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TÉCNICO ESPECIALISTA EXERCÍCIO FÍSICO

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO FÍSICO


TURMA CET28

FADIGA

NUNO TEIXEIRA
FADIGA

• Fadiga é a ruptura temporária do equilíbrio interno (homeostasia), ou mais


especificamente, a falta de capacidade para manter ou repetir uma
determinada força pela contracção muscular.
FADIGA - TIPOS

Podemos considerar dois tipos de fadiga: Aguda e Crónica.

1. A fadiga aguda surge após esforço e desaparece com o repouso.

2. A fadiga crónica pode instalar-se no atleta quando existe um desajuste do


volume de trabalho e de repouso por excesso de treino ou de competição.
FADIGA - INDICADORES

• Para podermos diagnosticar a fadiga temos as análises ao sangue (técnica


invasiva) e as análises à urina (mais utilizada devido a várias vantagens).

• Proteinúria Indicadores de fadiga


• Urina escura (doseamentos urinários)
• ...
FADIGA - INDICADORES

• Anorexia
• Polidipsia (muita sede)
• Insónias
• Perda de peso
Indicações por parte do atleta
• Aumento do pulso basal
• Alterações na performance
• Alterações gastro-intestinais
• Aumento do tempo de recuperação (frequência cardíaca)
• Estados de humor (hiperagressividade e hiperemotividade)
• Fraca capacidade de adaptação ao meio envolvente
• Susceptibilidade a infecções minor (constipações, gripes, etc...)
FASES DA FADIGA

• 1ª FASE – Diminução da força mas velocidade de encurtamento muscular


mantém-se inalterada.

• 2ª FASE – Redução na diminuição da força e rápido aumento da redução


da velocidade de encurtamento devido à acumulação do ião H+.

• 3ª FASE – Diminuição da libertação do cálcio pelo retículo sarcoplasmático


devido ao ph ácido intracelular. Menos cálcio em afinidade com a troponina,
menos estabelecimento de pontes cruzadas.
FASES DA FADIGA

• O lactato apenas poderá inibir a produção de força devido ao aumento da


quantidade de água intracelular, provocando um edamaciamento e o
afastamento dos filamentos contrácteis.

• O ião H+, muito associado à presença do ácido láctico, provoca também


reduçao da afinidade entre a troponina e o cálcio, sendo mais acentuada
nas fibras rápidas.
NÍVEIS DE FADIGA

CRISE DE ADAPTAÇÃO

Não é observável
analiticamente mas há que
ficar atento.

É um estado de fadiga
normal após os primeiros
treinos da época ou após
treinos muito intensos, são
sentidas algumas dores
musculares que duram 3, 4,
ou 5 dias.
NÍVEIS DE FADIGA

CRISE DE SUPRA-SOLICITAÇÃO

Instala-se quando o treinador não


detecta a crise de adaptação e
continua a aplicar cargas no sentido
de melhorar as respostas ao treino.

Este estado tem origem nas


alterações bruscas do processo de
treino sem o respectivo controlo.
NÍVEIS DE FADIGA

CRISE DE SOBRE-TREINO
(OVERTRAINING)

É um estado crónico de diminuição


da performance acompanhado de
sinais e sintomas mais graves.

Caracteriza-se por um distúrbio


resultante do desequilíbrio entre as
exigências do exercício e a
capacidade funcional, levando a
uma diminuição do desempenho.