplicável, caracterização do município e diagnosticos da situaçao
institucional e economico -financeira dos serviços e do municipio,dos serviços de abastecimento COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
de água,dos serviços de esgotamento sanitário,dos serviços de limpeza urbana e de manejo de
residuos sólidos,dos serviços de drenagem e de manejo de aguas pluviais,da expansão urbana e
ocupação do territorio,da habitação,da saude,do meio ambiente e dos recursos hidricos.
3.12.16 A área de abrangência do Diagnostico será de toda a área (zona urbana e zona rural) do
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
Município.
3.12.17 O Diagnóstico dos Serviços Públicos de Saneamento Básico dos municípios deverá,
necessariamente, englobar as zonas urbana e rural e tomar por base as informações
bibliográficas, as inspeções de campo, os dados secundários coletados nos órgãos públicos que COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
trabalham com o assunto e os dados primarios coletados junto a localidades inseridas na area de
estudo.
3.12.18 O diagnóstico deverá atingir um nível de aprofundamento apropriado e também fornecer
informações adequadas e suficientes para subsidiar a elaboração ou atualização dos estudos e
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
os planos diretores e projetos técnicos setoriais de saneamento básico nos municipios deverao
ser identificados compilados e avaliados
3.12.19 É preciso também, garantir a disseminação das informações do diagnóstico e dos
estudos preliminares, bem como definir canais para esclarecimento de dúvidas e recebimento de COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
críticas e sugestões, inclusive por consulta pública;
3.12.20 O Diagnóstico deverá incluir Elementos Essenciais, assim considerados em função dos
dispositivos da Lei 11.445/2007 que estabelecem a sua abrangência e conteúdo do Plano, e
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
Elementos Complementares que possam contribuir para o perfeito conhecimento da situação dos
serviços de saneamento básico no municipio e da lei 12.305
Metodologia Referencial do Relatórios dos Diagnósticos ( Produto 3). COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias

O Relatório dos Diagnósticos deverá ser sistematizado conforme a estrutura abaixo, contendo
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
ainda glossário e rol de siglas. Exemplo de sistematização para o Diagnóstico:
3.13.1 .Introdução COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.2 Objetivos COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.3 Diretrizes gerais adotadas COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.4 Metodologia utilizada na realização do Diagnóstico COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.5 Caracterização do município (localização, população / localidades, características social,
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
econômica e cultural e inserção regional)
3.13.6 Caracterização do ambiente:_Topografia, solo, hidrografia e hidrologia local, uso e
ocupação do solo (cobertura vegetal, assentamento, atividades, grau de impermeabilização,
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
processos de erosão/assoreamento, riscos de enchentes, alagamentos e escorregamentos
.,mananciais de suprimento de agua,caracterização dos residuos sólidos e esgotos sanitarios.
3.13.7 Prestação dos serviços de saneamento básico: COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.7.1 Aspectos legais, políticos, institucionais e de gestão dos serviços; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.7.2 Planejamento; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.7.3 Regulação e fiscalização; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.7.4 Ações inter-setoriais; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.7.5Participação e controle social; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.7.6 Educação ambiental em projetos e ações de saneamento básico. COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.8 Situação dos serviços de saneamento básico COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
3.13.8.1 Cobertura da população, tipo de serviço, acesso, qualidade, regularidade e segurança da
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
prestação dos serviços de abastecimento de água potável;
3.13.8.2 Cobertura da população, tipo de serviço, acesso, qualidade, regularidade e segurança da
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
prestação dos serviços de esgotamento sanitário;
2.13.8.3 Cobertura da população, tipo de serviço, acesso, qualidade, regularidade e segurança da
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
prestação dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos;
2.13.8.4 Cobertura da população, tipo de serviço, acesso, qualidade, regularidade e segurança da
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
prestação dos serviços de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas;
2.13.8.5 Análise dos sistemas de saneamento básico existentes; COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
2.13.8.6 Organização, formas e condições da prestação dos serviços de saneamento básico
(modelo de prestação dos serviços, prestação direta, prestação delegada por contratos de COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
concessão ou de programa e indicadores técnicos, operacionais e financeiros);
3.13.8.7 Impactos na saúde, na cidadania e nos recursos naturais (com enfoque para a poluição
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
dos recursos hídricos).
3.14 Identificação do PRSB ( Plano Regional de Saneamento Básico) e do Plano de Recursos
COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
hídricos da bacia hidrográfica
3.14.1 Obtenção, Identificação e Análise do PRSB e do Plano de recursos hídricos da bacia
hidrográfica, caso existentes,cotejando os pontos de interesse e convergentes no contexto do COMITE EQUIPE VP 02/04/2014 01/05/2014 30 dias
Plano Municipal de Saneamento Básico.

SERÃO IMPRESSAS DUAS VIAS , REFERENTE AOS RELATÓRIOS .


