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FACULDADE DOM ALBERTO

ARQUÉTIPOS DE LIDERANÇA:

Liderando Pelo Exemplo

ALEXSANDRO LUCIO DA SILVA

Curitiba, 2018
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ARQUÉTIPOS DE LIDERANÇA: LIDERANDO PELO EXEMPLO

ALEXSANDRO LUCIO DA SILVA

RESUMO

Tendo em vista o progresso material da sociedade e a atual busca por cidadãos capazes de se auto
liderar, liderar grupos, influenciar pessoas, atitudes e mudanças de comportamento, este artigo
explana sobre arquétipos de liderança inseridos em diversos contextos sociais, buscando levar
reflexão sobre auto aperfeiçoamento, autoconhecimento e com o isso o crescimento pessoal em
diversos contextos, contribuindo assim para o crescimento social como um todo, estimulando a busca
por características de liderança podendo conduzir o ser a se tornar exemplo de conduta e respeito A
metodologia utilizada desenvolveu-se única e exclusivamente por meio de pesquisas bibliográficas.
Na análise notou-se a importância pela busca do conhecimento constante para o desenvolvimento de
habilidades

Palavras-chaves: Arquétipos de liderança, liderança, aperfeiçoamento


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1 INTRODUÇÃO

Com o progresso material da humanidade e a relativa facilidade do


atendimento dos trabalhos, serviços e processos mecânicos e braçais da sociedade,
que vão passo a passo sendo substituídos por computadores e maquinas, o ser
humano passa a desenvolver atividades intelectuais mais complexas, alçando a
sociedade ao patamar de desenvolvimento social e intelectual, permitindo ao ser
humano a busca de conhecimento, aperfeiçoamento e autoconhecimento.
A denominada “Era da informação” promoveu na sociedade o rompimento de
velhos paradigmas, limitações territoriais e de comunicação, crenças e hábitos
desnecessários. Com o advento da internet e posteriormente com as redes sociais,
houve o encurtamento das distâncias de comunicação entre os seres humanos,
facilitou o acesso a informação e a busca de conhecimento, disseminando a cultura
e propiciando ao cidadão a oportunidade de busca de novos conhecimentos,
informações e desenvolvimento de novas atividades em todos os setores de vivência
humana.
As formas de trabalho e serviços, formas de expressão, atividades sociais,
esportivas, culturais foram enriquecidas com tamanha proporção que foram surgindo
diversos experts em todos os nichos e áreas possíveis e imagináveis.
Junto com essas grandes e rápidas mudanças surgiram novos desafios para
o cidadão, entre elas, a falta de referência em como se conduzir em diversos
aspectos existentes na vida contemporânea e a busca por formas em não se perder
nesse turbilhão de informações e probabilidades.
O presente artigo pretende mostrar que os arquétipos de liderança podem nos
dar um caminho de auto condução, de auto liderança, tornando o sujeito apto a se
conduzir e que, com auto condução nobre, digna e ética, conseguir crescimento e
resultados dignos de inspirar e ser exemplo para muitos ao seu redor e de seu
convívio.
Esse artigo, também, levantará uma série de arquétipos de lideranças
inseridos em alguns contextos sociais com o intuito de conduzir a uma reflexão de
pontos chave em comum nos arquétipos de liderança, podendo assim, facilitar o
processo de interiorização dos conceitos e podendo até produzir novos resultados
comportamentais de liderança.
Com a fragmentação do tema e explanação do significado de; Arquétipos,
liderança e exemplo no contexto social, o artigo guiará o raciocínio e conhecimento
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dos conceitos até a reflexão, porém, o presente artigo não pretende mudar qualquer
indivíduo, apenas acrescentar conhecimento e novas ideias de liderança.

