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FORNECIMENTO DE ENERGIA

ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA DE


DISTRIBUIÇÃO

NTD-
NTD-02
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

CONTROLE DE VERSÕES

NTD 02- FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA

Nº.: DATA VERSÃO

01 09/2001 Revisão 4

02 05/2010 Revisão 5
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

INDICE

1. OBJETIVO ...................................................................................................................................................................... 01
2. TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES ............................................................................................................................... 01
2.1. ABREVIATURAS .................................................................................................................................................. 01
2.2. CONSUMIDOR .................................................................................................................................................... 01
2.3. UNIDADE CONSUMIDORA ................................................................................................................................. 02
2.4. PEDIDO DE FORNECIMENTO ........................................................................................................................... 02
2.5. ENTRADA DE SERVIÇO ..................................................................................................................................... 02
2.6. PONTO DE ENTRADA DE ENERGIA ................................................................................................................. 02
2.7. RAMAL DE LIGAÇÃO .......................................................................................................................................... 02
2.8. RAMAL DE ENTRADA ......................................................................................................................................... 02
2.9. SUBESTAÇÃO, POSTO OU CABINE ................................................................................................................. 02
2.10. SUBESTAÇÃO TRANSFORMADORA COMPARTILHADA ................................................................................ 02
2.11. ATERRAMENTO .................................................................................................................................................. 02
2.12. SISTEMA DE ATERRAMENTO ........................................................................................................................... 02
2.13. MALHA DE ATERRAMENTO .............................................................................................................................. 02
2.14. CARGA INSTALADA ........................................................................................................................................... 02
2.15. CONTRATO DE FORNECIMENTO ..................................................................................................................... 03
2.16. DEMANDA ........................................................................................................................................................... 03
2.17. DEMANDA CONTRATADA .................................................................................................................................. 03
2.18. DEMANDA MEDIDA ............................................................................................................................................. 03
2.19. FATOR DE CARGA .............................................................................................................................................. 03
2.20. FATOR DE DEMANDA ........................................................................................................................................ 03
2.21. POTÊNCIA ........................................................................................................................................................... 03
2.22. POTÊNCIA INSTALADA ...................................................................................................................................... 03
2.23. FATOR DE POTÊNCIA ........................................................................................................................................ 03
2.24. TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO ...................................................................................................... 03
2.25. TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO .............................................................................................................03
3. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO .............................................................................................................. 04
3.1. TENSÕES DE FORNECIMENTO ......................................................................................................................... 04
3.2. LIMITES DE FORNECIMENTO ............................................................................................................................ 04
3.3. INFORMAÇÕES BÁSICAS AO CLIENTE ............................................................................................................ 04
3.4. EXECUÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO .............................................................................................................. 04
3.5. EXECUÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO .......................................................................................................... 05
3.6. CONSERVAÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO .................................................................................................. 05
3.7. INSTALAÇÃO DE GERADORES ......................................................................................................................... 05
3.8. CONDIÇÕES NÃO PERMITIDAS ........................................................................................................................ 05
3.9. OSCILAÇÕES RÁPIDAS DE TENSÃO ................................................................................................................ 05
3.10. ACESSO AS INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS ................................................................................................ 05
3.11. EXIGÊNCIAS TÉCNICAS E LEGAIS ................................................................................................................... 05
3.12. LOCALIZAÇÃO DA SUBESTAÇÃO, POSTO OU CABINA ................................................................................. 05
3.13. ATENDIMENTO A MAIS DE UMA UNIDADE CONSUMIDORA NO MESMO POSTO ....................................... 06
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

4. REQUISITOS PARA ACEITAÇÃO DO PROJETO ..................................................................................................... 06


4.1. SOLICITAÇÃO DE FORNECIMENTO ............................................................................................................... 06
4.2. APRESENTAÇÃO DE PROJETO ...................................................................................................................... 06
4.3. MODIFICAÇÕES DO PROJETO E AQUISIÇÃO DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ................................ 06
4.4. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS ......................................................................................................................... 06
5. FORNECIMENTO EM TENSÃO PRIMÁRIA CLASSE 15 E 36,2 kV .......................................................................... 07
5.1. RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO ........................................................................................................................... 07
5.2. RAMAL DE ENTRADA ....................................................................................................................................... 07
5.2.1. RAMAL DE ENTRADA AÉREO .............................................................................................................. 07
5.2.2. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO ............................................................................................... 08
5.3. CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS SUBESTAÇÕES ....................................................................................... 09
5.3.1. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE .................................................................................................. 09
5.3.2. INSTALAÇÃO ABRIGADA ....................................................................................................................... 10
5.3.2.1. LOCALIZAÇÃO DA SUBESTAÇÃO .......................................................................................... 10
5.3.2.2. EM ALVENARIA ........................................................................................................................ 10
5.3.2.3. EM CUBÍCULO BLINDADO PARA MEDIÇÃO E PROTEÇÃO ................................................ 11
5.4. MEDIÇÃO ............................................................................................................................................................ 12
5.4.1. DISPOSIÇÕES GERAIS .......................................................................................................................... 12
5.4.2. MEDIÇÃO EM TENSÃO SECUNDÁRIA .................................................................................................. 13
5.4.3. MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA ........................................................................................................ 13
5.5. PROTEÇÃO GERAL DAS INSTALAÇÕES ........................................................................................................ 13
5.5.1. GENERALIDADES .................................................................................................................................. 13
5.5.2. PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTE EM MÉDIA TENSÃO ........................................................ 14
5.5.2.1. CAPACIDADE INSTALADA MENOR OU IGUAL A 300kVA ..................................................... 14
5.5.2.2. CAPACIDADE INSTALADA MAIOR QUE 300kVA ................................................................... 14
5.5.3. PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÃO EM MÉDIA TENSÃO .............................................................. 16
5.5.4. PROTEÇÃO GERAL DE BAIXA TENSÃO .............................................................................................. 16
5.5.5. SOBRETENSÃO, SUBTENSÃO E/OU FALTA DE FASES ..................................................................... 17
5.5.6. ATERRAMENTO ...................................................................................................................................... 17
6. EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS ............................................................................................................................. 18
6.1. TRANSFORMADORES ...................................................................................................................................... 18
6.1.1 TRANSFORMADOR DE DISTRIBUIÇÃO CONVENCIONAL .................................................................. 18
6.1.2 TRANSFORMADOR DE DISTRIBUIÇÃO TIPO PEDESTAL .................................................................. 18
6.1.3 TRANSFORMADR DE POTÊNCIA À SECO ........................................................................................... 19
6.1.4 TRANSFORMADOR PARA INSTRUMENTO .......................................................................................... 19
6.2. BARRAMENTO ................................................................................................................................................... 20
6.3. PARÁ-RAIOS ...................................................................................................................................................... 20
6.4. CHAVES FUSÍVEIS ............................................................................................................................................ 20
6.5. CHAVES SECCIONADORAS ............................................................................................................................. 20
6.6. DISJUNTORES ................................................................................................................................................... 21
6.7. POSTES, CRUZETAS E FERRAGENS ............................................................................................................. 21
6.8. VIGENCIA ........................................................................................................................................................... 21
7. VIGÊNCIA ..................................................................................................................................................................... 21
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

- TABELAS ...................................................................................................................................................................... 22
1.1. TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS – DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ENTRADA E MEDIÇÃO ........ 22
1.2. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS – DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ENTRADA ........................ 24
2.1. DIMENSIONAMENTO DOS BARRAMENTOS EM TENSÃO PRIMÁRIA ........................................................... 24
2.2. AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA BARRAMENTOS EM TENSÃO PRIMÁRIA ............................................... 24
3.1. DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREA EM TENSÃO PRIMÁRIA ...... 25
3.2. DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES ISOLADOS DO RAMAL DE ENTRADA EM TENSÃO PRIMÁRIA.. 25
4. DIMENSIONAMENTO DA MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA .......................................................................... 25
5. DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS EM TENSÃO PRIMÁRIA ............................................................... 26
6. DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTOS DE BAIXA TENSÃO ...................................................................... 26
7. CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DOS CONDUTORES ISOLADOS PARA RAMAL DE ENTRADA EM BT ........ 27
8. MUFLAS E TERMINAIS 13,8 E 34,5 Kv ............................................................................................................... 27

- DESENHOS .................................................................................................................................................................. 28
01. RAMAL AÉREO – ENTRADA DE SERVIÇO, MEDIÇAÕ EM TENSÃO SECUNDÁRIA ................................ 28
02. RAMAL AÉREO – ENTRADA DE SERVIÇO, MEDIÇAÕ EM TENSÃO SECUNDÁRIA ................................ 29
03. RAMAL AÉREO OU SUBTERRÂNEO – ENTRADA DE SERVIÇO, MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA..... 30
04.01. AFASTAMENTOS MÍNIMOS – CONDUTORES A EDIFICAÇÕES ................................................................ 31
04.02. AFASTAMENTOS MÍNIMOS – CIRCUITOS DIFERENTES ........................................................................... 32
04.03. AFASTAMENTOS MÍNIMOS – CONDUTORES AO SOLO ........................................................................... 33
05.01. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTES ATÉ 25kVA, 7,96kV A 19,92kV...................................................... 34
05.02. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 25kVA, 7,96kV A 19,92kV – RAMAL AÉREO, PADRÃO
MONOFÁSICO – MEDIÇÃO DIRETA ............................................................................................................. 35
06. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 225kVA – RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇÃO
INDIRETA EM POSTE .................................................................................................................................... 36
07. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 225kVA – RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇÃO
INDIRETA EM MURETA ................................................................................................................................. 37
08. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 75kVA – RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇÃO
DIRETA EM POSTE ........................................................................................................................................ 38
09. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 75kVA – RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇÃO
DIRETA EM MURETA ..................................................................................................................................... 39
010. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM BANCADA 225kVA – RAMAL AEREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇAÕ
INDIRETA EM POSTE .................................................................................................................................... 40
011. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM BANCADA 225kVA – RAMAL AEREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇAÕ
INDIRETA EM MURETA .................................................................................................................................. 41
012. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM BANCADA 300kVA – RAMAL AEREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇAÕ
INDIRETA EM POSTE ..................................................................................................................................... 42
013. INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE 300kVA – RAMAL AEREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇAÕ
INDIRETA EM POSTE .................................................................................................................................... 43
014. SUPORTE PARA 2 OU 3 ELETRODUTOS .................................................................................................... 44
015. INSTALAÇÃO AO TEMPO ACIMA DE 300kVA – RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO – MEDIÇÃO EM
TENSÃO PRIMÁRIA ........................................................................................................................................ 45
016. INSTALAÇÃO ABRIGADA ATÉ 300kVA – MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO, ENTRADA AÉREA
.......................................................................................................................................................................... 46
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TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

017. INSTALAÇÃO ABRIGADA ATÉ 300KVA – MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO, ENTRADA SUBTERRÂNEA
.......................................................................................................................................................................... 47
18.01. INSTALAÇAO ABRIGADA ACIMA DE 300KVA – MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA, ENTRADA
AÉREA............................................................................................................................................................. 48
18.02. INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300KVA – MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA, ENTRADA
AÉREA............................................................................................................................................................. 49
19.01. INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300kVA – MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA, ENTRADA
SUBTERRANEA ............................................................................................................................................. 50
19.02. INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300KVA – MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO, ENTRADA
SUBTERRANEA ............................................................................................................................................. 51
20.01. INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300KVA – CABINE DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO EM MÉDIA
TENSÃO, ENTRADA AÉREA ......................................................................................................................... 52
20.02. INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300KVA – CABINE DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO EM MÉDIA
TENSÃO, ENTRADA AÉREA ......................................................................................................................... 53
021. INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300KVA – CABINE DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO EM MÉDIA
TENSÃO, ENTRADA SUBTERRÂNEA ............................................................................................................ 54
22.01. CUBÍCULO BLINDADO – DIMENSÕES .......................................................................................................... 55
22.02. CUBÍCULOS DE ENTRADA ............................................................................................................................ 56
22.03. CUBÍCULOS DE ENTRADA ............................................................................................................................ 57
23.01. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRANEA COM 4 CABOS (1 REVERSA) POSTE DE 11 m ........................... 58
23.02. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRANEA DETALHES A, B e C ...................................................................... 59
024. DETALHE DO SUPORTE PARA SUBESTAÇÃO EM BANCADA .................................................................. 60
025. SUPORTE PARA INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR DE POTENCIAL E TRANSFORMADOR DE
CORRENTE PARA 15kV ................................................................................................................................. 61
026. SUPORTE PARA INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR DE POTENCIAL E TRANSFORMADOR DE
CORRENTE PARA 36,2kV.............................................................................................................................. 62
027. FACHADA PARA SUBESTAÇÃO .................................................................................................................. 63
028. CAIXA DE PASSAGEM .................................................................................................................................. 64
029. DETALHE DE CONSTRUÇÃO – SISTEMA DE TERRA ................................................................................ 65
030. DRENO PARA O ÓLEO ................................................................................................................................. 66
031. PLACA DE ADVERTÊNCIA ........................................................................................................................... 67
032. MURETA DE MEDIÇÃO ................................................................................................................................. 68
033. GRADE DE PROTEÇÃO ................................................................................................................................ 69
034. JANELA DE VENTILAÇÃO ............................................................................................................................. 70
035. CAIXAS PARA MEDIÇÃO E PROTEÇÃO – POLIFÁSICAS ........................................................................... 71
036. MEDIÇÃO EM POSTE ..................................................................................................................................... 72
037. CAIXAS PARA MEDIÇÃO E PROTEÇÃO EM MURETA ................................................................................ 73

- LISTA DE MATERIAIS ........................................................................................................................................... 74


- ANEXO I – RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA INDUSTRIAL ............................................................................ 82
- ANEXO II – METODOLOGIA PARA AJUSTE DE PROTEÇÃO SECUNDÁRIA ........................................................ 84
- ANEXO III – PROCEDIMENTO TÉCNICO ................................................................................................................ 90
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

1. OBJETIVO

Esta Norma tem por objetivo determinar critérios, fornecer instruções e estabelecer diretrizes técnicas a
serem obedecidas no fornecimento de energia elétrica em tensão primária em classes 15 e 36,2 kV em
toda a área de concessão da CELPA.

Os procedimentos e padrões construtivos previstos nesta Norma são aplicáveis tanto às instalações
novas, como reformas e ampliações, quer sejam públicas ou particulares.

As recomendações desta Norma não implica em qualquer responsabilidade da CELPA com relação a
qualidade de materiais, a proteção contra riscos e danos a propriedade, ou segurança de terceiros.

Excluem-se desta Norma as instalações consumidoras especiais, tais como minas e outras
semelhantes, além de prédios de múltiplas unidades consumidoras.

Este documento poderá, a qualquer tempo, sofrer alterações, por razões de ordem técnica ou legal,
motivo pelos quais, os interessados deverão, periodicamente, consultar a CELPA quanto as possíveis
modificações.

As orientações aqui prescritas, não dispensam o consumidor do conhecimento e observação da


Legislação e das Normas Técnicas específicas em suas últimas revisões.

Os caso não previstos deverão ser submetidos, previamente, à CELPA, para apreciação

2. TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES

2.1 Abreviaturas

MT – Média Tensão

BT – Baixa Tensão

NBR – Norma Brasileira da Associação Brasileira de Normas Técnicas

IEC – International Electrotechnical Commission

CELPA – Centrais Elétricas do Pará

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica

CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia

RDU – Rede de Distribuição Urbana

RDR – Rede de Distribuição Rural

SPDA – Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas

2.2 Consumidor

Entende-se por consumidor a pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente
representada, que solicitar à CELPA o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade
pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentos da ANEEL,
assim vinculando-se aos contratos de fornecimento, de uso e de conexão ou de adesão, conforme cada
caso.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 1/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

2.3 Unidade Consumidora

Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em


um só ponto de entrega, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor.

2.4 Pedido de fornecimento

Ato voluntário do interessado que solicita ser atendido pela concessionária no que tange à prestação de
serviço público de fornecimento de energia elétrica, vinculando-se às condições regulamentares dos
contratos respectivos.

2.5 Entrada de Serviço

Condutores, equipamentos e acessórios compreendidos entre os pontos de derivação da rede de


distribuição da CELPA e a proteção, medição ou transformação, inclusive.

2.6 Ponto de Entrega de Energia

É o ponto até o qual a CELPA se obriga a fornecer energia elétrica, observadas as condições
estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis, e responsabilizando-se pela execução dos
serviços, pela operação e pela manutenção, devendo situar-se no limite de propriedade com a via
pública conforme identificado nos desenhos 1,2 e 3.

2.7 Ramal de Ligação

Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da


CELPA e o ponto de entrega de uma ou mais unidades consumidoras.

2.8 Ramal de Entrada

Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição ou


transformação.

2.9 Subestação, Posto ou Cabine

Parte das instalações elétricas da unidade consumidora atendida em tensão primária de distribuição que
agrupa os equipamentos, condutores e acessórios, destinados à proteção, medição, manobra e
transformação de grandezas elétricas.

2.10 Subestação transformadora compartilhada

Subestação particular utilizada para fornecimento de energia elétrica simultaneamente a duas ou mais
unidades consumidoras.

2.11 Aterramento

Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.

2.12 Sistema de Aterramento

Conjunto de todos os condutores e peças condutoras com o qual é constituído um Aterramento, num
dado local.

2.13 Malha de Aterramento

Conjunto de condutores e elementos interligados no solo para fazer uma ligação elétrica à terra.

2.14 Carga instalada

Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em
condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 2/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

2.15 Contrato de fornecimento

Instrumento contratual em que a concessionária e o consumidor responsável por unidade consumidora


do Grupo “A” ajustam as características técnicas e as condições comerciais do fornecimento de energia
elétrica.

2.16 Demanda

Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga
instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo especificado.

2.17 Demanda contratada

Demanda de potência ativa a ser obrigatória e continuamente disponibilizada pela concessionária, no


ponto de entrega, conforme valor e período de vigência fixados no contrato de fornecimento e que
deverá ser integralmente paga, seja ou não utilizada durante o período de faturamento, expressa em
quilowatts (kW).

2.18 Demanda medida

Maior demanda de potência ativa, verificada por medição, integralizada no intervalo de 15 (quinze)
minutos durante o período de faturamento, expressa em quilowatts (kW).

2.19 Fator de carga

Razão entre a demanda média e a demanda máxima da unidade consumidora ocorridas no mesmo
intervalo de tempo especificado.

2.20 Fator de demanda

Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade
consumidora.

2.21 Potência

Quantidade de energia elétrica solicitada na unidade de tempo, expressa em quilowatts (kW).

2.22 Potência instalada

Soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade
consumidora e em condições de entrar em funcionamento.

2.23 Fator de potência

Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas
ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.

2.24 Tensão secundária de distribuição

Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária com valores padronizados e inferiores a


2,3 kV.

2.25 Tensão primária de distribuição

Tensão disponibilizada no sistema elétrico da concessionária com valores padronizados, iguais ou


superiores a 2,3 kV.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 3/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

3. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

3.1 Tensões de Fornecimento

As instalações elétricas internas e/ou externas da unidade consumidora a serem energizadas em tensão
primária deverão ser especificadas, projetadas e construídas de acordo com o que preceitua a NBR
14.039 – Instalações Elétricas de Média Tensão (de 1,0 kV a 36,2 kV), a NBR 5410 – Instalações
Elétricas de Baixa Tensão, e a NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, quanto
aos seus aspectos técnicos e de segurança, os quais são de inteira responsabilidade do consumidor e
do responsável pela obra.

3.2 Limites de Fornecimento

O fornecimento de energia deverá ser efetuado em tensão primária de distribuição, quando a carga
instalada, na unidade consumidora for superior a 75kW e a demanda contratada ou estimada pelo
consumidor, para o fornecimento, igual ou inferior a 2500kW na área de concessão das Centrais
Elétricas do Pará, referenciada doravante, apenas pelo nome CELPA através da rede de distribuição
aérea ou subterrânea. Valores superiores ou inferiores a estes limites poderão ser atendidos, em caráter
excepcional, a critério da CELPA, quando as condições técnico-econômicas do seu sistema o exigirem
ou permitirem.

Unidades consumidoras com demanda superiores ou potências inferiores a esses limites poderão optar
por tensão primária ≥ 69kV ou secundária, respectivamente.

Além do estabelecido acima, também será atendido em tensão primária de distribuição todo consumidor
que possuir em suas instalações um dos seguintes aparelhos:

− Motor monofásico com potência superior a 5CV;


− Motor de indução trifásico com rotor em curto circuito com potência igual ou superior a 40CV;
− Máquina de solda com potência superior a 40kVA.

3.3 Informações Básicas do Cliente

Após estudos de viabilidade técnica e análise de projeto elétrico, o consumidor deverá apresentar à
CELPA, quando da solicitação de fornecimento de energia elétrica, as informações e documentos
constantes no formulário “ Dados Para Opção de Faturamento “.

O fornecimento de energia em tensão primária de distribuição ao cliente, será precedido da celebração


de Contrato de Fornecimento de Energia, independente da potência instalada em transformadores na
unidade consumidora, com vigência mínima de 12 (doze) meses, ressalvado as seguintes condições:

1- Quando, para atendimento da carga instalada, houver necessidade de investimento por parte da
concessionária esta poderá estabelecer, para o primeiro contrato, um prazo de vigência de até 24 (vinte
e quatro) meses.