NO FINAL SERÃO IMPRESSOS DUAS VIAS DO RELATORIO DO DIAGNOSTICO TECNICO
PARTICIPATIVO E EM DIGITAL
DESCRIÇÃO
PRODUTO D– RELATORIO DA PROSPECTIVA E DO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 30/06/2014 60 dias
PRODUTO D SERÁ REALIZADO EM DUAS MEDIÇÕES
PRIMEIRA MEDIÇÃO ITEM 4.1 AO 4.1.9 VALOR DE R$ 19.547,23 de 01/05/2014 a31/05/2014

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 28/34
SEGUNDA MEDIÇÃO ITEM 4.2 A 4.2.4.9 VALOR DE R$ 19.547,22 de 01/06/2014 a30/06/2014

PRIMEIRA MEDIÇÃO ITEM 4.1 AO 4.1.9 VALOR DE R$ 19.547,23 de 01/05/2014 a30/05/2014 30 DIAS
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014

PRODUTO D - RELATÓRIO DA PROSPECTIVA E DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO -


pressupõe uma visão prospectiva da área e dos itens de planejamento por meio de instrumentos COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
de análise e antecipação, construídos de forma coletiva pelos diferentes atores sociais.

4.1 CENÁRIOS OBJETIVOS E METAS_ Deverá considerar objetivos abrangentes para o


saneamento básico voltados para a melhoria das condições de cada eixo do setor e da saúde COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
pública, sendo primordial a identificação e sistematização das principais expectativa

4.1.1 Deverá ser elaborado um modelo de estrutura para consolidação dos objetivos e para sua
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
projeção temporal dentro do horizonte de planejamento de 20 anos (curto, médio e longo prazos).
4.1.2 Neste modelo também será importante a definição dos critérios de priorização de objetivos
que refletirão as expectativas sociais, além de critérios técnicos e outros que permitam construir COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
uma escala de primazia entre os objetivos.
4.1.3 Cabe ressaltar que esta fase procura definir os objetivos gerais e abrangentes que
nortearão a elaboração das propostas de programas, projetos, ações e do plano de execução das COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
próximas fases do planejamento.
4.1.4 Definir situação atual e Definir objetivo (s) para melhoria da situação atual COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
4.1.5 Numerar objetivos para serem utilizados em tabelas posteriores. (definir se curto, médio ou
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
longo prazo)
4.1.6 Situação da infraestrutura de abastecimento de água Objetivos Metas (curto, médio e
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
longo prazo)
4.1.7 Situação da Infraestrutura de esgotamento sanitário - determinar Objetivos e Metas
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
(curto,médio e longo prazo)
4.1.8 Situação da Infraestrutura de águas pluviais-determinar Objetivos e Metas (
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
curto,médio e longo prazo)
4.1.9Situação da Infraestrutura de gerenciamento de resíduos sólidos Objetivos e Metas (
COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
curto,médio e longo prazo)
MEDIÇÃO NUMERO 02 DO PRODUTO D ITEM 4.2 AO ITEM 4.2.4.9 DE 1/6/2014 A
30 DIAS
30/6/2014 R$ 19.547,22 COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014

4.2 Projeção de Demanda e Prospectivas Técnicas_Conceito COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias

Serão utilizadas metodologias de projeções demográficas somadas aos elementos previstos em


planejamentos e políticas públicas municipais, regionais, estaduais e federais para qualquer setor
que influencie a demanda ao saneamento. Serão previstas alternativas de gestao e de soluções
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
técnicas de engenharia executáveis que atendam as exigencias e caracteristicas de cada eixo do
saneamento básico para toda area do municipio,incluindo as áreas dispersas ( áreas
rurais,indigenas,quilombolas e tradicionais)

A elaboração do planejamento de políticas públicas requer um extenso ferramental de análise


histórica que possibilite quantificar e compreender a lógica de diversos processos que se
integram com os elementos do saneamento básico. O detalhamento dos requisitos de demanda e COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
a definição de alternativas técnicas de engenharia serão primordiais para o prosseguimento das
atividades do PMSB