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1 Liderança

Liderança é a arte de influenciar, conduzir, comandar pessoas de forma


positiva, gerando crescimento em todos os aspectos envolvidos ao grupo, setor,
mercado, equipe e ao indivíduo. É também a capacidade de influenciar pessoas
para atingir determinados resultados ou propósitos.
Segundo o site da FEBRACIS (2017):
“A liderança pode ser resumida na habilidade de conduzir um
grupo, e motivá-lo a colaborar de maneira voluntária. Um bom
líder consegue despertar nas pessoas a vontade de fazer a
diferença. ”

Para MAXWELL, John C (1947) liderança diz respeito a influenciar pessoas para
que o sigam.
Ao pensar em liderança, deve analisar que se trata não apenas de uma
posição em que se é colocado, mas um conjunto de atitudes e comportamentos que

levam determinada pessoa a se tornar destaque dentro de um grupo .

2.2 Estilos De Liderança

Existem diferentes estilos de liderança, combinando os mais diversos


aspectos, suas variações, indo as várias formas de personalidade, passando pelo
mindset, as preferências, as ambições, crenças e as limitações chegando às
experiências anteriores e aos valores pessoais de cada líder.
Segundo Chiavenato (2006), os três estilos clássicos de liderança, que
definem a relação entre o líder e os seus seguidores, com foco na gestão, são
autocrática, democrática e liberal.
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Além dos citados por Chiavenato, este artigo discorre também sobre outros
estilos de liderança para melhor ilustrar a variedade de termos, especificações e
formas de ver os estilos de liderança:

- Liderança Autocrática: Para Ana Serafim, (2014).


Se caracteriza pelo controle individual sobre todas as decisões
com poucos ou nenhuma opinião dos membros do grupo.
Habitualmente, os líderes autocráticos fazem escolhas com
base nas suas próprias ideias e julgamentos, e raramente
aceitam conselhos dos seguidores. A liderança autocrática
envolve controle absoluto e autoritarismo sobre um grupo.

- Liderança Democrática: Para ARAÚJO (2006, p.341) diz que:


No estilo democrático ou participativo ao contrário do estilo
autocrático o enfoque é as relações humanas e não a
produção. Por conta disso, os objetivos e estratégias são
definidos tanto pelo líder, quanto pelos colaboradores, de
maneira totalmente democrática, característica presente em
líderes femininas.

O líder estimula a participação do grupo e orienta as tarefas. É um tipo de


liderança participativa, em que as decisões são tomadas após debate e em conjunto.

- Liderança Liberal: Para Chiavenato (2005, p.187)


É a total liberdade para a tomada de decisões grupais ou
individuais, com participação mínima do líder. Há liberdade e
total confiança no grupo. As decisões são delegadas e a
participação do líder é limitada

- Liderança Meritocratica: Para Silene Brito;


Esse líder fundamenta suas decisões na meritocracia,
monitorando constantemente a performance de seus liderados
por meio de metas e indicadores. Nesse contexto, os
colaboradores com melhores desempenhos são reconhecidos
e ganham novas oportunidades. Já aqueles que demonstram
rendimento abaixo das expectativas recebem orientação e uma
supervisão especial. Esse tipo de liderança é mais justo,
privilegiando os profissionais competentes e incentivando a
produtividade.

Liderança Paternalista: Para Filho, Vicente Andretti; (2010):


Esse estilo de liderança estreita os relacionamentos com a
equipe, construindo laços emocionais e afetivos promovendo a
liberdade de expressão de ideias. O líder paternalista baseia
sua gestão em questões sentimentais, deixando de lado a
meritocracia e as avaliações imparciais afirmando que o capital
humano é o que uma empresa tem de mais importante. Líderes
com essa característica acreditam que melhores resultados são
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obtidos com um ambiente agradável, baseado na amizade e


com autonomia. Certamente é um dos estilos mais adequados
para o autogerenciamento, pois tem como princípio dar
liberdade aos liderados para a execução dos trabalhos.
Promovendo harmonia entre a equipe, o líder com foco nas
pessoas, valoriza o indivíduo acima dos prazos e objetivos, tem
facilidade em perceber momentos

Liderança Transformadora: Conforme o conceituador do termo, McGREGOR,


James, descreveu; “é um processo no qual os líderes e seguidores ajudam uns aos
outros a avançar para um nível mais elevado de moral e motivação”. Seu precursor,
BASS, Bernard M. (1995) ampliou o conceito de Liderança Transformadora,

 É um modelo de integridade e justiça.