2- Unidade consumidora com potência nominal igual ou inferior a 112,5 kVA, que estarão isentas da
celebração de contrato de fornecimento desde que o consumidor exerça a opção de faturamento com
aplicação da tarifa do grupo B, que corresponder à respectiva classe de consumo, conforme resolução
ANEEL nº 456.

Quando necessário o cliente poderá solicitar as características do sistema elétrico da concessionária,


onde será instalada a subestação da unidade consumidora como: tensão nominal de fornecimento, tap
de ligação e nível de curto-circuito.

3.4 Execução do Ramal de Ligação

Será efetuada pela CELPA, após o orçamento dos serviços necessários, com respectiva legislação
vigente, devendo compreender os custos das obras na Rede de Distribuição e respectivo ramal de
ligação até o ponto de entrega.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 4/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

3.5 Execução da Entrada de Serviço

A execução da entrada de serviço, exceto o ramal de ligação, ficará a cargo do consumidor.

Será de inteira responsabilidade do consumidor junto aos órgãos públicos a execução de obras de
instalação do ramal primário subterrâneo na via pública.

3.6 Conservação da Entrada de Serviço

O consumidor é obrigado a manter em bom estado de conservação os componentes da entrada de


serviço a partir do ponto de entrega. Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de
segurança, o consumidor será notificado das irregularidades existentes, devendo providenciar os
reparos necessários dentro do prazo pré-fixado pela CELPA.

O consumidor é responsável pelos danos causados aos materiais e equipamentos de propriedade da


CELPA, instalados dentro dos seus limites de propriedade.

3.7 Instalação de Geradores

A instalação de geradores deverá obedece ao requisito da norma NTD-22 – Requisitos Mínimos para
Instalação de Gerador por Particulares.

3.8 Condições não Permitidas

Não será permitido que os condutores de ramal de ligação ou de entrada cruzem sobre imóveis de
terceiros.

Não será permitida a alocação de motogeradores dentro de subestações.

3.9 Oscilações Rápidas de Tensão

A corrente absorvida pelos equipamentos deve ser limitada a um valor que não provoque queda de
tensão e oscilações que perturbem os demais consumidores ligados na rede da CELPA e que não
prejudique o fornecimento dos outros aparelhos ligados a mesma fonte. Caberá a CELPA analisar os
reflexos na rede primária.

3.10 Acesso às Instalações Consumidoras

O consumidor deverá permitir, em qualquer tempo, o livre acesso dos representantes da CELPA,
devidamente credenciados, às instalações elétricas de sua propriedade e lhes fornecer os dados e
informações solicitadas referentes ao funcionamento dos equipamentos e instalações ligadas a rede
elétrica.

3.11 Exigências Técnicas e Legais

Os componentes das instalações elétricas devem satisfazer às normas da ABNT que lhes sejam
aplicáveis, ou na falta destas, às normas IEC e ISO.

A ligação em qualquer instalação nova deverá somente ser efetuada após cumpridas as exigências
técnicas e legais estabelecidas por normas e padrões da CELPA.

3.12 Localização da Subestação, Posto ou Cabina

Deverá ser localizada junto ao alinhamento da propriedade particular com a via pública, salvo recuo
estabelecido por posturas governamentais.
Para consumidores localizados em área urbana, o conjunto proteção/medição/transformação até o limite
de 50m da via pública com o limite da propriedade. Caso seja ultrapassado este limite, deverá ser
construída uma cabina abrigada para instalação dos equipamentos de proteção e medição a no máximo
10m do limite da propriedade com a via pública.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 5/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

Para consumidores que comprovem que sua propriedade encontra-se localizada em área rural, e cuja à
capacidade de transformação não ultrapasse a 300 kVA, poderá ser aceita localização diferente para o
conjunto proteção/medição/transformação acima do limite de 50m, devendo nesta situação ser instalado
um poste a no máximo 10m do limite da propriedade com a via pública, para interligação do ramal de
ligação. Caso seja ultrapassado o limite de 300 kVA, deverá ser construída uma cabina abrigada para
os equipamentos de proteção e medição a no máximo 10m do limite da propriedade com a via pública.

3.13 Atendimento a mais de uma Unidade Consumidora (UC) no mesmo Posto de Transformação

Este tipo de atendimento poderá ser efetuado somente entre Unidades Consumidoras do Grupo “A”,
desde que pactuados e atendidos os requisitos técnicos da concessionária e dos consumidores,
conforme § 2° art. 12 da resolução ANEEL 456/2000.

4. REQUISITOS PARA ACEITAÇÃO DO PROJETO

4.1 Solicitação de Fornecimento

Quando da solicitação do fornecimento de energia, o interessado deverá fornecer a CELPA todos os


elementos necessários ao estudo das condições do fornecimento, inclusive os destinados a propiciar
sua correta classificação como consumidor.

4.2 Apresentação do Projeto

A execução das instalações elétricas devem ser precedida de projeto, assinado por profissional
habilitado e registrado no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA, contendo todos os
elementos necessários ao seu completo entendimento, conforme a NTD-15 – Apresentação de Projeto
Elétrico, utilizando-se as convenções gráficas estabelecidas nas normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT;

Todas as instalações elétricas devem ser executadas integralmente de acordo com o projeto que a
precede, tendo como responsável profissional habilitado e registrado no CREA.

4.3 Modificações do Projeto e Aquisição dos Materiais e Equipamentos

Caso a aquisição dos materiais e equipamentos e a execução da instalação se antecipem a aprovação


do projeto elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas decorrentes de
eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de equipamentos.

Caso durante a execução da obra, haja necessidade de modificações no projeto elétrico analisado,
deverá ser previamente encaminhado a CELPA um novo projeto elétrico, contemplando as
modificações, em conformidade com a NTD-15.

4.4 Instalações Provisórias

Deverá ser apresentado o projeto elétrico, para análise da CELPA, das instalações que se destinam a
atender circos, parques de diversões, exposições pecuárias, agrícolas, comerciais ou industriais, obras
ou similares.

O projeto elétrico para esses casos, deverá atender o item 4.2., desta norma.

Correrão por conta do consumidor as despesas com a instalação e retirada de rede e ramais de caráter
provisório, bem como as relativas aos respectivos serviços de ligação e desligamento.

Serão considerados como despesas os custos dos materiais aplicados e não re-aproveitáveis, assim
como os demais custos, tais como: mão-de-obra para instalação, retirada, ligação e transporte.

A ligação definitiva ficará condicionada à vistoria das instalações, para verificar conformidade com o
projeto elétrico aprovado.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 6/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

5. FORNECIMENTO EM TENSÃO PRIMÁRIO CLASSE 15 E 36,2 kV

5.1 Ramal de Ligação Aéreo

a) os condutores do ramal de ligação aéreo serão de alumínio simples tipo CA;


b) os condutores aéreos de circuitos em tensão primária não deverão passar sobre área construída
nem sobre terrenos de terceiros, sem termo de autorização de passagem e sem faixa de servidão
que permita a manutenção e operação do ramal;

c) o ramal de ligação aéreo não deverá ser acessível de janelas, sacadas, telhados, escadas, áreas
adjacentes, etc., devendo a distância mínima de seus condutores, a quaisquer destes elementos
atender as recomendações da NBR-5433;

d) não será permitida a utilização da área sob o ramal de ligação aéreo para qualquer finalidade;

e) os condutores do ramal de ligação deverão ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias
mínimas em relação ao solo, medidas na vertical a temperatura de 50ºC e observadas as exigências
dos poderes públicos, para travessias sobre:

− trilhos de estradas de ferro eletrificadas .............................................. 12,0 m


− trilhos de estradas de ferro não eletrificadas ....................................... 9,0 m
− rodovias ............................................................................................... 7,0 m
− ruas, avenidas e entradas para veículos.............................................. 6,0 m
− ruas e vias exclusivas de pedestres..................................................... 5,5 m

f) somente em casos de manutenção serão permitidas emendas nos condutores;

g) os condutores aéreos deverão ter afastamento mínimo entre fases e entre fase e terra de acordo com
a Tabela 2.2, nos casos de ancoragem em cabinas. Sendo o apoio em estruturas montadas em
postes, deverão ser obedecidas as mesmas distâncias padronizadas pela CELPA para suas redes.

5.2 Ramal de Entrada

5.2.1 Ramal de Entrada Aéreo

a) Os condutores do ramal de ligação aéreo serão de alumínio simples tipo CA;


b) Os condutores aéreos de circuitos em tensão primária não deverão passar sobre área construída
nem sobre terrenos de terceiros, sem termo de autorização de passagem e sem faixa de servidão
que permita a manutenção e operação do ramal;

c) O ramal de ligação aéreo não deverá ser acessível de janelas, sacadas, telhados, escadas, áreas
adjacentes, etc., devendo a distância mínima de seus condutores, a quaisquer destes elementos
atender as recomendações da NBR-5433;

d) Não será permitida a utilização da área sob o ramal de ligação aéreo para qualquer finalidade;

e) Os condutores do ramal de ligação deverão ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias
mínimas em relação ao solo, medidas na vertical a temperatura de 50ºC e observadas as exigências
dos poderes públicos, para travessias sobre:

− trilhos de estradas de ferro eletrificadas .............................................. 12,0 m


− trilhos de estradas de ferro não eletrificadas ....................................... 9,0 m
− rodovias ............................................................................................... 7,0 m
− ruas, avenidas e entradas para veículos.............................................. 6,0 m
− ruas e vias exclusivas de pedestres..................................................... 5,5 m

f) O ramal de entrada não deverá ter emendas;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 7/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

g) Os condutores aéreos deverão ter afastamento mínimo entre fases e entre fase e terra de acordo
com a Tabela 2.2, nos casos de ancoragem em cabinas. Sendo o apoio em estruturas montadas em
postes, deverão ser obedecidas as mesmas distâncias padronizadas pela CELPA para suas redes.

h) Nas subestações em alvenaria atendidas por ramal de ligação aéreo, a altura mínima da bucha de
passagem ao solo deverá ser de 5m;

5.2.2 Ramal de Entrada Subterrâneo

a) os condutores deverão ser de cobre singelos, adequados a utilização em classes de 15 e 36,2kV com
neutro isolado e aterrado;

b) o dimensionamento do condutor do ramal de entrada subterrâneo está na Tabela 3.2;

c) somente em casos de manutenção serão permitidas emendas nos condutores, as quais deverão
localizar-se em caixa de passagem;

d) será exigido pelo menos um cabo e terminação de reserva aterrado;

e) as extremidades dos cabos deverão ser providas de terminações, de forma e dimensões adequados;

f) os cabos deverão ser protegidos ao longo de paredes, postes etc., não permitindo a penetração de
água, por meio de eletrodutos rígidos metálicos galvanizados, conforme NBR-5624;

g) Não será permitido a instalação do ramal de entrada subterrânea, em travessia de ruas, avenidas e
rodovias.

h) no poste de instalação do terminal mufla, a descida dos cabos deverá ser feita em eletroduto metálico
galvanizado de diâmetro mínimo de 100mm e possuir uma altura mínima de 5m em relação ao solo;

i) no solo os cabos deverão ser protegidos por eletrodutos de ferro galvanizado ou PVC rígido,
rosqueável conforme NBR-6150;

j) em locais onde haja tráfego de veículos os eletrodutos tipo PVC deverão ser envelopados em
concreto;

k) em caso de curvatura dos cabos, deverá ser observado o raio de curvatura mínimo igual a 15 vezes o
diâmetro externo do cabo;

l) curvas maiores de 45º somente deverão ser realizadas dentro de caixas de passagem;

m) a caixa de passagem localizada próxima ao poste de derivação deverá ser construída no máximo a
0,50m da base do poste com dimensões mínimas de 1,00 x 1,00 x 1,00m (desenho 28). As demais
caixas de passagem deverão ter dimensões mínimas 0,80 x 0,80 x 0,80m, providas de sistema de
drenagem.

n) conforme suas características construtivas os cabos poderão ser instalados no solo em dutos,
canaletas ou galerias a uma profundidade mínima de 0,50m;

o) a blindagem metálica dos cabos deverá ser ligada ao sistema de aterramento, conforme
recomendação do fabricante e/ou NBR-14039;

p) os cabos deverão dispor de uma reserva instalada mínima de 2,00m, no interior das caixas de
passagem na base do poste e na chegada da subestação;

q) ramal com comprimento superior a 40(quarenta) metros, deverá ser prevista a instalação de pára
raios nas muflas internas e externas.

r) A execução do ramal de entrada deverá no mesmo lado da edificação, não devendo ser colocado
onde tenha que haver travessia de ruas, avenidas, etc.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 8/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

5.3 Características Gerais das Subestações

a) Quando houver necessidade de ordem técnica, e dependendo de aprovação da CELPA, a


subestação poderá ter outra localização, desde que o ponto de entrega esteja a no máximo 10 ou 50
metros do limite de propriedade, dependo do tipo de subestação.

b) O diagrama unifilar geral das instalações, deverá estar disponível, em local visível, no interior da
subestação e conter também a assinatura e o CREA do responsável técnico pela montagem, devendo
ser confeccionado em material durável.

c) Cada unidade consumidora de energia deverá ser atendida por meio de uma única entrada de
energia elétrica, com apenas uma medição.

d) A identificação de fase dos barramentos deverá obedecer à codificação de cores determinada pela
NBR 14039, a saber:

d.1) em corrente alternada:


- fase A: vermelha;
- fase B: branca;
- fase C: marrom.

d.2) em corrente contínua:


- pólo positivo: vermelha;
- pólo negativo: preta;
- condutor médio: branca.

e) As posições de “fechado” e “aberto” dos equipamentos de manobra de contatos não visíveis devem
ser indicadas por meio de letras e cores, devendo ser adotada a seguinte convenção:

I – vermelho: contatos fechados;


O – verde: contatos abertos.

f) Devem ser mantidos os espaços livres em frente aos volantes, punhos e alavancas dos equipamentos
de manobra. Em nenhuma hipótese esse espaço livre pode ser utilizado para outras finalidades.

5.3.1 Instalação ao Tempo em Poste

A localização da subestação com Instalação ao tempo deverá atender aos afastamentos mínimos
estabelecidos na NBR 15688.

a) Em poste

a.1) Deverão ser localizadas no mesmo nível do solo correspondente ao da via pública, permitir fácil
acesso e a disposição dos equipamentos deverá oferecer condições adequadas de operação,
manutenção e segurança. Deverão estar a uma distância de no máximo 50m do limite da
propriedade com a via publica(desenho 01) e seguir os padrões de montagem constantes nos
desenhos 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12 e 13, observadas as posturas municipais, ressalvado o
disposto no subitem 3.12;

b) No solo

b.1) as dimensões da subestação serão em função das dimensões do transformador, devendo ser
obedecidas as distâncias mínimas deste à cerca, e seguir os padrões de montagem constante
no desenho 15. Deverão situar-se após a cabine de medição/proteção geral;
b.2) as partes metálicas de subestação (cerca, carcaça, portões, etc.), deverão ser solidamente
2
conectadas à malha de terra com cabo de cobre nu seção 25mm ou cabo de aço cobreado de
bitola equivalente;
b.3) deverá ser previsto com pedra britada um sistema de drenagem adequado para escoamento do
líquido isolante do transformador;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 9/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

b.4) a subestação deverá possuir cerca ou muro com altura mínima de 2m em relação ao piso
externo. Na parte superior da cerca ou muro deverão ser estendidas três ou quatro fiadas de
arame farpado zincado, espaçadas de no máximo 15 cm;
b.5) as portas devem abrir para fora, com dimensões mínimas de 2m de altura e 1,60m de largura,
em duas folhas, providas de trincos e fechaduras, devendo ser conservadas fechadas;
b.6) a subestação deve possuir sistema de iluminação artificial.

5.3.2 Instalação Abrigada

5.3.2.1 Localização da Subestação

a) A subestação pode, ou não, ser parte integrante de outra edificação e deve atender a requisitos de
segurança e ser devidamente protegida contra danos acidentais decorrentes do meio ambiente.

b) Quando forem utilizados disjuntores com líquidos isolantes não inflamáveis, estes devem ter volume
de líquido por pólo inferior a 1 litro. Considera-se como parte integrante, o recinto não isolado, ou
desprovido de paredes de alvenaria e portas corta-fogo.

c) Poderá ser utilizado transformador com isolamento em óleo mineral, desde que o recinto seja isolado
ou provido de paredes de alvenaria e portas corta-fogo.

d) Conforme item 9.4.3 e 9.4.4 da NBR 14039, quando a subestação fizer parte integrante de edificação
industrial, residencial e/ou comercial, somente é permitido o emprego de transformadores a seco,
mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.

e) A subestação abrigada, independentemente de sua localização, deve ser inteiramente construída


com materiais não combustíveis, isto é, paredes em alvenaria, teto e piso de concreto, conforme
NBR 13231.

f) As áreas dos compartimentos internos das subestações abrigadas devem ser suficientemente
adequadas para instalação dos equipamentos e sua eventual remoção, bem como para a livre
circulação dos operadores e execução de manobras. Os locais para circulação de operadores e para
operação de manobras devem possuir larguras mínima adequadas conforme NBR 14039.

g) A tela para proteção em subestações abrigadas deve possuir dispositivo para trinco ou cadeado de
forma a impedir o livre acesso às instalações, e estar conectada ao aterramento da subestação.

5.3.2.2 Em alvenaria

a) deverão ser construídas conforme os padrões apresentados nos desenhos 16 a 21;

b) deverão possuir aberturas de ventilação em paredes opostas conforme indicado nos desenhos
construtivos. O compartimento de cada transformador deverá possuir aberturas para ventilação
conforme desenho 34.

O número de aberturas deve ser definido a partir da proporção de 0,40m² de área de ventilação para
cada 100kVA ou fração de potência instalada em transformadores, sendo no mínimo duas aberturas
de 1,00 x 0,50m (entrada e saída) por cubículo que contenha transformador.

Quando não houver possibilidade de ventilação natural, deverá ser instalado sistema de ventilação
forçada. As aberturas para ventilação poderão ser combogó, protegido por tela zincada com malha 3
a 10mm;

c) deverão possuir sistema de iluminação natural e artificial, conforme NBR-5413.

Os pontos de luz deverão ser instalados em locais de fácil acesso, a fim de evitar desligamentos
desnecessários, no caso de eventual manutenção. As luminárias devem ficar afastadas de 1,5m, no
mínimo, da alta tensão.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 10/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

Os pontos de luz deverão ser distribuídos de maneira a garantir um iluminamento médio de 60 lux no
interior da subestação. Quando for usada lâmpada de descarga, prever pelo menos uma lâmpada
incandescente. Deverá ser previsto um ponto de iluminação de emergência, com autonomia mínima
de 2 (duas) horas.

d) as coberturas deverão ser construídas de modo a não permitir a formação de pingadouros d’água de
chuva diretamente nos condutores aéreos, deverão possuir desnível conforme indicado nos padrões
construtivos a ser impermeabilizadas;

e) as portas deverão ser metálicas em chapa 14 USG em material ferro preto e galvanizado, com
moldura em ‘ L’, com duas folhas abrindo para fora, permitindo livre abertura pelo lado interno,
possuindo trinco e fechadura. Deve ser afixada placa de indicação “PERIGO DE MORTE - ALTA
TENSÃO”, ver desenho 31;

f) as grades de proteção deverão ser construídas conforme desenho 33;

g) na porta de acesso ao compartimento de medição será obrigatório o dispositivo para selo;

h) deverão ser localizadas de forma a permitir fácil acesso e oferecer segurança a seus operadores e
aos empregados da CELPA;

i) deverão ser construídas com materiais incombustíveis;

j) deverão possuir depósito de óleo, quando a quantidade de óleo contida em um transformador é igual
ou maior que 1000 litros, desenho 30;

k) deverá ser prevista drenagem para água;

l) deverá ser colocado, no mínimo, dois extintores de incêndio CO2 de 6 kg, sendo um instalado na
parte externa da subestação;

m) não poderão passar pela subestação, tubulações de água, gás, esgoto, telefone, etc.;

n) o piso deve ter uma inclinação de 2% na direção do dreno d’água, com diâmetro mínimo de 4”
(100mm).

5.3.2.3 Em Cubículo Blindado para Medição e Proteção

a) O cubículo blindado para medição e proteção em média tensão será utilizado exclusivamente para
entradas subterrâneas, devendo ser observadas as disposições básicas apresentadas no projeto
sugerido no desenho 22.

b) Deverá estar localizado o mais próximo possível do ponto de entrega, apresentando características
definitivas de construção, não sendo permitido o uso de materiais combustíveis;

c) O consumidor deverá fornecer catálogo do fabricante do cubículo, com devidas especificações


técnicas;

d) Deverá ser instalado sobre uma base de concreto com cota positiva mínima (100mm) em relação ao
piso do recinto;

e) A bitola mínima da chapa de aço laminada a frio utilizada deverá ser nº 12 MSG (2,6mm) ;

f) A pintura tanto na face interna como na externa deverá ser feita com a aplicação de um fundo anti-
ferruginoso (PRIMER) e, posteriormente, aplicação de tinta apropriada para acabamento de cor
cinza.

g) Não é recomendada a instalação de cubículo blindado em locais sujeitos a ação corrosiva do meio
ambiente. Quando instalados nesses locais as chapas metálicas dos cubículos deverão sofrer
tratamentos especiais;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 11/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

h) Toda parte metálica do cubículo, bem como os suportes e carcaças dos equipamentos, deverão ser
interligadas e devidamente aterradas;
i) Deverá apresentar venezianas para ventilação, protegidas contra penetração de insetos;

j) A estrutura do cubículo deverá ser apropriada para fixação por chumbadores em base de concreto;

k) A iluminação interna deverá permitir visualizar todos os equipamentos de comando e controle da


parte frontal e equipamentos de média tensão;

l) Todos os compartimentos com energia não medida e o compartimento de medição deverão ser
providos de, pelo menos 2 (dois) pontos para instalação de selo CELPA;

m) O pé direito mínimo da alvenaria para abrigo do cubículo é 3m; nos locais com passagens de viga
será admitido um mínimo de 2,50m na face inferior da mesma;

n) Deverá ser previsto um ponto de iluminação de emergência, com autonomia mínima de 2 (duas)
horas.

o) Com relação à alvenaria, deve ser obedecida a condição do item 5.3.2.2.

