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Coordenadoria de Desenvolvimento Técnico-Pedagógico Praça da Estação, s/n – Centro – Camocim - CE/ 62400-000 –
Coordenadoria de Desenvolvimento Técnico-Pedagógico
Praça da Estação, s/n – Centro – Camocim - CE/ 62400-000 – Fone: (88) 3621 1170
ORIENTAÇÕES CURRICULARES
4º ANO
É DOS SONHOS QUE NASCE
A INTELIGÊNCIA (
)
É
PRECISO ESCUTAR AS
CRIANÇAS PARA QUE A
4° Ano
SUA INTELIGÊNCIA
2019
DESABROCHE
Rubem Alves
1
SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO – 4º ANO / 2019
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APRESENTAÇÃO

Ao longo do Ensino Fundamental Anos Iniciais, a progressão do conhecimento ocorre pela consolidação das aprendizagens anteriores e pela ampliação das práticas de linguagem e da experiência estética e intercultural das crianças, considerando tanto seus interesses e suas expectativas quanto o que ainda precisam aprender. Ao componente Língua Portuguesa cabe, então, proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas pela oralidade, pela escrita e por outras linguagens. Assim, no Ensino Fundamental Anos Iniciais, no eixo Oralidade, aprofundam-se o conhecimento e o uso da língua oral, as características de interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais; no eixo Análise Linguística/Semiótica, sistematiza-se a alfabetização, particularmente nos dois primeiros anos, e desenvolvem-se, ao longo dos três anos seguintes, a observação das regularidades e a análise do funcionamento da língua e de outras linguagens e seus efeitos nos discursos; no eixo Leitura/Escuta, amplia- se o letramento, por meio da progressiva incorporação de estratégias de leitura em textos de nível de complexidade crescente, assim como no eixo Produção de Textos, pela progressiva incorporação de estratégias de produção de textos de diferentes gêneros textuais. São cinco os campos de atuação considerados: Campo da vida cotidiana (somente anos iniciais), Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa, Campo jornalístico/midiático e Campo de atuação na vida pública, sendo que esses dois últimos aparecem fundidos nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com a denominação Campo da vida pública. Faz-se necessário estabelecer objetivos e metas para cada etapa do processo de ensino e aprendizagem. Portanto, este caderno de orientações pedagógicas está organizado de acordo com os Eixos de Ensino da Língua Portuguesa contemplados na Proposta Curricular do Estado do Ceará, bem como a Matriz de Referência do MAIS PAIC e a Base Nacional Comum Curricular.

(fonte:BNCC- Ministério da Educação)

PEGA O LÁPIS, DOS OLHOS QUE OLHAM, DOS OUVIDOS QUE ESCUTAM, HÁ UMA CRIANÇA QUE PENSA.”
PEGA O LÁPIS, DOS OLHOS
QUE OLHAM, DOS OUVIDOS
QUE ESCUTAM, HÁ UMA
CRIANÇA QUE PENSA.”
EMÍLIA FERREIRO
“POR TRAZ DA MÃO QUE
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BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Ela indica conhecimentos e competências que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade. A BNCC não é currículo, não é currículo único, tampouco currículo mínimo. Ela é um conjunto de referenciais para a elaboração curricular. No exercício de sua autonomia, escolas, redes de escolas e seus profissionais devem levar em conta a Base para a construção, revisão, atualização e consolidação das suas opções curriculares. Incluindo aí todas as opções metodológicas e organizacionais, a contextualização, a escolha de livros, materiais e recursos didáticos e as diferentes formas de estruturação do trabalho escolar. (BNCC na prática FTD Educação)

Nos quadros que apresentam as unidades temáticas, os objetos de conhecimento e as habilidades definidas para cada ano (ou bloco de anos), cada habilidade é identificada por um código alfanumérico cuja composição é a seguinte: EF67EF01 O primeiro par de letras indica a etapa de Ensino Fundamental. O último par de números indica a posição da habilidade na numeração sequencial do ano ou do bloco de anos. O primeiro par de números indica o ano (01 a 09) a que se refere a habilidade, ou, no caso de Língua Portuguesa, Arte e Educação Física, o bloco de anos, como segue:

Língua Portuguesa/Arte

  • 15 = 1º ao 5º ano

  • 69 = 6º ao 9º ano

Língua Portuguesa/Educação Física

  • 12 = 1º e 2º anos

  • 35 = 3º ao 5º ano

  • 67 = 6º e 7º anos

  • 89 = 8º e 9º anos

O segundo par de letras indica o componente curricular:

AR = Arte CI = Ciências EF = Educação Física ER = Ensino Religioso GE = Geografia HI = História LI = Língua Inglesa LP = Língua Portuguesa MA = Matemática

Segundo esse critério, o código EF67EF01, por exemplo, refere-se à primeira habilidade proposta em Educação Física no bloco relativo ao 6º e 7º anos, enquanto o código EF04MA10 indica a décima habilidade do 4º ano de Matemática.

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COMPETÊNCIAS GERAIS DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

 
 

CONCEITOS

 

PROCEDIMENTOS

   

ATITUDES

   
 

(o quê)

(para quê)

   

Valorizar e

 

utilizar

os

Entender e explicar a realidade,

1

Conhecimento

 

conhecimentos

historicamente

continuar

 

aprendendo

e

 

construídos sobre o mundo físico,

colaborar para a construção de

social, cultural e digital.

 

uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

   

Exercitar a curiosidade intelectual

Investigar

causas,

elaborar

e

2

Pensamento

 

e

recorrer

à

abordagem

própria

testar

hipóteses,

formular

e

científico, crítico

e

das

ciências,

 

incluindo

a

resolver

problemas

e criar

criativo

investigação, a reflexão, a análise

soluções

(inclusive

 

crítica, a

imaginação e a

tecnológicas)

com

base

nos

criatividade.

conhecimentos

das

diferentes

áreas.

   

Valorizar

as

diversas

Fruir

e

participar de práticas

3

Repertório cultural

 

manifestações

artísticas

e

diversificadas da produção

 

culturais, das locais às mundiais.

artístico-cultural.

   

Utilizar diferentes linguagens

Expressar-se

e

partilhar

verbal

(oral

ou

visual-motora,

informações,

experiências,

como Libras, e escrita), corporal,

ideias

e

sentimentos

em

4

Comunicação

 

visual, sonora e digital

,

bem

diferentes contextos e produzir

 

como conhecimentos das

sentidos que

 

levem

ao

linguagens artística, matemática e científica.

entendimento mútuo.

 
   

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação

Comunicar-se, acessar e disseminar informações,

5

Cultura digital

 

e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares).

produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

6

Trabalho

e

projeto

Valorizar a diversidade de saberes

Entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer

de vida

e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências

escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

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Formular, negociar e defender

 

ideias,

pontos

de

vista

e

decisões comuns que respeitem

e

promovam

os

direitos

7

Argumentação

Argumentar com base em fatos,

humanos,

a

consciência

dados e informações confiáveis

socioambiental

e

o

consumo

responsável

em

âmbito

local,

regional

e

global,

com

posicionamento

ético

em

relação

ao

cuidado

de

si

mesmo, dos outros e do

planeta.

 

8

Autoconhecimento e autocuidado

Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional

Compreender-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

     

Fazer-se

respeitar

e

promovendo o respeito ao outro

e

aos direitos humanos, com

9

Empatia

e

Exercitar a empatia, o diálogo, a

acolhimento

e

valorização

da

cooperação

resolução

de

conflitos

e

a

diversidade de indivíduos e de

cooperação

grupos

sociais,

seus saberes,

identidades,

 

culturas

e

potencialidades,

sem

preconceitos

 

de

qualquer

natureza

 
   

Agir pessoal e coletivamente com

Tomar decisões com base em

10

Responsabilidade

e

autonomia,

responsabilidade,

princípios éticos, democráticos,

cidadania

flexibilidade,

resiliência

e

inclusivos, sustentáveis e

determinação

 

solidários.