 Define metas claras.

 Tem grandes expectativas para a equipe e para si.

 Incentiva os outros.

 Dá apoio e reconhecimento.

 Agita as emoções das pessoas.

 Inspira pessoas a olhar objetivos além dos próprios


interesses.

 Inspira pessoas a ultrapassar seus limites.

2.3 Exemplo

Etimologicamente, o termo Exemplo, vem do latim, exemplum, ’cópia,


imitação, reprodução, exemplar, traslado'
Segundo o dicionário Aurélio, o significado de exemplo é “Aquilo que pode
ou deve ser imitado, Modelo”
Uma variação da palavra exemplo, que pode ser usado no contexto deste
artigo é o termo exemplar. Exemplar, como adjetivo, pode ser entendido:
Comportamento ou intelecto irrepreensível, modelo que deve ser imitado por suas
qualidades e virtudes
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Este artigo usará o termo exemplo como modelo a ser seguido, modelo de
conduta no aspecto pesquisa. O modelo de comportamento ético, digno de ser
copiado, modelo que oferece resultado, ensinamento, inspiração, convence e
literalmente modela atitudes ao seu entorno.

2.4 Arquétipos

A etimologia da palavra Arquétipo (do grego ἀρχή - arché: "ponta", "posição


superior", "princípio", e τύπος - tipós: "impressão", "marca", "tipo") é o primeiro
modelo ou imagem de alguma coisa, antigas impressões sobre algo.
O termo “arquétipo” teve suas origens na Grécia antiga. É composto pelas
palavras archein que significa “original ou velho” e typos que significa “padrão,
modelo ou tipo”.
O significado combinado é “padrão original” do qual todas as pessoas
similares, objetos ou conceitos são derivados, copiados, modelados ou emulados.
O conceito de arquétipo é explorado em diversos campos de estudo, como
a Filosofia, Psicologia e a Narratologia, e podem variar conforme o ramo de estudo.
De acordo com o suíço Carl Gustav Jung, criador do termo, arquétipos são:
“Conjuntos de imagens primordiais em nosso imaginário, que dão sentido as
histórias passadas durante as gerações, servindo para representar o conhecimento
no inconsciente. ”

Segundo Pedro Calmon (2012):

Os arquétipos estão presentes nos mitos, lendas e contos de


fadas. São eles que dão o verdadeiro significado para as
estórias que passamos de geração em geração. Afinal de
contas, as pessoas criam estas estórias para externar o que
existe no inconsciente. Hoje os arquétipos podem ser
encontrados nos filmes, na publicidade e em quase tudo que
está ao nosso redor.

Dentro da filosofia, o termo é usado por filósofos neoplatônicos, como Plotino,


para designar as ideias como modelos de todas as coisas existentes, segundo a
concepção de Platão.
Com a confluência entre neoplatonismo e o cristianismo platonismo cristão, o
termo arquétipo chegou à filosofia difundido por Santo Agostinho, com a provável
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influência dos escritos do filósofo neoplatônico Porfírio de Tiro, discípulo do já citado