5.4 Medição

5.4.1. Disposições Gerais

a) A medição de energia deve estar situada dentro da propriedade do consumidor, em local de fácil
acesso e boa iluminação, devendo localizar-se na subestação.

b) Os equipamentos de medição (transformador de corrente, transformador de potencial, medidores,


chave de aferição, etc) serão fornecidos e instalados pela CELPA, e não poderão, em qualquer
hipótese, serem acessados pelo consumidor;
c) A medição em tensão primária ou secundária será a 3 (três) elementos.
d) No caso de medição em tensão secundária, os condutores secundários devem ficar inacessíveis
desde os terminais do transformador até a saída da caixa dos TC’s, excetuando-se as montagens
em postes ou plataforma. Podem ser utilizadas a critério da CELPA, caixas de blindagem com
dispositivo para selo;
e) Toda caixa por onde passam condutores transportando energia não medida deve ser lacrada pela
CELPA, sendo o consumidor responsável por sua inviolabilidade;
f) Na hipótese de modificação na construção, tornando o local de sua medição insatisfatória, o
consumidor deverá preparar uma nova instalação, em local previamente aprovado pela CELPA;
g) A edificação de um único consumidor que a qualquer tempo venha a ser subdividida ou transformada
em edificação de uso coletivo deve ter suas instalações internas adaptadas pelos interessados com
vista a adequar a medição e proteção de cada consumidor que resultar da subdivisão;
h) Quando ocorrer medição indireta em tensão primária, os TP’s e TC’s devem ser fixados em suportes
apropriados, ver desenhos 25 e 26;
i) Proibido o uso de transformadores de medição da CELPA, para quaisquer outros fins.

j) Na ligação dos TC’s da medição da CELPA, tipo janela deverá deixar disponível 2m de cabos, sem
seccionamento.

k) O eletroduto de proteção dos condutores do secundário do transformador de distribuição ou dos TP’s


e TC’s até a medição da CELPA deve ser aparente e em F°G°.

l) Fica a critério da CELPA escolher os medidores e demais equipamentos de medição que julgar
necessário, bem como sua substituição ou reprogramação, quando considerada conveniente ou
necessária, observados os critérios estabelecidos em legislação metrológica aplicável a cada
equipamento.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 12/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

5.4.2. Medição em Tensão Secundária

A medição em tensão secundária deve ser feita:


a) Para um transformador com potência igual ou inferior a 225kVA. Em caso de aumento de carga
previsto pelo consumidor, a CELPA poderá efetuar a medição em tensão primária.
b) Em caso de unidade(s) consumidora(s) situada(s) na área rural com atividade rural, a medição poderá
ser efetuada em tensão secundária por transformador, desde que a soma da capacidade de
transformação da(s) unidade(s) consumidora(s) seja inferior a 225kVA através de um único ramal
aéreo de ligação nas seguintes condições:

b.1) A distância entre os postos de transformação da mesma unidade consumidora seja superior a
500m, limitando até 03 (três) postos.

b.2) Quando tratar-se de postos de transformação por unidades consumidoras (propriedades


independentes), deve ser celebrado um acordo (ver anexo E)entre estas unidades através de um
termo de permissão de passagem e operacionalização pela CELPA a qualquer momento.

5.4.3. Medição em Tensão Primária

A medição em tensão primária deve ser feita nas seguintes condições:


a) Quando a de capacidade de transformação for superior a 300 kVA;
b) Para unidades consumidoras em área urbana, quando existir mais de um transformador, mesmo que
a soma da capacidade de transformação seja inferior a 300 kVA;
c) Para unidades consumidoras em área urbana, quando o(s) transformador(es) estiver(em) situado(s) a
uma distância superior a 50 m do ponto de entrega.

5.5 Proteção Geral das Instalações

5.5.1 Generalidades

a) Os dispositivos de proteção deverão ter capacidade de interrupção compatível com os níveis de


curto-circuito passíveis de ocorrer no ponto de instalação (a corrente de curto-circuito simétrica
mínima admitida para disjuntores é de até 10kA);

b) A instalação de chaves seccionadoras e chaves fusíveis deve ser feita de forma a impedir o seu
fechamento pela ação da gravidade e quando abertas as partes móveis não estejam sob tensão;

c) A proteção geral da instalação deverá ficar depois da medição (medição em MT);

d) Em instalações ao tempo até 300 kVA (inclusive), a proteção contra curto-circuito poderá ser feita
através de chaves fusíveis instaladas na estrutura de derivação primária da CELPA.

e) Na estrutura dos postos de transformação ao tempo, as chaves-fusíveis poderão ser dispensada


desde que as condições a seguir sejam simultaneamente atendidas:

e.1) A instalação possuir transformador único com potência igual ou inferior a 300 kVA;

e.2) Existir perfeita visibilidade entre o local do posto e o poste da CELPA onde serão instaladas as
chaves-fusíveis da derivação;

e.3) O posto estiver localizado a uma distância máxima de 150 m do ponto de derivação do ramal

f) Os elos-fusíveis que deverão ser instalados nas chaves-fusíveis estão dimensionados nas tabelas de
dimensionamento do ramal de ligação e de entrada que fazem parte da Tabela 5;

g) Em instalações abrigadas até 750kVA em 13,8 KV e 1.000 KVA em 34,5 KV, a proteção será feita
pela chave fusível instalada na estrutura de derivação do ramal, acima das respectivas potências
deverá ser instalada em cada fase uma chave faca monopolar;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 13/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

h) As chaves seccionadoras existentes que não possuam características adequadas de operação em


carga deverão ser dotadas de dispositivos que impeça a sua abertura acidental (furação para
cadeado) e deverão ter o seguinte aviso colocado em local bem visível e próximo do dispositivo de
operação “NÃO OPERE ESTA CHAVE SOB CARGA”;

i) Antes do disjuntor deverá ser instalada uma chave seccionadora tripolar, de operação manual com
ação simultânea, dotada de alavanca de manobra (sendo dispensada quando o disjuntor for do tipo
extraível);

j) Havendo banco de capacitores no circuito primário, deverá ser instalada chave seccionadora, para
manobra do mesmo;

k) Sendo a proteção geral provida de disjuntor tripolar, no caso de haver mais de um transformador,
deverão ser instaladas chaves seccionadoras antes dos mesmos, providas ou não de elos fusíveis,
desde que seja viável uma coordenação seletiva com disjuntor de proteção da rede da CELPA.

m) Quando houver mais de uma unidade transformadora deverá ser utilizada chave seccionadora
tripolar intertravada eletricamente, com o disjuntor geral, para cada unidade; podem ser utilizadas
chaves fusíveis em unidades transformadoras instaladas ao tempo. Em caso de chave seccionadora
tripolar abertura sob carga, será opcional o intertravamento elétrico.

5.5.2 Proteção Contra Sobrecorrente em Média Tensão

Toda instalação deverá ter proteção geral contra curto-circuito e sobrecorrente individual, adequada e
coordenada com a proteção da CELPA.

5.5.2.1 Capacidade Instalada menor ou igual a 300kVA

Em uma subestação unitária e abrigada com capacidade instalada menor que 300kVA, a proteção geral
na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundário com
as funções 50 e 51, fase e neutro (onde é fornecido o neutro), ou por meio de chave seccionadora
tripolar e fusível (tipo HH), sendo que, neste caso, adicionalmente, a proteção geral, na baixa tensão,
deve ser realizada através de disjuntor.

5.5.2.2 Capacidade Instalada maior que 300kVA

Em uma subestação unitária e abrigada com capacidade instalada maior que 300kVA, a proteção geral
na média tensão deve ser realizada por meio de um disjuntor acionado através de relés secundário com
as funções 50 e 51, fase e neutro (onde é fornecido o neutro).

a) Nos casos de subestações ao tempo, o disjuntor poderá ser substituído por religador automático com
características elétricas básicas mínimas iguais à do disjuntor, desde que se adotem os seguintes
procedimentos:

a.1) O religador deverá ser ajustado para bloquear após a primeira operação, ou seja, não deverá fazer
nenhum religamento;

a.2) A caixa onde se localizam os relés de controle, após definidos e implantados seus ajustes, deverá
ser lacrada pela CELPA a fim de impedir qualquer modificação de ajustes sem o seu prévio
conhecimento.

b) O relé de sobrecorrentes utilizado para acionamento do disjuntor de MT ou do religador automático


deve ter seus ajustes definidos em função da demanda da instalação, e da necessidade de se ter, ao
mesmo tempo, uma ação de proteção coordenada com o sistema de proteção da CELPA e uma ação
seletiva com os dispositivos de proteção da instalação do consumidor;

c) O relé de sobrecorrentes deve ser do tipo microprocessado e deve ter incorporado às funções de 50 e
51 tanto para proteção de fase como de neutro e deve ser dotado de dispositivo para lacre;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 14/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

d) As curvas de atuação instantânea e temporizada do relé de sobrecorrentes devem ser ajustadas de


modo a se ter coordenação com os elos-fusíveis das chaves-fusíveis de distribuição instaladas
imediatamente à montante do disjuntor ou do religador automático;

e) Os transformadores de corrente conectados ao rele de sobrecorrentes devem ser instalados sempre


à montante do disjuntor;

f) Os transformadores de corrente e de potencial, destinados à proteção, deverão possuir


características conforme as especificações apresentadas no item 6.1.4;

g) Em subestações ao tempo, poderá ser utilizado um cubículo metálico para a instalação dos
equipamentos do sistema de proteção;

h) O relé secundário de sobrecorrente deverá ser alimentado através de uma fonte de alimentação
auxiliar, de modo que mesmo a tensão caindo durante a ocorrência de um curto-circuito, ela seja
capaz de manter a alimentação do relé pelo tempo mínimo necessário para a abertura do disjuntor;

i) Fonte de alimentação auxiliar - Para alimentação do sistema de proteção com relé secundário de
sobrecorrente poderá ser instalado um sistema “no-break” ou um dispositivo capacitivo. Essa fonte de
alimentação auxiliar deverá atender aos seguintes critérios:

i.1)  ser alimentada por transformador de potencial auxiliar;

i.2) a tensão nominal mínima deverá garantir a operação da bobina de abertura do disjuntor;

i.3) a fonte deverá ser utilizada exclusivamente para o disparo da bobina de abertura do disjuntor;

i.4)  a fonte deverá possuir um botão pulsador que desconecte o capacitor de sua alimentação e o acople
a uma lâmpada “néon”, destinado a testá-lo;

i.5) a energia total armazenada no capacitor, completamente carregado,deverá ser igual ou superior à
mínima necessária para a abertura do disjuntor;

i.6) no caso de falta de alimentação de corrente alternada para a fonte de alimentação, a energia
armazenada no capacitor deverá se manter em nível suficiente para o disparo da bobina de abertura
do disjuntor, por um período mínimo de 60 segundos.

j) Quando a fonte auxiliar de alimentação do relé for um sistema “no-break”, a alimentação da bobina de
abertura do disjuntor poderá ser feita através do próprio sistema “no-break”;

k) Quando a fonte auxiliar de alimentação do relé for um dispositivo capacitivo, para a alimentação da
bobina de abertura do disjuntor deverá ser prevista uma outra fonte, que também pode ser capacitiva;

l) Instalação física do relé de sobrecorrente – O relé de proteção secundária deverá ser instalado na
tampa basculante de uma caixa metálica localizada na parede oposta ao compartimento do disjuntor
de MT. Essa caixa deverá possuir dispositivo para instalação de selo da CELPA. Dessa forma, a
caixa e a parte frontal do relé (por onde são feitos os ajustes do mesmo) serão seladas e o
consumidor terá acesso apenas ao botão de rearme do relé;

m) Na caixa onde será instalado o relé, também deverão ser instalados os dispositivos capacitivos (ou
sistema “no-break”) para alimentação do relé e da bobina de abertura do disjuntor;

n) No anexo II, encontra-se a metodologia para ajuste de proteção secundária.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 15/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

5.5.3 Proteção Contra Sobretensão em Média Tensão (Descargas Atmosféricas).

a) Para proteção dos equipamentos elétricos contra descarga atmosférica deverão ser utilizados pára-
raios de características conforme item 6.3, instalados nos condutores fase;

b) Nas instalações ao tempo os pára-raios deverão ser instalados na estrutura ou no próprio tanque do
transformador;

c) nas instalações abrigadas, alimentadas através de ramal aéreo, deverão ser instalados pára-raios em
suportes adequados na sua entrada;

d) Quando a alimentação da instalação abrigada for através de ramal subterrâneo, deverão ser
instalados pára-raios na estrutura de derivação do cabo subterrâneo;

e) Quando após a instalação da medição/proteção houver ramal aéreo em tensão primária de


distribuição, deverão ser instalados pára-raios na saída da instalação abrigada e na entrada da
instalação de transformação;

NOTA:

PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS EM ESTRUTURAS:

O projeto, instalações e materiais de um sistema de proteção contra descargas atmosférica (SPDA) em


edificações devem atender plenamente a norma NBR 5419/ABNT.

5.5.4 Proteção Geral de Baixa Tensão

a) A proteção geral de sobrecorrentes em baixa tensão deverá ser localizada após a medição e deverá
ser feita através de disjuntor termomagnético cuja corrente nominal deve ser dimensionada em
compatibilidade com a potência de transformação;

b) O disjuntor de proteção de baixa tensão deverá permitir a sua coordenação seletiva com a proteção
de sobrecorrentes geral da alta tensão. Caberá ao engenheiro responsável técnico pela execução
das instalações a responsabilidade por essa coordenação;

c) O disjuntor termomagnético deve ter selo de conformidade do INMETRO;

d) A corrente nominal desses disjuntores, utilizados em instalações com potência de transformação de


até 300 kVA, consta nas tabelas de dimensionamento do ramal de ligação e de entrada que fazem
parte da Tabela 1.1;

e) O disjuntor deverá ser instalado em caixa apropriada, afixada no poste do posto de transformação ou
em mureta;

f) A proteção contra sobretensão, subtensão ou falta de tensão deverá ser instalada nos circuitos
secundários, junto aos equipamentos a serem protegidos. Essa proteção deverá possuir operação
temporizada e coordenada com o equipamento de proteção instalado na rede no ponto de derivação
do ramal do consumidor;

g) Em nenhuma hipótese será admitido o uso de dispositivo de proteção contra subtensão ou falta de
tensão, dotado de bobina de mínima tensão com operação instantânea ou que permita religamento;

h) Os disjuntores devem ter capacidade de interrupção compatível com os níveis de curto circuito no
ponto de instalação. A capacidade de interrupção simétrica mínima deve ser de 30 kA;

i) A proteção das instalações internas do consumidor deve atender ao que estabelece a NBR-5410 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;

j) O disjuntor de proteção geral da baixa tensão deverá ser instalado o mais próximo possível do
transformador, podendo distar deste, no máximo 10 metros;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 16/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

k) O disjuntor deverá ser instalado em caixa apropriada afixada no poste do posto de transformação ou
em mureta próxima a este, desde que não se ultrapasse o limite máximo de 10 m de distância em
relação ao transformador;

5.5.5 Sobretensão, Subtensão e/ou falta de fase

a) Este tipo de proteção deverá ser feito pelo consumidor de acordo com a NBR 14039, dependendo do
tipo e importância da sua carga. A CELPA não será responsável por danos causados pela falta desta
proteção;

b) Poderão ser utilizados relés de sobretensão temporizados e estabilizadores de tensão. Não será
permitida a utilização de relés de subtensão instantâneos (bobinas de mínima tensão) para
acionamento do disjuntor geral quando da utilização de relés de subtensão temporizados, para
acionamento do disjuntor geral, estes deverão estar devidamente coordenados com ajustes de tempo
da proteção de retaguarda da concessionária;

c) Os consumidores, independentes da carga instalada que utilizarem equipamentos que não permitam
religamento por parte da CELPA, deverão utilizar relés de subtensão temporizados devidamente
coordenados com os ajustes de tempo da proteção de sobrecorrente da CELPA.

5.5.6 Aterramento

Recomenda-se que o valor da resistência de aterramento seja da ordem de 10 ohms, em qualquer época
do ano, devendo o consumidor ampliar o sistema de terra, se necessário, visando atingir o valor
estabelecido. A critério da CELPA poderá ser exigida a apresentação do projeto completo do sistema de
aterramento, o que é obrigatório quando a potência instalada da subestação for igual ou superior a
1.000kVA.

Deverão ser utilizadas, hastes de cobre e aço cobreada de comprimento mínimo 2,40m, diâmetro Ø 5/8”.

Em um dos pontos de conexão dos eletrodos de aterramento à malha de terra deve ser construída uma
caixa de alvenaria para inspeção/medição de acordo com o desenho 29.

A distância mínima entre os eletrodos da malha de terra deve ser de 3m. Deve ter no mínimo 06 hastes.
As hastes devem ser interligadas por meio de condutores de cobre ou de aço cobreado de bitola mínima
de 50 mm². (ver tabela 1.1 e 1.2), conforme NBR 14039/03, tabela 39.

Os condutores de aterramento devem ser protegidos em sua descida ao longo de paredes ou postes, por
eletroduto de PVC rígido.

Todas as ligações de condutores ao sistema de aterramento deverão ser feitas com conectores não
oxidáveis ou solda exotérmica.

As interligações dos pára-raios ao condutor de descida do aterramento, deverão ser feitas em condutor
de cobre nu, flexível, seção de 16 mm².

As carcaças do transformador, disjuntor, chaves e quaisquer outras partes metálicas que não conduzem
correntes devem ser aterradas através de um único condutor de cobre nu, de bitola mínima de 25 mm².

A ligação dos pára-raios com o sistema de aterramento deve ser feita através de condutor de cobre nu
2
aço cobreado, com bitola mínima de 16 mm . Este condutor deve ser tão curto quanto possível,
evitando-se curvas e ângulos pronunciados.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 17/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

6. EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS

Todos os equipamentos e materiais empregados na instalação da subestação consumidora devem ser


especificados, fabricados e ensaiados conforme normas da ABNT.

Os equipamentos e materiais que não se enquadrarem nas normas ABNT, serão previamente
analisados/avaliados pela CELPA, com base nas características e especificações técnicas e/ou normas
internacionais.

6.1 Transformadores

a) A ligação dos transformadores de serviço em paralelo deverá obedecer as normas da ABNT;

b) O transformador auxiliar não poderá ser ligado em paralelo com o transformador de serviço;

c) A carcaça do transformador deve ser pintada com tinta indelével e letras visíveis, indicando a
capacidade do transformador.

OBS: 1 - Os transformadores serão dimensionados através do cálculo da demanda provável da


instalação consumidora.

2 - A CELPA passa a exigir a apresentação do relatório de transformadores por ocasião da


solicitação da vistoria, conforme procedimentos mencionados no anexo III.

6.1.1 Transformador de distribuição convencional

O transformador deverá ter as seguintes características:


- Ligação do enrolamento primário: triângulo.
- Ligação do enrolamento secundário: estrela com o neutro acessível.
- Enrolamentos em cobre.
- Derivações primárias:
- Sistema de 34,5 kV: 31,5/33,0/34,5/35.350/36.200 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 12,6/13,2/13,8 kV.
- Deslocamento angular: 30º.
- Nível básico de isolamento:
- Sistema de 34,5 kV: 150 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 95 kV
- Classe de tensão:
- Sistema de 34,5 kV: 36,2 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 15,0 kV.
Nota: O transformador deverá ter as características especificadas na NBR 5356.

6.1.2 Transformador de distribuição tipo pedestal

O transformador deverá ter as seguintes características:


- Ligação do enrolamento primário: triângulo.
- Ligação do enrolamento secundário: estrela com o neutro acessível.
- Enrolamentos em cobre,
- Derivações primárias:
- Sistema de 34,5 kV: 31,5/33,0/34,5 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 12,6/13,2/13,8 kV.
- Deslocamento angular: 30º.
- Nível básico de isolamento:
- Sistema de 34,5 kV: 95 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 150 kV
- Classe de tensão: 15 kV.
- Sistema de 34,5 kV: 36,2 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 15,0 kV.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 18/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

6.1.3 Transformador de potência a seco

O transformador deverá ter as seguintes características:


- Ligação do enrolamento primário: triângulo.
- Ligação do enrolamento secundário: estrela com o neutro acessível.
- Enrolamentos em cobre ou alumínio,
- Derivações primárias:
- Sistema de 34,5 kV: 31,5/33,0/34,5 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 12,6/13,2/13,8 kV.
- Deslocamento angular: 30º.
- Nível básico de isolamento:
- Sistema de 34,5 kV: 150 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 95 kV
- Classe de tensão: 15 kV.
- Sistema de 34,5 kV: 36,2 kV.
- Sistema de 13,8 kV: 15,0 kV.
Nota: O transformador deverá ter as características especificadas na NBR 10295.