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ESTRUTURA DA BNCC

Etapa: Ensino Fundamental Anos Iniciais

 

Áreas do Conhecimento

Componentes específicos de área

 
 

Competências específicas de componente

Componentes Curriculares

 
  • Unidades temáticas

  • Objetos de conhecimento

 
  • Habilidades

 
 

ÁREAS DO CONHECIMENTO

   
 

Componentes Curriculares

Linguagens

Língua Portuguesa Arte Educação Física

Matemática

Matemática

Ciências da Natureza

 

Ciências

Ciências Humanas

Geografia

História

Ensino Religioso

Ensino Religioso

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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como
meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem.
2.
Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a
para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior
autonomia e protagonismo na vida social.
3.
Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes campos de atuação e mídias, com compreensão,
autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos, e continuar aprendendo.
4.
Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos
linguísticos.
5.
Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero
do discurso/gênero textual.
6.
Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e
criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais.
7.
Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.
8.
Selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos pessoais (estudo, formação pessoal,
entretenimento, pesquisa, trabalho etc.).
9.
Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso estético para fruição, valorizando a literatura e outras
manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial
transformador e humanizador da experiência com a literatura.
10. Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos (nos
processos de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.
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Práticas de linguagem
LÍNGUA PORTUGUESA – 1º AO 5º ANO
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Reconstrução das condições de
produção e recepção de textos
(EF15LP01) Identificar a função social de textos que circulam em campos da
vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a
Produção de textos
(escrita compartilhada e
autônoma)
escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que
foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam.
Estratégia de leitura (EF15LP02) Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler
(pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do
texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de
produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático,
bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da
própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências
realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das
hipóteses realizadas.
(EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.
(EF15LP04) Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos
expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.
Planejamento de texto (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido,
considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para
quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação
(onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem,
organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou
digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto,
organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas.
Revisão de textos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a
colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes,
acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação.
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Edição de textos
(EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e
com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado,
manual ou digital.
Utilização de tecnologia digital (EF15LP08) Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para
editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos
disponíveis.
Oralidade pública/Intercâmbio
conversacional em sala de aula
(EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza,
preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com
Oralidade
tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado.
Escuta atenta (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando
Características
da
conversação
espontânea
Aspectos
não
linguísticos
(paralinguísticos) no ato da fala
Relato
oral/Registro
formal
e
informal.
perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que
necessário.
(EF15LP11) Reconhecer características da conversação espontânea
presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a
conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a
posição do interlocutor.
(EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos)
observados na fala,como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça
(de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz.
(EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos
comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar
experiências etc.)
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Práticas de linguagem
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
CAMPO DA VIDA COTIDIANA– Campo de atuação relativo à
participação em situações de leitura, próprias de atividades
vivenciadas cotidianamente por crianças, adolescentes, jovens e
adultos, no espaço doméstico e familiar, escolar, cultural e
profissional. Alguns gêneros textuais deste campo: agendas,
listas, bilhetes, recados, avisos, convites, cartas, cardápios,
diários, receitas, regras de jogos e brincadeiras.
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Leitura de imagens em narrativas
visuais
(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando
imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos de balões, de letras,
onomatopéias).
CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO – Campo de atuação relativo à
participação em situações de leitura, fruição e produção de textos
literários e artísticos, representativos da diversidade cultural e
linguística, que favoreçam experiências estéticas. Alguns gêneros
deste campo: lendas, mitos,fábulas, contos, crônicas, canção,
poemas, poemas visuais, cordéis, quadrinhos, tirinhas,
charge/cartum, dentre outros.
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Formação do leitor literário (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do
imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os,
em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.
Leitura colaborativa e autônoma (EF15LP16) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do
professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte
como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas.
Apreciação estética/Estilo (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concretos, observando efeitos de sentido
criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras,
pelas ilustrações e por outros efeitos visuais.
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Oralidade
Formação do leitor literário/Leitura
multissemiótica
Contagem de histórias
(EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.
(EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários
lidos pelo professor.
OS DE CONHECIMENTO
LÍNGUA PORTUGUESA – 3º AO 5º ANO
Práticas de linguagem
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Decodificação/Fluência de leitura (EF35LP01) Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com
autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade adequado.
Formação de leitor (EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do cantinho de leitura da sala de
aula e/ou disponíveis em meios digitais para leitura individual, justificando a escolha
e compartilhando com os colegas sua opinião, após a leitura.
Compreensão (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global.
Estratégia de Leitura (EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos.
(EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos,
com base no contexto da frase ou do texto.
(EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando
substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de
pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem
para a continuidade do texto.
Produção de textos
(escrita compartilhada e
autônoma)
Construção do sistema alfabético/
Convenções da escrita
Construção do sistema alfabético/
Estabelecimento de relações
anafóricas na referenciação e
construção da coesão
(EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e
gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordância nominal e verbal,
pontuação (ponto final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em
enumerações) e pontuação do discurso direto,
quando for o caso.
(EF35LP08) Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por
substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos),
vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes
anafóricos) e articuladores de relações de sentido(tempo, causa, oposição,
conclusão, comparação), com nível suficiente de informatividade.
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Planejamento de texto/ progressão
temática e paragrafação
Forma de composição de gêneros
orais
(EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos
segundo as normas gráficas e de acordo com as características do gênero textual.
Oralidade
(EF35LP10) Identificar gêneros do discurso oral, utilizados em diferentes situações
e contextos comunicativos, e suas características linguístico-expressivas e
composicionais (conversação espontânea, conversação telefônica, entrevistas
pessoais, entrevistas no rádio ou na TV, debate, noticiário de rádio e TV, narração
de jogos esportivos no rádio e TV, aula, debate etc.).
Variação linguística (EF35LP11) Ouvir gravações, canções, textos falados em diferentes variedades
Análise lingüística /
semiótica
(Ortografização)
Construção do sistema alfabético e
da ortografia
linguísticas, identificando características regionais, urbanas e rurais da fala e
respeitando as diversas variedades linguísticas como características do uso da
língua por diferentes grupos regionais ou diferentes culturas locais, rejeitando
preconceitos linguísticos.
(EF35LP12) Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvida sobre a escrita de
palavras, especialmente no caso de palavras com relações irregulares fonema-
grafema.
(EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de uso frequente nas quais as relações
fonema-grafema são irregulares e com h inicial que não representa fonema.
(EF04LP01) Grafar palavras utilizando regras de correspondência fonema- -
grafema regulares diretas e contextuais.
(EF04LP02) Ler e escrever, corretamente, palavras com sílabas VV e CVV em
casos nos quais a combinação VV (ditongo) é reduzida na língua oral (ai, ei, ou).
Conhecimento do alfabeto do
português do Brasil/ Ordem
alfabética/ Polissemia
Conhecimentos das diversas
grafias do alfabeto/ Acentuação
(EF04LP03) Localizar palavras no dicionário para esclarecer significados,
reconhecendo o significado mais plausível para o contexto que deu origem à
consulta.
(EF04LP04) Usar acento gráfico (agudo ou circunflexo) em paroxítonas terminadas
em -i(s), -l, -r, -ão(s).
Pontuação
(EF04LP05) Identificar a função na leitura e usar, adequadamente, na escrita ponto
final, de interrogação, de exclamação, dois-pontos e travessão em diálogos
(discurso direto), vírgula em enumerações e em separação de vocativo e de
aposto.
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Morfologia
Morfossintaxe
(EF35LP14) Identificar em textos e usar na produção textual pronomes pessoais,
possessivos e demonstrativos, como recurso coesivo anafórico.
(EF04LP06) Identificar em textos e usar na produção textual a concordância entre
substantivo ou pronome pessoal e verbo (concordância verbal).
(EF04LP08) Reconhecer e grafar, corretamente, palavras derivadas com os sufixos
-agem, -oso, -eza, -izar/-isar (regulares morfológicas).
(EF04LP07) Identificar em textos e usar na produção textual a concordância entre
artigo, substantivo e adjetivo (concordância no grupo nominal).
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Práticas de linguagem
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
CAMPO DA VIDA COTIDIANA – Campo de atuação relativo à
participação em situações de leitura, próprias de atividades
