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Adaptação Escolar para Educação Infantil

Uma das principais preocupações dos pais em relação ao início da Educação Infantil é o
processo de adaptação. Quando chega a hora de buscar uma escola, surgem vários
receios e dúvidas:
Será que o meu filho vai ficar bem?
Será que lhe vão dar a devida atenção?
Será que o vão mimar?
Será…? Será…?

Todas estas dúvidas e inquietações são compreensíveis e legítimas, pois vão deixar os
seus pequenos em um ambiente cheio de novidades, com um funcionamento
diferente do ambiente no qual pais e crianças estão acostumados.
A entrada na escola é um marco importante no desenvolvimento da criança e deve ser
visto como algo positivo, que gera autonomia, crescimento, amadurecimento e ajuda
na socialização, o que será ótimo para todos. Se for vivenciada como fonte de culpa,
medo e insegurança poderá ser difícil para todos. Então, é necessário atenção para
que não sejamos transmissores de ansiedade e angústia para as crianças. Não se
preocupe, pois tais sentimentos tendem a diminuir na medida em que família e escola
estabeleçam uma boa relação de confiança.
A criança na primeira infância tende a se adaptar ao novo com mais facilidade.
Contudo, é uma fase mais complicada para os pais, porque os pequenos ainda não
passaram por nenhuma experiência de autonomia tão intensa, o que torna difícil a
separação. Nesta fase inicial da vida de uma criança, principalmente quando vai para a
escola, há sempre um adulto na sala com quem a criança irá criar laços afetivos. Esta
vinculação vai dar à criança uma maior segurança e vai fazer com que esta se sinta
protegida.
Saindo de suas zonas de conforto, os pequenos são inseridos em um ambiente coletivo
com uma dinâmica diferente das de casa, são estimulados a participar de atividades
incomuns ao seu dia a dia e passam a conviver com adultos e crianças que são
inicialmente estranhos.
A adaptação é esse momento de transição em que a criança vai se habituando à nova
rotina longe dos familiares e outros adultos de referência. Dia após dia, ela vai criando
um vínculo com os professores, coleguinhas e atividades, sentindo-se cada vez mais
segura.

Não existe um tempo determinado para essa transição, pois cada criança tem seu
próprio tempo. Em média, o período inicial da adaptação dura entre uma ou duas
semanas, mas depende da criança, da família e de suas experiências anteriores.

Orientações à família

Início da adaptação:
Para os pequenos de até dois anos, sua rotina deve ser preservada ao máximo. O
diálogo entre família e educadores é importante para entender os hábitos da criança.

Por volta dos dois anos e meio, já é possível explicar esse novo momento e tirar
dúvidas dos pequenos. Envolvê-los nos preparativos para ir à escola, como arrumar a
mochila e a lancheira também é importante. Isso faz com que ela perceba que está
sendo cuidada e que se sinta participante.

Despedida dos familiares:


A despedida é fundamental para a adaptação.
Quando a criança é muito pequena, passe-a para o colo da professora com um beijo,
mas sem muita enrolação, pois por menor que seja o bebê, eles também sentem a sua
insegurança. Se ele já for maior, incentive-o a entrar na escola caminhando e levando a
própria mochila, de forma alegre e lúdica.
Por mais difícil e doloroso que seja para ambos, construir uma relação com os filhos
pautada na confiança é importante. A clareza da despedida é saudável e necessária.
Como esse momento pode ser marcado por choro, alguns pais aproveitam a distração
dos filhos para ir embora despercebidos. Cuidado com esse tipo de atitude: no
momento em que a criança percebe que está sozinha, o choro vem acompanhado de
um sentimento de abandono.

Os combinados que fizer com os seus filhos, referentes ao período de adaptação,


devem ser comunicados às professoras na frente da criança. E não deixe de cumpri-los.

Algum membro da família deve estar presente no período de adaptação?


Família é essencial nesse processo. É importante que algum familiar acompanhe o
pequeno o tempo todo nos primeiros dias, para não deixá-lo sem referência e até
mesmo prolongar essa adaptação.
Pais ou acompanhantes receberão orientações dos educadores referentes aos
momentos oportunos de aproximação e distanciamento.