6.1.4 Transformador para Instrumento (TI)

Os transformadores para instrumentos, necessários aos serviços de proteção, deverão possuir as


características conforme tabela abaixo:

Nota:
Os transformadores de instrumento deverão ter as características especificadas nas NBRs 6855 e 6856.

a) Transformador de potencial

Tensão nominal da RD – (kV)


Característica
13,8 34,5
Uso interno externo interno
externo
Tensão máxima (kV) 15 38
Freqüência nominal (Hz) 60 60
Nível de isolamento (kV) 34/95 34/110 70/150 70/200
Exatidão 0,6P150
Potência térmica nominal (VA) 600
Tensão primária nominal (kV) 13,8 34,5
Relação nominal 120:1 175:1
Grupo de ligação 1 3

b) Transformador de corrente

Tensão nominal da RD – (kV)


Característica
13,8 34,5
Uso interno externo interno externo
Tensão máxima (kV) 15 38
Freqüência nominal (Hz) 60 60
Nível de isolamento (kV) 34/95 34/110 70/150 70/200
Exatidão 10A200
Fator térmico nominal # # # #
Corrente térmica nominal # # # #
Corrente dinâmica nominal # # # #
Corrente primária nominal # # # #
Corrente secundária nominal (A) 5
# Valor a ser definido no projeto da instalação, em função da demanda.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 19/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

6.2 Barramento

a) Deverá ser feito de, vergalhão ou barra de cobre. Não será permitido o uso de cabo de cobre;

b) Ver na Tabela 2.1, o dimensionamento para os barramentos em tensão primária;

c) Ver na Tabela 2.2, os afastamentos mínimos para os barramentos em tensão primária;

d) Em subestações externas será permitido o uso de fio de cobre nu como barramento;

e) Quando pintados, deverão ter a seguinte identificação de cores:

FASE A - vermelho
FASE B - branco
FASE C - marrom

6.3 Pára-raios

Deverão ser utilizados pára-raios com invólucro polimérico, sem centelhador, a óxido de zinco, com
dispositivo para desligamento automático, obedecendo as normas da ABNT e da CELPA e ter a
seguinte tensão nominal:

CLASSE DE TENSÃO CORRENTE DE


TENSÃO NOMINAL DESCARGA
15 kV 12 kV 10 kA
36,2 kV 30 kV 10 kA

6.4 Chaves Fusíveis

Deverão ser utilizadas chaves-fusíveis, obedecendo as normas da ABNT e da CELPA e ter as seguintes
características:

CLASSE DE TENSÃO
CARACTERÍSTICAS
15kV 36,2kV
Corrente Nominal-Chave
- Chave Fusivel 300A 300A
- Porta Fusivel 100A 100A
Capacidade de Interrupção 10kA 5kA
Nível Básico de Isolamento 95kV 150kV

Nota: A chave deverá ter as características especificadas na NBR 8124.

6.5 Chaves Seccionadoras

CLASSE DE TENSÃO
CARACTERÍSTICAS
15kV 36,2kV
Corrente Nominal maior ou igual a 100A Maior ou igual a 100A
Capacidade de Interrupção maior ou igual a 12kA Maior ou igual a 12kA
Nível Básico de Isolamento maior ou igual a 95kV Maior ou igual a 150kV

Notas :
- O dispositivo de comando deverá ser provido de bloqueio mecânico com fechadura, impedindo
operações indevidas da chave.

- A chave deverá ter as características especificadas na NBRIEC 62271-102 ou IEC 60265-1, conforme
aplicável.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 20/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

6.6 Disjuntores

CLASSE DE TENSÃO
CARACTERÍSTICAS
15kV 36,2kV
Corrente Nominal capacidade instalada da SE (mínimo 350 A).
Capacidade de Interrupção maior ou igual a 250MVA Maior ou igual a 500MVA
Nível Básico de Isolamento maior ou igual a 95kV Maior ou igual a 150kV

Notas:
- Meio de extinção do arco: SF6, vácuo ou líquido isolante não inflamável com volume máximo de
líquido isolante por pólo inferior a 1 litro (NBR 14039).
- O disjuntor deverá ter as características especificadas na NBRIEC 62271-100.
6.7 Postes, Cruzetas e Ferragens.

Os postes deverão ser de concreto armado, do tipo duplo T, conforme ETD-02 e da CELPA e NBR 8451.

As cruzetas deverão ser de concreto armado em concreto, conforme ETD-12 da CELPA.

Todas as ferragens deverão ser zincadas a fusão e atender as exigências da ABNT. Em áreas salitrosas,
utilizar ligas de alumínio conforme norma da ABNT.

6.8 VIGÊNCIA

Otávio Luiz Renno Grilo


Diretor de Serviços Operacionais

NOTA: O documento original assinado encontra-se a disposição dos usuários.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 21/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

TABELAS

MEDIÇÃO EM TENSÃO SECUNDÁRIA – TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS TABELA –


DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ENTRADA E DA MEDIÇÃO 1.1

TRANSFORMADOR 45 kVA - POSTE 11 m - 300 daN

Tensão Secundária (V) 220/127 380/220

Condutores (mm²) 0,6 / 1kV -PVC 3 # 50(35) 3 # 25(25)


Eletroduto F°.G° (mm/pol.) 40 (11/2") 32 (11/4")
Disjuntor Termomagnético de BT 125 70
Proteção (A)
Fusível NH 125 80
Condutor (mm²) 50
Aterramento
Eletroduto PVC 20(1/2")

TRANSFORMADOR 75 kVA - POSTE 11 m - 300 daN

Tensão Secundária (V) 220/127 380/220

Condutores (mm²) 0,6 / 1kV -PVC 3 # 95(50) 3 # 50(35)


Eletroduto F°.G° (mm/pol.) 65 (2 1/2") 40 (11/2")
Disjuntor Termomagnético de BT 200 125
Proteção (A)
Fusível NH 200 125
Condutor (mm²) 50
Aterramento
Eletroduto PVC 20(1/2")

TRANSFORMADOR 112,5 kVA - POSTE 11 m - 300 daN

Tensão Secundária (V) 220/127 380/220

Condutores (mm²) 0,6 / 1kV -PVC 3 # 185 (95) 3 # 95(50)


Eletroduto F°.G° (mm/pol.) 80 (3") 65 (21/2")
Disjuntor Termomagnético de BT 300 175
Proteção (A)
Fusível NH 300 200
Condutor (mm²) 50
Aterramento
Eletroduto PVC 20(1/2")

NOTAS:

1) No caso de utilização de proteção com fusível tipo NH, a chave blindada deverá ter corrente nominal
superior a dos fusíveis.
2) A proteção foi dimensionada pela corrente nominal do transformador.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 22/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

MEDIÇÃO EM TENSÃO SECUNDÁRIA – TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS TABELA –


DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ENTRADA E DA MEDIÇÃO 1.1

TRANSFORMADOR 150 kVA - POSTE 11 m - 600 daN

Tensão Secundária (V) 220/127 380/220

Condutores (mm²) 0,6 / 1kV –PVC 2x3 # 95(95) 3 # 150(70)


Eletroduto F°.G° (mm/pol.) 100 (4") 65 (2 1/2")
Disjuntor Termomagnético de BT 400 250
Proteção (A)
Fusível NH 400 250
Condutor (mm²) 50
Aterramento
Eletroduto PVC 20(1/2")

TRANSFORMADOR 225 kVA - POSTE 11 m - 600 daN

Tensão Secundária ( V ) 220/127 380/220

Condutores (mm2) 0,6 / 1kV –PVC 2x3 # 185(185) 2x3 # 95(95)


Eletroduto F°.G° (mm/pol.) 100 (4") 100 (4")
Disjuntor Termomagnético de BT 600 350
Proteção (A)
Fusível NH 630 350
Condutor (mm²) 50
Aterramento
Eletroduto PVC 20(1/2")

TRANSFORMADOR 300 kVA - POSTE 11 m - 600 daN ou 1000daN

Tensão Secundária ( V ) 220/127 380/220

Condutores (mm²) 0,6 / 1kV –PVC 3x3 # 185 (3x95) 2x3 # 150(95)
Eletroduto F.G (mm/pol.) 3x100 (4") 100 (4")
Disjuntor Termomagnético de BT 800 500
Proteção (A)
Fusível NH 800 500
Condutor (mm²) 50
Aterramento Eletroduto PVC 20(1/2“)
NOTAS:

1) No caso de utilização de proteção com fusível tipo NH, a chave blindada deverá ter corrente nominal superior a dos
fusíveis.
2) A proteção foi dimensionada pela corrente nominal do transformador.
3) Desde que justificado pelo projetista, serão aceitos valores nominais, dos dispositivos de proteção, diferentes dos
constantes na tabela.
4) Serão admitidos cabos de seções diferentes, desde que, a capacidade de condução de corrente, no mínimo, sejam
equivalentes a dos condutores apresentados.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 23/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

MEDIÇÃO EM TENSÃO SECUNDÁRIA – TRANSFORMADORES


TABELA – 1.2
MONOFÁSICOS DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE ENTRADA
Tensão Eletroduto Proteção Aterramento
Potência Condutores
Secundária F.G ou PVC Condutor Eletroduto PVC
(kVA) (mm²) Disjuntor
(V) (mm/pol.) (mm²)
5 4 (4) 20 (3/4”) 20
10 10 (10) 25 (1”) 40
254/127 50 20(1/2")
15 16 (16) 25 (1”) 60
25 35 (35) 32 (1 1/4”) 100
NOTAS:
1) No caso de utilização de proteção com fusíveis, a chave blindada deverá ter capacidade, no
mínimo, de corrente nominal igual a dos fusíveis.
2) A proteção foi dimensionada pela corrente nominal.

DIMENSIONAMENTO DOS BARRAMENTOS EM TENSÃO PRIMÁRIA TABELA – 2.1

VERGALHÃO TUBO
DEMANDA
COBRE COBRE
(kVA)
Ø (mm) Ø (IPS)
Até 1300 5,16 1/4
1301 a 1800 6,35 1/4
1801 a 2500 9,53 3/8
2501 a 5000 12,70 3/8
NOTAS:
1) Não é permitido uso de cabos.
2) Os tubos com diâmetro externo IPS, corresponde a:
IPS 1/4 = diâmetro externo de 13,7mm, seção útil de 76,5mm² e parede de 2,10mm.
IPS 3/8 = diâmetro externo de 17,2mm, seção útil de 107mm² e parede de 2,28mm.
3) Os barramentos deverão ter suporte de sustentação a cerca de 3 metros no máximo.
4) Os barramentos deverão ser pintados obedecendo a seguinte codificação de cores:

Fase A – Vermelho
Fase B – Branco
Fase C – Marrom

AFASTAMENTOS MÍNIMOS PARA BARRAMENTOS EM TENSÃO PRIMÁRIA TABELA – 2.2

TENSÃO
NOMINAL NBI SERVIÇO INTERNO (mm) SERVIÇO EXTERNO (mm)
ENTRE FASES
KV kV FF FT FF FT

13,8 95 200 150 300 200

34,5 150 310 240 380 250


FF – AFASTAMENTO ENTRE FASES
FT – AFASTAMENTO ENTRE FASES E NEUTRO

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 24/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREA


TABELA – 3.1
EM TENSÃO PRIMÁRIA

DEMANDA CALCULADA CABO NU ALUMÍNIO


(kVA) AWG

até a 3000 2

3001 a 4000 1/0

4001 a 6000 4/0

DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES ISOLADOS DO RAMAL


TABELA – 3.2
DE ENTRADA EM TENSÃO PRIMÁRIA

CONDUTOR ISOLADO CONDUTOR ISOLADO ALUMÍNIO


DEMANDA (kVA)
COBRE mm² (AWG/MCM)
Até 1850 25 2
1851 a 2000 25 1/0
2001 a 2450 35 1/0
2451 a 2850 50 2/0
2851 a 3250 50 3/0
3251 a 3650 70 4/0
3651 a 4150 95 250
4151 a 4400 95 350
4401 a 5000 120 350

NOTA: Nos dimensionamentos foram considerados condutores com isolação de borracha etileno-
propileno (EPR), temperatura máxima de operação do condutor 90ºC, temperatura ambiente de 40ºC
e instalação em eletroduto.

DIMENSIONAMENTO DA MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA TABELA - 4

TRANSFORMADOR DEMANDA
DE CORRENTE (kVA)
Ip : Is 13,8 kV 34,5 kV
5:5 até 145 até 358
10:5 de 146 até 286 de 359 até 717
15:5 de 287 até 428 de 718 até 1075
20:5 de 429 até 573 de 1076 até 1434
25:5 de 574 até 715 de 1435 até 1792
30:5 de 716 até 859 de 1793 até 2151
40:5 de 860 até 1146 de 2152 até 2868
50:5 de 1147 até 1431 de 2869 até 3585
60:5 de 1432 até 1718 de 3586 até 4302
75:5 de 1719 até 2148 de 4303 até 5377
100:5 de 2149 até 2864 de 5378 até 7170
150:5 de 2865 até 4297 de 7171 até 10755
NOTAS:
1) Fator térmico do TC = 1,2.
2) Transformadores de potencial de relação 69:1, para tensão 13,8kV e 175:1 para tensão de
34,5kV.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 25/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS EM TENSÃO PRIMÁRIA TABELA - 5

NUMERO DE POTÊNCIA ELO FUSÍVEL


FASES kVA 13,8 kV 34,5 kV
5 1H 0,5H
10 2H 0,5H
1
15 2H 0,5H
25 3H* 0,5H
15 1H 0,5H
30 2H 0,5H
45 3H 1H
75 5H 2H
112,5 6K 3H
150 8K 5H
225 10K* 6K
3
300 15K 8K
500 25K 10K
750 30K 15K
1000 - 20K
1500 - 25K
2000 - 40K
2500 - 40K
* Utilizar esses elos normalmente. Em caso de queima muito freqüente devido a partida de motores,
usar elo imediatamente superior.

DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTOS DE BAIXA TENSÃO TABELA - 6

BARRA DE
COBRE BARRA DE BARRA DE BARRA DE
CORRENTE CORRENTE
SEÇÃO COBRE SEÇÃO COBRE SEÇÃO COBRE SEÇÃO
MÁXIMA MÁXIMA
TRANSVERS TRANSVERSAL TRANSVERSAL TRANSVERSAL
(A) (A)
AL (pol.) (mm) (pol.)
(mm)
96 12,70 x 1,59 ½ x 1/16” 595 50,80 x 4,77 2 x 3/16”
128 19,00 x 1,59 ¾ x 1/16” 700 50,80 x 6,35 2 x ¼”
144 12,70 x 3,18 ½”x 1/8” 800 25,40 x 12,70 1 x ½“
176 25,40 x 1,59 1 x 1/16” 850 63,50 x 6,35 2 ½ x ¼”
208 19,00 x 3,18 ¾ x 1/8” 1000 70,20 x 6,35 2 ¾ x ¼”
250 25,40 x 3,18 1 x 1/8” 1010 50,80 x 12,70 2 x ½”
340 25,40 x 4,77 1 x 3/16” 1130 88,90 x 6,35 3 ½ x ¼”
370 38,10 x 3,18 1 ½ x 1/8” 1250 101,60 x 6,35 4 x ¼”
400 25,40 x 6,35 1 x ¼” 1425 76,20 x 12,70 3 x ½”
460 38,10 x 4,77 1 ½ x 3/16” 1810 101,60 x 12,70 4 x ½”
544 38,10 x 6,35 1 ½ x ¼“
NOTA:
1) O barramento de cobre foi dimensionado de modo a suportar uma elevação máxima de 30ºC em
relação a temperatura ambiente.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 26/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DOS CONDUTORES ISOLADOS PARA RAMAL


TABELA - 7
DE ENTRADA EM B.T.
COND. ISOL. P/
COND. ISOL.
SEÇÃO DO CONDUTOR DE COBRE (mm²) 0,6/1 kV, EPR OU XLPE A
P/750V, PVC 70ºC (A)
90ºC (A)
10 50 66
16 68 88
25 89 117
35 110 144
50 134 175
70 171 222
95 207 269
120 239 312
150 275 358
185 314 408
240 370 481
300 426 553
400 510 661
500 587 760
NOTA: Valores obtidos das tabelas 36 e 37 da NBR-5410.

MUFLAS TERMINAIS 13,8 E 34,5KV TABELA – 8

TERMINAIS UNIPOLARES DE MÉDIA TENSÃO 13,8 E 34,5kV


INSTALAÇÃO EXTERNA INSTALAÇÃO INTERNA
TERMOCONTRÁTEIS (c/saia) TERMOCONTRÁTEIS
DE PORCELANA DE PORCELANA
MODULARES (c/saia) MODULARES (c/saia)
CONTRÁTEIS À FRIO (c/saia) CONTRÁTEIS À FRIO
------ ENFAIXADOS
OBS.: Para instalação de cabos isolados de média tensão (EPR/XLPE) devem ser
utilizados Terminais Unipolares de Baixa Tensão.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 27/92


Rede Primária de Distribuição
Ponto de Entraga

B
A

EMISSÃO: Agosto/10
Condutor do Ramal de Ligação

REVISÃO: 02
D ESEN H O 01

Distância Máxima 50m


Opção Aérea
Via Pública
E M T E N S Ã O S E C U N D Á R IA - E M P O S T E

Limite de Propriedade
R A M A L A É R E O -E N T R A D A D E S E R V IÇ O M E D IÇ Ã O
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

28/92
Opção Subterrânea
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM

A Entrada de Serviço
A B Ramal de Ligação
B C Ramal de Entrada Aéreo
C Ramal de Entrada Embutido
Rede Primária de Distribuição

EMISSÃO: Agosto/10
Condutor do Ramal de Ligação

Ponto de Entrega

Subestação do Consumidor

REVISÃO: 02
D E S E N H O 02

Distância Máxima 50m


Via Pública

Limite de Propriedade
E M T E N S Ã O S E C U N D Á R IA - E M C A B IN E
R A M A L A É R E O -E N T R A D A D E S E R V IÇ O M E D IÇ Ã O

Medição
CELPA
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

29/92
A D Entrada de Serviço
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM

A B Ramal de Ligação
B C Ramal de Entrada Aéreo
C D Ramal de Entrada Interno
Rede Primária de Distribuição

EMISSÃO: Agosto/10
Opção Ramal de Entrada Aéreo Ponto de Entrega
B

Ponto de Entrega

Opção Ramal de Entrada Subterrâneo

REVISÃO: 02
Distância Máxima 10m
R am al Aéreo
D ESEN H O 03

Via Pública
Limite da Propriedade
OU
M ED IÇ Ã O EM T EN SÃ O PRIM ÁRIA

E
R am al S ubterrân eo
R AM AL AÉR EO O U SU BT ER RÂ N EO - EN T RA D A D E SERV IÇ O

Eletr. Ferro Galvanizado


1,0 0m
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

30/92
A B Ramal de Ligação Aéreo
A E Entrada de Serviço
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM

A C Ramal de Ligação
C D Ramal de Entrada Subterrâneo
D E Ramal de Entrada Interno
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 04-01
AFASTAMENTOS MÍNIMOS – CONDUTORES A EDIFICAÇÕES

C
B
C

D
D

a b c
A f a s t a m e n t o s h o r iz o n t a l e v e r t ic a l A f a s t a m e n t o v e r t ic a l e n t r e o s c o n d u t o r e s e p is o d a s a c a d a ,
e n tre o s c o n d u to re s e m u ro t e r r a ç o o u ja n e la d a s e d if ic a ç õ e s

A A

B B

d e f
A f a s t a m e n t o h o r iz o n t a l e n t r e o s A f a s t a m e n t o h o r iz o n t a l e n t r e o s A f a s t a m e n t o s h o r iz o n t a l e v e r t ic a l e n tr e
c o n d u t o r e s e p is o d a s a c a d a , t e r r a ç o c o n d u t o r e s e p a r e d e d e e d if ic a ç õ e s o s c o n d u t o r e s e c im a lh a e t e lh a d o d e
e ja n e la d a s e d i fi c a ç õ e s e d if ic a ç õ e s

g
A f a s t a m e n t o s h o r iz o n t a l e v e r t ic a l e n t r e
o s c o n d u t o r e s e p la c a s d e p u b lic id a d e

AFASTAMENTOS MÍNIMOS (mm)


PRIMÁRIO
SÓ SECUNDÁRIO
Fig. Nº 15 kV 36,2 kV
A C A C B D

a 1 000 3 000 1 200 3 200 500 2 500


b - 1 000 - 1 200 - 500
c - 3 000 - 3 200 - 2 500
d 1 500 - 1 700 - 1 200 -
e 1 000 - 1 200 - 1 000 -
f 1 000 - 1 200 - 1 000 -
g 1 500 - 1 700 - 1 200 -
NOTAS:
a) Se os afastamentos verticais das figuras b e c não podem ser mantidos, exigem-se os afastamentos horizontais da figura d.
b) Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas, terraços ou janelas for igual ou maior do que as dimensões das figuras
b e c, não se exige o afastamento horizontal da borda da sacada, terraço ou janela da figura d, porém o
c) Para se obter o valor de B, se necessário, deve ser usado afastador de armação secundária, para as figuras d, e e afastamento da
figura e deve ser mantido.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 31/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 04-02