vivenciadas cotidianamente por crianças, adolescentes, jovens
e adultos, no espaço doméstico e familiar, escolar, cultural e
profissional. Alguns gêneros textuais deste campo: agendas,
listas, bilhetes, recados, avisos, convites, cartas,
cardápios, diários, receitas, regras de jogos e
brincadeiras.
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Compreensão em leitura
(EF04LP09) Ler e compreender, com autonomia, boletos, faturas e carnês, dentre
outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do
gênero (campos, itens elencados, medidas de consumo, código de barras) e
considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto.
(EF04LP10) Ler e compreender, com autonomia, cartas pessoais de reclamação,
dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções
do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o
tema/assunto/finalidade do texto.
Produção de textos
(escrita compartilhada e
autônoma)
Escrita colaborativa (EF04LP11) Planejar e produzir, com autonomia, cartas pessoais de reclamação,
dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções
do gênero carta e com a estrutura própria desses textos (problema, opinião,
argumentos), considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do
texto.
Oralidade
Produção de texto oral
(EF04LP12) Assistir, em vídeo digital, a programa infantil com instruções
de
Análise lingüística /
semiótica
(Ortografização)
montagem, de jogos e brincadeiras e, a partir dele, planejar e produzir tutoriais em
áudio ou vídeo.
Forma de composição do texto (EF04LP13) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos instrucionais (instruções
de jogos digitais ou impressos), a formatação própria desses textos (verbos
imperativos, indicação de passos a ser seguidos) e formato específico dos textos
orais ou escritos desses gêneros (lista/ apresentação de materiais e
instruções/passos de jogo).
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Práticas de linguagem
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
CAMPO DA VIDA PÚBLICA – Campo de atuação relativo à
participação em situações de leitura e escrita, especialmente de
textos das esferas jornalística, publicitária, política, jurídica e
reivindicatória, contemplando temas que impactam a cidadania e
o exercício de direitos. Alguns gêneros textuais deste campo:
notas; álbuns noticiosos; notícias; reportagens; cartas do
leitor (revista infantil); comentários em sites para criança;
textos de campanhas de conscientização; Estatuto da
Criança e do Adolescente; abaixo-assinados; cartas de
reclamação, regras e regulamentos.
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Compreensão em leitura (EF04LP14) Identificar, em notícias, fatos, participantes, local e momento/tempo da
ocorrência do fato noticiado.
(EF04LP15) Distinguir fatos de opiniões/sugestões em textos (informativos,
jornalísticos, publicitários etc.).
Produção de textos
(escrita compartilhada e
autônoma)
Escrita colaborativa (EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a
situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade, utilizando registro formal e
estrutura adequada à argumentação, considerando a situação comunicativa e o
tema/assunto do texto.
(EF04LP16) Produzir notícias sobre fatos ocorridos no universo escolar, digitais ou
impressas, para o jornal da escola, noticiando os fatos e seus atores e comentando
decorrências, de acordo com as convenções do gênero notícia e considerando a
situação comunicativa e o tema/ assunto do texto.
Oralidade
Planejamento e produção de
texto
(EF04LP17) Produzir jornais radiofônicos ou televisivos e entrevistas veiculadas em
rádio, TV e na internet, orientando-se por roteiro ou texto e demonstrando
conhecimento dos gêneros jornal falado/televisivo e entrevista.
Produção de texto
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Analise lingüística /
semiótica
(Ortografização)
Forma de composição dos textos (EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, manchetes, lides e corpo de
notícias simples para público infantil e cartas de reclamação (revista infantil),
digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses
gêneros, inclusive em suas versões orais.
(EF04LP18) Analisar o padrão entonacional e a expressão facial e corporal de
âncoras de jornais radiofônicos ou televisivos e de entrevistadores/entrevistados.
Práticas de linguagem
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA – Campo
de atuação relativo à participação em situações de leitura/escrita
que possibilitem conhecer os textos expositivos e
argumentativos, a linguagem e as práticas relacionadas ao
estudo, à pesquisa e à divulgação científica, favorecendo a
aprendizagem dentro e fora da escola. Alguns gêneros deste
campo em mídia impressa ou digital: enunciados de tarefas
escolares; relatos de experimentos; quadros; gráficos;
tabelas; infográficos; diagramas; entrevistas; notas de
divulgação científica; verbetes de enciclopédia.
Leitura /escuta
(compartilhada e
autônoma)
Compreensão em leitura
(EF04LP19) Ler e compreender textos expositivos de divulgação científica para
crianças, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
Imagens analíticas em textos
(EF04LP20) Reconhecer a função de gráficos, diagramas e tabelas em textos,
como forma de apresentação de dados e informações.
Pesquisa
(EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de
interesse sobre fenômenos sociais e naturais, em textos que circulam em meios
impressos ou digitais.
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Produção de textos
(escrita compartilhada e
autônoma)
Produção de textos
Escrita autônoma
Escrita autônoma
(EF04LP21) Planejar e produzir textos sobre temas de interesse, com base em
resultados de observações e pesquisas em fontes de informações impressas ou
eletrônicas, incluindo, quando pertinente, imagens e gráficos ou tabelas simples,
considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
(EF04LP22) Planejar e produzir, com certa autonomia, verbetes de enciclopédia
infantil, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o
tema/assunto/finalidade do texto.
Oralidade Escuta de textos orais (EF35LP18) Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos realizadas por
colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos
sempre que necessário.
Compreensão de textos orais (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de
exposições, apresentações e palestras.
Planejamento de texto oral
Exposição de texto oral
(EF35LP20) Expor trabalhos ou pesquisas escolares, em sala de aula, com apoio
de recursos multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas etc.), orientando-se por
roteiro escrito, planejando o tempo de fala e adequando a linguagem à situação
comunicativa.
Analise linguística /
semiótica
(Ortografização)
Forma de composição dos textos
Adequação do texto às normas
de escrita
(EF04LP24) Identificar e reproduzir, em seu formato, tabelas, diagramas e gráficos
em relatórios de observação e pesquisa, como forma de apresentação de dados e
informações.
Forma de composição dos textos
Coesão e articuladores
(EF04LP23) Identificar e reproduzir, em verbetes de enciclopédia infantil, digitais ou
impressos, a formatação e diagramação específica desse gênero (título do verbete,
definição, detalhamento, curiosidades), considerando a situação comunicativa e o
tema/assunto/finalidade do texto.
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Práticas de linguagem
Objetos de conhecimento
HABILIDADES
CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO – Campo de atuação relativo à
participação em situações de leitura, fruição e produção de
textos literários e artísticos, representativos da diversidade
cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas.
Alguns gêneros deste campo: lendas, mitos, fábulas,
contos, crônicas, canção, poemas, poemas visuais,
cordéis, quadrinhos, tirinhas, charge/ cartum, dentre
outros.
Leitura/escuta
(compartilhada e
autônoma)
Formação do leitor literário (EF35LP21) Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes
Formação do leitor literário/
Leitura multissemiótica
gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo
preferências por gêneros, temas, autores.
(EF35LP22) Perceber diálogos em textos narrativos, observando o efeito de
sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas
no discurso direto.
Apreciação estética/ estilo (EF35LP23) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas,
aliterações e diferentes modos de divisão dos versos, estrofes e refrões e seu
efeito de sentido.
Textos dramáticos (EF35LP24) Identificar funções do texto dramático (escrito para ser encenado) e
sua organizaçãopor meio de diálogos entre personagens e marcadores das falas
das personagens e de cena.
Produção de textos
(escrita compartilhada e
autônoma)
Escrita
autônoma
e
compartilhada
(EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes
descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas para sustentar o sentido
do texto, e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens.
(EF35LP26) Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que
apresentem cenários e personagens, observando os elementos da estrutura
narrativa: enredo, tempo, espaço,personagens, narrador e a construção do
discurso indireto e discurso direto.
Escrita autônoma (EF35LP27) Ler e compreender, com certa autonomia, textos em versos,
explorando rimas, sons e jogos de palavras, imagens poéticas (sentidos figurados)
e recursos visuais e sonoros.
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Oralidade
Declamação
(EF35LP28) Declamar poemas, com entonação, postura e interpretação
adequadas.
Performances orais
(EF04LP27) Recitar cordel e cantar repentes e emboladas, observando as rimas e
obedecendo ao ritmo e à melodia.
Análise
linguística/
Formas
de
composição
de
semiótica
narrativas
(Ortografização)
(EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito
gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são narradas,
diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas.
Discurso direto e indireto (EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e discurso direto, determinando o efeito
de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas
no discurso direto, quando for o caso.
Forma de composição de textos
poéticos
Forma de composição de textos
poéticos visuais
(EF35LP31) Identificar, em textos versificados, efeitos de sentido decorrentes do
uso de recursos rítmicos e sonoros e de metáforas.
(EF04LP26) Observar, em poemas concretos, o formato, a distribuição e a
diagramação das letras do texto na página.
Forma
de
composição
de
textosdramáticos
(EF04LP27) Identificar, em textos dramáticos, marcadores das falas das
personagens e de cena.
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das
comunidades tradicionais brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a arte como um fenômeno
cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades.
2.
Compreender as relações entre as linguagens da Arte e suas práticas integradas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas
tecnologias de informação e comunicação, pelo cinema e pelo audiovisual, nas condições particulares de produção, na prática de cada
linguagem e nas suas articulações.
2.
Pesquisar e conhecer distintas matrizes estéticas e culturais – especialmente aquelas manifestas na arte e nas culturas que constituem a
identidade brasileira –, sua tradição e manifestações contemporâneas, reelaborando- -as nas criações em Arte.
3.
Experienciar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação, ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte.
4.
Mobilizar recursos tecnológicos como formas de registro, pesquisa e criação artística.
6.
Estabelecer relações entre arte, mídia, mercado e consumo, compreendendo, de forma crítica e problematizadora, modos de produção e de
circulação da arte na sociedade.
7.
Problematizar questões políticas, sociais, econômicas, científicas, tecnológicas e culturais, por meio de exercícios, produções, intervenções e
apresentações artísticas.
8.
Desenvolver a autonomia, a crítica, a autoria e o trabalho coletivo e colaborativo nas artes.
9.
Analisar e valorizar o patrimônio artístico nacional e internacional, material e imaterial, com suas histórias e diferentes visões de mundo
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ARTE – 1º AO 5º ANOM
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
Contextos e práticas