4.2.1 INFRAESTRUTURA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias


4.2.1.1 Análise das alternativas de gestão e prestação de serviços; COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.1.2 Projeção da demanda anual de água para toda a área de planejamento ao longo dos 20
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
anos;
4.2.1.3 Descrição dos principais mananciais (superficiais e/ou subterrâneos) passíveis de
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
utilização para o abastecimento de água na área de planejamento;
4.2.1.4 Definição das alternativas de manancial para atender a área de planejamento, justificando
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
a escolha com base na vazão outorgável e na qualidade da água;
4.2.1.5 Definição de alternativas técnicas de engenharia para atendimento da demanda calculada; COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.1.6 Previsão de eventos de emergência e contingência. COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.2 INFRAESTRUTURA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.2.1 Análise das alternativas de gestão e prestação de serviços; COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.2.2 Projeção da vazão anual de esgotos ao longo dos 20 anos para toda a área de
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
planejamento;
4.2.2.3 Previsão de estimativas de carga e concentração de DBO e coliformes fecais
(termotolerantes) ao longo dos anos, decorrentes dos esgotos sanitários gerados, segundo as COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
alternativas (a) sem tratamento e (b) com tratamento dos esgotos
(assumir eficiências típicas de remoção); COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.2.4 Definição de alternativas técnicas de engenharia para atendimento da demanda calculada; COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.2.5 Comparação das alternativas de tratamento local dos esgotos (na bacia), ou centralizado
(fora da bacia, utilizando alguma estação de tratamento de esgotos em conjunto com outra área), COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
justificando a abordagem selecionada;
4.2.2.6 Previsão de eventos de emergência e contingência. COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.2.7 Apresentar memorial de cálculo, quando pertinente. COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias

4.2.3 INFRAESTRUTURA DE ÁGUAS PLUVIAIS COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias


4.2.3.1 Proposta de medidas mitigadoras para os principais impactos identificados, em particular: COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.3.1.1 medidas de controle para reduzir o assoreamento de cursos d’água e de bacias de
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
detenção, eventualmente propostas pelos membros do grupo de trabalho;

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 29/34
4.2.3.1.2 medidas de controle para reduzir o lançamento de resíduos sólidos nos corpos d’água. COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.3.2 Diretrizes para o controle de escoamentos na fonte, adotando-se soluções que favoreçam
o armazenamento, a infiltração e a percolação, ou a jusante, adotando-se bacias de detenção – COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
ter em consideração as características topográficas locais e list
4.2.3.3 Diretrizes para o tratamento de fundos de vale; COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.3.4 Previsão de eventos de emergência e contingência. COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias

4.2.4 INFRAESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
4.2.4.1 Planilha com estimativas anuais dos volumes de produção de resíduos sólidos
classificados em (i) total, (ii) reciclado, (iii) compostado e (iv) aterrado, e percentuais de COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
atendimento pelo sistema de limpeza urbana;
4.2.4.2 Metodologia para o cálculo dos custos da prestação dos serviços públicos de limpeza
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
urbana e de manejo de resíduos sólidos, bem como a forma de cobrança desses serviços;
4.2.4.3 Regras para o transporte e outras etapas do gerenciamento de resíduos sólidos de que
trata o art. 20 da Lei 12.305/2010, e demais disposições pertinentes da legislação federal e
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
estadual propondo a definição das responsabilidades quanto à sua implantação e
operacionalização.
4.2.4.4 Critérios para pontos de apoio ao sistema de limpeza nos diversos setores da área de
planejamento (apoio à guarnição, centros de coleta voluntária, mensagens educativas para a COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
área de planejamento em geral e para a população específica);
4.2.4.5 Descrição das formas e dos limites da participação do poder público local na coleta
seletiva e na logística reversa, respeitado o disposto no art. 33 da Lei 12.305/2010, e de outras COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
ações relativas à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.
4.2.4.6 Critérios de escolha da área para localização do bota-fora dos resíduos inertes gerados
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
(excedente de terra dos serviços de terraplenagem, entulhos etc.);
4.2.4.7 Identificação de áreas favoráveis para disposição final ambientalmente adequada de
rejeitos, identificando as áreas com risco de poluição e/ou contaminação, observado o Plano
COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
Diretor de que trata o § 1º do art. 182 da Constituição Federal e o zoneamento ambiental , se
houver.

4.2.4.8 Procedimentos operacionais e especificações mínimas a serem adotados nos serviços


públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, incluída a disposição final COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
ambientalmente adequada dos rejeitos;

4.2.4.9 Prever eventos de emergência e contingência. COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
SERÃO IMPRESSAS DUAS VIAS , REFERENTE AOS RELATÓRIOS .
NO FINAL SERÃO IMPRESSOS DUAS VIAS DO RELATORIO DO DIAGNOSTICO TECNICO
PARTICIPATIVO E EM DIGITAL

PRODUTO E– RELATORIO CONTENDO:PROJEÇÃO DE DEMANDAS E PROSPECTIVAS DESCRIÇÃO


COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
TÉCNICAS_APLICAÇÃO-PROGRAMAS E AÇÕES
PRIMEIRA MEDIÇÃO PRODUTO E R$ 6.981,15 DE 01/07/2014 A 31/07/2014 COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias

5.1.Prever e relacionar a criação de Programas do governo municipal específicos. COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
5.2. Apontar relação de soluções práticas (ações) para alcance dos objetivos. COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
5.3.Deverão ser apontados os programas que compatibilizem o crescimento econômico, a
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
sustentabilidade ambiental e a equidade social nos municípios.
5.4.Definir todas as obrigações no desempenho de programas e ações sob a responsabilidade
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
do poder público definindo sua atuação em cada eixo do setor de saneamento.