AFASTAMENTOS MÍNIMOS – CIRCUITOS DIFERENTES

36,2 kV

15 kV

1 kV

C O M U N IC AÇ ÃO E
C A BO S A TER R A D O S
6 000
6 000
9 000
9 000

7 000
7 000

5 000
5 500
6 000
6 000

4 500
4 500
6 000
6 000

6 500
6 500
6 500
6 500
6 000
6 000

3 000
3 500
5 500
5 500

3 000
4 500
5 500
5 500
FE R R O V IA S N ÃO R O D O VIAS R U AS EN T R A D AS D E R U A S E V IAS ES TR AD A S R U R A IS E VIAS EX C LU S IVA S
ELET R IFIC AD AS O U A VE N ID AS PR É D IO S E EX C LU SIV AS A Á R EA S D E PLAN TIO D E P ED E ST R E EM
N Ã O E LE TR IFIC ÁV EIS D EM A IS LO C A IS PE D ES TR E S C O M T R Á FE G O D E Á R E AS R U R AIS
D E U SO EM Á R E AS M Á Q U IN AS
R ES TR IT O A U R B AN A S
A G R ÍC O LA S
V EÍC U LO S

ENTRE CONDUTORES DE CIRCUITOS DIFERENTES


CIRCUITO
TENSÃO NOMINAL- E (V)
SUPERIOR
CIRCUITO
E ≤ 600 600 < E ≤ 15000 15000 < E ≤ 35000
INFERIOR
COMUNICAÇÃO 600 1400 1800
U≤1 600 800 1000
1 < U ≤ 15 - 800 900
15 ≤ U ≤ 36,2 - - 900
AFASTAMENTOS PARA CRUZAMENTOS DE LINHA DE TRANSMISSÃO
TENSÃO (kV) 69 138 230 345 500
DISTÂNCIA (mm) 3700 4400 5300 6500 8000

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 32/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D E S E N H O 0 4 -0 3
A F A S T A M E N T O S M ÍN IM O S - C O N D U T O R E S A O S O L O

2500 min.
R e d e T e le fô n ic a

2000 min.
500

O u t-d o o rs ,
R e ló g io s , P o n to s C o m e r c ia is
S e m á fo ro s e
R a d a re s
E d ific a ç õ e s d e
R a io = 2 5 0 0 m ín .
R a io = 2 5 0 0 m ín . P a r a d a s d e Ô n ib u s
C a lç a d a

ENTRE CONDUTORES E O SOLO

DISTÂNCIA MÍNIMA (mm)

NATUREZA DO LOGRADOURO TENSÃO NOMINAL


COMUNICAÇÃO E
E (kV)
CABOS ATERRADOS
U≤1 1 < U ≤ 36,2
Vias exclusivas de pedestre em áreas rurais 3 000 4 500 5 500
Vias exclusivas de pedestre em áreas urbanas 3 000 3 500 5 500
Estradas rurais e áreas de plantio com tráfego de
6500 6500 6 500
máquinas agrícolas
Ruas e avenidas 5 000 5 500 6 000
Entradas de prédios e demais locais de uso
4 500 4 500 6 000
restrito a veículos
Rodovias 7 000 7 000 7 000
Ferrovias não eletrificadas e não eletrificáveis 6 000 6 000 9 000
NOTA:

1- Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos é de 12 m para tensões até 36,2 kV,
conforme NBR 14165.

ENTRE CONDUTORES DE UM MESMO CIRCUITO


TENSÃO NOMINAL- U (kV) DISTÂNCIA VERTICAL MÍNIMA NA ESTRUTURA (mm)
U≤1 200
1 < U ≤ 15 500
15 < U ≤ 36,2 600

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 33/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 05-01
INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 25 KVA, 7,96 KV A 19,92 KV
RAMAL AÉREO, ESTRUTURA DE MONTAGEM

Ver Nota

05 03
07 02 06
20

08
04
70

13
08,12
09,10 11
22
13
120

14
OPÇÃO PARA INSTALAÇÃO
16 DO PARÁ-RAIO
17
NEUTRO
19
FASE

08,12
FASE 15
07
18

01
19
07

21
21

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

FIXAÇÃO DOS DUTOS DE PROTEÇÃO


DAS PRUMADAS DE TERRA

NOTA :
Para a tensão de 7,96 kV deve-se utilizar 02 isoladores de disco na estrutura.
O transformador deve ser instalado sempre no lado de maior esforço do poste.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 34/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 05-02
INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 25 KVA, 7,96 KV A 19,92 KV
RAMAL AÉREO, PADRÃO MONOFÁSICO - MEDIÇÃO DIRETA

Ver Nota 1

07

23
5500(vias urbanas)

24
25
27
3000

26
28
O neutro do secundário deve
ser conectado a haste prumada

caixa de inspeção de
19
terra - Ver desenho 29.
Ver Nota 3
29
Aterramento da AT

Aterramento da BT
Afastamento - Ver Nota 2

Detalhe da entrada

NOTAS :
(1) Para a tensão de 7,96 kV deve-se utilizar 02 isoladores de disco na estrutura.
(2) 7,96 kV - Entre 15 m e 25 m
19,92 kV - Entre 10 m e 15 m
(3) O nº de hastes de aterramento deve ser dimensionado para atender o valor de resistência de terra abaixo:

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 35/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 06

INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 225 kVA


RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO - MEDIÇÃO INDIRETA EM POSTE

1200 600
13 02
08,10 07,08 03

04
12
800

07 09 08,10,11
17
14
05 17 06,18

0
0
0
100
0
0
150

95

40
15
40
15
10
Opção para instalação
19 do pára-raio
20

22
27
1000

21
33
01
26 29 VISTA SUPERIOR
28

FONTE
4500

34

MEDIÇÃO CELPA

31 30
3000

32
1500

CARGA
Opção saída subterrânea
15
DIAGRAMA UNIFILAR

23,24,25 1000 Caixa de aterramento


ver desenho nº 29
2400

16

3000 3000

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

NOTAS:

1 - A potência do transformador deverá ser de até 225 KVA, sendo o lado de tensão primária em triângulo e o de tensão secundária,em estrela.
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de pedestres e 5.0 m com trânsito de veículos
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominal mínima de 300kgf para subestação de 112,5 kVA e 600kgf para subestações até 225 kVA
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Cotas em milímetro.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 36/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

Desenho 07
Instalação ao Tempo em Poste até 225 kVA
Ramal Aéreo, Padrão Trifásico - Medição indireta em Mureta

1200 600
800
1300

0
0
0
100
0
0
150
Opção para instalação

95

40
15
40
15
10
de pararaio
1000

VISTA SUPERIOR

FONTE

MEDIÇÃO CELPA

100 200 A 200 100 220 280


CARGA

DIAGRAMA UNIFILAR
Desenho nº 32
2000

1980

37 38
1600

39
25

270
130

20

28,29,30 caixa de aterramento


21

3000 3000 1000


NOTAS:

1 - A potência do transformador deverá ser de até 225 KVA, sendo o lado de tensão primária em triângulo e o de tensão secundária,em estrela.
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de pedestres e 5.0 m com trânsito de veículos.
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominal mínima de 300kgf para subestação de 112,5 kVA e 600kgf para subestações até 225 kVA
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Cotas em milímetro.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 37/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 08

INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 75 kVA PARA 120/127V E 112,5 kVA PARA 380/220V
RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO - MEDIÇÃO DIRETA EM POSTE

1200 600
02 03
07,08 13

04
08,10,11 12
800

09
07
05 17
06,18 14

0
0
0
100
0
0
150

95

40
15
40
15
10
Opção para instalação
19 de pára-raio
20
22
21 27
1000

29 VISTA SUPERIOR
01

28

FONTE

26

33

MEDIÇÃO CELPA
31 30
3000

32

Opção Saída CARGA


Subterrânea
DIAGRAMA UNIFILAR
15

23,24,25 Caixa de aterramento


ver desenho Nº 29
16

3000 3000 1000

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL


NOTAS:

1 - A potência do transformador deverá ser de até 75 KVA, sendo o lado de tensão primária em triângulo e o de tensão secundária,
em estrela.
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de pedestres e 5.0 m com trânsito de veículos
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominal de 300kgf.
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Cotas em milímetro.
Obs.: Este padrão aplica-se para unidade consumidora com opção de faturamento pela tarifa do grupo B ( tensão secundária ).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 38/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

Desenho 09
Instalação ao Tempo em Poste até 75 kVA para 220/127V e 112,5 kVA para 380/220V
Ramal Aéreo, Padrão Trifásico - Medição direta em Mureta

1200 600
800

0
0
0
100
0
0
1300

150

95

40
15
40
15
10
Opção para instalação
de pararaio
1000

VISTA SUPERIOR

FONTE

MEDIÇÃO CELPA

220 280
100200 800 200 100
CARGA

DIAGRAMA UNIFILAR
2000
2000

1980

25
1600

270

caixa de aterramento
2400

1000

3000 3000

NOTAS:

1 - A potência do transformador deverá ser de até 75 KVA, sendo o lado de tensão primária em triângulo e o de tensão secundária,em estrela.
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de pedestres e 5.0 m com trânsito de veículos.
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominal mínima de 300kgf.
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Cotas em milímetro.
Obs.: Este padrão aplica-se para unidade consumidora como opção de faturamento pela tarifa do grupo (tensão secundária).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 39/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 10
INSTALAÇÃO AO TEMPO EM BANCADA, 225 kVA
RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO - MEDIÇÃO INDIRETA EM POSTE

03 02
32 14
04 17
05 800 900
08,09
07,18 13
14
32

VISTA SUPERIOR
12 10
15
FONTE
01
19
24

11
MEDIÇÃO CELPA
ver detalhe 'A' 06
26 desenho 24
29

23
Ver Nota 2

CARGA
25
DIAGRAMA UNIFILAR
Ver Nota 3

30

27

28 31
3000
1500

15
Caixa de aterramento
20,21,22 ver desenho nº 29
2400

16

BASE CONCRETADA
Caixa de passagem
ver desenho nº 28
L L

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

NOTAS:

1 - O transformador será de 225 kva, sendo o lado de tensão primária em triângilo e o de tensão secundária, em estrela
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de
. pedestres e 5.0 m com trânsito
de veículos.
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6- A base do poste deverá ser concretada e com tração nominal mínima de 300kgf.
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados
8 - Cotas em milímetro.

9- A distância entre as hastes deve ser de 3 m (L=3m).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 40/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 11
INSTALAÇÃO AO TEMPO EM BANCADA, 225KVA
RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO - MEDIÇÃO INDIRETA EM MURETA

800 900

VISTA SUPERIOR

FONTE

MEDIÇÃO CELPA
ver detalhe 'A'
desenho 24
Ver Nota 2

CARGA

DIAGRAMA UNIFILAR
Ver Nota 3

Mureta
ver desenhos nº 32

100

p/ o centro
de proteção
geral Caixa de aterramento
ver desenho nº 29
2400

Caixa de passagem
ver desenho nº 28

BASE CONCRETADA

L L

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

NOTAS:

1 - O transformador será de 225 kVA, sendo o lado de tensão primária em triângilo e o de tensão secundária, em estrela
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de
. pedestres e 5.0 m com trânsito
de veículos.
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominal mínima de 300kgf.
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Cotas em milímetro.

9- A distância entre as hastes deve ser de 3 m (L=3m).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 41/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 12
INSTALAÇÃO AO TEMPO EM BANCADA, 300KVA
RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO - MEDIÇÃO INDIRETA EM POSTE

800 900

VISTA SUPERIOR

FONTE

MEDIÇÃO CELPA
ver detalhe 'A'
33
TC'S
desenho 24
Ver Nota 2

ELETRODUTO O 3X4"
ELETRODUTO Ø 3/4"
CARGA

DIAGRAMA UNIFILAR
Suporte p/ 3 eletroduto
Ver Nota 3

ver desenho 14

CP REDE CP REDE

31

32 DISJUNTOR

Opção saída subterrânia

23,24,25
16
Caixa de aterramento
ver desenho nº 29
2400

BASE CONCRETADA
L L

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

NOTAS:

1 - O transformador será de 300 kVA, sendo o lado de tensão primária em triângilo e o de tensão secundária, em estrela
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de
. pedestres e 5.0 m com trânsito
de veículos.
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominla mínima de 600kgf.
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Cotas em milímetro.

9- A distância entre as hastes deve ser de 3 m (L=3m).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 42/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 13
INSTALAÇÃO AO TEMPO EM POSTE ATÉ 300 kVA
RAMAL AÉREO, PADRÃO TRIFÁSICO - MEDIÇÃO INDIRETA

1200 600
02 03
13
07,08

04
08,10,11
800

09 12
07 17
05
18 14
06 Opção para
instalação de
pára-raio
19 20

27
1
1000

10 0
15 0

40
40

15
10

95

15

0
0

0
0
0

0
TC'S 31

VISTA SUPERIOR
ELETRODUTO Ø 3/4"

ELETRODUTO Ø 3x4"
26 FONTE

Suporte p/ 3 eletrodutos
ver desenho 14

30

CP REDE
MEDIÇÃO CELPA

28
29 DISJUNTOR

CARGA
Opção saída subterrânea
1500

DIAGRAMA UNIFILAR
15

21,22,23
Caixa de aterramento
16 ver desenho nº 29

3000 3000 1000

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL

NOTAS:

1 - O transformador será de 300 kVA, sendo o lado de tensão primária em triângilo e o de tensão secundária, em estrela
2 - A distância mínima da rede de tensão secundária ao piso será de 3.5 m em locais com trânsito de pedestres e 5.0 m com trânsito
de veículos.
3 - A distância do transformador ao piso será de 4.5 m em locais com trânsito de pedestres é 6.0 m com trânsito de veículos.
4 - Se necessario o número de haste de terra será aumentado para que a resistência seja na ordem de 10 .
5 - As ferragens deverão ser galvanizadas.
6 - A base do poste deverá ser concretada e com tração nominla mínima de 1000kgf.
7 - Os números acima indicam a relação de materiais utilizados.
8 - Aplica-se a transformadores de até 1000 kG
9 - Cotas em milímetro.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 43/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D ESEN HO 14
SU PO R TE PA R A 2 O U 3 ELETR O D U T O S - D ETA LH E 4

P o s te

E le tr o d u to (P V C o u A ç o )

10 a 20 m m

D iâ m e tr o A d e q u a d o a o
E le tro d u to

O b s e rv a ç õ e s :
1 - T o d a fe r ra g e m d e v e s e r z in c a d a p o r im e rs ã o a q u e n te .

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 44/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D ESENHO 15
IN S T A L A Ç Ã O A O T E M P O A C IM A D E 3 0 0 k V A
R A M A L A É R E O , P A D R Ã O T R IF Á S IC O - M E D IÇ Ã O E M T E N S Ã O P R IM Á R IA

06
09 08 05 07
28
27 16

650
29
17

18
1 0 ,1 1

04 1000
I n s ta la r c ru z e ta a c a d a m e tro

M a x . 1 .0 0 0
21

26
20
01
2.100

22

23

Base

19 P e d ra B rita d a
CORTE AA'

750 750
min
500

m in m in
500
m in
02 P la c a d e a d v e rtê n c ia
24 v e r d e s -3 1
1 2 ,1 4
P o rtã o
25

A' A'
1 3 ,1 4 ,1 5
min
500

PLAN TA

O b servaçõe s:

1 - A B a s e d e c o n c re to d e v e s e r d im e n s io n a d a e m fu n ç ã o d a c a ra c te ris tic a d o s o lo ,p e s o
e d im e n s õ e s d o tra n s fo rm a d o r.
2 - P o rta e m m a te ria l c o m b u s tív e l e m 2 fo lh a s 1 4 0 0 x 2 1 0 0 .

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 45/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D E S E N H O 16
IN ST ALAÇÃ O AB R IG AD A AT É 300kV A M ED IÇÃO
EM BAIX A TEN S ÃO , EN T RAD A AÉR EA

12
10
* Opcionalmente poderá ser utilizado CH seccionadora c\ abertura sob carga com fusível NH.

13 06 11 09 D esnivel de 2%

05 23 300

300 300
07
02 16
01
400

17 14 03

08

15

02
mín. 5000

18

22

1 - Os núneros listados correspondem a relação de materiais.


19

2 - Dimensões em milimetros, salvo indicações ao contrário.


29
3000

28
32 1800
500
1500
ATÉ 300 KVA

23
30
CARGA

500

21
31
3 25
Caixa de
aterram ento
20
M ED IC ÃO
CELPA
CO R TE B B'

A TERR AM EN TO m ín 2000
m ín.300
NOTAS:

B
Drenagem
mín. 500

m ín.
300 500 500 300

500
03
28
400 400

Fonte
2600

D IAG R AM A U N IFILAR
33
mín. 500

22
V ai às inst.do
4 consum idor
1400

B'
R asgo altura do
piso h= 50cm 26
23 24 M edição CELPA
14 00
S 21 00
29
24 27

PLAN T A BAIXA

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 46/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 17
INSTALAÇÃO ABRIGADA ATÉ 300 KVA MEDIÇÃO EM
BAIXA TENSÃO, ENTRADA SUBTERRÂNEA

Desnivel de 2%

22
300 300

300
2

200

1- Quando tiver para-raio é obrigatório o espaço pra a entrada das


ou
400 6 12

2 - Os núneros listados correspondem a relação de materiais.


1 Janela de ventilação

3 - Dimensões em milimetros, salvo indicações ao contrário.


Ver des. nº 34
ÁREA 18

3000
7 OPCIONAL Grade de proteção
10 16 Ver des. nº 33

Máx. 2000
13
8 4

1800
5 23
Eletroduto Ferro
Galvanizado
1,00m

Sem aérea opcional 11


15

24 12
Caixa de aterramento 14
ver det. nº29 Caixa de passagem
ver des. nº28
CORTE AA'

NOTAS:

muflas.
Eletroduto envelopado em concreto

0.15 mín. 1000 0.15 mín. 2000 0.15


mín. 500
mín. 500

mín. 500 mín. 500


ATERRAMENTO
VER DETALHE

(2) - Pode ser usada a chave seccionadora com fusivel limitador


3
mín. 2600

(1) - Verificar a necessidade de usar pára-raios internamente.


4

mín. 600
8
mín. 500

Vai às inst.do
11 consumidor
A A'
Rasgo altura do
piso h=50cm Medição CELPA
17
20

S
Porta Metálica
1400x2100
Rasgo altura do 17
piso h=50cm
19

PLANTA BAIXA

Carga até 300kVA


Fonte
(2)
(1)
Medição CELPA

DIAGRAMA UNIFILAR

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 47/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 18-01
INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300 KVA
MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA, ENTRADA AÉREA

A'
Drenagem ver 27
19 34
des. nº 30
mín. 500

Porta Metálica
1400x2100
mín. 500
*

22

23

S
24
200

450 450
24
mín 2000

* Esta cota depende da dimensão do transformador


4
mín. 1 26 23
300 36
Altura do piso
h=50cm
mín.
330

mín. 1200
mín. 2000

mín. 600

26
27
Eletroduto F.G. 1 1/2"
29

Medição CELPA
4
ATERRAMENTO

300 500 500 300


Chapa de
aço1700x700x5
A

TP-Ilum.
13.8kv-1000va

Fonte (2)
Carga
52
(2)
(3) RELÉ
Medição CELPA

DIAGRAMA UNIFILAR

NOTAS:

1 - Os núneros listados correspondem a relação de materiais.


2 - Dimensões em milimetros, salvo indicações ao contrário.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 48/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 18-02
INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300 KVA
MEDIÇÃO EM TENSÃO PRIMÁRIA, ENTRADA AÉREA

12
10
13 6 11 9 Desnivel de 2%

5
300

mín.
200
mín.
300

16 400
2 1 Janela para ventilação
ver desenho nº 34
400

17 14
mín 300

16

3 TP Ilum.
13,8kV-100VA 8

2 15
Opcional
mín. 5000

18
mín 3000

8
Grade de proteção
22
ver des. nº 33
3000

Suporte para TC's e TP's,


Ver Des.nº 25 e 26 34

19
25 1800
900

1400

28
33
500

21

Caixa de aterramento
35
ver des. nº 29

20 Porta de
800x2000

CORTE AA'

NOTAS:

1 - Os núneros listados correspondem a relação de materiais.


2 - Dimensões em milimetros, salvo indicações ao contrário.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 49/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D E S E N H O 1 9 -0 1
IN S T A L A Ç Ã O A B R I G A D A A C IM A D E 3 0 0 K V A
M E D IÇ Ã O E M T E N S Ã O P R IM Á R IA , E N T R A D A S U B T E R R Â N E A
ATERRAMENTO

VER DETALHE

A'
3
0.15

mín. 500

Porta Metálica
1400x2100
m ín . 5 0 0 m ín . 5 0 0
*

18
mín. 500
0.15

17
mín. 500

Porta Metálica
1400x2100
m ín . 5 0 0 m ín . 5 0 0
*

mín. 500
21

PLANTA BAIXA
S
0.15

mín. 500

16
16

450 450

Obs.: O segundo cubiculo pode ser dispensado caso não esteja previsto TP de emergência.
mín.2000

A ltu ra d o p is o h = 5 0 c m
1

mín. 500

23
0.15

* Estas cotas serão em funcão da dimensões dos transformadores.