(EF15AR01) Identificar e apreciar formas distintas das artes visuais tradicionais e
Artes visuais
contemporâneas, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar
e o repertório imagético.
Elementos da linguagem (EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das artes visuais
(ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.).
Matrizes estéticas e culturais (EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e
culturais das artes visuais nas manifestações artísticas das culturas locais,
regionais e nacionais
Materialidades (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho,
pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo,
fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e
técnicas convencionais e não convencionais
Processos de criação
(EF15AR05) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e
Dança
colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade.
(EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar sentidos
plurais.
Sistemas da linguagem (EF15AR07) Reconhecer algumas categorias do sistema das artes visuais
(museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores etc.).
Contextos e práticas (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança
presentes em diferentes contextos, cultivando a percepção, o imaginário, a
capacidade de simbolizar e o repertório corporal.
Elementos da linguagem (EF15AR09) Estabelecer relações entre as partes do corpo e destas com o todo
corporal na construção do movimento dançado.
(EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço
(deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimento (lento,
moderado e rápido) na construção do movimento dançado.
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Processos de criação (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual, coletivo
e colaborativo, considerando os aspectos estruturais, dinâmicos e expressivos dos
elementos constitutivos do movimento, com base nos códigos de dança.
(EF15AR12) Discutir, com respeito e sem preconceito, as experiências pessoais e
coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de
vocabulários e repertórios próprios.
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
Música
Teatro
Contexto e práticas (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de
expressão musical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música
em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida cotidiana.
Elementos da linguagem (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura,
intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e
práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical.
Materialidades (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo
(palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em objetos cotidianos,
reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de
instrumentos musicais variados.
Notação e registro musical (EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional
(representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos
e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical
convencional.
Processos de criação. (EF15AR17) Experimentar improvisações, composições e sonorização de histórias,
entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais
convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo.
Contextos e práticas (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas distintas de manifestações do teatro
presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias
dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e
o repertório ficcional.
Elementos da linguagem (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida cotidiana, identificando elementos
teatrais (variadas entonações de voz, diferentes fisicalidades, diversidade de
personagens e narrativas etc.).
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Processos de criação
Artes integradas
Processos de criação
Matrizes estéticas culturais
Patrimônio cultural
(EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em
improvisações teatrais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde
a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de diferentes
matrizes estéticas e culturais.
(EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de conta, ressignificando objetos e fatos e
experimentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar acontecimentos
cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros pontos de partida, de
forma intencional e reflexiva.
(EF15AR22) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na
criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos.
(EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações
processuais entre diversas linguagens artísticas.
(EF15AR24) Caracterizar e experimentar brinquedos, brincadeiras, jogos, danças,
canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais.
(EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de
culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas,
africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de
vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.
Arte e tecnologia (EF15AR26) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios,
animações, jogos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares
etc.) nos processos de criação artística.
NT
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual.
2.
Planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das práticas corporais, além de se
envolver no processo de ampliação do acervo cultural nesse campo.
3.
Refletir, criticamente, sobre as relações entre a realização das práticas corporais e os processos de saúde/doença, inclusive no contexto das
atividades laborais.
4.
Identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando, criticamente, os modelos disseminados
na mídia e discutir posturas consumistas e preconceituosas.
5.
Identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos discriminatórios em relação às
práticas corporais e aos seus participantes.
6.
Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos sujeitos que delas
participam.
7.
Reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos.
8.
Usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos de lazer, ampliar as redes de
sociabilidade e a promoção da saúde.
9.
Reconhecer o acesso às práticas corporais como direito do cidadão, propondo e produzindo alternativas para sua realização no contexto
comunitário.
10. Experimentar, desfrutar, apreciar e criar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas e práticas corporais de aventura,
valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.
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BILEDUCAÇÃO FÍSICA – 3° e 5º ANOSME
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
Brincadeiras e jogos
Brincadeiras e jogos populares
do Brasil e do mundo
Brincadeiras e jogos de matriz
indígena e africana
Esportes
Esportes de campo e taco
Esportes de rede/parede
Esporte de invasão
(EF35EF01) Experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do
mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a
importância desse patrimônio histórico cultural.
(EF35EF02) Planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de
todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz indígena e
africana.
(EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita,
audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e
africana, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico
cultural na preservação das diferentes culturas.
(EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora
dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de
matriz indígena e africana, e demais práticas corporais tematizadas na escola,
adequando-as aos espaços públicos disponíveis.
(EF35EF05) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco,
rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias
individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo
e pelo protagonismo.
(EF35EF06) Diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as
características que os constituem na contemporaneidade e suas manifestações
(profissional e comunitária/lazer).
Ginásticas Ginástica geral (EF35EF07) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes
elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e
sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano.
(EF35EF08) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de
elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as
potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança.
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Danças
Danças do Brasil e do mundo
Danças
de
matriz
indígena
e
africana
Lutas
Lutas do contexto comunitário e
regional
Lutas
de
matriz
indígena
e
africana
(EF35EF09) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e
danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os diferentes
sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem.
(EF35EF10) Comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e diferentes
(ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de
matriz indígena e africana.
(EF35EF11) Formular e utilizar estratégias para a execução de elementos
constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz
indígena e africana.
(EF35EF12) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou presentes
no contexto das danças e demais práticas corporais e discutir alternativas para
superá-las.
(EF35EF13) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto
comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana.
(EF35EF14) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do contexto
comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas,
respeitando o colega como oponente e as normas de segurança.
(EF35EF15) Identificar as características das lutas do contexto comunitário e
regional e lutas de matriz indígena e africana, reconhecendo as diferenças entre
lutas e brigas e entre lutas e as demais práticas corporais.
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisório, cultural e histórico.
2.
Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e
procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, socioambientais e do
mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
3.
Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico (incluindo o digital),
como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curiosidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções
(inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.
4.
Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do
mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho.
5.
Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de vista que promovam a
consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem
preconceitos de qualquer natureza.
6.
Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações,
produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética.
7.
Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo- se na diversidade humana, fazendo-se respeitar e respeitando o
outro, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias.
8.
Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos
conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tecnológicas e socioambientais e a respeito da saúde
individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
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CIÊNCIAS – 4º ANO
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
Matéria e energia
Misturas
Transformações reversíveis e não
reversíveis
Vida e evolução
Cadeias alimentares simples
Microrganismos
Terra e Universo
Pontos cardeais
Calendários, fenômenos cíclicos e
cultura
(EF04CI01) Identificar misturas na vida diária, com base em suas propriedades
físicas observáveis, reconhecendo sua composição.
(EF04CI02) Testar e relatar transformações nos materiais do dia a dia quando
expostos a diferentes condições (aquecimento, resfriamento, luz e umidade).
(EF04CI03) Concluir que algumas mudanças causadas por aquecimento ou
resfriamento são reversíveis (como as mudanças de estado físico da água) e
outras não (como o cozimento do ovo, a queima do papel etc.).
(EF04CI04) Analisar e construir cadeias alimentares simples, reconhecendo a
posição ocupada pelos seres vivos nessas cadeias e o papel do Sol como fonte
primária de energia na produção de alimentos.
(EF04CI05) Descrever e destacar semelhanças e diferenças entre o ciclo da
matéria e o fluxo de energia entre os componentes vivos e não vivos de um
ecossistema.