5.5.Definir todas as obrigações no desempenho de programas e ações sob a responsabilidade


COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
do poder público definindo sua atuação em cada eixo do setor de prestação de serviços.

5.6.Nomear os representantes do poder Publico nesta fase de elaboração das Prospectivas do


Diagnóstico e cobrar o envolvimento contínuo de seus representantes, seja por meio do comitê COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
de coordenação ou pelo acompanhamento do Poder Executivo e Legislativo Municipal.
5.7. Determinar ações factíveis com os respectivos prazos referentes aos programas de
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
governo previstos neste PMSB
5.8.Determinar ações factíveis com os respectivos prazos referentes aos programas de governo
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
previstos neste que representem as aspirações sociais
5.9.Determinar emergências e contingências e alternativas de intervenção, , COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
5.10.Verificar o atendimento das demandas e prioridades da sociedade. COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
5.11.Detalhar as medidas a serem tomadas por meio da estruturação de programas, projetos e
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
ações específicas para cada eixo do setor de saneamento a saber:
5.11.1.Água ( captação , adução ,tratamento ,reservação e distribuição, arrecadação e
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
investimentos)
5.11.2.Esgoto ( captação,rede de captação, estações de tratamento , estações
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
elevatórias,interceptores, despesas e investimentos)
5.11.3.Drenagem Urbana (macrodrenagem, microdrenagem,cadastro,projetos,soluções
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
setoriais,investimentos , parcela de participação no orçamento publico)
5.11.4.Resíduos Sólidos ( sistema de acondicionamento e coleta ,transporte, destinação e
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
disposição final , reciclagem , coleta seletiva , investimentos )
5.11.5.Promover a hierarquização de acordo com os anseios da população , levando-se em
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
consideração o impactos ambientais de programas e ações.
ELABORAR O RELATORIO CONTENDO PROJEÇÕES DE DEMANDAS E PROSPECTIVAS
TÉCNICAS_APLICAÇÃO-PROGRAMAS ,PROJETOS E AÇÕES EM DUAS VIAS IMPRESSAS COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
COM DIGITAL
SERÃO IMPRESSAS DUAS VIAS , REFERENTE AOS RELATÓRIOS . COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
NO FINAL SERÃO IMPRESSOS DUAS VIAS DO RELATORIO DO DIAGNOSTICO TECNICO
COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
PARTICIPATIVO E EM DIGITAL

PRODUTO F–PLANO DE EXECUÇÃO COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias DESCRIÇÃO

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 30/34
PRIMEIRA MEDIÇÃO PRODUTO F R$ 6.981,15 DE 01/08/2014 A 30/08/2014 COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
6.Deverá o plano contemplar as diretrizes para execução dos programas, projetos e ações
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
relacionados abaixo, abrangendo os itens do PMSB:
6.1. relacionar a criação de Programas do governo municipal específicos. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
6.2. relacionar as soluções práticas (ações) para alcance dos objetivos. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
6.3 relacionar os programas que compatibilizem o crescimento econômico, a sustentabilidade
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
ambiental e a equidade social nos municípios.
6.4.Apresentar todos os itens referentes de programas e ações sob a responsabilidade do poder
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
público definindo sua atuação em cada eixo do setor de saneamento.
6.5. Apresentar todos os itens referentes de programas e ações sob a responsabilidade do
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
poder público definindo sua atuação em cada eixo do setor de prestação de serviços.

6.6.Identificar r os representantes do poder Publico nesta fase de elaboração das Prospectivas do


Diagnóstico e cobrar o envolvimento contínuo de seus representantes, seja por meio do comitê COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
de coordenação ou pelo acompanhamento do Poder Executivo e Legislativo municipal
6.7. Relacionar as ações definidas(que deverão ser factíveis) com os respectivos prazos
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
referentes aos programas de governo previstos neste PMSB
6.8.Relacionar as ações definidas( que deverão ser factíveis ) com os respectivos prazos
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
referentes aos programas de governo previstos neste que representem as aspirações sociais
6.9.Definir as soluções emergenciais e contingenciais bem como as alternativas de intervenção,
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
,
6.10.Relacionar o atendimento das demandas e prioridades da sociedade. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
6.11.Relacionar todas as medidas a serem tomadas por meio da estruturação de programas,
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
projetos e ações específicas para cada eixo do setor de saneamento a saber:
6.11.1.Água ( captação , adução ,tratamento ,reservação e distribuição, arrecadação e
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
investimentos)
6.11.2.Esgoto ( captação,rede de captação, estações de tratamento , estações
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
elevatórias,interceptores, despesas e investimentos)
6.11.3.Drenagem Urbana (macrodrenagem, microdrenagem,cadastro,projetos,soluções
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
setoriais,investimentos , parcela de participação no orçamento publico)
6.11.4.Resíduos Sólidos ( sistema de acondicionamento e coleta ,transporte, destinação e
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
disposição final , reciclagem , coleta seletiva , investimentos )
6.11.5.Promover a hierarquização de acordo com os anseios da população , levando-se em
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
consideração o impactos ambientais de programas e ações.
6.12 A programação da implantação dos programas, projetos e ações deverá ser desenvolvida
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
considerando metas em horizontes temporais distintos:
6.12.1. Imediatos ou emergenciais – até 3 anos; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
6.12.2 Curto prazo – entre 4 a 8 anos; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
6.12.3 Médio prazo – entre 9 a 12 anos; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
6.12.4 Longo prazo – entre 13 a 20 anos. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30;/08/2014 30 DIAS
SERÃO IMPRESSAS DUAS VIAS , REFERENTE AOS RELATÓRIOS .
NO FINAL SERÃO IMPRESSOS DUAS VIAS DO RELATORIO DO DIAGNOSTICO TECNICO
PARTICIPATIVO E EM DIGITAL