OPCIONAL
mín.1200

M in .
20

250

A ltu ra d o p is o h = 5 0 cm
M in . 1 2 0 0
0.15

21

250 450 450 250


espaço reservado
p/ TC's e TP's

M in . 6 0 0
mín.2200

E le tr o d u to F .G Ø 1 1 /2 "
19
0.15

M e d içã o C E L P A
3

ATERR AM EN TO
VER DESENHO N ° 29
A

P L A N T A B A IX A

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 50/92


EMISSÃO: Agosto/10
Desnivel de 2%

25 26 21 21

300
300
1

200
20
400 11 11
1 11 11
Opcional p/
OPCIONAL Banco de Capacitor

2300
15 15
7
10 Grade de
3000

proteção
12
12
23
1800

900

1500
1400
1400
Suporte para TC e TP ver des.
5
nº 25 e 26

500
14

REVISÃO: 02
Caixa de Caixa de 14 Caixa de
24 24
aterramento passagem aterramento
ver det. nº29 13 ver des. nº28 ver det. nº29
13

Eletroduto envelopado em concreto


CORTE AA'
DESENHO 19-02

TP-Ilum.
13.8kv-1000va NOTAS:

Carga 1 - Os núneros listados correspondem a relação de materiais.


2 - Dimensões em milimetros, salvo indicações ao contrário.
INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300 KVA

(1)
(2)
Fonte 52
MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO, ENTRADA SUBTERRÂNEA

(2)
(3) (3)
Medição CELPA RELÉ Carga
(1)
DIAGRAMA UNIFILAR
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

51/92
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 20-01
INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300 KVA
CABINE DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO EM ALTA TENSÃO , ENTRADA AÉREA

0.15 0.15 0.15


mín. 2000 mín. 2000
ATERRAMENTO

A A'

Min.
300
Dreno
Min. 100x100
330 33
7 20
mín. 2750

300
1
300

376

450

500
500
500

450

500
500
500

376

300
Min. Min.
300

500 500
22
23,24
Porta 800x200

Chapa de
4
aço1700x700x5 22,23,24
27

Medição CELPA

34 (6kg)CO
2
32 Min. 400
S 35
Porta Metálica
Rasgo altura 0.5m 1200x2100
32 37
(6kg)CO 4
2

PLANTA BAIXA

TP-Ilum.
13.8kv-1000va

RELÉ
(2)
TP
Fonte 52 Carga
(2) TC
(3) (3)
Medição CELPA

DIAGRAMA UNIFILAR

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 52/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 20-02
INSTALAÇÃO ABRIGADA ACIMA DE 300 KVA
CABINE DE MEDIÇÃO/PROTEÇÃO EM MÉDIA TENSÃO , ENTRADA AÉREA

12 12
10 10
13 6 11 9 Desnivel de 2% 9 11 6 13

5 31 5
300

300
7 7
300

300
17 17
2 2
1
Janela para ventilação
400

400
ver desenho nº 34

18 14 Min 300 14 18

17
19
8

2 15 2
Min. 5000

Min. 5000
Min 3000

8
30

Suporte para TC's e TP's


ver det nº 26 e 26
3000

3000

21
21
1800

20
16

25 29

Caixa de
aterramento 4
ver des. nº 29 26 26

CORTE AA'

NOTAS:

1 - Os números listados correspondem a relação de materiais.


2 - Dimensões em milimetros, salvo indicações ao contrário.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 53/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D ESEN HO 21
IN S T A L A Ç Ã O A B R IG A D A A C IM A D E 3 0 0 K V A
C A B IN E D E M E D IÇ Ã O /P R O T E Ç Ã O E M M É D IA T E N S Ã O , E N T R A D A S U B T E R R Â N E A

D e s niv e l de 2%

26 26
11

200

200
15 400 400
1 11 20 23

ÁREA

3500
O P C IO N A L
13
17 9

2300
24
18
19
3

1800
10 20 25
E le tro du to F e rro
1500

S u p o rte p a ra T C e T P
900

G a lv a n iza do 6
ve r d e s . n º 2 5 e 2 6 17
1,00m

4
500

12 14
14
C a ixa d e
6 a te rra m e n to
C a ixa de C a ix a d e
8 p a s sa ge m 7 v e r d e t. n º2 9
ate rra m e nto 8
v er d e s. nº2 9 v er d e s. nº2 8
E le tro du to e n ve lo p a do e m co n cre to

CORTE AA'

0 .15 M in .2 2 00 0 .15 M in .1 20 0 0 .1 5 M in .2 5 00 0 .1 5

e s pa ç o re se rva do
p / T C 's e T P 's
27 15
A T E R R A M EN T O 13 1
VER DETALHE
3

ÁREA
O P C IO N A L
22

M edição C E LPA
altura do vis o r de
1 ,6 5 m
A 16 16 A'
27 5
S
P o rta M e tá lica
1 4 0 0 x 21 0 0
Min. 600

5 25 Lâ m p a d a d e E m e rg ê n cia

PL A N T A B A IXA

T P Ilu m in a çã o
1 3 .8 k v -1 0 0 0 kva

(2 )
F o n te 52
(2 )
(3 ) R E LÉ
(1 )
M e d iç ão C E LP A

D IA G R A M A U N IF ILA R
N O TAS:
(1 ) V e rifica r a n e ce ssida de de u sa r
1 - O s n ú n e ro s lista do s c o rre sp o n de m a re la çã o d e m a te ria is.
p á ra -ra io s in te rn a m e n te .
2 - D im e n sõ e s e m m ilim e tro s, sa lvo in dica çõ e s ao c on trá rio .

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 54/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 22-01
CUBÍCULO BLINDADO DIMENSÕES

1000

1000 1000

1200
Frente

Placa de advertência Porta em material combustível


Ver desenho nº 29 em 2 folhas 1400 X 2100

Notas:
1 - A cabine de alvenaria deverá ter o pé direito mínim o de 3.00m.Nos locais com passagens de viga,
será admitido um m ínim o de 2,50m na face inferior da m esm a.
2 - As cotas indicadas no desenho são as m ínimas adm issíveis.
3 - Os extintores não devem ser colocados no interior da subestação. O local de instalação deverá ser
de fácil aceso protegido contra as intem péries e sem im pedimento a sua rápida utilização.
4 - A medição deve ficar no corpo ou na parede em frete ao cubículo.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 55/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 22-02
CUBÍCULOS DE ENTRADA

TP de Proteção
1

TC Disjuntor

Relé
TC de Proteção
2 TP

N B
Para caixa CM-4 50/51
Alimentação FeN
CELPA No-Break

Saída

Cubículo de Cubículo de Medição Cubículo de Proteção e de Saída


Entrada CELPA

3
Caixa de
passagem

Derivação
Rede da CELPA
DIAGRAMA UNIFILAR

Notas:
1 - Os cubiculos de entrada, de medição CELPA e de proteção e saída deverão ser
providos de, no mínimo, dois dispositivos para lacre CELPA em cada cubículo.
2 - Esse cubículo deverá ter os ensaios de tipo e ser construído conforme a NBR 6979.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 56/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D ESENH O 22-03
CUBÍCULOS D E ENTRAD A

1 Relé

TC TC de
proteção D isjuntor

TP
N o-Break
2 N B

Para caixa
CM -4
Alim entação TP de
Proteção
Saída
CELPA

Cubículo de Entrada e Cubículo de Cubículo de Proteção e


M edição CELPA Proteção de Saída

3
Caixa de
passagem

D erivação
R ede da CELPA

DIAG RAM A UNIFILAR

Notas:

1 - O s cubiculos de entrada, de m edição CELPA e de proteção e saída deverão ser


providos de, no m ínim o, dois dispositivos para lacre CELPA em cada cubículo.
2 - Esse cubículo deverá ter os ensaios de tipo e ser cpnstruído conform e a N BR 6979
,

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 57/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 23-01
RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEA COM 4
CABOS ( 1 RESERVA ) POSTE DE 11 m

600 1200

600
1000
Terminal Mufla
800

CORTE AA'
6700

5000
r=
9
00

1000

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 58/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D E S E N H O 2 3 -0 2
RAM AL DE ENTRADA SUBTERRÂNEA
D ETA LH ES A , B e C

C O R T E A -A
s e m e s c a la

D u to P V C Ø 2 0 m m
A r g a m a s s a ( c im e n t o e a r e ia ) t r a ç o 1 : 6
D u to g a lv a n iz a d o
Ø 100m m
D u to P V C 1 0 0 m m
D u t o g a lv a n iz a d o Ø 4 " 1 0 0 m m r e s e r v a

150
Luva de PVC 100m m

100
C o n c r e t o s im p le s tr a ç o 1 : 3 :5
150
500

D e t a lh e " A "

50 100 50 100 50

D E T A LH E "A "

100 150 100


100

A A
100

350 D E T A LH E "B" D E T A LH E "C "


150
50

0
90
r=

1000
50

1000

N o t a : D im e n s õ e s e m m ilím e t r o s

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 59/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 24
DETALHE DO SUPORTE PARA SUBESTAÇÃO
EM BANCADA

Ver detalhe 'A'

Cantoneira perfilada

Peça de aço perfilado


de com prim ento adequado

Parafuso de cabeça quadrada


Ø 16m m ., com prim . adequado

DETALHE A

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 60/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D ESEN H O 25
SU PO RTE PAR A IN STALAÇÃO D E TRAN SFO RM AD O R D E
PO TEN CIAL E TR AN SFO R M ADO R D E CO RREN TE PARA 15 KV

te
fo n
6
13
ra
pa 10
0
do
o lt a 45 46
0
ov 10
0
la d
E ste 1 ,5
15
10
13 10
0
45
0
10

1 ,5
15
21
0
10 79
45 80
0
10 10
6 0
13 80 ro
fe r / 2 "
79 de 1 1
21 u to do Ø
d
t ro iz a
E l ea l v a n
g

C aixa de passagem de
50x100 em ferro esm altado
ou condulete de alum ínio
fundido com tam pa de ferro 46
0
ou baquelite.
900
1400

Eletroduto de ferro
galvanizado Ø 1 1/2"

Furo de Ø 11(7/16") para


500

aterram ento.

Detalhe de fixação Parafuso de Ø 13(1/2") p/


do suporte no piso fixação, chum bado no piso
Caixa de passagem com dim ensões Ferro em 'L' de
m ínim as internas de 100x50x50 em 38x3 8x4,8 Chapa de 9,5(3/8")
Ver detalhe ferro esm altado com tam pa de ferro soldada no ferro 'L'
ou baquelite.
120

Eletroduto aço galvanizado


Ø 1 1/2"

N ota: Dim ensões em m m

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 61/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 26
SUPORTE PARA INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR DE POTENCIAL
E TRANSFORMADOR DE CORRENTE PARA 36,2 KV

te
f on 38
ar a 6
37 0 88
op 10
lt ad
o 45 59
ov 0 2
lad 10
E s te
0
20
52
17 0
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10 10
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21
0
10 80
45 10
6 0
37 10
0
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0
o
88 10 ad
38
0
a n iz
80
alv
21 og
fer r
e
od
t
du
tro 2"
E l e 1/
Ø1

Caixa de passagem de 59
2
50x100 em ferro esmaltado
ou condulete de alumínio
fundido com tampa de ferro
900

ou baquelite.
1400

Eletroduto de ferro
galvanizado Ø1 1/2"

Furo de Ø 11(7/16") para


aterramento.
500

Detalhe de fixação Parafuso de Ø 13(1/2") p/


do suporte no piso fixação, chumbado no piso
Caixa de passagem com dimensões Ferro em 'L' de
mínimas internas de 100x50x50 38x38x4,8 Chapa de 9,5(3/8")
soldada no ferro 'L'
Ver detalhe em ferro esmaltado com tampa
de ferro ou baquelite.

Eletroduto aço galvanizado


Ø 1 1/2"
Nota: Dimensões em mm

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 62/92


Isolador de disco

EMISSÃO: Agosto/10
200
Ver Det. A
Bucha de passagem
uso externo-interno
Olhal de Ø 13mm 480
no Max.
Ver Det. B
Parafuso de cabeça quadrada
de 250mm
Braçadeira de Material
não magnético
Cabo de cobre nú #50mm2

Placa de advertência
ver Des. nº 29

Manilha de Ø 13mm
DESENH O 27

REVISÃO: 02
30 00
FACHADA PARA SUBESTAÇÃO

FACHADA DA SUBESTAÇÃO

NOTAS:

Para-Raio 1 - Os parafusos p/ fixação da cadeia de isoladores deverão ser colocados por ocasião da
concretagem da laje
Cantoneira L
(13x38x5mm)
DETALHE A
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

2 - Para transformadores de potência acima de 500kva, deverá ser construído um


dispositivo de drenagem do óleo

63/92
200 150
3 - Não se permite material combustivel na subestação, inclusive o da porta de entrada
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM

4 - Deverá ser utilizado apenas dois isoladores de disco para subestações com tensão de
300
15 kv, e três para tensãode 34,5kv
DETALHE B
NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 28
CAIXA DE PASSAGEM

.50 .50 .50


Nivel do solo quando a
caixa estiver fechada

.50 .50
FERRAGEM

.30
LACRE O 1'

DETALHE A
VER DETALHE A

LACRE
FERRAGEM
A A'

Dispositivo p/ Lacre O 2'


B

SEIXO

CORTE AA'
C

ALÇAS
C

FERRAGEM
TAMPA DE CONCRETO
COTYAS (mm)
CAIXA (DIM).
A B C
1000X1000X1000 1000 1000 1000

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 64/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D E S E N H O 29
D ETALH E DE C ONSTRUÇÃO
S IS T E M A D E T E R R A

C ab o d e C ob re nú

C a ixa d e In sp eçã o

260

.2 0 .2 0 C on ec to r o u S olda
E x o té rm ica
30

H as te de terra de aç o
150

c o brea d o de O 5/8 ' x 24 00 m m


250

B rita n°2
100

C a b o de c ob re n ú

1 00 ,07

C O R T E A -A

A A
200

200

300

D E T A LH E A

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 65/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 30
DRENO PARA O ÓLEO

COLOCAR PEDRA BRITADA


150

NÍVEL MÁXIMO

300

PROF. ADEQUADA
POÇO DE DESCARGA
TUBO Ø 4" VOLUME IGUAL AO
ÓLEO EXISTENTE

CORTE AA' CONCRETO IMPERMEÁVEL PARA


EVITAR INFILTRAÇÃO

A' A'

PLANTA BAIXA

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 66/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 31
PLACA DE ADVERTÊNCIA

BRANCO VERMELHO

PERIGO DE MORTE

PRETO
340

VERMELHO
ALTA TENSÃO
470

BRANCO

PRETO

ATENÇÃO AMARELO
ATENÇÃO
CUBÍCULO PRETO NÃO OPERE
PERMANENTEMENTE ESTA CHAVE
ENERGIZADO AMARELO
SOB CARGA

VERMELHO
AMARELO

BRANCO
EXTINTOR
CO2

200

300

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 67/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 32
MURETA DE MEDIÇÃO

100 200 A 200 100 220 280


55

2000

1980
1600

25

270
130

NOTAS:

1- As dimensões da cota 'A' em milímetro deverá ser:


-Se até 150 kVA - 1800
-Se de 225 kVA - 2000

2- Em caso de utilização de disjuntor ou chaves seccionadoras tripolares com dimensões reduzidas, a cota 'A'
pode ser menor, desde que seja apresentado as características e dimensões dos respectivos equipamentos
no projeto elétrico.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 68/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 33
GRADE DE PROTEÇÃO

300
Detalhe "A"

Placa de Advertência

1100
Detalhe "B"

400
Conector chapa-fio

100
para aterramento

50

40
Ferro
Ø 10mm
50
50

50
50

Pino Móvel

Detalhe "A" Detalhe "B"

Notas:
1 - Cota assinalada com *: Variável de acordo com a largura do compartimento.
2 - A tela metálica deverá ser de malha máxima de 30mm.
3 - Medidas em milímetros.
4 - Escalas: 1/25 : 1/50
5 - Dimenções em mm, salvo medição em contrário.

jlkjklkjlkjlklkl

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 69/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 34
JANELA DE VENTILAÇÃO
(DIMENSIONAMENTO)

A'

TELA METÁLICA
B INTERNA

A'
CORTE A-A'

NOTAS:

1- SUBESTAÇÃO ATÉ 300kVA TERÃO DUAS ABERTURAS PARA CIRCULAÇÃO DE AR,


EM DIMENSÕES MÍNIMAS DE A=1m e B=0,5m CADA (ENTRADA E SAÍDA DE AR).

2- ACIMA DE 300kVA SERÁ 0,004m²/kVA.

3- A ÁREA DE VENTILAÇÃO CALCULADA SE REFERE A SOMA DAS ÁREAS DE ABERTURAS


DE ENTRADA E SAÍDA DE AR.

4- AS ABERTURAS TERÃO COMBOGÓ PROTEGIDOS COM TELA ZINCADA.

5- A TELA METÁLICA DEVERÁ SER DE MALHA MÍNIMA DE 3mm E MÁXIMA DE 10mm.

6- A BASE DA JANELA INFERIOR DEVERÁ SITUAR-SE 500mm DO PISO EXTERIOR.

7- O TOPO DA JANELA SUPERIOR DEVERÁ SITUAR-SE O MAIS PRÓXIMO POSSÍVEL DO TETO


(NO MÁXIMO A 200mm DO MESMO).

8- NO CASO DE SER IMPOSSÍVEL A INSTALAÇÃO DE ABERTURAS DE VENTILAÇÃO NO


CUBÍCULO, DEVERÁ SER FEITA INSTALAÇÃO DE DUTOS DE VENTILAÇÃO COM VENTILADORES.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 70/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

D ES EN H O 35
C A IX A S P A R A M E D IÇ Ã O E P R O T E Ç Ã O E M P O S T E
(P O LIFÁ S IC A S )

C A A

C C

B B B
C M I-2 C M I-1
C M I-3
C A IXA PA RA T RA N SFO R M A D O R D E C O R REN TE
M ED IÇ Ã O IN D IR ET A

C AIX A P AR A M ED ID O R
C PO

D IM EN SÕ ES (m m )
MOD. U TIL IZ A Ç Ã O
A B C
CA IXA D E PR O T E Ç ÃO PA R A TC 's PA R A T R AN SFO R M A D O R
C M I-1 300 450 160
AT É 11 2,5kV A , 1 C AB O PO R FA SE .
CA IXA D E PR O T E Ç ÃO PA R A TC 's. PAR A T R A N SFO R M A D O R
C M I-2 300 450 190
D E 15 0 A 2 25 kV A, 2 CA B O S PO R FA SE .
CA IXA D E PR O T E Ç ÃO PA R A TC 's PA R A T R AN SFO R M A D O R
C M I-3 600 600 320
D E 30 0 kVA , 3 C A B O S PO R FA SE .

C PO 395 260 140 CA IXA PAR A 1 M E D ID O R PO LIFÁS IC O .

N otas:

1 - N o padrão C M I vem inclu so a caixa para TC 's e a caixa C PO .