(EF04CI06) Relacionar a participação de fungos e bactérias no processo de
decomposição, reconhecendo a importância ambiental desse processo.
(EF04CI07) Verificar a participação de microrganismos na produção de alimentos,
combustíveis, medicamentos, entre outros.
(EF04CI08) Propor, a partir do conhecimento das formas de transmissão de
alguns microrganismos (vírus, bactérias e protozoários), atitudes e medidas
adequadas para prevenção de doenças a eles associadas.
(EF04CI09) Identificar os pontos cardeais, com base no registro de diferentes
posições relativas do Sol e da sombra de uma vara (gnômon).
(EF04CI10) Comparar as indicações dos pontos cardeais resultantes da
observação das sombras de uma vara (gnômon) com aquelas obtidas por meio de
uma bússola.
(EF04CI11) Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de
tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários
em diferentes culturas.
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS HUMANAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de forma a exercitar o respeito à diferença em uma sociedade plural e promover os
direitos humanos.
2.
Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico- -informacional com base nos conhecimentos das Ciências Humanas,
considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do
mundo contemporâneo.
2.
Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações
que contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de modo a participar efetivamente das dinâmicas da vida social.
3.
Interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas com relação a si mesmo, aos outros e às diferentes culturas, com base nos
instrumentos de investigação das Ciências Humanas, promovendo o acolhimento e a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos
sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
4.
Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo
espaço e em espaços variados.
5.
Construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e opiniões que respeitem e
promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental, exercitando a responsabilidade e o protagonismo voltados para o bem comum
e a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
7.
Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação no
desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/ natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação
e de resolução de problemas.
2.
Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a
compreensão das formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história.
3.
Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocupação humana e
produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem.
4.
Desenvolver o pensamento espacial, fazendo uso das linguagens cartográficas e iconográficas, de diferentes gêneros textuais e das
geotecnologias para a resolução de problemas que envolvam informações geográficas.
5.
Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação para compreender o mundo natural, social, econômico,
político e o meio técnico-científico e informacional, avaliar ações e propor perguntas e soluções (inclusive tecnológicas) para questões
que requerem conhecimentos científicos da Geografia.
6.
Construir argumentos com base em informações geográficas, debater e defender ideias e pontos de vista que respeitem e promovam a
consciência socioambiental e o respeito à biodiversidade e ao outro, sem preconceitos de qualquer natureza.
7.
Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre
as questões socioambientais, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.
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GEOGRAFIA – 4º ANO
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
O
sujeito
e
seu lugar
no
mundo
CONHECIMENT
Território e diversidade cultural (EF04GE01) Selecionar, em seus lugares de vivência e em suas histórias familiares
e/ou da comunidade, elementos de distintas culturas (indígenas, afro-brasileiras, de
outras regiões do país, latino-americanas, europeias, asiáticas etc.), valorizando o
que é próprio em cada uma delas e sua contribuição para a formação da cultura
local, regional e brasileira.
Processos migratórios no Brasil (EF04GE02) Descrever processos migratórios e suas contribuições para a
formação da sociedade brasileira.
Instâncias do poder público e canais de
participação social
Conexões e escalas
Relação campo e cidade
Unidades político-administrativas do
(EF04GE03) Distinguir funções e papéis dos órgãos do poder público municipal e
canais de participação social na gestão do Município, incluindo a Câmara de
Vereadores e Conselhos Municipais.
(EF04GE04) Reconhecer especificidades e analisar a interdependência do campo
e da cidade, considerando fluxos econômicos, de informações, de ideias e de
pessoas.
(EF04GE05) Distinguir unidades político-administrativas oficiais nacionais (Distrito,
Brasil
Mundo do trabalho
Município, Unidade da Federação e grande região), suas fronteiras e sua
hierarquia, localizando seus lugares de vivência.
Territórios étnico-culturais (EF04GE06) Identificar e descrever territórios étnico-culturais existentes no Brasil,
tais como terras indígenas e de comunidades remanescentes de quilombos,
reconhecendo a legitimidade da demarcação desses territórios.
Trabalho no campo e na cidade (EF04GE07) Comparar as características do trabalho no campo e na cidade.
Formas de representação e
pensamento espacial
Natureza, ambientes e
qualidade de vida
Produção, circulação e consumo (EF04GE08) Descrever e discutir o processo de produção (transformação de
matériasprimas),circulação e consumo de diferentes produtos.
Sistema de orientação (EF04GE09) Utilizar as direções cardeais na localização de componentes físicos e
humanos nas paisagens rurais e urbanas.
Elementos constitutivos dos mapas (EF04GE10) Comparar tipos variados de mapas, identificando suas características,
elaboradores, finalidades, diferenças e semelhanças.
Conservação e degradação da natureza (EF04GE11) Identificar as características das paisagens naturais e antrópicas
(relevo, cobertura vegetal, rios etc.) no ambiente em que vive, bem como a ação
humana na conservação ou degradação dessas áreas.
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COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE HISTÓRIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas
sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar, posicionar-se e intervir no mundo
contemporâneo.
2.
Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das
estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica.
3.
Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos
específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o
respeito.
4.
Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e
posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
6.
Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados históricos, levando em
conta o respeito e a solidariedade com as diferentes populações.
7.
Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da produção historiográfica.
8.
Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus
significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.
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HISTÓRIA – 4º ANO
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
Transformações e
permanências nas trajetórias
dos grupos humanos
A ação das pessoas, grupos
sociais e comunidades no tempo e
no espaço: nomadismo,
agricultura, escrita, navegações,
indústria, entre outras
Circulação de pessoas,
produtos e culturas
O passado e o presente: a noção
de permanência e as lentas
transformações sociais e culturais
A circulação de pessoas e as
transformações no meio natural
A invenção do comércio e a
circulação de produtos
As rotas terrestres, fluviais e
marítimas e seus impactos para a
formação de cidades e as
transformações do meio natural
O mundo da tecnologia: a
integração de pessoas
e as exclusões sociais e culturais
(EF04HI01) Reconhecer a história como resultado da ação do ser humano no
tempo e no espaço, com base na identificação de mudanças e permanências ao
longo do tempo.
(EF04HI02) Identificar mudanças e permanências ao longo do tempo, discutindo os
sentidos dos grandes marcos da história da humanidade (nomadismo,
desenvolvimento da agricultura e do pastoreio, criação da indústria etc.).
(EF04HI03) Identificar as transformações ocorridas na cidade ao longo do tempo e
discutir suas interferências nos modos de vida de seus habitantes, tomando como
ponto de partida o presente.
(EF04HI04) Identificar as relações entre os indivíduos e a natureza e discutir o
significado do nomadismo e da fixação das primeiras comunidades humanas.
(EF04HI05) Relacionar os processos de ocupação do campo a intervenções na
natureza, avaliando os resultados dessas intervenções.
(EF04HI06) Identificar as transformações ocorridas nos processos de
deslocamento das pessoas e mercadorias, analisando as formas de adaptação ou
marginalização.
(EF04HI07) Identificar e descrever a importância dos caminhos terrestres, fluviais e
marítimos para a dinâmica da vida comercial.
As questões históricas
relativas à migrações
O surgimento da espécie humana
no continente africano e sua
expansão pelo mundo
(EF04HI08) Identificar as transformações ocorridas nos meios de comunicação
(cultura oral, imprensa, rádio, televisão, cinema, internet e demais tecnologias
digitais de informação e comunicação) e discutir seus significados para os
diferentes grupos ou estratos sociais.
(EF04HI09) Identificar as motivações dos processos migratórios em diferentes
tempos e espaços e avaliar o papel desempenhado pela migração nas regiões de
destino.
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Os processos migratórios para a
formação do Brasil: os grupos
indígenas, a presença portuguesa
e a diáspora forçada dos africanos
Os processos migratórios do final
do século XIX
e início do século XX no Brasil
As dinâmicas internas de migração
no Brasil a partir dos anos 1960
(EF04HI10) Analisar diferentes fluxos populacionais e suas contribuições para a
formação da sociedade brasileira.
(EF04HI11) Analisar, na sociedade em que vive, a existência ou não de mudanças
associadas à migração (interna e internacional).
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ENSINO RELIGIOSO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL
1.
Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, a partir de pressupostos
científicos, filosóficos, estéticos e éticos.
2.
Compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas e filosofias de vida, suas experiências e saberes, em diferentes tempos,
espaços e territórios.
3.
Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor da vida.
4.
Conviver com a diversidade de crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver.
5.
Analisar as relações entre as tradições religiosas e os campos da cultura, da política, da economia, da saúde, da ciência, da tecnologia
e do meio ambiente.
6.
Debater, problematizar e posicionar-se frente aos discursos e práticas de intolerância, discriminação e violência de cunho religioso, de
modo a assegurar os direitos humanos no constante exercício da cidadania e da cultura de paz.
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ENSINO RELIGIOSO – 4º ANO
Unidades Temáticas
Objetos de conhecimento
Ritos religiosos
Manifestações religiosas
Representações religiosas na arte
Crenças
religiosas
e
Ideia(s) de divindade(s)
filosofias de vida
(EF04ER01) Identificar ritos presentes no cotidiano pessoal, familiar, escolar e
comunitário.
(EF04ER02) Identificar ritos e suas funções em diferentes manifestações e
tradições religiosas.
(EF04ER03) Caracterizar ritos de iniciação e de passagem em diversos grupos
religiosos (nascimento, casamento e morte).
(EF04ER04) Identificar as diversas formas de expressão da espiritualidade
(orações, cultos, gestos, cantos, dança, meditação) nas diferentes tradições
religiosas.
(EF04ER05) Identificar representações religiosas em diferentes expressões
artísticas (pinturas, arquitetura, esculturas, ícones, símbolos, imagens),
reconhecendo-as como parte da identidade de diferentes culturas e tradições
religiosas.
EF04ER06) Identificar nomes, significados e representações de divindades nos
contextos familiar e comunitário.
(EF04ER07) Reconhecer e respeitar as ideias de divindades de diferentes
manifestações e tradições religiosas.
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MATRIZ DE REFERÊNCIA DE LÍNGUA PORTUGUESA 4º ANO / 2019