PRODUTO G –MINUTA DE PROJETO DE LEI DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO DESCRIÇÃO


COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
BASICO
PRIMEIRA MEDIÇÃO PRODUTO G R$ 6.981,15 DE 01/08/2014 A 30/08/2014 COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
PRODUTO G - MINUTA DO PROJETO DE LEI DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO,
Ainda assim, o Município deve compreender a importância da continuidade do planejamento, COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
assumir o compromisso de efetivar as atividades previstas no PMSB e submetê-lo à avaliação

7.1 Aprovação do PMSB COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias

Deverá ser atualizada , revista e aprovada o conteúdo do PMSB juntamente com a apreciação e
aprovação do Poder Legislativo do município.Portanto deverá ser elaborada a minuta de projeto COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
de lei, em conformidade com a técnica legislativa e sistematizada
7.1.1 Programar e submeter a minuta à discussão com a população, em evento especialmente
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
convocado para este fim.
7.1.2 Realizar o evento Público de apresentação da minuta do PMSB em sua versão final do
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
plano.
7.1.3 Encaminhar a Versão Final do PMSB à Câmara de Vereadores. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.1.4 Após o PMSB ser aprovado e sancionado em lei municipal deverá ser divulgado e
implantado pelo órgão do município responsável pela execução da política municipal de COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
saneamento básico.
7.2. Execução do PMSB COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.2.1 Elaborar os elementos que subsidiam a fase de execução do plano.deliberadas pelo grupo
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
de trabalho .
7.2.2 Deliberar os elementos definidos nos grupos de trabalho COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.2.3 Proposta para a regulamentação e fiscalização do setor de saneamento: em consonância
com as demais normas vigentes, essa proposta visará impedir o surgimento de prejuízos à COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
sociedade, decorrentes do déficit na prestação dos serviços;
7.2.4 Manuais: visará estabelecer critérios e padrões mínimos recomendados para orientar os
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
projetistas no dimensionamento dos sistemas referentes ao saneamento básico;
7.2.5 Plano de revisão do PMSB: sendo o PMSB um processo dinâmico e disciplinado, deverá
ser avaliada sua capacidade de gerenciamento, com auxílio, por exemplo, de dados obtidos de COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
uma área-piloto,
7.2.6 Plano de revisão do PMSB: sendo o PMSB um processo dinâmico e disciplinado, deverá
ser avaliada sua capacidade de gerenciamento, com auxílio, por exemplo, de dados obtidos de COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
um bairro ou comunidade do município.
7.3. Avaliação e Revisão do PMSB COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.3.1 Verificação , medição e avaliação do real cumprimento dos objetivos definidos no PMSB; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 31/34
7.3.2 Verificar o equilíbrio do conteúdo do PMSB quanto a obediência dos dispositivos legais
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
aplicáveis à gestão do setor saneamento;
7.3.3 identificar e relatar e propor soluções quanto aos pontos fortes e fracos do plano elaborado
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
bem como as oportunidades e entraves ao seu desenvolvimento;
7.3.4 Identificar, relatar e solucionar o uso adequado de recursos humanos, COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.3.5 Identificar, relatar e solucionar o uso adequado de instalações e equipamentos voltados
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
para produção e prestação de bens e serviços na sua qualidade e nos prazos requeridos;
7.3.6 Promover a adequação e a relevância dos objetivos do plano juntamente com sua
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
consistência entre esses e as necessidades que foram previamente identificadas;
7.3.7 Identificar e Relatar a consistência entre as ações desenvolvidas e os objetivos
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
estabelecidos;
7.3.8 Identificar e Relatar as causas de praticas antieconômicas e ineficientes; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.3.9 Identificar e Relatar os fatores inibidores do desempenho do PMSB; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
7.3.10 Identificar a relação de causalidade entre efeitos observados e as diretrizes propostas; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias

7.3.11 Identificar e Relatar a qualidade dos efeitos alcançados a partir da implantação do plano. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias

PRODUTO H –RELATORIO SOBRE OS INDICADORES DE DESEMPENHO DO PLANO DESCRIÇÃO


COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
MUNICIPAL DE SANEAMENTO BASICO
PRIMEIRA MEDIÇÃO PRODUTO H R$ 6.981,15 DE 01/08/2014 A 30/08/2014 COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
PRODUTO H – Na Construção dos Indicadores teremos valores que serão utilizados para medir
e descrever um evento ou fenômeno de forma simplificada. Podem ser derivados de dados COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
primários, secundários ou outros.

