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A mais antiga atividade humana registrada no Chipre é Aetokremnos, situada na costa sul, indicando que os caçadores-coletores eram ativos na

ilha há cerca de 10 000 a.C.,[24] com comunidades rurais assentadas que datam de 8 200 a.C.. A chegada dos primeiros seres humanos
correlaciona-se com a extinção dos hipopótamos anões e elefantes anões.[25] Os poços de água descobertos por arqueólogos em Chipre estão
entre os mais antigos do mundo, com cerca de 9 000 a 10 500 anos de idade.[9]

Durante o final da Idade do Bronze na ilha experimentou duas ondas de colonização grega.[26] A primeira consistia de comerciantes gregos
micênicos que começaram a visitar o Chipre por volta de 1 400 a.C..[27][28]Acredita-se que uma grande onda de assentamento grego tenha ocorrido
após o colapso da Idade do Bronze da Grécia micênica entre 1100 e 1 050 a.C..[28][29] A ilha ocupa um papel importante na mitologia grega por ser o
berço de Afrodite e Adonis, além da casa dos reis Cíniras, Teucro e Pigmaleão.[30] No século VIII a.C. colônias fenícias foram fundadas na costa sul
do Chipre, perto das cidades atuais de Lárnaca e Salamis.[28]

O Chipre está em uma localização estratégica no Oriente Médio.[31] Foi governado pela Assíria em 708 a.C., antes de um breve período
sob domínio egípcio e de governo persa em 545 a.C..[28] Os cipriotas, liderados por Onesilo, rei de Salamina, juntaram seus aliados gregos nas
cidades jônicasdurante a mal sucedida Revolta Jônica em 499 a.C., contra o Império Aquemênida. A revolta foi reprimida, mas o Chipre conseguiu
manter um alto grau de autonomia e permaneceu orientado ao mundo grego.[28]

A ilha foi conquistada por Alexandre, o Grande, em 333 a.C.. Após a sua morte e a consequente divisão de seu império depois de guerras entre
seus sucessores, o Chipre tornou-se parte do Império Helenístico do Egito ptolomaico. Foi durante este período que a ilha foi
totalmente helenizada. Em 58 a.C., o Chipre foi anexado pela República Romana como a província de Chipre.[

A mais antiga atividade humana registrada no Chipre é Aetokremnos, situada na costa sul, indicando que os caçadores-coletores eram ativos na
ilha há cerca de 10 000 a.C.,[24] com comunidades rurais assentadas que datam de 8 200 a.C.. A chegada dos primeiros seres humanos
correlaciona-se com a extinção dos hipopótamos anões e elefantes anões.[25] Os poços de água descobertos por arqueólogos em Chipre estão
entre os mais antigos do mundo, com cerca de 9 000 a 10 500 anos de idade.[9]

Durante o final da Idade do Bronze na ilha experimentou duas ondas de colonização grega.[26] A primeira consistia de comerciantes gregos
micênicos que começaram a visitar o Chipre por volta de 1 400 a.C..[27][28]Acredita-se que uma grande onda de assentamento grego tenha ocorrido
após o colapso da Idade do Bronze da Grécia micênica entre 1100 e 1 050 a.C..[28][29] A ilha ocupa um papel importante na mitologia grega por ser o
berço de Afrodite e Adonis, além da casa dos reis Cíniras, Teucro e Pigmaleão.[30] No século VIII a.C. colônias fenícias foram fundadas na costa sul
do Chipre, perto das cidades atuais de Lárnaca e Salamis.[28]

O Chipre está em uma localização estratégica no Oriente Médio.[31] Foi governado pela Assíria em 708 a.C., antes de um breve período
sob domínio egípcio e de governo persa em 545 a.C..[28] Os cipriotas, liderados por Onesilo, rei de Salamina, juntaram seus aliados gregos nas
cidades jônicasdurante a mal sucedida Revolta Jônica em 499 a.C., contra o Império Aquemênida. A revolta foi reprimida, mas o Chipre conseguiu
manter um alto grau de autonomia e permaneceu orientado ao mundo grego.[28]

A ilha foi conquistada por Alexandre, o Grande, em 333 a.C.. Após a sua morte e a consequente divisão de seu império depois de guerras entre
seus sucessores, o Chipre tornou-se parte do Império Helenístico do Egito ptolomaico. Foi durante este período que a ilha foi
totalmente helenizada. Em 58 a.C., o Chipre foi anexado pela República Romana como a província de Chipre.[