Plotino.
Na filosofia cristã e suas vertentes e teísta, o termo indica ideias presentes na
mente de Deus.
Na Psicologia Analítica, o termo indica a forma imaterial que os fenômenos
psíquicos tendem a se moldar. Onde Jung referia-se a estruturas inatas, que servem
de matriz para a expressão e desenvolvimento da psique.
Pode-se influenciar pensamentos e desencadear reações favoráveis a
determinadas situações, conduzir ao aperfeiçoamento e direcionar um indivíduo ou
grupo com a correta aplicação dos arquétipos, seja em mitos, contos, fábulas, como
imagens, símbolos, referência, em cinema, publicidade, política.
Para o presente artigo o termo será considerado como ícone, paradigma ao
qual se atribuem perfeição ou sublimidade, a representação de um modelo de
perfeição, um modelo ideal que neste artigo serão considerados os de arquétipos de
liderança. Destacando as características e comportamentos que é identificado em
diversos líderes e em diversas áreas, sejam elas sociais, culturais, empresarias,
esportivas, artísticas e familiares.

2.4 Arquétipos De Liderança

- Rei: É um líder nato, que lidera aonde chega. É sensato, racional, paciente e
íntegro. Ele reina com justiça e tolera as deficiências dos mais fracos sabiamente.
- Guerreiro: É perspicaz, hábil, audacioso. Trabalha com foco na tarefa, segue e
dá ordens, não é sentimental.
- Mago: É o guru, o mestre, aquele que resolve tudo (como que por mágica). É
lógico, racional, transformador. O mágico também é conhecido como: O
visionário, o catalisador, o inventor, o líder carismático, o xamã, o curandeiro, o
feiticeiro.
- Amante: É carismático, afável e irradia confiança. Ele usa da persuasão para
“seduzir” as pessoas a seguirem sua liderança. O amante também é conhecido
como: O parceiro, o amigo íntimo, o entusiasta, o sensualista, o cônjuge, o
construtor de equipe.
- Prestativo, Cuidador: Completamente altruísta, o arquétipo do Prestativo só
quer o bem do próximo, acima do próprio. É semelhante ao Herói, com a única
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diferença de que não busca um bem maior, nem quer mudar algo ou destruir
algum mal. No entanto, este arquétipo pode vir em conjunto com o do Herói na
construção de um personagem. O cuidador também é conhecido como: O santo,
o altruísta, o pai, o ajudante, o torcedor.
- O Herói: Este é geralmente o protagonista. Suas principais características são a
coragem e a força de vencer, não importam os desafios. Este arquétipo
geralmente define aquele que tenta provar sua competência através de atos
grandiosos, buscando um bem maior, geralmente para o próximo, mas pode
ocorrer de querer para si próprio também. Muitas vezes, acaba se tornando um
mártir. O herói também é conhecido como: O guerreiro, o salvador, o super-herói,
o soldado, o matador de dragão, o vencedor e o jogador da equipe.
- Governante: Este é bastante observado, é o típico arquétipo de quem busca
poder e controle das situações. É tido e visto como um líder nato, responsável,
que sabe guiar bem um grupo de envolvidos em alguma trama aparentemente
complicada. Seu defeito é que pode acabar se tornando autoritário demais.
- Maestro & Orchestra: Para OLIVEIRA, Helena, (2012)
Este par tem como base papéis claramente definidos que se
concentram na precisão e na eficácia da execução definida
pelo maestro. Os membros da orquestra, que possuem
backgrounds similares, precisam de ser amplamente treinados
para cumprir as exigências das tarefas e, consequentemente,
têm de ser escolhidos, de forma criteriosa, para assegurar que
se encaixam neste tipo de cultura rígida. Pertencer à orquestra
permite aos seus membros ganhar a vida ao mesmo tempo
que se concentram em tarefas nas quais se distinguem.