8.1 Na construção de um indicador, é necessário estabelecer parâmetros de numerador e


denominador que demonstrem eventos ou fenômenos de forma simplificada. Devendo ser COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
construído conforme abaixo:
8.1.1 Nomear o indicador com objetividade ao evento ou fenômeno que representa; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.1.2 Definir seu objetivo e avaliar sua abrangência; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.1.3 Estabelecer sua periodicidade de cálculo; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.1.4 Indicar o responsável pela geração e divulgação bem como o prazo de apresentação
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
periódica;
8.1.5 Definir sua fórmula de cálculo de forma simples e objetiva; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.1.6 Indicar seu intervalo de validade; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.1.7 Listar as variáveis que permitem o cálculo; COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.1.8 Identificar a fonte de origem dos dados. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.2 Verificar se foi atingido o objetivo principal dos indicadores . COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.3 Monitorar o PMSB e avaliar e verificar o atingimento das metas estabelecidas. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.4 Comparar o alcance dos objetivos fixados e o efetivo funcionamento das ações de
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
emergência e contingência definidas
8.5 Comparar o alcance dos objetivos fixados e sua consistência na participação e no controle
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
social para tomada de decisões.
8.6 Relatar os Indicadores e seus valores que serão utilizados para medir e descrever um
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
evento ou fenômeno de forma simplificada.
8.7 No relato dos Indicadores serão derivados de dados primários, secundários ou outros
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
indicadores.
8.8 No relato dos Indicadores deverão ser classificados como analíticos ou sintéticos. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
8.9 Estabelecer indicadores que figurem como suporte estratégico na gestão municipal,
sobretudo na área do saneamento, nos aspectos intrinsecamente ligados ao planejamento, à COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
regulação e ao controle social .
8.10 Monitorar o desempenho da implantação de um Plano Municipal de Saneamento Básico
COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
como tarefa rotineira, sistematizada e cotidiana.
8.11 Garantir que a implantação do PMSB trará melhoria da qualidade de vida da população. COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
SERÃO IMPRESSAS DUAS VIAS , REFERENTE AOS RELATÓRIOS .
NO FINAL SERÃO IMPRESSOS DUAS VIAS DO RELATORIO DO DIAGNOSTICO TECNICO
PARTICIPATIVO E EM DIGITAL
PRODUTO I –SISTEMA DE INFORMAÇÕE PARA AUXILIO A TOMADA DE DECISÃO COMITE EQUIPE VP 30/01/2014 30/08/2014 240 dias DESCRIÇÃO
SERÃO EXECUTADOS 8 MEDIÇÕES MENSAIS TOTALIZANDO O VALOR DE R$ 6.981,15

9 . 1 PRODUTO I - SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA AUXÍLIO A TOMADA DE DECISÃO_


No início das atividades deve-se produzir um sistema de informações para auxílio à tomada de
decisões.Nessa Etapa de Implantação do sistema de informações deverá ser apresentado .
9.2 O SISTEMA DE INFORMAÇÕES será estruturado e implantado com os dados estatísticos
e informações municipais sobre saneamento.
9.3 O sistema de Informação deverá estar estruturado de acordo com a exigência legal, definida
no inciso VI, art. 9º da Lei 11.445/2007.
9.4 O Sistema de Informação deverá representar como uma ferramenta essencial para a
gestão do saneamento no município.
9.5 Deverá ser verificado se o sistema de informação implantado trata-se de um sistema,
automatizado ou manual, e se o mesmo é capaz de coletar e armazenar dados, e processá-los.