 

EIXO II: AQUISIÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA LEITURA

 
 

TÓPICO

DESCRITOR

DETALHAMENTO

NÍVEL

       
     

N2 Ler frases com estrutura sintática complexa (sujeito, complemento, etc.), na ordem direta.

2 - Quanto à leitura de frases.

  • D 12

Ler frases.

N3 Ler frases com estrutura sintática complexa (sujeito, verbo, complementos, adjuntos, apostos, etc.), na ordem indireta.

       

N2 Localizar informação explícita em texto de extensão mediana, com vocabulário e sintaxe mais complexos (sujeito, verbo, complementos,

  • D 13

adjuntos, apostos, etc.).

Localizar informação explícita.

N3 Localizar informação explícita em texto de extensão mais longa, com vocabulário e sintaxe mais complexos.

   

N1 Reconhecer uma informação implícita em texto verbal, de extensão curta, com vocabulário e sintaxe simples (sujeito, verbo e complemento).

3 Quanto à leitura de textos:

N2 - Reconhecer uma informação explícita em texto verbal, de extensão mediana, com vocabulário e sintaxe simples (sujeito, verbo e complemento).

Inferir informação em

 

3.1

  • D 14

N3 - Reconhecer uma informação implícita em

Quanto à

texto verbal.

texto verbal, de extensão curta, com vocabulário e

informação

sintaxe mais complexos (sujeito, verbo,

do texto

complementos, adjuntos, apostos, etc.).

verbal e/ou

 
 

não verbal.

N4 - Reconhecer uma informação implícita em texto verbal, de extensão mediana, com vocabulário e sintaxe mais complexos (sujeito, verbo, complementos, adjuntos, apostos, etc.).

     
  • D 15

Inferir o sentido de palavra ou expressão.

N1 Inferir o sentido de uma palavra ou expressão, a partir do contexto, em texto de extensão curta ou mediana, com vocabulário e sintaxe simples (sujeito, verbo e complemento).

   

Interpretar textos verbais

N3 Interpretar textos, com vocabulário e sintaxe

  • D 16

e textos que articulam elementos verbais e não verbais.

mais complexos, que articulam elementos verbais e não verbais

   

N2 Identificar o tema ou assunto de um texto de

  • D 18

Identificar o tema ou assunto de um texto lido.

extensão curta ou mediana, com vocabulário e sintaxe mais complexos.

         
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MATRIZ DE REFERÊNCIA DE LÍNGUA PORTUGUESA 4º ANO / 2019

   
  • D 21

Reconhecer o gênero discursivo.

Reconhecer o gênero discursivo dos textos de circulação social.

3.2

Quanto

 

Identificar o propósito

 

aos gêneros

Identificar a finalidade, o “para quê” dos

associados às

sequências

  • D 22

comunicativo em diferentes gêneros.

diferentes gêneros de circulação social.

discursivas

     
 

básicas.

Reconhecer os elementos

Reconhecer os elementos que constituem uma

 
  • D 23

presentes numa narrativa.

narrativa: apresentação, desenvolvimento, complicação, clímax, desfecho.

   

Reconhecer diferentes

Reconhecer diferentes formas de tratar uma

3.3

Quanto

formas de tratar uma

informação na comparação de textos com a mesma

às relações

  • D 24

informação na

entre textos.

comparação de texto sobre o mesmo tema.

temática e com características comuns, como por exemplo: a estrutura, linguagem, entre outras.

3 Quanto à leitura de textos:

   

Reconhecer as relações entre partes de um texto,

N1 Reconhecer a relação estabelecida por meio de pronomes pessoais do caso reto ou por meio de substituição lexical, com o pronome próximo do referente, em textos de extensão curta, com vocabulário e sintaxe simples.

3.4

Quanto

  • D 25

identificando os recursos coesivos que contribuem

N2 Reconhecer a relação estabelecida por meio de pronomes pessoais do caso reto ou por meio de

às relações de coesão e

para a sua continuidade.

substituição lexical, com o pronome distante do

coerência.

referente, em textos de extensão mediana, com vocabulário e sintaxe simples.

 

Reconhecer o sentido das relações lógico

Reconhecer a relação lógico discursiva em texto verbal, marcada pelo uso de recursos linguísticos

  • D 26

discursivas marcadas por conjunções, advérbios etc.

de causa e consequência, comparação, concessão, condição, adição, oposição, lugar, modo e tempo etc.

   
  • D 27

Identificar o efeito de sentido decorrente do

N1 Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações em textos

3.5

Quanto

uso da pontuação e de

de extensão curta, com vocabulário e sintaxe

aos recursos

outras notações.

simples.

expressivos

     

utilizados no

N1 Reconhecer o efeito de humor em textos que

 

texto.

  • D 28

Reconhecer efeitos de humor e ironia.

conjuguem linguagem verbal em linguagem não verbal, ou texto verbal de extensão mediana com vocabulário e sintaxe simples.

   

Identificar os níveis de

 

3.4

Quanto

marcas linguísticas que

linguagem e/ou as

informal, etc.) e/ou as marcas linguísticas que

Identificar os níveis de linguagem (formal,

aos aspectos

sociais da

  • D 29

linguagem.

evidenciam locutor e/ou interlocutor.

evidenciam locutor e/ou interlocutor.

         
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A importância da avaliação diagnóstica inicial

Identificar o que os alunos já sabem antes de começar o trabalho de mais um ano letivo é essencial para iniciar o planejamento docente. Para garantir que nada seja deixado de lado, o professor pode organizar um cronograma de ações pedagógicas e elaborar atividades e/ou situações didáticas adequadas às habilidades do ano/série que os alunos concluíram no ano anterior. Um planejamento bem elaborado, possibilitará ao (a) professor (a) realizar a sondagem/ avaliação diagnóstica inicial com êxito, fornecendo-lhe meios para que ao final das vivências seja realizada a análise dos dados da turma e posteriormente, no decorrer das aulas, ele possa fazer as devidas intervenções e continuar mantendo o ritmo na certeza de que a avaliação diagnóstica se faz necessária em vários outros momentos do ano letivo.

A avaliação diagnóstica ajuda a identificar as causas de dificuldades específicas dos estudantes na assimilação do conhecimento, tanto relacionadas ao desenvolvimento pessoal deles quanto à identificação de quais conteúdos do currículo apresentam necessidades de aprendizagem. Costuma-se dizer que ela possui três objetivos principais: identificar a realidade de cada turma; observar se as crianças apresentam ou não habilidades e pré-requisitos para os processos de ensino e aprendizagem; e refletir sobre as causas das dificuldades recorrentes, definindo assim as ações para sanar os problemas.

Ela pode ser feita em qualquer momento, mas no início do ano letivo permite conhecer melhor a realidade do aluno. O professor tem o dever de verificar o conhecimento prévio de cada um, constatando as condições necessárias para garantir a aprendizagem. Além disso, ela também funciona como uma análise do ensino na escola, já que os resultados das salas de aula de uma mesma série podem promover reflexões importantes para o replanejamento das propostas e atividades que devem ser oferecidas a todos.

Dentre os instrumentos utilizados para verificar a aprendizagem das crianças, destaca-se:

- Produção de texto: É importante fazer a retomada dos gêneros trabalhados, de acordo com a série, nas diferentes modalidades organizativas. Assim, deve-se planejar uma situação em que os alunos produzirão um texto de determinado gênero e analisar os diferentes aspectos, de acordo com os critérios de correção da produção escrita.

- Leitura e interpretação de textos: organizo práticas de leitura para identificar quais habilidades os alunos dominam e quais ainda precisam desenvolver.

Análise de dados das turmas: índice de alfabetização e resultado de avaliações anteriores.

A tabulação dos dados obtidos oferece um mapa da turma e permite identificar quais são os alunos que precisam de uma orientação maior. O plano de trabalho precisa ser definido para atender às necessidades desses estudantes, e muitas vezes torna-se necessário fazer uma intervenção pedagógica. O docente também não pode deixar de lado aqueles que têm mais facilidade, contemplando a todos em seu planejamento.