2 - D im ensõe s em m ilim etros

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 71/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 36
MEDIÇÃO EM POSTE
(Detalhe de Instalação)

MEDIÇÃO DIRETA EM POSTE MEDIÇÃO INDIRETA EM POSTE

Segue para o Transformador Segue para o Transformador

Prensa cabo
Caixa para TC's

Arruela
Eletroduto 1" Eletroduto 1"
PVC PVC

Flange 1"
Flange 1"

Caixa CMD Caixa CPO

Segue p/ Proteção Segue p/ Proteção

QUANTIDADE
ITEM MATERIAL UNIDADES MEDIÇÃO MEDIÇÃO INDIRETA (kVA)
DIRETA
ATÉ 112,5 DE 150 A 225 300
1 Prensa cabo de PVC Unidade - 8 16 24
2 Flange 1” Unidade - 1 1 1
3 Arruelas 1” Unidade - 1 1 1
4 Eletroduto PVC 1” Vara - 1 1 1
5 Caixa CPO Unidade - 1 1 1
6 Caixa CMD Unidade 1
7 Caixa para TC’s – CMI-1 Unidade - 1
8 Caixa para TC’s – CMI-2 Unidade - 1
9 Caixa para TC’s – CMI-3 Unidade - 1
10 Cabo 2,5 mm² Metro - 16 16 16

Obs: A caixa CMD (item 6) é fornecida pela CELPA, demais materiais são de responsabilidade do cliente, devendo
serem disponibilizadas a CELPA por ocasião da instalação da medição.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 72/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

DESENHO 37
CAIXAS PARA MEDIÇÃO E PROTEÇÃO EM MURETA
MONOFÁSICA e POLIFÁSICA

C C

B B
A A

CM - 1, 2 CM - 3

C C

B B
A A

CM-4 CTC-1 e CTC-2


CAIXA PARA MEDIÇÃO POLIFÁSICA CAIXA PARA TRANSFORMADOR
(MEDIDORES kW/kWh E kVArh) DE CORRENTE - 0,6 kV
MEDIÇÃO INDIRETA MEDIÇÃO INDIRETA

DIMENSÕES(mm)
MOD. UTILIZAÇÃO
A B C
MEDIDOR MONOFÁSICO E DISJUNTOR
CM-1 250 160 300 MEDIDOR DIRETA
MEDIDOR POLIFÁSICO E DISJUNTOR
CM-2 345 210 460 P/ SUBESTAÇÃO ATÉ 45kVA-MEDIÇÃO DIRETA
MEDIDOR POLIFÁSICO E DISJUNTOR
CM-3 600 240 550 P/ SUBESTAÇÃO DE 75kVA-MEDIÇÃO DIRETA

MEDIDORES POLIFÁSICOS
CM-4 490 260 570 MEDIÇÃO INDIRETA
TRANSFORMADOR DE CORRENTE
CTC-1 490 260 570 P/ SUBESTAÇÃO ATÉ 150kVA-MEDIÇÃO INDIRETA
TRANSFORMADOR DE CORRENTE
CTC-2 740 320 670 P/ SUBESTAÇÃO DE 225kVA-MEDIÇÃO INDIRETA

Notas:
1- Especificação técnica das caixas ver ETD-18.
2- Dimensões em milímetros.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 73/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

LISTA DE MATERIAIS

REFERÊNCIA DOS DESENHOS N° 05-01 E 05-02

DESCRIÇÃO DE MATERIAIS PADRÃO MONOFÁSICO – 7,96 kV TENSÃO (kV)

ITEM MATERIAL UN 7,96 19,92


01 Poste de concreto armado duplo “T” Pç - -
02 Alça preformada de distribuição Pç - -
03 Olhal para parafuso Pç - -
04 Gancho olhal Pç - -
05 Isolador de disco Pç - -
06 Manilha e sapatilha Pç - -
07 Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a bitola do cabo Pç - -
08 Parafuso de cabeça quadrada de compr. adequado Pç - -
09 Porta-fusível de distribuição Pç - -
10 Elo Fusível de Distribuição, ver tab. 05 Pç - -
11 Chave fusível de distribuição, 300A 1 45
12 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm Pç - -
2
13 Condutor de cobre nú 16 mm Kg - -
14 Pára-raios de distribuição Pç 1 30
15 Transformador de distribuição monofásico, tensão secundária 7, 19,
16 Cabo de cobre isolado, ver tab. 01 m - -
17 Isolador roldana Pç - -
18 Armação secundária 03 estribos Pç - -
19 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01 Kg - -
20 Eletroduto PVC, Ø1/2” Pç - -
Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de aço inoxidável
21 Pç - -
de 32mm com fecho
22 Suporte “T” p/ chave fusível e pára-raios Pç - -
23 Curva 135 graus ou cabeçote Pç - -
24 Eletroduto PVC, ver tab. 01 Pç - -
25 Conjunto de bucha e arruela Pç - -
26 Disjuntor termomagnético, ver tab. 01 Pç - -
27 Caixa p/ medição padrão CELPA Pç - -
28 Poste auxiliar de 7m Pç - -
29 Haste de aço cobreado Ø5/8” x 2400 Pç - -

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 74/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DO DESENHO N° 06 e 07

ITEM MATERIAL ITEM MATERIAL

1 Poste de concreto armado duplo “T” 18 Porta-fusível de distribuição


2 Alça dupla preformada de distribuição 19 Transformador de distribuição
3 Isolador tipo pilar 20 Suporte de transformador duplo “T”
4 Pino Alto-Travante 21 Armação secundária
5 Cruzeta de concreto de 2000mm 22 Isolador roldana
6 Elo Fusível de Distribuição, ver tab. 05 23 Pedra preta
Parafuso de cabeça abaulada de compr.
7 24 Areia Branca
adequado
8 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm 25 Cimento
Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de
9 Mão francesa plana 26 aço inoxidável de 32mm com fecho
Parafuso de cabeça quadrada de compr.
10 adequado
27 Condutor de cobre isolado, ver tab. 01
11 Porca quadrada de compr. adequado 28 Eletroduto ferro galvanizado
12 Pára-raios de distribuição 29 Curva 135 graus ou cabeçote
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a
13 30 Conjunto de bucha e arruela
bitola do cabo
14 Condutor de cobre nu 16mm² 31 Caixa p/ proteção
15 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01 32 Disjuntor termomagnético
16 Haste de aço cobreada 33 Caixa p/ transformador de corrente
17 Chave fusível de distribuição 34 Caixa para medição tipo CP rede

REFERÊNCIA DO DESENHO N° 08 e 09

ITEM MATERIAL ITEM MATERIAL


1 Poste de concreto armado duplo “T” 18 Porta-fusível de distribuição
2 Alça dupla preformada de distribuição 19 Transformador de distribuição
3 Isolador tipo pilar 20 Suporte de transformador duplo “T”
4 Pino Alto-Travante 21 Armação secundária
5 Cruzeta de concreto de 2000mm 22 Isolador roldana
6 Elo Fusível de Distribuição, ver tab. 05 23 Pedra preta
Parafuso de cabeça abaulada de compr.
7 adequado
24 Areia Branca
8 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm 25 Cimento
Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de
9 Mão francesa plana 26
aço inoxidável de 32mm com fecho
Parafuso de cabeça quadrada de compr.
10 adequado
27 Condutor de cobre isolado, ver tab. 01
11 Porca quadrada de compr. adequado 28 Eletroduto ferro galvanizado
12 Pára-raios de distribuição 29 Curva 135 graus ou cabeçote
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a
13 bitola do cabo
30 Conjunto de bucha e arruela
14 Condutor de cobre nu 16mm² 31 Caixa p/ proteção
15 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01 32 Disjuntor termomagnético
16 Haste de aço cobreada 33 Caixa para medição tipo CP rede
17 Chave fusível de distribuição

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 75/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DO DESENHO N° 10

ITEM MATERIAL ITEM MATERIAL


1 Poste de concreto armado duplo “T” 17 Chave fusível de distribuição
2 Alça dupla preformada de distribuição 18 Porta-fusível de distribuição
3 Isolador tipo pilar 19 Transformador de distribuição
4 Pino Alto-Travante 20 Pedra preta
5 Cruzeta de concreto de compr. adequado 21 Areia Branca
Parafuso de cabeça quadrada de compr.
6 adequado
22 Cimento
Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de
7 Elo Fusível de Distribuição, ver tab. 05 23 aço inoxidável de 32mm com fecho
Parafuso de cabeça abaulada de compr.
8 Adequado
24 Condutor de cobre isolado, ver tab. 01
9 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm 25 Eletroduto ferro galvanizado
10 Prensa-fios 26 Curva 135 graus ou cabeçote
Cantoneira de aço perfilado de compr.
11 Adequado
27 Conjunto de bucha e arruela
12 Cabo de aço SM ¼”, 7 fios 28 Caixa p/ disjuntor
13 Pára-raios de distribuição 29 Caixa p/ transformador de corrente
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a
14 30 Caixa para medição tipo CP rede
bitola do cabo
15 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01 31 Disjuntor termomagnético
16 Haste de aço cobreada 32 Condutor de cobre nu 16mm²

REFERÊNCIA DO DESENHO N° 11

ITEM MATERIAL ITEM MATERIAL


1 Poste de concreto armado duplo “T” 15 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01
2 Alça dupla preformada de distribuição 16 Haste de aço cobreada
3 Isolador tipo pilar 17 Chave fusível de distribuição
4 Pino Alto-Travante 18 Porta-fusível de distribuição
5 Cruzeta de concreto de 2000mm 19 Transformador de distribuição
6 Suporte para chave fusível 20 Suporte de transformador duplo “T”
Parafuso de cabeça abaulada de compr.
7 adequado
21 Pedra preta
8 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm 22 Areia Branca
9 Mão francesa plana 23 Cimento
Parafuso de cabeça quadrada de compr. Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de
10 24
adequado aço inoxidável de 32mm com fecho
11 Porca quadrada de compr. adequado 25 Eletroduto ferro galvanizado
12 Pára-raios de distribuição 26 Curva 135 graus ou cabeçote
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a
13 bitola do cabo
27 Condutor de cobre isolado, ver tab. 01
14 Condutor de cobre nu 16mm²

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 76/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DO DESENHO N° 12

ITEM MATERIAL ITEM MATERIAL


1 Poste de concreto armado duplo “T” 17 Chave fusível de distribuição
2 Alça dupla preformada de distribuição 18 Porta-fusível de distribuição
3 Isolador tipo pilar 19 Transformador de distribuição
4 Pino Alto-Travante 20 Flange 1”
5 Cruzeta de concreto de compr. adequado 21 Eletroduto PVC 1”
Parafuso de cabeça quadrada de compr. Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de
6 adequado
22 aço inoxidável de 32mm com fecho
7 Elo Fusível de Distribuição, ver tab. 05 23 Condutor de cobre isolado, ver tab. 01
Parafuso de cabeça abaulada de compr.
8 24 Eletroduto ferro galvanizado
Adequado
9 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm 25 Curva 135 graus ou cabeçote
10 Prensa Cabo 1” 26 Conjunto de bucha e arruela
Cantoneira de aço perfilado de compr.
11 Adequado
27 Caixa p/ disjuntor
12 Cabo de aço SM ¼”, 7 fios 28 Caixa p/ transformador de corrente
13 Pára-raios de distribuição 29 Caixa para medição tipo CPO
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a
14 bitola do cabo
30 Disjuntor termomagnético
15 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01 31 Condutor de cobre nu 16mm²
16 Haste de aço cobreada

REFERÊNCIA DO DESENHO N° 13

ITEM MATERIAL ITEM MATERIAL


1 Poste de concreto armado duplo “T” 17 Chave fusível de distribuição
2 Alça dupla preformada de distribuição 18 Porta-fusível de distribuição
3 Isolador tipo pilar 19 Transformador de distribuição
4 Pino Alto-Travante 20 Suporte de transformador duplo “T”
5 Cruzeta de concreto de 2000mm 21 Pedra preta
6 Suporte para chave fusível 22 Areia Branca
Parafuso de cabeça abaulada de compr.
7 adequado
23 Cimento
Arame de aço galvanizado de 18BWG ou fita de
8 Arruela quadrada de Ø18 x 38mm 24 aço inoxidável de 32mm com fecho
9 Mão francesa plana 25 Eletroduto ferro galvanizado
Parafuso de cabeça quadrada de compr.
10 adequado
26 Curva 135 graus ou cabeçote
11 Porca quadrada de compr. adequado 27 Condutor de cobre isolado, ver tab. 01
12 Pára-raios de distribuição 28 Caixa de proteção
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a 29 Disjuntor
13 bitola do cabo
14 Condutor de cobre nu 16mm² 30 Caixa p/ medição tipo CP Rede
15 Condutor de cobre ou aço cobreado, ver tab. 01 31 Caixa p/ transformador de corrente
16 Haste de aço cobreada

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 77/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DOS DESENHOS N° 14

ITEM MATERIAIS

1 Caixa para medidor polifásico sem disjuntor (CM-4)


Caixa para disjuntor, transformadores de corrente e barramentos (CM-9); quando a montagem for com
2 condutor de 240 mm², utilizar caixa CM-18
3 Eletroduto de PVC, ou de aço, ou niple de 32 mm de diâmetro
4 Plataforma Basculante 500x500 mm
5 Disjuntor termamagnético tripolar, ver tab. 01
6 Barramento de cobre isolado, ver tab. 06
7 Conector para interligar o condutor de proteção de 10mm² entre as caixas CM-9 e CM-4
8 Conector para ser utilizado no condutor de aterramento
Barramento de cobre nu de baixa tensão, fizado na estrutura da caixa CM-9 e instalado em sentido contrário
9 à instalação da caixa CM-4

REFERÊNCIA DO DESENHO Nº 15

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Poste de concreto armado duplo “T” ou circular 15 Porca quadrada de 24 mm – rosca M 16 x 2
2 Cruzeta de concreto de 2400 mm 16 Mão francesa plana
2
3 Isolador tipo pilar 17 Condutor de cobre nu 16 mm
4 Pino alto travante 18 Pára-raio de distribuição
5 Isolador de disco 19 Haste de aço cobreada
6 Olhal para parafuso 20 Tela de arame – malha de 50 x 50 x 3 mm
7 Gancho de suspensão com olhal 21 Arame farpado
8 Manilha e Sapatilha 22 Mourão de concreto para amarração
9 Alça preformada de distribuição 23 Condutor de cobre, ver tab. 01
10 Porta - Fusível 24 Portão metálico 3.000 mm (duas folhas)
11 Elo Fusível de Distribuição, ver tab. 05 25 Cabo de cobre isolado
Parafuso cabeça de abaulada de comp.
12 26 Transformador de distribuição
adequado
Parafuso cabeça quadrada rosca dupla φ16 mm Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a bitola
13 27
comprimento adequado do cabo
14 Arruela quadrada de φ18 x 38 mm 28 Parafuso cabeça de quadrada de comp. adequado
29 Chave fusível de distribuição

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 78/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DO DESENHO Nº 16

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Tubo vergalhão ou barra de cobre 19 Eletroduto PVC rígido rosqueável
2 Condutor de cobre, ver tab. 01 20 Haste de aço cobreada
3 Condutor de cobre nu 25mm² 21 Caixa para inspeção de haste de terra
Grade de Proteção com (tela zincada nº 12BWG
4 Cordoalha de cobre 22
malha de 3cm x 3cm)
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a Janela de ventilação (ou combogó telado, malha de
5 23
bitola do cabo 3cm x 10cm)
6 Isolador de disco 24 Extintor de incêndio
7 Isolador de passagem tipo externo-interno 25 Drenagem
8 Isolador pedestal 26 Luminária para lâmpada de 100W
9 Parafuso de 16mmx200mm tipo chumbador 27 Porta metálica
10 Olhal p/parafuso 28 Condutor de cobre isolado
11 Gancho de suspensão com olhal 29 Caixa para medição tipo CP rede
12 Manilha sapatilha 30 Eletroduto ferro galvanizado
13 Alça preformada de distribuição 31 Curva longa 90 graus
14 Suporte para fixação de pára-raios 32 Bucha e arruela
15 Suporte para fixação de isolador de pedestal 33 Transformador de distribuição
Chapa suporte p/fixação de isolador de
16
passagem
17 Pára-raios de distribuição
18 Chave seccionadora tripolar

REFERÊNCIA DO DESENHO Nº 17

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Tubo vergalhão ou barra de cobre 14 Haste de aço cobreada
2 Condutor de cobre nu 25mm² 15 Caixa para inspeção de haste de terra
Grade de Proteção com (tela zincada nº12BWG
3 Cordoalha de cobre 16
malha de 3cm x 3cm)

4 Condutor de cobre isolado 17 Extintor de incêndio

6 Isolador pedestal 18 Luminária para lâmpada de 100W


7 Mufla terminal 19 Porta metálica
Suporte para fixação de pára-raios e muflas
8 20 Caixa para medição tipo CP rede
Terminais
Abertura de ventilação (ou combogó e painel
9 Suporte para fixação de isolador de pedestal 21
telado malha de 3cm x 10cm)
Janela de ventilação (ou combogó telado, malha
10 Pára-raios de distribuição 22
de 3cm x 10cm)
11 Eletroduto de ferro galvanizado 23 Bucha e arruela
12 Curva longa 90 graus 24 Drenagem
13 Transformador de distribuição

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 79/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DOS DESENHOS Nº 18-01 e 18-02

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Tubo vergalhão ou barra de cobre 20 Haste de aço cobreada
2 Condutor de cobre, ver tab. 01 21 Caixa para inspeção de haste de terra
3 Condutor de cobre nu 25mm² 22 Grade de Proteção com (tela zincada nº12BWG
4 Cordoalha de cobre malha de 3cmx3cm)
5 Conector tipo parafuso fendido de bronze 23 Janela de ventilação (ou combogó telado,
6 Isolador de suspensão malha de 3cmx10cm)
7 Isolador de passagem tipo externo-interno 24 Extintor de incêndio
8 Isolador pedestal 25 Disjuntor Tripolar
9 Parafuso de 16mmx200mm tipo chumbador 26 Luminária para lâmpada de 100W
10 Olhal p/parafuso 27 Porta metálica
11 Gancho de suspensão com olhal 28 Condutor de cobre isolado
12 Manilha sapatilha 29 Caixa para medição tipo CP rede
13 Alça preformada de distribuição 30 Eletroduto ferro galvanizado
14 Suporte para fixação de pára-raios 31 Curva longa 90 graus
15 Suporte para fixação de isolador de pedestal 32 Bucha e arruela
Chapa suporte p/fixação de isolador de
16 33 Suporte para fixação de TC e TP (medição)
passagem
17 Pára-raios de distribuição 34 Transformador de distribuição
18 Chave seccionadora tripolar 35 Dreno
19 Eletroduto PVC rígido rosqueável

REFERÊNCIA DOS DESENHOS Nº 19-01 E 19-02

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Tubo vergalhão ou barra de cobre 14 Caixa para inspeção de haste de terra
Grade de proteção com (tela zincada nº12BWG
2 Condutor de cobre nu 25mm² 15
malha de 3cm x 3cm)
3 Cordoalha de cobre 16 Extintor de incêndio
4 Condutor de cobre isolado 17 Luminária para lâmpada de 100W
5 Cabo de cobre unipolar 18 Porta metálica
6 Isolador pedestal 19 Caixa para medição tipo CP rede
7 Mufla terminal 20 Transformador de potencial
Suporte para fixação de pára-raios e muflas Abertura de ventilação (ou combogó e painel
8 22
terminais telado malha de 3cm x 10cm)
10 Pára-raios de distribuição 23 Disjuntor tripolar
12 Transformador de distribuição 24 Drenagem
13 Haste de aço cobreada 25 Isolador de passagem tipo externo – interno
26 Chapa suporte p/ fixação do isolador passagem

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 80/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

REFERÊNCIA DO DESENHO Nº 20-01 e 20-02

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Tubo vergalhão ou barra de cobre 21 Eletroduto PVC rígido rosqueável
2 Condutor de cobre, ver tab. 01 22 Eletroduto ferro galvanizado
3 Condutor de cobre nu 25mm² 23 Curva longa 90 graus
4 Cordoalha de cobre 24 Bucha e arruela
Conector tipo Cunha, dimensionar conforme a
5 25 Caixa para inspeção de haste de terra
bitola do cabo
6 Isolador de disco 26 Haste de aço cobreada
7 Isolador de passagem tipo externo-interno 27 Caixa para medição tipo CP rede
8 Isolador de pedestal 28 Transformador de corrente (fornecido pela CELPA)
Transformador de potencial (fornecido pela
9 Parafuso de 16mm x 200mm tipo chumbador 29
CELPA)
10 Olhal p/parafuso 30 Grade de Proteção com (tela zincada nº12BWG
11 Gancho de suspensão com olhal malha de 3cm x 3cm)
Janela de ventilação (ou combogó telado, malha de
12 Manilha sapatilha 31 3cm x 10cm)
14 Suporte para fixação de pára-raios 32 Extintor de incêndio
15 Suporte para fixação de isolador de pedestal 33 Dreno de 100mm x 100mm
16 Suporte para fixação de TC e TP 34 Luminária para lâmpada de 100W
Chapa suporte p/fixação de isolador de
17 35 Interruptor a 1,30 do piso
passagem
18 Pára-raios de distribuição 36 Tomada a 0,30 do piso
19 Chave seccionadora tripolar 37 Porta metálica
20 Disjuntor tripolar

REFERÊNCIA DO DESENHO Nº 21

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 Tubo vergalhão ou barra de cobre 15 Transformador de potencial
2 Condutor de cobre nu 25mm² 16 Luminária para lâmpada de 100W
3 Condutor de cobre, ver tab. 01 17 Mufla terminal
Grade de Proteção com (tela zincada nº 12BWG
4 Cordoalha de cobre 18
malha de 3cm x 3cm)
5 Extintor de incêndio 19 Suporte para fixação de pára-raios e muflas
6 Cabo de cobre unipolar 20 Chave seccionadora tripolar
7 Eletroduto ferro galvanizado ou PVC 21 Suporte para fixação de TC e TP
8 Haste de aço cobreada 22 Disjuntor Tripolar
9 Conector tipo T 23 Eletroduto ferro galvanizado ou PVC
10 Suporte para fixação de pára-raios 24 Pára-raios de distribuição
11 Suporte para fixação de isolador de pedestal 25 Porta metálica
Abertura de ventilação (ou combogó e painel
12 Solda Exotérmica 26 telado malha de 3cm x 10cm)
13 Isolador de pedestal 27 Caixa para medição tipo CP rede
14 Caixa para inspeção de haste de terra

REFERÊNCIA DO DESENHO Nº 22-02 E 22-03

ITEM DESCRIÇÃO DE MATERIAIS


1 TC de 15, 25 ou 35 kV para medição (propriedade CELPA)
2 TP de 15, 25 ou 35 kV para medição (propriedade CELPA)

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 81/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

ANEXO I

RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA INDUSTRIAL

1. OBJETIVO

A CELPA, ao divulgar estas recomendações de segurança, visa colaborar com os consumidores para a
diminuição das causas de acidentes.

Constitui, portanto, simples sugestão a sua observância, uma vez que as instalações elétricas, de
propriedade dos consumidores, são operadas e mantidas sob sua exclusiva responsabilidade.