9.6 Deverá o Sistema de Informação como função primordial monitorar a situação real do
saneamento municipal, tendo como base dados e indicadores de diferentes naturezas.
9.7 Deverá o Sistema de Informação possibilitar a intervenção no ambiente e auxiliando o
processo de tomada de decisões, auxiliando como uma ferramenta de apoio gerencial
fundamental, não apenas no momento de elaboração do plano, mas principalmente em sua
implantação e avaliação.
9.8 O sistema de informações deverá ser concebido e desenvolvido pelo município desde o início
do processo de elaboração do PMSB para que ele possa ser alimentado periodicamente com as
informações coletadas ao longo do seu desenvolvimento. Verificar que o SISTEMA PRPOPOSTO
deverá estar articulado com o Sistema Nacional de Informações em Saneamento -SINISA ,criado
pelo art 53 da LEI 11.445 /2007

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 32/34
9.9 A Tecnologia de Informação necessária bem como o ambiente será definido pela unidade de
planejamento adotada no processo. No caso específico do PMSB, considera-se a área total do
município.
9.10 Fica estabelecido que o processo de entrada/aquisição de dados é constituído pela coleta
dos dados, sejam eles primários ou secundários, e pelo seu registro e sistematização em um
ambiente de armazenamento, o banco de dados.
9.11 Deverá ser apresentado o relatório sobre a metodologia adotada para estruturação, operação
e manutenção do sistema, bem como os aspectos relacionados à consistência/confiabilidade dos
dados.
9.12 Deverá ser elaborado um relatório contendo a metodologia adotada para estruturação,
operação e manutenção do sistema, bem como os aspectos relacionados à
consistência/confiabilidade dos dados.
MEDIÇÃO NUMERO 01 DO PRODUTO I R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/01/2014 30/01/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 02 DO PRODUTO I R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/02/2014 28/02/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 03 DO PRODUTO I R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/03/2014 31/03/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 04 DO PRODUTO I r$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/04/2014 31/04/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 05 DO PRODUTO I R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 06 DO PRODUTO I R$ 872,65 COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 07 DO PRODUTO I R$ 872,65 COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias

MEDIÇÃO NUMERO 08 DO PRODUTO I R$ 872,65 COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias

DESCRIÇÃO
PRODUTO J – RELATORIO MENSAL SIMPLIFICADO DO ANDAMENTO DAS ATIVIDADES COMITE EQUIPE VP 30/01/2014 30/08/2014 240 dias
8 MEDIÇÕES MENSAIS DO PRODUTO J TOTALIZANDO O VALOR DE R$ 6.981,15

Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com


fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 01 DO PRODUTO J R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/01/2014 30/01/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 02 DO PRODUTO J R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/02/2014 28/02/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 03 DO PRODUTO J R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/03/2014 31/03/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 04 DO PRODUTO J R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/04/2014 31/04/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 05 DO PRODUTO J R$ 872,64 COMITE EQUIPE VP 01/05/2014 31/05/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 06 DO PRODUTO J R$ 872,65 COMITE EQUIPE VP 01/06/2014 30/06/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 07 DO PRODUTO J R$ 872,65 COMITE EQUIPE VP 01/07/2014 31/07/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada
MEDIÇÃO NUMERO 08 DO PRODUTO J R$ 872,65 COMITE EQUIPE VP 01/08/2014 30/08/2014 30 dias
Emitir o relatório simplificado do plano de trabalho de VISSCONDE DO RIO BRANCO com
fluxograma e Cronograma Financeiro de maneira simplificada

DESCRIÇÃO
PRODUTO K –RELATORIO FINAL DO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BASICO COMITE EQUIPE VP 01/09/2014 30/09/2014 30 DIAS

PRIMEIRA MEDIÇÃO PRODUTO K R$ 6.981,15 DE 01/09/2014 A 30/09/2014 COMITE EQUIPE VP 01/09/2014 30/09/2014 30 DIAS
11 - PRODUTO K – Entrega do RELATÓRIO FINAL DO PLANO MUNICIPAL DE
SANEAMENTO BÁSICO 11.1 Todas as atividades pós-elaboração do PMSB (aprovação,
COMITE EQUIPE VP 01/09/2014 30/09/2014 30 DIAS
execução, avaliação e revisão) não deverão figurar como objeto do convênio e nem trata-se de
um produto a se
11.2 O PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO_(Versão final)_ é uma
responsabilidade dos titulares dos serviços de saneamento; segundo a Lei nº 11.445/07 e o
COMITE EQUIPE VP 01/09/2014 30/09/2014 30 DIAS
Decreto nº 7.217/2010 portanto, o município deverá participar efetivamente de todo o processo
send
11.3 E Responsabilidade do município assegurar a implantação de metodologia participativa
quando da elaboração do PMSB, bem como a avaliação da qualidade dos produtos apresentados, COMITE EQUIPE VP 01/09/2014 30/09/2014 30 DIAS
que devem sempre observar a realidade local e as definições do Termo de