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Coordenadoria de Desenvolvimento Técnico-Pedagógico Praça da Estação, s/n – Centro – Camocim - CE/ 62400-000 –http://revistaescola.abril.com.br/lingua - portuguesa/alfabetizacao . O que é leitura deleite? É ler pelo simples prazer de ler! Sem objetivos didático- pedagógicos, sem a “obrigação” de trabalhar em aula sobre o que foi lido… Quando fazê-la? Diariamente! A inserção do momento da Leitura Deleite na sala de aula permite ao aluno entender que em nossa vida lemos com várias finalidades (seguir instruções, obter uma informação precisa, revisar escrito próprio, aprender, etc.) e uma delas é a leitura só por prazer, para nos divertimos e distrairmos; Contribui para o alcance de um dos objetivos atitudinais: a formação de leitores, pois desperta o gosto pela leitura; A leitura deleite pode se tornar um entretenimento saudável que ensina, informa e forma crianças e jovens, de uma forma motivante e alegre. Estimula a imaginação e a curiosidade;  Faz as crianças terem acesso a vários textos (e vários gêneros), conhecerem vários autores e estilos de escrita; À medida que a prática da leitura se sedimenta e se torna um prazer, que o leitor aprende a desfrutar, formulam-se juízos de valor sobre os significados apreendidos, sobre a validade e adequação das ideias, comparando-as com experiências e leituras anteriores.    Gêneros textuais e agrupamentos de gêneros Quando comparamos diversos textos, sejam eles orais ou escritos, verificamos que os mesmos podem apresentar aspectos diferentes, tais como uso recorrente de um modo ou tempo verbais, circulação mais frequente em determinado suporte, uso mais recorrente em 40 SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO – 4º ANO / 2019 " id="pdf-obj-39-3" src="pdf-obj-39-3.jpg">
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Saber o que os alunos já conhecem é de fato essencial para o ponto de partida do planejamento docente. Essa prática tem sido bastante disseminada nos anos iniciais do ensino fundamental. E, além disso, muitos autores endossam esta prática, oferecendo referências teóricas que a sustentem.

O que é leitura deleite?

É ler pelo simples prazer de ler!

Sem objetivos didático-pedagógicos, sem a “obrigação” de trabalhar em aula sobre o que foi lido…

Quando fazê-la? Diariamente! A inserção do momento da Leitura Deleite na sala de aula permite ao aluno entender que em nossa vida lemos com várias finalidades (seguir instruções, obter uma informação precisa, revisar escrito próprio, aprender, etc.) e uma delas é a leitura só por prazer, para nos divertimos e distrairmos;

Contribui para o alcance de um dos objetivos atitudinais: a formação de leitores, pois desperta o gosto pela leitura; A leitura deleite pode se tornar um entretenimento saudável que ensina, informa e forma crianças e jovens, de uma forma motivante e alegre. Estimula a imaginação e a curiosidade; Faz as crianças terem acesso a vários textos (e vários gêneros), conhecerem vários autores e estilos de escrita; À medida que a prática da leitura se sedimenta e se torna um prazer, que o leitor aprende a desfrutar, formulam-se juízos de valor sobre os significados apreendidos, sobre a validade e adequação das ideias, comparando-as com experiências e leituras anteriores.

Gêneros textuais e agrupamentos de gêneros

Quando comparamos diversos textos, sejam eles orais ou escritos, verificamos que os mesmos podem apresentar aspectos diferentes, tais como uso recorrente de um modo ou tempo verbais, circulação mais frequente em determinado suporte, uso mais recorrente em

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uma determinada esfera de circulação, o tipo de leitor para o qual foi elaborado, sua finalidade, entre outros. Diferenças e semelhanças dependem das intenções, finalidades e funções sociais dos textos, que lhes imprimem determinadas características. Por exemplo, se quisermos convencer as pessoas da relevância da vacinação, um bom meio é a utilização de gêneros variados (cartazes, folders, anúncios, pronunciamentos etc.) que compõem uma campanha educativa. Tais gêneros funcionam para a oferta de explicações, conscientizar a população sobre dado assunto e levá-la a mudanças de comportamento. Seria surpreendente lermos um texto sobre o combate à dengue em forma de receita, embora isso seja possível. Outros gêneros de textos também são bons para gerar mudanças de comportamento, por exemplo, textos de opinião que fazem, para tanto, uso de argumentos, contrapondo opiniões ou evidências. Mas há também diferenças entre eles: um texto de opinião circula, normalmente, em revistas e jornais. Textos de uma campanha, em geral, circulam em outros tipos de suporte. Não se gera mudança de comportamento em massa fazendo circular um anúncio apenas em jornais.

Acreditamos que ensinar a língua materna por meio de gêneros que se agrupam em torno de capacidades de linguagem e características comuns é um bom modo de iniciar as crianças na compreensão da complexa relação entre meios de circulação, finalidades, funções dos textos orais e escritos na nossa sociedade. Desde os primeiros anos da escolaridade, os alunos têm acesso a essa complexidade e vão descortinando-a na medida em que adquirem conhecimentos e realizam seu percurso escolar, passando pelas diversas etapas da escolaridade até chegar ao ensino superior.

Fonte: Proposta Curricular de Língua Portuguesa 1ºao 5º ano Estado do Ceará. Página 24.

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PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DO CEARÁ

Eixos de ensino e respectivos tópicos

EIXO ORALIDADE

 
 

Planejar a produção do texto oral

Fazer uso adequado de recursos corporais para potencializar a comunicação

TÓPICOS

Produzir um texto adequado à situação de comunicação, com coerência e coesão

Participar da produção oral dos colegas de forma respeitosa e tolerante

Monitorar e avaliar a produção oral

EIXO SISTEMA DE ESCRITA E ORTOGRAFIA

 
 

Manusear com adequação, materiais de leitura e de escrita nas diversas situações de aprendizagem

TÓPICOS

Conhecer o alfabeto

Desenvolver consciência fonológica

Dominar relações entre grafemas e fonemas e as convenções ortográficas

EIXO PRODUÇÃO DE TEXTOS ESCRITOS

 
 

Planejar a produção do texto com base na situação de comunicação

TÓPICOS

Redigir o texto monitorando sua adequação à situação de comunicação

Redigir o texto monitorando sua adequação ao sistema de escrita e ortografia

Revisar a produção de textos escritos

EIXO LEITURA (COMPREENSÃO LEITORA

 
 

Retirar informações

Relacionar informações

TÓPICOS

Monitorar a compreensão

Reagir aos textos lidos

Familiarizar-se com a produção literária e as situações de leitura

EIXO LEITURA (FLUÊNCIA EM LEITURA)

 
 

Desenvolver a precisão e automatismo na decodificação das palavras

TÓPICOS

Desenvolver a leitura oral expressiva

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Quadro extraído da Proposta Curricular de Língua Portuguesa. Páginas, 30 e 31.

O QUE É PRECISO SABER!

Eixo: Leitura

Compreensão leitora

Nesta proposta curricular, concebemos a leitura como atividade de interação entre leitor-autor- texto. O leitor é um sujeito ativo que não apenas decodifica, juntando letras, sílabas e palavras, mas busca compreender o que está escrito, tirando proveito dessas situações para os propósitos que o guiam na situação. Ler é um processo de atribuição de sentidos.

Os sentidos atribuídos a um texto resultam de uma atividade de ordem cognitiva, que demanda pelo menos três conjuntos de saberes:

  • 1. conhecimentos fundamentais para o estabelecimento da interação, desde aqueles relativos ao modo

como se estrutura e funciona o sistema de escrita, passando por aqueles advindos da participação em práticas de leitura e familiaridade com bens da cultura escrita, até conhecimentos sobre os gêneros textuais, temas e assuntos tratados que precisam ser ativados para se tirar proveito das leituras;

  • 2. habilidades de fluência em leitura, a fim de processar com rapidez e adequação aquilo que se coloca

diante de seus olhos;

  • 3. estratégias e habilidades de compreensão leitora, a fim de alcançar os propósitos que guiam leitores

no modo como abordam o texto e constroem sentidos (BATISTA, 2011).

No ato de ler, portanto, estão envolvidos diversos saberes que precisam ser adquiridos durante a educação básica, tanto para dar continuidade aos estudos em etapas mais avançadas do processo de escolarização, como para continuar a aprender nas mais diversas situações e âmbitos de convivência social, ao longo de toda a vida.

No caso da compreensão leitora, os conhecimentos envolvidos são aqueles advindos de experiências em práticas de leitura, nas quais se leem ou se ouvem e se comentam sobre textos escritos. Abarcam saberes sobre o modo como os textos foram produzidos, sobre quem os produziu e em que contexto, como se tornaram públicos, em que veículos ou suportes chegam até nós. Também dizem respeito a uma gama variada de conhecimentos de mundo, um acervo mental no qual estão inscritos informações, conceitos, noções, entre outros. Esse acervo é acionado de acordo com os propósitos estabelecidos para ler, por meio das estratégias desenvolvidas para tirar o máximo proveito da leitura e dos textos.

A interação entre leitores e textos é, assim, orientada por objetivos que guiam os leitores nos modos de acessar o texto. No ato de ler, sempre há um para quê: lê-se para agir, para divertir-se, para informar-se, para o puro deleite, para aprender, para buscar uma informação pontual, entre tantas possibilidades. São os objetivos que condicionam o que ler e como ler na situação, se de modo integral

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(do começo ao fim) ou de maneira seletiva (pulando partes, páginas etc.), com maior ou menor atenção, em mais ou menos tempo, bem como os comportamentos e gestos, os objetos necessários para a leitura, os ambientes para realizá-la, entre outros.