Para tornar segura e evitar acidentes, as instalações elétricas devem ser inspecionadas freqüentemente por
técnicos especializados.

Quaisquer esclarecimentos complementares às sugestões seguintes, poderão ser obtidas no Setor de


Segurança do Trabalho, desta Empresa.

PRECAUÇÕES EM INSTALAÇÕES PRIMÁRIAS

2.1 Execução de Manobras Elétricas

a) Procure concentrar a atenção sobre o que vai fazer e raciocinar calmamente. Antes de executar qualquer
manobra, certifique-se que ela não causará acidentes.

b) Em todas as manobras, mesmo as que são feitas por meio de volante ou alavanca, empregue sempre o
estrado isolado e use luvas de borracha, pois, um só destes dispositivos de proteção é considerado
insuficiente.

c) Antes de usar os dispositivos de proteção (luvas de borracha, luvas de cobertura, alicates isolados,
estrados ou bancos), verifique o estado em que se encontram, e se é apropriado para o serviço a
executar.

d) Nunca desligue as chaves faca, quando houver carga nos circuitos dessas chaves. E quando o fizer siga
a sequência segura “V”, “A” e “B” para abertura e o inverso.

e) Comece a operação de restabelecimento de energia elétrica, sempre pela ligação das chaves faca de
tensão secundária, depois, ligue as chaves faca de tensão primária, e, por último, ligue o disjuntor
automático geral de tensão primária. Para o desligamento proceder na ordem inversa.

f) Capacitores, mesmo depois de desligados, podem estar carregados. Os capacitores são normalmente
fornecidos com resistores de descarga para atingir 50 volts em 1 (um) minuto, de tensão secundária; 50
volts em 5 (cinco) minutos, de tensão primária.
Segure sempre pelas alças laterais, nunca pelas buchas.

g) Antes de tocar num capacitor desligado aguarde alguns minutos para redução de tensão pelo
descarregador interno. Após o tempo de espera, munido de fios isolados, ponha em curto-circuito os
terminais entre si e com a carcaça.

2.2 Execução de Manutenções

a) Antes de iniciar qualquer trabalho num circuito procure isolá-lo desligando o disjuntor e/ou chave
correspondente.

b) Nas instalações com diversos transformadores ou fontes de fornecimento, proteja-se contra os riscos de
acidentes por corrente de retorno.

c) O desligamento de um equipamento de circuito, para nele trabalhar, deve ser feito sempre por dois
seccionadores, um dos quais deve ter abertura visível e aterrado.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 82/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

d) Quando tiver de substituir um fusível, desligue antes o interruptor correspondente e use o alicate isolado
e estrado, revestido com isolação mínima de 1000V.

e) Nunca desligue os condutores de ligação à terra, e verifique, periodicamente, as resistências de


instalação à terra. Faça, periodicamente, a limpeza da instalação e mantenha todos os aparelhos livres
de poeira, teias de aranha etc. e em perfeito estado de funcionamento em local com temperatura
ambiente não superior a 35ºC.

f) Limpe, freqüentemente, o material de proteção; as escadas, alicates e estrados isolados. Guarde as


luvas de borracha, polvilhadas com talco, dentro da caixa de papelão.

g) Coloque, em lugar visível, um quadro com o diagrama unifilar da instalação, a fim de facilitar manobras.

h) Transformadores e disjuntores imersos em líquido isolante devem ser objeto de manutenções periódicas,
a saber:

h.1) A cada 12 meses inspeção visual com o equipamento energizado com observação à distância, para
verificação de: fissuras ou sujeiras nas buchas; danos externos no tanque ou acessórios; estados dos
terminais e ligações; possíveis vazamentos pelas buchas, tampas, bujões e soldas; indícios de
corrosão; existência de ruídos anormais; aterramento e equipamentos de proteção e verificação do
nível do óleo isolante (quando o indicador for externo).

h.2) A cada 5 anos devem ser realizados os seguintes ensaios: medição da resistência de isolamento e
retirada da amostra do líquido isolante para análise de suas características dieselétricas iniciais, em
laboratório especializado.

h.3) A cada 10 anos deve ser realizada uma revisão completa de equipamento em oficina especializada.

2.3 Cuidados Diversos com Recintos das Instalações

a) Proíba a entrada de pessoas estranhas;

b) Entre somente quando tiver necessidade;

c) Conserve sempre livre a entrada de acesso;

d) Não guarde materiais ou ferramentas no recinto das instalações;

e) Tenha à mão utensílios para iluminação de emergências (faroletes etc...) para se locomover com
segurança se houver falta de energia;

f) Quando sair do recinto, feche a porta e não deixe a chave ao alcance de pessoas estranhas;

g) Em caso de incêndio, desligue a energia e utilize apenas extintores de CO2. NUNCA UTILIZE ÁGUA.

h) Evitar a penetração de animais como: gatos, ratos, cobras, largatos, etc.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 83/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

ANEXO II

METODOLOGIA PARA AJUSTE DE PROTEÇÃO SECUNDÁRIA

1. CÁLCULO DAS CORRENTES NOMINAL E DE PARTIDA DO RELÉ

A corrente nominal (In) deve ser calculada a partir da demanda máxima (que será a demanda contratada) de
acordo com o projeto considerando-se, no mínimo, o fator de potência de referência 0,92.
Assim, In=W / 1,73 x V x 0,92, onde:
W é a demanda máxima em kW
V é a tensão nominal entre fases em kV (13,8kV)
A corrente de partida do relé (Ip) será 1,1 x In, considerando que pode haver ultrapassagem de 10% da
demanda contratada.

2. CÁLCULO DA CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO DO(S) TRANSFORMADOR(ES)

A corrente de magnetização (Irush) - Im - para transformadores de até 2000kVA pode ser considerada igual
a 8 x In com tempo de duração da ordem de 0,1s. para transformadores de potência superior a 2000kVA o
valor de Im e o tempo de duração deverão ser informados pelo fabricante do transformador.

Este valor é importante pois a proteção não deve atuar na energização do Posto.

Caso haja mais de um transformador, deverá ser considerada a corrente de magnetização do maior
transformador acrescida das correntes nominais dos demais.

3. CÁLCULO DO PONTO ANSI DOS TRANSFORMADORES

O ponto ANSI é o máximo valor de corrente que um transformador pode suportar durante um período
definido de tempo sem se danificar. No caso de falta fase-terra este valor, para transformador triângulo-
estrela com neutro solidamente aterrado (válidos para transformadores de unidades consumidoras da
CELPA), é 0,58 vezes o ponto ANSI.

Assim, os valores de corrente serão:


Iansi = 100 / Z%
Inansi = 0,58 x 100 / Z%, onde Z% é a impedância percentual de cada transformador.

É importante notar que a curva de atuação do relé deverá ficar “abaixo” do ponto ANSI do transformador de
menor potência, tanto para a função de proteção de fase como a de neutro (ou terra).

De maneira geral e objetivando lançar estes pontos no diagrama de coordenação/seletividade, pode ser
utilizada a seguinte tabela:

Z% PONTO ANSI TEMPO MÁXIMO DE DURAÇÃO


(Ohms) (A) (s)
4 25 x In 2
5 20 x In 3
6 16,6 x In 4
7 14,3 x In 5

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 84/92


NTD-02 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM
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4. CORRENTES DE CURTO-CIRCUITO NO PONTO DE DERIVAÇÃO DO RAMAL DE LIGAÇÃO

A CELPA deverá informar ao engenheiro projetista os valores de curto-circuito para que possam ser
dimensionados os TC’s e TP’s (se necessário) de proteção. De forma geral, recomenda-se que os TC’s
tenham uma corrente primária tal que o maior valor de CC não exceda em 50 vezes e que o TP seja
protegido por fusível.

5. RELÉ DE PROTEÇÃO

Os relés disponíveis no mercado são dispositivos microprocessados que têm incorporadas, entre outras, as
seguintes funções exigidas pela CELPA:

função 50: proteção de sobrecorrente instantânea


função 51: proteção de sobrecorrente temporizada

Tanto a função 50 como a 51 estão disponíveis para fase e neutro (terra); assim, é exigido pela CELPA, que
os relés executem as funções 50/51 e 50N/51N.

Embora se encontre relés com características e acessórios diferenciados, todos tem em comum os
seguintes pontos:

− ajuste da função temporizada (51) quanto ao tipo de curva: deverá ser escolhida a curva de
extremidade inversa.
− ajuste da função temporizada (51) quanto a partida (pick-up): este valor deverá ser aquele definido no
item 1 deste anexo como Ip (ou 1,1 x In); isto significa que o relé somente começará a se sensibilizar
para valores de corrente superiores a Ip (referido ao primário ou Ip/RTC é a relação de transformação
dos TC’s de proteção). Caso o valor de corrente ultrapasse Ip, o relé inicia a contagem de tempo de
acordo com a sua curva caraterística e atuará se o tempo for superior ao desta curva no ponto de
operação;
− ajuste da função instantânea (50) quanto ao valor de atuação: deverá ser escolhido o menor valor
possível que não provoque a atuação indevida do relé da energização do(s) transformador(es): assim
este ajuste deverá ser superior a Im (definido no item 2 deste anexo). No diagrama de coordenação e
seletividade deve ser verificado que o ajuste instantâneo não seja superior ao menor valor de curto-
circuito e ao ponto ANSI do menor transformador;
− os mesmos procedimentos acima descritos deverão ser efetuados para as funções 50N e 51N,
considerando, entretanto, os valores relativos proteção de neutro (terra);
− fonte de alimentação auxiliar: é necessária a utilização de fonte auxiliar para a alimentação do relé pois
durante a ocorrência de CC o nível de tensão tende a zero, assim, deve haver um sistema que,
alimentado a partir do TP ou do secundário de um transformador de potência, mantenha a alimentação
no relé pelo tempo mínimo necessário a abertura do disjuntor. Este dispositivo pode ser um sistema
“no-break” ou um dispositivo capacitivo de forma que não haja interrupção na alimentação do relé;
− ligação aos secundários do TC de proteção: no mínimo deverão ser conectadas as 3 fases e o
neutro, sendo recomendável especial atenção a polaridade dos TC’s para que a proteção possa atuar
de forma correta.

Cada tipo de relé possui uma forma específica para ser parametrizado (inserção dos ajustes) e esta
informação pode ser obtida no catálogo ou no manual e, de forma geral, os ajustes feitos não são apagados
na eventual falta de alimentação. Assim, é possível adquirir um relé já ajustado de acordo com os dados do
Projeto, desde que o fornecedor ofereça esta facilidade.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 85/92


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6. BOBINA DE ABERTURA DO DISJUNTOR (BOBINA DE TRIP)

Ao detectar um valor de corrente irregular o relé “fecha um contato que vai energizar a bobina de trip; assim,
é necessário prover alimentação adequada para permitir operação da bobina. Esta alimentação pode ser
obtida do mesmo dispositivo de alimentação auxiliar do relé; no caso deste dispositivo ser capacitivo, outra
fonte, que também pode ser capacitiva, deve ser prevista para a alimentação do trip.

Em qualquer caso deve existir um contato auxiliar do disjuntor, do tipo NA (normalmente aberto, ou seja,
aberto com disjuntor aberto e fechado com disjuntor fechado) que será ligado em série com a bobina de trip
para impedir o que se chama “bombeamento”, que a manutenção de tensão na bobina mesmo após a
abertura do disjuntor.

Nos disjuntores mais antigos serão necessárias adaptações para permitir a correta operação da bobina de
trip e do contato auxiliar NA do disjuntor. Nos disjuntores de concepção mais moderna estes dois
dispositivos já estão instalados no mesmo.

O circuito abaixo exemplifica um circuito típico de abertura do disjuntor à partir do relé secundário.

Contato
auxiliar do
Bobina de Trip
Disjuntor
do Disjuntor
(NA)
Contato(s)
No de Trip
Alimentação 127VAC (Abertura)
( TP ou Transf. Força) Break
RELÉ

7. INSTALAÇÃO FÍSICA DO RELÉ

O relé de proteção secundária deverá ser instalado na tampa basculante de uma caixa metálica localizada na
parede oposta à célula do disjuntor principal (13,8kV); esta caixa deverá possuir dispositivo para instalação
de selo da CELPA. Assim, tanto a caixa como a parte frontal do relé (por onde é feita a parametrização do
mesmo) serão seladas e o consumidor terá acesso terá acesso apenas ao botão de rearme (“reset”) do relé.

A fiação da célula do disjuntor (onde também estão instalados os TP/TC da proteção) até a caixa deverá ser
instalada em eletroduto de aço, aparente com diâmetro nominal de 32mm (equivalente a 1 1/4"). O
encaminhamento ideal para este eletroduto é através da parede da célula do disjuntor, teto do posto e
parede onde está instalada a caixa com o relé.

Nesta caixa deverão ser instalados também os dispositivos capacitivos (ou o sistema no-break) para a
alimentação do relé e do sistema de trip (bobina de abertura do disjuntor).

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 86/92


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Desenho orientativo para instalação do relé

RELÉ
ELETRODUTO

DISPOSITIVO
P/LACRE

CAIXA

DISPOSITIVO
P/LACRE

8. COORDENOGRAMA

Para permitir a perfeita visualização da atuação da proteção é necessário que se faça, em papel formato
Bilog, um gráfico Tempo x Corrente, onde se possa verificar a coordenação e seletividade para qualquer
valor de corrente. Neste gráfico serão plotados os seguintes pontos e curvas:

− valores de curto-circuito no ponto de derivação (fornecidos pela CELPA);


− curva (mínimo e máximo) de atuação dos fusíveis de proteção do Ramal de Ligação (fornecida
pela CELPA);
− corrente nominal In;
− corrente de partida do relé (Ip);
− curva extremamente inversa do relé com os ajustes definidos no projeto (catálogo ou manual
do relé) para fase e terra;
− ajuste de atuação instantânea para fase e terra (reta perpendicular ao eixo das correntes);
− curva(s) de atuação da proteção individual de cada transformador;
− ponto ANSI do(s) transformador(es);
− Im do(s) transformador(es).

Deve ser considerado:

− o projetista pode usar este diagrama para estudar condições de partida de motores e outras
cargas; desta análise pode resultar a melhor seqüência para energização das cargas da unidade
consumidora
− quando da elaboração do projeto o projetista pode analisar este diagrama para verificar os
ajustes previstos; esta análise pode evidenciar que um ou outro parâmetro deve ser alterado. Ou
seja, durante a fase de elaboração do projeto, é provável que os ajustes e o próprio diagrama
sejam refeitos para otimização e atuação dos vários níveis de proteção

Deve ser observado na elaboração do Coordenograma:


− todos os pontos e curvas devem ser identificados claramente através de legenda;
− as correntes, preferencialmente, devem ser referidas a tensão primária.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 87/92


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9. EXEMPLO

Seja uma instalação para a qual é estimada uma demanda de 1200kW e que possui um transformador de
750kVA e dois de 500kVA.
Chave Disjuntor

750 500 500

Proteção
Medição a
3 elementos

Assim, teremos:

In =1200/1,73 x 13,8 x 0,92, considerando o fator de potência de referência (valor mínimo a ser
considerado);

In = 54,64A

então: Ip = 1,1xIn = 60,10A

Considerando que o nível máximo de curto-circuito no local é 2000A, trabalharemos com TC de proteção
relação 100/5A.

Cálculo da corrente de magnetização:

Correntes nominais dos transformadores:

750kVA – In = 750/1,73x13,8 = 31,42A ⇒ Im = 251,36A por 0,1s

500kVA – In = 500/1,73x13,8 = 20,94A ⇒ Im = 167,52A por 0,1s

Assim, para toda instalação teremos:

Im = 20,94 + 20,94 + 251,36A por 0,1s (este ponto deverá estar abaixo da curva de atuação do relé)

Cálculo do ponto ANSI do(s) transformador(es)

550kVA – Iansi = 20xIn = 20x20,94 = 418,8A por 3s

750kVA – Iansi = 20xIn = 20x31,42 = 628,4A por 3s

Estes pontos deverão estar acima da curva de atuação do relé; assim, o ponto ANSI do menor
transformador vai atuar como limite máximo para atuação do relé. Caso a instalação possua um
transformador de potência muito baixo deverá ser considerado que o relé não poderá protegê-lo; desta
forma poderá ser projetada uma projeção específica para este transformador.

O ajuste da unidade instantânea (tanto para a função 50 de fase como para a de neutro) deverá ser o
mínimo possível, desde que abaixo do valor de curto-circuito no local e do valor de proteção requerido pelo
menor transformador (ponto ANSI).

Nota: Para fornecimento de energia elétrica em tensão 34,5kV, recomenda-se adotar o mesmo
procedimento do exemplo em questão.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 88/92


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COORDENOGRAMA

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 89/92


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TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO

ANEXO III

PROCEDIMENTO TÉCNICO

Aceitação de Transformadores em Instalações de Unidades Consumidoras

1 – Finalidade

2 – Considerações Gerais

3 – Aceitação de Transformadores

4 - Casos Especiais para a Aceitação de Transformadores

5 – Relatórios e Ensaios

1 – Finalidade

Estabelecer as condições mínimas para aceitação de transformadores de distribuição, novos, recuperados


ou usados,
destinados à utilização em entradas de serviço e instalações de unidades consumidoras atendidas pela
CELPA .

2 – Considerações Gerais

Esta norma é aplicável para instalações com transformadores, com medição na tensão secundária.

2.1 – Instalações Particulares

O processo de aquisição de todos os materiais e equipamentos, a execução das instalações e a


manutenção e operação do conjunto de transformação para o atendimento à entrada de serviço da unidade
consumidora é de inteira responsabilidade do consumidor.

3 – Aceitação de Transformadores

3.1 – Condições para aceitação de transformadores em Instalações Particulares

A CELPA aceitará a instalação de transformador a óleo , novos ou recuperados, mediante a apresentação


do relatório de ensaios, realizados pelo fabricante ou empresa recuperadora, com resultados compatíveis
com as exigências mínimas prescritas na Tabela II, desta norma.

Deverá ser apresentado relatório de ensaio, com as condições mínimas exigidas, para transformadores com
fabricação a partir de 2 anos.

3.1.1 – Características dos transformadores

a - As potências dos transformadores serão determinadas pelos interessados (consumidores), em função


das cargas previstas e estudos de demanda previstos para as instalações;

b - Em instalações particulares, os transformadores devem dispor de derivações no enrolamento primário;

c - As características técnicas dos transformadores deverão estar de acordo com as características


técnicas, estabelecidos na Tabela I.

3.1.2 - Condições para apresentação do Relatório de Ensaios


a – Transformadores – a data de execução dos ensaios não poderá ser superior a um ano, anterior à data
da ligação;

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 90/92


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b - Religação de Unidade Consumidora: Nos casos em que o transformador permaneceu na instalação,


poderá ser dispensada a apresentação do Relatório de Ensaios se o prazo entre o desligamento e a
religação for igual ou inferior a 12 meses. Após este prazo, será necessária a apresentação do Relatório de
Ensaios.

3.2 – Condições Especiais

3.2.1 – A recuperação de transformadores deverá ser realizada por empresas credenciadas junto a CELPA.

3.2.2 – Deve ser apresentada uma via do Relatório de Ensaios, assinado pelo engenheiro responsável, emitido
pela empresa credenciada, para transformador recuperado.

3.2.3 – Na impossibilidade de realização dos ensaios, nas instalações do fabricante ou empresa recuperadora,
estes poderão ser realizados por entidades tecnológicas de reconhecimento público.

3.2.4 - Em caso de dúvida quanto aos dados apresentados nos Relatórios de Ensaios, CELPA poderá exigir a
execução de novos ensaios, para comprovação dos valores apresentados.

3.4.5 - Não serão aceitos transformadores cujos dados constantes dos Relatórios de Ensaios apresentados
estiverem incorretos ou fora dos limites estabelecido na especificação da CELPA.

4 - Casos Especiais para a Aceitação de Transformadores

A aceitação de transformadores com características diferentes das descritas nesta norma, em instalações
particulares, estará condicionada à consulta prévia realizada à CELPA.

5 – Relatórios e Ensaios

A aceitação dos transformadores está subordinada à apresentação e a análise por parte da CELPA dos seguintes
Relatórios de Ensaios:

5.1 – Transformadores para instalações particulares ou processo de incorporação:


a) Resistência elétrica dos enrolamentos

b) Relação de tensões

c) Resistência do isolamento

d) Polaridade

e) Deslocamento angular (grupo de ligação)

f) Seqüência de fases

g) Perdas (em vazio, em carga e totais)

h) Corrente de excitação

i) Tensão de curto-circuito (impedância)

j) Ensaios dielétricos

l) Estanqueidade

m) Rigidez dielétrica do óleo

Os resultados dos ensaios deverão estar compatíveis com os valores estabelecidos nas NBRs e/ou ETD-01.
Alguns ensaios não possuem valores de resultados estabelecidos em normas, devendo apenas serem
informados pelo fabricante, para comparativo com valores em ensaios futuros.

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 91/92


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Observação:

Para a execução destes ensaios, deverão ser obedecidas as exigências constantes nas Normas da ABNT:

- NBR 5356/93 - Transformador de Potência – Especificação

- NBR 5380/93 - Transformador de Potência - Método de Ensaio

- NBR 5440/99 – Transformadores para Redes Aéreas de Distribuição – Padronização

EMISSÃO: Agosto/10 REVISÃO: 02 92/92