A mais antiga atividade humana registrada no Chipre é Aetokremnos, situada na costa sul, indicando que
os caçadores-coletores eram ativos na ilha há cerca de 10 000 a.C.,[24] com comunidades rurais assentadas que
datam de 8 200 a.C.. A chegada dos primeiros seres humanos correlaciona-se com a extinção dos hipopótamos
anões e elefantes anões.[25] Os poços de água descobertos por arqueólogos em Chipre estão entre os mais
antigos do mundo, com cerca de 9 000 a 10 500 anos de idade.[9]
Durante o final da Idade do Bronze na ilha experimentou duas ondas de colonização grega.[26] A primeira
consistia de comerciantes gregos micênicos que começaram a visitar o Chipre por volta de 1 400 a.C..[27]
[28]
Acredita-se que uma grande onda de assentamento grego tenha ocorrido após o colapso da Idade do Bronze
da Grécia micênica entre 1100 e 1 050 a.C..[28][29] A ilha ocupa um papel importante na mitologia grega por ser o
berço de Afrodite e Adonis, além da casa dos reis Cíniras, Teucro e Pigmaleão.[30] No século VIII
a.C. colônias fenícias foram fundadas na costa sul do Chipre, perto das cidades atuais de Lárnaca e Salamis.[28]
O Chipre está em uma localização estratégica no Oriente Médio.[31] Foi governado pela Assíria em 708 a.C.,
antes de um breve período sob domínio egípcio e de governo persa em 545 a.C..[28] Os cipriotas, liderados
por Onesilo, rei de Salamina, juntaram seus aliados gregos nas cidades jônicasdurante a mal sucedida Revolta
Jônica em 499 a.C., contra o Império Aquemênida. A revolta foi reprimida, mas o Chipre conseguiu manter um
alto grau de autonomia e permaneceu orientado ao mundo grego. [28]
A ilha foi conquistada por Alexandre, o Grande, em 333 a.C.. Após a sua morte e a consequente divisão de seu
império depois de guerras entre seus sucessores, o Chipre tornou-se parte do Império Helenístico do Egito
ptolomaico. Foi durante este período que a ilha foi totalmente helenizada. Em 58 a.C., o Chipre foi anexado
pela República Romana como a província de Chipre.[
Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do Oriente Romano, ou Império Bizantino,
e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido
proeminente desde a antiguidadedesenvolveu o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota
grega.[28]

A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos exércitos muçulmanos do Levante, que continuou
pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram
mortos e grande parte da riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o imperador Nicéforo II
Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]

Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a
ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha
aos Cavaleiros Templários, que, após uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]

Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha, enquanto a viúva veneziana do
falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de
Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial.
Durante todo o domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos destruíram Limassol e, temendo o
pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]

Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia de nobres francos e sua comitiva,
assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores.
Apesar do esforço para suplantar as tradições e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.
Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do Oriente Romano, ou Império Bizantino,
e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido
proeminente desde a antiguidadedesenvolveu o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota
grega.[28]

A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos exércitos muçulmanos do Levante, que continuou
pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram
mortos e grande parte da riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o imperador Nicéforo II
Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]

Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a
ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha
aos Cavaleiros Templários, que, após uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]

Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha, enquanto a viúva veneziana do
falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de
Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial.
Durante todo o domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos destruíram Limassol e, temendo o
pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]

Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia de nobres francos e sua comitiva,
assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores.
Apesar do esforço para suplantar as tradições e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.

Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do Oriente Romano, ou Império Bizantino,
e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido
proeminente desde a antiguidadedesenvolveu o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota
grega.[28]

A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos exércitos muçulmanos do Levante, que continuou
pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram
mortos e grande parte da riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o imperador Nicéforo II
Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]

Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a
ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha
aos Cavaleiros Templários, que, após uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]

Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha, enquanto a viúva veneziana do
falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de
Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial.
Durante todo o domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos destruíram Limassol e, temendo o
pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]

Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia de nobres francos e sua comitiva,
assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores.
Apesar do esforço para suplantar as tradições e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.

Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do Oriente Romano, ou Império Bizantino,
e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido
proeminente desde a antiguidadedesenvolveu o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota
grega.[28]

A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos exércitos muçulmanos do Levante, que continuou
pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram
mortos e grande parte da riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o imperador Nicéforo II
Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]

Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a
ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha
aos Cavaleiros Templários, que, após uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]

Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha, enquanto a viúva veneziana do
falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de
Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial.
Durante todo o domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos destruíram Limassol e, temendo o
pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]

Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia de nobres francos e sua comitiva,
assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores.
Apesar do esforço para suplantar as tradições e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.

Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do Oriente Romano, ou Império Bizantino,
e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido
proeminente desde a antiguidadedesenvolveu o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota
grega.[28]

A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos exércitos muçulmanos do Levante, que continuou
pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram
mortos e grande parte da riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o imperador Nicéforo II
Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]

Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a
ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha
aos Cavaleiros Templários, que, após uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]

Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha, enquanto a viúva veneziana do
falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de
Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial.
Durante todo o domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos destruíram Limassol e, temendo o
pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]
Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia de nobres francos e sua comitiva,
assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores.
Apesar do esforço para suplantar as tradições e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.

Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do Oriente Romano, ou Império Bizantino,
e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido
proeminente desde a antiguidadedesenvolveu o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota
grega.[28]

A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos exércitos muçulmanos do Levante, que continuou
pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram
mortos e grande parte da riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o imperador Nicéforo II
Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]

Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a
ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha
aos Cavaleiros Templários, que, após uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]

Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha, enquanto a viúva veneziana do
falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de
Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial.
Durante todo o domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos destruíram Limassol e, temendo o
pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]

Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia de nobres francos e sua comitiva,
assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores.
Apesar do esforço para suplantar as tradições e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.

Quando o Império Romano foi dividido em partes Oriental e Ocidental em 395, o Chipre tornou-se parte do
Oriente Romano, ou Império Bizantino, e assim permaneceria até que as Cruzadas, cerca de 800 anos mais
tarde. Sob o domínio bizantino, a orientação grega que tinha sido proeminente desde a antiguidadedesenvolveu
o forte caráter helenístico-cristão, que continua a ser uma característica da comunidade cipriota grega.[28]
A partir de 649, o Chipre passou a sofrer uma série de ataques devastadores lançados pelos
exércitos muçulmanos do Levante, que continuou pelos 300 anos seguintes. Muitos eram rápidos ataques
de pirataria, mas outros foram ataques de larga escala em que muitos cipriotas foram mortos e grande parte da
riqueza da ilha foi saqueada ou destruída. O domínio bizantino foi restaurado em 965, quando o
imperador Nicéforo II Focas teve vitórias decisivas em terra e mar.[28]
Em 1191, durante a Terceira Cruzada, Ricardo I de Inglaterra conquistou a ilha a partir do domínio de Isaac
Comneno do Chipre.[32] Ricardo usou a ilha como uma grande base de fornecimento que era relativamente
segura contra os sarracenos. Um ano mais tarde, Ricardo vendeu a ilha aos Cavaleiros Templários, que, após
uma sangrenta revolta, venderam-na para Guido de Lusignan. Seu irmão e sucessor, Amalrico II, foi
reconhecido como rei do Chipre por Henrique VI da Germânia.[28]
Após a morte em 1473 de Jaime II, o último rei lusignano, a República de Veneza assumiu o controle da ilha,
enquanto a viúva veneziana do falecido rei, a rainha Catarina Cornaro, governou a região. Veneza anexou
formalmente o Reino de Chipre em 1489, após a abdicação de Catarina.[28] Os venezianos fortificaram Nicósia
através da construção das muralhas e usaram a cidade como um importante centro comercial. Durante todo o
domínio veneziano, o Império Otomano invadiu o Chipre com frequência. Em 1539, os otomanos
destruíram Limassol e, temendo o pior, os venezianos também fortificaram Famagusta e Cirênia.[28]
Durante os quase quatro séculos de domínio latino, existiram duas sociedades no Chipre. A primeira consistia
de nobres francos e sua comitiva, assim como mercadores italianos e suas famílias. A segunda, a maioria da
população, consistia de cipriotas gregos, servos e trabalhadores. Apesar do esforço para suplantar as tradições
e a cultura nativas, a tentativa não teve sucesso.