Choro
É a forma de expressão da criança. Pode ser uma forma de passar sua mensagem: “que
lugar é esse?” “Quem são vocês e o que eu estou fazendo aqui?”.
Portanto, é importante tentar mostrar o que está acontecendo e o que vai acontecer,
dando previsibilidade.
Os professores darão acolhimento nesses momentos, conversando sobre o reencontro
com os pais e oferecendo atividades atrativas.
Embora possa ser difícil ver isso acontecer, pense que aprender a lidar com essas
emoções é uma etapa importante do desenvolvimento. Não passar por isso só o
deixará frágil. Quando o choro aparecer, o melhor é reforçar, de forma carinhosa, que
a escola é importante, que você reconhece suas emoções, mas acredita que ele vai
conseguir se sair bem. É difícil para a criança e para você, mas é necessário firmeza.
Sem esquecer que ela precisará muito do seu colo e da sua paciência.
Objetos de apego
Objetos de apego, como paninhos, chupetas e algum brinquedo importante, dão
segurança emocional aos pequenos, pois remetem ao conforto do ambiente familiar.
Por isso, é importante que as crianças os tragam à escola.
Mais tarde, quando esse significado for perdendo sua força, pode-se delimitar os
momentos em que tais objetos sejam usados para não atrapalhar movimentos e até a
fala, por exemplo, durante as refeições ou brincadeiras.

Atividades durante o período de adaptação


As atividades das primeiras semanas serão cuidadosamente planejadas de
acordo com a faixa etária das crianças. Elas serão bem representativas do que
será o dia a dia das crianças ao longo do ano, para não criar expectativas
frustradas.
As famílias podem e devem conversar com os filhos sobre a nova escola,
contando-lhes inicialmente sobre a professora, outras crianças e as propostas
que acontecerão durante os primeiros dias. Ao iniciar a adaptação as conversas
devem permanecer, falem sobre os eventos vividos pela classe naquele dia, as
histórias ouvidas, retome os nomes dos amigos, etc.

E quando termina a adaptação?


Cada criança tem o seu ritmo próprio e sua forma de adaptar-se. Portanto,
nesse período, as orientações são individualizadas, contemplando uma
diversidade de decisões.
A equipe pedagógica da escola (professora, orientadora e coordenadora)
estarão atentas e prontas para apoiar e orientar sempre que necessário.
1) Um pedacinho de casa

Primeiro dia no berçário. Não dá para dizer que, porque seu filho não fala, a adaptação
será mais fácil. Até completar 9 meses, o bebê guarda as informações na mente por
meio de registros emocionais – e uma experiência que não seja tranquila pode fazer
com que ele tema a escola por muito tempo. Para evitar problemas, você precisa estar
disponível para passar essa fase ao lado dele.

Levar itens que tenham o cheiro do quarto dele, por exemplo, também vai confortá-lo:
pode ser a naninha ou o brinquedo do berço.

Se prometer, cumpra

A semana de adaptação das crianças que nunca foram à escola é muito parecida na
maioria delas. Os pais levam seus filhos por pequenos períodos de tempo, que ficam
maiores conforme eles vão se acostumando com a ideia de estarem longe da família.
Durante esse processo, é fundamental que a criança se sinta segura e perceba que está
no meio de pessoas dignas de sua confiança. Mentir ou sair de fininho pode dificultar
as coisas. Se você disser que estará esperando no pátio, faça exatamente isso. Os pais
que não podem se ausentar do trabalho devem explicar ao chefe que estão passando
por um momento delicado e pode ser que precisem sair às pressas em uma
emergência.

12) Faça parte da turma


Não é somente o seu filho que precisará passar por adaptação. Você também terá uma
fase de integração com os novos pais e professores – e é importante estabelecer esse
vínculo logo no início. Participe das atividades propostas pelo colégio, procure ir aos
eventos sociais, como aniversários dos colegas, organize com outros pais piqueniques
ou passeios, como uma ida ao teatro. Lidar com as diferenças e ressaltar a importância
do convívio social são boas maneiras de dar o exemplo. E estabelecer esse contato é
uma forma de incentivá-lo ainda mais a se abrir para novas amizades.

É muito comum que, no período inicial, os pequenos peçam ajuda aos pais
ou acompanhantes para levá-los ao banheiro, para acompanhá-los em uma
ou outra atividade ou mesmo na preparação do lanche. Nesses casos, uma
afirmação do tipo “fale com sua professora, ela vai lhe ajudar”, facilita muito
a adaptação e a construção deste vínculo tão essencial. A segurança e a
confiança mostrada por pais e acompanhantes são facilmente percebidas
pelas crianças e isto é fundamental para que se sintam tranquilas e seguras
na escola.

O início da vida escolar é uma experiência desafiante para as crianças. Novo


espaço, novas pessoas, novas regras, novas rotinas e um momento de ficar
longe dos pais por uma boa parte do dia. É sem dúvida um tempo de fortes
emoções, de descobertas do novo. E por isso, um tempo de inseguranças e
incertezas trazidas pelo desconhecido.

Cabe à escola, em parceria com a família, realizar um trabalho que facilite a


entrada das crianças nesse novo mundo. Nova escola, sala de aula, novos
colegas, professores, ambiente diferente, tudo isso implica em grandes
mudanças e exige esforço de adaptação. Apresentamos a seguir algumas
orientações importantes para que todos entendam o que acontece nesse
período e saibam como ajudar as crianças nesse momento.