A composição e a sequencia a ser obedecida na apresentação dos documentos é a seguinte, em


cada elemento:
a. Capa (NBR 6029) - será rígida, em papelão, revestida de papel cartolina, plastificada ou em
tecido, com os seguintes elementos: na parte superior, nome da Prefeitura Municipal; no centro,
título do documento e desenho ou foto (opcional); na parte infer
b. Lombada (NBR 6029) - deverá conter o seguinte, de acordo com a maneira de ser lida:
o Na horizontal: na parte superior, o nome da Prefeitura Municipal e sua logomarca; na parte
inferior o mês de publicação;
o Na vertical: título do documento, o n° do volume (algarismo arábico), o n° do tomo (algarismo
romano), quando necessário.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 33/34
c. Folha de rosto - os elementos essenciais à identificação do documento estão na folha de rosto,
que deverá conter os seguintes elementos: na parte superior, nome da prefeitura municipal; no
centro, título do documento; na parte inferior, do lado direito
d. No verso desta folha, deverá conter:
e. Ficha catalográfica de acordo com as normas AACR2 - Anglo American Cataloging Rules;
f. Nome da Funasa por extenso, seguido da sigla, endereço, telefone, fax, endereço na internet e
e-mail.
g. Índice Geral - deverá trazer cada volume/tomo e o título referente a cada produto, conforme
sequência do exemplo: Volume 1 - Diagnóstico geral dos serviços de saneamento básico; Volume
2 - Prospectiva e planejamento estratégico; Volume 3 - (especificar
h. Sumário - deverá conter as principais divisões, seções ou partes do Volume, na mesma ordem
em que a matéria é apresentada.
i. Listas - NBR 6029.
j. Apresentação - deverá conter esclarecimentos, justificativas ou comentários, a data de
assinatura do termo de convênio, e conter uma breve explicação a respeito do conteúdo de cada
volume que compõe o estudo.
k. Texto - deverá conter introdução, corpo e conclusão.
l. Apêndices e Anexos (NBR 6029) - matéria acrescentada no final do documento, a título de
esclarecimento ou complementação.
m. Referências Bibliográficas (NBR 6023) - elaboradas a partir do material consultado, devem vir
dispostas em ordem alfabética.
A documentação deverá estar disposta segundo os padrões enunciados a seguir:
a. Formatos de papel (NBR 5339):
o Os desenhos e plantas dos trabalhos deverão ser produzidos em formato A1 e, posteriormente,
reduzidos para apresentação em álbum formato A3;
o A normografia apresentada não poderá, quando reduzida, perder a legibilidade das informações;
o Os originais, em formato A1, deverão ser entregues à Funasa;
o Especificações, memórias de cálculo, estudos e texto deverão estar em formato A4.
b. Paginação e Numeração:
o A numeração das páginas deverá ser feita a partir da primeira página impressa, excluída(s) a(s)
capa(s);
o A numeração deverá ser contínua e em algarismos arábicos.
c. Formulários e Tabelas, deverão seguir os seguintes padrões:
o Obedecer às Normas de Apresentação Tabular do IBGE;
o Serem numerados, em algarismos romanos, de acordo com as respectivas seções, em
sequencia no texto, logo após a primeira citação referente ao formulário ou tabela;
o Apresentar título;
o Apresentar citações da fonte.
d. Numeração progressiva das seções de um documento (NBR 6024):
o Apresentar sistema de numeração progressiva das partes do documento, de modo a permitir a
exposição mais clara da matéria e a localização imediata de cada parte;
o As seções poderão ser subdivididas, desde que não sacrifiquem a concisão do documento,
limitando-se à quinaria.
e. Numeração e Registro dos Documentos:
o Numeração: os desenhos, especificações, listas de ferro e material, etc., deverão ser
numerados cronologicamente e de acordo com as diversas áreas;
o Registro: os documentos emitidos deverão ser registrados conforme padrão da Funasa,
permitindo o controle da emissão desses documentos pelo convenente e pela Funasa.
f. Referências. Indicar, em cada documento, aqueles que lhes são referentes.
g. Revisão de documentos. Os documentos revistos deverão ter indicação e apresentarem, em
local específico, a descrição das alterações efetuadas.
h. Escala (NBR 5984). A escala do desenho deverá, obrigatoriamente, constar na legenda.
i. Dobramento das folhas (NBR 5984)
j. O formato final da apresentação deverá ser em A4, mesmo que resulte no dobramento das
folhas.
k. Legendas (NBR 5984). As legendas utilizadas deverão seguir os seguintes padrões:
o As folhas de documentos (desenho, lista ou especificação) deverão conter, na extremidade
inferior direita, um quadro destinado à legenda, contendo, além do título, as indicações
necessárias à sua identificação e interpretação;
o Apresentarem disposição conveniente à natureza do respectivo documento, não ultrapassando
a largura de 175mm;
o Deverão conter, no mínimo, as seguintes indicações, indispensáveis para um determinado tipo
de documento:

l. Descrição de modificações e as indicações suplementares, quando necessárias, deverão ser


apresentadas acima ou à esquerda da legenda.

C:\Users\Administrator\Documents\ANTONELLA\EDITAL VISCONDE DE RIO BRANCO _ NOVA\CONTROLE DO PROJETO\RELATORIO J\RELATORIO J DE 03_02_2014 A 02_03_2014\relatorio de030214a020314\ANEXOlPLANO DE TRABALHO.xls 34/34