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AULA PRÁTICA N° 5

Absorvedor dinâmico de vibrações

1. Introdução
A maioria dos sistemas mecânicos estão sujeitos a excitações que induzem
vibrações mecânicas. Geralmente, estas vibrações não são desejadas, pois podem provocar
emissão de ruído, desgaste prematuro e falha por fadiga dos componentes. Desta forma
existe um grande interesse em reduzir tais níveis de vibrações.
Isto pode ser feito tentando eliminar a força de excitação do sistema.
Freqüentemente isso não é possível. Pode-se tentar modificar a massa ou rigidez do
sistema, o que em muitos casos também não é possível. Outra forma seria o uso de técnicas
de controle ativo, mas é uma técnica geralmente cara, e usadas para controlar os níveis de
vibrações em estruturas de pequenas. Uma solução bastante viável, relativamente fácil de se
empregar e de custo financeiro baixo, é o uso dos ​Absorvedores Dinâmicos de Vibração
(ADVs).

1.1 – Teoria dos ADVs não amortecidos aplicados a sistemas primários de um


grau de liberdade
Nesta seção são estudados os fundamentos teóricos pertinentes aos ADVs.
Estes fundamentos constituem a base para o entendimento do princípio de
funcionamento
destes dispositivos, sendo ainda de capital importância na implementação de
procedimentos de otimização dos parâmetros construtivos dos mesmos.
A Figura 1 ilustra um sistema vibratório de dois graus de liberdade, sem
amortecimento. O subsistema (M​1​, K​1​) é associado à Estrutura Primária, cujas vibrações se
deseja atenuar, mediante o acoplamento do subsistema (M​2​, K​2​), que constitui o absorvedor
dinâmico de vibrações.
Admite-se que o sistema primário seja excitado por uma força harmônica de
amplitude F​0​ e freqüência de excitação Ω, expressa segundo:

O princípio básico do funcionamento do ADV é baseado no fato que, escolhendo-se


os valores dos parâmetros (M​2​, K​2​) de modo que:

a resposta harmônica da massa primária m​1​ terá amplitude nula para esta freqüência de
excitação. Observa-se que

corresponde à freqüência natural do sistema absorvedor quando conectado diretamente à


base fixa. Para demonstrar esta afirmação, escrevem-se as equações do movimento do
sistema acoplado, representado na Figura 1:

As respostas harmônicas em regime permanente são expressas segundo:


Assim, fazendo as diferenciações e substituindo as equações (4) e (5) nas equações
(2) e (3), obtém-se:

Introduzindo a notação:

: ​Freqüência natural do sistema primário, considerado isoladamente.

​: ​Freqüência natural do sistema absorvedor considerado isoladamente


a seguinte expressão para a amplitude X​1 ​do sistema primário pode ser obtida a partir de (6) e
(7):

Na equação (8) acima, pode-se observar que a amplitude da resposta do sistema

primário anula-se quando o numerador é zero. Isto ocorre quando a

freqüência de excitação coincide com a freqüência natural do ADV ( ).


A equação (8) é ilustrada na Figura 2, onde nota-se a função de resposta em
freqüência típica de um sistema de dois graus de liberdade. Como se trata de um sistema de
dois graus de liberdade, existem duas freqüências naturais. A introdução do ADV permite a

geração de uma anti-ressonância na FRF pontual da massa M1 à freqüência , para

uma razão de massas .


2. Descrição do ensaio

Dados da Estrutura Primária:

Dados do Absorvedor:

2.1. Viga bi-apoiada


● Instrumentos:​ Excitador, acelerômetro;
● Aparato:​ Viga metálica bi-apoiada.

2.1.1. Procedimentos e resultados


1. Excitação em uma freqüência na faixa de ressonância;
2. Escolha do absorvedor;
3. Determinar a rigidez do absorvedor;
4. Determinar a massa do absorvedor;
5. Realizar a montagem da massa do absorvedor;
6. Verificar o funcionamento.

3. Conclusões finais
●Descreva suas principais conclusões sobre os resultados obtidos.