A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO

No período de adaptação, incentivamos as crianças a conhecer o espaço da


escola com segurança e autonomia. É importante deixar que elas transitem
pelos diferentes espaços e explorem os ambientes existentes: areia, salas de
aula, brinquedos, pátios. Sempre na companhia de um educador, para que
possam, aos poucos, adquirir familiaridade e segurança com o ambiente
escolar.
O PAPEL DOS EDUCADORES

A familiarização com os educadores é fundamental para que cada criança


crie afinidade com eles e, principalmente, sinta segurança para permanecer
na escola. Assim, é importante que as crianças percebam que, enquanto
estiverem na escola, suas solicitações e necessidades devem ser atendidas
pelos educadores. No decorrer desse período, quando houver qualquer
solicitação da criança, na
presença de pai, mãe ou acompanhante, é importante que transfiram
esta responsabilidade à escola, sugerindo _a criança que sempre solicite ao
educador o que for preciso, de modo a transmitir às crianças a confiança nos
educadores.

É muito comum que, no período inicial, os pequenos peçam ajuda aos pais
ou acompanhantes para levá-los ao banheiro, para acompanhá-los em uma
ou outra atividade ou mesmo na preparação do lanche. Nesses casos, uma
afirmação do tipo “fale com sua professora, ela vai lhe ajudar”, facilita muito
a adaptação e a construção deste vínculo tão essencial. A segurança e a
confiança mostrada por pais e acompanhantes são facilmente percebidas
pelas crianças e isto é fundamental para que se sintam tranquilas e seguras
na escola.

A ROTINA

As atividades propostas às crianças nesse período de adaptação têm como


objetivo mostrar a rotina da escola, bem como, as novidades que ela oferece:
brinquedos, brincadeiras, outras crianças, pessoas diferentes daquelas que
estão acostumadas, momentos em grupo para lanchar, pintar, ouvir
histórias,
desenhar, conversar e se cuidar. Desde o primeiro dia, elas participam de
algumas dessas situações. Muitas atividades são organizadas em conjunto
pela professora e por todas as crianças para que se sintam mais envolvidas e
integradas ao dia-a-dia da escola.

ALGUMAS DICAS

Para as famílias, esse também é um momento de adaptação. É natural que se


sintam ansiosas com todas as novidades que as crianças vão se deparar e
com a expectativa em relação à separação. Por isso, aqui na Escola Santi, da
mesma forma que cuidamos “dos pequenos”, estamos com nossa atenção
voltada aos pais.

Para dar mais segurança à criança solicitamos que pais, mães ou uma pessoa
querida esteja presente na primeira semana de adaptação, no horário
proposto para esse período. É preferível que a pessoa seja a mesma em todo
o processo: do primeiro dia até o momento em que a criança aceitar ficar na
escola, sem o acompanhamento de uma pessoa familiar. A experiência de
muitos anos no processo de adaptação com alunos na Educação Infantil nos
mostra que a troca eventual do acompanhante, traz inconvenientes que,
muitas vezes, provocam reinício ou prolongamento desse período.

Para o bom desenvolvimento do processo de adaptação, pais e


acompanhantes receberão orientações dos educadores referentes aos
momentos oportunos de aproximação e distanciamento. Por exemplo, não é
conveniente para a criança que permaneçam dentro da sala de aula
conversando, brincando ou
segurando-a no colo. Tais atitudes acabam por interferir no bom andamento
do processo.
No momento de deixar a criança na escola ou na sala de aula, a despedida
deve ser breve e segura, de forma a transmitir a certeza de que estará por
perto e sempre à disposição. Os combinados que fizer com os seus
filhos, referentes ao período de adaptação, devem ser comunicados às
professoras na frente da criança; nunca deixe de cumpri-los, sobretudo
porque a professora será sua “avalista” e pode ficar desacreditada pela
criança.

Para apoiar a adaptação, a criança pode trazer, dentro da mochila ou da


lancheira, alguns objetos seus (chupeta, cobertor, boneco, etc.). Lembramos
que cada um desses objetos deve estar marcado com o seu nome completo.
Sugerimos que a organização da lancheira e dos pertences que irá trazer para
a escola seja feita junto com o aluno.

Cabe aqui colocar que é bastante comum mudança de humor e


comportamento durante o período de adaptação. Algumas crianças podem
chorar mais do que normalmente o fazem quando estão em casa, solicitar
maior atenção, apresentar dificuldade e resistência em adormecer, alterar o
apetite ou demonstrar uma maior irritabilidade diante de algum
posicionamento de seus pais. E tudo isso, acreditem, faz parte deste
processo pelo qual estarão passando. É fundamental que os pais
mantenham-se seguros e tranquilos, pois estas manifestações são
passageiras.