Este arquétipo funciona bem se os líderes exigirem e valorizarem a precisão e


consistência absolutas na execução ou se acreditam que a divisão do trabalho e a
estandardização de processos os conduzirá a um estado de custos o mais baixo
possível. Pense duas vezes: - Se a sua organização se está a afundar em
burocracias e os seus membros estão a entrar num estado de aborrecimento; -
Se o seu modelo operacional está a ser desafiado por alternativas novas e
disruptivas; Se o trabalho das pessoas que lidera precisa apenas de ser
coordenado a nível local; - Se tem tempo para dedicar à formação e ao ensaio.
- Organizador de comunidades & Voluntários: Para OLIVEIRA, (2012):
Este arquétipo significa que o poder de estabelecer
orientações emerge de “baixo para cima”, por parte dos
voluntários, e não do “topo para as bases”, ou seja do
organizador de comunidades. Um organizador de co munidades
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é a cola que une as atividades conjuntas dos voluntários: a sua


narrativa atrai outros para a causa. Não é possível dizer-se aos
voluntários aquilo que têm de fazer. São eles que devem
escolher juntar-se, de acordo com as suas próprias regras. A
mensagem persuasiva do organizador de comunidades motiva-
os a juntarem-se à causa e esse é o propósito comum que
inspira os voluntários a fazerem a diferença.

Os líderes deverão considerar este arquétipo se estiverem à procura de identificar


economias de escala entre um grupo alargado de pessoas ou entidades similares
que, tradicionalmente, nunca trabalharam em conjunto e se defenderem um
propósito nobre ou uma causa que outras pessoas queiram abraçar. Todavia, este
não pode ser considerado um arquétipo se um ou alguns dos voluntários forem
desproporcionalmente influentes e se opuserem ativamente à sua agenda cole tiva ou
no caso em que os líderes não sejam capazes de articular uma lógica convincente
sobre o porquê da cooperação ter de ser consistente com o interesse dos
voluntários ou com o propósito nobre.

3 CONCLUSÃO

A partir deste estudo, é possível afirmar que os arquétipos podem servir como
uma importante ferramenta para de liderança. Que não há apenas 1 (um) modelo de
liderança, porem vários arquétipos que podem se adaptar a personalidade de cada
líder ou cada ser que busque desenvolver liderança. Nota-se a força de cada
arquétipo e nota-se que alguns possuem fraquezas que podem corromper o
processo.
Não se discorreu neste artigo a influência dos arquétipos de animais que
também possuem grande força de liderança no inconsciente coletivo como a águia,
leão, cavalo, entre outros explorados em algumas áreas.
Ao entronizar e refletir em todas as informações, dados e descrições dos
arquétipos neste artigo, pode-se criar um referencial de busca em quem almeja se
aperfeiçoar ou se tornar líder.
Compilando as melhores características, somados a habilidade de conhecer
os arquétipos e também saber utiliza-los com destreza, pode-se construir uma
excelente ferramenta de condução e convencimento de pessoas, grupos e a si
mesmo.
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Com ações éticas, dignas de ser observadas, honradas e copiadas, o


indivíduo que fizer bom uso da representatividade de cada arquétipo, somados a sua
personalidade, a busca incessante por novos conhecimentos, valores, paradigmas e
crenças se tornará referência, inspiração e encorajamento de todos ao seu redor,
podendo tornar-se um arquétipo em sua própria área, será inspiração para todos,
assim sendo, liderará pelo exemplo.
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REFERÊNCIAS

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http://vicenteandretti.blogspot.com/2010/06/lideranca-paternalista.html > acesso em
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em um excelente gestor de pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

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MAXWELL, John C., 1947- As 21 irrefutáveis leis da liderança: uma receita


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SERAFIM, Ana - Liderança Autocrática: características, benefícios, desvantagens -


2014 - https://www.portal-gestao.com/artigos/7377-lideran%C3%A7a-autocr
%C3%A1tica-caracter%C3%ADsticas,-benef%C3%ADcios,-desvantagens.html >
acesso em 19 set. 2018 as 21h41

OLIVEIRA, Helena – Oito arquétipos de liderança - 2012- https://www.ver.pt/oito-


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POSSI, Marcus. Gerenciamento projetos guia do profissional: aspectos humanos e


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