Os propósitos que dirigem o leitor condicionam, desse modo, o emprego das estratégias de que lançará mão para alcançá-los. As estratégias viabilizam o processamento do texto e são responsáveis por mobilizar os conhecimentos necessários para a compreensão. Elas precisam ser desenvolvidas e constituem o eixo voltado para a compreensão leitora. Ao ler, antecipamos o que vamos encontrar no texto.

(…)

Recorte da Proposta Curricular de Língua Portuguesa Ceará. Páginas 60 e 61.

Fluência em leitura

Para que a criança ganhe autonomia em leitura e possa compreender o que lê, a fluência é fundamental. Se ela concentra todos os seus esforços no processo de decodificação de palavras, sobrecarrega o cérebro e a atenção, e não consegue compreender o que lê. A criança precisa, assim, ler mais rapidamente e reconhecendo palavras, para poder compreender o que está lendo.

Estudos vêm mostrando que o ensino intencional da fluência, por meio da leitura oral, é uma boa prática para alcançar esse objetivo, por isso o incluímos aqui.

A fluência em leitura é alcançada por três componentes (RASINSKI, 2004):

  • 1. precisão: ou seja, é importante que o leitor decodifique com exatidão as palavras durante sua leitura;

  • 2. automatismo e velocidade: significa que, durante a leitura, é necessário que o leitor reconheça com

rapidez, de forma automática, palavras do texto. O automatismo e velocidade fazem com que ele utilize minimamente os recursos de atenção.

  • 3. expressividade: deve haver uma interpretação expressiva do texto para que se consiga uma ótima

compreensão.

Conforme Timothy Rasinski (2004), uma boa forma de compreender o que significa fluência em leitura é pensarmos no falar em público. Um bom orador utiliza os três componentes referidos para ser bem compreendido por seus ouvintes. Ele tem domínio sobre o que explana, fala em uma velocidade apropriada e utiliza expressividade. Ele aumenta ou abaixa o volume da voz quando necessário, enfatiza algumas palavras e varia a entonação. Por outro lado, um orador que fala baixo e muito devagar torna o discurso monótono, exigindo maior atenção dos ouvintes. Alguém que fala muito rápido, que não termina frases e palavras, também é pouco compreendido e exige maior atenção dos ouvintes.

Rasinsky (2004) diz ainda que a fluência em leitura pode ser pensada como ...

uma

ponte entre dois principais componentes da leitura: a decodificação de

... palavras e a compreensão de palavras. Em uma das extremidades da ponte, a

decodificação precisa e automática. Na outra extremidade da ponte, a fluência

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conectada à compreensão e à prosódia, ou interpretação expressiva.

O leitor fluente não precisa parar para decodificar as palavras do texto. Rapidamente ele as reconhece de forma bastante precisa. Esse processamento permite que o leitor dedique mais atenção à compreensão do texto.

A compreensão é percebida quando os leitores dão expressão ao que leem, usando, como um bom orador, volume e tom adequado à leitura. Esses são indicativos de que houve interpretação e construção de significado do trecho lido (RASINSKI, 2004).

Fonte: Proposta Curricular de Língua Portuguesa 1ºao 5º ano Estado do Ceará. Gêneros textuais e agrupamentos de gêneros. Páginas 28 e 29.

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Programa Alfabetização na Idade Certa – PROTOCOLO 3º, 4º e 5ºanos Tabela de códigos para a
Programa Alfabetização na Idade Certa – PROTOCOLO 3º, 4º e 5ºanos
Tabela de códigos para a análise da produção textual

Produção Escrita

  • 0 Deixou o espaço da atividade em branco.

  • 1 Produziu texto não-verbal(desenhos) ou produziu com escrita predominantemente não alfabética.

  • 2 Escreveu palavras soltas predominantemente alfabéticas com ou sem coerência com a proposta.

  • 3 Produziu texto sem atender a proposta.

  • 4 - Produziu texto atendendo à proposta.

Coesão

  • 0 - Produz texto SEM utilizar mecanismos de coesão por meio de pronomes, advérbios e conjunções.

  • 1 - Produz texto utilizando PARCIALMENTE mecanismos de coesão por meio de pronomes, advérbios e conjunções.

  • 2 - Produz texto utilizando mecanismos de coesão por meio de pronomes, advérbios e conjunções.

Coerência

  • 0 Não mantém a coerência.

  • 1 Mantém a coerência

Pontuação

  • 0 - Produziu sem usar adequadamente os sinais de pontuação.

  • 1 - Produziu com uso parcialmente adequado dos sinais de pontuação.

  • 2 - Produziu usando adequadamente os sinais de pontuação.

Letras maiúsculas

  • 0 - Produziu sem o uso adequado de letras maiúsculas.

  • 1 Produziu com o uso predominante da letra bastão.

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2 Produziu com o uso parcialmente adequado de letras maiúsculas.

3 - Produziu com o uso adequado de letras maiúsculas.

Sobre o Alforje de Histórias

No conto: A madrugada, que na verdade trata-se da apresentação de outro conto: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá; Jorge Amado (2011, p.19) escreve uma história para apresentar outra.

Ele nos conta que a Manhã, apaixona-se pelo Vento porque ele lhe conta histórias. O vento, segundo o

autor, é um “bisbilhoteiro e audacioso, rei dos andarilhos, rompendo fronteiras, invadindo espaços, vasculhando esconderijos, o Vento carrega um alforje de histórias para quem queira ouvir e aprender.”

Inspiradas (autoras do livro “Eu conto contigo!” – Dinamização do acervo - Coleção PAIC Prosa e Poesia, Cristina Soares, Efigênia Alves, Regina Esteves e Tâmara Bezerra) no narrador apresentado por Jorge Amado, carinhosamente elas chamaram de Alforje de Histórias, os momentos semanais em que professores(as) partilharão histórias com os meninos e meninas de nossas escolas da rede pública. Dessa forma, poderemos pedir ao Vento quenos empreste o conteúdo do seu alforje para que ecoem em nossas salas de aula as três palavras capazes de parar o Tempo: Era Uma Vez ...

Leitura literária: uma viagem responsiva:

Segundo Kleiman (1996, p.24): “é durante a interação que o leitor mais inexperiente

compreende o texto: não é durante a leitura silenciosa, nem durante a leitura em voz alta, mas durante

a conversa sobre aspectos relevantes do texto”. A partir da reflexão do autor e seguindo as diretrizes

do próprio Eixo de Literatura e Formação do Leitor, sugere-se que organize suas malas! E prepare-se para fazer viagens fantásticas através do mundo da leitura. Seus alunos vão amar.

O papel do “Alforje de Histórias” inserido no cotidiano e no tempo destinado à apreensão de

aspectos conceituais da língua portuguesa, não é reproduzir a função didática do ensino, já vivida nos outros momentos de estudo da língua. Essa oportunidade destina-se ao aspecto fruitivo do texto e todas as possibilidades de gerar empatia e deleite perante uma obra de arte, no caso, o texto literário.

A proposta é que o aluno adentre no universo literário pela condução de um professor afetivamente implicado com o seu papel mediacional, com as obras escolhidas e momentos de partilha.

Para Bakhtin(1992) a leitura “se institui somente quando o leitor estabelece uma relação com o texto e

com autor, numa atitude responsiva que o torna capaz de refutar, refletir e reavaliar o que leu. Do

contrário, essa leitura não se constitui como tal, se fecha em si mesma, sem trazer uma contrapalavra.”

Ao considerar a concepção do autor que pensa a língua em movimento, a língua que existe na relação

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com o outro, entende-se que somente desenvolver a competência linguística não responde aos objetivos da educação e nem mesmo aos objetivos do ensino da literatura.

A língua, nessa perspectiva, tem que ser vista a partir das relações sociais e em suas possibilidades de trocas, por essa razão as atividades para a prática sistematizada de Leitura Literária, foram desenhadas de forma que a literatura sempre se apresente viva e prazerosa. O trabalho é sustentado pelo desafio de integração com os acervos presentes nas escolas, sendo estes as Coleções do PAIC Prosa e Poesia, como também, os acervos do PNBE e outros disponíveis. A intenção é que o trabalho literário realizado na escola possa dialogar com as ações das bibliotecas e demais espaços e projetos promotores de leitura.

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Ao observamos o desenho proposto, identificamos os dois momentos que compõem o Alforje de Histórias e as atividades idealizadas para esses encontros: o momento da roda de leitura, que demanda a escolha de obras e a apropriação de elementos que enriquecem a partilha dos textos em voz alta; e o Círculo de Cultura, que favorece a participação de todos numa discussão democrática e animada pelo professor, a partir dos textos e de sua empatia perante o grupo, e que visa ampliar os campos de experiências dos participantes, favorecendo um diálogo pluricultural com o universo literário. Na intercessão dos dois momentos está a mediação, ou seja, a forma como eles são planejados e mediados pelo educador é que sustenta o trabalho como um todo.

Fonte: Registros coletados nos momentos de formações do Eixo de Literatura e Formação do Leitor/MAISPAIC.

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